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Contração do músculo estriado esquelético

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Professor Dr. Orlando José Ferreira Martins
Contração do músculo estriado esquelético.
Músculo estriado esquelético (MEE)
Contração Voluntária
Fibras longas e cilíndricas com estrias transversais
Núcleo periférico (multinuclear)
Exemplo: Língua, bíceps braquial. 
Organização do músculo estriado esquelético
Miosina
Filamento grosso
Meromiosina leve e Meromiosina pesada
Actina, Troponina e Tropomiosina
Filamentos finos
Tropomiosina: Fica sobre o sítio de ligação da actina
Troponina: Possui 3 subunidades – I, C e T.
Mecanismo geral da contração
1) Um estímulo nervoso provoca despolarização da membrana, fazendo com que o cálcio armazenado no retículo sarcoplasmático vá para o citoplasma.
2) No citoplasma, o cálcio se liga à subunidade C da Troponina, mudando sua conformação e movendo o conjunto troponina-tropomiosina, expondo o sítio ativo de ligação da actina.
3) A energia usada para a contração vem da cabeça da miosina, quebrando ATP – através da ATPase, em ADP e Pi. Com isso, há deformação da cabeça da miosina e ocorre deslizamento dos filamentos de actina sobre os de miosina.
4) A contração cessa com a retirada de cálcio (bomba de cálcio) para o retículo sarcoplasmático.
Assim que há aproximação entre as cabeças de miosina com os sítios ativos da actina, acontece a contração muscular.
A inclinação das cabeças da miosina depende da acoplação do ATP.
A ação enzimática das cabeças da miosina quebram o ATP em ADP e Pi, que determinam uma mudança conformacional na molécula.
Novas moléculas de ATP se ligam às cabeças da miosina e o processo tem continuidade 
Referências
JUNQUEIRA, L. C., CARNEIRO, J. Histologia básica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004
GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Tratado de Fisiologia Médica. 11. ed. São Paulo: Elsevier, 2006.