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Aparelho cardiovascular
Prof. Luciano Vitola
 Intensivista e Pneumologista Pediátrico
Anamnese
queixa principal
Cianose
Tosse
Desmaio 
Baixo Peso
Cansaço
Palpitação
Familiar
Pré-natal
hmp
Perinatal
	Fator pré-natal	Defeito Cardíaco Associado
	Diabetes Mellitus Tipo 1	Aumento do risco de coarctação da aorta
	Diabetes Mellitus Tipo 2	Maior risco de defeitos septais e transposição das grandes artérias
	Hipertensão	Defeito do septo ventricular, canal atrioventricular comum e truncus arteriosus comum
	Obesidade	Defeitos do arco aórtico, defeitos do septo atrial e persistência do canal arterial
	Epilepsia (Tratada com carbamazepina)	Maior risco de defeito do septo ventricular
	Distúrbios do Tecido Conjuntivo	Maior risco de defeitos septais e outras anomalias estruturais
	Tabagismo	Defeitos septais, atresia tricúspide e dupla saída do ventrículo direito
	Idade Materna Avançada (≥40 anos)	Aumento do risco de cardiopatias congênitas em geral
Exame físico
Movimentos Cardíacos
Ausculta
Pulso e Pressão Arterial
Turgor Venoso e Perfusão Periférica
Inspeção
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Inspeção
análise do aspecto físico geral do paciente
Postura e expressão facial
Nutrição e hidratação
Cianose e coloração da pele/ Teste do coraçãozinho
Estado mental
Componentes sindrômicos
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Inspeção
análise do aspecto físico geral do paciente
Dedos alongados: 
Síndrome de Marfan
Clenched hand:
Trissomia 18 Edwards
Baqueteamento Digital: 
Ccardiopatias congênitas 
ou pneumopatias
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DSAV = Defeito septo AV
CIV = Comunicação Interventricular
*EP = Estenose pulmonar
PVM = Prolapso da valva mitral
IA Ao = Interrupção do arco aórtico
INSPEÇÃO
Movimentos Cardíacos
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Movimentos Cardíacos
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Turgor Venoso e Perfusão Periférica
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Turgor Venoso e Perfusão Periférica
exame do pescoço
Repouso
Decúbito dorsal - cabeceira 30°a 45°
Inspeção da jugular externa
Palpação do pulso carotídeo
Turgor venoso (turgência jugular)
Permanência da jugular externa túrgida acima de a 45° indica aumento da pressão no AD 
Pouco frequente em crianças 
Ex: Tamponamento cardíaco por pericardite aguda
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Turgor Venoso e Perfusão Periférica
Aspecto da pele
Enchimento capilar 
Má perfusão: pálido ou cianótico 
Pele moteada: deficiência na circulação 
Análise do leito ungueal: 180
	1 mês a 1 ano	180
	1 ano a 5 anos 	140
	5 a 12 anos	130
	12 a 18 anos 	110
FREQUÊNCIA CARDÍACA
Ausculta
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Ausculta
Sons do coração
Localização
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Ausculta
Sons do coração
ritmo, frequência, bulhas
Primeira bulha
Segunda bulha
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Ausculta
Primeira bulha
Marca o início da sístole ventricular (fechamento das válvulas AV) 
Coincide com ictus e com pulso carotídeo
Mais grave e duração maior que B2
 
TUM
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Ausculta
Segunda bulha
Identifica a diástole 
Fechamento valva aórtica e pulmonar
Som mais agudo e seco 
 
TÁ
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Ausculta
3a e 4a bulhas
Terceira bulha (B3): é um ruído protodiastólico de baixa frequencia que se origina da vibração da parede ventricular distendida pela corrente sanguínea que penetra, portanto, na cavidade durante o enchimento ventricular rápido. É mais audível na área mitral com o paciente em decúbito lateral esquerdo. Pode ser representada por “TU”
Quarta bulha (B4): ruído débil que ocorre no fim da diástole ou pré-sístole e pode ser ouvida mais raramente em crianças e adultos jovens normais. Sua gênese não está completamente esclarecida, mas acredita-se que seja originada pela brusca desaceleração do fluxo sanguíneo na contração atrial em encontro com o sangue no interior do ventrículo, no final da diástole
 
Ritmos de galope
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Ausculta
Características dos Sopros
Situação do sopro no ciclo cardíaco: sistólico, diastólico, sistodiastólicos ou contínuos;
Localização: qual foco de ausculta o sopro é mais audível
Irradiação: deslocar o estetoscópio em várias direções para identificar irradiação.
Intensidade: avaliação subjetiva, feita em graduação (+ a ++++)
Timbre e tonalidade: “qualidade do sopro”; pode ser suave, rude, musical, em jato, piante bem como ruflar.
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Ausculta
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Ausculta
Sopros
Sistólico Inicia na 1ª bulha e termina antes da 2ª
Diastólico Inicia com a 2ª bulha e termina antes do ciclo seguinte
Contínuo sem interrupção
Benignos: adaptação - sempre sistólicos
Patológicos: estenose ou insuficiência valvar
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Ausculta
Sopros
Intensidade I a VI
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Ausculta
Atrito pericárdico
Som deriva da fricção entre dois folhetos do pericárdio
Pode ser discreto, semelhante a um sopro
Quando for entre as bulhas: ruído de locomotiva
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Ausculta
Causas dos sopros
Vamos pensar????
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Ausculta
E agora é ouvir, ouvir e ouvir
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