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Observar o céu noturno e as estrelas não é um costume atual. Essas mesmas observações também eram feitas pelos nossos ancestrais. Além de admirar os astros, em determinado momento, o ser humano passou a estudá-los e relacionar as observações feitas com as previsões do tempo, servir como calendário, “prever o futuro”, além de auxiliar no plantio e na colheita na agricultura.
A maneira como medimos o tempo atualmente teve influência de vários povos e culturas a partir da observação dos ciclos da natureza. Padrões como o nascer e pôr do Sol, as fases da Lua e as estações do ano ajudaram a humanidade na contagem do tempo. 
 Chineses: Os chineses catalogaram diversas estrelas e constelações. Eles desenvolveram um calendário lunar, que apresentava o ciclo de 12 lunações, estabelecendo a duração de 1 ano em 365 dias e algumas horas. 
Babilônicos: considerada uma das astronomias mais antigas entre as civilizações. Os babilônicos desenvolveram um calendário lunar, dividido em períodos correspondentes às fases da Lua, dando origem às semanas e seus sete dias. Desenvolveram a contagem do tempo, em que 1 hora tem 60 minutos e 1 minuto tem 60 segundos. Criaram a contagem do dia em 24 horas. Foi a base para a Astronomia desenvolvida pelos gregos. 
Mesopotâmia: Os sumérios relacionavam as observações de fenômenos astronômicos aos presságios. Depois, passaram a analisar o céu de forma observacional e assim, deixaram de ser astrólogos para se tornarem astrônomos 
Egípios: Os egípcios conceberam a duração do ano em 365 dias, divididos em 12 meses de 30 dias a que se acrescia 5 dias, com o objetivo de fazer coincidir o ano civil com o ano solar. Foi a familiaridade com o céu noturno e a natureza em terra que fez os antigos egípcios perceberem um padrão: assim que uma determinada estrela extremamente brilhante surgia no céu tinha início as cheias do rio Nilo. Essa estrela é chamada atualmente de Sirius, mas durante a antiguidade egípcia foi denominada como Sothis, em grego, deusa responsável por anunciar as inundações do Nilo, protetora da agricultura, do tempo e da fertilidade. 
Civilizações pré-colombianas (Incas, Maias e Astecas): A astronomia desses povos estava diretamente ligada à religião. Desenvolveram calendários tanto baseados em rituais religiosos quanto na observação de fenômenos celestes. Realizaram estudos acerca de fenômenos celestes relacionados aos cometas e ao brilho distinto das estrelas. Além disso, eles sabiam reconhecer os planetas, avaliar, com notável precisão, a duração do ano, das estações e do mês lunar e o movimento do Sol. Com auxílio desses conhecimentos conseguiram prever os eclipses da Lua e do Sol. 
Povos indígenas brasileiros: Há diversos povos indígenas no Brasil, cada um com sua própria forma de entender e sistematizar as observações celestes. De forma geral, esses povos associam as estações do ano e as fases da Lua com o clima, a fauna e a flora da região em que vivem e relacionam as fases da Lua com as marés. Ao contrário das concepções de constelações ocidentais, as constelações indígenas são formadas por desenhos no céu utilizando não somente as estrelas, mas qualquer mancha visível (galáxias ou nebulosas).
Observar o céu noturno e as estrelas não é um costume atual. Essas mesmas observações também eram feitas pelos nossos ancestrais. Além de admirar os astros, em determinado momento, o ser humano passou a estudá-los e relacionar as observações feitas com as previsões do tempo, servir como calendário, “prever o futuro”, além de auxiliar no plantio e na colheita na agricultura.
A maneira como medimos o tempo atualmente teve influência de vários povos e culturas a partir da observação dos ciclos da natureza. Padrões como o nascer e pôr do Sol, as fases da Lua e as estações do ano ajudaram a humanidade na contagem do tempo. 
 Chineses: Os chineses catalogaram diversas estrelas e constelações. Eles desenvolveram um calendário lunar, que apresentava o ciclo de 12 lunações, estabelecendo a duração de 1 ano em 365 dias e algumas horas. 
Babilônicos: considerada uma das astronomias mais antigas entre as civilizações. Os babilônicos desenvolveram um calendário lunar, dividido em períodos correspondentes às fases da Lua, dando origem às semanas e seus sete dias. Desenvolveram a contagem do tempo, em que 1 hora tem 60 minutos e 1 minuto tem 60 segundos. Criaram a contagem do dia em 24 horas. Foi a base para a Astronomia desenvolvida pelos gregos. 
Mesopotâmia: Os sumérios relacionavam as observações de fenômenos astronômicos aos presságios. Depois, passaram a analisar o céu de forma observacional e assim, deixaram de ser astrólogos para se tornarem astrônomos 
Egípios: Os egípcios conceberam a duração do ano em 365 dias, divididos em 12 meses de 30 dias a que se acrescia 5 dias, com o objetivo de fazer coincidir o ano civil com o ano solar. Foi a familiaridade com o céu noturno e a natureza em terra que fez os antigos egípcios perceberem um padrão: assim que uma determinada estrela extremamente brilhante surgia no céu tinha início as cheias do rio Nilo. Essa estrela é chamada atualmente de Sirius, mas durante a antiguidade egípcia foi denominada como Sothis, em grego, deusa responsável por anunciar as inundações do Nilo, protetora da agricultura, do tempo e da fertilidade. 
Civilizações pré-colombianas (Incas, Maias e Astecas): A astronomia desses povos estava diretamente ligada à religião. Desenvolveram calendários tanto baseados em rituais religiosos quanto na observação de fenômenos celestes. Realizaram estudos acerca de fenômenos celestes relacionados aos cometas e ao brilho distinto das estrelas. Além disso, eles sabiam reconhecer os planetas, avaliar, com notável precisão, a duração do ano, das estações e do mês lunar e o movimento do Sol. Com auxílio desses conhecimentos conseguiram prever os eclipses da Lua e do Sol. 
Povos indígenas brasileiros: Há diversos povos indígenas no Brasil, cada um com sua própria forma de entender e sistematizar as observações celestes. De forma geral, esses povos associam as estações do ano e as fases da Lua com o clima, a fauna e a flora da região em que vivem e relacionam as fases da Lua com as marés. Ao contrário das concepções de constelações ocidentais, as constelações indígenas são formadas por desenhos no céu utilizando não somente as estrelas, mas qualquer mancha visível (galáxias ou nebulosas).

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