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É definida como “qualquer ato ou conduta 
com base no gênero que cause morte, dano 
ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à 
mulher, tanto na esfera pública como na 
esfera privada” (BRASIL, 2010).
Violência violação de seus direito
esforço da sociedade 
para garantir a 
prevenção e seu 
efetivo 
enfrentamento.
às mulheres é assegurada a necessidade da adoção de 
comportamentos e de ambientes seguros e saudáveis; monitorização 
da ocorrência de acidentes e de violências; assistência interdisciplinar e 
intersetorial às vítimas de acidentes e de violência.
a Lei Maria da Penha 
(lei no 11.340/2006
Maria da Penha Maia Fernandes 
ficou paraplégica após ter sido 
vítima de duas tentativas de 
assassinato pelo seu marido
ciúmes, ressentimento, inveja, 
prepotência, machismo, competição, 
frustração, rejeição... Muitas vezes os 
atos de violência não possuem 
motivo.
Em que lugar a 
mulher mais sofre 
violência ?
Casa 
a vítima mantenha ou 
tenha mantido uma 
relação de afetividade 
ou contato com o 
agressor
prevê medidas penais para a contenção da 
violência e do dimensionamento do 
fenômeno
medidas de prevenção, emergência 
acompanhamento, reabilitação, 
tratamento de eventuais agravos e 
impactos resultantes da violência 
sobre a saúde física e psicológica, 
além do abortamento legal se for 
solicitado pela mulher ou 
adolescente, de acordo com a 
legislação vigenteviolência “doméstica e familiar 
contra a mulher” como 
qualquer ação ou omissão 
fundamentada no gênero que 
lhe cause morte, lesão, 
sofrimento físico, sexual ou 
psicológico e dano moral ou 
patrimonial. 
tipos de violência doméstica:
1: Humilhar, xingar e diminuir a autoestima
Agressões como humilhação, desvalorização moral ou deboche público em 
relação a mulher constam como tipos de violência emocional.
2: Tirar a liberdade de crença
Um homem não pode restringir a ação, a decisão ou a crença de uma mulher. 
Isso também é considerado como uma forma de violência psicológica.
3: Fazer a mulher achar que está ficando louca
Há inclusive um nome para isso: o gaslighting. Uma forma de abuso mental 
que consiste em distorcer os fatos e omitir situações para deixar a vítima em 
dúvida sobre a sua memória e sanidade.
4: Controlar e oprimir a mulher
Aqui o que conta é o comportamento obsessivo do homem sobre a mulher, 
como querer controlar o que ela faz, não deixá-la sair, isolar sua família e 
amigos ou procurar mensagens no celular ou e-mail.
5: Expor a vida íntima
Falar sobre a vida do casal para outros é considerado uma forma de violência 
moral, como por exemplo vazar fotos íntimas nas redes sociais como forma de 
vingança.
6: Impedir a mulher de prevenir a gravidez ou obrigá-la a abortar
O ato de impedir uma mulher de usar métodos contraceptivos, como a pílula 
do dia seguinte ou o anticoncepcional, é considerado uma prática da 
violência sexual. Da mesma forma, obrigar uma mulher a abortar também é 
outra forma de abuso.
7: Forçar atos sexuais desconfortáveis
Não é só forçar o sexo que consta como violência sexual. Obrigar a mulher a 
fazer atos sexuais que causam desconforto ou repulsa, como a realização de 
fetiches, também é violência.
8: Atirar objetos, sacudir e apertar os braços
Nem toda violência física é o espancamento. São considerados também 
como abuso físico a tentativa de arremessar objetos, com a intenção de 
machucar, sacudir e segurar com força uma mulher.
9: Controlar o dinheiro ou reter documentos
Se o homem tenta controlar, guardar ou tirar o dinheiro de uma mulher contra 
a sua vontade, assim como guardar documentos pessoais da mulher, isso é 
considerado uma forma de violência patrimonial.
10: Quebrar objetos da mulher
Outra forma de violência ao patrimônio da mulher é causar danos de 
propósito a objetos dela, ou objetos que ela goste
São cinco tipos de atitudes violentas contra as 
mulheres: física, psicológica, moral, sexual e 
patrimonial.
FÍSICA
Qualquer conduta que ofenda a integridade ou saúde 
corporal. são atos violentos, nos quais se fez uso da 
força física de forma intencional, não acidental, com o 
objetivo de ferir, lesar, provocar dor e sofrimento ou 
destruir a pessoa, deixando, ou não, marcas evidentes 
no seu corpo. A violência física também ocorre no 
caso de ferimentos por arma de fogo (incluindo as 
situações de bala perdida nos casos em que se notifica 
a violência extrafamiliar/ comunitária) ou ferimentos 
por arma branca”. (STRAZZA, 2005)
tapas, beliscões, chutes, 
torções, empurrões, 
arremesso de objetos, 
estrangulamentos, 
queimaduras, 
perfurações, mutilações, 
dentre outras.
PSICOLÓGICA
Qualquer conduta que cause dano emocional, diminuição da autoestima, que 
prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento da mulher ou vise degradar ou 
controlar ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, 
constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, 
perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação 
do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde 
psicológica e à autodeterminação. 
Esse tipo de violência também pode ser chamado de violência moral. No assédio moral, a 
violência ocorre no ambiente de trabalho a partir de relações de poder entre patrão e 
empregado ou empregado e empregado. Define-se como conduta abusiva, exercida por 
meio de gestos, atitudes ou outras manifestações, repetidas, sistemáticas, que atentem, 
contra a dignidade ou a integridade psíquica ou física de uma pessoa, que ameace seu 
emprego ou degrade o clima de trabalho. Portanto, a violência moral é toda ação destinada 
a caluniar, difamar ou injuriar a honra ou a reputação da pessoa”. (STRAZZA, 2005)
PATRIMONIAL
Qualquer conduta que configure retenção, 
subtração, destruição parcial ou total de seus 
objetos, instrumentos de trabalho, documentos 
pessoais, bens, valores e direitos ou recursos 
econômicos, incluindo os destinados a satisfazer 
suas necessidades. 
Consiste na exploração imprópria ou ilegal, 
ou, ainda, no uso não consentido de seus 
recursos financeiros e patrimoniais. Esse tipo 
de violência ocorre, sobretudo, no âmbito 
familiar, sendo mais frequente contra as 
pessoas idosas, mulheres e deficientes. 
(STRAZZA, 2005)
MORAL
Qualquer conduta que 
configure calúnia, difamação 
ou injúria. Trabalhamos a 
violência moral juntamente 
com a psicológica. (STRAZZA, 
2005)
SEXUAL
Qualquer conduta que a constranja a presenciar, manter ou participar 
de relação sexual não desejada, mediante intimidação, ameaça, coação 
ou uso da força; que a induza a comercializar ou a utilizar, de qualquer 
modo, a sua sexualidade; que a impeça de usar qualquer método 
contraceptivo ou que a force ao matrimônio, à gravidez, ao aborto ou à 
prostituição, mediante coação, chantagem, suborno ou manipulação; 
ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e 
reprodutivos
Incluem-se como violência sexual: situações de estupro; 
abuso incestuoso; assédio sexual; sexo forçado no 
casamento; jogos sexuais e práticas eróticas não 
consentidas, impostas; pornografia infantil; pedofilia; e 
voyeurismo; manuseio, penetração oral, anal ou genital, 
com pênis ou objetos, de forma forçada. 
exposição 
coercitiva/constrangedora a 
atos libidinosos, exibicionismo, 
masturbação, linguagem 
erótica, interações sexuais de 
qualquer tipo e material 
pornográfico
Os atos que, mediante coerção, chantagem, 
suborno ou aliciamento impeçam o uso de 
qualquer método contraceptivo; forcem a 
matrimônio, à gravidez, ao aborto, à prostituição; 
ou limitem ou anulem em qualquer pessoa a 
autonomia e o exercício de seus direitos sexuais e 
reprodutivos
pai, mãe, padrasto, madrasta, 
companheiro(a), esposo(a)
Os mecanismos da Lei:
Tipifica e define a violência doméstica e familiar contra a mulher.
Estabelece as formas da violência doméstica contra a mulher como física, psicológica, 
sexual, patrimonial e moral.Determina que a violência doméstica contra a mulher independe de sua orientação 
sexual.
Determina que a mulher somente poderá renunciar à denúncia perante o juiz.
Ficam proibidas as penas pecuniárias (pagamento de multas ou cestas básicas).
Altera o Código de Processo Penal para possibilitar ao juiz a decretação da prisão 
preventiva quando houver riscos à integridade física ou psicológica da mulher.
Altera a lei de execuções penais para permitir ao juiz que determine o 
comparecimento obrigatório do agressor a programas de recuperação e reeducação.
Determina a criação de juizados especiais de violência doméstica e familiar contra a 
mulher com competência cível e criminal para abranger as questões de família 
decorrentes da violência contra a mulher.
Caso a violência doméstica seja cometida contra mulher com deficiência, a pena será 
aumentada em um terço.
A ligação para o 180 é gratuita e o 
serviço funciona 24 horas por dia, 
todos os dias da semana. São 
atendidas todas as pessoas que 
ligam relatando eventos de 
violência contra a mulher.
A autoridade policial:
Permite prender o agressor em flagrante sempre 
que houver qualquer das formas de violência 
doméstica contra a mulher.
À autoridade policial compete registrar o boletim de 
ocorrência e instaurar o inquérito policial (composto 
pelos depoimentos da vítima, do agressor, das 
testemunhas e de provas documentais e periciais), 
bem como remeter o inquérito policial ao 
Ministério Público.
Pode requerer ao juiz, em quarenta e oito horas, 
que sejam concedidas diversas medidas protetivas 
de urgência para a mulher em situação de violência.
Solicita ao juiz a decretação da prisão preventiva.
O processo judicial:
O juiz poderá conceder, no prazo de quarenta e oito horas, medidas 
protetivas de urgência (suspensão do porte de armas do agressor, 
afastamento do agressor do lar, distanciamento da vítima, dentre 
outras), dependendo da situação.
O juiz do juizado de violência doméstica e familiar contra a mulher terá 
competência para apreciar o crime e os casos que envolverem questões 
de família (pensão, separação, guarda de filhos etc.).
O Ministério Público apresentará denúncia ao juiz e poderá propor 
penas de três meses a três anos de detenção, cabendo ao juiz a decisão 
e a sentença final.
LEGISLAÇÃO
LEGISLAÇÃO
• A abertura do Boletim de Ocorrência (B.O.) é 
prerrogativa da mulher, ela ou seus 
representantes legais são estimulados a 
comunicar às autoridades policiais e judiciárias, 
porém cabe a eles a decisão final; deve-se 
informar que a consulta ginecológica não substitui 
o Exame de Corpo de Delito. O hospital somente 
comunicará a violência às autoridades nos casos 
previstos em lei e ao Conselho Tutelar da Infância 
e Juventude os menores de 18 anos. Todos os 
casos atendidos são notificadosno Sistema de 
Notificação de Violência (SISNOV)
Notificação dos Casos A Portaria GM/MS nº 1.271, de 6 de junho de 2014, 
define a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e 
eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o 
território nacional. Nesta, a violência sexual e a tentativa de suicídio passam a 
ter notificação imediata (24 horas) para a Secretaria Municipal de Saúde.
Acolhimento Humanizado
• ACOLHIMENTO : Voltado para a recuperação 
física, psicológica e social, sem demonstrar 
atitudes preconceituosas que possam interferir 
na adesão ao tratamento para evitar ISTs e 
Gravidez.
• Traçar diagnósticos de enfermagem: Síndrome do 
trauma do estupro; Síndrome pós-trauma; Dor 
aguda; Risco para infecção; Integridade da pele 
prejudicada; Conflito de decisão; Risco para 
angústia espiritual; Sentimento de impotência; 
• A equipe deve ser multidisciplinar;
Atendimento na ocorrência imediata
• Explicar os riscos de gravidez, infecção por DST e HIV e prevenção 
disponíveis, como a eficácia da AE e quimioprofilaxia para DST/HIV, 
ressaltando que quanto mais precoce o início do tratamento, mais eficaz, 
Vacinas e gamaglobulina para hepatite B. 8. Explicar que, na ocorrência de 
vômito até duas horas após a ingestão do AE, deverá repetir a dose do 
medicamento e orientar horários e efeitos colaterais.
• Informar a equipe médica sobre os dados relevantes coletados durante a 
consulta de enfermagem.
• Preparar para consulta médica exame físico e ginecológico com possível 
coleta de material forense (coleta de esperma em papel filtro).
• Orientar sobre a coleta de sangue para sorologias de HIV, sífilis, hepatite B 
e C.
• Encaminhar ao banho e oferecer troca de roupa, se a cliente desejar. 
Fornecer embalagem e orientar a guarda das roupas, em saco de papel, 
para ser encaminhado, pela vítima, ao Instituto Médico Legal.
A AE deve ser administrada o mais precocemente 
possível, dentro das primeiras 72 horas após o 
abuso 
Se a mulher buscar 
primeiro a Unidade 
de Atenção Primária 
à Saúde, a AE poderá 
ser administrada, 
devendo ser 
informado ao 
Hospital de 
Referência
. Anti eméticos poderão ser 
utilizados. Repetir a dose se o 
vômito acontecer nas primeiras 2 
horas após a administração. Se 
persistir vômito ou inconsciência, 
a via vaginal está recomendada.
• Sangue da pessoa agredida (para possível posterior confronto de DNA, para dosagem 
alcoólica/toxicológica e ß HCG para mulheres em idade fértil).
 • Urina para análise toxicológica. 
• Swabs para pesquisa de sangue, espermatozóide e PSA (antígeno prostático 
específico), nas seguintes regiões: vagina, boca, vulva, ânus e pênis (esfregaços de 
regiões excepcionais podem ser realizados, dependendo do histórico da agressão – ex: 
swab sub-ungueal, região entre seios, interglútea, ou outras superfícies corporais com 
relato de ejaculação por parte do agressor). 
• Outros Materiais: absorvente, papel higiênico, vestes íntimas (calcinhas, cuecas, 
soutiens) e roupas em geral
Solicitação e Coleta de Exames :
Conteúdo vaginal: exame bacterioscópico (Clamídia, Gonococo e Trichomonas). 
Cultura para gonococo e PCR para Clamídia, se possível descrever se tem presença de 
espermatozóides no material.
 Sangue: Anti HIV; Hepatite B (HbsAG e anti Hbs); Hepatite C (anti HCV); Sífilis; 
Transaminases; Hemograma e ß HCG (para mulheres em idade fértil). Para os exames 
de HIV, Hepatite B e Sífilis serão realizados testes rápidos. O teste HIV é confirmatório 
e os demais – sífilis e hepatite devem ser encaminhadas amostras ao LACEN para 
confirmação diagnóstica. 
Hepatites Virais 
A imunoprofilaxia contra a hepatite B deve ser considerada nos casos em que 
haja suspeita ou confirmação de exposição da vítima ao sêmen, sangue ou 
outros fluidos corpóreos do agressor; pois pessoas com esquema vacinal 
completo não necessitam de reforço ou uso de imunoglobulina humana anti-
hepatite B (IGHAHB). 
Nos casos em que não haja contato com fluidos, o agressor seja vacinado ou use 
preservativo durante todo o ato de violência sexual ou nos casos de violência 
crônica (geralmente intrafamiliar), a imunoprofilaxia contra hepatite B não está 
recomendada. 
A primeira dose da vacina contra 
hepatite B deve ser administrada 
na ocasião do atendimento e as 
doses posteriores realizadas nas 
unidades de atenção primária à 
saúde. 
A IGHAHB poderá ser administrada em até, 
no máximo, 14 dias após a violência sexual, 
mas recomenda-se aplicação nas primeiras 
48 horas após a violência nos casos de não 
imunização, esquema vacinal desconhecido 
ou incompleto das vítimas. A gestação não 
contraindica a imunização com vacina ou 
soro, em qualquer idade gestacional. A 
IGHAHB está disponível nos Centros de 
Referência para imunobiológicos especiais - 
CRIEs. 
• Explicar a importância do uso de preservativo, por seis meses, em 
razão do risco de transmissão de DST/HIV e como método 
anticoncepcional (MAC). Orientar como usar e fornecer até o retorno 
ambulatorial.
• Orientar cuidados com ferida, se apresentar lesões.
• Orientar a observação de sintomas e manifestações clínicas de 
infecções geniturinárias.• Acolher e orientar familiares e/ou acompanhantes com objetivo de 
que os mesmos proporcionem apoio no convívio diário.
• Fornecer endereço da Delegacia de Polícia, estimular a realização do 
B.O. e orientar sobre a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) se 
ocorrer durante e/ou no percurso do trabalho.
• Encaminhar para atendimento social e psicológico e agendar retorno 
ambulatorial com a enfermeira orientando sobre seguimento com 
equipe multidisciplinar.
• evitar julgar a mulher; 
• escutar calmamente a história da mulher e suas expectativas em relação à 
assistência; 
• buscar entender seu problema, a origem de seu sofrimento e as dificuldades que 
ela tem para sair da dinâmica abusiva; 
• mapear conjuntamente a rede de suporte social que ela já tem ou pode acionar, 
como seu trabalho, amigos, família, recursos materiais. Apontar as possibilidades 
e reforçar pontos positivos; mapear potenciais riscos que a mulher pode correr 
(presença de armas e ameaças) e avaliar junto com a mulher sobre tais riscos, 
tentativas anteriores e formas de prevenção; 
• partindo das questões trazidas pelas mulheres em atendimento, informar que a 
violência é uma situação de alta ocorrência, tem caráter social e está associada 
às desigualdades de direitos entre o homem e a mulher; 
• discutir os planos da mulher para a vida dela, buscando encontrar alternativas à 
situação atual.
• Agendar de 3 a 5 retornos 
Unidade de Referência 
Referencial Bibliografico 
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	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18: LEGISLAÇÃO
	Slide 19: LEGISLAÇÃO
	Slide 20
	Slide 21
	Slide 22: Acolhimento Humanizado
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25
	Slide 26
	Slide 27: Atendimento na ocorrência imediata
	Slide 28
	Slide 29
	Slide 30
	Slide 31
	Slide 32
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	Slide 35
	Slide 36
	Slide 37
	Slide 38
	Slide 39
	Slide 40
	Slide 41
	Slide 42
	Slide 43
	Slide 44
	Slide 45
	Slide 46
	Slide 47: Referencial Bibliografico

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