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<p>1</p><p>www.historiaemfoco.com.br</p><p>Golpe de 1964</p><p>1</p><p>01 - (UEM PR/1999)</p><p>Em março de 1964, civis e militares uniram–se para</p><p>depor o Presidente João Goulart. A partir desse</p><p>momento, abriu–se um capítulo especial na história do</p><p>autoritarismo brasileiro, tendo as Forças Armadas como</p><p>controladoras do poder político do país.</p><p>Sobre isto, assinale a(s) alternativa(s) correta(s).</p><p>01. Os movimentos de esquerda viram na luta armada</p><p>a única alternativa para enfrentar o regime militar.</p><p>Essa luta se fez por meio de ações de guerrilha</p><p>urbana, não conseguindo se expandir para o</p><p>campo.</p><p>02. O Esquadrão da Morte foi um dos mais poderosos</p><p>grupos de extermínio atuantes durante o regime</p><p>militar.</p><p>04. Nos primeiros anos do regime militar, a inflação</p><p>esteve sob controle e o Brasil tornou–se a oitava</p><p>economia mundial.</p><p>08. Os Atos Institucionais foram dispositivos</p><p>implementados pelos governos militares, que</p><p>atribuíam a esses governos poderes excepcionais</p><p>não constantes na Constituição.</p><p>16. A repressão às organizações de esquerda contou</p><p>com o apoio técnico e econômico dos Estados</p><p>Unidos, usando de uma violência que incluiu a</p><p>prisão arbitrária, a tortura e a eliminação daqueles</p><p>considerados adversários do regime.</p><p>32. A situação política vivida pelo país foi de extrema</p><p>gravidade, embora não tenha sido percebida pela</p><p>maioria como tal, pois, em grande parte, foi</p><p>mascarada pelo chamado "milagre econômico",</p><p>com a generalizada ilusão de prosperidade do país.</p><p>02 - (UFC CE/2001)</p><p>“Chefes altamente qualificados do Movimento de</p><p>Março de 64 preferem chamá-lo contra-revolução. Com</p><p>efeito, houve uma reação ao rumo desordenado e</p><p>ameaçador das liberdades democráticas que a Nação</p><p>tomava sob Goulart. (...) Março de 64 é, pois, uma</p><p>resposta e não um projeto autônomo. Por isso, foi feito</p><p>em nome do Anti: anticomunismo, antipeleguismo,</p><p>anticorrupção.”</p><p>(Jarbas Passarinho, Folha de São Paulo, 31.03.1982)</p><p>“Com efeito, o governo de Jango não caiu por seus</p><p>defeitos... ele foi derrubado por suas virtudes.</p><p>Essencialmente porque representava uma ameaça</p><p>inadmissível para as classes dominantes. Quem viveu</p><p>aqueles últimos meses de tensão recordará tanto a</p><p>animosidade e o ódio que se alastraram por toda a casta</p><p>de privilegiados contra o governo nacionalista e</p><p>sindicalista, como o entusiástico apoio popular ao</p><p>governo trabalhista e reformista.”</p><p>(Darcy Ribeiro, Folha de São Paulo, 30.03.1982)</p><p>Com base nos testemunhos acima citados, faça o que é</p><p>pedido abaixo.</p><p>a) Identifique os pontos de vista de cada um dos</p><p>autores citados com relação ao golpe militar de</p><p>1964.</p><p>b) Compare os projetos políticos para o Brasil que</p><p>estão implícitos nos dois trechos acima citados.</p><p>03 - (UFMG/1995)</p><p>O Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) esteve no centro</p><p>da crise que resultou no golpe político-militar de 1964.</p><p>Todas as alternativas apresentam afirmações corretas</p><p>sobre o PTB, EXCETO</p><p>a) Alguns setores do PTB, após o suícidio de Vargas,</p><p>conseguiram uma Grande autonomia e</p><p>defenderam a formação de uma frente popular, a</p><p>Frente Parlamentar Nacionalista, para neutralizar a</p><p>ala de centro do Partido.</p><p>b) O fortalecimento da ARENA (Aliança Renovadora</p><p>Nacional) junto às classes trabalhadoras urbanas</p><p>deslocou o PTB de sua posição hegemônica e</p><p>rompeu o equilíbrio político da década de 60.</p><p>c) O partido surgiu como instrumento de manipulação</p><p>do governo Vargas e buscou, em especial, conter o</p><p>avanço do Partido Comunista Brasileiro no controle</p><p>da classe trabalhadora.</p><p>d) O PTB manteve uma coligação eleitoral histórica</p><p>com o PSD (Partido Social Democrático), que tinha</p><p>sua base política no campo e era sustentado pelo</p><p>localismo e coronelismo.</p><p>e) O PTB tinha características marcadamente</p><p>nacionalista, defendia uma política estatizante em</p><p>relação à economia e apresentava feição</p><p>reformista.</p><p>04 - (UFPB/1999)</p><p>O golpe militar, que derrubou o presidente João</p><p>Goulart, foi motivado pelos(as)</p><p>a) Compromissos do Presidente João Goulart com a</p><p>União Soviética, levando-o a reprimir práticas</p><p>religiosas no Brasil, principalmente a dos</p><p>protestantes, que tinham apoio dos EUA.</p><p>b) Propostas democráticas de seu governo,</p><p>permitindo uma maior liberdade aos movimentos</p><p>sociais para reivindicar a Reforma Agrária, o que</p><p>desagradou os políticos conservadores e os setores</p><p>militares.</p><p>c) Envolvimentos do Presidente nos casos de</p><p>corrupção, levando o Movimento Estudantil a</p><p>realizar mobilizações em favor de seu</p><p>“impeachment”, como a passeata dos “cem mil”</p><p>em São Paulo.</p><p>d) Acordos de Jango com a UDN, gerando grandes</p><p>insatisfações entre os socialistas liderados por</p><p>Ademar de Barros e os setores mais conservadores</p><p>das forças armadas, que articularam o golpe.</p><p>e) Mobilizações sociais favoráveis às Reformas de</p><p>Base, tendo o apoio de Magalhães Pinto, em Minas,</p><p>e Carlos Lacerda, na Guanabara, que ofereceram</p><p>resistência às tropas de Mourão Filho.</p><p>2</p><p>www.historiaemfoco.com.br</p><p>Golpe de 1964</p><p>2</p><p>05 - (UnB DF/1992)</p><p>O golpe político-militar de 31 de março de 1964 depôs o</p><p>Presidente João Goulart e iniciou uma profunda</p><p>desarticulação da república populista.</p><p>São características do quadro brasileiro dessa data aos</p><p>dias atuais:</p><p>00. Uma política intencional de fechamento do regime</p><p>com a edição de Atos Institucionais que</p><p>suspenderam direitos políticos, cassaram mandatos</p><p>parlamentares, extinguiram os paridos políticos e a</p><p>liberdade de imprensa.</p><p>01. A dificuldade de implantação da “distensão”,</p><p>abertura política “lenta e gradual”, defendida pelo</p><p>governo Geisel, graças principalmente à expressiva</p><p>vitória da Arena nas eleições de 1974 e 1978.</p><p>02. A realização da “abertura política” no governo</p><p>Figueiredo, com a concessão da anistia, retorno dos</p><p>políticos exilados e extinção do bipartidarismo.</p><p>03. O fracasso dos diversos planos econômicos do</p><p>governo Sarney, na tentativa de solução dos graves</p><p>problemas econômicas, advindos de uma brutal</p><p>dívida externa associada à elevação acentuada da</p><p>inflação.</p><p>06 - (UNIFICADO RJ/1994)</p><p>O golpe que derrubou o Presidente João Goulart, em</p><p>1964, representou a culminância de uma crise iniciada</p><p>no final da década anterior.</p><p>Assinale a opção que NÃO apresenta um elemento</p><p>dessa crise.</p><p>a) O apoio da maioria conservadora do Congresso</p><p>Nacional ao programa de Reformas de Base.</p><p>b) As resistências à posse de João Goulart, quando da</p><p>renúncia de Jânio Quadros.</p><p>c) O agravamento do quadro econômico com a</p><p>ascensão da inflação.</p><p>d) A politização crescente de vários movimentos</p><p>sociais, como as Ligas Camponesas.</p><p>e) Os movimentos de indisciplina militar de</p><p>marinheiros e sargentos.</p><p>07 - (Univ.Potiguar RN/1999)</p><p>O Comício da Central do Brasil, inflação,</p><p>insubordinações militares, o medo do comunismo</p><p>foram fatores que levaram à/ao:</p><p>a) Revolução de 1930.</p><p>b) Deposição de Getúlio Vargas.</p><p>c) Golpe militar de 1964.</p><p>d) Redemocratização pós-1945.</p><p>08 - (EFOA MG/2005)</p><p>Leia o texto abaixo:</p><p>Estaríamos, brasileiros, ameaçando o regime se nos</p><p>mostrássemos surdos aos reclamos que, de Norte a Sul,</p><p>de Leste a Oeste, levantam o seu grande clamor pelas</p><p>reformas de base e estrutura, sobretudo pela reforma</p><p>agrária, que será o complemento da abolição do</p><p>cativeiro de dezenas de milhões de brasileiros, que</p><p>vegetam no interior, em revoltantes condições de</p><p>miséria.</p><p>(Discurso do Presidente João Goulart, Comício da Central do</p><p>Brasil, 13 de março de 1964. In: SILVA, Hélio. 1964:</p><p>Golpe ou Contragolpe?</p><p>Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1975. p. 457.)</p><p>Com base no texto acima e nos seus conhecimentos</p><p>sobre os fatores que contribuíram para o Golpe Militar</p><p>de 31 de março de 1964, assinale a afirmativa</p><p>INCORRETA.</p><p>a) O Golpe Militar tinha como causa fundamental as</p><p>profundas transformações que se haviam operado</p><p>na economia e na sociedade brasileiras, conhecidas</p><p>como “milagre brasileiro”, alterando as relações de</p><p>forças entre os grupos sociais.</p><p>b) O governo João Goulart aproximou-se de</p><p>36) Gab: C</p><p>37) Gab: D</p><p>38) Gab:</p><p>Alterações políticas sofridas no primeiro período de</p><p>governo militar (1891-1894):</p><p>18</p><p>www.historiaemfoco.com.br</p><p>Golpe de 1964</p><p>18</p><p>Modificações institucionais:</p><p>• dissolução do Congresso pelo presidente Deodoro</p><p>da Fonseca em 3 de novembro de 1891;</p><p>• decretação do estado de sítio;</p><p>• substituição do Presidente pelo Vice, Floriano</p><p>Peixoto, sem a necessária convocação de novas</p><p>eleições.</p><p>Segundo período de governo militar (1964-1985):</p><p>Modificação institucional:</p><p>• suspensão da Constituição de 1946;</p><p>• aplicação de Atos Institucionais;</p><p>• eleições indiretas dos executivos estaduais e de</p><p>alguns executivos municipais;</p><p>• eleições indiretas para a Presidência de República;</p><p>• fechamento do Congresso em 1968;</p><p>• instalação do bipartidarismo.</p><p>39) Gab: A</p><p>40) Gab: 03</p><p>41) Gab:</p><p>a) O governo João Goulart, sobretudo na sua fase</p><p>presidencialista, entre janeiro de 1963 e março de</p><p>1964, foi intensamente atacado por grupos</p><p>conservadores contrários às suas diretrizes</p><p>econômicas e políticas.</p><p>A primeira charge aborda um aspecto econômico,</p><p>na medida em que ressalta a infl ação, heranças</p><p>de governos anteriores que se agravava naquele</p><p>momento. A segunda aborda um aspecto político,</p><p>pois alude ao fantasma do comunismo, fazendo</p><p>uma crítica ao perfi l esquerdista do governo de</p><p>Jango.</p><p>Esses dois aspectos foram habilmente trabalhadas</p><p>pelos grupos conservadores, o que contribuiu</p><p>para a deposição de João Goulart.</p><p>b) Os setores civis e militares que se articularam para</p><p>a deposição de Jango, com o golpe de Estado de</p><p>1964, justifi cavam-se diante da sociedade</p><p>apresentando o governo como incompetente,</p><p>corrupto e esquerdizante. Incompetente para</p><p>superar a grave crise fi nanceira que corroía os</p><p>salários e construir um caminho alternativo para o</p><p>nosso desenvolvimento; corrupto pelo apoio</p><p>supostamente comprado que recebia dos partidos</p><p>e sindicatos ligados ao regime populista; e</p><p>esquerdizante dado o avanço de forças socialistas</p><p>nos espaços políticos cedidos a elas pela postura</p><p>conivente do Presidente e de seus aliados.</p><p>Os três argumentos eram contestados pelo</p><p>governo, o que não foi sufi ciente para evitar o</p><p>desenlace golpista em 1964.</p><p>42) Gab: C</p><p>43) Gab: D</p><p>44) Gab: B</p><p>45) Gab: B</p><p>46) Gab: A</p><p>47) Gab:</p><p>a) O candidato deverá ser capaz de analisar a</p><p>dimensão ideológica da terminologia ao</p><p>relacionar a escolha do termo Revolução pela</p><p>revista O Cruzeiro à sua adesão ao golpe militar</p><p>impetrado contra o governo legítimo de João</p><p>Goulart. Poderá, ainda, salientar que o conceito</p><p>de revolução em seu sentido moderno pressupõe</p><p>a ação revolucionária como um instrumento de</p><p>transformação nas relações políticas, sociais e</p><p>culturais, no ordenamento jurídico-institucional e</p><p>na estrutura econômica. Dotado de um sentido</p><p>positivo pelos agentes do golpe, obliterava o</p><p>impacto da ação de depor do poder</p><p>legitimamente constituído o presidente da</p><p>República.</p><p>b) O candidato deverá identificar os seguintes</p><p>segmentos sociais: grande parte do</p><p>empresariado, da imprensa, da Igreja Católica, dos</p><p>proprietários rurais e amplos setores da classe</p><p>média. Poderá, ainda, identificar ao lado de</p><p>Magalhães Pinto, Carlos Lacerda e Adhemar de</p><p>Barros, governadores da Guanabara e de São</p><p>Paulo, respectivamente.</p><p>48) Gab: A</p><p>49) Gab: C</p><p>50) Gab: B</p><p>51) Gab: A</p><p>52) Gab: B</p><p>53) Gab: A</p><p>54) Gab: C</p><p>55) Gab: D</p><p>56) Gab: C</p><p>57) Gab: E</p><p>58) Gab: C</p><p>59) Gab: B</p><p>forças</p><p>populares e nacionalistas, como a Confederação</p><p>Geral dos Trabalhadores (CGT), as Ligas</p><p>Camponesas e o Movimento Estudantil, mas tinha</p><p>uma base de sustentação parlamentar muito frágil.</p><p>c) Militares e grupos civis de direita já haviam</p><p>ameaçado a legalidade democrática em três</p><p>tentativas anteriores de golpe: nos eventos que</p><p>levaram ao suicídio de Vargas, na tentativa de</p><p>impedimento da posse de Juscelino Kubitschek e na</p><p>crise da renúncia de Jânio Quadros.</p><p>d) O programa nacionalista de João Goulart, com a</p><p>regulamentação das remessas de lucros das</p><p>empresas estrangeiras e as “reformas de base”,</p><p>especialmente a reforma agrária, trazia</p><p>descontentamento aos setores conservadores do</p><p>empresariado e das elites agrárias.</p><p>e) A conjuntura da Guerra Fria, especialmente o</p><p>momento seguinte à Revolução Cubana e à crise</p><p>dos mísseis de 1962, intensificou a hostilidade dos</p><p>Estados Unidos a governos nacionalistas e</p><p>populistas na América Latina.</p><p>09 - (UNIFOR CE/2005)</p><p>Observe e reflita sobre a foto.</p><p>(In: Nelson Piletti e Claudino Piletti. História e Vida: O Brasil</p><p>do Império aos dias de hoje. São Paulo: Ática, 1997. p.</p><p>100)</p><p>3</p><p>www.historiaemfoco.com.br</p><p>Golpe de 1964</p><p>3</p><p>Muitas páginas foram escritas para defender a idéia de</p><p>passividade do povo brasileiro. No entanto, a história</p><p>registra inúmeros fatos que contestam essa idéia. Essa</p><p>foto da década de 1960 revela uma manifestação</p><p>popular contra</p><p>a) As forças ocultas que obrigaram Jânio Quadros a</p><p>renunciar ao cargo de presidente da República.</p><p>b) O presidente João Goulart, considerado um aliado</p><p>dos interesses dos Estados Unidos no Brasil.</p><p>c) A posse do presidente Jânio Quadros, em razão de</p><p>este ter sido eleito por um Colégio Eleitoral.</p><p>d) Os setores conservadores que deram um golpe de</p><p>Estado e depuseram o presidente João Goulart.</p><p>e) Os grupos de esquerda que tentaram tomar o</p><p>poder sem legitimação constitucional.</p><p>10 - (FGV/2006)</p><p>No fundo, chegamos à conclusão de que fizemos a</p><p>revolução contra nós mesmos. Essa lamentosa frase de</p><p>Ademar de Barros sintetizava o ânimo de alguns</p><p>conspiradores civis com os rumos do governo militar.</p><p>Após duras críticas ao regime,</p><p>Ademar chegou a exigir a renúncia do presidente</p><p>Castelo Branco em um manifesto à nação. Em junho de</p><p>1966 teve seus direitos políticos cassados por dez anos.</p><p>(Flávio Campos, Oficina de História: história do Brasil)</p><p>Carlos Lacerda, outro importante civil articulador do</p><p>golpe de 1964, reagiu contra o regime por meio:</p><p>a) da criação, no Rio de Janeiro, do Comitê pela</p><p>Anistia, em 1968, com o apoio de militares e civis</p><p>cassados pelo regime de exceção.</p><p>b) da defesa de eleições diretas para a presidência da</p><p>República e governos estaduais e apoiou, em 1968,</p><p>contraditoriamente, o AI-5.</p><p>c) de um mandado de segurança apresentado, em</p><p>1969, ao Supremo Tribunal Federal, reivindicando o</p><p>afastamento de Costa e Silva.</p><p>d) de uma representação ao Congresso Nacional,</p><p>exigindo a imediata reconsideração acerca do AI-2,</p><p>que criou a ARENA e o MDB.</p><p>e) da organização da Frente Ampla, em 1967, que</p><p>contou com a participação dos ex-presidentes</p><p>Juscelino Kubitschek e João Goulart.</p><p>11 - (UFMT/2004)</p><p>Em 31 de março de 1964, um golpe de Estado, de caráter</p><p>militar, depôs o presidente João Goulart. Seguiram-se</p><p>praticamente duas décadas de ditadura militar no Brasil,</p><p>com restrições políticas variadas.</p><p>Sobre esse contexto histórico, pode-se afirmar que:</p><p>a) A queda de João Goulart já estava prevista, haja</p><p>vista que seu objetivo era transformar o Brasil num</p><p>país comunista.</p><p>b) O Golpe Militar no Brasil foi planejado e financiado</p><p>pelo governo dos Estados Unidos, que estavam</p><p>interessados em conter o avanço comunista na</p><p>América Latina.</p><p>c) A população brasileira, pela sua tradição</p><p>democrática, negou-se a apoiar ou aprovar a</p><p>atitude dos militares, tendo boicotado os</p><p>sucessivos governos militares que dirigiram o país.</p><p>d) Durante toda a ditadura, eleições diretas para os</p><p>governos estaduais foram respeitadas e o</p><p>Congresso Nacional manteve-se em</p><p>funcionamento.</p><p>e) O Golpe Militar no Brasil contou com a participação</p><p>de civis, contudo o movimento foi conduzido</p><p>diretamente pelos militares.</p><p>12 - (UNICAP PE/2004) </p><p>Destituído o presidente constitucional João Goulart,</p><p>pelo golpe militar de 1964, os três ministros militares</p><p>assumem o poder, baixando o AI-1, em 9 de abril de</p><p>1964, estabelecendo:</p><p>00. a suspensão dos partidos políticos em vigor no</p><p>Brasil.;</p><p>01. a eleição indireta do presidente da República;</p><p>02. a concessão de anistia relativa a crimes políticos;</p><p>03. a suspensão por seis meses das garantias</p><p>constitucionais;</p><p>04. a autorização para que o presidente pudesse cassar</p><p>mandatos e suspender direitos políticos por dez</p><p>anos.</p><p>13 - (UNESP SP/2005)</p><p>O golpe militar de 1º de abril de 1964 causou uma</p><p>enorme perplexidade na esquerda e nos nacionalistas,</p><p>que, de uma maneira geral, acreditavam na</p><p>irreversibilidade histórica das reformas propostas pelo</p><p>governo João Goulart.</p><p>(Marcos Napolitano, “Seguindo a canção”: engajamento</p><p>político e indústria cultural na MPB (1959-1969).)</p><p>Acerca dessas reformas, é correto afirmar que:</p><p>a) a prioridade do PSD e da UDN era a aprovação de</p><p>um projeto de reforma agrária que defendesse as</p><p>pequenas e médias propriedades.</p><p>b) a mais importante reforma – a fiscal – não recebeu</p><p>o apoio do PTB e do PCB, que a consideravam</p><p>conservadora e antiimperialista.</p><p>c) se constituíam nas chamadas Reformas de Base,</p><p>que supunham várias reformas, como a agrária, a</p><p>bancária, a urbana e a fiscal, entre outras.</p><p>d) a aprovação pela Câmara dos Deputados da</p><p>reforma agrária sem indenização aos proprietários</p><p>fez eclodir o golpe de Estado em 1964.</p><p>e) houve sérias críticas do governo dos EUA e do FMI</p><p>em relação à reforma fiscal aprovada pelo Senado,</p><p>com o apoio decisivo do PSP e do PDC.</p><p>14 - (PUC RS/2004)</p><p>Responda à questão, analisando as afirmativas abaixo,</p><p>sobre os antecedentes do Golpe Militar de 1964.</p><p>I. No governo de João Goulart (1961-1964), ocorreu o</p><p>rompimento da aliança entre PTB e PSD, originando</p><p>4</p><p>www.historiaemfoco.com.br</p><p>Golpe de 1964</p><p>4</p><p>a crise do pacto populista e a falta de sustentação</p><p>política ao Presidente no Congresso Nacional.</p><p>II. Apesar do apoio da classe média conservadora e da</p><p>maioria dos generais do exército, em 1964, o</p><p>presidente João Goulart decidiu não opor</p><p>resistência ao movimento militar, organizado por</p><p>uma minoria bem articulada da Aeronáutica e pelos</p><p>partidos de direita.</p><p>III. A Revolução Cubana e o episódio da crise dos</p><p>mísseis aumentaram a tensão nas relações entre a</p><p>América Latina e os EUA, criando um clima propício</p><p>para o apoio norte-americano aos movimentos</p><p>golpistas de direita em vários países latino-</p><p>americanos.</p><p>IV. O aumento da inflação e a multiplicação das greves</p><p>colocaram em evidência os limites do modelo de</p><p>crescimento econômico brasileiro, e as reformas</p><p>econômicas de base propostas pelo governo</p><p>intensificaram a oposição de setores</p><p>conservadores.</p><p>A análise das afirmativas permite concluir que somente</p><p>estão corretas:</p><p>a) I, II e III</p><p>b) I, III e IV</p><p>c) I e IV</p><p>d) II e III</p><p>e) II e IV</p><p>15 - (UFRJ/2004)</p><p>“Revoltosos do Exército marcham de Minas Gerais para</p><p>depor João Goulart.</p><p>João Goulart não é mais o presidente do Brasil”.</p><p>Assim o Jornal do Brasil anunciava, em sua edição do dia</p><p>1º de abril, o movimento de tropas que deflagrou o</p><p>Golpe Militar de 1964.</p><p>Com ele, iniciava-se a ditadura militar no Brasil. Nos</p><p>anos seguintes, o país testemunhou uma série de</p><p>acontecimentos que levaram ao endurecimento do</p><p>regime.</p><p>Explique duas medidas constantes do Ato Institucional</p><p>número 5 que contribuíram para a consolidação da</p><p>ditadura militar no Brasil a partir de 1968.</p><p>16 - (UNIFESP SP/2004)</p><p>É conhecida a tese segundo a qual o regime militar</p><p>instaurado no Brasil a partir de abril de 1964 teve seu</p><p>início adiado por dez anos em virtude do suicídio</p><p>do</p><p>presidente Getúlio Vargas, em agosto de 1954.</p><p>Nesse decênio, de sobrevida da democracia populista,</p><p>o país</p><p>a) Amargou um descontrole inflacionário, que</p><p>derrubou como nunca o poder de compra dos</p><p>assalariados.</p><p>b) Conheceu um de seus momentos culturais mais</p><p>altos e criativos, como no campo da música.</p><p>c) Sofreu uma permanente instabilidade política,</p><p>marcada pelo revezamento de civis e militares no</p><p>poder.</p><p>d) Recebeu um grande afluxo de imigrantes externos,</p><p>provenientes, sobretudo, do cone sul, por razões</p><p>políticas.</p><p>e) Passou de uma economia agrário-exportadora e</p><p>industrial para uma economia agrário-exportadora</p><p>e de serviços.</p><p>17 - (Mackenzie SP/2000)</p><p>Dentre os fatores responsáveis pelo colapso do</p><p>populismo e a queda do governo Goulart através do</p><p>Golpe de 1964, apontamos:</p><p>a) o esgotamento do modelo populista e a</p><p>polarização ideológica, desencadeando a reação</p><p>dos segmentos conservadores.</p><p>b) a ausência total de um dispositivo sindical que</p><p>apoiasse o governo Goulart.</p><p>c) as reformas de base que geraram a reação das</p><p>camadas populares, retirando o apoio ao</p><p>Presidente Goulart.</p><p>d) o sucesso econômico do Plano Trienal, embora</p><p>resultasse na insatisfação dos setores populistas</p><p>em virtudes dos sacrifícios impostos ao país.</p><p>e) o descontentamento dos militares de baixa</p><p>patente, reprimidos em suas reivindicações pelo</p><p>governo.</p><p>18 - (UEM PR/2005)</p><p>"O golpe militar de 1964 foi justificado por seus</p><p>executores como uma intervenção necessária para a</p><p>defesa da ordem e da democracia - ameaçadas, segundo</p><p>eles, pela agitação de sindicalistas e de comunistas.</p><p>Alguns previam que seria uma</p><p>intervenção de curta duração. Não foi o que aconteceu.</p><p>Com o tempo, o que deveria ser provisório tornou-se</p><p>permanente." (TEIXEIRA, F. M. P. Brasil História e</p><p>Sociedade. São Paulo: Ática, 2000, p.295).</p><p>A respeito do regime político implantado pelo golpe de</p><p>1964, assinale a(s) alternativa(s) correta(s).</p><p>01. O governo de João Goulart estava em uma difícil</p><p>situação política, acusado de promover a subversão</p><p>e o descontrole das contas públicas, causando,</p><p>5</p><p>www.historiaemfoco.com.br</p><p>Golpe de 1964</p><p>5</p><p>conseqüentemente, a elevação da inflação e a</p><p>redução do crescimento da economia.</p><p>02. O golpe militar rompeu com o regime democrático</p><p>e teve como seu primeiro presidente (1964-1967) o</p><p>ex-chefe do Estado Maior do Exército, o general</p><p>Humberto Castelo Branco.</p><p>04. Apesar de criticados pelos políticos de oposição, os</p><p>governos militares mantiveram em pleno</p><p>funcionamento todas as instituições democráticas</p><p>e nunca ficou provado qualquer ato de tortura nas</p><p>dependências dos órgãos estatais de controle da</p><p>ordem política.</p><p>08. O regime militar, instituído pelo golpe de 1964,</p><p>caracterizou-se por um perfil neoliberal com um</p><p>amplo programa de privatização das empresas de</p><p>telecomunicação, geração de eletricidade e</p><p>fornecimento de água.</p><p>16. Como medida política prática, o regime militar</p><p>editou o Ato Institucional número 1, autorizando a</p><p>cassação de mandatos e a suspensão de eleições</p><p>direta para a Presidência da República.</p><p>19 - (UFRRJ/2005)</p><p>“Ah, o comício irritou muito (...) se Goulart tivesse tido</p><p>um pouco mais de juízo, teria terminado o mandato”.</p><p>(Gal. Adyr Fiúza)</p><p>“Para mim o fato preponderante foi o fomento à</p><p>indisciplina nas Forças Armadas. Aquele discurso foi a</p><p>gota d’água.”</p><p>(Gal. Ivan de Souza Mendes)</p><p>Os depoimentos acima, publicados no jornal O Globo,</p><p>em 27/03/2004, fazem referência a fatores que</p><p>contribuíram para o Golpe Militar de 1964, isto é:</p><p>a) O anúncio das reformas de base em 13/03/64 na</p><p>Central e o apoio do Presidente da República à</p><p>rebelião dos marinheiros no Rio de Janeiro;</p><p>b) A alta do custo de vida após a crise internacional do</p><p>petróleo decorrente do conflito árabe israelense e</p><p>a eclosão do movimento militar em Aragarças;</p><p>c) O discurso do Ministro de Relações Exteriores</p><p>favorável à URSS na guerra da Coréia e o</p><p>conseqüente atrito com a Escola Superior de</p><p>Guerra, que havia se posicionado a favor dos EUA;</p><p>d) A concessão do direito de voto aos analfabetos e a</p><p>crítica ao Manifesto dos Coronéis contra o</p><p>envolvimento do Brasil na Questão dos Mísseis;</p><p>e) A implantação do Programa de Integração Social</p><p>(PIS) garantindo a participação dos trabalhadores</p><p>nos lucros da empresa, e a anistia aos que tinham</p><p>participado do levante tenentista no sul.</p><p>20 - (PUC MG/2006)</p><p>A presença dos militares na vida política brasileira pode</p><p>ser vista em duas dimensões: na primeira, esses atores</p><p>políticos assumem o papel arbitral-tutelar na condução</p><p>das questões de Estado e, na segunda, assumem o papel</p><p>de dirigentes hegemônicos da coisa pública.</p><p>A dimensão arbitral-tutelar NÃO está presente:</p><p>a) no Movimento de 1930, que, sob o comando de</p><p>Vargas, derruba do poder a oligarquia cafeeira.</p><p>b) no Golpe civil-militar, que depôs o Governo</p><p>Constitucional do Presidente João Goulart.</p><p>c) na queda do estadonovismo, abrindo o País para o</p><p>processo de redemocratização.</p><p>d) na garantia de posse de Juscelino Kubitschek sob</p><p>ameaça de um golpe de Estado.</p><p>21 - (UEPB/2006)</p><p>Sobre o golpe militar de 1964 e a instalação do Estado</p><p>autoritário, apresentam-se as seguintes proposições:</p><p>I. O Plano Trienal, elaborado pelo economista Celso</p><p>Furtado, foi um dos principais motivos para o golpe,</p><p>pois regulamentava preços (e isso desagradava</p><p>empresários), restringia salários (o que irritava</p><p>trabalhadores) e ainda previa a realização das</p><p>chamadas Reformas de Base.</p><p>II. Mesmo com toda a repressão desencadeada e a</p><p>adoção da tortura como uma política explícita de</p><p>combate aos inimigos do regime, os militares nunca</p><p>conseguiram fechar o Congresso Nacional devido à</p><p>interferência dos grupos políticos dos vários</p><p>Estados da Federação.</p><p>III. A principal preocupação dos militares era reprimir</p><p>os inimigos do regime, isso é tanto verdade que não</p><p>houve uma atenção especial para a economia. A</p><p>dupla de ministros Roberto Campos e Otávio</p><p>Bulhões cuidava apenas de questões</p><p>administrativas que os militares consideravam sem</p><p>importância.</p><p>IV. A Constituição de 1967, apesar de ter sido feita sob</p><p>os auspícios dos militares, limitava o Poder</p><p>Executivo e dava mais autonomia aos Estados, já</p><p>que o principal interesse dos militares nacionalistas</p><p>era fortalecer os princípios do Pacto Federalista.</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>a) Apenas as sentenças II e IV estão corretas.</p><p>b) Apenas as sentenças I e II estão corretas.</p><p>c) Apenas a sentença I está correta.</p><p>d) Apenas as sentenças III e IV estão corretas</p><p>e) Todas as sentenças estão incorretas.</p><p>22 - (UFJF MG/2006)</p><p>A citação abaixo refere-se a um momento de crise</p><p>política no Brasil.</p><p>“A crescente radicalização política do movimento</p><p>popular e dos trabalhadores, pressionando o executivo</p><p>(...) levou o conjunto das classes dominantes e setores</p><p>das classes médias – apoiados e estimulados por</p><p>agências governamentais norte-americanas – a</p><p>condenar o governo (...). A derrubada do governo</p><p>contou com a participação decisiva das forças armadas,</p><p>as quais (...) impuseram ao país uma nova ordem</p><p>político-institucional, com características</p><p>crescentemente militarizadas”</p><p>6</p><p>www.historiaemfoco.com.br</p><p>Golpe de 1964</p><p>6</p><p>TOLEDO, C.N. – Cientista Político.</p><p>Após ler a citação, indique a que acontecimento o autor</p><p>se refere:</p><p>a) Deposição do presidente Washington Luis, na</p><p>Revolução de 1930</p><p>b) Deposição do presidente Getúlio Vargas, em 1945</p><p>c) Suicídio do presidente Getúlio Vargas, em agosto de</p><p>1954</p><p>d) Queda do presidente João Goulart, por ocasião do</p><p>Golpe de 1964</p><p>e) Impeachment do presidente Fernando Collor, pelo</p><p>Congresso Nacional, em 1992</p><p>23 - (UFPI/2006)</p><p>Em 1964, o Presidente João Goulart foi deposto por um</p><p>Golpe Militar. Nos anos seguintes, um novo modelo</p><p>político foi implantado no Brasil. Dentre as alternativas</p><p>abaixo, apenas uma é contrária ao modelo instalado em</p><p>1964. Identifique-a:</p><p>a) A presença de um Poder Executivo com</p><p>poderes</p><p>excepcionais, inclusive, podendo decretar Estado</p><p>de Sítio, sem prévia autorização do Congresso.</p><p>b) A continuidade dos partidos políticos que existiam</p><p>no Brasil, no período anterior ( PSD, UDN e PTB)</p><p>c) A cassação de mandatos e a suspensão de direitos</p><p>políticos de líderes oposicionistas expressivos na</p><p>vida política nacional.</p><p>d) O enfraquecimento dos Poderes Legislativo e</p><p>Judiciário, os quais passaram a atuar de forma</p><p>subordinada ao Poder Executivo.</p><p>e) A dissolução de organizações classificadas como</p><p>subversivas, tais como: sindicatos e entidades de</p><p>representação estudantil.</p><p>24 - (UFPR/2006)</p><p>Sobre a conjuntura do golpe militar no Brasil, nos anos</p><p>sessenta, assinale a alternativa INCORRETA.</p><p>a) Apesar da diversidade econômica e política, setorial</p><p>e regional, predominava no país um forte apoio às</p><p>políticas de reforma de base do governo Goulart,</p><p>em especial a reforma agrária.</p><p>b) Predominava internacionalmente a tensão</p><p>ideológica da Guerra Fria e um surto de</p><p>modernização e expansão forçada da economia</p><p>capitalista.</p><p>c) O golpe militar de 1964 foi motivado pela</p><p>instabilidade do governo João Goulart,</p><p>caracterizada pelo esgotamento do modelo</p><p>nacional-popular de desenvolvimento e de</p><p>conciliação social e política.</p><p>d) A estrutura representativa e democrática, em</p><p>especial a partidária, apresentava-se fragilizada.</p><p>e) Havia pressão dos setores trabalhistas organizados,</p><p>no campo (ligas camponesas) e na cidade.</p><p>25 - (UEM PR/2007)</p><p>Entre 31 de março e 1.° de abril de 1964, com apoio de</p><p>lideranças civis, de setores da Igreja Católica e de uma</p><p>parte da opinião pública, os militares desfecharam um</p><p>golpe de Estado que depôs o Presidente da República</p><p>João Goulart. Esse golpe instituiu o chamado regime</p><p>militar, que durou cerca de 20 anos e marcou</p><p>profundamente a vida política do Brasil.</p><p>Um dos episódios mais dramáticos da história do regime</p><p>militar foi a decretação do Ato Institucional n.º 5 (AI-5)</p><p>pelo então presidente da República Marechal Arthur da</p><p>Costa e Silva, em dezembro de 1968. A respeito desse</p><p>tema, responda:</p><p>a) O que é um golpe de Estado?</p><p>b) O que foi o Ato Institucional n.º 5?</p><p>26 - (UFPEL RS/2007)</p><p>“Assim como os bravos farroupilhas lutaram dez anos</p><p>sem esmorecer, os gaúchos também saberão lutar até a</p><p>vitória final, oferecendo seu sangue generoso pela</p><p>causa da Pátria e a Constituição. Soldados e oficiais do</p><p>bravo Terceiro Exército, soldados e oficiais da gloriosa</p><p>Brigada Militar! A vós apelo neste momento para que</p><p>participeis da nossa luta, irmanando-nos aos bravos</p><p>companheiros de Minas, Goiás, Mato Grosso, São Paulo</p><p>e de todo o norte, que neste momento marcham para</p><p>libertar a nossa Pátria da demagogia, da inflação e da</p><p>miséria política em que nos encontramos.”</p><p>Trecho do manifesto do então governador gaúcho Ildo</p><p>Meneghetti, em Passo Fundo.</p><p>No documento, a “luta” para a qual é feita a</p><p>conclamação do então governador gaúcho pertence à</p><p>fase inicial da</p><p>a) Campanha da Legalidade.</p><p>b) Coluna Prestes.</p><p>c) Revolução Federalista.</p><p>d) Revolução Constitucionalista.</p><p>e) Ditadura Militar.</p><p>f) I.R.</p><p>27 - (UFSM RS/2007)</p><p>Cap. Lamarca e funcionários do BRADESCO</p><p>In: BUENO, Eduardo. Brasil: uma história. São Paulo: Ática,</p><p>2003. p. 378.</p><p>Após o Golpe Militar de 1964, formam–se diversos</p><p>grupos de esquerda a favor da luta armada. Esses</p><p>grupos, com o objetivo de “arrecadar fundos”, realizam</p><p>assaltos a vários bancos. Na foto, funcionários do</p><p>BRADESCO fazem trienamento para enfrentar os</p><p>roubos, com um instrutor do Exército, capitão lamarca,</p><p>7</p><p>www.historiaemfoco.com.br</p><p>Golpe de 1964</p><p>7</p><p>que depois iria desertare (1969) e lutar na VPR</p><p>(Vanguarda Popular revolucionária).</p><p>Sobre esse período, é possível afirmar:</p><p>I. O Golpe Militar interrompeu o crescimento de lutas</p><p>populares, no campo e na cidade, que colocava em</p><p>risco o projeto de associação do capital nacional ao</p><p>capital estrangeiro.</p><p>II. A onda guerrilheira dos anos 60 foi influenciada</p><p>pela vitória da Revolução Cubana e também pelas</p><p>experiências socialistas na União Soviética e China.</p><p>III. O Golpe Militar instaurou uma nova ordem política,</p><p>na qual as liberdades democráticas foram</p><p>restringidas, e favoreceu a concentração de renda e</p><p>a modernização tecnológica em diversos setores do</p><p>país.</p><p>IV. A luta armada dos anos 60 ganhou o apoio de</p><p>operários e camponeses e levou a classe média e a</p><p>burguesia a formarem milícias particulares.</p><p>Estão corretas</p><p>a) apenas I e II.</p><p>b) apenas I, III e IV.</p><p>c) apenas III e IV.</p><p>d) apenas I, II e III.</p><p>e) apenas II e IV.</p><p>28 - (UDESC SC/2008)</p><p>Organizadas em oposição a João Goulart, as Marchas da</p><p>Família se transformaram em forte apoio ao governo</p><p>militar, reunindo uma massa de civis, nas capitais e</p><p>interior do país.</p><p>(REVISTA DE HISTÓRIA DA BIBLIOTECA NACIONAL.</p><p>Ano 1, n. 8, fev./mar. de 2006. p. 60.)</p><p>Relacionando o fragmento acima ao golpe militar no</p><p>Brasil, é correto afirmar:</p><p>a) As torturas e as perseguições políticas são matérias</p><p>para ficção, pois o Brasil sempre foi um país estável</p><p>politicamente.</p><p>b) Havia receio dos setores mais progressistas do</p><p>Brasil de que os norte-americanos invadissem o</p><p>país.</p><p>c) O medo, em relação ao comunismo, não existia no</p><p>meio social, posto que o país, em especial suas</p><p>elites, sempre foi simpático às idéias comunistas.</p><p>d) Por ocasião do golpe houve um movimento civil</p><p>conservador, inicialmente organizado em oposição</p><p>ao governo do presidente trabalhista João Goulart,</p><p>manifestado nas Marchas da Família com Deus pela</p><p>Liberdade.</p><p>e) Não houve exílio de brasileiros, pois a Constituição</p><p>de 1967 garantia a liberdade de expressão política.</p><p>29 - (UEL PR/2008)</p><p>O movimento de 31 de março de 1964 tinha sido</p><p>lançado aparentemente para livrar o país da corrupção</p><p>e do comunismo e para restaurar a democracia, mas o</p><p>novo regime começou a mudar as instituições do país</p><p>através de decretos, chamados de Atos Institucionais</p><p>(AI). Eles eram justificados como decorrência “do</p><p>exercício do Poder Constituinte, inerente a todas as</p><p>revoluções”.</p><p>(FAUSTO, B. História do Brasil. São Paulo: Editora da</p><p>Universidade de São Paulo, 1996. p. 465.)</p><p>Com base no texto, assinale a alternativa correta.</p><p>a) O AI-5 foi o instrumento que mais contribuiu para</p><p>que o regime militar seguisse o curso de uma</p><p>ditadura. A partir da sua instituição, vários atos de</p><p>repressão passaram a fazer parte dos métodos</p><p>utilizados pelo governo.</p><p>b) O Ato Institucional nº 1, instituído pelos</p><p>comandantes do Exército, atingiu principalmente o</p><p>patrimônio da Igreja Católica e promoveu o início</p><p>da secularização da sociedade brasileira.</p><p>c) Logo após o golpe militar de 1964, as eleições para</p><p>Presidente da República foram estabelecidas de</p><p>forma democrática através de eleições diretas.</p><p>d) A principal orientação dos governos militares foi a</p><p>aproximação com os Estados Unidos, afastando-se</p><p>da tendência nacionalista que vinha sendo</p><p>empreendida antes do golpe de 1964.</p><p>e) Os grupos de luta armada, de orientação socialista,</p><p>nas conversas e encontros que tinham com os</p><p>representantes do governo federal reivindicavam o</p><p>direito à formação de partidos políticos de</p><p>esquerda.</p><p>30 - (UFPE/2008)</p><p>O movimento político-militar de 1964 contou com o</p><p>apoio de uma parte importante da sociedade brasileira,</p><p>apesar de ter enfrentado resistências e conflitos. Nesse</p><p>contexto, houve, em Pernambuco:</p><p>00. uma significativa radicalização da luta política.</p><p>01. uma forte repressão aos adversários desse</p><p>movimento.</p><p>02. uma atuação marcante dos anticomunistas.</p><p>03. uma grande apatia política por parte dos sindicatos</p><p>urbanos.</p><p>04. uma resistência ao movimento que repercutiu</p><p>nacionalmente.</p><p>31 - (CEFET PR/2008)</p><p>Segundo o José Guilherme Merquior, os motivos do</p><p>golpe militar de 1964 no Brasil foram motivados pela</p><p>“instabilidade governamental, desintegração do</p><p>sistema partidário, virtual paralisia da capacidade</p><p>decisória do legislativo, atitudes equívocas por parte do</p><p>presidente Goulart, a ameaça representada por uma</p><p>reforma agrária mal definida, inquietação militar em</p><p>face da tolerância do governo aos motins dos sargentos</p><p>e radicalismo crescente, tanto da direita como da</p><p>esquerda, tudo isto complementado pela inflação em</p><p>alta e, naturalmente, pelo fantasma assustador da</p><p>revolução cubana”.</p><p>8</p><p>www.historiaemfoco.com.br</p><p>Golpe de 1964</p><p>8</p><p>Interpretando o texto, podemos dizer que, em linhas</p><p>gerais, a instalação da ditadura militar no Brasil deu-se</p><p>de maneira:</p><p>a) inesperada, resultado de uma movimentação de</p><p>tropas, sem resistência civil efetiva.</p><p>b) negociada, resultante de um pacto entre as forças</p><p>armadas e os partidos políticos.</p><p>c) sigilosa, fruto de um golpe do generalato.</p><p>d) violenta, após a vitória do Exército numa sangrenta</p><p>guerra civil.</p><p>e) gradual, à medida que os militares foram tomando</p><p>aos poucos os postoschaves do governo.</p><p>32 - (UESPI/2009)</p><p>A tensão política, conhecida por Guerra Fria, entre os</p><p>EUA, liderando o bloco Capitalista, e a então URSS, à</p><p>frente do bloco socialista, refletiu-se em outros paises.</p><p>No Brasil, o movimento militar de 1964 deveu-se, entre</p><p>outras questões:</p><p>a) ao descontentamento das elites políticas de direita</p><p>com as reformas de base propostas por João</p><p>Goulart.</p><p>b) à marcha da Família com Deus pela liberdade</p><p>realizada em defesa das reformas pela</p><p>universalização da educação.</p><p>c) ao rompimento do Brasil com os EUA, em razão dos</p><p>interesses da classe média de nacionalização dos</p><p>bens privados.</p><p>d) a um levante popular, ocorrido, em Recife, na</p><p>madrugada de 31 de março, com apoio do</p><p>governador Miguel Arraes.</p><p>e) à insatisfação geral de toda a sociedade com o</p><p>governo eleito, incluindo-se o grupo estudantil</p><p>ligado à UNE.</p><p>33 - (FMJ SP/2009)</p><p>Em 31 de março de 1964, os militares brasileiros,</p><p>apoiados pelos Estados Unidos e por parcelas da classe</p><p>política e empresarial do país, assumiram o controle do</p><p>Estado por meio de um golpe. A justificativa para esse</p><p>golpe de Estado baseava-se na proteção contra</p><p>a) o comunismo internacional, visto como ameaça às</p><p>instituições democráticas no panorama de</p><p>polarização política pós 2ª guerra.</p><p>b) as ditaduras fascistas em franco processo de</p><p>expansão no continente sul-americano, já</p><p>instaladas na Argentina e no Chile.</p><p>c) a tentativa dos partidos de esquerda de implantar</p><p>um regime parlamentarista, considerado estranho</p><p>à tradição brasileira.</p><p>d) a violação dos direitos individuais garantidos na</p><p>Constituição que vinha sendo praticada desde a</p><p>renúncia de Jânio Quadros.</p><p>e) a hiperinflação que paralisava a economia do país,</p><p>e cuja origem estava no endividamento externo do</p><p>período Vargas.</p><p>34 - (UFPE/2010)</p><p>Com o movimento político de 1964, o Brasil entrou</p><p>numa fase política difícil para a realização de seus</p><p>sonhos de liberdade e de aprofundamento dos direitos</p><p>sociais. Na época dos governos militares, com a</p><p>presença de generais no poder central, houve:</p><p>00. o fechamento dos partidos políticos e o fim das</p><p>eleições em todos os níveis, o que provocou</p><p>tensões sociais e insatisfações.</p><p>01. a reorganização da indústria e da agricultura, com a</p><p>proibição da entrada de capitais estrangeiros no</p><p>país.</p><p>02. a modernização da economia, com o crescimento</p><p>da classe trabalhadora, organizada em grêmios</p><p>políticos urbanos.</p><p>03. o fim da vida parlamentar, com os poderes</p><p>concentrados nas mãos do governo central,</p><p>autoritário e militarista.</p><p>04. o aumento das restrições à cidadania, dificultando</p><p>o surgimento de novas lideranças políticas no</p><p>cenário nacional.</p><p>35 - (ACAFE SC/2014)</p><p>Os 50 anos do golpe militar de 1964 no Brasil trouxeram</p><p>à tona intensos debates sobre as origens, condução e</p><p>fim do regime.</p><p>Acerca do golpe é correto afirmar, exceto:</p><p>a) As polêmicas em torno da violência do regime</p><p>permanecem até hoje. A Comissão Nacional da</p><p>Verdade, recentemente criada, pretende apurar</p><p>acusações de violações dos direitos humanos</p><p>realizadas em vários momentos da história</p><p>brasileira recente, incluindo o regime militar.</p><p>b) O “milagre brasileiro” que alicercou grande parte</p><p>da legitimidade do regime foi produto de dois</p><p>fatores: investimento externo maciço de</p><p>organismos internacionais como FMI (Fundo</p><p>Monetário Internacional) e Banco Mundial e a</p><p>privatização de setores da economia brasileira</p><p>como a siderurgia e petroquímica que trouxeram</p><p>grandes investimentos privados ao país.</p><p>c) O fim do regime ocorreu em 1985. De forma</p><p>irônica, Tancredo Neves, o primeiro presidente</p><p>civil, foi eleito por um colégio eleitoral. Doente,</p><p>acabou falecendo, sendo a presidência exercida</p><p>pelo seu vice, José Sarney, político de ampla</p><p>ligação com a ditadura que havia terminado.</p><p>d) O golpe afastou o presidente João Goulart.</p><p>Recentemente iniciou no país intenso debate</p><p>sobre a forma como o ex-presidente teria falecido</p><p>em 1976 - morte natural ou assassinato por</p><p>agentes da ditadura.</p><p>36 - (UFU MG/2010)</p><p>9</p><p>www.historiaemfoco.com.br</p><p>Golpe de 1964</p><p>9</p><p>A Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e</p><p>Propriedade (TFP) foi criada em 1960 por Plínio Corrêa</p><p>de Oliveira (1908-1995), tornando-se um dos mais</p><p>influentes setores do pensamento católico no Brasil.</p><p>É correto afirmar que a TFP:</p><p>a) Denunciou a existência da tortura no Brasil em</p><p>1969, afirmando os valores da família como</p><p>palavra de ordem contra a ditadura militar.</p><p>b) Difundiu os princípios da Teologia da Libertação, a</p><p>qual foi combatida pelo governo militar durante a</p><p>década de 1970.</p><p>c) Apoiou o golpe militar de 1964, fundamentado na</p><p>relação entre a defesa dos valores da família e o</p><p>combate ao comunismo no Brasil.</p><p>d) Apoiou a ditadura militar no Brasil, pois acreditava</p><p>que a garantia da propriedade só poderia existir</p><p>com a reforma agrária.</p><p>37 - (UDESC SC/2011)</p><p>Leia o excerto abaixo.</p><p>“As classes dominantes, sob liderança do bloco</p><p>multinacional e associado, empreenderam uma</p><p>campanha ideológica e político-militar em frentes</p><p>diversas, através de uma série de instituições e</p><p>organizações de classe, muitas das quais eram parte</p><p>integrantes do sistema político populista.”</p><p>(DREIFUSS, René Armand. 1964: a Conquista do Estado-Ação</p><p>Política,</p><p>Poder e Golpe de Classe. 4 ed. Petrópolis: Vozes, 1986.</p><p>p. 483.)</p><p>Relacionando as motivações do golpe militar de 1964</p><p>no Brasil, expostas no excerto, à cultura política</p><p>brasileira, assinale a alternativa correta.</p><p>a) À época, o Estado brasileiro tentava aproximação</p><p>com a China Comunista, o que pode ser facilmente</p><p>verificável na condecoração que Jânio Quadros</p><p>realizou a Ernesto Guevara (Che) e também na</p><p>viagem que João Goulart realizou para aquele</p><p>país.</p><p>b) A guerrilha urbana instituída pelo Estado</p><p>Brasileiro foi capaz de proteger os cidadãos da</p><p>ameaça comunista.</p><p>c) Entre os partidos políticos que lutaram pela</p><p>preservação da democracia e contra a ditadura</p><p>militar, destacou-se a Aliança Renovadora</p><p>Nacional – ARENA.</p><p>d) Pode-se afirmar que o Golpe Militar não se</p><p>realizou apenas por influências internas e</p><p>exclusivamente brasileiras.</p><p>e) Questões sociais como reforma agrária,</p><p>distribuição de renda e alianças políticas não</p><p>foram significativas para a produção do Golpe</p><p>Militar de 1964.</p><p>38 - (UFBA/2011)</p><p>Na história da República brasileira dois períodos foram</p><p>marcados por governos militares — 1891-1894 e 1964-</p><p>l985 —, cujas ações no âmbito das organizações</p><p>institucionais apresentaram características específicas.</p><p>A partir dessa afirmação, indique uma alteração sofrida</p><p>pelas instituições políticas, em cada um desses</p><p>períodos.</p><p>Governo militar:</p><p>• 1º período (1891-1894):</p><p>• 2º período (1964-1985):</p><p>39 - (UNICAMP SP/2011)</p><p>Em 30 de março de 1964, o Presidente João Goulart fez</p><p>um discurso, no qual declarou: “Acabo de enviar uma</p><p>mensagem ao Congresso Nacional propondo</p><p>claramente as reformas que o povo brasileiro deseja. O</p><p>meu mandato será exercido em toda a sua plenitude,</p><p>em nome do povo e na defesa dos interesses</p><p>populares.”</p><p>(Adaptado de Paulo Bonavides e Roberto Amaral, Textos</p><p>políticos da</p><p>história do Brasil. Brasília: Senado Federal, 2002, vol. 7,</p><p>p. 884.)</p><p>Sobre o contexto em que esse discurso foi</p><p>pronunciado, é possível afirmar o seguinte:</p><p>a) Enfrentando a oposição de setores</p><p>conservadores, Jango tentou usar as reformas de</p><p>base, que deveriam abranger a reforma agrária, a</p><p>eleitoral, a educacional e a financeira, para</p><p>garantir apoio popular ao seu mandato.</p><p>b) Quando Jango apresentou ao Congresso Nacional</p><p>as reformas de base, elas já haviam sido alteradas,</p><p>abrindo mão da reforma agrária, para agradar aos</p><p>setores conservadores, e não apenas às classes</p><p>populares.</p><p>c) Com as reformas de base, Jango buscou afastar a</p><p>fama de esquerdista, colocando na ilegalidade os</p><p>partidos comunistas, mas motivou a oposição de</p><p>militares e políticos nacionalistas, ao abrir o país</p><p>ao capital externo.</p><p>d) Jango desenvolveu um plano de reformas que</p><p>deveriam alterar essencialmente as carreiras dos</p><p>militares, o que desagradava muitos deles, mas</p><p>também reprimiu várias greves do período,</p><p>irritando as classes populares.</p><p>40 - (UEM PR/2010)</p><p>Leia a citação a seguir e assinale o que for correto.</p><p>“Era o dia 13 de agosto de 1961, um domingo de sol em</p><p>Maringá. Logo pela manhã, uma multidão foi tomando</p><p>conta das ruas da cidade, caminhando em direção à</p><p>praça da catedral Nossa Senhora da Glória. São</p><p>10</p><p>www.historiaemfoco.com.br</p><p>Golpe de 1964</p><p>10</p><p>trabalhadores, que saem das suas casas, dos mais</p><p>diversos bairros de Maringá ou que desembarcam de</p><p>caminhões e carros, vindos de outras 100 localidades da</p><p>região. Às 10 horas, diante de 10 mil pessoas, uma</p><p>missa campal é celebrada pelos bispos de Maringá,</p><p>Londrina, Campo Mourão e Jacarezinho, em conjunto</p><p>com mais de uma dezena de padres. Logo após a missa,</p><p>um grande churrasco foi preparado e distribuído para a</p><p>multidão faminta e sedenta. Às duas da tarde, sob o sol</p><p>acanhado de fim de inverno, essa mesma multidão</p><p>assistiu a um desfile de mais de dois quilômetros de</p><p>carros alegóricos (...), que traziam no seu interior os</p><p>mais diversos tipos de frutas e produtos agrícolas,</p><p>simbolizando as atividades rurais da região. Atrás dos</p><p>carros, uma grande quantidade de homens e mulheres</p><p>carregava seus instrumentos de trabalho, como</p><p>machado, foice, enxada e outros. (...) Era a “festa da</p><p>lavoura”, organizada pelas dioceses de Maringá e</p><p>Londrina, para lançar a Frente Agrária Paranaense</p><p>(FAP).” (PRIORI, Ângelo. Lutas sociais e conflitos</p><p>políticos: alguns temas da história de Maringá (o II</p><p>Congresso de Trabalhadores Rurais e a formação da</p><p>Frente Agrária Paranaense). In: DIAS, R. B.;</p><p>GONÇALVES, J. H. R. Maringá e Norte do Paraná:</p><p>estudos de história regional. Maringá: Eduem, 1999, p.</p><p>155-156).</p><p>01. Assim como ocorria em outras regiões do Brasil, a</p><p>Frente Agrária Paranaense foi uma organização</p><p>apoiada pela Igreja Católica que tinha por</p><p>finalidade fazer frente ao crescimento dos</p><p>movimentos sociais de esquerda no campo.</p><p>02. Os acontecimentos narrados inserem-se no</p><p>contexto dos conflitos político-ideológicos que</p><p>antecederam ao golpe militar de 1964.</p><p>04. O texto mostra a capacidade e a forte religiosidade</p><p>do homem do campo, que, para agradecer às boas</p><p>colheitas, organiza procissões e grandes</p><p>quermesses.</p><p>08. O texto revela, entre outras questões, a baixa</p><p>densidade populacional na área rural do município</p><p>e a precariedade e a baixa produtividade da</p><p>agricultura paranaense dos anos 60, do século</p><p>passado.</p><p>16. No contexto em que ocorreu, a “festa da lavoura”</p><p>era um evento exclusivamente religioso, sem</p><p>qualquer conotação política.</p><p>41 - (FUVEST SP/2011)</p><p>Considere as seguintes charges.</p><p>Fonte : Augusto Bandeira, Correio da Manhã,</p><p>14/07/1963 (esq.) e Biganti, O Estado de S. Paulo,</p><p>09/02/1964 (dir.). Imagens extraídas de: Rodrigo Patto</p><p>Motta, Jango e o golpe de 1964 na caricatura. Rio de</p><p>Janeiro: Jorge Zahar, 2006, p.98 e 165.</p><p>Essas charges foram publicadas durante a presidência</p><p>de João Goulart (1961-1964).</p><p>a) Cada charge apresenta uma crítica a um</p><p>determinado aspecto do governo de Goulart.</p><p>Identifique esses dois aspectos.</p><p>b) Analise como esses dois aspectos contribuíram</p><p>para a justificativa do golpe militar de 1964.</p><p>42 - (UFG GO/2012)</p><p>Leia o texto a seguir.</p><p>Escorraçado, amordaçado e acovardado deixou o poder</p><p>como imperativo da legítima vontade popular o sr. João</p><p>Belchior Marques Goulart, infame líder dos comuno-</p><p>carreiristas-nego-cistas-sindicalistas. Começa hoje uma</p><p>nova era para o Brasil. Confiemos no espírito público</p><p>dos homens que salvaram a democracia brasileira, e no</p><p>discernimento e na superioridade com que o marechal</p><p>se conduzirá nos próximos 22 meses.</p><p>TRIBUNA DA IMPRENSA. Rio de Janeiro, 2 abr. 1964.</p><p>Disponível em:</p><p><http://www1.uol.com.br/rionosjornais/rj47.htm>.</p><p>Acesso em: 11 set. 2011. [Adaptado].</p><p>O fragmento apresentado avalia os eventos políticos</p><p>que levaram à renúncia de João Goulart e mostra as</p><p>expectativas de setores da elite brasileira de</p><p>a) combate à submissão do governo brasileiro às</p><p>pressões políticas norte-americanas.</p><p>b) implementação das reformas de base, por meio</p><p>da concessão de um mandato aos militares.</p><p>11</p><p>www.historiaemfoco.com.br</p><p>Golpe de 1964</p><p>11</p><p>c) retomada do curso do regime político, após a</p><p>resolução da crise de legalidade do governo</p><p>constitucional.</p><p>d) mudança do sistema político, sob a liderança do</p><p>Congresso Nacional.</p><p>e) restabelecimento da moralidade do Executivo,</p><p>elegendo uma figura pública popular.</p><p>43 - (Fac. Direito de Sorocaba SP/2013)</p><p>No dia 2 de abril de 1964, o jornal O Globo publicou um</p><p>editorial intitulado “Ressurge a democracia!”,</p><p>manifestando apoio ao golpe militar de dois dias antes.</p><p>Uma das contradições entre o título do editorial e o</p><p>processo histórico do período é</p><p>a) o fechamento de todos os partidos políticos</p><p>poucos dias após o golpe, cenário alterado apenas</p><p>na década de 1970.</p><p>b) a existência de censura prévia à imprensa, de 1964</p><p>e até os anos 1980, quando voltou a liberdade de</p><p>expressão.</p><p>c) a inexistência de eleições, diretas ou indiretas, nos</p><p>primeiros dez anos da ditadura militar.</p><p>d) a cassação do mandato constitucional de um</p><p>presidente democraticamente empossado.</p><p>e) o fechamento do Congresso por 21 anos, entre o</p><p>golpe em abril de 1964 e as Diretas Já em 1985.</p><p>44 - (FGV/2013)</p><p>Leia um fragmento de memória de um jornalista</p><p>brasileiro, escritor, ex-preso político e exilado.</p><p>Para mim, que havia sido, no limiar da década [de</p><p>1960], um rebelde sem causa concreta, fã de James</p><p>Dean e simpatizante da “juventude transviada”, o golpe</p><p>significou, de imediato, mais um salto à frente na</p><p>conscientização da realidade. Inclusive porque as</p><p>medidas inaugurais do regime implantado em 1.º de</p><p>abril não deixavam margem a dúvidas: contra a reforma</p><p>agrária no campo, o tabelamento dos aluguéis nas</p><p>cidades e a limitação das remessas de lucros ao</p><p>exterior, assim como – diante da imposição norte-</p><p>americana – pelo rompimento das relações</p><p>diplomáticas com Cuba.</p><p>(Arthur José Poerner, O céu é das elites In Daniel Souza e</p><p>Gilmar Chaves</p><p>(org.), Nossa paixão era inventar um novo tempo)</p><p>A partir do fragmento, pode-se identificar, entre</p><p>outros, como fatores responsáveis pela ruptura</p><p>político-institucional de 1964,</p><p>a) a omissão do governo brasileiro durante a Crise</p><p>dos Mísseis de Cuba e a aprovação das Reformas</p><p>de Base pelo Congresso Nacional.</p><p>b) os grupos ligados ao latifúndio, ao temor da</p><p>participação dos setores populares nas questões</p><p>nacionais e os interesses das empresas</p><p>multinacionais.</p><p>c) a repressão do governo Jango contra os militares</p><p>de baixa patente, os aumentos salariais excessivos</p><p>e as recorrentes greves estudantis.</p><p>d) a decisiva oposição de Juscelino Kubitschek ao</p><p>governo Jânio, o acordo econômico com a União</p><p>Soviética e a crise do petróleo.</p><p>e) as classes médias preocupadas com a corrupção</p><p>no governo</p><p>Jango, as facilidades para a entrada do</p><p>capital estrangeiro no país e o aumento do</p><p>desemprego.</p><p>45 - (IFGO/2012)</p><p>Em 1964, três dias após o Golpe Militar, Carlos</p><p>Lacerda ouviu a seguinte declaração do embaixador</p><p>estadunidense Lincoln Gordon:</p><p>“Vocês fizeram uma coisa formidável! Essa</p><p>revolução sem sangue e tão rápida! E com isso</p><p>pouparam uma situação que seria profundamente</p><p>triste, desagradável e de consequências imprevisíveis</p><p>no futuro de nossas relações, vocês evitaram que</p><p>tivéssemos que intervir no conflito”.</p><p>COGGIOLA, Osvaldo. Governos Militares na América Latina.</p><p>A Era</p><p>das Ditaduras, Chile, Argentina e Brasil. Luta armada e</p><p>repressão. São</p><p>Paulo: Editora Contexto, 2001. p. 15.</p><p>Com base no documento acima, marque a alternativa</p><p>correta.</p><p>a) O documento demonstra que os Estados Unidos</p><p>da América no início do processo de formação das</p><p>ditaduras na América Latina não fizeram</p><p>intervenções políticas, econômicas ou militares.</p><p>b) O documento faz referência à Operação Brother</p><p>Sam, um plano militar norte-americano para</p><p>fornecer apoio logístico, material e militar ao</p><p>golpe de 1964, caso houvesse uma guerra civil no</p><p>Brasil.</p><p>c) O documento faz referência à relação de amizade</p><p>que havia entre Carlos Lacerda e Lincoln Gordon,</p><p>o que levaria o primeiro a governar o Brasil após o</p><p>golpe militar de 1964.</p><p>d) O documento histórico, citado pelo historiador</p><p>Osvaldo Coggiola, faz referência a um plano dos</p><p>Estados Unidos da América chamado Aliança para</p><p>o Progresso, que buscava combater o comunismo</p><p>na América Latina e apoiar os golpes militares.</p><p>e) O documento histórico faz referência à Operação</p><p>Condor, que tinha como objetivo fazer uma</p><p>revolução no Brasil sem derramamento de</p><p>sangue. Esta operação teve o apoio dos EUA.</p><p>46 - (IFSC/2013)</p><p>Usar a arte como instrumento de agitação política –</p><p>caminho apontado pelo Centro Popular de Cultura da</p><p>UNE no início dos anos 60 – acaba tendo vários</p><p>seguidores. Os festivais de música do final dessa década</p><p>12</p><p>www.historiaemfoco.com.br</p><p>Golpe de 1964</p><p>12</p><p>revelam compositores e intérpretes das chamadas</p><p>canções de protesto, como Geraldo Vandré, Chico</p><p>Buarque de Holanda e Elis Regina. O cinema traz para</p><p>as telas a miséria de um povo sem direitos mínimos,</p><p>como nos trabalhos de Cacá Diegues e Glauber Rocha.</p><p>No teatro, grupos como o Oficina e o Arena procuram</p><p>dar ênfase aos autores nacionais e denunciar a situação</p><p>do país. Com o AI-5, as manifestações artísticas são</p><p>reprimidas e seus protagonistas, na grande maioria,</p><p>empurrados para o exílio. Na primeira metade dos anos</p><p>70, são poucas as manifestações culturais expressivas,</p><p>inclusive na imprensa, submetida à censura prévia.</p><p>Disponível em: http://www.portalsaofrancisco.com.br/</p><p>alfa/ditadura-militar/cultura-na-ditadura-militar.php.</p><p>Acesso em: 12 set. 2012.</p><p>Assinale alternativa que identifica CORRETAMENTE o</p><p>período histórico descrito no texto.</p><p>a) Período do Regime Militar, que tem início com o</p><p>golpe das Forças Armadas contra o então</p><p>Presidente, João Goulart.</p><p>b) Período da República Velha, quando os</p><p>cafeicultores paulistas e mineiros se revezam no</p><p>poder.</p><p>c) Período do Estado Novo, quando o governo de</p><p>Getúlio Vargas fecha o Congresso e extingue os</p><p>partidos políticos.</p><p>d) Governo de Jânio Quadros, que faz uma carreira</p><p>meteórica e renuncia meses depois de eleito.</p><p>e) Governo de Fernando Henrique Cardoso, que tem</p><p>como meta a manutenção da estabilidade</p><p>econômica.</p><p>47 - (UFU MG/2013)</p><p>Articulador e iniciador do movimento que culminou</p><p>com o afastamento do Presidente João Goulart, o</p><p>governador Magalhães Pinto foi aclamado em Minas</p><p>como o grande herói da insurreição vitoriosa e</p><p>calorosamente festejada em todo o Estado.</p><p>Contando com a decidida colaboração das tropas do</p><p>Exército sediadas em Minas, além dos 18 mil homens</p><p>da Força Pública do Estado e de total apoio popular, o</p><p>Governador Magalhães Pinto iniciou a histórica</p><p>arrancada pelas liberdades democráticas com um</p><p>vigoroso manifesto, em que afirmou terem sido inúteis</p><p>todas as advertências contra a radicalização de</p><p>posições e atitudes e contra a diluição do princípio</p><p>federativo.</p><p>A vitória final, vibrantemente festejada pelo povo de</p><p>Minas, teve no tranquilo e decidido Governador</p><p>Magalhães Pinto o seu grande comandante e maior</p><p>alvo das manifestações populares em todo o País.</p><p>Magalhães, o herói da Revolução. O Cruzeiro. Extra.</p><p>Edição Histórica da Revolução. Rio de Janeiro, 10 de</p><p>Abril de 1964.</p><p>O texto acima tematiza a “Revolução de 1964”, que</p><p>teve como expressiva figura de líder, o governador</p><p>Magalhães Pinto.</p><p>Sobre essa “Revolução”, responda:</p><p>a) A Revista O Cruzeiro utiliza a denominação</p><p>Revolução para se referir ao golpe militar de 1964.</p><p>Explique o porquê da adoção desta terminologia</p><p>pela revista.</p><p>b) Identifique os setores da sociedade brasileira que</p><p>apoiaram e festejaram o golpe de Estado no Brasil</p><p>em 1964.</p><p>48 - (FATEC SP/2014)</p><p>Em 2014, completaram-se 50 anos do Golpe de Estado</p><p>que depôs o presidente João Goulart (Jango), evento</p><p>que marcou o início de uma ditadura civil-militar no</p><p>Brasil.</p><p>Para compreender esse golpe, é preciso recuperar a</p><p>atmosfera da época, os tempos da Guerra Fria. De um</p><p>lado, os EUA e o chamado mundo livre, ocidental e</p><p>cristão. De outro, a União Soviética e o mundo</p><p>socialista. Não havia espaço para meiostermos. A luta</p><p>do Bem contra o Mal. Para muitos, Jango era o Mal; a</p><p>ditadura, se fosse o caso, um Bem.</p><p>(http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2012/03/31/a</p><p>-ditadura-civil-militar-438355.asp</p><p>Acesso em: 08.01.2014. Adaptado)</p><p>Refletindo sobre as informações acerca do Golpe de</p><p>Estado referido no texto, é correto concluir que</p><p>a) o governo João Goulart foi associado ao modelo</p><p>soviético, no contexto da Guerra Fria.</p><p>b) a deposição de Goulart foi criticada pelos EUA,</p><p>que combatiam o Mal, promovendo o Bem.</p><p>c) o presidente brasileiro deu ordens para que o</p><p>Exército lutasse contra os Estados Unidos.</p><p>d) o contexto da Guerra Fria levou João Goulart a se</p><p>associar ao Exército durante a ditadura.</p><p>e) o golpe brasileiro foi articulado pela União</p><p>Soviética para tirar o presidente Jango do poder.</p><p>49 - (Mackenzie SP/2014)</p><p>“Juiz de Fora, Minas Gerais, 31 de março de 1964. Um</p><p>general [...] põe na rua equipamentos e tropas do</p><p>Exército sob seu comando. Destino: Rio de Janeiro.</p><p>Objetivo: derrubar o governo. O golpe está</p><p>desencadeado. [...]”</p><p>Couto, R. C.. História Indiscreta da Ditadura e da Abertura:</p><p>Brasil 1964-1985. 3ª ed. Rio de Janeiro: Record, 1999,</p><p>p.24</p><p>Nas lembranças dos cinquenta anos do golpe civil-</p><p>militar que instaurou um regime autoritário no Brasil</p><p>entre 1964 e 1985, deve-se levar, em consideração,</p><p>13</p><p>www.historiaemfoco.com.br</p><p>Golpe de 1964</p><p>13</p><p>a) a “Marcha da Família com Deus pela Liberdade”,</p><p>que reuniu milhares de pessoas em São Paulo e no</p><p>Rio de Janeiro a favor do governo Goulart e, por</p><p>isso, fortemente reprimida pelas forças armadas.</p><p>b) a participação decisiva dos Estados Unidos, com</p><p>receio dos vultosos empréstimos realizados pela</p><p>União Soviética ao governo brasileiro em troca da</p><p>construção de uma base militar soviética no Brasil.</p><p>c) a forte instabilidade política na ocasião; o temor</p><p>estadunidense e de empresários brasileiros,</p><p>considerando o país vulnerável ao comunismo</p><p>soviético; as fortes oposições internas ao governo</p><p>Goulart.</p><p>d) o apoio estudantil a João Goulart, com passeatas</p><p>e organização armada da luta contra os militares,</p><p>fazendo o golpe – a princípio agendado para 1965</p><p>– ser antecipado para se evitar maiores agitações</p><p>no país.</p><p>e) o número de ações de membros do governo</p><p>Goulart, que não impediram o golpe militar e se</p><p>colocaram prontamente a favor na intervenção,</p><p>por considerarem o presidente incapaz, como foi</p><p>o caso de Leonel Brizola.</p><p>50 - (UNISC RS/2014)</p><p>“Foi nesse clima de Guerra Fria, marcado fortemente</p><p>pela ideia de combate ao comunismo, que a imprensa</p><p>brasileira encaminhou o seu</p><p>discurso e sua ação. Seu</p><p>papel neste processo que desencadeou o golpe de</p><p>Estado que derrubou Goulart é de uma força que não</p><p>deve ser colocada em segundo plano. Além de atuar</p><p>como um dos vetores de divulgação do fantasma do</p><p>comunismo, disseminou a existência de um caos</p><p>administrativo que afundava o país, assim como a</p><p>necessidade urgente de restabelecer a ordem por meio</p><p>de uma intervenção militar. O discurso anticomunista</p><p>foi a arma utilizada para difundir o medo na sociedade,</p><p>e as Reformas de Base defendidas por Jango foram</p><p>identificadas como a passagem do regime capitalista</p><p>para o comunista. Os jornais, com maior ou menor</p><p>ênfase, participavam da pregação anticomunista e da</p><p>defesa de uma intervenção militar.”</p><p>Texto do historiador João Teófilo. Disponível em:</p><p>http://cafehistoria.ning.com/legitimandoasaidaautorit</p><p>aria.</p><p>Considerando o texto acima, assinale a alternativa</p><p>correta.</p><p>a) O autor defende que a ditadura militar no Brasil</p><p>(1964-1985) iniciou com uma reforma</p><p>constitucional que legalizou e permitiu a retirada</p><p>do presidente João Goulart do poder, graças às</p><p>campanhas de jornalistas que criticaram seu</p><p>projeto de “Reformas de Base”.</p><p>b) O texto salienta que a imprensa teve um papel</p><p>importante na consolidação da crise do governo</p><p>Goulart e na constituição de um contexto que foi</p><p>utilizado para implantação de uma ditadura no</p><p>Brasil.</p><p>c) O autor critica os comunistas e os jornais de</p><p>esquerda que, ao defenderem a passagem do</p><p>regime capitalista para o socialista no Brasil,</p><p>foram os responsáveis pelo golpe militar e pela</p><p>ditadura.</p><p>d) O texto observa que não é possível afirmar que</p><p>houve, por parte da imprensa, qualquer utilização</p><p>do combate ao comunismo para atacar o</p><p>presidente Goulart ou as “Reformas de Base”.</p><p>e) O autor explica que a deposição de João Goulart</p><p>no Brasil, ocorrida em 1964, não estava associada</p><p>ao contexto político da Guerra Fria, mas, sim,</p><p>exclusivamente à pregação anticomunista</p><p>realizada por alguns jornais da época.</p><p>51 - (UERN/2014)</p><p>“O povo carioca atendeu ao chamado dos que pediam</p><p>sua presença maciça às praças públicas, na marcha da</p><p>‘Família com Deus pela Liberdade’. Um milhão,</p><p>aproximadamente, de cariocas, fluminenses das</p><p>cidades vizinhas e representações dos estados mais</p><p>próximos (...) reuniu-se, um dia após o término da</p><p>grande crise nacional, numa das maiores</p><p>demonstrações populares já vistas no Rio. (...) grupos</p><p>mais exaltados e tomados de fúria incendiaram o</p><p>prédio da UNE, na Praia do flamengo.” (Revista O</p><p>Cruzeiro.)</p><p>O relato em questão no enunciado refere-se a uma</p><p>mobilização popular em apoio</p><p>a) aos militares e aos setores de direita, apreensivos</p><p>com as medidas populistas do governo.</p><p>b) às chamadas Reformas de Base, medidas</p><p>preconizadas por Jango no comício da Central do</p><p>Brasil.</p><p>c) à Campanha “Diretas Já”, em prol das eleições</p><p>diretas para Presidência da República e não por</p><p>Colégio Eleitoral.</p><p>d) à anistia política, ambicionada principalmente por</p><p>famílias de militantes e intelectuais envolvidos em</p><p>protestos contra a ditadura.</p><p>52 - (UNIFOR CE/2014)</p><p>Em 2014, o golpe militar que instaurou a ditadura no</p><p>Brasil completa 50 anos. No dia 31 de março de 1964, o</p><p>presidente João Goulart acordou no Palácio Laranjeiras</p><p>e logo soube da movimentação das tropas que vinham</p><p>de Minas Gerais em direção ao Rio de Janeiro. Lá, ele</p><p>recebeu visitas e informações que foram fundamentais</p><p>para as decisões tomadas ao longo do dia. No fim da</p><p>noite, Goulart fica sabendo que o comandante das</p><p>tropas de São Paulo também apoiava o golpe. No dia 1º</p><p>de abril, Goulart vai para Brasília e, de lá, segue para</p><p>Porto Alegre em busca de apoio. Enquanto Jango</p><p>voava, o presidente do Senado, Auro de Moura</p><p>Andrade, abriu o caminho para os golpistas. Em 11 de</p><p>http://cafehistoria.ning.com/legitimandoasaidaautoritaria</p><p>http://cafehistoria.ning.com/legitimandoasaidaautoritaria</p><p>14</p><p>www.historiaemfoco.com.br</p><p>Golpe de 1964</p><p>14</p><p>abril, o general cearense Humberto de Alencar Castelo</p><p>Branco foi eleito pelo Congresso Nacional e assumiu a</p><p>Presidência da República.</p><p>[Fonte: http://g1.globo.com/jornal-nacional/ noticia/</p><p>2014/03/golpe-militar-de-1964- completa-50-anos-</p><p>relembre.html]</p><p>Analise as seguintes afirmativas sobre o governo de</p><p>Castelo Branco:</p><p>I. Por ocasião do golpe, Castelo Branco exercia a</p><p>função de chefe do Estado-Maior do Exército,</p><p>nomeado pelo Presidente João Goulart.</p><p>II. Devido as suas ligações políticas com João</p><p>Goulart, Castelo Branco foi uma voz dissonante</p><p>nas forças armadas, posicionando-se contra o</p><p>golpe até o último minuto.</p><p>III. Castelo Branco foi eleito para terminar o mandato</p><p>de cinco anos de Jânio Quadros, que havia</p><p>renunciado à Presidência, o qual deveria terminar</p><p>em janeiro de 1966.</p><p>IV. Durante seu mandato, o Presidente Castelo</p><p>Branco aboliu os treze partidos políticos</p><p>existentes no Brasil e criou apenas dois partidos.</p><p>V. Apesar de ter formado um governo considerado</p><p>linha dura, Castelo Branco preservou os poderes</p><p>do Congresso Nacional e a liberdade de imprensa.</p><p>É CORRETO somente o que se afirma em:</p><p>a) I, II e V.</p><p>b) I, III e IV.</p><p>c) II, IV e V.</p><p>d) II, III e IV.</p><p>e) III, IV e V.</p><p>53 - (ENEM/2014)</p><p>TEXTO I</p><p>O presidente do jornal de maior circulação do país</p><p>destacava também os avanços econômicos obtidos</p><p>naqueles vinte anos, mas, ao justificar sua adesão aos</p><p>militares em 1964, deixava clara sua crença de que a</p><p>intervenção fora imprescindível para a manutenção da</p><p>democracia.</p><p>Disponível em: http://oglobo.globo.com. Acesso em: 1 set.</p><p>2013 (adaptado).</p><p>TEXTO II</p><p>Nada pode ser colocado em compensação à perda</p><p>das liberdades individuais. Não existe nada de bom</p><p>quando se aceita uma solução autoritária.</p><p>FICO, C. A educação e o golpe de 1964. Disponível em:</p><p>www.brasilrecente.com. Acesso em: 4 abr. 2014</p><p>(adaptado).</p><p>Embora enfatizem a defesa da democracia, as visões do</p><p>movimento político-militar de 1964 divergem ao</p><p>focarem, respectivamente:</p><p>a) Razões de Estado — Soberania popular.</p><p>b) Ordenação da Nação — Prerrogativas religiosas.</p><p>c) Imposição das Forças Armadas — Deveres sociais.</p><p>d) Normatização do Poder Judiciário — Regras</p><p>morais.</p><p>e) Contestação do sistema de governo — Tradições</p><p>culturais.</p><p>54 - (CEFET MG/2015)</p><p>(...)Primeiro, o partido (PCB) foi posto fora da lei, os</p><p>comunistas perseguidos, todo aquele movimento</p><p>estudantil perseguido, a UNE foi incendiada, logo todas</p><p>aquelas atividades foram por água abaixo, uma</p><p>perseguição muito grande. Por outro lado, os projetos</p><p>pessoais também, eu mesma, estudava Química nessa</p><p>época, e me formei nesse ano de 64. Já tinha feito</p><p>prática, estágio, na fábrica de borracha da Petrobrás</p><p>(...). Mas, aí, tudo isso foi por água abaixo. Porque,</p><p>inclusive, todas as pessoas de esquerda que</p><p>trabalhavam na Petrobrás foram postas para fora,</p><p>expulsas ou presas. Foi assim, uma reviravolta total na</p><p>vida, não só na minha como daquele pessoal que estava</p><p>participando do movimento na época, foi muito</p><p>impactante realmente.</p><p>PRESTES, Anita. Depoimento concedido ao projeto “Marcas</p><p>da Memória:</p><p>História Oral da Anistia no Brasil”, 29 jun 2012. In:</p><p>Revista Anistia Política e Justiça de</p><p>Transição, n. 6. Brasília: Ministério da Justiça, 2012, p.</p><p>179-180.</p><p>Filha de personagens importantes da história política</p><p>brasileira – Luís Carlos Prestes e Olga Benário, Anita</p><p>Prestes relembra o Golpe de 1964. Com base em seu</p><p>depoimento, é correto afirmar que</p><p>a) os partidos políticos foram colocados na</p><p>ilegalidade.</p><p>b) o movimento estudantil recuou frente à repressão</p><p>policial.</p><p>c) a vida pessoal dos cidadãos brasileiros</p><p>permaneceu inalterada.</p><p>d) as empresas estatais foram atingidas pela</p><p>perseguição política.</p><p>e) a indústria da borracha deixou de receber</p><p>investimentos públicos.</p><p>55 - (CEFET MG/2015)</p><p>Ressurge a Democracia. Vive a nação dias gloriosos.</p><p>Porque souberam unir-se todos os patriotas,</p><p>independente de vinculações políticas, simpatias ou</p><p>opinião sobre problemas</p><p>isolados, para salvar o que é</p><p>essencial: a democracia, a lei e a ordem.</p><p>Fonte: Trecho da Reportagem Ressurge a Democracia.</p><p>O Globo, Rio de Janeiro, 2 abr. 1964. Disponível em:</p><p>< http://www.cartamaior.com.br>. Acesso em: 23 ago.</p><p>2014.</p><p>http://www.brasilrecente.com/</p><p>http://www.cartamaior.com.br/</p><p>15</p><p>www.historiaemfoco.com.br</p><p>Golpe de 1964</p><p>15</p><p>O trecho dessa reportagem, produzida no ano de 1964,</p><p>demonstra que a democracia era</p><p>a) adotada pelos jornais e revistas da época.</p><p>b) justificada para restauração da lei e da ordem.</p><p>c) articulada por setores que apoiaram o golpe.</p><p>d) reformulada pelas mídias para defender o regime.</p><p>56 - (ESCS DF/2015)</p><p>O golpe civil-militar de 1964 reflete o clima de forte</p><p>radicalização ideológica que toma conta das Américas</p><p>em princípios dos anos 1960. O embate entre esquerda</p><p>e direita, entre capitalismo e socialismo, entre os</p><p>defensores de reformas estruturais e os que contra elas</p><p>se voltavam está no cerne da ruptura que instituiu um</p><p>regime de força no Brasil. Um poderoso elemento</p><p>desencadeador desse cenário de polarização, que</p><p>exerceu inegável impacto sobre o imaginário latino-</p><p>americano naquele contexto histórico, foi a</p><p>a) derrota dos EUA na Guerra do Vietnã.</p><p>b) ascensão de Mao Tsé-tung ao poder na China.</p><p>c) Revolução Cubana e sua opção pelo socialismo.</p><p>d) vitória do Eixo na Segunda Guerra Mundial.</p><p>57 - (IFSC/2015)</p><p>No ano de 2014 foi o aniversário de 50 anos do Golpe</p><p>Militar que depôs o presidente João Goulart. Sobre esse</p><p>presidente, é CORRETO afirmar que:</p><p>a) Sabe-se hoje que João Goulart não sofreu golpe,</p><p>mas participou ativamente no processo que levou</p><p>os militares ao governo em 1964.</p><p>b) João Goulart, vice presidente de Getúlio Vargas,</p><p>assumiu o governo logo após o suicídio de Getúlio</p><p>Vargas, recebendo o golpe planejado para</p><p>destituir Vargas.</p><p>c) O governo de João Goulart foi marcado por</p><p>privatizações e retrocesso nas leis trabalhistas e</p><p>de reforma agrária.</p><p>d) Apesar do Golpe de 64 ter destituído Goulart, este</p><p>se aliou aos militares durante a ditadura.</p><p>e) Durante seu mandato o Brasil teve dois anos de</p><p>governo parlamentarista, entre 1961 e 1962.</p><p>58 - (UEMG/2015)</p><p>Observe as manchetes jornalísticas abaixo:</p><p>http://acertodecontas.blog.br/wp-</p><p>content/uploads/2009/04/capa-do-jornal-o-globo.jpg</p><p>acesso em 12/8/2014</p><p>No dia 1º de abril de 1964, um golpe militar pôs fim ao</p><p>governo de João Goulart. Neste momento histórico, o</p><p>jornal “O Globo” assim noticiava o que acontecia no</p><p>cenário político brasileiro:</p><p>“Ressurge a Democracia”</p><p>“Como dizíamos, no editorial de anteontem, a</p><p>legalidade não poderia ser a garantia da subversão, a</p><p>escora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em</p><p>nome da legalidade, não seria legítimo admitir o</p><p>assassínio das instituições, como se vinha fazendo,</p><p>diante da Nação horrorizada.</p><p>Agora, o Congresso dará o remédio constitucional à</p><p>situação existente, para que o País continue sua</p><p>marcha em direção a seu grande destino, sem que os</p><p>direitos individuais sejam afetados, sem que as</p><p>liberdades públicas desapareçam, sem que o poder do</p><p>Estado volte a ser usado em favor da desordem, da</p><p>indisciplina e de tudo aquilo que nos estava a levar à</p><p>anarquia e ao comunismo”.</p><p>A efervescência política, com o Golpe, tomou conta da</p><p>mídia impressa, gerando, assim, uma expectativa de</p><p>esperança na reconstrução democrática nacional. O</p><p>“inimigo” havia caído, o “golpe ou a revolução</p><p>socialista” não iria prosperar contra um estado forte.</p><p>Desta forma, o primeiro de Abril de 1964 marcava a</p><p>esperança. Entretanto não tardou muito para que as</p><p>instituições militares que se estabeleceram no</p><p>comando da nação praticassem ações de repressão</p><p>contra a própria mídia e a população.</p><p>Após 20 anos de repressão, nos anos 80, o Brasil</p><p>encontra esperança na</p><p>http://acertodecontas.blog.br/wp-content/uploads/2009/04/capa-do-jornal-o-globo.jpg%20acesso%20em%2012/8/2014</p><p>http://acertodecontas.blog.br/wp-content/uploads/2009/04/capa-do-jornal-o-globo.jpg%20acesso%20em%2012/8/2014</p><p>http://acertodecontas.blog.br/wp-content/uploads/2009/04/capa-do-jornal-o-globo.jpg%20acesso%20em%2012/8/2014</p><p>16</p><p>www.historiaemfoco.com.br</p><p>Golpe de 1964</p><p>16</p><p>a) perpetuação de um regime militar mais flexível e</p><p>que tivesse compromisso com a sociedade civil.</p><p>b) luta armada revolucionária, que propunha a</p><p>tomada do poder e o controle do Estado na mão</p><p>do povo.</p><p>c) construção de uma transição política</p><p>democrática, que culmina com uma eleição</p><p>indireta, levando um civil ao poder.</p><p>d) ação interventora americana que apoiaria</p><p>belicamente qualquer ação em busca de</p><p>democracia.</p><p>59 - (Unievangélica GO/2015)</p><p>Leia o texto a seguir.</p><p>Em 1964, a nação recebeu um tiro no peito. Um tiro que</p><p>matou a alma nacional. Os personagens que apreciam</p><p>fazer parte da história natural brasileira... sumiram. Ou</p><p>fora do poder, ou presos e mortos. E em seu lugar</p><p>surgiram outros, que eu nunca sequer percebera</p><p>existir. Aí me veio a percepção clara de que o Brasil</p><p>tinha mudado para sempre.</p><p>SOUZA, Herbert. Os governos militares.</p><p>In: BARROS, Edgard Luiz de. São Paulo: Contexto,1991.</p><p>O texto é uma referência</p><p>a) ao fim das eleições diretas para governadores de</p><p>estados e prefeitos de capitais.</p><p>b) ao golpe militar, com a edição do Ato Institucional</p><p>número 01.</p><p>c) às eleições indiretas para presidência da</p><p>República.</p><p>d) à criação do Serviço Nacional de Informações –</p><p>SNI.</p><p>17</p><p>www.historiaemfoco.com.br</p><p>Golpe de 1964</p><p>17</p><p>GABARITO:</p><p>1) Gab: 62</p><p>2) Gab:</p><p>O “golpe de Estado” de 1964, em que militares tomaram</p><p>o governo em nome da ordem e da hierarquia, ainda é</p><p>tema de divergências e debates. Os depoimentos</p><p>citados refletem essas divergências. Portanto, analisa-</p><p>los é retomar as formas que os agentes históricos</p><p>reproduzem ou relembram os eventos e sua</p><p>participação neles:</p><p>a) Jarbas Passarinho, um coronel, assume a defesa do</p><p>movimento, assinalando o estabelecimento da</p><p>ordem, contra o “caos” proposto pelos comunistas</p><p>e outros subversivos instalados no governo,</p><p>enquanto Darcy Ribeiro, Chefe da Casa Civil do</p><p>governo João Goulart, denuncia o caráter</p><p>antidemocrático e de apoio às classes dominantes</p><p>que o golpe assumiu;</p><p>b) Para o primeiro, o governo deveria se dedicar ao</p><p>combate à corrupção, ao peleguismo e ao</p><p>comunismo, assumindo uma postura de</p><p>cerceamento das manifestações populares, apesar</p><p>do discurso de defesa da Nação, mas, para o</p><p>segundo, o governo brasileiro pré-64 estava</p><p>assumindo claramente um programa nacionalista,</p><p>sindicalista, trabalhista e reformista, que ameaçava</p><p>o poder das elites políticas e econômicas.</p><p>3) Gab: B</p><p>4) Gab: B</p><p>5) Gab: VFVV</p><p>6) Gab: A</p><p>7) Gab: C</p><p>8) Gab: A</p><p>9) Gab: D</p><p>10) Gab: E</p><p>11) Gab: E</p><p>12) Gab: FVFVV</p><p>13) Gab: C</p><p>14) Gab: B</p><p>15) Gab:</p><p>O candidato poderá explicar, entre outras medidas,</p><p>duas das seguintes: o poder do Presidente da República</p><p>de fechar provisoriamente o Congresso, intervir nos</p><p>estados e municípios, cassar mandatos e suspender</p><p>direitos políticos, assim como demitir ou aposentar</p><p>servidores públicos. Poderá ainda dar conta de que, com</p><p>o AI-5, ficou suspensa a garantia de habeas corpus aos</p><p>acusados de crimes contra a segurança nacional e de</p><p>infrações contra a ordem econômica e social e a</p><p>economia popular.</p><p>16) Gab: B</p><p>17) Gab:A</p><p>18) Gab: VVFFV</p><p>19) Gab: A</p><p>20) Gab: B</p><p>21) Gab: C</p><p>22) Gab: D</p><p>23) Gab: B</p><p>24) Gab: A</p><p>25) Gab:</p><p>a) Refere-se a tomada do poder num país, por um</p><p>determinado grupo ou indivíduo, sobrepondo-se à</p><p>constituição vigente.</p><p>b) Foi o Ato que decretou o fim da liberdade de</p><p>expressão e imprensa no Brasil.</p><p>26) Gab: E</p><p>27) Gab: D</p><p>28) Gab: D</p><p>29) Gab: A</p><p>30) Gab: VVVFV</p><p>31) Gab: A</p><p>32) Gab: A</p><p>33) Gab: A</p><p>34) Gab: FFFFV</p><p>35) Gab: B</p>

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