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A descrição do perfil do estudante da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) está correta, e a conceituação de omnilateralidade reflete a teoria marxista sobre a formação humana integral, que se opõe à fragmentação e unilateralidade causadas pelo trabalho alienado e pela divisão social do trabalho. O objetivo da omnilateralidade é o desenvolvimento pleno de todas as capacidades humanas, em contraste com a formação restrita a uma única função [1]. 
· Perfil do Estudante da EPT: A EPT é fundamental para a inclusão social, atendendo a jovens e adultos, muitos dos quais precisam conciliar trabalho e estudo. Os cursos técnicos de nível médio desempenham um papel crucial na qualificação profissional e inserção no mercado de trabalho.
· Omnilateralidade em Marx: Este conceito, também conhecido como formação politécnica ou politecnia, refere-se à educação que busca o desenvolvimento integral do ser humano em suas múltiplas dimensões (manual, intelectual, social), superando a separação entre trabalho manual e intelectual
VERDADEIRA
A afirmação é FALSA porque Gaudêncio Frigotto, em seus trabalhos sobre trabalho e educação, como o mencionado, foca justamente na relação intrínseca entre classe social, ideologia e o papel da educação (incluindo a EPT), criticando visões que separam esses elementos ou reduzem a EPT a um mero treinamento técnico, sem discutir as disputas de classe subjacentes ao mundo do trabalho e à formação humana. 
Por que é Falsa:
· Frigotto e a Crítica de Classes: O autor é conhecido por uma perspectiva marxista, analisando como o trabalho molda a educação e a sociedade, e como isso reflete e reproduz as desigualdades de classe, não passando "ao largo" dessas discussões, mas sim as centralizando.
· EPT e Mercado de Trabalho: Embora a EPT prepare para o mercado, Frigotto argumentaria que essa preparação não é neutra; ela está imersa nas contradições do capitalismo e na formação do sujeito para as demandas do capital, o que envolve disputa de classes, não apenas habilidades técnicas. 
Em resumo: A premissa da questão descreve o oposto do pensamento de Frigotto. Ele insiste na análise de classe, mesmo ao discutir EPT e trabalho, o que torna a afirmação falsa.
A afirmativa é FALSA, pois a Resolução CNE/CEB nº 6/2012 não propõe a segregação, mas sim a inclusão e o reconhecimento da diversidade, incluindo identidades de gênero, étnico-raciais, povos indígenas, quilombolas e populações do campo, visando a uma educação que valorize a pluralidade e prepare para a cidadania e o trabalho em uma sociedade democrática, conforme a legislação educacional brasileira. 
Por que a afirmativa é falsa:
· Princípios da Resolução 6/2012: Esta resolução, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio, baseia-se em princípios como a indissociabilidade entre educação e prática social, o trabalho como princípio educativo, e a integração entre ciência, tecnologia e cultura, visando a qualificação para o trabalho e o exercício da cidadania.
· Inclusão e Diversidade: A legislação educacional brasileira, incluindo as diretrizes do CNE, promovidas por resoluções como a nº 6/2012 e outras relacionadas à diversidade (como as para Educação Escolar Indígena e Quilombola), busca a construção de sistemas educacionais inclusivos, que respeitem e valorizem as diferentes identidades e realidades, e não o contrário.
· Contrário à Segregação: A segregação de grupos é o oposto dos objetivos de uma educação democrática e inclusiva, que são reforçados por essas diretrizes, que buscam o pleno desenvolvimento do ser humano e seu preparo para o exercício da cidadania. 
A resposta correta é a b, pois Paulo Freire propôs uma educação problematizadora que integra o conhecimento ao contexto social do aluno, usando a realidade concreta como ponto de partida para o diálogo e a transformação, indo além da simples decodificação de letras para a "leitura do mundo", essencial para a conscientização e emancipação, não se limitando a técnicas tradicionais. 
Análise das alternativas:
· a. Incorreta. Freire sempre considerou o contexto social, sendo a realidade do estudante o centro do seu método.
· b. Correta. Essa alternativa descreve a educação problematizadora de Freire, onde a vivência do aluno é mediadora para a aprendizagem significativa e crítica.
· c. Incorreta. A obra de Freire é abrangente e propõe a relação entre vivência e aprendizado em diversos níveis, não se restringindo a fases específicas do ensino.
· d. Incorreta. Freire se opôs às metodologias tradicionais (educação bancária) e enfatizou a mediação dialógica e contextualizada do conhecimento.
· e. Incorreta. Sua contribuição vai além das técnicas de alfabetização, focando na politização do conhecimento e na leitura crítica da realidade, como visto em "O Método Paulo Freire - Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais". 
Sim, é possível constatar que o trabalho possui uma centralidade para compreender tanto os laços familiares quanto a relação entre empregado e empregador [1]. Diversas perspectivas sociológicas, econômicas e antropológicas analisam como o trabalho molda essas relações sociais fundamentais. 
Laços Familiares
A centralidade do trabalho nas relações familiares pode ser observada de várias maneiras:
· Provisão e Sustento: Historicamente, o trabalho tem sido o principal meio de sustento da família. A capacidade ou incapacidade de trabalhar e gerar renda afeta diretamente a estrutura familiar, a divisão de tarefas e o bem-estar de seus membros [1].
· Divisão de Gênero: A distribuição do trabalho remunerado (fora de casa) e não remunerado (doméstico e de cuidado) dentro da família é um fator crucial na formação das relações de gênero e poder no núcleo familiar [1].
· Tempo e Conflito: As demandas do trabalho remunerado, como longas jornadas e horários flexíveis, frequentemente criam tensões entre a vida profissional e familiar. O "conflito trabalho-família" é um tema central nas discussões sobre a dinâmica familiar contemporânea [1].
Relação entre Empregado e Empregador
O trabalho é, por definição, o eixo da relação entre empregado e empregador. Essa relação é complexa e perpassa: 
· Estrutura de Poder: A relação empregatícia é, fundamentalmente, uma relação de poder. O empregador detém os meios de produção e a capacidade de contratar/demitir, enquanto o empregado vende sua força de trabalho em troca de um salário [1].
· Contrato Social e Legal: Essa relação é mediada por contratos formais, leis trabalhistas e normas sociais que definem direitos, deveres, condições de trabalho e remuneração [1]. Organizações como o Tribunal Superior do Trabalho (TST) no Brasil regulam juridicamente esses laços.
· Identidade e Significado: O trabalho não é apenas uma atividade econômica; ele também é fonte de identidade, status social e propósito. A natureza da relação com o empregador e a satisfação no trabalho impactam diretamente a saúde mental e o senso de valor do indivíduo [1]. 
Em resumo, o trabalho atua como um pilar estruturante que atravessa e define as interações nos domínios público e privado, tornando-se uma lente essencial para a compreensão da sociedade e dos laços que a compõem [1].
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