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Na Pra�ca 
 Teoria da amostragem 
 
1. A população do estudo é o conjunto de 1.500 clientes selecionados, enquanto a amostra 
corresponde aos 2 milhões de membros do programa de fidelidade. 
 
B. 
Os 2 milhões de membros do programa de fidelidade representam a população, e o grupo de 
1.500 clientes selecionados para o ques�onário representa a amostra. 
 
2. As técnicas de amostragem são divididas em dois grandes grupos: probabilís�cas e não 
probabilís�cas. A principal diferença entre elas reside no critério de seleção: a amostragem 
probabilís�ca se baseia na aleatoriedade, garan�ndo que cada membro da população tenha 
uma chance conhecida de ser incluído na amostra. Já a amostragem não probabilís�ca u�liza 
critérios subje�vos, como conveniência ou o julgamento do pesquisador. A par�r disso, 
considere o caso abaixo: 
 
D. 
Uma amostragem probabilís�ca, como a aleatória simples ou a estra�ficada, pois garante que 
todos os indivíduos da população tenham chance de serem selecionados. 
 
3. Um dos principais obje�vos da esta�s�ca é a inferência, ou seja, a capacidade de fazer 
conclusões sobre uma população inteira a par�r dos dados de uma amostra. No entanto, 
essa generalização só é esta�s�camente válida se a amostra for representa�va, o que 
significa que ela deve refle�r as caracterís�cas da população de forma precisa. Um método 
de seleção que introduz vieses pode gerar uma amostra não representa�va, invalidando 
qualquer tenta�va de inferência. Nesse contexto, veja o caso a seguir: 
 
C. 
conveniência, o que gera um viés de seleção, pois nem todos os cidadãos �veram a mesma 
chance de par�cipar da pesquisa. 
 
4. Dentro da amostragem probabilís�ca, existem diversas técnicas para garan�r a 
aleatoriedade da seleção. A amostragem aleatória simples é a base de todas, mas, para 
populações grandes e complexas, métodos mais elaborados são frequentemente u�lizados. 
Técnicas como a amostragem estra�ficada, a sistemá�ca e a por conglomerados foram 
desenvolvidas para aumentar a eficiência, reduzir custos e lidar com as par�cularidades de 
diferentes universos populacionais. A par�r disso, considere o caso a seguir: 
 
D. 
Amostragem por conglomerados (ou por agrupamentos) em múl�plos estágios, pois há um 
sorteio de grupos (municípios, setores) em cada etapa. 
 
5. A escolha de um método de amostragem não depende de uma técnica ser "melhor" que a 
outra, mas de sua adequação aos obje�vos da pesquisa. Estudos quan�ta�vos, que buscam 
medir frequências e generalizar resultados para uma população, geralmente exigem 
amostras probabilís�cas. Em contrapar�da, estudos qualita�vos, focados em compreender 
fenômenos em profundidade, frequentemente u�lizam amostras não probabilís�cas e 
intencionais para selecionar par�cipantes que possam oferecer informações ricas sobre o 
tema. Nesse contexto, considere o caso a seguir: 
Sobre os diferentes obje�vos e as abordagens de amostragem de cada pesquisa, assinale a 
alterna�va correta. 
 
A. 
A pesquisa qualita�va u�liza uma amostragem não probabilís�ca (intencional) para 
profundidade, enquanto a quan�ta�va requer uma amostragem probabilís�ca para permi�r a 
generalização dos resultados.

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