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PATRONOS EXERCITO BRASILEIRO Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias Nasceu em 25 agosto de 1803 Morto em 7 de maio de 1880 ORD ARMAS NOME DE SEU PATONOS 1 INFANTARIA Brigadeiro Sampaio 2 CAVALARIA Marechal Osorio 3 ARTILHARIA Marechal Mallet 4 INTENDÊNCIA Marechal Bitencourt 5 COMUNICAÇÃO Marechal Rondon 6 MATERIAL BELICO Tenente-General, Napion 7 ENGENHARIA Tenente Coronel Villagran Cabrita COMANDATES DA FORÇA CARGO ABREV NOME COMPLETO OBS PRESIDENTE DA REPUBLICA Jair Messias Bolsonaro CMT DO EB Gen. Ex. Paulo Sérgio Nogueira De Oliveira CML Gen. Ex. José Eduardo Pereira 1º DE Gen. Div. Kleber Nunes De Vasconcellos GUES Gen. Brig. Marco Antônio Estevão Machado CORES DO EXERCITO AZUL - CELESTE E VERMELHO ARMAMENTO E MANUTEÇÃO: ARMAMENTO CALIBRE FABRICA PESO ALCANCE CARREGADOR SUPORTE SUPORTE TOTAL DE MUNIÇÃO FAL 7.62 IMBEL 4,5 kg S/ 5,15 kg C/ 600 m – sem luneta 800 m - com luneta 3.800 m - maximo 20 20+1 *PARA-FAL* 7.62 IMBEL 4,00 Kg S/ 4,65 C 600 m – sem luneta 800 m - com luneta 3.800 m - maximo 20 20+1 IA2 5.56 IMBEL 1800m/ 600 m 30 30+1 PISTOLA M973 9mm IMBEL 500 m 8 8+1 ESPINGARDA 12 25 m NÃO HÁ SIGLAS IMPORTANTES REGULAMENTO RISG Regulamento Interno Serviços Gerais R1 RUE Regulamento de Uniforme do Exercito RDE Regulamento Disciplinar do Exercito R4 RCONT Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial Militar das Forças Armadas R2 RAE Regulamento de Administração do Exército R3 OBS SÃO 5 OS REGULAMENTOS !! NORMAS E MANUAIS NGA/U Normas Gerais de Ação da Unidade FATD Formulário de Apuração de Transgressão Disciplinar FA-M-13 Manual de Toques, Marchas e Hinos das Forças Armadas C 20-20 Manual de Treinamento Físico C 22-5 Manual de Ordem Unida ATIVIDADES TAF Teste de Aptidão Física TFM Treinamento Físico Militar ARMAMENTO TASSO T-travado; A-aberto; S-sem carregador; S-sem reforçador; O-obturador do cilindro de gases em o TROPA GC GRUPO DE COMBATE PEL PELOTÃO ADMINISTRATIVOS QM Qualificação Militar QMS Qualificação Militar De Subtenentes E Sargentos UA Unidade Administrativa IPM Inquérito Policial Militar IODCT Instrumento (s) ótico (s) de direção e Controle de Tiro E-1 Estatuto dos Militares EM ESTADO MAIOR EME ESTADO-MAIOR EXERCITO DATAS COMEMORATIVAS DIA NOME MOTIVO 25 de agosto DIA DO SOLDADO Dia do nascimento do Duque de Caxias. 24 de maio DIA DA INFANTARIA Dia do nascimento do Brigadeiro Sampaio 7 de setembro DIA DA INDEPENDÊNCIA 21 de abril DIA DE TIRADENTES 15 de novembro PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA 19 de abril DIA DO EXERCITO RIGS SERVIÇO E ATRIBUIÇÕES Dos Cabos e Soldados Art. 128. Aos cabos incumbe: I - Auxiliar na instrução do elemento de tropa que lhes competir ou lhes for confiado; II - Participar ao seu Cmt direto as ocorrências que se verificarem com o pessoal a seu cargo; III - comandar o elemento de tropa que regularmente lhes competir ou que lhes seja confiado; IV - manter-se em condições de substituir, eventualmente, os 3º Sgt, na instrução e nos serviços; e V - Cumprir, rigorosamente, as normas de prevenção de acidentes na instrução e atividades de risc Art. 157. Os cabos e soldados seguirão para o rancho em forma por SU, sob o comando dos respectivos Sgt Dia, que apresentarão ao Of Dia a relação dos que deixaram de comparecer por motivo de serviço. Da Guarda do Quartel Art. 207 § 2º Todo o pessoal da guarda manter-se-á corretamente uniformizado, equipado e armado durante o serviço, pronto para entrar rapidamente em forma e atender a qualquer eventualidade. § 3º Um rodízio de descanso entre os homens menos folgados poderá funcionar no decorrer de todo o serviço, sob o controle do Cmt Gd, com a finalidade de permitir que os soldados estejam descansados, vigilantes e alertas, durante a permanência nos postos de sentinela, particularmente no período noturno. § 4º O período de descanso de que trata o § 3º deste artigo será gozado no alojamento da guarda, de onde os homens somente afastar-se-ão mediante ordem ou com autorização do Cmt Gd; será autorizado que os soldados afrouxem o equipamento e durmam. § 5º As condições do rodízio tratado nos §§ 3º e 4º deste artigo poderão estar reguladas de forma pormenorizada nas NGA/U. Art. 208. A guarda do quartel tem por principais finalidades: I - Manter a segurança do quartel; II - Manter os presos e detidos nos locais determinados, não permitindo que os primeiros saiam das prisões, nem os últimos do quartel, salvo mediante ordem de autoridade competente; III - impedir a saída de praças que não estejam convenientemente fardadas, só permitindo a sua saída em trajes civis quando portadoras de competente autorização e, neste caso, convenientemente trajadas; IV - Só permitir a saída de praças, durante o expediente e nas situações extraordinárias, mediante ordem ou licença especial e somente pelos locais estabelecidos; V - Não permitir a entrada de bebidas alcoólicas, inflamáveis, explosivos e outros artigos proibidos pelo Cmt U, exceto os que constituírem suprimento para a unidade; VI - Não permitir ajuntamentos nas proximidades das prisões nem nas imediações do corpo da guarda e dos postos de serviço; VII - impedir a saída de animais, viaturas ou material sem ordem da autoridade competente, bem como exigir o cumprimento das prescrições relativas à saída de viaturas; VIII - impedir a entrada de força não pertencente à unidade, sem conhecimento e ordem do Of Dia, devendo, à noite, reconhecer à distância aquela que se aproximar do quartel; IX - Impedir que os presos se comuniquem com outras praças da unidade ou pessoas estranhas, sem licença do Of Dia, e que seja quebrada a incomunicabilidade dos que as tais condições estiverem sujeitas; X - Dar conhecimento imediato ao Of Dia sobre a entrada de oficial estranho à unidade no recinto do quartel; XI - levar à presença do Adj as praças de outras OM que pretendam entrar no quartel; XII - impedir a entrada de civis estranhos ao serviço da unidade sem prévio conhecimento e autorização do Of Dia; XIII - Só permitir a entrada de civis, empregados na unidade, mediante a apresentação do cartão de identidade em vigor, fornecido pelo SCmt U; XIV - Só permitir a entrada de qualquer viatura à noite, depois de reconhecida à distância, quando necessário; XV - Fornece escolta para os presos que devam ser acompanhados no interior do quartel; XVI - Relacionar as praças da unidade que se recolherem ao quartel depois de fechado o portão principal e permitir a saída, neste caso, somente das que estejam autorizadas pelo Of Dia; XVII - prestar as continências regulamentares. Parágrafo único. Na execução dos serviços que lhes cabem, as guardas reger-se-ão pelas disposições regulamentares vigentes, relativas ao assunto e instruções especiais do Cmt U. Art. 209. No corpo da guarda, é proibida a permanência de civis ou de praças estranhas à guarda do quartel. Art. 210. No corpo da guarda serão afixados quadros contendo relações de material carga distribuído, dos deveres gerais do pessoal da guarda e ordens particulares do Cmt U. Art. 211. Os postos de sentinela, especialmente os das sentinelas das armas e das prisões, serão ligados ao corpo da guarda por meio de campainha elétrica ou outros meios de comunicação. Das Guardas das Subunidades Art. 231. A Guarda da SU é constituída pelo Cb Dia, que é o seu Cmt, e pelos soldados plantões, restringindo-se o serviço às dependências da SU acessíveis às praças. Art. 232. O serviço de guarda à SU tem por fim: I - Manter a ordem, a disciplina e o asseio no alojamento e demais dependências acessíveis às praças; II - Vigiar as praças detidas no alojamento; III - não consentir jogos de azar, disputa ou algazarra; IV - Não permitir a saída de objetos sem autorização dos respectivos donosou responsáveis; e V - cumprir e fazer cumprir todas as determinações das autoridades competentes. § 1º Os plantões permanecerão no quartel durante todo o serviço; o Cb Dia e o plantão da Hora conservar-se-ão desarmados, mas portando o cinto de guarnição. Seção XIV Dos Plantões Art. 235. O plantão de serviço (plantão da hora) é a sentinela da SU, competindo-lhe: I - Estar atento a tudo o que ocorrer no alojamento, participando imediatamente ao Cb Dia qualquer alteração que verificar; II - Proceder como estabelece o R-2, na entrada de qualquer oficial no alojamento; III - não permitir que as praças detidas no alojamento dele se afastem, salvo por motivo de serviço e com ordem do Cb Dia; IV - Não consentir que seja prejudicado, por qualquer meio, o asseio do alojamento e das dependências que lhe caiba guardar; V - Zelar para que as camas se conservem arrumadas; VI - Impedir, durante o expediente, a entrada de praças na dependência destinada a dormitório, sempre que haja vestiário separado ou outro local apropriado à permanência nas horas de folga; VII - fazer levantar, nos dias com expediente, as praças ao findar o toque de alvorada, coadjuvando a ação do Cb Dia; VIII - não consentir a entrada de civis no alojamento sem que estejam devidamente acompanhados por um oficial ou sargento; IX - Examinar todos os volumes que forem retirados do alojamento, conduzidos por praças e que não tenham sido verificados pelo Sgt Dia ou Cb Dia, impedindo a retirada dos que não estejam devidamente autorizados; X - Impedir a retirada de qualquer objeto do alojamento sem a devida autorização do dono ou responsável e do Sgt Dia ou Cb Dia; XI - não consentir que qualquer praça se utilize ou se apodere de objeto pertencente a outrem sem a autorização do dono ou responsável; (Fl 67 do Regulamento Interno e dos Serviços Gerais - RISG) XII - impedir a entrada de praças de outras SU depois da revista do recolher e, antes desta, das que não possuam a autorização necessária; XIII - não permitir conversa em voz alta, nem outra qualquer perturbação do silêncio, depois do respectivo toque; XIV - relacionar as praças que, estando no pernoite, se recolherem ao alojamento depois do toque de silêncio e entregar a relação ao Cb Dia no momento oportuno; XV - Dar sinal de “silêncio” imediatamente após a última nota do respectivo toque; XVI - acender e apagar as luzes do alojamento nas horas determinadas; XVII - apresentar-se aos oficiais que entrarem no alojamento, quando ausente o Cb Dia. § 1º Os plantões são substituídos, ordinariamente, às mesmas horas que as sentinelas da guarda do quartel. § 2º Caso o plantão da hora não se aperceba da entrada de um oficial no alojamento, qualquer praça dará o sinal ou a voz que àquele compete. Art. 236. Os plantões fazem a limpeza do alojamento e das dependências a cargo da guarda, sob a direção do Cb Dia. Art. 237. O posto de plantão da hora se localiza, normalmente, na entrada do alojamento, devendo o plantão percorrer, algumas vezes, esta dependência. Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial Militar das Forças Armadas Art. 19o. São elementos essenciais da continência individual: a atitude, o gesto e a duração, variáveis conforme a situação dos executantes: I - Atitude - postura marcial e comportamento respeitoso e adequado às circunstâncias e ao ambiente; II - Gesto - conjunto de movimento do corpo, braços e mãos, com ou sem armas; III - Duração - o tempo durante o qual o militar assume a atitude e executa o gesto acima referido RDE TRANSGRESSÕES DISCIPLINARES Dos Princípios Gerais da Hierarquia e da Disciplina Art. 7º A hierarquia militar é a ordenação da autoridade, em níveis diferentes, por postos e graduações. Parágrafo único. A ordenação dos postos e graduações se faz conforme preceitua o Estatuto dos Militares. Art. 8º A disciplina militar é a rigorosa observância e o acatamento integral das leis, regulamentos, normas e disposições, traduzindo-se pelo perfeito cumprimento do dever por parte de todos e de cada um dos componentes do organismo militar. § 1º São manifestações essenciais de disciplina: I - A correção de atitudes; II - A obediência pronta às ordens dos superiores hierárquicos; III - A dedicação integral ao serviço; IV - A colaboração espontânea para a disciplina coletiva e a eficiência das Forças Armadas. § 2º A disciplina e o respeito à hierarquia devem ser mantidos permanentemente pelos militares na ativa e na inatividade. Art. 9º As ordens devem ser prontamente cumpridas. § 1º Cabe ao militar a inteira responsabilidade pelas ordens que der e pelas consequências que delas advierem. § 2º Cabe ao subordinado, ao receber uma ordem, solicitar os esclarecimentos necessários ao seu total entendimento e compreensão. § 3º Quando a ordem contrariar preceito regulamentar ou legal, o executante poderá solicitar a sua confirmação por escrito, cumprindo à autoridade que a emitiu atender à solicitação. § 4º Cabe ao executante, que exorbitou no cumprimento de ordem recebida, a responsabilidade pelos excessos e abusos que tenha cometido. Art. 14. Transgressão disciplinar é toda ação praticada pelo militar contrária aos preceitos estatuídos no ordenamento jurídico pátrio ofensiva à ética, aos deveres e às obrigações militares, mesmo na sua manifestação elementar e simples, ou, ainda, que afete a honra pessoal, o pundonor militar e o decoro da classe... PILARES DO EXERCITO – 2 HD HIERARQUIA E A ORDENAÇÃO DA AUTORIDADE, EM NIVEIS DIFERENTES, POR POSTOS E GRADUAÇÃO DISCIPLINA E A RIGOROSO OBSERVANCIA E O ACATAMENTO INTEGRAL DAS LEIS REGRAS E VALORES MILITARES VALORES MILITARES 1 PATRIOTISMO 2 CIVISMO 3 FÉ NA MISSÃO DO EXERCITO 4 AMOR A PROFISSÃO 5 ESPIRITO DE CORPO 6 APRIORAMENTO TECNICO PROFISSIONAL DEVERES MILITAR 1 DEDICAÇÃO DE FIDELIDADE A PATRIA 2 RESPEITO AO SIMBOLISMO NACIONAIS* 3 PROIBIDADE E LEALDADE 4 DISCIPLINA E RESPEITO Á HIERARQUIA 5 RIGOROSO CUMPRIMENTO DOS DEVERES E ORDENS 6 TRATO DO SUBORDINADO COM DIGNIDADE ETICA MILITAR 1 SENTIMENTO DO DEVER 2 HONRA PESSOAL 3 PUNDONOR MILITAR 4 DECORO DE CLASSE SIMBOLOS DO NACIONAIS - S4 OU BHAS 1 BANDEIRA NACIONA L 2 HINO NACIONAL 3 ARMAS NACIONAIS 4 SELO NACIONAL PRECEITOS DA ÉTICA MILITAR I – Cultuar a verdade, a lealdade, a probidade e a responsabilidade como fundamentos de dignidade pessoal. II – Exercer, com autoridade e eficiência, as funções que lhe couberem em decorrência do cargo. III – Respeitar a dignidade da pessoa humana. IV – Cumprir e fazer cumprir as leis, os regulamentos, as instruções e as ordens das autoridades a que estiver subordinado. V – Ser justo e imparcial no julgamento dos atos e na apreciação do mérito dos subordinados. VI – Zelar pelo preparo próprio, moral, intelectual e físico e, também, pelo dos subordinados, tendo em vista o cumprimento da missão comum. VII – Dedicar-se integralmente ao cumprimento do dever. VIII – Praticar a camaradagem e desenvolver, permanentemente, o espírito de cooperação. IX – Ser discreto em suas atitudes, maneiras e em sua linguagem escrita e falada. X – Abster-se de tratar, fora do âmbito apropriado, de matéria sigilosa de qualquer natureza. XI – Cumprir seus deveres de cidadão. XII – Proceder de maneira ilibada em todas as situações. XIII – Observar as normas da boa educação. XIV – Garantir assistência moral e material aos seus dependentes legais. XV – Conduzir-se, mesmo fora do serviço ou quando já na inatividade, de modo que não sejam prejudicados os princípios da disciplina, do respeito e do decoro militar. XVI – Abster-se de fazer uso do grau hierárquico para obter facilidades pessoais de qualquer natureza ou para encaminhar negócios particulares ou de terceiros. XVII – Abster-se do uso das designações hierárquicas em atividades que venham a comprometer o bom nome das Forças Armadas; e XVIII – Zelar pela observância dos preceitos da ética militar. A violação dos Deveres,Valores e Ética Militares constitui, normalmente, crime ou transgressão disciplinar e é fator impeditivo para a concessão das condecorações da Ordem do Mérito Militar, Medalha Militar, Pacificador, Praça Mais Distinta e outras. FRAÇÃO DE COMBATE ESQUADRA OU GC 1 CABO E 3 SOLDADOS 1 SGT. PELOTAO 20 e 50 SOLDADOS. GRUPAMENTO 2 PESSOAS OU MAIS. GRADUAÇÃO A CABO CABO DE DIA A T R I B U I Ç Ã O Art. 233. O Cb Dia é o principal responsável pela ordem e exatidão do serviço de guarda à SU. Art. 234. Ao Cb Dia compete: I - Verificar com o seu antecessor, na ocasião de receber o serviço se todas as Dependências estão em ordem e limpas e se as praças detidas se encontram nos lugares Determinados; II - Transmitir aos plantões as ordens gerais e particulares relativas ao serviço e velar pela Sua fiel execução; III - assistir à substituição dos plantões, verificando se as ordens são transmitidas com Exatidão; IV - Apresentar-se, logo depois da Parada, ao seu Cmt SU, ao Sgte e ao Sgt Dia à sua SU; V - Dirigir a limpeza das dependências da SU sob a responsabilidade da guarda, a ser feita pelos plantões; VI - Providenciar para que as praças da SU entrem rapidamente em forma, por ocasião de Todas as formaturas normais ou extraordinárias; VII - apresentar ao Sgte, ou ao Sgt Dia SU na ausência daquele, as praças que devam comparecer à visita médica e acompanhá-las à presença do médico; (Fl 66 do Regulamento Interno e dos Serviços Gerais - RISG) VIII - participar ao Sgte, ou ao Sgt Dia SU na ausência do primeiro, as irregularidades Ocorridas na SU, mesmo que tenham exigido providências imediatas; IX - Distribuir os quartos de serviço pelos plantões, de modo que cada um não permaneça em serviço por mais de duas horas consecutivas; X - Apresentar-se a todos os oficiais que entrarem no alojamento; XI - zelar para que as camas se conservem sempre arrumadas pelos seus donos e os Armários fechados; XII - fazer levantar, nos dias com expediente, as praças ao findar o toque de alvorada, salvo ordem contrária; XIII - não consentir a presença de civis no alojamento sem que estejam devidamente Acompanhados por um oficial ou sargento; XIV - verificar e relacionar as praças que estando no pernoite, não se encontrem no Alojamento ao toque de silêncio, para que tal relação conste da parte do Sgt Dia e seja possível averiguar o destino de cada uma delas; XV - Apresentar ao Sgt Dia SU, por ocasião das formaturas para o rancho, a relação das Praças que, por motivo de serviço, não possam comparecer ao rancho na hora regulamentar; XVI - verificar, por ocasião das formaturas para o rancho, se todas as praças em forma Estão arranchadas. CABO DA GUARDA A T R I B U I Ç Ã O Art. 214. O Cb Gd é o auxiliar imediato do Cmt Gd, cujas ordens cumprirá com presteza e exatidão, sendo, ainda, o seu substituto eventual em impedimentos momentâneos, quando se tratar de Sgt, incumbindo-lhe: I - Empenhar-se para que nenhuma falha ocorra no serviço, corrigindo imediatamente as que verificar e solicitando a intervenção do Cmt Gd, quando necessário; II - Dar ciência ao Cmt Gd de todas as ocorrências que chegarem ao seu conhecimento e interessarem ao serviço; III - conduzir, em forma e em atitude marcial, as praças que devam render os quartos de sentinelas e exigir, destas, a transmissão clara e fiel das ordens recebidas, fazendo-as verificar o perfeito Funcionamento da campainha elétrica, do telefone ou de outro meio de comunicação que ligar o posto ao corpo da guarda; IV - Secundar o Cmt Gd, se sargento, na vigilância de tudo o que se relacionar com o serviço, por iniciativa própria ou por determinação daquele; V - Atender, com a máxima presteza, ao chamado das sentinelas e dirigir-se aos Respectivos postos logo que tenha conhecimento de alguma anormalidade; VI - Fazer afastar, previamente, para transmissão das ordens particulares às sentinelas nos (Fl 62 do Regulamento Interno e dos Serviços Gerais - RISG) Respectivos postos, todas as pessoas estranhas ao serviço; VII - não se afastar do corpo da guarda sem ordem ou licença do Cmt Gd, salvo por motivo de serviço, deixando sempre um soldado como seu substituto eventual; VIII - assegurar-se, constantemente, de que as sentinelas estejam bem inteiradas das Ordens de serviço recebidas, particularmente das normas de segurança; IX - Conduzir ao rancho, ao toque respectivo, as praças da guarda, deixando pelo menos duas no corpo da guarda, para atenderem imediatamente às sentinelas e levarem ao seu conhecimento qualquer ocorrência de caráter urgente; X - Reconhecer pessoas, viaturas ou forças que pretendam entrar no quartel, verificando os respectivos motivos; XI - anotar, ou fazer anotar, todas as praças que se recolham ao quartel após a revista do recolher; e XII - auxiliar o Cmt Gd no controle do rodízio de descanso dos soldados da guarda. Art. 215. Quando houver mais de um Cb Gd, o serviço será distribuído conforme as NGA/U. UNIFORMES NOME ITENS ATIVIDADES 9º B2 BLUSA, GANDOLA, CALÇA, COTURNO E BOINA OPERACIONAL 10º C2 BLUSA, GANDOLA, CALÇA, COTURNO E GORRO OPERACIONAL 12º CAMISA CAMUFLADA, SHORT, MEIA E TENIS FAXINA 13º BLUSA, CALÇA, COTURNO E GORRO LUTA 14º CAMISA BRANCA, SHORT, MEIA E TENIS TFM TIPO DE INFANTARIA 1º MOTORIZADA 2º MECNIZADA 3º PARA-QUEDISTA 4º CAATINGA 5º SELVA 6º BLINDADA 7º LEVE 8º AEROMOVEL 9º POLICIA 10º GUARDAS 11º MONTANHA DESMONTAGEM MEDIDAS PRELIMINARES: Para a desmontagem devem ser tomadas as seguintes medidas preliminares: 1ª) retirar o carregador 2ª) fazer recuar o conjunto ferrolho-impulsor do ferrolho duas (2) vezes (golpes de segurança), 3ª) examinar a câmara certificando-se que a mesma esteja vazia e deixá-lo voltar à sua posição mais avançada (sem apertar o gatilho); 4ª) travar a arma; 5ª) fazer girar o conjunto armação-coronha para baixo e em torno de seu eixo, agindo sobre a chaveta do trinco da armação, que está colocada do lado esquerdo da arma e logo atrás do registro de tiro e de segurança (Fig 3.15) MEDIDAS FINAIS: Para concluir a montagem do Fz 7,62 M964 devem ser tomadas as seguintes medidas finais: 1ª mantendo a boca da arma abaixada, girar o conjunto armação-coronha até que o trinco da armação prenda o talão da caixa da culatra; 2ª Dar dois golpes de segurança, deixando o conjunto ferrolho-impulsor do ferrolho voltar à frente; 3ª destravar, desengatilhar a arma; 4ª recolocar o carregador na arma. TIPO S DE CAMUFLAGEM NOMES CARACTERISTICAS EXEMPLOS OBJETIVO SIMULAÇÃO Fazer parece algo real dentro de um teatro operacional Fabricar com madeiras carros de combates, alvos para fogo inimigo. FORMA ALVO DISSIMULAÇÃO Fazer parecer que é parte ou algo do terreno Camuflar um carro de combate de forma que pareça ser do terreno. NATURALIZAR MASCARAMENTO E ocultação completa de algo Historia SAMPAIO: MINI RESUMO DA HISTORIA DATA DE NASCIMENTO: DATA DE MORTE: Morreu na batalha do Tuiuti no Paraguai contra o ditador Solano Lopes, teve uma de suas penas atingida por estilhaços de granada e logo após, foi alvejado com 2 tiros nas costas, morreu em uma ambulância há caminho de um pronto socorro. GUERRAS: DUQUE DE CAXIAS: MINI RESUMO DA HISTORIA DATA DE NASCIMENTO: DATA DE MORTE: GUERRAS: Geografia CIDADES E CAPITAIS DO BRASIL CAPITAIS ESTADOS SIGLAS DO ESTADOS REGIÃO Rio Branco Acre AC Norte Maceió Alagoas AL Nordeste Macapá Amapá AP Norte Manaus Amazonas AM Norte Salvador Bahia BA Nordeste Fortaleza Ceará CE Nordeste Brasília Distrito Federal DF Centro-Oeste Vitória Espírito Santo ES Sudeste Goiânia Goiás GO Centro-Oeste São Luís Maranhão MA Nordeste Cuiabá Mato Grosso MT Centro-Oeste Campo Grande Mato Grosso do Sul MS Centro-Oeste Belo Horizonte Minas Gerais MG Sudeste Belém Pará PA Norte João Pessoa Paraíba PB Nordeste Curitiba Paraná PR Sul Recife Pernambuco PE Nordeste Teresina Piauí PI Nordeste Rio deJaneiro Rio de Janeiro RJ Sudeste FRONTEIRAS... Chile e Equador CLIMA GEOGRAFICO? O Rio de Janeiro possui 3 tipos de climas, eles são chamados de Clima tropical semi-úmido, o Clima tropical de altitude e o Clima tropical. A predominância do clima tropical semi-úmido ocorre nas áreas de baixas altitudes, com destaque para as áreas da Baixada Fluminense e região metropolitana do Rio de Janeiro. Essas áreas do Estado do Rio de Janeiro apresenta uma temperatura média anual em torno de 24º e com chuvas abundantes no verão e invernos secos, a pluviosidade ultrapassa os 1.500 mm anuais. O clima tropical de altitude ocorre nas terras altas (Serra do Mar, parte do Vale do Paraíba do Sul e Planalto de Itatiaia) e se caracteriza por temperaturas mais amenas, devido à altitude do relevo com verões pouco quentes e chuvosos e invernos frios e secos (BASTOS & NAPOLEÃO, 2011). Nessas áreas, a temperatura média do mês mais quente é de 22º. Vale ressaltar que no Planalto de Itatiaia, são registradas as temperaturas mais baixas do Estado do Rio de Janeiro. O clima tropical se destaca na porção nordeste do Estado do Rio de janeiro. Este tipo de clima possui como característica uma estação chuvosa no verão, de novembro a abril, e nítida estação seca nos períodos de inverno, de maio a outubro, com destaque para o mês de julho que é considerado o mais seco. A temperatura média no mês mais frio é superior ao 18ºC e as precipitações anuais ultrapassam os 1.800 mm OS 5 PICOS MAIS ALTO DO RIO DE JANEIRO #1 - Pico das Agulhas Negras - 2.789m – Itatiaia - O pico das Agulhas Negras está localizado na parte alta do Parque Nacional de Itatiaia, no maciço de mesmo nome, parte da serra da Mantiqueira, entre o município de Bocaina de Minas e os municípios fluminenses de Itatiaia e Resende. #2 - Morro do Couto - 2.680m – Itatiaia - O morro do Couto é a nona maior elevação rochosa brasileira, com 2680 metros de altitude. Fica no Parque Nacional de Itatiaia. É a primeira montanha que se alcança a partir da portaria do parque, e pode ser vencido em duas horas de caminhada fácil. #3 - Pedra do Altar - 2.665m – Itatiaia - A Pedra do Altar é uma formação localizada à esquerda das Agulhas Negras, e seu nome vem do fato de parecer um altar. É a décima primeira montanha mais alta do país e possui nove vias de escalada. Também é possível chegar ao topo do altar caminhando. #4 - Pico dos Três Estados - 2.665m – Resende - O pico dos Três Estados é uma montanha em cujo topo está o ponto onde se encontram as divisas geográficas dos estados brasileiros de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo (respectivamente, municípios de Passa Quatro, Resende e Queluz). O ponto tríplice das divisas é marcado no cume por um pequeno tripé de ferro lavrado com os nomes dos três estados, nas respectivas direções. Pico da Maromba - 2.619m – Itatiaia - Montanha da vertente norte do Maciço do Itatiaia, voltada para a parte alta do Vale do Rio Preto, a NE do Pico das Agulhas Negras. A MAIOR RESEVA BIOLOGICA Reserva biológica do Tinguá A Reserva Biológica do Tinguá é uma das maiores unidades de conservação da Mata Atlântica no Estado do Rio de Janeiro, possuindo 26.260 hectares. Criada através do Decreto nº 97.780, de 23 de maio de 1989, essa área de proteção integral surgiu a partir de uma grande mobilização de ambientalistas do Estado do Rio de Janeiro, principalmente da Baixada Fluminense. Grande parte desses ambientalistas também ajudaram a fundar o ITPA e foi a partida da luta pela sua proteção que a organização foi criada. Entre os principais objetivos da criação dessa Unidade de Conservação estão: proteger os seus recursos hídricos e sua biodiversidade. A Reserva Biológica do Tinguá possui grande diversidade biológica, devido a seu gradiente altitudinal. A biodiversidade varia de acordo com a altitude: cada altitude tem uma diversidade diferente de animais ou plantas, e essa Reserva parte de quase 20 metros de altitude chegando a 1600 m. A área dessa unidade de conservação é de floresta muito bem conservada, e além de apresentar grande diversidade biológica também é responsável pela produção de água da Baixada Fluminense, do Município de Miguel Pereira e toda a região metropolitana do Rio de Janeiro. O Rio Santana, por exemplo, tem a maior parte das suas nascentes brotando dentro da Reserva Biológica do Tinguá e outra parte na Reserva Biológica de Araras. Para garantir a proteção desta reservas apoiamos diretamente a criação de um mosaico de unidades de conservação de uso sustentável em seu entorno, como a Área de Proteção Ambiental do Rio Santana (municipal), a Área de Proteção Ambiental de Palmares (municipal) e a Área de Proteção Ambiental do Guandu (estadual), formando uma grande zona de amortecimento. Todas ações do ITPA no município de Miguel Pereira servem para consolidar esta zona de amortecimento, com reflorestamentos, brigada da incêndio, saneamento rural, entre outros. PORTUGUÊS · Sujeito simples: é aquele que possui apenas um núcleo, ou seja, quando o verbo se refere a uma só palavra: Exemplos: Pedro viajou. (O verbo refere-se a um substantivo) Nós aprendemos o alfabeto. (O verbo refere-se a um pronome) Os três construíram o projeto. (O verbo refere-se a um numeral) O humilde aprende mais. (O verbo refere-se a uma palavra substantivada) É provável que ele viaje hoje. (O verbo refere-se a uma oração) · Sujeito composto: é aquele que possui mais de um núcleo. Exemplos: Pai e filho viajam juntos todos os anos. (o verbo refere-se a mais de um substantivo) Viajamos ele e eu para Cancún. (o verbo refere-se a mais de um pronome) Aprendem mais os humildes e os esforçados. (o verbo refere-se a mais de uma palavra substantivada) Chegaram seis ou sete clientes. (o verbo refere-se a mais de um numeral) Era melhor esquecer o carro novo e viajar para Cancún. (o verbo refere-se a mais de uma oração) Sujeito oculto ou sujeito elíptico · Sujeito oculto ou sujeito elíptico: é aquele que não está explícito na oração, mas pode ser determinado pela flexão número-pessoa do verbo, ou por sua presença em alguma oração antecedente. Exemplos: Gosto de viajar todos os anos. (Sujeito oculto “eu”, determinado pela desinência verbal) Chamava-se Maria, tinha 16 anos e trabalha no hospital municipal. (Sujeito oculto “Maria”, determinado pela presença do sujeito em oração antecedente) Sujeito indeterminado · Sujeito indeterminado: é aquele no qual não é possível identificar um referente explícito na oração (ou no contexto do enunciado) para a flexão verbal. Pode ser construído por: a) Verbo transitivo direto na 3ª pessoa do plural: Anunciaram a morte do prefeito. b) Verbo transitivo indireto, verbo intransitivo ou verbo de ligação flexionado na 3ª pessoa do singular + pronome “se”: Não se fala da morte do prefeito no jornal local. Agora, observe as orações seguintes e tente identificar o sujeito delas: Chove muito nessa cidade. Há muitos animais no zoológico de Brasília. Como você pôde perceber, não é possível determinar o sujeito delas, não é mesmo? Isso se deve ao fato de serem orações sem sujeito. Os casos em que esse fenômeno gramatical ocorre são: · Com verbos ou expressões que denotam fenômenos da natureza. Exemplo: De manhã choveu muito. · Com o verbo “haver” no sentido de existir. Exemplo: Há muitos animais no zoológico de Brasília. · Com o verbo “haver”, quando indica tempo decorrido. Exemplo: Aguardo a encomenda há dois dias. · Como os verbos “ser”, “fazer” e “ir” na indicação de tempo ou relacionados a fenômenos da natureza. Exemplos: Era bastante tarde. Fazia frio durante aquela noite. Vai para uns dois anos que não vejo meus pais. MATEMATICA REGRA DE 3 Introdução A Regra de Três é uma ferramenta simples, mas muito poderosa. Ela é utilizada para descobrir um valor desconhecido, que segue a mesma razão de outros já conhecidos. De maneira mais simples, trata-se de descobrir um quarto valor a partir de outros três – daí vem o nome da regra. Para começar, vamos esclarecer alguns conceitos importantes. Razão é a divisão de um número por outro. Proporçãoé a igualdade entre razões. Vejamos um exemplo simples que utiliza as ideias apresentadas: Na rua Alcântara, a razão entre o número de moradores pelo número de casas é de 3,4. Sabendo que há 40 casas na rua, quantos moradores habitam ela? Aqui, ainda não há os três valores de um problema típico de regra de três, mas já é possível aplicar uma relação de proporção. Embora 3,4 não seja uma fração comum, não deixa de ser uma razão, ou seja, uma divisão de um número por outro (número de moradores pelo número de casas). Assim, montamos a seguinte proporção: Uma regra de três segue raciocínio semelhante e nada é mais é do que usar uma proporção para encontrar um valor. Por isso, ela só vale quando as grandezas relacionadas forem proporcionais, ou seja, se uma delas aumentar ou diminuir na mesma proporção que a outra. Uma grandeza pode ser o número de pacotes de biscoito e outra, o número de biscoitos, por exemplo MMC MDC image1.jpeg image2.jpeg image3.jpeg image4.jpeg image5.jpeg image6.jpeg image7.jpeg