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TÉCNICAS FUNDAMENTAIS
DO EXAME FÍSICO
ROBERTA TEIXEIRA PRADO
• É de suma importância para a assistência de
enfermagem e para o “cuidar” do paciente.
• Sua realização é uma fase essencial da assistência
sistematizada a ser executada pelos enfermeiros.
• É o primeiro contato que o enfermeiro tem com o
paciente e este juntamente com a entrevista faz parte
da fase inicial do Processo de enfermagem (PE) – o
histórico de enfermagem
(Tannure e Pinheiro, 2010; Barros,2010).
2
• Requer conhecimento, prática, técnica e acurácia,
para seu desenvolvimento, elementos que conversam
dentro de uma esfera complexa.
(SILVA; TEIXEIRA, 2011)
3
É uma metodologia científica de que o 
enfermeiro dispõe para aplicar seus 
conhecimentos técnicos, científicos e 
humanos na assistência ao paciente.
SAE
4
1
• 1ª etapa – Coleta de dados / Histórico/ Investigação/ (“Assessment”)
2
• 2ª etapa – Diagnóstico de Enfermagem
3
• 3ª etapa – Planejamento de Enfermagem 
4
• 4ª etapa – Implementação 
5
• 5ª etapa – Avaliação de Enfermagem
Etapas do Processo de 
Enfermagem
5
Importância do 
Exame Físico
 Conhecer o cliente;
 Identificar problemas;
 Determinar cuidados;
 Decidir prioridades;
 Avaliar a assistência;
 Exercer assistência preventiva;
 Determinar parâmetros de normalidade e os
desvios da mesma;
 Fazer educação em saúde.
 Direciona o Processo de Enfermagem
6
O histórico de Enfermagem engloba dois 
momentos:
ANAMNESE DE ENFERMAGEM
EXAME FÍSICO
BASES DO PROCESSO DE ENFERMAGEM
IDENTIFICAÇÃO DOS PROBLEMAS DE ENFERMAGEM
O exame físico tem como propósito identificar as
necessidades, os problemas, as preocupações, e as
reações humanas do cliente. Assim, fornece os dados
para a elaboração dos diagnósticos de enfermagem. 7
• Através da anamnese e do exame físico:
- é possível conhecer o cliente;
- estabelecer vínculos de confiança;
- identificar alterações biopsicossociais
e espirituais;
- prosseguir definindo diagnósticos de
enfermagem, traçando metas e ou
prescrições de enfermagem,
avaliando o paciente e realizando
registros.
(Tannure e Pinheiro, 2010; Barros, 2010).
8
• Avalia a efetividade dos cuidados de
enfermagem
• proporciona individualização da
assistência
• Obtenção de melhores resultados
(Tannure e Pinheiro, 2010; Barros, 2010).
O EXAME FÍSICO
9
 Coleta de dados;
 Validação dos dados;
 Agrupamento dos dados;
 Identificação dos padrões
 Registro dos dados
CINCO PASSOS DA 
FASE DE INVESTIGAÇÃO 
PROPOSTOS POR 
Alfaro-Lefevre (1994)
http://www.alfaroteachsmart.com/about.cfm
10
A realização do exame físico envolve 
competências técnicas (relacionadas ao 
domínio de determinadas especialidades), 
intelectuais (aplicações de aptidões mentais) e 
cognitivas (integração de capacidade 
intelectual e domínio de ações e 
conhecimentos) 
(SILVA, TEIXEIRA, 2011)
11
O EXAME 
FÍSICO
12
O EXAME FÍSICO
• Deverá ser realizado após a anamnese de enfermagem;
• Deverá complementar o raciocínio crítico do
enfermeiro;
• O enfermeiro deve ser ético e respeitar o método
clínico; preservar regiões onde o cliente esteja
queixando-se de dores;
13
O EXAME FÍSICO
• Método relevante para o planejamento do cuidado do
enfermeiro;
• Busca avaliar o cliente através de sinais e sintomas, 
anormalidades que podem sugerir problemas no processo
de saúde e doença.
• Realizado de maneira sistematizada  sentido céfalo-
podálico  avaliação minuciosa de todos os segmentos do
corpo  técnicas propedêuticas: inspeção, palpação,
percussão e ausculta. 14
O EXAME FÍSICO
 Para realizar o exame físico o enfermeiro necessita de
instrumentos como:
• esfigmomanômetro, estetoscópio, termômetro, diapasão,
martelo de reflexo, espéculo de Collin, lanternas,
otoscópio, luvas de procedimento, luvas estéreis, dentre
outros.
 Além destes instrumentos básicos para a realização do
exame físico, o enfermeiro deve utilizar os órgãos do
sentido: visão, audição, tato e olfato para subsidiar o seu
plano de cuidar/ cuidado (Ohi et al, 2010). 15
O EXAME FÍSICO
• Importante que o enfermeiro na fase
do exame físico vá além das técnicas
propedêuticas utilizadas (inspeção,
palpação, percussão e ausculta), mas
faz-se necessária a compreensão do
aspecto da fisiologia normal, patologia
clínica e também de diagnósticos por
imagem (Souza et al, 2010).
16
 Antes de iniciar o exame físico o enfermeiro deve ter em
mente que está lidando com uma pessoa de sentimentos,
vulnerável por estar exposta fisicamente e ansiosa pelo
resultado do exame físico. Sendo assim, deve:
• demonstrar segurança, paciência e delicadeza,
• garantir a privacidade do paciente,
• orientar o paciente sobre todos os
procedimentos
Minimizar a tensão ou inibição do 
paciente, garantir a humanização do 
atendimento, bem como sua 
colaboração durante o exame.
O EXAME FÍSICO
Preparo doAmbiente
 Privacidade
 Conforto
 Iluminação
 Ruídos
Preparo doMaterial
 Desinfecção
 Funcionamento
Preparo doPaciente
18
Preparo doPaciente
 Organizarsequência
 Abordagemprofissional
 Tom de voz e expressãocalmos
 Vestir e cobrir adequadamente
 Auxiliar noposicionamento
 Dar ciência das manobras e intuitos
 Deixar à vontade para perguntas e queixas
 Recomeçar ou interromper senecessário 19
 O examinador deve postar-se ao redor do
paciente de acordo com a necessidade da
manobra a ser realizada.
 É clássica a recomendação de colocar-se à
direita do paciente, no entanto, a posição deve
ser a mais confortável possível, sem adaptações
que prejudiquem quaisquer dos sentidos a
serem utilizados.
20
Regras de ouro do relacionamento 
terapêutico:
 respeite seu paciente;
 seja empático - coloque-se no lugar
do paciente ;
 estude e adquira conhecimento antes
de lidar com os pacientes;
 apresente- se ao paciente e diga seu
nome. A seguir, pergunte o nome
dele e NÃO ESQUEÇA;
 Refira-se e dirigija-se a ele sempre
pelo nome e não pelo número do seu
leito ou enfermaria;
Regras de ouro do relacionamento 
terapêutico:
 antes de examinar o paciente
pergunte se ele está disposto se tem
alguma dor ou algo que possa
prejudicar ou impedir seu exame;
 olhe seu paciente nos olhos;
 leia nas entre linhas o que o
paciente não está lhe dizendo
observe- o, análise- o, descubra o
que o aflige- realmente mantenha
sua mente aberta. SINTA O
PACIENTE!
Regras de ouro do relacionamento 
terapêutico:
 Examine o paciente como um todo e
não somente o local da sua queixa;
 toque no paciente- sinta-o e o deixe
se sentir!
 examine o paciente sempre pelo
lado direito dele. Em poucas
situações essa regra poderá ser
descumprida, lembrando que o mais
importante é o conforto e a
segurança do paciente;
Regras de ouro do relacionamento 
terapêutico:
 jamais examine simultaneamente
um paciente que está sendo
examinado por uma outra pessoa.
Espere terminar e, após apresentar-
se, solicite permissão ao paciente,
explique o que será realizado e, se
autorizado, proceda o exame;
 Durante exame físico observe
continuamente a face do paciente.Se
notar qualquer sinal de dor
interrompa mediatamente a
manobra realizada pois a mesma
estará predicada pela dor do
paciente;
Regras de ouro do relacionamento 
terapêutico:
 sinta seu paciente!;
 utilize temos que o paciente possa
entender;
 seja o mais simples possível;
 explique quantas vezes for
necessário até que você se convença
de que ele entendeu suas orientações
e/ou explicações;
 seja sempre seguro- não tenha medo
de dizer ao paciente que não sabe
algo.Diga com segurança que irá
pesquisar e que depois repassará
informação (nãoesqueça que ele
estará aguardando a resposta);
O paciente espera:
 atenção
 conhecimento
 compreensão
 paciência
 consideração
 segurança
 presteza
 informação precisa
Pontos importantes ao realizar um
exame físico:
- Realizar o exame físico de forma objetiva,
rápida e exata, para evitar cansaço e
desinteresse por parte do paciente;
- Necessário que examinador e
examinado ocupem posições
adequadas para o exame físico (as
posições mais comuns sentada,
dorsal, ventral, ortostática- além
de outras específicas).
Barros (2010)
 Necessário realizar divisão da superfície corporal em
regiões (de acordo com Sociedade Brasileira de
Anatomia) ou em metodologias sistemáticas (método
céfalo-podálico; sistemas principais, padrões
funcionais, padrões da reação humana);
 Importante boa iluminação e ambiente calmo;
 Privacidade do paciente deve ser respeitada o máximo 
possível (usando de biombos e porta fechada, além de 
expor apenas a parte a ser examinada);
28
- Empregar a terminologia técnica específica na descrição
dos dados;
- Registrar de forma objetiva e clara- o que proporciona
comunicação entre a equipe de saúde.
Enfermeiro deve atentar para:
• Higienizar as mãos
• Aquecer as mãos
• Estar com as unhas bem cortadas
- Entender que o exame físico de maneira sistemática
apresenta dois momentos: exame físico geral e exame dos
sistemas.
29
 Para realizar os exame físico o enfermeiro deve ter
conhecimento e habilidade em usar as técnicas
fundamentais do exame físico.
 Estas técnicas são:
 Inspeção;
 Palpação
 Percussão;
 Ausculta
 Utilização de aparelhos e instrumentos.
30
 Consiste em exame visual mais sistemático que
uma observação, determina condições anormais
e incomuns.
 Utiliza-se olho e nariz para obtenção de dados do
paciente.
 Vê-se o indivíduo como todo e depois em
sistemas.
 Observação visual panorâmica ou localizada, a
olho nu ou com uma lupa.
31
INSPEÇÃO
O que o enfermeiro 
deve procurar ver? 
Presença de dismorfias, distúrbios de 
desenvolvimento, lesões cutâneas, secreções e 
presença de cateteres e tubos, alterações de 
comportamento etc. 
32
 Importante comparar simetria dos lados.
 A inspeção é contínua, ou seja, ela permeia todas as outras fases
propedêuticas.
 Podemos classificar como:
• inspeção dinâmica (foca nos movimentos próprios do segmento
avaliado)
• inspeção estática (observa apenas contorno anatômico)
• frontal (olha de frente para a região a ser examinada)
• tangencial (olha de forma tangencial o local a ser avaliado)
• armada (com auxílio de instrumentos)
• desarmada (sem auxílio de instrumentos)
 Importante enfermeiro expor apenas a região que será avaliada,
proporcionando segurança e privacidade ao paciente.
(Tanure e Pinheiro, 2010; Barros, 2010; Jarvis,2012)
33
A INSPEÇÃO
LOCALIZADA PANORÂMICA
TANGENCIALFRONTAL
ARMADA DESARMADA
LUPA VIDEOSCÓPIOS
INSPEÇÃO
DEVERÁ SER COMPLEMENTADA PELA PALPAÇÃO
Inspeção dinâmica x estática
INSPEÇÃO
LOCALIZADA, FRONTAL E DESARMADA LOCALIZADA, FRONTAL E ARMADA
PANORÂMICA
TANGENCIAL 35
 Técnica que permite obtenção de dados a partir do tato e da
pressão para identificar as características das estruturas do
corpo.
 Tato permite obtenção das partes mais superficiais enquanto
pressão as partes mais profundas (Barros, 2010).
 Permite identificar textura, espessura, sensibilidade, volume,
dureza, frêmito, edema, flutuação, presença de nódulos e
massas, umidade, presença de sensação dolorosa e etc.
 A palpação pode ser superficial (1 cm) ou profunda (4 cm).
 A palpação superficial deve preceder a profunda, porque pode
provocar deslocamento de líquido, rompimento de tecido ou
provocar maciez.
 Começar com a palpação leve para identificar as superfícies e
o paciente acostumar com o exame e com o examinador,
depois prosseguir para a palpação profunda (Jarvis,2012). 36
PALPAÇÃO
37
PALPAÇÃO
INSPEÇÃO
COM AS MÃOS
EM PINÇA DORSO
DIGITOPRESSÃO PUNTIPRESSÃO
SUPERPOSTAS ESPALMADAS
USANDO AS 
DIGITAIS E O 
VENTRE DOS 
DEDOS
A PALPAÇÃO PERMITE AO ENFERMEIRO, SENTIR
ATRAVÉS DO TATO, AS ALTERAÇÕES NA SUPERFÍCIE DA
PELE, OU NA PROFUNDIDADE DOS PLANOS
ANATÔMICOS, QUE NÃO FORAM DETECTADAS PELA
INSPEÇÃO ISOLADAMENTE.
38
PALPAÇÃO
MÃOS SUPERPOSTAS MÃOS ESPALMADAS DIGITAL
UNI-MANUAL EM PINÇA
39
DIGITOPRESSÃO
FRICÇÃO COM 
ALGODÃO
Atenção:
 Puntipressão: utliza objeto pontiagudo, não cortante, para
avaliar sensibilidade dolorosa;
 Dígitopressão: pressionar usando a polpa digital do polegar
ou do indicador
 Fricção com algodão: para verificar sensibilidade tátil
40
PALPAÇÃO
 Baseia-se nas vibrações originadas de pequenos golpes na
superfície do organismo. As vibrações têm características
próprias quanto timbre, intensidade, de acordo com a região
anatômica percutida. (Jarvis,2012)
 A percussão gera vibrações que têm características próprias
e são ouvidas como tons que são diferenciados pelos
seguintes componentes:
 Amplitude (intensidade)
 Tom (frequência)
 Qualidade (timbre)
 Duração (período)
41
PERCUSSÃO
 Não realizer percussão com as unhas longas;
 Realizar dois golpes seguidos para confirmer o som;
 Em órgãos simétricos, como os pulmões, faça percussão
comparada;
 Adote uma posição correta e confortável para o exame, de
acordo com a regiáo percutida.
42
DICAS PARA REALIZAÇÃO DE PERCUSSÃO
PERCUSSÃO
DIRETA DIGITO-DIGITAL PUNHO-PERCUSSÃO PIPAROTE
SOM 
MACIÇO
TIMPÂNICO
SUBMACIÇO
ABDOMINAL TÓRAX
CLARO 
PULMONAR
MACIÇO SUBMACIÇO
BASEIA-SE NO PRINCÍPIO DE QUE AO SE GOLPEAR UMA DETERMINADA ESTRUTURA, UM SOM
SERÁ EMITIDO. ESTE SOM, ESTARÁ VARIANDO DO MACIÇO AO TIMPÂNICO, DE ACORDO COM AS
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DA ESTRUTURA GOLPEADA.
43
PERCUS-
SÃO 
COM A 
BORDA 
DA MÃO
TÉCNICAS DE 
PERCUSSÃO
PIPAROTE
DIGITAL
EM CUTELO
PUNHOPERCUSSÃO
DIGITO-DIGITAL
44
45
PERCUSSÃO DIRETA
46
PERCUSSÃO DÍGITO-DIGITAL
47
OUTROS TIPOS DE PERCUSSÃO
48
Quanto mais densa a área percutida maior será o
som, mais breve e menos discernível.
 O som maciço transmite a sensação de dureza e
resistência, é encontrado em regiões desprovidas de ar. É
decorrente da percussão de regiões sólidas. EX: fígado,
coração, osso, baço e rins.
 O Som Submaciço é a variação de som maciço, ocorre
devido à presença de ar em quantidade restrita. EX:
parênquima pulmonar e um órgão sólido – infecção de
um lobo pulmonar.
49
 O Som Timpânico é encontrado em cavidades fechadas,
recobertas por membranas flexíveis, que contenham ar.
Acompanha a sensação de elasticidade. EX: estômago e
intestinos.
 O Som Claro Pulmonar é o que se obtêm quando se
percute a área dos pulmões num “tórax normal”. Depende
da presença de ar dentro dos alvéolos e demais estruturas
pulmonares.
 Essa técnica consiste em avaliar os sons produzidos pelos órgãos.
 Avaliada quanto à frequência, intensidade, qualidade e duração.
 Utiliza instrumento chamado estetoscópio, que tenha diafragma e
campânula (devido à diferença de sons graves e agudos).
 Deve ser realizada, preferencialmente, em um ambiente sossegado e
sem ruído externo.
 O estetoscópio deve ser colocado sobre a pele nua.
 O ato de fechar os olhos auxilia bloqueando os demais estímulos
sensoriais.
50
AUSCULTA
51
CARACTERÍSTICAS DOS SONS:
### utitlizar tronco de ausculta com caixa amplificadora
 Freqüência - quanto maior, mais agudo
 Altura - Alto e baixo
 Qualidade - sopro ou borbulhante
 Duração - curta, média ou longa.
52
TIPOS DE SONS OBTIDOS PARA TREINAMENTO
* Som Maciço
- cabeceira da cama, parede, bloco de madeira
* Som Pulmonar
-colchão de mola, caixa com pedaços de isopor,
livro grosso colocado sobre a mesa
* Som Timpânico
- caixa vazia, pequeno tambor
AUSCULTA
DIRETA COM ESTETOSCÓPIO
AURICULAR PINARD
DIAFRAGMA CAMPÂNULA
ALTA FREQUÊNCIA BAIXA 
FREQUÊNCIA
BCF
Baseia-se no princípio de que algumas vísceras produzem 
ruídos, em situações fisiológicas e patológicas.
53
AUSCULTA
COM CAMPÂNULA COM DIAFRAGMA
ESTETOSCÓPIO AURICULAR
DEVEMOS EXERCER 
MAIOR PRESSÃO SOBRE 
A PELE
DEVEMOS EXERCER 
PRESSÃO MODERADA SOBRE 
A PELE
54
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O exame físico representa um instrumento de 
grande valia para a assistência, uma vez que 
permite ao enfermeiro validar os achados da 
anamnese, identificar problemas, definir 
diagnóstico de enfermagem, planejar e 
implementar ações de enfermagem .
55
A realização do exame físico de enfermagem é uma
fase essencial da assistência sistematizada que deve
ser executada de forma criteriosa pelos profissionais
enfermeiros, visando uma atuação profissional
científica.
A identificação correta dos problemas apresentados
pelos pacientes, através de uma avaliação clínica
cuidadosa, torna-se fundamental para o
desenvolvimento das ações do enfermeiro
acompanhar a evolução do paciente e direcionar o
Processo de Enfermagem.
56
O cuidado de enfermagem é entendido como um 
processo que ocorre por meio de ações, 
interações para manutenção da vida humana e 
vai muito além de técnicas, exigindo 
competências e habilidades dos profissionais. 
Envolve conhecimento técnico-científico, escuta 
sensível, paciência, compaixão, dentre outros.
(BRISCHILIARI, 2013; BEUTER, NAT, 2010)
57
58
Questão para Reflexão
De acordo com a perspectiva discutida, qual a
complexidade do cuidado envolvido na realização do
exame físico?
Referências
ALFARO-LEFEVRE, Rosalinda. Applying nursing process: a step-by-step guide. JB Lippincott, 1994.
BARROS et al. Avaliação Clinica e técnicas instrumentais para o exame físico. In: Avaliação diagnóstica de
enfermagem no adulto. São Paulo: Artmed. 2010. p. 54-69.
BEUTER, M.; NAT, A. Expressões lúdicas no cuidado hospitalar sob a ótica de enfermeiras. Escola Anna Nery
Revista de Enfermagem, v. 14, n. 3, p. 567-74, 2010.
BRISCHILIARI, A. et al. Conceitos de cuidado elaborados por enfermeiros que atuam em instituições
psiquiátricas. Ciência, Cuidado e Saúde, v. 7, 2013.
DE BARROS,A. L. B.L. Anamnese e exame físico: Avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. 3ªed. Porto Alegre: Artmed. 2016.
JARVIS C. Exame Físico e Avaliação de Saúde para Enfermagem. 6a ed. São Paulo: Elsevier; 2012.
OHI et al. Exame Físico Geral. In: Barros e Cols. Anamnese e Exame físico. Avaliação diagnóstica de enfermagem
no adulto. São Paulo: Artmed. 2010.p.117-131
SILVA, Carlos Magno Carvalho da; TEIXEIRA, Enéas Rangel. Exame físico e sua integralização ao processo de
enfermagem na perspectiva da complexidade. Escola Anna Nery Revista de Enfermagem, v. 15, n. 4, p. 723-729,
2011.
SOUZA et al. Bases Teórico-metodológicas para coleta de dados de enfermagem. In: Avaliação diagnóstica de
enfermagem no adulto. São Paulo: Artmed. 2010. p.22-51
59
60
enfbeta@yahoo.com.br
http://confissoesdeumaestreladomar.blogspot.com.br/2012/01/obrigada.html

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