Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

ANATOMIA DO TRATO
RESPIRATÓRIO
SUPERIOR E INFERIOR
SIMULAÇÃO DE INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL
FÁBIO | KÁTIA | CÁSSIA | VALÉRIA | AURINIVEA
IMPORTÂNCIA
CLÍNICA
Conhecimento anatômico e
histológico é essencial para o
sucesso da intubação orotraqueal.
Procedimento: inserção de tubo
pela boca ou nariz até a traqueia.
Objetivo: manter vias aéreas
permeáveis e controlar ventilação
pulmonar.
Estruturas fundamentais: narinas,
boca, nasofaringe, orofaringe,
laringe, epiglote e cordas vocais.
TRATO RESPIRATÓRIO SUPERIOR
Composição:
Nariz e cavidade nasal – filtram, aquecem e umidificam o ar;
possuem conchas e meatos nasais que aumentam o
turbilhonamento do ar.
Seios paranasais – aquecem o ar e diminuem o peso do crânio.
Faringe (nasal, oral e laríngea) – passagem comum do ar e dos
alimentos; contém tonsilas (defesa imunológica).
Laringe – responsável pela fonação e proteção das vias
respiratórias.
Epiglote e cordas vocais – fecham a glote durante a deglutição,
impedindo entrada de alimentos.
LOCALIZAÇÃO DA EPIGLOTE E DAS CORDAS VOCAIS
A epiglote situa-se na parte superior da laringe, acima da cartilagem
tireoide.
Cordas vocais: localizadas no interior da laringe, à altura da cartilagem
tireoide.
Glote: espaço entre as cordas vocais – menor diâmetro das vias
superiores.
Localização
EPITÉLIO DO TRATO RESPIRATÓRIO
Epitélio respiratório 
(pseudoestratificado ciliado)
Presente em quase todo o trato respiratório.
Funções: filtrar, aquecer e umidificar o ar.
Células principais:
Colunares ciliadas e caliciformes – batimento ciliar e
produção de muco.
Basais – células-tronco regeneradoras.
Em escova – aumentam superfície de contato.
Granulares – função neuroendócrina.
 ESTRUTURAS DE REVESTIMENTO ESPECIAL
Estrutura
Epiglote e cordas vocais → revestidas por epitélio estratificado pavimentoso, que resiste à abrasão
mecânica provocada pela passagem de alimentos.
Fossas nasais (superior) → epitélio olfatório com neurônios bipolares (percepção de odores).
Em tabagistas ou intubações nasais, o epitélio olfatório pode ser substituído por epitélio pavimentoso
→ perda temporária do olfato.
TRATO RESPIRATÓRIO INFERIOR
Traqueia → tubo com anéis cartilaginosos em “C”; termina na
carina, onde se bifurca em brônquio direito e esquerdo.
Brônquios principais e lobares → conduzem ar até os pulmões.
Pulmões → realizam as trocas gasosas (hematose).
Composição:
 DIFERENÇAS ANATÔMICAS ENTRE OS PULMÕES
Pulmão direito:
Maior e mais curto.
3 lobos (superior, médio e inferior).
Brônquio principal mais vertical e largo → maior
tendência à entrada de corpos estranhos (vômito,
sangue, objetos).
Pulmão esquerdo:
Menor, com 2 lobos (superior e inferior).
Possui incisura cardíaca e língula.
 RELEVÂNCIA CLÍNICA PARA A INTUBAÇÃO
A carina traqueal é ponto de referência durante a
intubação; o tubo deve ser posicionado 2 a 3 cm acima
dela.
Inserção excessiva pode direcionar o tubo para o
brônquio principal direito, ventilando apenas um
pulmão.
Reconhecimento das estruturas anatômicas previne
hipoxemia, trauma de mucosa e broncoaspiração.
Órganos principales
A CORRETA COMPREENSÃO DA ANATOMIA E HISTOLOGIA
DO TRATO RESPIRATÓRIO É INDISPENSÁVEL PARA O
SUCESSO DA INTUBAÇÃO E SEGURANÇA DO PACIENTE.
O ESTUDO DAS DIFERENÇAS ANATÔMICAS ENTRE OS
PULMÕES AUXILIA NA PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES
CLÍNICAS.
REFERÊNCIAS:
UNIDADE 1 – SISTEMA CARDIORRESPIRATÓRIO (FMU
2025).
MATSUMOTO & CARVALHO (2007); NETTER (2000);
KUMAR ET AL. (2010).
OBRIGADA

Mais conteúdos dessa disciplina