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Apostila Interpretação De textos Era uma tarde ensolarada quando Lucas e Sofia decidiram caminhar pela praia. Enquanto andavam descalços na areia, viram algo brilhando perto das pedras. Curiosos, correram até lá e encontraram uma garrafa de vidro com uma tampa de rolha. Dentro da garrafa havia um papel dobrado. Com cuidado, Sofia tirou a tampa e puxou o bilhete. Nele estava escrito: "Se você encontrou esta garrafa, saiba que existe um tesouro escondido perto do coqueiro mais alto da praia. Mas para encontrá-lo, é preciso observar bem ao seu redor e usar a imaginação." Os olhos de Lucas brilharam de emoção. "Vamos procurar o coqueiro mais alto!", disse animado. Eles correram pela areia, comparando os tamanhos dos coqueiros até acharem um bem alto, que fazia sombra até na areia molhada. Cavaram um pouco perto do tronco e, para surpresa deles, encontraram uma caixinha de madeira. Dentro, havia conchas coloridas, pedrinhas brilhantes e um bilhete dizendo: "O verdadeiro tesouro é a amizade e as aventuras que vivemos juntos. Guarde esse momento com carinho!" Sorrindo, Lucas e Sofia guardaram algumas conchas como lembrança daquele dia inesquecível. Leia com atenção O Mistério da Garrafa na Praia NOME:______________________________ DATA:____________ 1. O que Lucas e Sofia encontraram na praia que deu início à aventura? 2. Qual era a dica escrita no bilhete dentro da garrafa? 3. Segundo o último bilhete, qual era o verdadeiro tesouro que eles encontraram? Responda as perguntas NOME:______________________________ DATA:____________ 4. Por que Lucas e Sofia ficaram curiosos ao ver a garrafa? 5. Como eles descobriram qual era o coqueiro mais alto da praia? 6. O que tinha dentro da caixinha de madeira que encontraram? 7. Qual foi a reação de Lucas quando leu o primeiro bilhete? 8. Que sentimento o texto transmite sobre amizade e aventura? 9. Você já viveu alguma aventura parecida com a dos personagens? Conte como foi. 10. O que você faria se encontrasse uma garrafa misteriosa na praia? Isabela era uma menina muito curiosa. Um dia, ao visitar a casa do seu avô, encontrou uma caixa grande coberta com um pano colorido no sótão. — O que é isso, vovô? — perguntou. O avô sorriu e respondeu: — Essa é a minha Máquina de Guardar Memórias. Eu mesmo construí quando era jovem. Isabela arregalou os olhos. — Sério? Ela funciona? — Claro! Mas ela não guarda fotos nem vídeos. Ela guarda sentimentos e momentos especiais — explicou ele. Juntos, eles ligaram a máquina. Ela fazia um som leve, como o vento passando por folhas. O avô pediu que Isabela pensasse em uma lembrança feliz. Ela fechou os olhos e se lembrou da vez em que aprendeu a andar de bicicleta sozinha. A máquina piscou uma luz azul e fez um “clic”. O avô sorriu: — Agora essa lembrança está registrada para sempre. Isabela passou a tarde com o avô, lembrando de momentos bons, como o dia em que ganhou seu cachorro e a primeira vez que foi à praia. A cada lembrança, a máquina piscava uma nova cor. No fim do dia, o avô disse: — As lembranças mais valiosas não precisam de fotos. Elas vivem dentro do nosso coração. Mas é sempre bom parar para recordar. Isabela nunca mais esqueceu daquele dia… e nem da Máquina de Guardar Memórias. Leia com atenção A Máquina de Guardar Memórias NOME:______________________________ DATA:____________ Responda as perguntas NOME:______________________________ DATA:____________ 1. Onde Isabela encontrou a Máquina de Guardar Memórias? 2. Quem construiu a máquina e com qual propósito? 3. O que a máquina era capaz de guardar? 4. Como a máquina reagia quando uma memória era registrada? 5. Qual foi a primeira lembrança que Isabela escolheu guardar? 6. Que outras lembranças Isabela registrou na máquina? 7. Qual era a aparência ou o som da máquina quando estava ligada? 8. O que o avô quis dizer ao dizer que “as lembranças vivem no coração”? 9. Por que esse dia foi tão especial para Isabela? 10. Se você tivesse uma máquina dessas, qual memória você colocaria nela primeiro? Era uma vez uma floresta cheia de animais diferentes, que viviam em paz e harmonia. Um dia, o macaco Joca teve uma ideia: — Que tal fazermos uma corrida para ver quem é o mais rápido da floresta? Todos os animais acharam a ideia divertida. A onça, o coelho, o tatu, o papagaio e até a tartaruga quiseram participar. Mas quando a tartaruga se inscreveu, muitos começaram a rir. — Você é lenta demais! Vai chegar por último — zombou a onça. Mesmo assim, a tartaruga sorriu e disse com calma: — Não importa se sou lenta. O importante é participar. No dia da corrida, todos se alinharam na largada. Quando o macaco gritou “já!”, a onça saiu disparada, o coelho pulava rápido e o papagaio voava alto. A tartaruga, devagarinho, dava um passo de cada vez. Mas com o tempo, a onça se distraiu com borboletas, o coelho parou para comer cenouras, o papagaio se esqueceu da corrida ao conversar com os outros pássaros e o tatu cavou um buraco e ficou preso! Quem continuou firme, sem parar? A tartaruga! Ela cruzou a linha de chegada enquanto todos os outros ainda estavam longe. Quando perceberam, correram até ela surpresos. — Como você conseguiu ganhar? A tartaruga respondeu sorrindo: — Eu não fui a mais rápida, mas fui a mais focada. Desde então, os animais aprenderam que persistência e concentração valem mais do que velocidade. Leia com atenção A Corrida dos Animais da Floresta NOME:______________________________ DATA:____________ Responda as perguntas NOME:______________________________ DATA:____________ 1. Qual foi a ideia do macaco Joca? 2. Quais animais participaram da corrida? 3. O que os outros animais disseram quando a tartaruga quis participar? 4. Como a tartaruga respondeu às zombarias? 5. O que aconteceu com a onça durante a corrida? 6. Por que o coelho parou no caminho? 7. Qual foi o erro do papagaio durante a corrida? 8. Como a tartaruga conseguiu vencer a corrida? 9. Qual foi a principal lição que os animais aprenderam com a tartaruga? 10. Você já viveu alguma situação em que precisou ter paciência e foco? Conte como foi. Leia com atenção Suco Mágico da Dona Laranja NOME:______________________________ DATA:____________ Dona Laranja era uma senhora simpática que morava no alto de uma colina. Ela tinha um pomar cheio de frutas e fazia sucos deliciosos para os moradores da vila. Mas seu suco de laranja era o mais especial: parecia deixar as pessoas mais felizes. Um dia, Pedro, um menino curioso da vila, resolveu perguntar: — Dona Laranja, por que seu suco é tão gostoso e deixa todo mundo sorrindo? Ela sorriu e respondeu: — Porque eu não coloco só laranjas. Coloco também paciência, carinho e uma pitadinha de esperança! Pedro achou graça, mas percebeu que havia algo diferente naquele lugar. Dona Laranja sempre tratava todos com gentileza, ouvia as histórias das pessoas e dava bons conselhos junto com o suco. Certo dia, a vila enfrentou uma grande chuva que deixou muitos moradores tristes. Pedro teve uma ideia: ajudou a Dona Laranja a preparar sucos e saíram juntos entregando copinhos de suco com bilhetinhos escritos à mão: "Vai ficar tudo bem." – "Você é importante." – "Um dia difícil também passa." As pessoas começaram a sorrir novamente. O suco era gostoso, sim, mas o que realmente fazia bem era o cuidado e a atenção por trás de cada copo. Desde então, Pedro entendeu: o melhor ingrediente da vida é o amor com que fazemos as coisas. Responda as perguntas NOME:______________________________ DATA:____________ 1. Quem era Dona Laranja e onde ela morava? 2. O que fazia o suco de laranja dela ser tão especial? 3. Como Pedro descobriu o segredo do suco? 4. Que sentimentos Dona Laranja dizia colocar no suco além da fruta? 5. O que aconteceu na vila que deixou os moradores tristes? 6. Qual foi a ideia de Pedro para ajudar as pessoas depois da chuva? 7. O que havia escrito nos bilhetes entregues com o suco? 8. Por que as pessoas voltaram a sorrir? 9. Qual foi a lição que Pedro aprendeucom Dona Laranja? 10. Você já fez algo para deixar alguém mais feliz? O que foi? Leia com atenção O Dia em que a Sujeirinha Sumiu NOME:______________________________ DATA:____________ Na cidade de Limpolândia, todos os moradores eram muito cuidadosos com a limpeza. As ruas brilhavam, os jardins eram cheios de flores, e até os cachorros usavam lencinhos perfumados. Mas, um dia, algo estranho aconteceu. A cidade inteira acordou com lixo espalhado por todos os lados: papéis, garrafas, restos de comida... Era um verdadeiro caos! — O que aconteceu? — perguntavam assustados. Foi então que a prefeita, Dona Clara Sabonete, convocou uma reunião urgente na praça. — Alguém aqui se esqueceu de algo muito importante: jogar o lixo no lugar certo! — disse com firmeza. — Mas quem? Enquanto todos tentavam lembrar o que houve, uma criaturinha apareceu no meio da praça. Era a Sujeirinha, um monstrinho todo marrom e bagunçado. — Fui eu! — disse ele. — Eu fiquei gigante porque ninguém separou o lixo, ninguém reciclou, ninguém limpou nada ontem! As crianças da escola, lideradas por uma menina chamada Júlia, tiveram uma ideia: — E se a gente fizer um mutirão de limpeza? — sugeriu ela. Todos toparam. Juntos, separaram o lixo, recolheram a sujeira e até criaram lixeiras coloridas pela cidade. Aos poucos, a Sujeirinha foi diminuindo, até virar um pontinho minúsculo e... puff! Sumiu. Desde então, a cidade de Limpolândia ficou ainda mais limpa — e todos aprenderam que cuidar do lugar onde vivemos é responsabilidade de todos. Responda as perguntas NOME:______________________________ DATA:____________ 1. Como era a cidade de Limpolândia no início da história? 2. O que aconteceu de estranho em um certo dia na cidade? 3. Quem era Dona Clara Sabonete? 4. Qual foi a reação dos moradores ao ver a cidade suja? 5. Quem apareceu na praça e confessou a bagunça? 6. Por que a Sujeirinha ficou gigante? 7. Qual foi a ideia de Júlia e das crianças da escola? 8. O que os moradores fizeram durante o mutirão de limpeza? 9. O que aconteceu com a Sujeirinha no final da história? 10. Qual é a principal lição que essa história nos ensina? Leia com atenção O Segredo da Árvore Falante NOME:______________________________ DATA:____________ No quintal da casa da vovó Lili havia uma árvore muito antiga, com um tronco grosso e galhos que se esticavam como braços gigantes. Sempre que Clara ia visitar a avó, gostava de brincar embaixo da árvore. Certo dia, enquanto lia um livro sentada à sombra, Clara ouviu uma voz baixinha: — Ei... você pode me ouvir? Assustada, ela olhou para os lados, mas não viu ninguém. — Aqui em cima! Sou eu, a árvore. Clara arregalou os olhos. A árvore estava... falando? — Você está viva? — Sempre estive. Mas só falo com quem escuta com o coração — respondeu a árvore com uma voz calma. Clara, curiosa, começou a fazer perguntas. A árvore contou que já viu muitas coisas acontecerem: festas em família, aniversários, tempestades, e até quando o quintal era apenas terra. — As pessoas se esquecem de como a natureza observa tudo em silêncio — disse a árvore. — Mas ela sente quando é bem tratada. Clara prometeu cuidar melhor do quintal. No dia seguinte, trouxe água, limpou as folhas caídas e plantou flores ao redor. — Obrigada, Clara. Quando cuidamos da natureza, ela cuida da gente também. Desde então, Clara e a Árvore Falante viraram grandes amigas — e o quintal da vovó ficou ainda mais bonito. Responda as perguntas NOME:______________________________ DATA:____________ 1. Onde ficava a árvore falante da história? 2. O que Clara gostava de fazer quando ia visitar a vovó? 3. Como Clara descobriu que a árvore falava? 4. O que a árvore disse sobre só falar com quem escuta com o coração? 5. Que tipo de coisas a árvore já tinha visto acontecer? 6. Como Clara reagiu ao ouvir a árvore falar? 7. O que Clara fez para cuidar melhor da natureza depois da conversa? 8. Qual foi a resposta da árvore após Clara cuidar do quintal? 9. O que a história quer ensinar sobre a relação entre as pessoas e a natureza? 10. Você conhece algum lugar com uma árvore especial? Como é esse lugar? Leia com atenção O Desafio da Bicicleta Vermelha NOME:______________________________ DATA:____________ Miguel ganhou uma bicicleta vermelha no seu aniversário de oito anos. Era exatamente do jeito que ele queria: com marchas, banco confortável e adesivos coloridos. Mas tinha um problema... Miguel ainda não sabia andar sem rodinhas. Ele tentou no primeiro dia, caiu. Tentou no segundo dia, caiu de novo. No terceiro, nem quis tentar. Sentou no degrau da calçada e cruzou os braços. — Eu nunca vou conseguir — resmungou. Seu pai se aproximou, sentou ao lado e disse: — Miguel, aprender leva tempo. Ninguém nasce sabendo. O segredo é continuar tentando, mesmo quando parece difícil. Miguel pensou um pouco e, no dia seguinte, decidiu tentar mais uma vez. Colocou o capacete, respirou fundo e pediu ao pai que segurasse a bicicleta. — Pronto, filho? — Pronto... eu acho. O pai correu ao lado dele, segurando com cuidado. Quando percebeu que Miguel estava se equilibrando, soltou sem avisar. Miguel pedalava sozinho! — Estou andando! — gritou, rindo. Caiu logo depois, é verdade, mas se levantou sorrindo. Desde então, Miguel nunca mais teve medo de tentar algo novo. Ele entendeu que errar faz parte do processo de aprender. Responda as perguntas NOME:______________________________ DATA:____________ 1. O que Miguel ganhou de presente de aniversário? 2. Qual era a dificuldade que ele enfrentava com a bicicleta? 3. O que aconteceu nas primeiras tentativas de Miguel? 4. Por que ele ficou desanimado depois de tentar? 5. O que o pai de Miguel disse para incentivá-lo? 6. O que Miguel fez depois de conversar com o pai? 7. Como foi o momento em que Miguel finalmente conseguiu pedalar? 8. O que aconteceu logo depois que ele conseguiu andar sozinho? 9. Qual foi a maior lição que Miguel aprendeu? 10. Você já tentou fazer algo difícil? Como se sentiu quando conseguiu? Leia com atenção O Cachorro da Vizinha NOME:______________________________ DATA:____________ Lara adorava brincar no quintal. Corria, pulava corda e cuidava das plantinhas que ela mesma ajudou a plantar. Mas tinha algo que incomodava muito: o latido do cachorro da vizinha. Todo dia, o cachorro Thor latia sem parar quando ela chegava perto da cerca. Ele era grande, barulhento e parecia bravo. — Esse cachorro não gosta de mim — dizia Lara. Um dia, sua mãe sugeriu: — Que tal tentar entender por que ele late? Às vezes, ele só quer atenção. Lara pensou e decidiu tentar. No dia seguinte, levou um pote de água, ficou sentada perto da cerca e falou com voz calma: — Oi, Thor. Eu sou a Lara. Só vim cuidar das minhas plantas. No começo, o cachorro latiu. Mas depois de alguns minutos, ficou em silêncio, observando. No dia seguinte, Lara voltou. Levou uma cenoura, depois uma bolinha. Aos poucos, Thor começou a abanar o rabo. Depois de alguns dias, ele nem latia mais quando ela aparecia. A vizinha, dona Teresa, apareceu no portão: — Que surpresa! O Thor costuma latir para todos. Mas com você, ele está tão calmo! Lara sorriu. — Acho que ele só queria ser notado com carinho. A partir daquele dia, Lara e Thor viraram grandes amigos. E Lara aprendeu que, às vezes, o que parece ser um problema é só uma chance de conhecer algo melhor. Responda as perguntas NOME:______________________________ DATA:____________ 1. O que incomodava Lara quando brincava no quintal? 2. Como era o cachorro da vizinha? 3. O que Lara pensava sobre o comportamento de Thor? 4. Qual foi a sugestão da mãe de Lara? 5. O que Lara levou no primeiro dia para tentar se aproximar de Thor? 6. Como Thor reagiu quando Lara começou a falar com ele? 7. O que Lara fez nos dias seguintes para conquistar a confiança de Thor? 8. Qual foi a reação da vizinha ao ver a mudança no comportamento do cachorro? 9. O que Lara aprendeu com essa experiência? 10. Você já teve medo de algum animalou situação e depois mudou de ideia? Conte como foi. Leia com atenção O Menino do Cantinho da Sala NOME:______________________________ DATA:____________ Desde que entrou na nova escola, Caio sempre ficava no mesmo lugar: no cantinho da sala, perto da janela. Ele era quieto, quase não falava com ninguém e sempre levava o mesmo lanche — pão com queijo e suco de uva. Os colegas achavam Caio "esquisito" e não tentavam se aproximar. Até que um dia, a professora pediu um trabalho em dupla e sorteou os nomes. Júlia, uma menina alegre e comunicativa, caiu com ele. — Oi, Caio! Podemos fazer o cartaz juntos depois da aula? — perguntou com um sorriso. Ele respondeu com um aceno de cabeça, tímido. Na hora do trabalho, Júlia percebeu que Caio desenhava muito bem. Ele fazia letras bonitas, coloria com capricho e teve ideias criativas para o cartaz. — Uau! Você tem talento! — elogiou. Caio sorriu pela primeira vez. E no dia seguinte, sentou um pouco mais perto do centro da sala. Com o tempo, Júlia começou a chamá-lo para brincar no intervalo. Outros colegas foram se aproximando, curiosos para conhecer o menino do cantinho. Caio foi se sentindo mais à vontade, e a sala ficou mais unida. A professora notou a mudança e disse: — Às vezes, tudo o que alguém precisa é de uma chance. Responda as perguntas NOME:______________________________ DATA:____________ 1. Onde Caio costumava ficar na sala de aula? 2. Como era o comportamento de Caio no início da história? 3. O que os colegas achavam dele? 4. Quem foi sorteada para fazer um trabalho em dupla com Caio? 5. Como Caio reagiu quando Júlia falou com ele? 6. O que Júlia descobriu durante o trabalho com Caio? 7. Qual foi a reação de Caio ao ser elogiado? 8. O que mudou no comportamento dele depois disso? 9. Qual foi a atitude de Júlia que fez diferença na história? 10. O que a professora quis dizer com a frase: “Às vezes, tudo o que alguém precisa é de uma chance”? DECLARAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS Este material é protegido pela Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/98). Seu uso é exclusivamente pessoal e/ou profissional, sendo proibida sua revenda, cópia ou distribuição, mesmo que de forma gratuita. Este material é de uso pessoal. Não pode ser comercializado por terceiros, nem compartilhado em redes sociais. 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