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Avaliação dos componentes
patrimoniais
NESTE TÓPICO VOCÊ ESTUDARÁ A AVALIAÇÃO DOS COMPONENTES PATRIMONIAIS.
AUTOR(A): PROF. SILVANA GONCALVES DOS REIS
O patrimônio do Estado é composto pelos bens públicos e quem administra estes bens são a União, Estados,
Distrito Federal, Municípios, autarquias, fundações, sociedade de economia mista e empresas públicas. 
Estes bens que são lançados na conta de ativo e passivo do balanço patrimonial e precisam ser avaliados de
forma constante.
No período inflacionário anterior ao Plano Real, a avaliação do patrimônio público deixava escapar os
efeitos da inflação, subestimando valores de ativos e também não contabilizando de forma correta a
amortização, depreciação e exaustão. Até mesmo depois do advento da estabilidade financeira, muitas
entidades e até mesmo municípios não seguem a lei e as instruções da Secretaria do Tesouro Nacional e do
Conselho Federal de Contabilidade.
Em relação à Lei 4.320 (1964) art. 106, a avaliação dos elementos patrimoniais obedecerá às normas
seguintes:
I - os débitos e créditos, bem como os títulos de renda, pelo seu valor nominal, feita a conversão, quando
em moeda estrangeira, à taxa de câmbio vigente na data do balanço;
II - os bens móveis e imóveis, pelo valor de aquisição ou pelo custo de produção ou de construção;
III - os bens de almoxarifado, pelo preço médio ponderado das compras.
§ 1° Os valores em espécie, assim como os débitos e créditos, quando em moeda estrangeira, deverão figurar
ao lado das correspondentes importâncias em moeda nacional.
§ 2º As variações resultantes da conversão dos débitos, créditos e valores em espécie serão levadas à conta
patrimonial.
§ 3º Poderão ser feitas reavaliações dos bens móveis e imóveis.
 
Inicialmente devemos lembrar que abordaremos a avaliação dos itens do patrimônio pelo método do valor
monetário, ou seja, pelo curso forçado do real (R$).           
O mais plausível no 1º parágrafo para os valores em moeda estrangeira é converte-los em real utilizando as
taxas de câmbio divulgadas pelo Banco Central do Brasil, as conhecidas PTAX. As taxas divulgadas na PTAX
se referem à média das transações comerciais envolvendo as mais variadas divisas (moeda estrangeira).
                      Para obter as taxas de câmbio no intuito de realizar conversões de ativos e títulos de dívida,
seguimos em:
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https://www.bcb.gov.br/ (https://www.bcb.gov.br/) >>> Câmbio e Capitais Internacionais >>> Taxas de
Câmbio
 
            Assim, um título de dívida de US$ 1.000.000,00 convertido a taxa de câmbio de 11/05/2017 seguiria o
seguinte procedimento:
 
            US$ 1.000.000,00 x 3,1559 = R$ 3.155.900,00
 
            O 2º parágrafo é mais fácil, já que se o bem foi adquirido por R$ 150.000,00, este é o valor monetário
a ser usado como avaliativo (valor de aquisição). Da mesma forma, se foram gastos R$ 420.000,00 para se
construir uma Unidade Básica de Saúde, esse valor de construção será a sua base avaliativa.
O 3º parágrafo se refere aos estoques. Quando em moeda estrangeira serão convertidos como
exemplificamos acima. De toda a maneira o método de avaliação se dará através do Custo Médio Ponderado,
que se refere nada mais à ponderação simples entre os valores de estoques. Para o almoxarifado os bens são
avaliados pelo preço médio ponderado das compras. Vejamos um exemplo de uso do (PMC):
Em 01/03 um setor da organização pública adquiriu 100 unidades por um preço de R$10,00 por unidade,
totalizando R$ 1.000,00.
Em 10/04 o setor da organização pública adquiriu 200 unidades por um preço de R$15,00 por unidade,
totalizando R$ 3.000,00.
O PMC é calculado pela soma do total em dinheiro realizado nas compras divididas pela soma da
quantidade de bens adquiridas, assim:
PMC = R$4.000/300 unidades = R$13,33
O problema da inflação: correção do valor monetário através dos índices de preços
 
            Segundo o Banco Central do Brasil, “índices de preços são números que agregam e representam os
preços de determinada cesta de bens e serviços específicos”. Estes possuem a utilidade de quantificar a
inflação, que nada mais é do que o aumento contínuo e generalizado dos bens e serviços de uma economia.
                      Em países desenvolvidos e com total estabilidade econômica, a inflação não chega a atingir 1%
anual. Ocorre que no Brasil, a própria meta de inflação é determinada como 4,5% ao ano, podendo exercer a
tolerância de mais 2% e chegar a 6,5% ao ano. Se tais variações não forem consideradas, utilizando esse
patamar, chegaríamos ao final de 10 anos com a elevação de preços (e contínua corrosão do poder de
compra da moeda) de mais de 87%.
            Obviamente a variação de preços também deve ser utilizada para a avaliação dos itens que compõem
o patrimônio de uma entidade. O conceito mais utilizado é o de números-índices. Para tanto utiliza-se um
índice de preços confiável para os cálculos. Os principais são:
*IPCA (Índice de preços ao consumidor amplo) é o índice oficial de inflação no Brasil, sendo utilizado pelo
COPOM (Comitê de Política Monetária) como meta de inflação. É medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística) para famílias que ganham até 40 salários mínimos nas regiões metropolitanas de
SP, RJ, BH, PA, RECIFE, BELÉM, FORTALEZA, SALVADOR, CURITIBA, BRASÍLIA E GOIÂNIA (IBGE, 2017).
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https://www.bcb.gov.br/
https://www.bcb.gov.br/
*INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) também é calculado pelo IBGE, mas para famílias de até
6 salários mínimos, cujo chefe é o assalariado principal e reside nas áreas urbanas. Sua divisão é
praticamente idêntica a do IPCA, embora as porcentagens dos pesos sejam diferentes. Reajusta os salários,
inclusive o salário Mínimo (IBGE, 2017).
*O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE)
acompanha as variações nos preços dos principais produtos consumidos por famílias cuja renda alcance até
10 salários mínimos na cidade de São Paulo. É um importante termômetro para a variação de preços das
grandes metrópoles. (FIPE, 2017).
* IGP (Índice Geral de Preços), medido pela Fundação Getúlio Vargas, é um dos mais respeitados e
utilizados índices de preços. É composto pela média aritmética ponderada de três índices de preços, a saber:
- IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo), com 60% de peso;
- IPC (Índice de Preços ao Consumidor), com 30% de peso;
- INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), com 10% de peso.
O IGP, além de ser um indicador macroeconômico de grande importância, também é usado na correção de
preços e valores de contratos. Se medido do dia 1 ao dia 30 de todos os meses, o IGP recebe o nome de IGP-
DI (disponibilidade interna), corrigindo contratos do mercado financeiro; se medido do dia 21 ao dia 20 do
outro mês, o IGP se chamará IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), reajustando contratos de energia
elétrica e aluguel, por exemplo. (FGV, 2017).
 
Vejamos um quadro que ajuda a resolver o problema da correção monetária, utilizando o IGP-DI como
indicador:
Perceba que nossa tabela engloba a inflação de janeiro de 2016 a abril de 2017, medida para o mês, para o
acumulado no ano e para o acumulado em 12 meses. Mas a última coluna (número índice acumulado desde
Jan/93) é o nosso alvo. Essa coluna é a base para a elevação de preços desde 1993 e pela qual faremos dois
simples cálculos para corrigir o valor de uma imóvel municipal de R$ 500.000,00 de janeiro de 2016 para
janeiro de 2017. Calculo simples:
                      Primeiro passo: Dividimos o valor a ser corrigido pelo seu número índice do passado (janeiro de
2016).
R$ 500.000,00 : 1.637,0235 = 305,4323.
            Segundo passo: Multiplicamos o valor encontrado no primeiro passo pelo respectivo número índice
do presente (janeiro2017).
305,4323 x 1.735,1205 = R$ 529.992,00
           
Objeto disponível na plataforma
Informação:
Tabela para correção monetária IGP-DI
Objeto aprovado.
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Assim concluímos que o ativo de R$ 500.000,00 em janeiro de 2016 está reavaliado em R$ 529.992,00 para
janeiro de 2017. Da mesma maneira se dividirmos o valor de 2017 pelo de 2016, chegaremos à conclusão de
que a inflação no período foi de 5,99%.
A NBC T 16.1
 
A resolução 1.128/08 do Conselho Federal de Contabilidade aprovou a NBC T 16.1, que estabelece os
critérios e os procedimentos para a avaliação e a mensuração dos
ativos e passivos que integram o patrimônio de entidades do setor público. Essa norma disciplina
tecnicamente e de maneira mais profunda a avaliação do patrimônio público.
            Vejamos inicialmente as principais nomenclaturas utilizadas pelo Conselho (CFC, 2012):
a. avaliação patrimonial: “a atribuição de valor monetário a itens do ativo e do passivo decorrentes de
julgamento fundamentado em consenso entre as partes e que traduza, com razoabilidade, a evidenciação
dos atos e dos fatos administrativos”.
b. mensuração: “constatação de valor monetário para itens do ativo e do passivo decorrente da aplicação de
procedimentos técnicos suportados em análises qualitativas e quantitativas”.
c. reavaliação: “a adoção do valor de mercado ou de consenso entre as partes para bens do ativo, quando esse
for superior ao valor líquido contábil”.
d. redução ao valor recuperável (impairment): “o ajuste ao valor de mercado ou de consenso entre as partes
para bens do ativo, quando esse for inferior ao valor líquido contábil”.
e. valor da reavaliação ou valor da redução do ativo a valor recuperável: “diferença entre o valor líquido
contábil do bem e o valor de mercado ou de consenso, com base em laudo técnico”.
f. valor de aquisição: “a soma do preço de compra de um bem com os gastos suportados direta ou
indiretamente para colocá-lo em condição de uso”.
g. valor de mercado ou valor justo (fair value): “valor pelo qual um ativo pode ser intercambiado ou um
passivo pode ser liquidado entre partes interessadas que atuam em condições independentes e isentas ou
conhecedoras do mercado”.
h. valor bruto contábil: “valor do bem registrado na contabilidade, em uma determinada data, sem a dedução
da correspondente depreciação, amortização ou exaustão acumulada”.
i. valor líquido contábil: “valor do bem registrado na contabilidade, em determinada data, deduzido da
correspondente depreciação, amortização ou exaustão acumulada”.
j. valor realizável líquido: “quantia que a entidade do setor público espera obter com a alienação ou a
utilização de itens de inventário quando deduzidos os gastos estimados para seu acabamento, alienação
ou utilização”.
k. valor recuperável: “valor de mercado de um ativo menos o custo para a sua alienação, ou o valor que a
entidade do setor público espera recuperar pelo uso futuro desse ativo nas suas operações, o que for
maior”.
 
Vejamos então, de maneira específica, as técnicas para avaliação e mensuração dos principais índices do
patrimônio público que complementam a Lei 4.320 (1964):
Disponibilidades
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Pertencentes ao ativo, as disponibilidades são avaliadas pelo valor original. Quando estiver demonstrada
em moeda estrangeira, a conversão será feita à taxa de câmbio vigente na data do Balanço Patrimonial, do
modo que demonstramos anteriormente.
Já as aplicações financeiras de liquidez imediata deverão ser também avaliadas pelo valor original,
atualizadas até a data do Balanço Patrimonial.
Créditos e Dívidas
Da mesma maneira, todos os direitos, obrigações e títulos de créditos serão avaliados pelo valor original,
também realizada a conversão quando se tratarem de moeda estrangeira, à taxa de câmbio vigente na de
estipulação do Balanço Patrimonial.
Os riscos de recebimento e as provisões para devedores duvidosos são reconhecidos em uma conta de
ajuste, que será reduzida ou anulada quando deixarem de existir os motivos do risco.
Os direitos, os títulos de crédito e as obrigações prefixados são ajustados a valor presente, utilizando a
matemática financeira básica e o valor do dinheiro no tempo para tal cálculo. Já os pós-fixados são
ajustados calculando os encargos até a data de encerramento do balanço.
Estoques
Como já tratamos anteriormente, os estoques serão avaliados com base no valor de aquisição ou no valor de
produção ou de construção. Todos os demais gastos serão contabilizados como despesas. Caso o valor de
aquisição, da construção ou da produção for maior que o valor de mercado, o valor utilizado deverá ser o
valor de mercado.
Também como já dissemos, a avaliação das saídas dos estoques deverá ser feita pelo custo médio
ponderado. Se ocorrer qualquer deterioração, deverá ser utilizado o valor de mercado.
Já os resíduos e refugos devem ser avaliados pelo valor realizável líquido. Os estoques de animais e de
produtos agrícolas e extrativos serão avaliados pelo valor de mercado se a atividade seja primária ou se o
custo de produção seja de difícil determinação ou que acarrete gastos excessivos.
Investimentos Permanentes
As participações em empresas e em consórcios públicos ou público-privados devem ser avaliadas pelo
método da equivalência patrimonial, que consiste em atualizar o valor contábil de qualquer investimento
ao valor que é equivalente à participação societária da empresa do consórcio investidora no patrimônio. Já
as demais participações podem e devem ser avaliadas pelo seu custo de aquisição, com os ajustes apurados
em contas de resultado.
Imobilizado
O valor de aquisição, produção e construção, incluindo quaisquer gastos adicionais, deverá ser a base para a
avaliação do ativo imobilizado, incluindo os gastos adicionais ou complementares.
Se qualquer elemento do imobilizado tiver vida útil econômica limitada, como os veículos, por exemplo,
ficará sujeito a depreciação, amortização ou exaustão durante o período.
Se algum elemento do ativo imobilizado for obtido por doação (título gratuito), sua avaliação será
determinada pelo valor da avaliação obtida com base em um procedimento técnico ou através do valor
patrimonial definido pelos termos da doação, com critérios definidos em notas explicativas.
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Os gastos posteriores à aquisição do ativo imobilizado que não gerem benefícios futuros ao ativo devem ser
contabilizados como despesas. Se pelo contrário, o gasto agregar valor, este deverá ser somado ao valor do
ativo em questão.
No caso dos bens de uso comum que consomem ou consumiram recursos públicos, deve-se incluídos no
ativo não circulante da entidade responsável pela sua administração.  Sempre que possível, a avaliação dos
bens de uso comum deverá ser feita pelo valor de aquisição, construção ou produção.
Intangível
O ativo intangível (neste caso os “direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à
manutenção da atividade pública ou exercidos com essa finalidade”) serão avaliados baseado no valor de
aquisição ou de produção. No caso de doação suas evidencias deverão ser demonstradas em notas
explicativas.
Possíveis gastos posteriores à sua aquisição também devem ser incorporados ao valor do ativo se gerarem
benefícios econômicos futuros; no caso de qualquer outro gasto, a contabilização é feita com o
reconhecimento de despesa. 
Diferido
A NBC T 16.1 define o ativo diferido aqui como “despesas pré-operacionais e os gastos de reestruturação
que contribuirão, efetivamente, para a prestação de serviços públicos de mais de um exercício e que não
configurem tão-somente uma redução de custos ou acréscimo na eficiência operacional”. Estes deverão ser
avaliados pelo seu custo observado, sendo deduzido quaisquerperdas de valor sofridas ao longo de sua vida
útil através da redução ao valor recuperável, o chamado impairment.
Agora que você já estudou esta aula acesse a plataforma AVA, resolva os exercícios e verifique seu
conhecimento. Caso fique com alguma dúvida, leve a questão ao Fórum e divida com seus colegas e
professor.
 
ATIVIDADE FINAL
Em relação à Lei 4.320 (1964) art. 106, a avaliação dos elementos
patrimoniais, aponte a alternativa incorreta:
A. Os bens móveis e imóveis são avaliados pelo valor de aquisição ou pelo custo de produção ou de
construção. 
B. Os bens de almoxarifado são avaliados pelo preço médio ponderado das compras. 
C. As reavaliações dos bens móveis e imóveis poderão ser realizadas. 
D. Os débitos e créditos e os títulos de renda, quando em moeda estrangeira, serão avaliados pelo
respectivo valor desta divisa. 
Separamos algumas hipóteses a respeito da avaliação patrimonial
segundo o Conselho Federal de Contabilidade. Observe abaixo:
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I – Os riscos de recebimento e as provisões para devedores duvidosos
são reconhecidos em uma conta de ajuste, que será reduzida ou anulada
quando deixarem de existir os motivos do risco.
II – As aplicações financeiras de liquidez imediata não deverão ser
também avaliadas pelo valor original, atualizadas até a data do Balanço
Patrimonial.
III – Sobre o ativo diferido, deve ser deduzido quaisquer perdas de valor
sofridas ao longo de sua vida útil através da redução ao valor
recuperável.
IV – A avaliação dos bens de uso comum deverá ser feita pelo valor de
aquisição, construção ou produção.
V - Os gastos posteriores à aquisição do ativo imobilizado que não
gerem benefícios futuros ao ativo devem ser contabilizados como
receitas.
Assim, a alternativa com o maior número de hipóteses corretas está
em:
A. I, II e V
B. III, IV e V
C. II e III
D. I e IV
E. I, III e IV
REFERÊNCIA
BRASIL. LEI N 4.320, DE 17 DE MARÇO DE 1964.
(http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%206.404-1976?
OpenDocument) Estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e
balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal. Seção 1 - 5/5/1964, Página 3921
(Promulgação de Vetos).
o
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http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%206.404-1976?OpenDocument
http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%206.404-1976?OpenDocument
http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%206.404-1976?OpenDocument
http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%206.404-1976?OpenDocument
FGV. Disponível em . Acesso em 03 maio, 2017.
FIPE. Disponível em . Acesso em 04 maio, 2017.
IBGE. Disponível em . Acesso em 06 maio, 2017.
IPEADATA. Disponível em . Acesso em 05 maio, 2017.
MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO. "PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS
PATRIMONIAIS". Brasília, 2009.
NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE. "Contabilidade aplicada ao setor público: NBCs".  T 16.1 a
16.11. Conselho Federal de Contabilidade. Brasília: Conselho Federal de Contabilidade, 2012.
PORTAL BRASIL. Disponível em . Acesso em 13 maio, 2017.
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