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Este documento é de uso exclusivo do Grupo Darcy Pacheco, sua reprodução é terminantemente proibida. PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 – ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 2 de 28 1 APRESENTAÇÃO Este procedimento visa apresentar as Regras de Ouro para a Segurança no Trabalho, desenvolvidas no âmbito de responsabilidade da Darcy Pacheco Soluções de Peso. As Regras de Ouro são comportamentos simples e objetivos, que tem a finalidade de controlar e minimizar/neutralizar os riscos de modo a assegurar a preservação da integridade física dos colaboradores próprios, de empresas parceiras e dos prestadores de serviços. O presente documento reúne recomendações técnicas e de segurança na área de transporte e movimentação de cargas no que diz respeito a operações com equipamentos pertencentes ao Grupo Darcy Pacheco. 2 OBJETIVO E APLICAÇÃO Este manual tem por objetivo apresentar as melhores práticas de segurança com equipamentos de movimentação de carga que fazem parte do Grupo Darcy Pacheco. É direcionado à equipe Operacional do Grupo Darcy Pacheco e a todos os demais envolvidos diretamente ou indiretamente na operação dos equipamentos. 3 SIGLAS, ABREVIATURAS E TERMOS UTILIZADOS • AET: Autorização Especial de Transporte. • APR: Análise preliminar de risco. • ART: Análise de risco de tarefa. • RIGGING: Movimentação de Cargas. • CORDA GUIA: cordas guias amarradas à carga deverão ser usadas em todos os içamentos a não ser que seja impraticável. Um ou mais trabalhadores em terra, deverão controlar a carga em todo movimento, através de uma corda guia, evitando que a peça balance ou gire descontroladamente. • ESLINGA: Dispositivo de cabo, cinta têxtil ou corrente com que se envolve um peso para içá-lo. • GANCHO: acessório para movimentação de carga composto de uma fixação superior e uma peça recurva. • LINGA: conjunto constituído de corrente, cabo de aço ou cinta têxtil, conectado a terminais superiores e inferiores, apropriado para acoplar cargas ao gancho de um guindaste ou outro equipamento de movimentação de carga. • MANILHA: acessório para movimentação ou fixação de carga, formado por 2 partes facilmente desmontáveis, consistindo de corpo e pino. • MOITÃO: dispositivo constituído basicamente de uma caixa dentro da qual trabalha uma única polia. • OPERADOR: profissional que opera um guindaste acionando-o e dirigindo-o para os locais desejados e manipulando os mecanismos de elevação, a fim de transportar cargas, materiais e matérias-primas. • RAIO DE OPERAÇÃO: Distância entre o centro de giro da máquina e a vertical que passa pela ponta da lança e o centro de massa de carga suspensa. • PLANO DE MOVIMENTAÇÃO DE CARGA/ PLANO DE RIGGING: Consiste no planejamento formalizado de uma movimentação com guindaste móvel ou fixo, visando a otimização dos recursos aplicados na operação (equipamentos, acessórios e outros) para se evitar acidentes e perdas de tempo. Ele indica, por meio do estudo da carga a ser içada, das máquinas disponíveis, CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 3 de 28 dos acessórios, condições do solo e ação do vento, quais as melhores soluções para fazer um içamento seguro e eficiente. • SINALEIRO: profissional responsável em auxiliar o operador por meios de sinais a manobra correta em uma movimentação de carga. 4 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • MIG 001 - Manual Integrado de Gestão • PIG 007 - Gestão de Engenharia • POL 001 - Política Integrada de Gestão 5 RESPONSABILIDADES Gestão • Fornecer equipamento apropriado ao propósito da ação; • Atender os requisitos legais, normas e regulamentos aplicáveis a ação; • Descrever as responsabilidades dos envolvidos no processo; • Implementar e promover em todos os níveis da organização, o cumprimento das normas de segurança, qualidade e meio ambiente. Engenharia • Avaliar a atividade; • Definir a configuração de equipamento adequada para ação; • Elaborar e disponibilizar o plano de rigging para atividade. QSMS • Avaliar atividade; • Disponibilizar equipamentos de proteção individual e coletiva; • Realizar APR e verificar PT da atividade; • Garantir a funcionalidade e adequação dos equipamentos de proteção; • Desenvolver, implementar e monitorar o cumprimento do PGR e outros programas legais; • Promover treinamentos e capacitações para prevenção de acidentes; • Realizar Investigação de Incidentes e Acidentes e propor ações corretivas/preventivas; • Cumprir Normas Regulamentadores (NRs), Normas Brasileiras (NBRs) quando aplicáveis e a Organização Internacional de Normalização (ISOs) as quais fazemos parte. Técnico - Manutenção • Realizar manutenções preventivas/corretivas do equipamento, de forma adequada; • Prover o suporte necessário para montagem, desmontagem e manutenção em campo de acordo com as especificações do fabricante; • Estabelecer os programas de inspeção, teste e manutenção de acordo com os requisitos do fabricante e normas regulamentadoras aplicáveis. Operacional • Cumprir os requisitos de integração ao cliente; • Garantir que a equipe disponível para a atividade atenda os requisitos estabelecidos no que tange à quantidade e características do grupo (como: treinamentos e experiência de função); • Garantir o zelo pelas pessoas, pelo equipamento e propriedade do cliente; • Realizar as atividades conforme estabelecido, obedecendo APR, plano de rigging, Ordem de Serviço e demais instruções internas, do cliente, normas e legislação vigente. CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 4 de 28 • Cumprir os requisitos de integração do cliente: Assegurar que todas as etapas de integração sejam realizadas antes do início das atividades; • Garantir conformidade da equipe: Certificar-se de que o grupo designado para a atividade atenda aos requisitos de quantidade, qualificação, treinamento e experiência necessários; • Preservar a segurança das pessoas e equipamentos: Zelar pelo bem-estar da equipe, pelo estado do equipamento utilizado e pela propriedade do cliente; • Executar as atividades conforme o planejado: Realizar as operações de acordo com a Análise Preliminar de Riscos (APR), Plano de Rigging, Ordem de Serviço e outras diretrizes estabelecidas pelo cliente ou pelas normas internas; • Obedecer às normas e legislações vigentes: Seguir rigorosamente os regulamentos aplicáveis, garantindo que as atividades atendam aos padrões técnicos e legais exigidos; • Manter comunicação ativa: Garantir que todos os envolvidos estejam alinhados sobre os procedimentos e eventuais mudanças na execução da operação; • Monitorar condições de trabalho: Avaliar continuamente os riscos, corrigir possíveis desvios e garantir a execução de ações preventivas para evitar incidentes; • Assegurar organização e limpeza no local de trabalho: Adotar práticas que mantenham o ambiente seguro e funcional, promovendo eficiência e bem-estar; • Reportar irregularidades: Notificar imediatamente o responsável sobre qualquer problema identificado, como falhas no equipamento, condições inseguras ou desvios operacionais; • Promover a cultura de segurança:etc.) deverão ser aprovados por laudos técnicos do fabricante do equipamento ou de profissional habilitado. CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 27 de 28 • O operador nunca deverá abandonar a cabine de operação enquanto a carga estiver suspensa; • Fica expressamente proibida a fabricação/improvisação de acessórios de movimentação de carga, caso necessário, a fabricação de acessórios especiais para içamento de cargas/peças somente é permitida mediante projeto elaborado por profissional habilitado, incluindo plano de inspeção de fabricação e montagem sendo sempre acompanhado por ART. • Todos os equipamentos deverão ser testados ao retornarem da manutenção e formalmente liberados antes de serem disponibilizados para uso. Estes testes incluem a verificação da atuação dos dispositivos de segurança com os respectivos registros; • Fica proibida a execução de alteração ou modificação que descaracterizem as condições originais dos equipamentos de guindar ou acessórios, exceto mediante laudo técnico do fabricante do equipamento ou de profissional habilitado; • Fica proibido a executar manutenção em equipamento de movimentação de carga enquanto o mesmo não estiver devidamente desligado e bloqueado. Em eventuais situações onde se torne necessário a realização de manutenção em equipamento de movimentação de carga parcial ou totalmente energizado (qualquer fonte de energia), além do procedimento específico a ser cumprido, é elaborada análise de risco da tarefa (ART) para estabelecer medidas adicionais de controle e diminuição de risco; • É proibido a qualquer colaborador descansar (dormir) na cabine de operação, mesmo que o equipamento esteja desligado; • É terminantemente proibido o operador de qualquer equipamento permitir a condução e/ou operação para outra pessoa que não esteja devidamente habilitada, capacitada e autorizada pelo seu gestor; • Durante a montagem dos componentes da lança ocorrerão situações de trabalho com diferença de nível. Caso ultrapasse 2 (dois) metros de altura, é obrigatório o uso de cinto de segurança; • Durante a montagem das “algemas” dos tirantes na montagem do luffing-jib e das passadas de cabo do moitão da lança, os colaboradores deverão fazer uso de luvas adequadas e terem cuidados redobrados para que não haja acidentes com esmagamento de membros (dedos e mãos); • A retirada do soquete do cabo de aço de guindaste é realizada utilizando-se marreta. Os colaboradores deverão ter atenção total nesta atividade, para que não ocorram acidentes de esmagamento por meio de impacto da marreta. 6.13 Fim da Operação 6.13.1 Armazenamento e Organização de Materiais • Garantir que todos os materiais de içamento, acessórios e equipamentos auxiliares sejam recolhidos, devidamente organizados e armazenados em local apropriado para transporte seguro; • Verificar se todos os documentos associados à operação estão completos e arquivados adequadamente. 6.13.2 Atualização de Documentação • Registrar no sistema ou planilha designada o status do serviço finalizado, incluindo detalhes sobre o horário de término e, condições do equipamento. • Coletar assinatura do cliente na ordem de serviço do equipamento. CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 28 de 28 6.13.3 Gestão de Resíduos • Segregar e descartar corretamente qualquer resíduo gerado conforme as normas ambientais e orientações locais. • Certificar-se de que nenhum material perigoso ou contaminante permaneça no local. 6.13.4 Comunicação e Próximos Passos • Comunicar o encarregado operacional do término do serviço; • Confirmar com a área operacional se haverá necessidade de mobilização para outra obra ou atividade, ajustando os planos de transporte e logística conforme necessário. • Realizar retorno para a garagem da Filial, Matriz ou pátio de armazenagem da obra, salvo nos casos onde o equipamento irá se manter no canteiro de obras de acordo com orientação do encarregado operacional ou superior. O equipamento também poderá ser direcionado a outro serviço de acordo com emissão de nova ordem de serviço pela área Operacional. 6.13.5 Checklist de Desmobilização • Antes de sair do local, realizar um checklist final de desmobilização, garantindo que nenhuma ferramenta, equipamento ou material seja deixado no local de operação. CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 1 APRESENTAÇÃO 2 OBJETIVO E APLICAÇÃO 3 SIGLAS, ABREVIATURAS E TERMOS UTILIZADOS 4 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5 RESPONSABILIDADES 6 SISTEMÁTICA 6.1 PRÁTICA OPERACIONAIS SEGURAS 6.2 DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA 6.3 CARGAS SUSPENSAS 6.4 INSPEÇÃO DE GUINDASTES 6.4.1 Tipos de equipamentos e sua característica 6.4.2 Inspeção Diária 6.4.2.1 Cintas Planas e tubulares 6.4.3 Inspeção Periódica 6.4.3.1 Inspeção Semanal 6.4.3.2 Inspeção Anual 6.5 POSICIONAMENTO DE GUINDASTE, CARGA E EQUIPAMENTOS DE ELEVAÇÃO 6.5.1 Preparação e Configuração 6.5.2 Interdição da Via 6.5.2.1 Em projetos Eólicos 6.5.2.2 Em Arrancadas / SPOT 6.5.3 Critério para Mobilização de Guindaste em Parques Eólicos 6.5.4 Critério para Localização e Uso de Barreira 6.5.5 Fechamento de Acesso e Sinalização 6.5.6 Comunicação Sinaleiro - Operador 6.6 USO DE CORDAS GUIA (TAG LINES) 6.6.1 Requisitos de Cabos Guia 6.6.2 Liberação de Linhas Aéreas 6.7 PROTEÇÃO CONTRA QUEDA 6.8 CONDIÇÃO DE ILUMINAÇÃO 6.9 CONSIÇÕES CLIMATICAS 6.10 PLANO DE RIGGING 6.10.1 Solicitação do plano de rigging 6.10.2 Levantamento das informações 6.10.3 Elaboração do plano de rigging Desenho Informações Técnicas Memorial de Cálculo Plano de Rigging - Revisão Plano de Rigging – Responsável Técnico Sistema de codificação dos projetos 1 2 6.11 ORIENTAÇÕES CONFORME MODELO DO EQUIPAMENTO 6.11.1 PLATAFORMA PARA ELEVAÇÃO DE PESSOAS 6.11.1.1 Requisitos Gerais 6.11.1.2 Carregamento da Plataforma 6.11.1.3 Teste da Plataforma 6.11.1.4 Práticas de Trabalho 6.11.1.5 Práticas de Equipamento Terceiro 6.11.1.5.1 Recebimento do Equipamento: 6.11.1.5.2 Devolução do Equipamento: 6.11.1.5.3 Registro e Relatórios: 6.11.2 GUINDASTE SOBRE ESTEIRAS • Realizar montagem da lança treliçada de acordo com configuração especificada para o serviço; • Uma perfeita avaliação dos tirantes durante o processo de montagem da lança; • Para levantar lança, se faz necessário o acompanhamento por câmera traseiras, voltadas para o tambor do equipamento e o cilindro antitombamento na falta de câmera, é obrigatório ter um observador no local; 6.11.3 GUINDASTE TELESCÓPICOS SOBRE PNEUS • Realizar montagem do moitão e/ou bola peso atentando a correta colocação dos clipes, cunha e soquete; • Realizar a montagem do jib ou luffing-jib quando necessário (atentar para as orientações de segurança no item medidas de SMS); • Realizar a configuração do guindaste de acordo com o plano de rigging; • Todos os cilindros de patolamento, extensões de patolamento, lança telescópica e demais componentes do guindaste e caminhão deverão estar devidamente recolhidos e travados; 6.11.5 EMPILHADEIRAS E MANIPULADORES 6.11.6 AMARRAÇÕES DE CARGAS – CARRETAS 7 7.11 6.12 RECOMENDAÇÕES GERAIS DE SEGURANÇA 6.13 Fim da Operação 6.13.1 Armazenamento e Organização de Materiais 6.13.2 Atualização de Documentação 6.13.3 Gestão de Resíduos 6.13.4 Comunicação e Próximos Passos 6.13.5 Checklist de DesmobilizaçãoAtuar como embaixadores da segurança, incentivando boas práticas e o cumprimento rigoroso dos procedimentos. 6 SISTEMÁTICA 6.1 PRÁTICA OPERACIONAIS SEGURAS Sempre que qualquer guindaste for usado, as seguintes práticas de segurança (no mínimo) devem ser observadas: Condições Gerais • É proibido fumar próximo ao equipamento. Em projetos onde é disponibilizada área específica para tal, os colaboradores estão autorizados a utilizar a área; • As atividades não devem ser iniciadas sem que a PT – Permissão de Trabalho, APR Analise Preliminar de Risco da atividade e os Checklists necessários conforme local e exigências, internas e do cliente. Os documentos devem estar devidamente assinados e revisados pelo técnico de segurança e pelo líder operacional da frente de serviço; (Prevalecendo os documentos e critérios de maior exigência entre os nossos e o do cliente, conforme também acertado em contrato); • Os componentes e aparelhamento do guindaste serão inspecionados pela equipe de operação da frota; • Realizar inspeção prévia no local de operação para garantir que o mesmo suporta o peso do equipamento somado a carga a ser suspenso; • Registros destas inspeções devem ser mantidos e de fácil recuperação; devendo ser encaminhados a área de qualidade do Grupo Darcy Pacheco; • Manter sempre abordo do equipamento seu Manual do Fabricante, realizando operação e movimentação do equipamento conforme descrito no mesmo. Manuseio Seguro de Cargas • Mantenha sempre os colaboradores afastados de cargas prestes a serem levantadas e/ou cargas CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 5 de 28 suspensas; • Sempre mantenha as cargas suspensas livres de todas as obstruções; • O equipamento deve ser bloqueado e identificado antes de manutenção ou reparos; • Sempre posicione o gancho diretamente sobre a carga (centro de gravidade) antes do içamento; • Antes do içamento, verificar o equilíbrio da carga e definir a trajetória de movimentação • Teste todos os controles e freios dos dispositivos de içamento, antes de iniciar o turno; • As cordas guia (linhas guia) devem ser usadas para controlar as cargas que podem girar ou oscilar fora de controle. As cordas guia devem atender a todos os padrões e regulamentos locais/estaduais/nacionais. As cordas guias devem ser sempre utilizadas, exceções devem ser comunicadas ao líder imediato que deve avaliar o risco do uso. Equipamentos e Procedimentos • Todos os guindastes devem ser devidamente aterrados de acordo com seu manual; • Todos os equipamentos de amarração e içamento como eslingas, manilhas, correntes e etc., devem ser claramente identificados de acordo com sua capacidade nominal; • Equipamentos de amarração e içamento devem ser inspecionados visualmente quanto a defeitos pelo operador antes de cada uso. • Equipamentos de içamento e amarração defeituosos, que estejam dobrados ou com nós, não devem ser usados. Devendo ser colocados em quarentena e ser claramente rotulados como “Inseguro, Não Usar” ou outro Indicação similar, até que uma avaliação mais criteriosa seja realiza pelo setor de Engenharia (Engenheiro técnico); • Os equipamentos de içamento e amarração (ou seja, correntes, eslingas, manilhas, vigas espalhadoras, etc.) devem ser semanalmente inspecionados, identificados e os registros destas inspeções devem ser feitos via APP do Grupo Darcy Pacheco); • Equipamentos de içamento e amarração personalizados (por exemplo, barras de nacele, ganchos J, pinças de lâmina, etc.) devem ser acompanhados de certificação; • Ganchos de guindaste devem dispor da trava de fechamento; • Todos os equipamentos de içamentos e movimentação de cargas, sendo eles: cintas, cabos, correntes, manilhas e afins, devem obrigatoriamente estar com Certificado Emitido pelo fabricante, o qual é válido por 12 meses, e após devem passar por inspeção anual realizada pelo Engenheiro Responsável para elaboração de Laudo de Conformidade Operacional e ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do mesmo. • Quando a configuração do guindaste contar com monitoramento por imagem (câmeras), a movimentação poderá ser realizada com auxílio deste equipamento. • Nunca encurte eslingas, cintas, cabos de aço ou eslingas de corrente por meio de parafusos, nós ou outros métodos não permitidos pelo fabricante; • Um anemômetro deve ser montado na parte superior da lança para monitorar a velocidade do vento, garantindo que esteja dentro das especificações operacionais. Este dispositivo deve ser calibrado ou verificado conforme estabelecido no PIG 012 – Gestão da Qualidade e deve ter capacidade de registro de dados (regulamentos regionais podem ou não ser exigidos). Os registros de calibração e/ou verificação e documentação da velocidade do vento deve ser mantida e de fácil recuperação. Após sua utilização o anemômetro deve ser desmontado para que assim a frota possa trafegar, evitando danos ou situações que possam comprometer sua funcionalidade. Nota: toda atividade de montagem e desmontagem do anemômetro deve ser realizada dentro CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 6 de 28 dos preceitos de QSMS, incluindo EPIs e definições do POP 004 - Trabalho e Resgate em Altura, quando aplicável; • Todos os pontos de calor das máquinas e equipamentos deve estar protegido conforme projeto do fabricante e devidamente livres de acumulo de materiais, equipamentos e resíduos Ex.: escapamento, tampas de motos, carenagens de proteção de escape, etc. Comunicação e Operação • A comunicação entre sinaleiro e operador para movimentação da carga só é iniciada, quando tiverem plena certeza de que não existem pessoas ou objetos próximos a zona de perigo, contrapesos do equipamento, tambor de carga e demais partes móveis do equipamento; • Se os sinais entre o operador e o sinaleiro forem interrompidos, o operador deve interromper as operações com segurança até que a comunicação seja restabelecida; • Nos casos em que a minuciosidade na operação, pouca visibilidade da peça ou condições adversas, os comandos para movimentação da carga só podem acionados quando recebido o comando do sinaleiro. • Quando não for possível o contato visual entre o operador e o sinaleiro, a sinalização deve ser realizada de forma direta, como por exemplo, com uso de rádio comunicador; • Nunca permitir passageiros em cargas ou ganchos; • Para içamento de pessoas, o mesmo só deve ser liberado mediante apresentação de Laudo de Conformidade do Cesto e Laudo de Inviabilidade Técnica, ambos com ART válida. • Nunca permitir que pessoas não autorizadas e treinadas operem guindastes; • Nunca operar equipamento com suspeita quanto a sua segurança e/ou funcionalidade; • Nunca movimentar cargas sobre pessoas. • Mantenha sempre no equipamento o kit de mitigação e material de combate a incêndio; • APR deve ser elaborada para realização do trabalho, contemplando todas as atividades envolvidas. 6.2 DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA Os guindastes devem ser equipados com dispositivos de segurança em pleno funcionamento. Esses dispositivos não devem ser ignorados ou alterados por qualquer motivo. Os dispositivos mínimos de segurança são: • Sistema de Limitador de Fim de Curso, quando instalado impede os danos resultantes do choque na lança e queda do moitão. • Célula de Carga, equipamento integrado que mede e exibe o peso da carga no gancho, permitindo monitoramento contínuo da carga levantada; CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida -09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 7 de 28 • Sistema de monitoramento do peso no gancho, raio e/ou porcentagem da capacidade nominal; • Sistema Indicador de Movimento de Carga (by-pass), vinculado ao controle do guindaste, capaz de desligar automaticamente a energia e acionar os freios, se uma condição de sobrecarga é atingida. 6.3 CARGAS SUSPENSAS Nenhum colaborador tem autorização para ficar em pé ou colocar qualquer parte de seu corpo sob uma carga suspensa ou área onde possa ocorrer movimento descontrolado da carga. Da mesma forma, o estacionamento de veículos ou de equipamentos na zona de perigo identificada também é estritamente proibido. Isso inclui áreas nas laterais da carga e objetos fixos onde seja possível que pessoa ou equipamento seja atingido, devido a falha mecânica, erro do operador ou outro fator. Em situações específicas, pode não ser possível estabelecer uma zona de proteção. Nesses casos, a atividade deve ser avaliada especificamente quanto ao risco e documentada com medidas ou precauções específicas tomadas para limitar a exposição do pessoal aos perigos específicos por meio de treinamento, instrução, planejamento e execução. 6.4 INSPEÇÃO DE GUINDASTES Tipos de equipamentos e sua característica LTM – Guindastes telescópicos de 800 toneladas. LR – Guindastes treliçados sobre esteira de 600 toneladas. CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 8 de 28 LG – 1750 Inspeção Diária Diariamente, antes do início da operação, o operador deve, obrigatoriamente, realizar inspeção dos equipamentos através do checklist manutenção, materiais de içamento e QSMS presentes no QUALYTEAM. Os registros devem ser arquivados e devem ficar disponíveis para gestão. No checklist da frota são verificados itens funcionais e de aspecto visual do equipamento, tais como: • Condições das janelas e carenagens do equipamento; • Mecanismos de controle e acionamento; • Pontos de calor do equipamento; • Anemômetro ou outro equipamento de indicação de velocidade do vento está presente, funcional e calibrado com certificado de calibração disponível e de fácil recuperação; • Linhas de ar, hidráulicas e outras redes pressurizadas; • Indicador de ângulo visível da cabine do operador; • Sistema hidráulico com nível de fluido adequado; • Condições de ganchos e travas quanto a deformações, trincas, desgaste excessivo ou danos; • Condições do demais materiais de içamento (correntes, cabos e cintas); • Pneus ou esteiras em condições adequadas; • Kits de mitigação, material de isolamento, extintores. 6.4.2.1 Cintas Planas e tubulares As cintas de içamento recebem identificação por cor, conforme sua capacidade de carga e devem ser inspecionadas mensalmente. CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 9 de 28 Inspeção Periódica 6.4.3.1 Inspeção Semanal Semanalmente o operador deve, obrigatoriamente, realizar inspeção dos equipamentos através do APP da Darcy Pacheco nas abas de Checklist manutenção, materiais de içamento e QSMS. É através desta plataforma que devem ser informadas anomalias de acompanhamento ou de ação rápida. 6.4.3.2 Inspeção Anual Periodicamente todos os guindastes devem passar por inspeção técnica e de segurança, sendo aconselhado um intervalo anual entre as inspeções por um técnico qualificado (TST e/ou Líder Operacional e/ou Técnico de Manutenção). A documentação da última inspeção realizada deve estar disponível e de fácil recuperação. As inspeções anuais devem incluir, no mínimo, os seguintes itens: • Corrente ou cabo; • Eletrificação; • Freios; • Esteiras (quando aplicável); • Dispositivos de alerta; • Dispositivos de medição (inclinação e velocidade do vento); • Chaves, comandos e dispositivos Limitadores. Nota: como citado, documentação/registros de inspeções realizadas devem estar disponíveis e de fácil recuperação, bem como os resultados destas inspeções. 6.5 POSICIONAMENTO DE GUINDASTE, CARGA E EQUIPAMENTOS DE ELEVAÇÃO Preparação e Configuração • Antes de posicionar/montar os guindastes, cargas e/ou equipamentos de içamento, deverá ser realizado Estudo Preliminar de Risco da atividade (APR), incluindo a verificação da plataforma sobre a qual eles vão descansar, avaliando adequação tanto em termos de tamanho quanto em termos de capacidade de suporte do solo. Onde a capacidade de suporte do solo deve ser documentada. Deverá ser verificada a necessidade de laudo técnico do solo. • Deve ser identificado no plano de rigging a Capacidade de Suporte Máxima necessária no solo, sendo respeitada a área de patolamento indicado no plano. • Sempre que possível, os guindastes (principais e auxiliares) estenderão completamente todos os estabilizadores (patolas) e estes serão colocados em elementos de distribuição apropriados, normalmente confeccionados em madeira; CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 10 de 28 • Patolamentos menores de 100% de qualquer patola do guindaste, a tabela de carga utilizada deve ser a mais restritiva e o computador de bordo configurado para a condição atual; • Caso necessário aumentar a altura, não podem ser empilhados mais de dois níveis um sobre o outro e a área de cada nível será aumentada na direção do terreno. As exceções devem ser comunicadas, avaliadas e somente poderão ser executadas com autorização da Engenharia do GPD. • Distância de taludes e valas: Terreno devidamente compactado: Regra 1:1 (distância de separação igual ou superior à profundidade da vala). Terreno compactado inadequadamente: Regra 2:1 (distância de separação duas vezes maior ou mais do que a profundidade da vala); • Especial atenção deverá ser dada a: a) trabalhos realizados sobre terrenos arenosos; b) trabalhos sobre aterros; c) trabalhos sobre pontes e/ou viadutos; d) trabalhos sobre pisos de concreto; e) trabalhos próximos de rios, riachos e/ou córregos. • Todas as interferências subterrâneas devem ser avaliadas antes do início das atividades, não sendo permitida o patolamento sobre tubulações, dutos, esgoto, etc. • Em nenhum momento os mastros do guindaste invadirão a área varrida pelo rotor da turbina durante suas revoluções ou guinadas da nacele até que o botão de parada de emergência seja ativado e o rotor tenha sido travado mecanicamente. Em todos os casos, a liderança deve autorizar o operador do guindaste a realizar a manobra nas proximidades do rotor, uma vez verificadas as condições de segurança. • Se alguma dessas regras não puder ser aplicada, o plano de rigging, obrigatoriamente deverá ser atualizado para detalhar o posicionamento do guindaste e seus estabilizadores. • O mastro do guindaste deve ser recolhido para liberar o rotor e o sistema de guinada, se a lança não puder ser baixada, o sistema de guinada deve permanecer travado para evitar que a nacele gire para dentro do guindaste. • Convém lembrar que áreas tais como refinarias, plantas de processamento de derivados, ampliações de indústrias, geram normalmente gases e/oupoeiras químicas que devem ser levados em consideração na definição dos EPI’s a serem utilizados. Interdição da Via 6.5.2.1 Em projetos Eólicos • Se a via a ser interditada apresentar tráfego regular, será solicitado ao cliente que providencie as licenças correspondentes às autoridades competentes. • Se a via a ser interditada apresentar tráfego esporádico de pessoas/empresas, eles serão notificados da data e hora estimada de fechamento da via conforme os requisitos locais. • Se a via não tiver tráfego regular, nenhuma ação especial será tomada. • Nos três casos, quaisquer veículos em trânsito serão informados da duração estimada do fechamento e possíveis rotas alternativas que serão sinalizadas. • Em qualquer caso, o QSMS será sempre informado. • Disposição da posição de empilhamento dos componentes: utilizando os diagramas de empilhamento contidos no plano de içamento, a posição onde os principais componentes serão CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 11 de 28 empilhados será marcada no terreno com tinta spray de marcação do tipo usado em topografia e obras civis. • A interdição da via como também isolamento de área, deve seguir os nossos padrões de uma lança e meia, ou se mais restritivo, o que fala e exige o procedimento do cliente. 6.5.2.2 Em Arrancadas / SPOT • Todo bloqueio de via só será autorizado mediante autorização do órgão competente. • O bloqueio da via só poderá iniciar de posse do documento impresso da autorização do órgão competente para o mesmo (EPTC, Prefeitura, DNIT, DAER, ...). • Sob hipótese nenhuma, deverá haver bloqueio parcial e/ou total de via de trânsito sem ciência da gestão operacional do Grupo Darcy Pacheco. • Caso a Licença de Autorização venha acompanhado de um projeto de bloqueio de via, o mesmo deverá ser completamente seguido, com locação da sinalização nos locais indicados, bem como acessos descritos. • Dentro das instalações de clientes, o bloqueio só poderá acontecer mediante autorização da equipe designada pelo contratante para execução da atividade. Critério para Mobilização de Guindaste em Parques Eólicos Sempre que mobilizar um guindaste dentro de um parque eólico, os seguintes critérios mínimos devem ser exigidos: • Revisar e entender quaisquer requisitos locais e/ou estaduais para licenças de transporte, requisitos de limite de carga, etc., em todas as estradas afetadas com a empresa do guindaste e o cliente; • Durante o processo de pré-mobilização, o representante deve confirmar que as condições do solo são firmes, drenadas e niveladas o suficiente para que os materiais de suporte atendam às especificações do fabricante do equipamento, para suporte adequado e o grau de nível do equipamento seja atendido; • Revisar qualquer avaria parcial ocorrida durante o percurso do guindaste, registrar e planeje a correção; • Implementar as melhores práticas de uso de veículos “batedor” para bloqueio/desobstrução de estradas na frente e atrás de todos os guindastes durante a mobilização do local; • Antes de fazer a movimento do equipamento, seja totalmente manipulado ou em uma desmontagem parcial, a inclinação máxima em que o equipamento pode mover na configuração identificada deve ser registrada, consultando os gráficos do guindaste; • Na montagem e desmontagem de guindaste com lança treliçada, antes de iniciar o processo de sacar os pinos ou descer a sessão da lança, o sinaleiro deve colocar suportes de madeira no chão para receber os montantes laterais da lança como medida de segurança; • Durante a montagem e desmontagem do guindaste, enquanto houver colaborador sobre o equipamento, o mesmo permanecerá desligado sendo iniciada sua operação somente após a verificação do operador; • O sinaleiro que está realizando a atividade de sacar os pinos da sessão da lança não deve permitir que ninguém se posicione atrás dele ou a sua frente e menos ainda embaixo do local de extração. Critério para Localização e Uso de Barreira O objetivo da colocação de barreiras é denotar a zona de exclusão nas operações de içamento dentro CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 12 de 28 da qual apenas as máquinas, veículos e pessoas indispensáveis podem permanecer. • Os colaboradores que não tenham atribuição de tarefa específica relacionada ao içamento a ser realizado não podem permanecer na zona de exclusão. • Para parques eólicos a interdição da via como também isolamento de área, deve seguir os nossos padrões de uma lança e meia, ou se mais restritivo, o que fala e exige o procedimento do cliente; • Todos os envolvidos devem reconhecer e respeitar a zona de exclusão durante qualquer operação de içamento. Não pode prosseguir pela zona de exclusão, a menos que tenha permissão do Supervisor de Movimentação de Carga ou de seu representante. • Barreiras serão colocadas nas estradas. Se necessário interditado o terreno adjacente por ser um acesso alternativo à área de operações, será utilizada fita de sinalização ou outro método claramente distinguível. • A zona de queda/área de perigo (a área abaixo da carga suspensa, levando em consideração a trajetória de içamento) estará sob supervisão constante do Supervisor de Movimentação de Carga, a fim de impedir o acesso de qualquer inadequado. • Para serviços em arrancada a área de isolamento deve respeitar todo perímetro do equipamento e da movimentação da carga, não sendo permitida a circulação de pessoas terceiras na atividade. Fechamento de Acesso e Sinalização • As barreiras de Jersey serão utilizadas preferencialmente para o fechamento de estradas. • Alternativamente, as estradas podem ser fechadas com outros sistemas de eficiência semelhante (não será permitida nenhuma fita de sinalização ou malha laranja). • A fixação de sinal: sinais de multirrisco serão colocados em local visível, preferencialmente nas barreiras de fechamento. • Os requisitos de postagem, ou seja, o conteúdo do sinal, devem estar de acordo com a legislação e aprovados pelo cliente, antes de barricar as áreas. CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 13 de 28 Comunicação Sinaleiro - Operador Para que a comunicação entre sinaleiro e operador do equipamento seja adequada, padronizada e de fácil entendimento, é utilizado seguinte padrão visual de sinalização manual: Imagem - Padrão de comunicação visual de comunicação entre sinaleiro e operador 6.6 USO DE CORDAS GUIA (TAG LINES) Requisitos de Cabos Guia • Os cabos de guia devem ser utilizados sempre que não representem um perigo para o pessoal ou a carga a ser levantada. Em parques eólicos: Em operações onde a velocidade dos ventos seja inferior a 5 m/s em um intervalo de tempo de 10 minutos, recomenda-se uma linha de sinalização, mas opcional quando a carga está longe do vento e não sobre as escadas ou outra estrutura na zona de CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 14 de 28 queda. Se durante a execução do trabalho, a velocidade do vento subir acima de 5 m/s, a exceção não se aplica mais,e um cabo de segurança deve ser usado. • A corda guia (tag line) deve atender no mínimo a normativa (NR 18), que determina 22 kN de carga de ruptura sem os terminais, podendo ser de três capas ou capa e alma, sendo proibido a utilização de polipropileno para sua fabricação. • As cordas de guia (tag lines) devem ser usadas de uma das seguintes formas: • Retenção direta pelo operador da corda guia: cada corda guia terá pelo menos duas pessoas; • Retenção indireta de cordas guia: a corda guia será passada por um elemento que causa atrito na corda, reduzindo assim sua força de tração. Eles podem ser gerenciados por apenas um sinaleiro se o atrito no elemento fixo for suficiente. O peso e a estabilidade do elemento fixo no terreno devem ser suficientes para evitar que se mova acidentalmente; • As cordas guia devem estar adequadas a normas pertinentes; • Normas básicas de segurança: a corda deve ser segurada com uma mão e guiada com a outra, evitando prender ao corpo e não sendo lançada para frente ou presa a ponto fixo; • EPI adequado também devem ser usados de acordo com os regulamentos locais; • Ao reter cordas em elementos fixos, como veículos, serão usados nós dinâmicos; • Os nós de bloqueio são proibidos para evitar que os elementos sejam levantados por um de seus eixos ou movidos pela corda guia. Em nenhum caso os funcionários permanecerão dentro dos veículos ou os conduzirão em ré para puxar a corda guia; • A extremidade livre das cordas guia será controlada por um sinaleiro que evitará que a corda fique presa em qualquer elemento do ambiente (plantas, veículos, etc.); • As cordas-guia devem ser armazenadas adequadamente; • As cordas-guia devem ser inspecionadas visualmente, em sua totalidade, antes de serem usadas. As cordas guia devem ser verificadas se são longas o suficiente para a operação de içamento, levando em consideração possíveis irregularidades do terreno. Liberação de Linhas Aéreas A operação e transporte de guindastes, equipamentos aéreos móveis e cestos para elevação de pessoas nas proximidades de linhas aéreas expostas, requer o máximo cuidado e diligência. Tensões de 35 kV ou menos requerem uma folga mínima de 6,0 metros. Em tensões acima de 35 kV, essa distância aumenta conforme a tabela abaixo. Os requisitos e normas relacionadas podem ser mais rigorosos e, nesse caso, prevalecem sobre este procedimento. Tensão (nominal, kV, corrente alternada) Distância de afastamento (m) Até 50 50 a 200 200 a 350 350 a 500 500 a 750 750 a 1000 Acima de 1000 3,0 4,5 6,0 8,0 10,5 13,7 - • Se a distância de segurança precisar ser infringida, as linhas de energia devem ser colocadas em uma condição de trabalho eletricamente segura, visivelmente aterradas e verificadas pela autoridade apropriada antes do início do trabalho. • Quando guindastes, equipamentos aéreos móveis e cestas para movimentação de pessoa estão sendo operados perto das linhas de energia aéreas, os colaboradores que estiverem no CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 15 de 28 solo não podem entrar em contato com o guindaste, equipamentos aéreos móveis e cesta, a menos que esteja localizado de modo que a distância necessária não possa ser violada, mesmo no alcance máximo do equipamento. 6.7 PROTEÇÃO CONTRA QUEDA • Esta seção se aplica a pessoas que realizam montagem, desmontagem, manutenção e inspeções em guindastes ou seus componentes sempre que estiverem expostos a uma queda potencial de 2,0 metros ou mais. • Um cinto de segurança paraquedista de corpo inteiro e dois talabartes de absorção de choque (ou um único talabarte tipo “Y ou V”) preso a um ponto de ancoragem deve ser aplicado. Este ponto de ancoragem deve ser um membro estrutural do guindaste, ou uma linha de vida que esteja firmemente presa a um membro estrutural do guindaste, capaz de suportar um impacto de queda (conforme legislação aplicável). • Os colaboradores que executam este tipo de trabalho devem ser treinados para trabalhar em altura. • Os funcionários devem estar presos ao ponto de ancoragem durante todo o tempo em que houver risco de queda potencial de 2,0 metros ou mais, conforme mostrado na ilustração abaixo e utilizando capacete de três pontas (para maior proteção da cabeça, em caso de choque com estrutura). • Carretas: As amarrações e/ou liberações de cargas nas carretas, devem ser realizadas do solo. Não está autorizado subir em carretas. Caso ocorra necessidade de subir, o responsável pela frente de serviço deverá ser acionado para avaliação e autorização. Havendo a autorização, enquanto alguém estiver em cima da carreta, a atividade deverá ser acompanhada por outra pessoa designada. O acesso à carreta para amarração da lingada no momento do içamento deve ser preferencialmente em solo, à exceção dos os casos em que os pontos de içamento são superiores ou não possuem acesso no solo. 6.8 CONDIÇÃO DE ILUMINAÇÃO Nos trabalhos noturnos ou diurnos sem visibilidade adequada, devem ser previstas torres de iluminação com potência e quantidade suficiente para que o operador e o sinaleiro tenham perfeitas condições de visibilidade da movimentação, bem como se recomenda a utilização de CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 16 de 28 coletes refletivos, lanternas e rádios comunicadores. 6.9 CONSIÇÕES CLIMATICAS Vento fora do limite estabelecido no plano de rigging, relâmpagos, chuva, garoa, neblina e poeira em excesso, são fatores que em conjunto ou isoladamente, comprometem qualquer operação segura. Sob tais condições, não se deve prosseguir a tarefa. 6.10 PLANO DE RIGGING 6.10.1 Solicitação do plano de rigging A solicitação do Plano de Rigging para determinada atividade se dá através do recebimento de e- mail, mensagem de aplicativo ou comunicação verbal dos Clientes Internos e Externos, onde já houver Acordo Comercial firmado, ou ainda quando dimensionamento técnico de serviço realizado pela Engenharia exija a elaboração de plano de rigging de acordo com o que foi analisado na vistoria e/ou quando a atividade a ser realizada se enquadre entre as descritas abaixo: • Operações de alta complexidade ou espaço limitado; • Operações próximas a redes elétricas energizadas; • Operações combinadas com mais de um equipamento de guindar; • Içamento de pessoas em cesto suspenso ou cesto acoplado; • De acordo com a solicitação do cliente. 6.10.2 Levantamento das informações Todas as informações referentes a movimentação deverão ser recolhidas antes da elaboração do Plano de Rigging. As informações essenciais para os Planos de Rigging deverão ser levantadas preferencialmente via e-mail, mas podem ocorrer via mensagem de app ou comunicação verbal com o cliente Interno/Externo. Sendo no mínimo essas abaixo, mas não se limitando a elas: • Peso da peça; • Dimensões e características da peça para análise da amarração; • Raio de operação (Içar / Soltar); • Altura até a base da peça; • Limitações de espaço, bem como interferências de galerias, redes, etc.; • Planta de Situação da operação; • Formulário de Solicitação de Vistoria devidamente preenchido quando há Vistoria Técnica; • Checklist Vistoria Técnica - Survey – GDP devidamente preenchido quando “Service” • Equipamento e configuração dimensionado e/ou disponível para realizar a atividade; • FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO DE PLANO DE RIGGING – SERVICE. 6.10.3 Elaboração do plano de rigging O plano de rigging deverá ser elaborado de acordo com os passos descritos abaixo:Desenho Todos os projetos deverão ser em: • Todas as cotas essenciais para os projetos deverão estar presentes, tendo como referência as abaixo, mas não se limitando a elas; • Raio de operação, sendo a representação do içamento, do giro e do momento de soltura; • Altura total; CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 17 de 28 • Altura do moitão ao topo da lança, nos casos que há limitação de altura; • Aproximação da lança aos obstáculos e suas projeções; • Limitações de espaço; • Comprimento de lança; • Comprimento de derrick; • Raio do contrapeso flutuante; • Orientação de posicionamento para o equipamento. • Posição inicial e final de elevação da carga, incluindo raio; • Localização do (s) guindaste (s), incluindo limites de giro da cauda; • Rota que o (s) guindaste (s) tomarão, caso se movimentarem com a carga, bem como os tapetes associados requisitos; • Quaisquer utilitários localizados dentro da zona de trabalho, incluindo utilidades subterrâneas tubulações, dutos, etc., deve ser localizado com precisão; • Espaço necessário para montagem do guindaste; • O planejamento deve incluir considerações de transporte de carga, por exemplo, como obter a carga perto o suficiente do guindaste. Informações Técnicas Todos os planos de rigging deverão ter, mas não se limitando a elas, no mínimo as seguintes informações nas pranchas de impressão: • Tabela de configurações; • Tabela de dados da carga a ser movimentada com as informações de raios e capacidade; • Desenhos e documentos de referência para o plano de rigging (quando houver); • Responsabilidades do cliente (quando houver); • Nome do cliente; • Nome do serviço; • Local do serviço; • Planta Baixa da operação; • Responsáveis por desenho, projeto, revisão e responsável técnico. Memorial de Cálculo Será obrigatória a realização de memorial de cálculo em planos de rigging sempre que exigido por cliente ou percepção da necessidade pela Engenharia. Segue abaixo conteúdo referencial: • Cálculo da Carga Total; • Cálculo da Distribuição de Cargas entre 2 ou mais guindastes; • Cálculo da Distribuição de cargas em eslingas; • Cálculo da Força na sapata; • Cálculo da pressão final exercida no solo pelo equipamento; • Cálculo da tensão de flexão e cisalhamento do mats (somente permitido para técnicos, caso estejam cursando nível superior e tenham já estudado resistência dos materiais); • Cálculo da rampa necessária para subida de guindastes; • Cálculo dos efeitos dinâmicos das cargas (rotação e pendular); • Cálculo da velocidade do vento reduzida; • Cálculo e dimensionamento de vigas para balancins. CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 18 de 28 Plano de Rigging - Revisão Para toda e qualquer revisão de Plano de Rigging, bem como acréscimo de informações, deverá ser realizado solicitação por e-mail, mensagem de aplicativo ou comunicação verbal informando qual modificação, inclusão ou supressão a ser feita. Plano de Rigging – Responsável Técnico Os planos de rigging deverão ser assinados por profissional legalmente habilitado. Sistema de codificação dos projetos Para um melhor arquivamento, controle e resgate de dados relativos a projetos realizados segue abaixo a codificação para os planos de rigging (arquivo): • DPS-XXX-YYY-ZZZ.WW.DDD_ICA.REVAA • DPS: Darcy Pacheco Soluções • XXX: Sigla do Cliente; • YYY: Sigla do Local da Obra; • ZZZ: Número sequencial do projeto; • WW: Número Sequencial referente ao tipo de Equipamento; • DDD: Ano do Projeto; • ICA: Tipo de serviço, no caso içamento. Para Transporte deverá ser utilizado TRA; • REV AA: Revisão do arquivo que deve ser 2 dígitos. Como pode ser observado, os códigos para o cliente e bases serão as 3 primeiras letras do nome da empresa ou filial, caso ocorra de 2 empresas possuírem as mesmas 3 primeiras letras, após a segunda letra será utilizado a letra seguinte ou a terceira até a sigla se diferenciar da outra. A referência REV AA será indicada apenas no nome do arquivo digital, pois no plano de rigging já existe um campo para indicação das revisões. 6.11 ORIENTAÇÕES CONFORME MODELO DO EQUIPAMENTO 6.11.1 PLATAFORMA PARA ELEVAÇÃO DE PESSOAS 6.11.1.1 Requisitos Gerais • A plataforma deve ser projetada por um engenheiro qualificado ou uma pessoa qualificada em projeto estrutural e nenhuma modificação no equipamento pode ser feita sem a aprovação por escrito do fabricante ou de engenheiro qualificado. • Cada plataforma deve ser projetada para suportar cinco vezes a carga máxima pretendida sem falhas. A carga máxima prevista deve ser identificada na plataforma. • Deve usar um arnês de corpo inteiro e talabarte preso a um membro estrutural dentro da CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 19 de 28 plataforma, capaz de suportar um impacto de queda. • As plataformas devem ser equipadas com um sistema de guarda-corpo padrão e devem ser fechadas pelo menos do rodapé ao meio do trilho, com construção sólida ou metal expandido com aberturas. • Um corrimão deve ser instalado no perímetro interno, exceto na área do portão de acesso. • O sistema utilizado para conectar a plataforma de pessoal ao equipamento deve permitir que a plataforma permaneça dentro de 10 graus de nível, independentemente do ângulo da lança. • O sistema de suspensão e estabilizador deve ser projetado para minimizar o tombamento da plataforma, devido à movimentação de colaboradores que ocupam a mesma. • As portas de acesso, se instaladas, devem ter sua abertura para o lado de dentro da plataforma. • As portas de acesso, quando de correr ou dobráveis, devem ser equipadas com um dispositivo de retenção para evitar aberturas acidentais. • Deve haver uma altura livre que permita que os colaboradores fiquem em pé na plataforma. • Além do uso de capacetes, os colaboradores devem ser protegidos por proteção aérea na plataforma de pessoal, quando estiverem expostos a objetos em queda. • Todas as bordas ásperas expostas ao contato dos funcionários devem ser revestidas ou alisadas para evitar ferimentos aos funcionários por perfurações ou lacerações. • A plataforma de pessoal deve ser afixada de forma visível com uma placa ou outra marcação permanente que indique o peso da plataforma e sua capacidade de carga nominal ou carga máxima pretendida. 6.11.1.2 Carregamento da Plataforma • Quando uma rédea de cabo de aço é usada para conectar a plataforma de pessoal à linha de carga, cada perna deve ser conectada a um elo mestre ou manilha de forma a garantir que a carga seja dividida uniformemente entre as pernas. • Ganchos em conjuntos de esferas de revisão, blocos de carga inferior ou outros conjuntos de acessórios devem ser de um tipo que possa ser fechado e travado, eliminando a abertura do gancho. Alternativamente, uma manilha tipo âncora de liga com um parafuso, porca e pino de retenção pode ser usada. • Cabos de aço, manilhas, anéis, elos mestres e outros equipamentos de amarração devem ser capazes de suportar, sem falhas, pelo menos cinco vezes a carga máxima pretendida aplicada ou transmitida a esse componente. Quando for usado cabo resistente à rotação, as lingas devem ser capazes de suportar sem falha pelo menos dez vezes a carga máxima pretendida.• Todos os olhais em eslingas de cabo de aço devem ser fabricados com dedais. • As rédeas e aparelhagem associada para prender a plataforma de pessoal à linha de elevação devem ser usadas apenas para a plataforma e os colaboradores necessários, suas ferramentas e materiais necessários para fazer seu trabalho e não devem ser usados para qualquer outro propósito quando não estiver içando pessoal. 6.11.1.3 Teste da Plataforma • Em cada local de trabalho, antes de içar os colaboradores na plataforma de e após qualquer reparo ou modificação, a plataforma e o equipamento devem ser testados com 125% da capacidade nominal da plataforma. • Deve ser realizado um abaixamento controlado da carga, freada a plataforma e mantida em posição suspensa por cinco minutos com a carga de teste distribuída uniformemente na plataforma; CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 20 de 28 • Após o teste, uma pessoa capacitada deve inspecionar a plataforma e demais equipamentos; • Quaisquer deficiências encontradas devem ser corrigidas e outro teste de comprovação deve ser realizado; • O içamento de pessoal não deve ser realizado até que os requisitos de teste sejam atendidos. 6.11.1.4 Práticas de Trabalho • Os colaboradores devem manter todas as partes do corpo dentro da plataforma durante a subida, descida e posicionamento. Esta disposição não se aplica a um ocupante da plataforma que exerça as funções de sinalizador. • Antes que os colaboradores saiam ou entrem em uma plataforma içada que não seja pousada, a plataforma deve ser fixada à estrutura onde o trabalho será executado, a menos que a fixação à estrutura crie uma situação insegura. • Devem ser usados cabos-guia, a menos que seu uso crie uma condição insegura. • O operador do guindaste ou grua deve permanecer nos controles em todos os momentos quando o guindaste esteja em funcionamento e a plataforma está ocupada. • O içamento de colaboradores deve ser interrompido imediatamente, mediante indicação de quaisquer condições meteorológicas perigosas ou outro perigo iminente. • Os colaboradores que estão sendo içados devem permanecer à vista, em contato direto e comunicação com o operador ou sinaleiro. Nas situações em que o contato visual direto com o operador não é possível, pode ser usada apenas a comunicação direta, como por rádio. • Exceto sobre a água, os colaboradores que ocupam a plataforma de pessoal devem usar um sistema de cinto/arnês corporal, com talabarte adequadamente, preso a um membro estrutural dentro da plataforma de pessoal, capaz de suportar um impacto de queda. • É proibido içar pessoas a menos de 6 metros de uma linha de energia de até 350 kV e 15 metros de uma linha de energia acima de 350 kV. • Nenhum içamento deve ser feito em outra linha de carga do guindaste ou torre, enquanto pessoas estiverem suspensas em uma plataforma. 6.11.1.5 Práticas de Equipamento Terceiro O Supervisor de Movimentação de Cargas é responsável por realizar obrigatoriamente uma vistoria técnica e operacional em todos os equipamentos provenientes de terceiros nos seguintes momentos: 6.11.1.5.1 Recebimento do Equipamento: • No ato da entrega, o supervisor deverá inspecionar o equipamento, verificando sua conformidade com os requisitos técnicos, operacionais e de segurança; • Deve-se atestar a condição do equipamento quanto a funcionalidade, integridade estrutural e documentação obrigatória, incluindo certificações e laudos técnicos atualizados; • Qualquer irregularidade, falha ou inconformidade deverá ser imediatamente reportada ao Setor Operacional e ao responsável pela entrega, documentando o ocorrido com fotos, relatórios ou registros apropriados. 6.11.1.5.2 Devolução do Equipamento: • Antes de devolver o equipamento ao fornecedor ou locador, o supervisor deverá realizar nova vistoria para verificar as condições gerais do equipamento após o uso. CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 21 de 28 • Caso sejam identificados danos ou avarias, estas deverão ser registradas e comunicadas ao Setor Operacional e ao fornecedor, anexando evidências documentais. • O supervisor deve garantir que o equipamento seja devolvido limpo, organizado e em conformidade com os termos acordados no contrato de locação ou serviço. 6.11.1.5.3 Registro e Relatórios: • A vistoria de recebimento e devolução deverá ser documentada por meio de checklist padronizado, acompanhado de assinatura do supervisor e, quando aplicável, do representante do fornecedor. • Os relatórios de vistoria devem ser arquivados e mantidos disponíveis para consulta pelo setor responsável. 6.11.2 GUINDASTE SOBRE ESTEIRAS • Realizar montagem do contrapeso do chassi superior de acordo com configuração especificada para o serviço, descrita em Plano de Rigging; • Realizar montagem da lança treliçada de acordo com configuração especificada para o serviço; • Uma perfeita avaliação dos tirantes durante o processo de montagem da lança; • Para levantar lança, se faz necessário o acompanhamento por câmera traseiras, voltadas para o tambor do equipamento e o cilindro antitombamento na falta de câmera, é obrigatório ter um observador no local; • A mesa de giro do guindaste deverá estar travada para o deslocamento do guindaste; • Diminuir a velocidade em terrenos desnivelados, rampas, curvas, cruzamentos e em superfície molhada e escorregadia; • Antes de atravessar pontes assegure-se de que elas suportam o peso do guindaste, recomenda-se uma vistoria de trajeto antes da saída do guindaste da filial e/ou matriz; • É obrigatório que o moitão esteja preso no guindaste durante deslocamento de acordo com as orientações do manual de instruções e/ou documento de engenharia disponível; • Observar a presença de veículos e pessoas na área de trajeto; • O deslocamento com carga deverá respeitar as condições do Manual do Fabricante; • As condições de deslocamento com carga não são as mesmas do deslocamento normal, portanto manual de instruções e tabela de carga deve ser consultado para verificar as exigências; • Ao se deslocar em locais estreitos ter sempre o auxílio de uma pessoa (ajudante, sinaleiro ou rigger) para sinalizar de forma a prevenir acidentes; • É proibido movimentar-se em marcha ré sem a ajuda de um sinalizador para verificar se a área atrás do guindaste está livre de obstruções e / ou de pessoas; • Nunca permita que ninguém além do operador permaneça no guindaste enquanto o mesmo estiver em serviço de deslocamento; • Não são permitidos deslocamentos com carga em equipamentos que não possuem tal finalidade. • Todo deslocamento entre bases só deverá acontecer após o preenchimento do Checklist de Deslocamento Seguro e se atender os seguintes critérios: o Deslocamento de acordo com a totalidade das condições descritas no manual (abertura de patola, distância entre chão e a sapata, inclinações máximas, ...); o Até 1,5 km de distância. CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 22 de 28 • É obrigatório o preenchimento do formulário Vistoria Técnica - Survey – GDP fornecido pela Engenharia do Grupo Darcy Pacheco; • Nos casos em que constatada no Survey, qualquer tipo de interferência em altura no trajeto do deslocamento, seja ela de qualquer tipo (redes elétricas, fios,galhos, placas, etc.) é obrigatório o fechamento do JIB (F) nos deslocamentos entre bases; • Os deslocamentos de guindastes principais, bem como seus componentes, devem ocorrer PREFERENCIALMENTE durante o período do dia. Caso o mesmo, ocorra após o pôr-do-sol deve-se garantir a iluminação artificial adequada para atividade. 6.11.3 GUINDASTE TELESCÓPICOS SOBRE PNEUS • Verificar o tamanho e peso da carga a ser içada e se é compatível com a capacidade do equipamento; • Durante o patolamento (ajudantes e outros envolvidos na operação), manter-se afastado do sistema de patolamento para evitar acidentes por aprisionamento dos membros superiores e inferiores em, sob ou entre materiais, objetos e etc.; • No manuseio manual das sapatas (pranchas) das patolas manter a postura correta, observar a posição correta para armazenamento das mesmas. Para maior segurança, identifique nas sapatas (pranchas), alças ou suportes apropriados para fazer o manuseio adequado prevenindo futuros acidentes; • É obrigatório que o patolamento deve ser realizado conforme o descrito no plano de carga (Plano de Rigging), obedecendo fielmente a orientação de m² e altura quando utilizado, dormentes ou mats; • Durante a movimentação de cargas, nenhum dos acessórios de içamento poderão ficar soltos, caso algum acessório que está conectado ao moitão não seja utilizado, o mesmo deverá ser retirado de operação, ficando somente os acessórios para a carga a ser movimentada; • Observar a presença de veículos e pessoas na área de trajeto, sempre obedecendo às leis de trânsito e velocidade permitida na via; • É obrigatório o acionamento do manete do freio de estacionamento do caminhão antes do início do patolamento; • As operações com braço mecânico somente devem ser realizadas do mesmo lado onde estão localizados os controles de acionamento hidráulico e dentro do raio de visibilidade do operador; • Durante o deslocamento do caminhão em áreas operacionais, manter os faróis ligados; • Não movimentar a carga sobre pessoas e o percurso da carga deverá estar desobstruído; • Observar as condições do extintor de incêndio do veículo e, em caso de uso ou de alguma não-conformidade encontrada, solicitar imediatamente a substituição do mesmo; • Verificar se não há vazamentos de óleo lubrificante e utilizar os componentes do Kit de Mitigação como resposta rápida caso haja vazamento de óleo do equipamento, informar imediatamente a supervisão imediata; • Não movimentar a carga sobre pessoas e o percurso da carga deverá estar desobstruído; • Observar as condições do extintor de incêndio do veículo e, em caso de uso ou de alguma não-conformidade encontrada, solicitar imediatamente a substituição do mesmo; • Na área do cliente observar todas as normas e recomendações de segurança, meio ambiente e saúde; CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 23 de 28 • Os reparos por comprometimento estrutural ou alteração de uma proteção de equipamento de guindar (guindastes, gruas etc.) deverão ser aprovados por laudos técnicos do fabricante do equipamento ou de profissional habilitado; • O operador nunca deverá abandonar a cabine de operação enquanto a carga estiver suspensa; • Fica expressamente proibida a fabricação/improvisação de acessórios de movimentação de carga, caso necessário, a fabricação de acessórios especiais para içamento de cargas/peças; • Todos os equipamentos deverão ser testados ao retornarem da manutenção e formalmente liberados antes de serem disponibilizados para uso. Estes testes incluem a verificação da atuação dos dispositivos de segurança com os respectivos registros; • Fica proibida a execução de alteração ou modificação que descaracterizem as condições originais dos equipamentos de guindar ou acessórios, exceto mediante laudo técnico do fabricante do equipamento ou de profissional habilitado; • É terminantemente proibido o operador de qualquer equipamento permitir a condução e/ou operação para outra pessoa que não esteja devidamente habilitada, capacitada e autorizada pelo seu gestor; • Ao amarrar e desamarrar a carga manter a postura correta, evitando esforço excessivo ao empurrar ou puxar objetos, aprisionamento ou esmagamento de mãos e pernas; • Toda carga que será transportada na carroceria deve ser devidamente amarrada com o cabo de aço das catracas e/ou cintas de amarração para evitar queda da mesma e utilizar calços para apoiar a mesma para ficar uniformemente assentada. Deverão ser seguidas as condições abaixo para viabilizar o transporte da carga. Caso algum dos itens não estejam conformes informar a Supervisão para tomar as devidas providencias: o a) Se os acessórios são compatíveis para a amarração da carga; o b) Se há materiais para calçar a carga caso seja necessário; o c) Se o peso da carga é compatível para a capacidade da carroceria do caminhão. • Após posicionar o equipamento no local da operação e fazer seu patolamento apoiado sobre pranchas de madeira ou materiais metálicos, ter certeza que todos os pinos estejam; • Baixar a lança em um ângulo de 0° para a montagem do moitão e/ou bola peso; • Realizar montagem do moitão e/ou bola peso atentando a correta colocação dos clipes, cunha e soquete; • Realizar montagem dos contrapesos quando aplicável. Utilizar um auxiliar (ajudante ou sinaleiro) com corda guia para orientar a movimentação da placa de contrapeso durante seu processo de montagem; • Realizar a montagem do jib ou luffing-jib quando necessário (atentar para as orientações de segurança no item medidas de SMS); • Realizar a configuração do guindaste de acordo com o plano de rigging; • Todos os cilindros de patolamento, extensões de patolamento, lança telescópica e demais componentes do guindaste e caminhão deverão estar devidamente recolhidos e travados; • Ao estacionar, a mesa de giro do guindaste deverá estar travada para o deslocamento do guindaste; • Diminuir a velocidade em terrenos desnivelados, rampas, curvas, cruzamentos e em superfície molhada e escorregadia; • Em guindastes equipados com freios a ar, não tente mover o guindaste até que a pressão de ar do sistema fique no nível de operação; CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 24 de 28 • Estacionar o equipamento em locais permitidos ou sinalizar o local, sempre observar atentamente a área de manobra, para verificar a presença de pessoas e veículos. Uso obrigatório de sirene de ré. Só efetuar manobra de ré com auxiliar dando suporte; • Durante o trajeto em ladeiras, acione o freio de estacionamento e obrigatoriamente coloque calços nas rodas; • Não é permitido carro batedor do tipo caminhão, retroescavadeira, pá carregadeiras, caminhão basculante e ou similares; • Nas Rodovias federais e estaduais não é permitido transitar com guindaste de 9 eixos ou mais sem que haja um batedor credenciado; • Uso obrigatório da segunda marcha ao descer declive; • Durante o deslocamento do equipamento em áreas operacionais, manter os faróis e giroflex ligados; • O deslocamento do equipamento montado deverá ser de acordo com a configuração informada em manual de instruções e as devidas condições de compactação e nivelamento do solo informadas no mesmo manual deverão ser providenciadas pela contratante. 6.11.4 Recomendações Específicas para Deslocamento de Guindastes Fora de Estrada (RT e Similares) • Para evitar danos a transmissão: faça a mudança de trações entre 2 e 4 rodas somente com o guindaste parado e com a transmissão em neutro ou estacionamento;• Antes de locomover-se, verificar se a chave das funções do guindaste está na posição off; • Desativar as bombas para deslocamentos prolongados; • Se o contrapeso estiver instalado, a velocidade máxima de deslocamento é de 16 km/h; • A lança deve ser completamente recolhida e baixada para a posição de viagem (entre 4 e 6 graus) e a mesa de giro deve estar completamente travada; • Quando dirigir o guindaste, tenha a certeza que a cabine de operação esteja nivelada; • Ao se deslocar em locais estreitos e limitados por obstáculos ter sempre a ajuda de um auxiliar; • Mantenha as rodas traseiras centralizadas. Atenção ao indicador de rodas traseiras não centralizadas; • Atenção ao indicador de baixa pressão do freio. Quando do acendimento da lâmpada o guindaste deve ser parado imediatamente e a falha corrigida; • Quando estiver se deslocando com um guindaste em um declive: A inclinação - lado a lado ou frente e para trás - não deve exceder 15% (8.5 graus); • A viagem deve ser sobre uma superfície preparada ou em terra seca e compactada com um coeficiente de aderência de no mínimo 0,5; • Todas as seções de lança devem estar totalmente recolhidas; • Pneus devem ser inflados até a pressão recomendada para transporte e realizar operações; • Evite terrenos muito acidentados ou macios que podem causar possíveis tombamentos; • A retirada do soquete do cabo de aço de guindaste é realizada utilizando-se marreta. Os colaboradores deverão ter atenção total nesta atividade, para que não ocorram acidentes de esmagamento por meio de impacto da marreta. CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 25 de 28 6.11.5 EMPILHADEIRAS E MANIPULADORES • Realizar a colocação da carga sobre os garfos e verificar o posicionamento e estabilidade da mesma para garantir um deslocamento seguro; • É obrigatório respeitar a capacidade nominal, comprimento adequado do garfo versos a carga e largura do objeto a ser transportado com seu centro de gravidade, não podendo ultrapassar o seguinte: o Comprimento da Carga: O garfo deve ter pelo menos 2/3 do comprimento da carga; o Largura da Carga: Deve os garfos serem ajustados sempre que for movimentar uma carga, conforme seu centro de gravidade e largura do objeto; o Capacidade Nominal: Nunca exceder a 80% da capacidade nominal em situações normais do equipamento; o Respeitar altura da carga o Utilize técnicas seguras para movimentação de carga em terrenos com declives e aclives. • Movimentar a carga para o seu destino final, tendo atenção ao percurso e os obstáculos que neles poderão existir; • O operador nunca deverá abandonar a cabine de operação enquanto a carga estiver suspensa; • Fica expressamente proibida a fabricação/improvisação de acessórios de movimentação de carga, caso necessário, a fabricação de acessórios especiais para içamento de cargas/peças somente é permitida mediante projeto elaborado por profissional habilitado, incluindo plano de inspeção de fabricação e montagem sendo sempre acompanhado por ART; • Todos os equipamentos deverão ser testados ao retornarem da manutenção e formalmente liberados antes de serem disponibilizados para uso. Estes testes incluem a verificação da atuação dos dispositivos de segurança com os respectivos registros; • Fica proibida a execução de alteração ou modificação que descaracterizem as condições originais dos equipamentos de guindar ou acessórios, exceto mediante laudo técnico do fabricante do equipamento ou de profissional habilitado; • Nunca realizar o transporte de pessoas nos garfos da Empilhadeira/Manipulador; • Diminua a velocidade em terrenos desnivelados, rampas, curvas, cruzamentos e em superfície molhada estiver escorregadia; • Não levante cargas apenas com um dos garfos nem com a sua extremidade; • Em movimentação de contêiner sem dispositivos para encaixe dos garfos, será necessário acompanhamento da supervisão e/ou SMS; • Quando a carga impedir a visão ou ao descer uma rampa com carga, dirija em marcha ré. Proceda com calma, e observando a presença das pessoas ou obstáculos ao redor; • Não use pallets com defeito ou danificados; • Os garfos devem ser sempre bem colocados sob a carga, de preferência no comprimento total deles. No deslocamento a face da carga deve estar firmemente localizada contra o guarda-carga e o mastro inclinado para trás; • Observe se há espaço suficiente para telescopagem da carga na operação com manipulador telescópico; • Nunca faça curvas em rampas; • Transitar com os garfos da empilhadeira a uma altura de 20 cm do solo; CÓPIA NÃO CONTROLADA - | Aprovador: Antonio Almeida - 09/01/2025 Revisão:2 Impresso por Anderson Sampaio de Souza em 21/01/2025 14:34 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP 032 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA SOBRE TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÕES VERTICAIS DE CARGAS Pág: 26 de 28 • Em caso de tombamento, o operador deverá permanecer na cabine de operação da empilhadeira, firmar os pés e as mãos e inclinar seu corpo na direção contrária a queda do equipamento. Não se deve pular, pois existe o grande risco de perda e esmagamento de membros. • No caso de a carga oscilar no seu centro de gravidade, fica obrigatório a fixação da carga nos garfos por meio de cintas catracas. 6.11.6 AMARRAÇÕES DE CARGAS – CARRETAS As amarrações e/ou liberações de cargas, assim como a lingada da carga e sua liberação devem ser realizadas do solo. Não está autorizado subir em carretas. Caso ocorra necessidade de subir, o responsável pela frente de serviço deverá ser acionado para avaliação e autorização. Havendo a autorização, enquanto alguém estiver em cima da carreta, a atividade deverá ser acompanhada por outra pessoa designada. 6.12 RECOMENDAÇÕES GERAIS DE SEGURANÇA • É ESTRITAMENTE PROIBIDO o uso do comando by pass durante o processo de içamento de carga com guindastes, pois o mesmo irá sobrecarregar estruturalmente o equipamento gerando o risco de acidente fatal (morte). • Durante o patolamento, manter-se afastado do sistema de patolamento para evitar acidentes por aprisionamento dos membros superiores e inferiores em, sob ou entre materiais, objetos e etc.; • No manuseio manual das sapatas (pranchas) das patolas manter a postura correta, observar a posição correta para armazenamento das mesmas. Para maior segurança, identifique nas sapatas (pranchas), alças ou suportes apropriados para fazer o manuseio adequado prevenindo futuros acidentes; • Durante a movimentação de cargas, nenhum dos acessórios de içamento poderão ficar soltos, caso algum acessório que está conectado ao moitão não seja utilizado, o mesmo deverá ser retirado de operação, ficando somente os acessórios para a carga a ser movimentada; • Nas sapatas (pranchas), alças ou suportes apropriados para fazer o manuseio adequado prevenindo futuros acidentes; • Paralisar e bloquear o equipamento quando for necessário se ausentar da área de operação; • Observar as condições do extintor de incêndio do veículo e, em caso de uso ou de alguma não-conformidade encontrada, solicitar imediatamente a substituição do mesmo; • Verificar se não há vazamentos de óleos e utilizar os componentes do Kit de Mitigação como resposta rápida caso haja vazamento de óleo do equipamento, informar imediatamente a supervisão imediata; • Na área do cliente observar todas as normas e recomendações de segurança, meio ambiente e saúde; • Manter-se afastado de cargas suspensas, observar a área de içamento da carga e nunca movimentar a carga sobre pessoas; • O trajeto por onde passará a carga durante a movimentação deverá estar sempre desobstruído; • Os reparos por comprometimento estrutural ou alteração de uma proteção de equipamento de guindar (guindastes, gruas