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No de seu mandato, Jango propôs as chamadas reformas de base, que mudanças estruturais nas agraria, educacional, fiscal e Essas propostas despertaram forte oposição dos setores conservadores, que temiam a aproximação do Brasil com regimes comunistas. A tensão aumentou em 13 de março de 1964, quando Goulart participou de um na Central do Brasil, no Rio de Janeiro, defendendo publicamente as reformas. Em reação, no dia 19 de março, foi realizada em São Paulo a Marcha da com Deus pela Liberdade, reunindo centenas de milhares de pessoas ao governo. Com pais profundamente dividido, em 31 de março de 1964, os militares, com apoio de setores civis organizados incluindo empresariado, parte da imprensa, Igreja e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) deram início ao movimento que resultaria na deposição de Goulart. O presidente encontrava-se no Rio Grande do Sul, e, diante da perda de apoio político e militar, exilou-se no Uruguai sem resistência armada. a deposição de Goulart, teve regime militar, e general Humberto de Alencar Castello Branco foi nomeado presidente pelo Congresso Nacional, assumindo cargo em 15 de abril de 1964. O novo governo foi rapidamente consolidado com a edição do Ato Institucional 1 (AI-1), que permitiu a cassação de mandatos, a suspensão de direitos políticos e da repressão aos opositores. Em 15 de março de 1967, assumiu a presidência 0 general Artur da Costa e Silva, sucessor de Castello Branco. Durante seu governo, em 25 de janeiro de 1967, foi promulgada uma nova Constituição, que institucionalizava 0 autoritarismo sob 0 comando militar. Entretanto, surgiram disputas internas entre duas alas do regime: uma ala moderada, favorável a uma transição gradual para a democracia, e uma ala radical, que buscava a manutenção e 0 endurecimento do poder militar.

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