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Seleção Sexual 
Tipos de Seleção Natural 
A seleção natural é o mecanismo da evolução que molda e seleciona quais 
mudanças fenotípicas populacionais irão perdurar ou ser eliminadas, ao longo das 
gerações. Uma seleção positiva se dá com o aumento da frequência de indivíduos 
portadores de uma determinada característica vantajosa. Uma seleção negativa 
ocorre quando há a eliminação ou a redução de frequência de indivíduos portadores 
de características deletérias (como, por exemplo, disfunção genética). 
Os tipos de seleção positiva pode, ser: 
● Direcional: quando uma extremidade de um caráter contínuo é selecionada 
(pela seleção positiva) e passa a ter mais frequência em uma população, ao 
longo das gerações. 
● Estabilizadora : quando as extremidades de um caráter contínuo são 
eliminadas e os estados intermediários são mais vantajosos, eles são 
selecionados. 
● Disruptiva: quando duas extremidades de um caráter contínuo são 
selecionadas, pois as duas possuem vantagens adaptativas se comparadas 
aos estados intermediários. Está associada com especiação simpátrica a 
devido à especialização de nicho. 
Além disso, a seleção pode ocorrer afetando caracteres discretos e 
genótipos. Nesse caso, ela pode ser negativa (purificadora), eliminando alelos 
deletérios ao longo das gerações de uma população, ou positiva quando alelos 
correspondentes a caracteres vantajosos são fixados ao longo das gerações, e 
alelos neutros ligados a ele também acabam sendo fixados pelo efeito carona 
(hitchhiking). 
Outro tipo de seleção é a balanceadora. Ela costuma estar associada ao 
aumento da diversidade alélica, embora nem sempre isso aconteça. Ocorre quando 
duas ou mais variantes alélicas são vantajosas, e portanto, têm sua frequência 
mantida ou expandida ao longo das gerações das populações. 
Entenda mais sobre isso: Seleção natural | Biologia | Khan Academy
Todos esses tipos de seleção produzem variabilidade e diversificação, mas 
podemos dar uma atenção especial à seleção sexual quando o assunto é esse. 
https://www.youtube.com/watch?v=69m7_L_gfLE
 
 
 
💡 Todos esses tipos de seleção culminam na fixação ou na eliminação de 
adaptações, mas o que são elas? 
 As adaptações são características mantidas nas populações ou nas espécies 
pela seleção natural porque são importantes para a reprodução e/ou para a 
sobrevivência dos seres vivos diante de determinadas condições ambientais. 
● Exaptação: característica que inicialmente era uma adaptação para uma 
certa função e posteriormente sua função passou a ser outra. 
 O adaptacionismo extremo, hoje não aceito, era um pensamento do século XX 
que defendia que a maioria das características fenotípicas eram resultado de 
adaptação. Alguns dos seus maiores equívocos são: “os fenótipos produzidos 
pelo processo adaptativo são perfeitos; todas as características evoluem de forma 
independente; a maioria das variantes genotípicas presentes nas populações são 
mantidas por seleção natural”. 
 A seleção natural sempre atua a partir da variabilidade pré-existente gerada 
por mutações estocásticas (aleatórias). Dessa forma, não é possível que a partir 
de algum período os fenótipos sejam sempre perfeitos diante de condições 
ambientais específicas; além disso, é sempre possível que surjam características 
com maior valor adaptativo que as anteriores. Características que hoje são 
consideradas adaptações podem, no passado, ter sido variantes neutras ou até 
mesmo deletérias que foram mantidas por deriva genética. Atualmente, sabe-se 
que a maioria das variantes alélicas geradas por mutação é neutra, principalmente 
em genomas nos quais a maioria do DNA tem regiões não codificadoras. Segundo 
a aula 5 do Fascículo (UFMG), “algumas características fenotípicas são 
codificadas por genes que, quando selecionados, afetam também as frequências 
das características codificadas por genes vizinhos no genoma, chamado de efeito 
carona (hitchhiking), portanto as características não são tão independentes." O 
mesmo acontece com características morfológicas. 
 
Sexo, reprodução e consequências da reprodução sexuada 
● Sexo: é a combinação de genes de dois indivíduos em um novo indivíduo. 
● Reprodução: é a produção de novos indivíduos a partir daqueles de uma 
geração anterior. 
Com base nesses conceitos, podemos definir agora os seguintes fenômenos: 
Reprodução sem sexo 
A reprodução na ausência de sexo é característica de organismos que 
produzem novos indivíduos por fissão, como ocorre em amebas ou em hidras, que 
produzem propágulos que originam novas colônias. 
Sexo sem reprodução 
Característico entre organismos unicelulares, como nas bactérias, que podem 
transferir material genético através de mecanismos especiais, tais como a 
conjugação e a transformação. 
● Conjugação bacteriana → dois organismos unem seus citoplasmas por meio 
da estrutura tubular “pilus”, por onde ocorre a transferência de DNA do 
doador para o receptor, sem gerar descendentes. 
● Transformação → organismos incorporam DNA existente no meio em que 
vivem. 
Reprodução sexuada 
 É a reprodução que se dá através da troca genética e é a chave da seleção 
sexual. 
 Podemos citar como consequências da reprodução sexuada: 
● A reprodução sexuada evita o que ocorre frequentemente em populações 
que se reproduzem assexuadamente: o fenômeno da Catraca de Muller, no 
qual há um acúmulo irreversível de mutações deletérias, ou seja, 
desfavoráveis à sobrevivência dos organismos. Na reprodução sexuada, isso 
é evitado por meio da recombinação de genes. 
● O sexo proporciona recombinação de mutações benéficas que ocorrem em 
diferentes linhagens, aumentando a velocidade de adaptação às condições 
ambientais e diminuindo a competição entre diferentes mutações. 
 
 
💡 A origem do sexo 
 Há bilhões de anos, dois seres unicelulares fizeram troca de material genético, 
e isso levou a uma vantagem reprodutiva, sendo portanto um padrão que passou 
a ser mais repetido na natureza devido à seleção dessa vantagem. 
 Uma mudança aleatória levou ao surgimento de células bastante móveis e 
velozes, que se tornaram gametas masculinos, e de outras que seriam mais 
imóveis, que se tornaram gametas femininos. 
 Os machos produzem milhões de espermatozoides, mas fêmeas produzem 
relativamente poucos óvulos. Enquanto a estratégia dos espermatozóides é tentar 
fertilizar o máximo de óvulos possível, mas para óvulos - mais complexos e com 
maior demanda de energia -, a melhor estratégia é selecionar quais 
espermatozoides devem ou não passar pela sua membrana. Essa diferença 
contribui para a explicação da diferença no comportamento sexual entre fêmeas e 
machos. 
 
Meiose 
A meiose é um processo de divisão celular que ocorre na maioria dos 
organismos eucarióticos para a formação de gametas. Veja como acontece: 
 Meiose: Onde começa o sexo | Biologia | Khan Academy
 A partir de uma determinada etapa, mitose e meiose são diferentes, mas 
ambas se iniciam com a replicação dos cromossomos na fase inicial. Na meiose, 
diferentemente da mitose, os cromossomos se emparelham após a replicação. A 
semelhança entre os dois processos, no entanto, indica que a meiose deve ter sido 
uma derivação de um processo mitótico. 
 
Coevolução de parasitas e hospedeiros 
Num modelo, o parasita infecta a população com genótipo predominante 
quantitativamente, a eliminando. Sobra, então, a população antes minoritária, 
resistente a esse parasita. Com a queda da população-alvo, os parasitas também 
morrem, mas um grupo que se adaptou às condições novas, ou seja, à nova 
população predominante sobrevive e infecta a nova linhagem, de maneira que 
parasita e hospedeiro coevoluam. 
https://www.youtube.com/watch?v=zV1cPECjdv4
O papel da reprodução sexuada, nesse caso, se encontra na produção da 
variabilidade que leva às adaptações necessárias para a sobrevivência das 
espécies, tanto do parasita, quanto do hospedeiro. 
💡 A hipótese da Rainha Vermelha 
 Na obra escrita por LewisCarroll (Alice no País das Maravilhas), Alice 
questiona a Rainha Vermelha o motivo de todos correrem e não saírem do lugar, 
então ela a responde: “Pois aqui, como vê, você tem de correr o mais rápido que 
puder para continuar no mesmo lugar”. Essa situação serve de alegoria para o 
que ocorre na evolução: as espécies estão sempre evoluindo e se adaptando às 
adversidades oferecidas pelo ambiente; aquelas que não se adaptam são 
eliminadas pela seleção natural. 
 
A Seleção Sexual 
Charles Darwin questionava como os pavões evoluíram para forma 
contemporânea na qual os machos têm penas pesadas e ornamentadas que 
prejudicam a sobrevivência desses animais, já que demandam muita energia para 
crescer e são pesadas, o que reduz a velocidade deles, além de os tornar mais 
chamativos para predadores. A carapaça ornamentada de alguns besouros, a 
extravagância de asas de borboleta e cantos de pássaro são outras características 
observáveis semelhantes às penas dos pavões, no sentido de que sob a 
perspectiva unicamente de sobrevivência elas não são vantajosas. 
Esses fenômenos ocorrem devido à seleção sexual, que pode ser definida, 
segundo Freeman e Herron, como “sucesso reprodutivo diferencial resultante de 
variações no sucesso no acasalamento”. Em palavras mais simples, esse tipo de 
seleção prioriza a reprodução da espécie, mesmo que as adaptações selecionadas 
em questão não sejam necessariamente propícias à sobrevivência dos indivíduos. 
Sabemos que se um ser vivo não consegue se reproduzir, ele não repassa seus 
genes, e, portanto, não contribui para a evolução de sua espécie. 
Os ornamentos, como os citados anteriormente, são encontrados 
principalmente em machos. Isso se deve ao fato de que os machos geralmente têm 
o papel de procurar várias parceiras para reprodução, enquanto as fêmeas 
escolhem com quais machos irão gerar descendentes. Assim, enquanto o macho 
prioriza quantidade, a fêmea prioriza qualidade. Os ornamentos são uma forma dos 
machos conquistarem as fêmeas, ostentando “qualidade”. 
No entanto, nem sempre a dinâmica é essa, embora seja a mais conhecida. 
Algumas espécies possuem fêmeas que priorizam quantidade, indo atrás de 
machos que possam cuidar de sua prole. Nesses casos, são as fêmeas que 
apresentam características ornamentais, como por exemplo tamanho médio maior 
que os machos, ou ainda maior agressividade para competir com outras fêmeas 
pela conquista de machos. Esse é o caso, por exemplo, dos jaçanãs, que passaram 
a mudar sua estratégia reprodutiva com o aumento de ataques de jacarés aos 
filhotes. Essa e outras espécies com esse tipo de estratégia reprodutiva 
demonstram que os papéis de gênero não são fixos e universais. 
Diante disso, podemos dizer que a seleção sexual ocorre de duas maneiras: 
por meio da seleção intrassexual, em que há competição entre indivíduos do mesmo 
sexo para acasalar com o sexo oposto, e da seleção intersexual: membros de um 
sexo (em geral, fêmeas) preferem uns indivíduos do sexo oposto a outros. 
Para que as espécies evoluam, já há grandes dois desafios: os seres vivos 
têm que viver tempo o suficiente para chegar à idade reprodutiva e eles têm o 
esforço da reprodução em si. A reprodução sexuada, por sua vez, oferece um 
desafio bônus: a procura e a conquista de um parceiro. Esse terceiro desafio é um 
dos principais fatores sobre os quais a seleção sexual gira em torno. 
 
Dimorfismo sexual e os papéis dos sexos 
A reprodução sexuada impõe diferentes pressões seletivas nas fêmeas e nos 
machos. É um padrão observável que os membros do sexo sujeito à forte seleção 
sexual serão competitivos e os membros do sexo sujeito à fraca seleção sexual 
serão exigentes. Não necessariamente os seres que estão sujeitos à forte seleção 
sexual são machos, embora isso seja o mais comum. 
A pressão sobre os seres sujeitos à forte seleção inclui, principalmente, 
competição por recursos ou pelos indivíduos do sexo oposto, ou, ainda, competição 
apenas para impressionar o outro sexo. Essas competições podem ser por combate 
direto, por infanticídio (machos adultos podem matar filhotes de outros machos para 
que as fêmeas possam voltar a reproduzir e a copular; no caso de fêmeas sujeitas à 
forte seleção sexual, elas também costumam cometer infanticídio) ou por 
competição de espermatozoides (uma fêmea pode copular com mais de um macho 
e os espermatozoides dos parceiros dela podem competir entre si). 
Nesse vídeo, podemos conferir um exemplo de um gorila macho tentando 
impressionar uma fêmea: 
 Silverback Showing off to the Female | Mountain Gorilla | BBC Earth
A pressão sobre os seres sujeitos à fraca seleção costuma incluir maior 
energia e tempo de investimento na prole, seja apenas pelo fato de que o gasto 
energético dos gametas femininos ser maior, seja porque é comum que as fêmeas 
(ou os machos sujeitos à esse tipo de pressão) ativamente cuidam da prole por um 
determinado período de tempo. Sobre isso, Freeman e Herron afirmam: 
“Pelo fato de que as mães proporcionam um cuidado parental tão intensivo, 
os mamíferos apresentam um exemplo um tanto extremo de disparidade no 
investimento parental. Na maioria das espécies animais, nenhum dos genitores 
cuida dos filhotes. Os pares de genitores acasalados mal produzem e fecundam os 
óvulos e os abandonam. Entretanto, também nessas espécies, as fêmeas 
geralmente fazem um maior investimento em cada descendente do que os machos. 
Os óvulos são tipicamente grandes e ricos em vitelo, com grande suprimento 
armazenado de energia e nutrientes. Pense nos óvulos de uma tartaruga marinha, 
dos quais alguns são tão grandes como os ovos de galinha. Por outro lado, a 
maioria dos espermatozóides consiste em pouco mais do que o DNA com um 
propulsor. Mesmo quando uma única ejaculação libera centenas de milhões de 
espermatozóides, o sêmen raramente representa mais do que uma fração do 
investimento contido em uma ninhada de ovos.” 
 
https://www.youtube.com/watch?v=wDECqJsiGqw
💡 Algumas espécies são poligâmicas, outras são monogâmicas. A vantagem da 
monogamia parece estar associada ao cuidado parental dividido pelo macho e 
pela fêmea, em vez de estar somente a cargo das fêmeas. Um exemplo de 
animais com comportamento monogâmico são os pássaros canoros. Contudo, 
muitas vezes é observado que pode ocorrer de fêmeas cruzarem com machos 
parceiros de outras fêmeas, e estabelecerem união com machos “de qualidade 
inferior” numa tentativa de que seus filhotes nasçam com bons genes, mas que 
também tenham cuidado parental. 
 
 Tendo em vista essas disparidades de pressões, é possível compreender o 
motivo da ocorrência de dimorfismo sexual, em menor ou maior escala, nas 
espécies. Pela diferença de pressão sobre cada sexo, fêmeas e machos poderão 
parecer bastante (ou pelo menos um pouco) diferentes. 
 Um exemplo de dimorfismo sexual bastante aparente é o que acontece com 
leões: a fêmea não possui juba; os machos possuem. 
 
 
 
Chimpanzés e bonobos 
Embora ambas as espécies vivam em selvas semelhantes na África 
equatorial, o comportamento sexual dos dois grupos é bastante diferente. O 
documentário “O Porquê do Sexo” explora essa divergência curiosa. 
Os chimpanzés são altamente agressivos, patriarcais, e muitas vezes 
cometem infanticídio. É comum que fêmeas sejam agredidas por machos, e que 
tentem copular com vários machos a fim de evitar o infanticídio de sua prole, de 
maneira que todos os machos ajam como os pais da prole. As cópulas dos 
chimpanzés são numerosas porém de curta duração. 
Os bonobos, por outro lado, são pacíficos. As fêmeas parecem ser solidárias 
entre si, e não há um patriarcalismo tão evidente quanto o dos chimpanzés. Podem 
ser observados comportamentos entre fêmeas e machos, machos e machos ou 
fêmeas e fêmeas. As cópulas parecem ser executadas de diversas maneiras e por 
tempo maior, demonstrando que há uma relação maior de prazer do que a dos 
chimpanzés, puramente com fins reprodutivos.Essas diferenças podem ter sido impelidas pela localização de alimento 
disponível em seus habitats. Nas florestas ocupadas pelos chimpanzés, os gorilas 
comem o alimento no chão e os chimpanzés buscam alimentos nas árvores. As 
fêmeas buscam alimento sozinhas, carregando seus filhotes, e não conseguem ser 
tão rápidas quanto os machos, que conseguem se alimentar primeiro e, portanto, 
acabam com os recursos primeiro. Assim, as fêmeas se distanciam entre si e 
também dos machos, para serem capazes de obter alimento. Por outro lado, no 
habitat dos bonobos os alimentos estão disponíveis no chão e há maior facilidade 
para obtê-lo, havendo mais integração entre os indivíduos, incluindo entre fêmeas 
entre si. Isso parece ser causa da maior solidariedade entre fêmeas e da maior 
capacidade de apaziguamento entre os dois gêneros nos grupos de bonobos. 
 
A ciência por trás da atração 
O documentário “O Porquê do Sexo” explora os múltiplos fatores de atração 
sexual que ocorrem na espécie humana, como cheiro, aparência (mais viril, mais 
feminina, etc), inteligência, demonstração de carisma e de humor, e até mesmo 
expressões artísticas. Há a hipótese, por exemplo, de que a arte seja uma maneira 
inconsciente dos indivíduos se mostrarem a possíveis futuros parceiros, e que isso 
tem origem evolutiva. Os humanos, assim como outros animais, possuem 
comportamentos naturais que os encaixa na corrida para se saírem bem através da 
seleção sexual, ainda que nem sempre o fim dos esforços seja de fato a 
reprodução. 
Nesse vídeo é discutido sobre atração e padrões de beleza, levando em 
conta fatores biológicos, mas também psicológicos e sociais que influenciam a 
perspectiva humana sobre esses aspectos: A "ditadura da beleza" (#Pirula 92.1)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://www.youtube.com/watch?v=2igmSurytzA
 
Bibliografia 
Principais fontes de informação: 
Fascículo – evolução / Fabrício R Santos e Cayo Dias. – Belo Horizonte : 
CAED-UFMG, 2013. Aulas 4 e 5. 
 
PBS Evolução 4/6 O Porquê do Sexo. Disponível em: 
. Acesso em: 7 dez. 2022. 
 
CAP11_Freeman&Herron-2009_4Ed_Analise Evolutiva 
 
 Links adicionais citados no fichamento e fontes das imagens: 
KHAN ACADEMY BRASIL. Seleção natural | Biologia | Khan Academy. Disponível 
em: . Acesso em: 7 dez. 2022. 
KHAN ACADEMY BRASIL. Meiose: Onde começa o sexo | Biologia | Khan 
Academy. Disponível em: . 
Acesso em: 7 dez. 2022. 
 
Pavão voa? Veja estas e outras curiosidades sobre a ave! | Guia Animal. Guia 
Animal. Disponível em: . Acesso em: 7 dez. 2022. 
 
BBC EARTH. Silverback Showing off to the Female | Mountain Gorilla | BBC Earth. 
Disponível em: . Acesso em: 7 
dez. 2022. 
Leão - características, fotos, ameaças - Animais. InfoEscola. Disponível em: 
. Acesso em: 7 dez. 2022. 
CANAL DO PIRULLA. A “ditadura da beleza” (#Pirula 92.1). Disponível em: 
. Acesso em: 7 dez. 2022. 
https://virtual.ufmg.br/20222/mod/resource/view.php?id=154033
https://virtual.ufmg.br/20222/mod/resource/view.php?id=154033

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