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Já que eu voltei é prática por desses laboratórios aqui e aí eu vou eu tenho uns 
 áudio que eu coloquei é uns áudio da Daiane da Mirella que foram aulas desse 
 meio um pouco desses conteúdos sabe e teve também apps que é não sei se 
 tem material sobre isso mas é porque eu preciso que você resume um pouco do 
 que eu vou ver principalmente Na Na de fisiologia e de anatomia 
 principalmente na parte da mirela pq ela passa atividade do conteudo 
 Práticas (Laboratórios Morfofuncionais) 
 Objetivos do Laboratório: Compreender a morfofisiologia do sistema reprodutor 
 masculino; caracterizar geneticamente a Síndrome de Turner e Klinefelter. 
 • Anatomia: Compreender a anatomia do aparelho reprodutor masculino e da região 
 perineal masculina. 
 • Fisiologia/Bioquímica: Compreender o mecanismo de ação dos andrógenos 
 (testosterona e DHT); compreender a composição e a formação do esperma; discutir 
 as características dos espermatozoides. 
 • Histologia/Embriologia/Genética: Compreender a histologia do testículo (abordar a 
 diferenciação das células espermatogênicas), do epididímo e das glândulas 
 anexas; compreender a formação e a diferenciação gonadal e gametogênese; 
 caracterizar geneticamente a Síndrome de Turner e Klinefelter. 
 Semana 14: Sistema Reprodutor / Sistema Urinário Objetivo da semana: Estudar a 
 anatomia, embriologia e fisiologia dos órgãos genitais masculinos; compreender a 
 anatomia e a embriologia renal. Problemas da semana S14P1. Será que vai descer? 
 Um recém-nascido saudável suscitou preocupações quando seus pais notaram que 
 um de seus testículos estava ausente na bolsa escrotal. O médico esclareceu que 
 esse fenômeno acontece quando um ou ambos os testículos não completam a 
 descida do abdômen para o escroto, durante o período gestacional. Essa condição 
 pode impactar na produção de gametas. Diante da explicação, os pais questionaram 
 se outros órgãos também poderiam ser afetados. Objetivos de Aprendizagem: • 
 Descrever a anatomia (inervação e vascularização) dos órgãos genitais masculinos. • 
 Discutir a embriologia dos órgãos genitais masculinos. • Explicar a anatomia e a 
 histologia das gônadas e suas estruturas de proteção e fixação. • Compreender a 
 gametogênese masculina (espermatogênese). Orientações para o Tutor: Os órgãos 
 do sistema genital masculino incluem os testículos, um sistema de ductos (epidídimo, 
 ducto deferente, ductos ejaculatórios e uretra), glândulas sexuais acessórias 
 (glândulas seminais, próstata e glândulas bulbouretrais) e várias estruturas de apoio, 
 incluindo o escroto e o pênis. Os testículos (gônadas masculinas) produzem 
 espermatozoides e secretam hormônios. O sistema de ductos transporta e armazena 
 os espermatozoides, auxilia em sua maturação e libera-os para o meio externo. O 
 sêmen contém espermatozoides mais as secreções produzidas pelas glândulas 
 sexuais acessórias. O pênis entrega os espermatozoides no aparelho reprodutivo 
 feminino, e o escroto contém os testículos. O desenvolvimento do sistema genital 
 masculino consiste em (1) gônadas ou glândulas sexuais primitivas, (2) ductos 
 genitais e (3) genitália externa. Os três componentes passam por um estágio 
 indiferenciado em que podem se desenvolver tanto em homem quanto em mulher. O 
 sistema de ductos e a genitália externa indiferenciada se desenvolvem sob a 
 influência de hormônios. Durante o estágio indiferenciado, há dois sistemas de ductos: 
 o ducto mesonéfrico e o ducto paramesonéfrico. A testosterona, produzida pelas 
 células de Leydig nos testículos, estimula o desenvolvimento de ductos mesonéfricos 
 para formar os ductos deferentes, o epidídimo, o vaso deferente e o ducto 
 ejaculatório. A substância inibidora mülleriana (MIS), também chamada de hormônio 
 antimülleriano (AMH), produzida pelas células de Sertoli, promove a regressão dos 
 ductos paramesonéfricos. A di-hidrotestosterona estimula o desenvolvimento da 
 genitália externa, incluindo o pênis e o escroto. A genitália externa também se inicia 
 em um estágio indiferenciado. Primeiramente, um tubérculo genital, duas saliências 
 genitais e duas pregas cloacais formam-se no exterior do assoalho pélvico. Quando o 
 septo urorretal alcança o assoalho pélvico para separar o canal anal do seio urogenital 
 primitivo (que em breve formará a bexiga), as pregas cloacais passam a ser 
 chamadas de pregas uretrais. No homem, o tubérculo genital cresce e é chamado de 
 falo. Conforme cresce, une as pregas uretrais, e essa fusão forma o corpo do pênis. 
 Enquanto isso, as saliências genitais crescem para formar as saliências escrotais, e 
 estas também se unem e se fundem na linha média. Embora os fatores de iniciação 
 sejam desconhecidos, na puberdade, determinadas células neurossecretoras do 
 hipotálamo aumentam a sua secreção de hormônio liberador de gonadotropina 
 (GnRH). Esse hormônio estimula, por sua vez, os gonadotropos na adeno-hipófise a 
 aumentar sua secreção de duas gonadotropinas, o hormônio luteinizante (LH) e o 
 hormônio foliculoestimulante (FSH) que controlam a secreção de testosterona e a 
 espermatogênese. O LH estimula as células intersticiais a secretar o hormônio 
 testosterona. A testosterona, via feedback negativo, suprime a secreção de LH pelos 
 gonadotropos da adeno-hipófise e suprime a secreção de GnRH pelas células 
 neurossecretoras do hipotálamo. O FSH atua indiretamente ao estimular a 
 espermatogênese. A espermatogênese leva de 65 a 75 dias. Começa com a 
 espermatogônias, que contêm o número diploide (2n) de cromossomos. As 
 espermatogônias são tipos de células-tronco; quando sofrem mitose, algumas 
 espermatogônias permanecem próximas da membrana basal dos túbulos seminíferos 
 em um estado não diferenciado, para servir como um reservatório de células para a 
 divisão celular futura e subsequente produção de espermatozoides. O restante das 
 espermatogônias perde contato com a membrana basal, espreme-se através das 
 junções oclusivas da barreira hematotesticular, sofre alterações de desenvolvimento e 
 diferencia-se em espermatócitos primários que são diploides (2n). Pouco depois de se 
 formar, cada espermatócito primário replica seu DNA e, então, começa a meiose. Na 
 meiose I, pares de cromossomos homólogos se alinham na placa metafásica, e ocorre 
 o crossing-over. Em seguida, o fuso meiótico puxa um cromossomo (duplicado) de 
 cada par para um polo oposto da célula em divisão. As duas células formadas pela 
 meiose I são chamadas de espermatócitos secundários. Cada espermatócito 
 secundário tem 23 cromossomos, o número haploide (n). Cada cromossomo dentro 
 de um espermatócito secundário, no entanto, é constituído por 2 cromátides (2 cópias 
 do DNA) ainda ligadas por um centrômero. Não há replicação de DNA nos 
 espermatócitos secundários. Na meiose II, os cromossomos se alinham em fila 
 indiana ao longo da placa metafásica, e as duas cromátides de cada cromossomo se 
 separam. As quatro células haploides resultantes da meiose II são chamadas de 
 espermátides. Portanto, um único espermatócito primário produz quatro espermátides 
 por meio de dois episódios de divisão celular (meiose I e meiose II). Durante a 
 espermatogênese, ocorre um processo único. Conforme as células espermatogênicas 
 proliferam, elas não conseguem completar a separação citoplasmática (citocinese). As 
 células permanecem em contato por meio de pontes citoplasmáticas ao longo de todo 
 o seu desenvolvimento. Esse padrão de desenvolvimento provavelmente é 
 responsável pela produção sincronizada de espermatozoides em qualquer área do 
 túbulo seminífero. Também pode ser importante para a sobrevivência de metade dos 
 espermatozoides contendo um cromossomo X e metade contendo um cromossomo Y. 
 O cromossomo X maior pode transportar os genes necessários para a 
 espermatogênese que estão faltando no cromossomo Y menor. A fase final da 
 espermatogênese, a espermiogênese, consiste no desenvolvimento de espermátides 
 haploides em espermatozoides. Não ocorre divisãocelular na espermiogênese; cada 
 espermátide se torna um espermatozoide único. Durante esse processo, as 
 espermátides esféricas se transformam no espermatozoide delgado e alongado. Um 
 acrossomo (descrito em breve) forma-se no topo do núcleo, que se condensa e se 
 alonga, um flagelo se desenvolve, e as mitocôndrias se multiplicam. As células 
 sustentaculares eliminam o excesso de citoplasma que se desprende. Por fim, os 
 espermatozoides são liberados de suas conexões com as células sustentaculares, em 
 um evento conhecido como espermiação. O espermatozoide, então, entra no lúmen 
 do túbulo seminífero. O líquido secretado pelas células sustentaculares “empurra” os 
 espermatozoides ao longo de seu caminho em direção aos ductos dos testículos. 
 Nesse momento, os espermatozoides ainda não conseguem se deslocam sozinhos 
 Palestras 1. Aspectos éticos da utilização das células-tronco: • Aspectos éticos e 
 legais sobre os uso de células-tronco no Brasil. 2. Morfofisiologia do sistema 
 reprodutor masculino: • Localização, estrutura e funções dos órgãos do sistema 
 genital masculino. • Espermatogênese 
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