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DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, IDOSOS, GRUPOS VULNERÁVEIS E MINORIAS ÉTNICAS AULA 5 – PESSOAS COM DEFICIÊNCIA. Olá! A aula sobre Pessoas com deficiência, é importe pois, trata sobre a diversidade humana e a importância da inclusão em nossa sociedade. As pessoas com deficiência têm enfrentado desafios ao longo da história, desde o acesso à educação e ao mercado de trabalho até o reconhecimento de seus direitos civis e sociais. O objetivo aqui é abordar os diferentes tipos de deficiências, os impactos sociais e emocionais enfrentados por essas pessoas e as estratégias para promover uma sociedade mais inclusiva e acolhedora. Bons estudos! 5 PESSOAS COM DEFICIÊNCIA. O conceito de Pessoa com deficiência é definido no art. 1º do Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Ao qual estabelece: Pessoas com deficiência são aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas. (BRASIL, 2009). Segundo Araujo (2017), ao longo das últimas décadas, houve uma mudança na forma como entendemos a deficiência, passando de uma visão puramente médica para um enfoque biopsicossocial. O modelo médico centrava-se nos aspectos biológicos e individuais, vendo a deficiência como uma série de problemas originados por lesões ou alterações na estrutura e funcionamento do corpo. A partir dos anos 2000, surgiu uma abordagem renovada, conhecida como modelo social da deficiência. Segundo este novo paradigma, a deficiência não se limita apenas à condição física, mas é também resultado das barreiras sociais que as pessoas enfrentam devido a obstáculos no ambiente em que vivem. A sociedade tem evoluído gradualmente na compreensão e aceitação das pessoas com deficiência, buscando promover inclusão e acessibilidade em diversos aspectos da vida. A inclusão não se resume apenas em adaptar espaços físicos, mas também em garantir oportunidades iguais em educação, emprego, cultura e lazer. No ambiente educacional, é essencial proporcionar recursos e suportes adequados para que o aprendizado seja acessível a todos. Isso pode envolver desde adaptações curriculares até a disponibilização de tecnologias assistivas, que auxiliam no processo de ensino e aprendizagem. Segundo Araujo (2017), no mercado de trabalho, as pessoas com deficiência enfrentam desafios adicionais para acessar oportunidades de emprego. Muitas empresas têm reconhecido o valor da diversidade e implementado políticas de inclusão, criando ambientes de trabalho mais inclusivos e acolhedores. Programas de capacitação e sensibilização são fundamentais para que empregadores e colegas de trabalho estejam preparados para receber e integrar profissionais com deficiência. É essencial combater preconceitos associados às pessoas com deficiência, promovendo um ambiente acolhedor. A conscientização é uma ferramenta poderosa para transformar percepções e promover uma sociedade inclusiva. As pessoas com deficiência são parte integral da diversidade humana, possuindo habilidades, talentos, limitações e potenciais que merecem ser reconhecidos e valorizados. A inclusão e o respeito às diferenças são fundamentais para construir uma sociedade igualitária. 5.1 Direitos da pessoa com deficiência A assistência social busca assegurar às pessoas com deficiência, os direitos sociais, promovendo a justiça social. Para alcançar esses valores, é essencial que o Estado adote uma postura proativa. Dessa forma, Couto (2008), assevera que: [...] são fundamentados pela ideia de igualdade uma vez que decorrem do reconhecimento das desigualdades sociais gestadas na sociedade capitalista. Representam, na visão de Bobbio (1992), poderes, pois são entendidos como direitos de créditos do indivíduo em relação à coletividade. Expressam-se pelo direito à educação, à saúde, ao trabalho, à assistência e à previdência. (COUTO, 2008). Para Bobbio (1992), os direitos sociais têm uma função redistributiva, buscando assegurar a igualdade no acesso aos bens gerados pela sociedade e restabelecer a coesão social. Embora fundamentais, esses direitos são desafiadores de serem efetivados. Ter um direito reconhecido não garante sua aplicação e proteção. A concretização dos direitos sociais requer a intervenção estatal, principalmente por meio de políticas públicas. Estas políticas públicas são importantes para compreender a implementação desses direitos, muitas vezes não evidenciados na prática política, mas resultado de processos políticos. Segundo Araujo (2017), os direitos são conquistas, não favores, portanto, são dinâmicos e inacabados. Eles devem ser constantemente reafirmados, levando em conta os desafios e interesses em jogo. Um exemplo é a luta das pessoas com deficiência por direitos. Durante muito tempo, sua proteção se restringia à caridade e à assistência familiar. O termo excepcional foi utilizado na Constituição de 1967, mas foi na Constituição de 1978, com a Emenda 12, que se adotou o termo pessoa com deficiência. A CRFB/88 se destacou ao priorizar as necessidades das pessoas com deficiência, estabelecendo um compromisso dos Entes federados em assegurar igualdade para esse grupo. A terminologia pessoa com deficiência, adotada nesta Constituição, está alinhada com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU. Art. 23. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios: II - Cuidar da saúde e assistência pública, da proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência. (BRASIL, 1988). Observação: segundo Moragas (2022), o termo Pessoa com Deficiência foi definido pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito das Pessoas com Deficiência, aprovada em 13 de dezembro de 2006 pela Assembleia Geral da ONU. Foi ratificado no Brasil, com equivalência de emenda constitucional, pelo Decreto Legislativo n.º 186/2008 e promulgado pelo Decreto n.º 6.949/2009. Pessoa Com Deficiência (PPD) ou Portador de Necessidades Especiais (PNE) são termos incorretos e devem ser evitados, uma vez que não traduzem a realidade de quem possui deficiência. A deficiência não se porta, ela é uma condição existencial da pessoa. Tal informação faz-se necessária, vez que o inciso II do art. 23 da CRFB/88 ainda não foi atualizado, definindo pessoas como com deficiência. Esta Convenção transformou o panorama de exclusão das pessoas com deficiência, promovendo a conscientização global sobre seus direitos e liberdades. Ela é fundamental para capacitar as pessoas com deficiência a identificar vulnerabilidades e exigir ações específicas para sua inclusão social. O modelo social de direitos humanos proposto pela Convenção ressalta que a deficiência é causada pelo ambiente, seja por barreiras físicas, comunicativas ou atitudinais. Posteriormente, a Lei n.º 13.146, de 6 de julho de 2015, conhecida como Lei da Inclusão, consolidou esses avanços. O principal propósito dessa legislação é assegurar e promover o exercício dos direitos e liberdades fundamentais das pessoas com deficiência em condições de igualdade, visando à inclusão social e ao pleno exercício dos direitos civis. Essa legislação abrange diversos direitos essenciais, como acesso à saúde, reabilitação, trabalho e emprego, além de garantir acessibilidade e moradia adequada. Estes direitos estão ligados aos princípios fundamentais ao qual são estabelecidos pela Carta Magna de 88. Segundo Padilha (2019), a CRFB/88 foi um marco importante ao estabelecer que é dever do Estado assegurar os direitos das pessoas com deficiência, promovendo sua integração social. Posteriormente,em 2007, foi promulgada a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU, ratificada pelo Brasil em 2009. Este tratado reforça os princípios de igualdade, não discriminação e inclusão plena das pessoas com deficiência em todos os aspectos da vida. Entre os direitos fundamentais garantidos estão o acesso à educação inclusiva, o direito ao trabalho digno e remunerado, o acesso à saúde e reabilitação, o direito à acessibilidade em espaços públicos e privados, e o direito à participação política e cultural. Além disso, é assegurado o direito à autonomia e à tomada de decisões, respeitando-se a capacidade legal das pessoas com deficiência. A acessibilidade é um princípio importante para a garantia desses direitos. Isso significa adaptar espaços físicos, bem como garantir o acesso a informações, comunicação, tecnologia e transporte de forma inclusiva. A quebra de barreiras atitudinais e a conscientização da sociedade sobre a importância da inclusão são igualmente essenciais para ser alcançado os direitos da pessoa com deficiência. Além das leis e convenções, é fundamental que políticas públicas sejam implementadas para garantir o acesso a esses direitos. Isso envolve ações de capacitação profissional, programas de acessibilidade, incentivos à contratação de pessoas com deficiência e campanhas de conscientização. A promoção e o respeito aos direitos da pessoa com deficiência é uma questão de justiça social, bem como, uma forma de enriquecer a diversidade e o potencial humano em nossa sociedade. 5.2 Inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho No Brasil, o censo de 2010, conduzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontou que 23,9% da população brasileira apresentavam alguma forma de deficiência (BRASIL, 2012). Esse dado ressalta a necessidade de considerar esse grupo ao desenvolver políticas públicas. Antes de discutir a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, é fundamental entender o conceito de deficiência e os desafios enfrentados por elas. Segundo o Decreto n.º 3.298, de dezembro de 1999, regulamentou a Lei n.º 7.853, de 1989, que dispõe sobre a Política Nacional de Integração da Pessoa com Deficiência, estabelece que a deficiência se refere à perda ou anormalidade de funções psicológicas, fisiológicas ou anatômicas que limitam a realização de atividades consideradas normais (BRASIL, 1999). Além da definição política, também se consideram os termos de deficiência permanente e incapacidade. A deficiência permanente refere-se a uma condição que se manifestou ou se estabilizou por um período prolongado, tornando improvável a sua reversão ou modificação. Por outro lado, a incapacidade é caracterizada pela diminuição significativa da capacidade de se integrar socialmente, exigindo o uso de equipamentos, adaptações ou recursos específicos. Isso é necessário para que a pessoa com deficiência possa receber e comunicar informações essenciais para seu bem-estar pessoal e para o cumprimento de suas atividades diárias ou profissionais (BRASIL, 1999). O Decreto n.º 6.949 de 2009 amplia essa definição, considerando que barreiras físicas, mentais, intelectuais ou sensoriais podem levar, ou agravar uma deficiência. Pessoas com deficiências duradouras são aquelas cujas limitações impedem a participação plena na sociedade em igualdade de condições (BRASIL, 2009). Essas dificuldades e preconceitos devem ser combatidos por meio de políticas públicas que garantam igualdade de acesso e direitos. As pessoas com deficiência têm o direito de escolher e ser aceitas em ambientes acessíveis e inclusivos, com igualdade de oportunidades e condições de trabalho justas. Assim, empresas públicas e privadas devem oferecer ambientes de trabalho inclusivos, com igualdade de remuneração e sem discriminação em qualquer etapa do processo seletivo. É fundamental que as políticas públicas de trabalho e emprego visem facilitar o acesso e a permanência das pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Para isso, é necessário incentivar sua participação e adaptar os ambientes de trabalho às suas necessidades. No Brasil, a Lei n.º 8.213 de 1991 estabelece que empresas com 100 ou mais funcionários devem reservar pelo menos 2% (dois por cento) a 5% (cinco por cento) de seus cargos para pessoas com deficiência. Art. 93. A empresa com 100 (cem) ou mais empregados está obrigada a preencher de 2% (dois por cento) a 5% (cinco por cento) dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiência, habilitadas, na seguinte proporção: I - Até 200 empregados...............................................................................2%; II - De 201 a 500..........................................................................................3%; III - de 501 a 1.000......................................................................................4%; IV - De 1.001 em diante. ............................................................................5%. (BRASIL, 1991). Mesmo após mais de 30 anos de vigência dessa lei, sua implementação ainda enfrenta desafios. Para Doval (2006), além desses desafios, outros aspectos precisam ser considerados, como os altos custos de adaptação das estruturas físicas das organizações, despreparo dos empregadores, desconhecimento sobre as necessidades de formação e realidade das pessoas com deficiência, processos seletivos prolongados e exclusão de pessoas com deficiência consideradas passivas. Para a maioria das pessoas com deficiência, a falta de informação sobre suas competências reais representa um obstáculo adicional na busca por emprego. Isso pode levá-las a ocupar posições inadequadas, resultando em remuneração menor e sentimentos de insatisfação e inaptidão. Segundo a Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência, as deficiências podem ter origens genéticas, ser consequências de doenças crônicas, infecciosas, violência ou acidentes. Existem diversos tipos de deficiência, como auditiva, visual, motora/física, mental e intelectual (BRASIL, 2010). Apesar das diferentes origens e tipos de deficiência, é essencial que as pessoas com deficiência sejam tratadas com igualdade em todos os meios, inclusive no mercado de trabalho. Dessa forma, ainda há desafios a serem superados, especialmente em relação ao preconceito e à falta de profissionalismo enfrentado por esses profissionais. 5.3 Avanços Legislativos e Direitos Humanos Conforme a CRFB/88, ao se tratar de igualdade perante a lei, é importante garantir que as pessoas com deficiência PcDs tenham acesso aos mesmos direitos e oportunidades que todos os cidadãos. Assim, foram estabelecidas políticas de inclusão para PcDs no mercado de trabalho. Em outubro de 1989, após a CRFB/88, foi promulgada a Lei n.º 7.853, que dispõe sobre o apoio às PcDs, a integração social e a criação da Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa com Deficiência. Esta lei assegura os direitos individuais e sociais das PcDs. No entanto, sua regulamentação só ocorreu em 1999, através do Decreto n.º 3.298, que também trata da Política Nacional para a Integração da Pessoa Com Deficiência (PNIPPD). A Lei n.º 7.853 determina que é responsabilidade do poder público garantir às PcDs seus direitos básicos em áreas como educação, saúde, trabalho, lazer, previdência social e assistência à infância e maternidade. Quanto à inserção no mercado de trabalho, o Decreto n.º 3.298 estabelece como objetivo principal a integração das PcDs no mercado de trabalho, podendo ser por meio de um regime especial de trabalho protegido. Em 1991, foi aprovada a Lei n.º 8.213, que trata dos planos de benefícios da Previdência Social. Esta lei estabelece que empresas de diferentes tamanhos devem reservar uma porcentagem de suas vagas para PcDs: 2% para empresas de100 a 200 empregados, 3% para empresas de 201 a 500 empregados, 4% para empresas de 501 a 1.000 empregados e 5% para empresas com mais de 1.001 empregados. Além disso, o Ministério do Trabalho e Emprego é responsável por fiscalizar e fornecer dados sobre a contratação de PcDs. Em 2009, o Decreto n.º 6.949 foi publicado, divulgando a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York em 2007. Esta convenção visa promover e proteger os direitos humanos das PcDs e respeitar sua dignidade. Reconhece o direito das PcDs ao trabalho em igualdade de condições, incluindo a escolha ou aceitação de emprego em um ambiente acessível e inclusivo. Não obstante, os avanços legislativos no Brasil demonstram um compromisso crescente com os direitos humanos e a inclusão social das PcDs. Desde a promulgação da CRFB/88, que estabelece que todos são iguais perante a lei, especialmente no mercado de trabalho. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARAUJO, L. A. D. Direito das pessoas com deficiência. In: ENCICLOPÉDIA jurídica da PUCSP. São Paulo: PUCSP, 2017. 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