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2 UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO DE ENFERMAGEM – MANAUS-AM RELATÓRIO DE LITERATURA LUCIANA NONATO TAVEIRA UP20205269 MANAUS-AM 2024 UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO DE ENFERMAGEM – MANAUS-AM LUCIANA NONATO TAVEIRA RELATÓRIO DE LITERATURA Projeto de pesquisa apresentado ao curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Paulista – UNIP, como requisito parcial para obtenção de nota do caso clínico solicitado. Preceptor: Luís Henrique Oliveira de Araújo. MANAUS – AM 2024 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 4 RELATÓRIO DE LITERATURA 5 1.1 Carrinho de Emergência 5 1.2 Utilização de Precauções 6 1.3 Coleta de materiais para exames: urina, sangue, fezes 7 INTRODUÇÃO RELATÓRIO DE LITERATURA 1.1 Carrinho de Emergência Conforme a revista Saúde em Foco, 2021, o enfermeiro é o líder da equipe de enfermagem e o responsável técnico em organizar e manter os carrinhos de emergência em ordem, estabelecer uma escala de limpeza, supervisionar o cumprimento das atividades pelos técnicos de enfermagem conforme a escala, realizar testes funcionais do laringoscópio e do desfibrilador, verificar os lacres dos carrinhos de emergência incluindo os medicamentos e os materiais, listar, quantificar e repor os medicamentos e materiais utilizados ou vencidos diariamente e realizar o controle periódico dos matérias do carrinho quanto à presença, quantidade e validade. Os carrinhos de emergência estão presentes em todas as unidades de assistência ao doente a fim de facilitar a intervenção perante uma possível PCR. A importância de começar a padronização, entendendo o processo, detalhando os passos críticos e sequenciais necessários para que os profissionais de saúde alcancem os resultados esperados em suas tarefas, e isso pode ser feito por meio de uma representação organizada como o POP. A conferencia sistémica do carrinho de emergência é obrigatória para garantir o atendimento seguro. Ela é realizada pelo enfermeiro juntamente de uma lista onde estão descritos todos os materiais que devem conter no carrinho, é feita diariamente onde se confere o lacre, a presença da tabua, das laminas de intubação orotraqueal e o funcionamento da luz da lamina, das pilhas no laringoscópio, do desfibrilador e verificar a quantidade de oxigénio no torpedo. (SAÚDE EM FOCO, 2021). Os materiais precisam ser chegados mensalmente, mantendo a observação, presença, integridade, validade e conformidade com a padronização: · Na primeira gaveta fica armazenado os medicamentos mais utilizados em situações de emergência como atropina, adrenalina, aminofilina, bicarbonato de sódio em ampola, cloreto de potássio, diazepam, dopamina, lidocaína, etc. · Na segunda gaveta estão armazenados os materiais para intubação de emergência como o ressuscitador manual, tubos endotraqueais de todos os tamanhos, laminas, fio guia, cânula de guedel, laringoscópio, etc. · Na terceira gaveta deverá ter todos os calibres como agulha, jelcos, sonda vesical sonda neonasal e nasogástrica, fios de sutura, seringas, etc. · Na última gaveta deverá ter todos os tipos de soros, sendo eles o fisiológico a 0,9%, glicosado, a 5%, ringer lactato, frasco de bicarbonato a 5%, voluven e bolsas com ml variados (SAÚDE EM FOCO, 2021). 1.2 Utilização de Precauções Segundo o documento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), existem 4 tipos de precauções e como seguir cada uma, sendo elas: precaução padrão, precaução de contato, precauções para gotículas e precauções para aerossóis. É de suma importância que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes façam o uso correto independente da suspeita ou não de infecções. · Na precaução padrão, o enfermeiro deve higienizar bem as mãos antes e depois do contato com o paciente, usar luvas e avental quando houver risco de contato com sangue, secreções ou membranas mucosas, sempre trocando a cada paciente diferente, usar óculos de proteção e máscara se houver risco de respingos e quando houver contato com sangue, ou secreções e para proteção de mucosas de olhos, boca, nariz, roupa e superfícies corporais e fazer o descarte adequado utilizando a caixa pérfuro-cortante sem desconectá-las ou reencapá-las. · Na precaução de contato, o enfermeiro deve higienizar bem as mãos antes e depois do contato com o paciente, usar luvas e avental durante toda manipulação do paciente, de cateteres e sondas, do circuito e do equipamento ventilatório e de outras superfícies próximas ao leito, quando não houver disponibilidade de quarto privativo, a distância mínima entre dois leitos deve ser de um metro, o uso dos equipamentos como termômetro, esfignomanômetro e estetoscópio devem ser de uso exclusivo do paciente, é sempre importante ter um transporte para levar o paciente com segurança. · Nas precauções de gotículas, o enfermeiro deve higienizar bem as mãos antes e depois do contato com o paciente, quando não houver disponibilidade de quarto privativo, o paciente pode ser internado com outros infectados pelo mesmo microrganismo. A distância mínima entre dois leitos deve ser de um metro, o transporte do paciente deve ser evitado, mas, quando necessário, deverá usar máscara cirúrgica durante permanência fora do quarto. · Nas precauções de aerossóis, o enfermeiro deve higienizar bem as mãos antes e depois do contato com o paciente, após o contato com o paciente, usar óculos, máscara e avental quando houver risco de contato de sangue ou secreções, descarte adequadamente os pérfuro-cortantes, manter a porta do quarto sempre fechada e colocar a máscara antes de entrar no quarto, uso de máscara PFF2 N-95 para o enfermeiro e mascara comum para o paciente, transporte do paciente deve ser evitado, mas quando necessário o paciente deverá usar máscara cirúrgica durante toda sua permanência fora do quarto, pacientes com suspeita de tuberculose resistente ao tratamento não podem dividir o mesmo quarto com outros pacientes com tuberculose. 1.3 Coleta de materiais para exames: urina, sangue, fezes Segundo Silva, 2005, a coleta de exames laboratoriais de pacientes em regime de internação e em situação ambulatorial nos laboratórios de análises clínicas é uma atividade que a enfermagem desenvolve e que contribui para a promoção, manutenção e recuperação da saúde. Nesse setor, a atuação da enfermagem está assegurada pela Portaria Nº CVS-01/ 2000 do Centro de Vigilância Sanitária, que trata das condições de funcionamento dos laboratórios de análises clínicas, patologia clínica e congêneres e pela Resolução COFEN - 146/1992 que preconiza a presença e responsabilidade de um enfermeiro nos locais onde existem ações de enfermagem sendo executadas CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Revista Saúde em Foco. Edição nº 12, 2021: Desenvolvimento de um Checklist Online Para Carrinho de Emergência Hospitalar. ANVISA, https://bvsms.saude.gov.br/bvs/cartazes/precaucao_padrao_contato_goticulas_aerosois.pdf image1.jpeg image2.jpeg