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by: Samarita O foco principal seram as procariontes (Organismos unicelulares sem núcleo definido, como as bactérias. Possuem DNA livre no citoplasma, reprodução assexuada e estrutura simples) Tamanho das bactérias: 0,3 x 0,8 µm à 15 x 25 µm Genotípicas- Material genético semelhante entre as amostras. Fenotípicas – Aquilo com que elas se parecem (morfológica, coloração, estruturais, nutritivas, metabólica e sensibilidade ao antibiótico) Analisa a forma e o arranjo das bactérias. Podem ser cocos (esféricos), bacilos (bastonetes), vibriões (curvados) ou espiroquetas (helicoidais). A coloração diferencia bactérias em dois grupos: – Violeta Genciana Lugol fraco Álcool acetona Fucsina fenicada Maceteee: Luana VI ugando um Al Fusca. by: Samarita Etapas de coloração: VIOLETA + LUGOL = Todas as bactérias coradas ÁLCOOL (descorante) As GRAM+ ficam roxas e as GRAM – ficam sem cor, já na FUCSINA FENICA (corante vermelho) as GRAM- fixam na cor vermelha. – É usada para identificar bactérias ácido-álcool-resistentes (BAAR), ou seja, aquelas que têm uma parede celular rica em lipídios (ácido micólico) e não perdem a cor mesmo após o tratamento com álcool ácido. Ela marca essas bactérias em vermelho/rosa, enquanto as outras células aparecem azuis, após contra- coloração com azul de metileno. Etapas de coloração: FUCSINA + = todas ficam coradas ÁLCOOL(descorante) BAAR fixam no corante vermelho. AZUL METILENO (corante azul) outras bactérias e células fixam no corante azul. : Membrana plasmática Delimita o interior da célula e regula a entrada/saída de substâncias. Responsável por respiração celular e produção de energia (sem mitocôndrias!) Mesossomos Invaginações da membrana plasmática com enzimas respiratórias. Auxilia na divisão celular (replicação do DNA) Nucleoide Região onde fica o DNA bacteriano. Não possui membrana nuclear; DNA é circular e único. Plasmídeo Pequenas moléculas de DNA extracromossômico. Podem conter genes de resistência a antibióticos. Parede celular Dá forma, rigidez e proteção à célula. Feita de peptidoglicano (espessa em GRAM +) Cápsula Camada externa viscosa feita de polissacarídeos. Protege contra fagocitose e facilita aderência Fímbrias / Pili Apêndices curtos e finos usados para aderência e troca de material genético. Pili → conjugação; Fímbrias → aderência/virulência Flagelo Estrutura longa em forma de chicote. Proporciona motilidade (movimento) by: Samarita Esporos Estrutura de resistência produzida por algumas bactérias. Muito resistentes a calor, desinfetantes e desidratação. Ex: Bacillus e Clostridium Garantem a sobrevivência da danada Estrutura em camadas Desidrata Baixa atividade metabólica Alto teor acido dipicolínico (conferindo maior resistência) São classificados conforme a relação com o hospedeiro: Vivem às custas de um hospedeiro (folgadão) São subclassificados em COMENSAIS: sem prejuízo aparente ao hospedeiro (o que podem se transformar em patógenos por conta do comprometimento do sistema imunológico do hospedeiro) SIMBIOSE / MUTUALISMO: reciprocidade de benefícios entre o microrganismo e hospedeiro PATOGÊNICOS: causam doença ao hospedeiro Normalmente vivem em ambientes inanimados. INFECÇÃO E VIRULÊNCIA Infecção: é a entrada e multiplicação de um microrganismo no hospedeiro. Nem sempre causa sintomas ou doença. Doença clínica: acontece quando a infecção gera lesões e sintomas perceptíveis no organismo. Virulência: é o grau de patogenicidade de um microrganismo, ou seja, o quanto ele é capaz de causar doença. Exemplos: Streptococcus equi: causa garrotilho em equinos (doença bacteriana que afeta o trato respiratório superior). Salmonella : ampla variedade de hospedeiros. Yersinia pestis: pode ser comensal em roedores, mas causa peste bubônica em humanos. by: Samarita Ercherichia coli: ação patogênica diferentes em tecidos do mesmo hospedeiro, responsáveis por doenças graves no trato urinário. Streptoccus: presentes na cavdade bucal e amam uma lesãozinha para penetrar na circulação e chegar na válvula (gerando uma ENDOCARDITE) Elas podem adentrar em no sistema à partir de: Inalação Ingestão Contaminação de feridas Falha na imunidade o microrganismo burla o sistema imunológico A doença vai se manifestar causando lesões de duas formas: formadas secundariamente à reações inflamatórias : compostos microbianos. Aeróbios obrigatórios Necessitam de oxigênio para crescer Anaeróbios obrigatórios Não podem crescer e não utilizam de ar para produção e energia Anaeróbios facultativos Conseguem viver com ou sem oxigênio! (C/O₂ melhor elas crescem mais rápido S/ O₂ elas crescem do mesmo jeito) Aerotolerantes Famoso ranço do trabalho, consigo viver sem muito bem, mas tolero se tiver presente e não me prejudico. Microaerófilos Uma pequena quantidade já ta bom. Temperatura mínima: abaixo não há crescimento Temperatura máxima: acima não há crescimento Temperatura ótimo: crescimento adequado Dessa forma podemos classifica-los: Psicrófilos: ≤15°C Psicrotróficos: 20-30°C Mesófilos: 20-45°C (maioria patógenos!) Termófilos: ≥45°C Hipertermófilos: até 113°C by: Samarita As danadinhas se multiplicam de forma assexuada com a DIVISÃO BINÁRIA (cissiparidade replicação do DNA, alongamento da célula, separação do material genético, divisão da célula no meio) Claro variam conforme a espécie, ph, temperatura os nutrientes Fases do crescimento: Lag (preparo metabólico) Log (crescimento rápido) Estacionária (equilíbrio) Morte (declínio) Transformação: absorção de DNA livre de outras bactérias que foram de arrasta Transdução: transmissão de material genético mediada por vírus (bacteriófago) Conjugação: transferência por pili Condições do ambiente que influencia no crescimento bacteriano, como: Temperatura – cada bactéria tem uma faixa ideal. PH - Acidófilas: pH 0–5,5 / Neutrófilas Ph 5,5 – 8,5 (a maioria) Alcalófilas ph 8,5 - 10 by: Samarita Pressão osmótica – referesse a concentração de solutos (ex.: Sal) Bactérias não Halófilas – Não toleram altas concentrações, Bactérias Halotolerante – toleram certa concentração, mas tem um crescimento ótimo na sua ausência Bactérias Halófilas – NaCl 3% Bactérias Halófilasextremas–Nacl 15- 30% São os nutrientes essenciais que as bactérias precisam para viver e se multiplicar: Carbono (C) Essencial para formar moléculas orgânicas - Bactérias heterotróficas: obtêm o (C) de compostos orgânicos - Autotróficas: fixam CO₂ Nitrogênio (N) Forma aminoácidos, proteínas bases nitrogenadas (DNA/RNA). -Pode vir de amônia, nitratos ou diretamente do N₂ (fixadoras de nitrogênio) Enxofre (S) Componente de aminoácidos como cisteína e metionina. Fósforo (P) Essencial para DNA, RNA, ATP e fosfolipídios Oligoelementos Minerais em pequenasquantidasdes (Fe, Zn, Mg e ect) - Atuam como cofatores enzimáticos