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Um investidor solicitou esclarecimentos à Diretoria da empresa XY sobre o valor de uma estimativa de perda de um ativo submetido ao processo de avaliação por Redução ao Valor Recuperável de Ativos. Alega o investidor que realizou o teste com base nas demonstrações financeiras padronizadas divulgadas para usuário externo e encontrou valor diferente. A Diretoria solicitou esclarecimentos ao contador que informou tratar-se da reversão de valor estimativo de perda reconhecida no exercício anterior conforme determina a NBC TG 01 (R4). Não se sentindo confortável com os esclarecimentos do Contador, a Diretoria contratou um Perito Contábil para examinar os cálculos e o reconhecimento do valor da reversão, considerando que (a) o valor do ativo antes do reconhecimento da estimava de perda no exercício anterior era R$ 2.850 mil; (b) depois de reconhecido o valor da estimativa de perda o valor do ativo foi alterado para R$ 2.100 mil. O valor do ativo divulgado nas últimas demonstrações financeiras padronizadas para usuário externo, um ano depois, examinadas pelo investidor e pelo perito contábil, é de R$ 2.650 mil. Com base no enunciado, assinale a opção que apresentar o que deve constar do parecer do perito contábil como valor da reversão:
O valor da reversão validado pelo Perito Contábil é R$ 200 mil.
O valor da reversão validado pelo Perito Contábil deve ser R$ 550 mil.
O Perito Contábil deve recomendar que o valor reconhecido como perda é definitivo não cabendo reversão.
O valor da reversão validado pelo perito contábil deve ser R$ 750 mil.

No decorrer de uma ação “Ordinária de Revisão Contratual Imobiliária, cumulada com nulidade de cláusulas e com a antecipação de tutela”, o juiz federal da 991ª Vara nomeou perito contábil, visto que a prova do fato dependia de conhecimento técnico/científico. Após a apresentação do laudo pericial o Douto Juízo concluiu que a parte contratante deveria devolver seu imóvel à instituição financeira. Posteriormente, a parte autora descobriu que o perito do juízo era cônjuge do gerente da instituição financeira dos autos e que havia prestado informações inverídicas no laudo, beneficiando a parte requerida no resultado da lide. Assim, com base nos fatos apresentados e no que dispõem os Art. 145 e 158 do Código de Processo Civil - Lei n.º 13.105/2015, assinale a opção INCORRETA.
O perito que, por dolo ou culpa, prestar informações inverídicas responderá pelos prejuízos que causar à parte.
O juiz deverá comunicar o fato ao respectivo órgão de classe para adoção das medidas que entender cabíveis.
O perito que, por dolo ou culpa, prestar informações inverídicas ficará inabilitado para atuar em outras perícias.
O perito estava livre de suspeição, pois as partes deixaram de comprovar que seu cônjuge trabalhava na instituição financeira, antes da entrega do laudo pericial.

Principais assuntos de auditoria são aqueles:
que foram acordados com a Administração como sendo mais relevantes.
que não devem ser discutidos com a Administração, devido à sua confidencialidade.
que deram origem à aplicação de procedimentos de auditoria cujos resultados foram insatisfatórios.
que tiveram influência significativa na definição do enfoque de auditoria a ser aplicado.

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Questões resolvidas

Um investidor solicitou esclarecimentos à Diretoria da empresa XY sobre o valor de uma estimativa de perda de um ativo submetido ao processo de avaliação por Redução ao Valor Recuperável de Ativos. Alega o investidor que realizou o teste com base nas demonstrações financeiras padronizadas divulgadas para usuário externo e encontrou valor diferente. A Diretoria solicitou esclarecimentos ao contador que informou tratar-se da reversão de valor estimativo de perda reconhecida no exercício anterior conforme determina a NBC TG 01 (R4). Não se sentindo confortável com os esclarecimentos do Contador, a Diretoria contratou um Perito Contábil para examinar os cálculos e o reconhecimento do valor da reversão, considerando que (a) o valor do ativo antes do reconhecimento da estimava de perda no exercício anterior era R$ 2.850 mil; (b) depois de reconhecido o valor da estimativa de perda o valor do ativo foi alterado para R$ 2.100 mil. O valor do ativo divulgado nas últimas demonstrações financeiras padronizadas para usuário externo, um ano depois, examinadas pelo investidor e pelo perito contábil, é de R$ 2.650 mil. Com base no enunciado, assinale a opção que apresentar o que deve constar do parecer do perito contábil como valor da reversão:
O valor da reversão validado pelo Perito Contábil é R$ 200 mil.
O valor da reversão validado pelo Perito Contábil deve ser R$ 550 mil.
O Perito Contábil deve recomendar que o valor reconhecido como perda é definitivo não cabendo reversão.
O valor da reversão validado pelo perito contábil deve ser R$ 750 mil.

No decorrer de uma ação “Ordinária de Revisão Contratual Imobiliária, cumulada com nulidade de cláusulas e com a antecipação de tutela”, o juiz federal da 991ª Vara nomeou perito contábil, visto que a prova do fato dependia de conhecimento técnico/científico. Após a apresentação do laudo pericial o Douto Juízo concluiu que a parte contratante deveria devolver seu imóvel à instituição financeira. Posteriormente, a parte autora descobriu que o perito do juízo era cônjuge do gerente da instituição financeira dos autos e que havia prestado informações inverídicas no laudo, beneficiando a parte requerida no resultado da lide. Assim, com base nos fatos apresentados e no que dispõem os Art. 145 e 158 do Código de Processo Civil - Lei n.º 13.105/2015, assinale a opção INCORRETA.
O perito que, por dolo ou culpa, prestar informações inverídicas responderá pelos prejuízos que causar à parte.
O juiz deverá comunicar o fato ao respectivo órgão de classe para adoção das medidas que entender cabíveis.
O perito que, por dolo ou culpa, prestar informações inverídicas ficará inabilitado para atuar em outras perícias.
O perito estava livre de suspeição, pois as partes deixaram de comprovar que seu cônjuge trabalhava na instituição financeira, antes da entrega do laudo pericial.

Principais assuntos de auditoria são aqueles:
que foram acordados com a Administração como sendo mais relevantes.
que não devem ser discutidos com a Administração, devido à sua confidencialidade.
que deram origem à aplicação de procedimentos de auditoria cujos resultados foram insatisfatórios.
que tiveram influência significativa na definição do enfoque de auditoria a ser aplicado.

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Em uma ação cível de apuração de haveres, o perito contábil apresentou em seu Laudo Pericial a metodologia de trabalho da seguinte forma: “Desenvolveu-se o trabalho mediante a análise dos livros diário e razão e demais documentos solicitados conforme Termo Inicial de Diligência Pericial”. Tal metodologia apresentada refere-se à utilização pelo perito do procedimento de:
Avaliação.
Indagação.
Mensuração.
Exame.
No Laudo Pericial encontra-se discriminado pelo perito contábil o seguinte quesito e resposta: “Queira o senhor perito informar se o autor goza de boa saúde física e mental para suportar o resultado do processo? Resposta: Quesito estranho à matéria contábil”. Considerando o disposto, pode-se afirmar que o tipo de quesito apresentado pode ser identificado como:
Pertinente.
Suplementar.
Esclarecimento.
Impertinente
Um investidor solicitou esclarecimentos à Diretoria da empresa XY sobre o valor de uma estimativa de perda de um ativo submetido ao processo de avaliação por Redução ao Valor Recuperável de Ativos. Alega o investidor que realizou o teste com base nas demonstrações financeiras padronizadas divulgadas para usuário externo e encontrou valor diferente. A Diretoria solicitou esclarecimentos ao contador que informou tratar-se da reversão de valor estimativo de perda reconhecida no exercício anterior conforme determina a NBC TG 01 (R4). Não se sentindo confortável com os esclarecimentos do Contador, a Diretoria contratou um Perito Contábil para examinar os cálculos e o reconhecimento do valor da reversão, considerando que (a) o valor do ativo antes do reconhecimento da estimava de perda no exercício anterior era R$ 2.850 mil; (b) depois de reconhecido o valor da estimativa de perda o valor do ativo foi alterado para R$ 2.100 mil. O valor do ativo divulgado nas últimas demonstrações financeiras padronizadas para usuário externo, um ano depois, examinadas pelo investidor e pelo perito contábil, é de R$ 2.650 mil. Com base no enunciado, assinale a opção que apresentar o que deve constar do parecer do perito contábil como valor da reversão.
O valor da reversão validado pelo Perito Contábil é R$ 200 mil.
O valor da reversão validado pelo Perito Contábil deve ser R$ 550 mil.
O Perito Contábil deve recomendar que o valor reconhecido como perda é definitivo não cabendo reversão.
O valor da reversão validado pelo perito contábil deve ser R$ 750 mil.
As informações que fundamentam os resultados da Auditoria Interna devem ser suficientes, fidedignas, relevantes e úteis, de modo a fornecer base sólida para as conclusões e recomendações à administração da entidade. Essas informações são chamadas de
efetivas.
eficazes.
eficientes.
evidências.
No decorrer de uma ação “Ordinária de Revisão Contratual Imobiliária, cumulada com nulidade de cláusulas e com a antecipação de tutela”, o juiz federal da 991ª Vara nomeou perito contábil, visto que a prova do fato dependia de conhecimento técnico/científico. Após a apresentação do laudo pericial o Douto Juízo concluiu que a parte contratante deveria devolver seu imóvel à instituição financeira. Posteriormente, a parte autora descobriu que o perito do juízo era cônjuge do gerente da instituição financeira dos autos e que havia prestado informações inverídicas no laudo, beneficiando a parte requerida no resultado da lide. Assim, com base nos fatos apresentados e no que dispõem os Art. 145 e 158 do Código de Processo Civil - Lei n.º 13.105/2015, assinale a opção INCORRETA.
O perito que, por dolo ou culpa, prestar informações inverídicas responderá pelos prejuízos que causar à parte.
 O juiz deverá comunicar o fato ao respectivo órgão de classe para adoção das medidas que entender cabíveis.
O perito que, por dolo ou culpa, prestar informações inverídicas ficará inabilitado para atuar em outras perícias.
O perito estava livre de suspeição, pois as partes deixaram de comprovar que seu cônjuge trabalhava na instituição financeira, antes da entrega do laudo pericial.
O Comitê de Auditoria é um órgão estatutário obrigatório nas sociedades supervisionadas que tenham apresentado, no encerramento dos dois últimos exercícios sociais, Patrimônio Líquido Ajustado (PLA) igual ou superior a quinhentos milhões de reais. Com base nesse assunto, assinale a opção CORRETA.
O Comitê de Auditoria deve ser composto, no máximo, por três integrantes, observado o mandato máximo de três anos.
A função de integrante do Comitê de Auditoria é delegável.
Todos os integrantes do Comitê de Auditoria deverão comprovar conhecimentos nas áreas de Contabilidade e Auditoria.
O Comitê de Auditoria deve se reportar diretamente ao Conselho de Administração da sociedade supervisionada ou da instituição líder do conglomerado, conforme o caso.
Principais assuntos de auditoria são aqueles:
que foram acordados com a Administração como sendo mais relevantes.
que não devem ser discutidos com a Administração, devido à sua confidencialidade.
que deram origem à aplicação de procedimentos de auditoria cujos resultados foram insatisfatórios.
que tiveram influência significativa na definição do enfoque de auditoria a ser aplicado.
Ao compor a equipe de auditoria que executará os trabalhos do exercício corrente, você busca informações acerca do pessoal e acaba sabendo que o gerente escolhido possui ações da empresa objeto da auditoria. Nessa circunstância, você:
informa o cliente e abre mão da auditoria.
solicita a demissão do gerente.
conversa com o gerente e o alerta para o risco, e o mantém na equipe porque, como gerente do trabalho, ele não terá influência sobre as conclusões.
substitui o gerente, afastando-o desse trabalho e estabelece medidas internas de limitação de acesso aos papéis de trabalho.
A utilização do mesmo pessoal sênior em trabalho de auditoria por período de tempo prolongado cria ameaças de familiaridade e de interesse próprio. A importância das ameaças depende de fatores como: • por quanto tempo a pessoa tem sido membro da equipe de auditoria; • papel da pessoa na equipe de auditoria; • estrutura da firma; • natureza do trabalho de auditoria; • se a equipe gerencial do cliente foi alterada; • se a natureza ou a complexidade dos assuntos contábeis e de relatório do cliente mudou.
NÃO é considerado exemplo de salvaguarda às ameaças acima relacionadas:
rotação do pessoal sênior na equipe de auditoria.
revisão, por outro auditor, que era membro da equipe de auditoria do trabalho do pessoal sênior.
revisões de qualidade interna independentes e regulares do trabalho.
revisões de qualidade externa independentes e regulares do trabalho.

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