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Ensinando as Nações 1
Primeiro Trimestre - 2026 - nº 100
PROFESSOR
Nome:
Ensinando as Nações 2
CONVENÇÕES DA CIAD NOS ESTADOS
PARA O 1º TRIMESTRE 2026
21 e 22 de fevereiro de 2026 
Santa Inês - MA
Pr. José de Ribamar da Conceição Silva
15 de março de 2026 
Araras - SP
Pr. Donizete Lima da SilveiraConvenção Internacional 
da Assembleia de Deus
CIAD
Convenção Internacional 
da Assembleia de Deus
CIAD
24 e 25 de janeiro de 2026 
Cuiabá - MT
Pr. Aparecido Alves dos Santos
31 de janeiro e 01 de fevereiro de 2026 
Porto Velho - RO
Pr. Manoel de Matos da Silva
20 a 22 de março de 2026 
Redenção do Pará - PA
Pr. Lucas Gomes Andrade
25ª CONFISULPA - Convenção Filiada no Sul do Pará
Liderança Pastoral
Liderança Pastoral
Liderança Pastoral
Liderança Pastoral
Janeiro
Fevereiro
Março
Liderança Pastoral
Ensinando as Nações 3
ENSINANDO AS NAÇÕES
Comentaristas: OBREIROS(AS) DA CONVENÇÃO INTERNACIONAL DA 
 “ASSEMBLEIA DE DEUS” (CIAD)
Encarte especial 
para o professor
Pr. Elias Garcia FErnandEs
Pr. OdilOn MEndOnça dE OlivEira JúniOr
Lições do Primeiro Trimestre de 2026
O trabalho deste encarte é feito mediante pesquisa bibliográfica.
Ensinando as Nações 4
Ensinando as Nações 5
Hinos Sugeridos da Harpa Cristã: 
415, 491, 510 
TUDO É POSSÍVEL AO QUE CRÊ
Pr. José Clarimundo César
Lição 01
Domingo, 04 de janeiro de 2026
ENFATIZE
 Que é preciso muito cuidado com 
a enganação dos falsos profetas que estão 
por aí realizando sinais e prodígios. 
 Que, embora creiamos em mila-
gres e maravilhas, todavia o Senhor Jesus 
deve ser o centro de nossa mensagem.
 Que se tivermos uma fé operante 
no Senhor Jesus e crermos nele, podere-
mos fazer os milagres que Ele fez. 
OBJETIVOS
 Ao término da aula, o aluno deve-
rá ser capaz de:
 - Saber que não convém ficar 
correndo atrás de milagres, mas aguardar 
com fé a realização deles em sua vida. 
 - Abominar radicalmente a prá-
tica de curandeiros e coisas semelhantes, 
porque eles não são de Cristo (2 Tm 2.19).
 - Divulgar diligentemente que os 
milagres são realizados em nome de Jesus 
e são para glória de Deus. 
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
 Estamos diante de mais um tri-
mestre, período em que estudaremos tre-
ze lições com temas diversificados, todos 
atraentes e bem interessantes. Prepare-se 
convenientemente, não perca tempo, pes-
quise o máximo que puder observando as 
seguintes recomendações:
a) Estude as lições encarando-as como 
um novo desafio a cada domingo;
b) Esmiúce bem o material exposto até 
que o assunto se torne bem conhecido 
e bem claro;
c) Procure relacionar cada parte da lição 
às necessidades dos alunos;
d) Planeje tudo de modo que os alunos 
sejam participantes atentos, e não 
meros espectadores;
e) Tenha alvos específicos, e tente ante-
ver o que os alunos vão sentir, saber e 
fazer como resultado do estudo desta 
lição.
Simples Assim
 Milagre não se explica, se vive!
SUBSÍDIO TEOLÓGICO
 O milagre é ato de poder. Milagres 
não são apenas as curas operadas por Je-
sus antes e depois de sua morte e ressur-
reição, mas também a força e o consolo 
que ele comunica àqueles que com ele vi-
vem em comunhão (2 Co 12.7-10). 
 No Evangelho de João a multidão 
é satisfeita pelos sinais (6.2,14;12.18,37), 
que lhe parecem fatos maravilhosos, mas 
cuja razão não compreendem. Jesus per-
manece sendo um ser extraordinário para 
Ensinando as Nações 6
ela, mas não o Filho de Deus. 
 Em seus atos ela vê o efeito de 
um poder, sem neles discernir o verdadei-
ro autor: Deus agindo naquele que enviou 
(5.19). 
 Só vêm a crer nele aqueles que 
compreendem, percebem, veem a presen-
ça de Deus, a glória do Senhor, além do 
evento (2.23;3.2;10.41). 
 Os discípulos terão a possibilidade 
de produzir sinais (14.12ss;15.5), alguns 
dos quais poderão ultrapassar os de Jesus, 
por sua extensão e por sua força. Todavia, 
tanto sua significação como sua origem 
serão idênticas, ou seja, o próprio Senhor 
(15.5). 
 Os milagres de Jesus visam reve-
lar aquele que desde agora está em ação 
no mundo, por amor (3.16), atraindo a 
atenção sobre Jesus. Os milagres lembram 
que Deus está agindo nele e por meio dele 
(6.56)”.
ALLMEN, J. J. Von, VOCABULÁRIO BÍBLICO, São 
Paulo: Editora ASTE, pp. 336-340, 2001.
GLOSSÁRIO
Allan Kardec: Hippolyte Léon Denizard 
Rivail nasceu em Lyon, França, no dia 03 de 
outubro de 1804. Em 18 de abril de 1857, 
sob o pseudônimo de Allan Kardec (nome 
que teve em uma reencarnação) publicou 
a primeira obra da Doutrina Espírita “O Li-
vro dos Espíritos”. Sua contribuição históri-
ca está em ser um dos mentores das piores 
doutrinas hereges da humanidade. 
Curandeiro: Que ou quem procura tratar 
e curar doentes sem habilitação médica 
oficial, e mediante práticas de feitiçaria, 
benzedeiro. 
Reencarnação: Ato ou efeito de reen-
carnar-se. Crença de que, após a morte, 
a alma de um ser humano retorna à vida 
com outro corpo (como na doutrina dos 
espíritas).
Sinagoga: Synagóga ‘sinagoga (de ju-
deus)’, uma assembleia. Lugar onde se 
reúnem os israelitas para o exercício do 
seu culto. A sinagoga foi instituída durante 
o cativeiro babilônico (587 - 443 a.C). Uma 
sinagoga era composta de no mínimo 10 
pessoas adultas.
Sinótico: Designação que se dá aos três 
primeiros evangelhos do Novo Testamento 
(Mateus, Marcos e Lucas), que apresentam 
grandes semelhanças quanto aos fatos 
narrados.
 
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
BARNETT, Tommy. Há Um Milagre Em Sua Casa, 
Rio de Janeiro: CPAD, 1995. 
QUESTIONÁRIO
1 - O que está escrito em João 14.12?
R - “Na verdade, na verdade vos digo que 
aquele que crê em mim também fará as 
obras que eu faço e as fará maiores do que 
estas, porque eu vou para meu Pai”.
2 - Qual era a prioridade de Jesus?
R - O ensino e a pregação do evangelho.
3 - Quem não fez sinal algum?
R - João, o batista.
4 - Que nome usou Pedro na cura do 
coxo?
R - O nome de Jesus.
5 - Cite dois procedimentos incorre-
tos, segundo a lição.
R - Buscar médicos reprovados por Deus e 
buscar curandeiros.
Ensinando as Nações 7
Hinos Sugeridos da Harpa Cristã: 
199, 408 e 577
ASPECTOS FUNDAMENTAIS NA LITURGIA 
DA CEIA 
Pr. Jossele Clauber César
Lição 02
Domingo, 11 de janeiro de 2026
ENFATIZE
 Que o incauto que participar da 
Ceia indignamente, sem examinar-se, será 
culpado do corpo e do sangue do Senhor. 
 Que o autoexame precisa fazer 
parte de nossa vida, para que possamos 
manter um padrão digno de vida cristã. 
 Que, se trabalharmos num mes-
mo sentido e numa mesma disposição 
mental obteremos a desejada unidade. 
OBJETIVOS
 Ao término da aula, o aluno deve-
rá ser capaz de:
 - Condenar veementemente 
qualquer tipo de sectarismo e orgulho, por-
que isto promove divisão e discórdia. 
 - Saber que o autoexame abre a 
visão espiritual do crente possibilitando-lhe 
ver claramente os erros cometidos.
 - Entender que o autoexame é 
fundamental para conscientizar o crente 
quanto à digna participação na Ceia. 
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
 Os professores devem enfatizar 
de forma bem categórica a seriedade e o 
fundamento da Ceia do Senhor. Entre as 
razões que caracterizam uma participação 
indigna na ceia, talvez o fato mais relevan-
te se configure quando os membros da 
igreja “participam” da ceia sem ao menos 
pensar no seu real significado. Exatamente 
por ignorar o real significado da Ceia é que 
há tantos incautos que comem o pão e be-
bem o vinho de uma forma instintiva, sem 
a mínima reflexão. 
 Todo crente zeloso prepara-se 
para o dia da Ceia através de uma saudável 
introspecção, com confissão de pecados e 
isento de pendência no quesito relacional 
(pedindo perdão por ofensas cometidas ou 
perdoando ofensores). A consciência de 
nossos pecados não deve nos afastar da 
Ceia, mas dirigir o modo como participa-
mos dela. 
atO intrOsPEctivO
 Devemos participar da Ceia com atitude 
de reflexão, porque estamos proclamando que 
Cristo morreu por nossos pecados. 
SUBSÍDIO TEOLÓGICO
 A Ceia do Senhor está associada 
à proclamação do imenso valor de Cristo, 
à sua memória, especialmentea sua mor-
te, não sendo algo que possa ser efetua-
do levianamente, conforme os crentes de 
Corinto vinham fazendo, em sua conduta 
desordenada.
 Paulo não nos dá qualquer defini-
ção direta acerca do que ele entende aqui 
Ensinando as Nações 8
por “indignidade”. Certamente que ele não 
exigia um valor absoluto por parte dos 
participantes, pois, nesse caso, ninguém 
jamais seria capaz de participar dessa ce-
rimônia. Antes, segundo o contexto, ele 
quis dizer que a decência comum deve ser 
observada; não pode haver qualquer das 
desordens de glutonaria, de embriaguez, 
de egoísmo, de degradação a outros, de 
contendas entre os crentes, de adoração a 
“heróis” por parte de grupos facciosos etc., 
todas as práticas atuavam como elemen-
tos perturbadores da igreja de Corinto, que 
profanavam sua observância da Ceia do 
Senhor. Assim é que um homem deveria 
“examinar-se”, a fim de verificar qual pe-
cado poderia estar se agitando em algum 
setor secreto de sua vida, embora tal peca-
do não seja observado por outros. Cumpre 
ao crente averiguar em que ofendeu a al-
gum irmão, ou como profanou o nome de 
Cristo perante outros. Sim, Paulo aponta 
aqui para todas as formas de pecados im-
pedidores e debilitantes. Certamente que 
o apóstolo dos gentios não esperava que 
os seus leitores fossem “perfeitos”, mas es-
perava sinceridade da parte deles, o que 
é capaz de buscar e ganhar a vitória em 
todos os setores da vida diária do crente. O 
vocábulo grego aqui usado é simplesmente 
a forma negativa da palavra “digno”, isto 
é, “indigno”, pelo que uma aplicação muito 
ampla pode ser feita com base no mesmo. 
Aqueles crentes de Corinto não estavam 
discernindo o corpo de Cristo. 
 
CHANPLIM, Russell Norman. O NOVO TESTAMEN-
TO INTERPRETADO, VERSÍCULO POR VERSÍ-
CULO, Vol. 4, São Paulo: Hagnos, 2002, p. 183. 
GLOSSÁRIO
Autoexame: O ato de examinar-se a si 
mesmo, através de práticas introspectivas.
Cauterizado: De cauterizar - tornar insen-
sível, indiferente; anestesiar, neutralizar. 
Censura: De censurar - julgar desfavora-
velmente; desaprovar, discordar.
Contrição: Sentimento pungente de arre-
pendimento por pecados cometidos e pela 
ofensa a Deus. 
Sectarismo: De sectário - que não transi-
ge; intolerante.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
SANTOS, Roberto dos Reis. A SANTA CEIA, Rio de 
Janeiro: CPAD, 2005. 
QUESTIONÁRIO
1 - Por que é importante o autoexa-
me? Quando fazê-lo?
R - a) Porque é fundamental; b) Ele preci-
sa fazer parte do nosso cotidiano devocio-
nal, para que possamos manter um padrão 
digno de vida cristã.
2 - Quais os motivos das preocupa-
ções de Paulo em relação à igreja de 
Corinto?
R - As pessoas daquela igreja não estavam 
examinando a si mesmas, e, por falta de 
uma censura dos próprios atos acabavam 
agindo à vontade, transtornando o am-
biente, com se estivessem certas.
3 - Cite uma das finalidades do autoe-
xame.
R - O autoexame acaba suscitando arre-
pendimento, porque o fato de os crentes 
reconhecerem o erro cometido já é um 
grande passo para sentirem-se arrependi-
dos.
4 - O que acontece com quem partici-
pa indignamente da Ceia do Senhor?
R - Quem participa indignamente da Ceia 
está atraindo para si a culpa de crucificar 
de novo a Cristo, tornando-se, portanto, 
culpado do corpo e do sangue do Senhor, 
ou seja, tornando-se responsável pela sua 
morte.
Ensinando as Nações 9
Hinos Sugeridos da Harpa Cristã: 
50, 298 e 610
O QUE FAZER QUANDO NÃO SABEMOS 
O QUE FAZER 
Pr. Thiago Francisco Marchetti Nunes Bandeira
Lição 03
Domingo, 18 de janeiro de 2026
ENFATIZE
 Que há momentos em nossa vida 
que os nossos problemas se tornam inso-
lúveis diante de nossa incapacidade. 
 Que, consciente, Josafá orou as-
sim: “não sabemos o que fazer; porém os 
nossos olhos estão postos em ti”. 
 Que diante de uma ameaça tão 
grave, na iminência de sofrer ataques mor-
tais, ele se voltou e buscou ao Senhor.
OBJETIVOS
 Ao término da aula, o aluno deve-
rá ser capaz de:
 - Saber que o jejum é uma ren-
dição, é a renúncia da autossuficiência, é 
saber que a vitória vem de Deus. 
 - Crer que a fé não é ter todas as 
respostas; é continuar crendo no Senhor, 
mesmo sem receber o que pedimos. 
 - Entender que, diante do nosso 
receio, o Deus Todo-Poderoso nos protege 
e assume o controle de tudo. 
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
 O medo é inerente à natureza hu-
mana. Aliás, o medo serve de parâmetro 
identificador que faz a pessoa percebe a 
gravidade do perigo. Geralmente, a situa-
ção de medo é recorrente quando estamos 
diante de uma ameaça e percebemos nos-
sa incapacidade de contornar os imbróglios 
que surgem diante de nós. 
 A história do rei Josafá é rica para 
nos mostrar que em determinados mo-
mentos ficamos estáticos diante de graves 
ameaças. É aí que surge a prática de quem 
serve e confia em Deus, de quem não ser-
ve e não confia em Deus. Josafá fez, sabia-
mente, o que devia ser feito: conclamou 
o povo para que fizessem jejum e oração 
numa prova de confiança em Deus. O re-
sultado foi surpreendente, nem precisaram 
lutar. Isto nos mostra que no momento di-
fícil, oração e jejum são armas poderosas.
rEsPOsta sábia
 Quando não sabemos o que fazer, deve-
mos nos lembrar quem é o Senhor Deus, o que ele 
já fez e ainda fará por nós.
 
SUBSÍDIO TEOLÓGICO
 “Mas em todas estas coisas somos 
mais que vencedores, por aquele que nos 
amou”. As palavras “... mais que vencedo-
res...” podem ser mais bem compreendi-
das através das seguintes considerações: 
1) No presente, porque podemos desfru-
tar da vitória íntima, embora derrotados 
por qualquer maneira humana ou natu-
ral de considerarmos a nossa situação. A 
alma pode sentir-se triunfante, ainda que 
Ensinando as Nações 10
o corpo seja maltratado ou mesmo mor-
to. Pode haver vitória espiritual em meio 
a várias formas de sofrimentos físicos; 2) 
Mediante o amor de Cristo é que o homem 
interior pode obter o triunfo. As próprias 
perseguições opressoras podem servir de 
meio que forcem o crente a cultivar a alma 
e os seus interesses eternos. O próprio de-
sespero pode servir de uma poderosa força 
que contribui para nosso desenvolvimento 
espiritual, contando que tudo seja recebido 
na atitude correta, a saber, na submissão a 
Deus; 3) Podemos ser mais do que vence-
dores porquanto não somente derrotamos 
os poderes malignos, pelo menos no nível 
interior da alma, mas também porque po-
demos derivar bênçãos da própria adversi-
dade, ainda que essa seja a maneira mais 
difícil de alguém ser abençoado; 4) Pode-
mos ser mais do que vencedores porque 
tais sofrimentos não nos sobrevêm sem 
causa suficiente e sem estarem sujeitos ao 
controle divino - e podem mesmo redundar 
em nosso bem, embora tudo isto faça par-
te da futilidade ou “vaidade” deste mundo; 
5) Porque tudo nos sucede por motivo do 
amor de Cristo; e porque confiamos nesse 
amor, que o mesmo sempre se declarará 
em nosso favor: “E sabemos que todas as 
coisas contribuem juntamente para o bem 
daqueles que amam a Deus, daqueles que 
são chamados por seu decreto” (Rm 8.28). 
 E isso é assim porque amamos 
àquele que primeiro nos amou. 
CHAMPLIN, Russell Norman. O Novo Testamento 
Interpretado, Versículo por Versículo, Vol. 3, 
São Paulo: Hagnos, 2002, p. 733.
GLOSSÁRIO
Belicamente: De bélico - concernente à 
guerra ou ao belicismo; belicoso.
Edito: Relativo a édito - ordem de auto-
ridade superior ou judicial que se divulga 
através de anúncios ditos editais, afixados 
em locais públicos ou publicados nos meios 
de comunicação de massa; edital.
Intrínseco: Que faz parte de ou que cons-
titui a essência, a natureza de algo; que é 
próprio de algo; inerente.
Inerte: Desprovido de movimento, que 
não dá sinal de vida; imóvel, inanimado.
Insanidade: Condição do que é ou está 
insano; loucura, demência, insanidade.
Inusitado: Que causa surpresa, estranha-
mento; que é diferente do que se espera 
ou se imagina.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
GALLAGHER, Steve. VIVER EM VITÓRIA, Rio de 
Janeiro: Graça, 2005. 
QUESTIONÁRIO
1 - O que significa “reconhecer a pró-
pria fraqueza”?R - Reconhecer a própria fraqueza não é 
fraqueza; é o começo de uma fé genuína.
2 - Diante da impossibilidade da vitó-
ria, o que Josafá fez?
R - Ele buscou ao Senhor, ele voltou seu 
coração à oração, à Palavra e ao jejum, ele 
trouxe à memória os milagres de Deus, ele 
escolheu confiar mesmo sem entender.
3 - Em quem devemos confiar diante 
dos desafios?
R - No Senhor nosso Deus, que é o nosso 
socorro, nosso refúgio e fortaleza, socorro 
bem presente na angústia.
4 - Dê uma definição de fé, segundo 
a lição.
R - A fé não é ter todas as respostas, mas 
é olhar firmemente para o Senhor e saber 
que, muitas vezes, não recebemos o que 
pedimos, mas recebemos o que precisa-
mos.
Ensinando as Nações 11
Hinos Sugeridos da Harpa Cristã: 
306, 499 e 505
O ENSINO APROVADO POR DEUS 
Pr. João Batista Rosa
Lição 04
Domingo, 25 de Janeiro de 2026
ENFATIZE
 Que o processo pedagógico re-
quer crença monoteísta, muita responsa-
bilidade e metodologia definida. 
 Que o professor precisa ter com-
promisso para consigo mesmo, para com o 
aluno e para com a comunidade. 
 Que a igreja trabalha com almas, 
por isto não deve minimizar sua preocupa-
ção para com o ensino correto. 
OBJETIVOS
 Ao término da aula, o aluno deve-
rá ser capaz de:
 - Entender que os sábios e sa-
lutares ensinamentos do Senhor precisam 
fazer morada em seu coração. 
 - Saber que na transmissão do 
ensino, a metodologia empregada não 
pode ser deixada em segundo plano. 
 - Estar ciente de que para ocupar 
lugar de ensinador é preciso ter um caráter 
ilibado e estar treinado à altura. 
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
 Uma boa aula na EBD, além do 
necessário preparo técnico (leitura apura-
da da lição, pesquisa em fontes correlatas, 
municiamento de informações comple-
mentares atinentes ao texto etc.), requer 
algo mais: preparação espiritual, reflexão, 
meditação e oração. 
 Outro aspecto relevante no pro-
cesso de ensino e o necessário zelo que o 
professor precisa ter em aplicar métodos 
que se adéquem ao desenvolvimento dos 
alunos. É a partir desta realidade que o 
professor terá condições de escolher o mé-
todo ideal e a quantidade precisa de infor-
mações a serem ministradas. Mas não se 
deve esquecer jamais do lado assistencial, 
razão pela qual o professor precisa visitar 
seus alunos, saber de suas necessidades, 
conversar com eles para conhecer melhor 
o contexto de vida que levam quanto ao 
aspecto espiritual, familiar, profissional, 
etc. 
 
PrincíPiO FundaMEntal
 A missão de ensinar deve ser entregue 
aos cuidados de homens e mulheres de confian-
ça, que sejam capazes de ensinar outros. 
SUBSÍDIO TEOLÓGICO
A importância do Ensino Cristão - En-
sinemos por meio de palavras, pela men-
sagem dos hinos, pela força do exemplo. O 
ensino faz parte da Grande Comissão (Mt 
28.20). Os dons espirituais existem para 
servir de auxílio no ministério do ensino, e 
o alvo de tudo é a maturidade espiritual, o 
crescimento e o aperfeiçoamento dos san-
tos (Ef 4.11).
Ensinando as Nações 12
 Os verdadeiros mestres são dádi-
vas divinas à igreja, para seu benefício. E 
o dom do “conhecimento” é dado especial-
mente aos mestres, a fim de que sejam 
eficazes em seu ministério (2 Co 12.8). O 
ensino tem um efeito “edificador”. Portan-
to, é importante, se a igreja tiver de ser 
“edificada”, o ensino é vital para esse pro-
pósito. 
 As Escrituras Sagradas nos foram 
transmitidas nessa forma escrita a fim de 
que o ministério do ensino fosse facilitado 
e se tornasse mais eficaz. Acima de tudo o 
mais, Cristo foi o Mestre supremo. Se se-
guirmos o exemplo que nos deixou, sem 
dúvida haveremos de ensinar. 
 Aqueles que somente evangeli-
zam, negligenciando o ensino cristão, te-
rão de contentar-se com uma igreja infan-
til, carnal, com disputas e cisões na igreja 
loca. Um povo faminto espiritualmente 
será um povo infeliz. 
 A ausência do ensino cristão arma 
o palco para a apostasia (Hb 6.1 e ss). Che-
ga um tempo, na vida de cada crente, que 
se espera que ele se torne um mestre, e 
não um aprendiz (Hb 5.12). Observemos 
a importância emprestada por Paulo à 
necessidade de haver homens bons que 
sejam mestres de outras pessoas na fé 
cristã, para que esta possa passar de uma 
geração à outra (2 Tm 2.2). 
CHAMPLIN, Russell Norman. Enciclopédia de Bí-
blia, Teologia e Filosofia, vol. 2, São Paulo: Hag-
nos, 2002, p. 390. 
GLOSSÁRIO
Docente: Referente ao ensino ou àquele 
que ensina.
Estância: Ação de estar; estadia, perma-
nência.
Ilibado: Não tocado; sem mancha; puro.
Minimizado: Considerado de menor im-
portância; subestimado intencionalmente.
Monoteísta: Adepto ao monoteísmo - 
culto ou adoração de um único Deus.
Ótica: O ângulo sob o qual algo ou alguém 
é observado ou considerado; ponto de vis-
ta, perspectiva.
Pedagogo: Pessoa que emprega a peda-
gogia, que ensina; mestre, professor.
Periférico: Condição do que se acha pró-
ximo; contiguidade, vizinhança.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
TULER, Marcos. ABORDAGENS E PRÁTICAS DA 
PEDAGOGIA CRISTÃ, Rio de Janeiro: CPAD, 2006. 
 
QUESTIONÁRIO
1 - Qual o objetivo principal da lição 
deste domingo?
R - A lição deste domingo visa mostrar 
Deus como um pedagogo a ensinar outros 
no ofício docente.
2 - Qual a razão maior da pedagogia 
cristã?
R - Visa formar o caráter da pessoa para 
um relacionamento correto com Deus em 
obediência às suas leis. 
2 - Quais compromissos são exigidos 
por Deus no processo pedagógico?
R - a) Para consigo mesmo; b) Para com 
os discentes; c) Para com a comunidade. 
3 - Quando começa o ensino?
R - O ensino começa a partir de Deus, pois 
Ele conhece o conteúdo e sabe os recursos 
da pedagogia.
4 - Como deve ser encarada a educa-
ção? 
R - Deve ser assumida com responsabili-
dade. Ela exige que aqueles que estão en-
volvidos no processo ensino-aprendizagem 
saibam não somente o conteúdo, mas que 
tenham qualidade de vida e dominem os 
recursos pedagógicos.
Ensinando as Nações 13
Hinos Sugeridos da Harpa Cristã: 
77, 132 e 477
A LIDERANÇA PASTORAL É BÍBLICA E PRECISA 
FUNCIONAR 
Pr. Israel Osmundo de Miranda
Lição 05
Domingo, 01 de fevereiro de 2026
ENFATIZE
 Que não existe igreja ruim; exis-
te pastor ruim! Pastor competente busca 
munir-se de potencial que os credencie. 
 Que para liderar bem é preciso 
ter conhecimentos, técnicas e aprendizado 
contínuo no trato com pessoas. 
 Que há pontos fortes na área ad-
ministrativa e econômica que são impor-
tantes para se atingir uma boa liderança. 
OBJETIVOS
 Ao término da aula, o aluno deverá 
ser capaz de:
 - Entender que um líder lidera 
pessoas, unindo o lado técnico, profissional 
com a visão bíblica e espiritual. 
 - Saber que um líder não faz nada 
sem antes ouvir opiniões contrárias de pes-
soas mais experientes. 
 - Compreender que fazer algo 
forçadamente não é bom nem produtivo 
para a missão ou para a obra de Deus.
 
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
 Todo estudo que diz respeito à li-
derança em seus mais abrangentes aspec-
tos, requer uma mensagem de ânimo e, ao 
mesmo tempo, de admoestação. A título 
de sugestão para a aula de hoje, o profes-
sor pode aludir à passagem de Jeremias 
10.21 para aplicá-la aos líderes da igreja, 
no tocante à falta de oração em favor dos 
liderados. 
 Segundo o texto, por não bus-
carem ao Senhor em oração, os pastores 
(recado extensivo a todos os líderes) aca-
bam se embrutecendo, isto é, se tornam 
insensíveis, perdem a mensagem, deixam 
de ser prósperos e, como consequência, as 
ovelhas (os liderados) vão se espalhando 
como ovelhas sem guia (Nm 17.27). O líder 
que é exemplo de oração consegue manter 
a coesão de seus liderados. 
PrincíPiOs básicOs
 A liderança servil exige caráter, compe-
tência e maturidade para a grandeza de nossa 
missão.
SUBSÍDIO DEVOCIONAL
Amar a Deus, a si mesmo e ao pró-
ximo
Jesus ordenou isso a todos os 
crentes. Mas isso é particularmente im-
portante para os líderes. Expressando um 
amor genuíno, o bom líder motiva seus 
seguidores a se moverem para aquilo que 
é beneficamente permanente e atende 
às suas reais necessidades. Sóo amor é 
permanente. A parte final do maior texto 
Ensinando as Nações 14
já escrito acerca do amor diz: “Agora per-
manecem a fé, a esperança, o amor, estes 
três, porém o maior destes é o amor” (1 
Co 13.13). 
O amor é o maior porque só ele é 
permanente. A fé, finalmente, será consu-
mada no céu; a esperança, também, será 
consumada no céu. Entretanto, a amor 
continuará por toda a eternidade. 
 A prática do amor é muito impor-
tante no líder também porque a motivação 
por ameaça ou influência não condiz com 
a verdadeira liderança. Essa é a forma de 
atuar do detentor do poder, do ditador. Mas 
o fator motivador que mais condiz com a 
verdadeira liderança é o amor. 
 Para o líder, praticar amor não é 
uma coisa que ele aspire só para si. Ao 
contrário, ele deve querer também instilar 
amor na vida daqueles que o seguem. Ele 
deveria desempenhar o papel de modelo, 
mostrando como o amor opera, demons-
trando seu desenvolvimento, sua prática e 
seus benefícios. 
 Assim como uma árvore majes-
tosa expressa sua vida pelo fruto, o líder 
que imita Cristo expressa sua liderança em 
amor. 
HAGGAI, John. SEJA UM LÍDER DE VERDADE, 
Venda Nova (MG): Editora Betânia, 1990, pp.83,84.
GLOSSÁRIO
Episcopado: Dignidade, cargo ou função 
de bispo.
Estagnado: Que se encontra em estado 
estacionário, que não progride; parado, 
paralisado.
Feedback: Retorno de informações sobre 
um desempenho, produto ou comporta-
mento, usado para avaliação e melhoria 
contínua.
Mentor: Pessoa que inspira, estimula, cria 
ou orienta ideias, ações, projetos, realiza-
ções etc.
Mercenário: Que age ou trabalha apenas 
por interesse financeiro, por dinheiro ou 
algo que represente vantagens materiais; 
interesseiro, venal.
Na marra: Forçadamente, de modo obri-
gatório.
Terceirizar: Proceder terceirização - for-
ma de organização estrutural que permi-
te a uma empresa transferir a outra suas 
atividades-meio, proporcionando maior 
disponibilidade de recursos para sua ativi-
dade-fim, reduzindo a estrutura operacio-
nal, diminuindo os custos, economizando 
recursos e desburocratizando a administra-
ção.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
HAGGAI, John. SEJA UM LÍDER DE VERDADE, 
Venda Nova (MG): Editora Betânia, 1990.
QUESTIONÁRIO
1 - Cite um dos fatores que mais con-
tribuem para o crescimento da igreja.
R - O nível da qualidade de liderança exer-
cida pelo pastor. 
2 - Cite um conceito de liderança.
R - Liderança é o processo de conduzir um 
grupo de pessoas a um objetivo comum.
3 - O que um líder não pode fazer? 
Cite três afirmações neste sentido. 
R - a) o líder nada pode fazer sem consul-
tar a Deus, e depois de um razoável pe-
ríodo de oração; b) nada pode fazer sem 
aceitação do grupo, pois a unanimidade 
nas decisões é o ideal; c) nada pode fazer 
sem ouvir opiniões contrárias ou dos mais 
experientes. 
 4 - Como são descritos os pastores 
sem relacionamentos com as ove-
lhas?
R - Egoístas, isolados ou administrativos.
Ensinando as Nações 15
Hinos Sugeridos da Harpa Cristã: 
93, 115 e 147
A DIGNA FUNÇÃO DE UM SERVO 
Pr. Sebastião José Inácio
Lição 06
Domingo, 08 de fevereiro de 2026
ENFATIZE
 Que o Senhor não discrimina nin-
guém, e sua convocação nunca é somente 
para os dotados de capacidade. 
 Que a condição de servos de Jesus 
credencia o crente como serviçal no meio 
da comunidade dos remidos.
 Que haverá, no porvir, recompensa 
para os que souberem se manter íntegros 
no propósito de servos fiéis. 
OBJETIVOS
 Ao término da aula, o aluno deverá 
ser capaz de: 
 - Estar consciente de que o pecado 
torna a pessoa uma escrava do mal, cujo 
resultado é a morte espiritual. 
 - Saber que, sem compromisso 
com o senhorio de Cristo, perde-se o direito 
de tê-Lo como Salvador. 
 - Cumprir o papel de servo fiel 
fazendo a vontade do Senhor e, se possível, 
realizar além do que for mandado. 
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
 O principal objetivo do estudo de 
hoje é ensinar acerca do preparo que todos 
devemos ter quanto à verdadeira função 
de servos do Senhor - nossa dedicação, 
disponibilidade, chamada, receptividade, 
obediência, amor pela causa do Mestre 
etc. Mas a lição também oferece ótima 
oportunidade para a exploração do assunto 
“dom terapêutico” no sentido de que seja 
despertado em nós o lado serviçal da voca-
ção cristã. Referimo-nos à virtude do amor 
fraternal devidamente traduzido em atitudes 
dignas de servos também em relação à 
comunidade dos remidos da qual fazemos 
parte. 
 A igreja do Senhor precisa, o 
quanto antes, resgatar o desejo de ser uma 
comunidade de servos onde a vida de Cristo 
flua entre os irmãos, trazendo perdão, gra-
ça, amor, aceitação, libertação, curas física 
e interior. 
subliME ExEMPlO!
 Porque até o Filho do Homem não veio 
para ser servido, mas para servir e dar a sua vida 
para salvar muita gente (Mc 10.45-NTLH). 
SUBSÍDIO DEVOCIONAL
 Aos nossos olhos, o gesto de Jesus 
ao lavar os pés dos discípulos era coisa 
incomum, mas era extremamente comum 
e rotineiro entre os judeus daquele tempo. 
Os discípulos de Jesus, entretanto, não se 
dispuseram a cumprir essa rotina, a fazer 
uma coisa simples. Ao contrário, preferiram 
discutir assuntos da alta esfera, ou seja, 
quem deveria ocupar o lugar do Mestre 
Ensinando as Nações 16
entre eles.
 Quando não estamos permeados 
pela vida de Cristo, a nossa vida e parti-
cipação na igreja é enfadonha, cansativa 
e chata. Pequenas tarefas se tornam ex-
tremamente desagradáveis. Participar de 
uma reunião não passa de obrigação. Orar, 
ouvir um irmão é um ‘sacrifício de louvor’ 
para muitos na igreja. Não há prazer nem 
alegria. 
 Quando se trata, porém, de dispu-
tar o poder, decidir sobre a vida econômica 
da igreja, ou então quando se trata de 
resolver algo que foge da rotina, algo inco-
mum, de grande importância publicitária, 
que produz status religioso e que tenha 
repercussão na denominação, as pessoas 
se dispõem, vestem a camisa do evangelho 
e resolvem agir. 
 A atitude de Jesus foi pedagógica. 
Ao levantar-se e lavar os pés dos discípulos, 
ele estava como que dizendo: “Olhem, vocês 
estão esquecendo da tarefa comum, rotinei-
ra, porém importante, que é a de servir uns 
aos outros”! 
 Sem dúvida, somos assim. Abando-
namos as coisas comuns e rotineiras da vida 
da igreja. Deixamos de cumprir com amor 
as pequenas responsabilidades, achando 
que no momento que vierem as grandes, 
seremos capazes de corresponder. A Bíblia é 
muita clara: “Quem é fiel no pouco, também 
é fiel no muito...” (Lc 16.10). Temos que 
pensar e realizar as grandes responsabili-
dades, sem esquecer os gestos simples e 
comuns que comovem e fazem as emoções 
positivas brotarem como resultado da nossa 
demonstração de amor, e da obediência 
às coisas simples do evangelho, como foi 
explicitado por Jesus. 
MENDES, Naamã. IGREJA, LUGAR DE VIDA, Venda 
Nova (MG): Betânia, 1992, p.58. 
GLOSSÁRIO
Altruísmo: Amor desinteressado ao próxi-
mo; filantropia, abnegação.
Aludir: Fazer rápida menção a; referir-se.
Artifícios: Sutileza, astúcia a fim de enga-
nar; sagacidade, simulação.
Deleitar: Experimentar deleitação, prazer, 
contentamento; regozijar-se.
Metáfora: Designação de um objeto ou 
qualidade mediante uma palavra que de-
signa outro objeto ou qualidade que tem 
com o primeiro uma relação de semelhança.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
SWINDOLL, Charles. EU, UM SERVO? Venda Nova 
(MG): Editora Betânia, 1983. 
QuEstiOnáriO
1 - O Senhor tem algum tipo de pre-
dileção quanto ao chamado para sua 
obra?
R - Não. O Senhor não discrimina ninguém e 
a sua convocação nunca é direcionada ape-
nas aos dotados de capacidade (Jo 15.16). 
2 - Com que preço o Senhor nos res-
gatou?
R - Não foi com coisas corruptíveis como 
prata ou ouro, mas com o precioso sangue 
do seu Filho Unigênito. 
3 - Que mensagem de triunfo podemos 
ler em Mateus 25.21?
R - “Bem está, servo bom e fiel. Sobre o 
pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; 
entra no gozo do teu Senhor”. 
4 - Qual o comportamento típico do 
servo sincero?
R - Ele não usa de artifícios para enganar 
ninguém, nem ageintencionalmente para 
disfarçar o seu próprio pensamento ou sen-
timento em relação ao próximo. 
Ensinando as Nações 17
Hinos Sugeridos da Harpa Cristã: 
17, 147 e 400
Lição 07
Domingo, 15 de fevereiro de 2025
CHAMADOS A UMA ÍNTIMA COMUNHÃO 
COM CRISTO
Pr. Venâncio Batista do Nascimento
ENFATIZE
 Que Jesus nos oferece a oportuni-
dade e o privilégio de estabelecermos um 
relacionamento profundo com ele.
 Que o exemplo de Jesus no trato 
com as pessoas é o nosso paradigma na 
relação com todas as pessoas próximas.
 Que o cristão é chamado a refletir 
a sua comunhão com Jesus através do seu 
relacionamento com os seus irmãos.
OBJETIVOS
 Ao término da aula, o aluno deve-
rá ser capaz de: 
 - Perceber a importância e o pri-
vilégio de viver em comunhão com Jesus 
Cristo, recebendo vida e nutrição.
 - Ver como Jesus tratava as pes-
soas e extrair daí lições para aplicá-las em 
seus relacionamentos pessoais. 
 - Reconhecer que a vida cristã é 
coletiva; somos um corpo que cresce e se 
fortalece por meio da comunhão.
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
 O inexplicável amor de Deus foi 
demonstrado de forma extraordinária na 
vida e morte de Jesus Cristo: “Porque Deus 
amou o mundo de tal maneira que deu o 
seu Filho Unigênito...” (Jo 3.16). Ele não 
apenas pregou o amor, mas viveu-o em 
sua essência mais pura. Desde o seu nas-
cimento até sua morte, cada ato de Jesus 
foi marcado por compaixão, misericórdia 
e entrega. Ele se compadeceu e curou os 
doentes, perdoou os pecadores, acolheu 
os marginalizados e ensinou a amar os ini-
migos. O amor de Jesus rompeu barreiras 
e transformou corações. Ele lavou os pés 
dos discípulos, mostrando que o amor se 
expressa em serviço e humildade. Na cruz, 
ele intercedeu por seus algozes: “Pai, per-
doa-lhes, pois não sabem o que fazem...” 
(Lc 23.34). Esse ato de graça, no meio do 
seu sacrifício, demonstrou o caráter de 
Deus. O exemplo de Jesus é nossa inspira-
ção. Seguir Jesus, portanto, é, sobretudo, 
em ato de graça: amar.
O aMOr cOnstrói
A fé sobe pelas escadas que o amor construiu. 
(Charles Spurgeon)
SUBSÍDIO DEVOCIONAL
 Em nossos dias, esse termo 
[IGREJA] é usado de forma equivocada. 
Se nossa experiência de igreja se resume 
a participar de cultos aos domingos e reu-
niões de estudo bíblico durante a semana, 
ela não passa de uma caricatura e distor-
ção do propósito original de Deus. Se o cri-
Ensinando as Nações 18
tério que usamos para medir o sucesso de 
uma comunidade é o quanto apreciamos 
o culto (se gostamos ou não do ambiente, 
da música, da pregação, da programação 
etc.), então temos uma visão errada a res-
peito da igreja. Embora não seja errado 
avaliar esses aspectos do culto, precisamos 
compreender que ao considerá-los um cri-
tério de avaliação, estamos demonstrando 
o quanto nos distanciamos da compreen-
são do Senhor sobre o que é a glória na 
igreja. Podemos conduzir cultos em grande 
estilo, que satisfazem os desejos e gostos 
das congregações, mas não é dessa forma 
que manifestaremos o reino de Deus. 
 A igreja como comunidade é um 
grupo de pessoas que compartilham do 
mesmo espírito e estilo de vida, cujo gran-
de objetivo é manifestar a glória de Deus 
na terra por meio de relacionamentos mar-
cados pela intensidade da vida de comu-
nhão [...]. A dinâmica da igreja como co-
munidade é difícil, radical e dolorosa, mas 
é nesse ambiente que temos a gloriosa 
oportunidade de vivenciar juntamente com 
os irmãos a comunhão da qual falam es-
ses versículos. Como eu disse, não temos 
de viver no mesmo local, embora isso seja 
preferível, mas precisamos cultivar um re-
lacionamento intenso, constante, honesto 
e intencional com o povo de Deus. No início 
esse processo será doloroso e angustiante, 
mas com o tempo ele se torna agradável 
e glorioso. No cotidiano da comunidade, 
o amor que declaramos a Deus é sempre 
medido pelo amor que demonstramos aos 
irmãos. Em sua sabedoria e habilidade, 
Deus nos livra dessa insistente ideia de que 
podemos ter um relacionamento individual 
com ele e permanecer desconectados da 
comunidade.
KATZ, Art. VERDADEIRA COMUNHÃO. Americana 
(SP): Impacto, 2023, pp.20-23.
GLOSSÁRIO
Atentar: Pôr em execução, empreender, 
começar.
Empatia: Capacidade de se identificar 
com outra pessoa, de sentir o que ela sen-
te.
Forjado: Moldado, trabalhado; que foi for-
mado em forja para adquirir determinada 
forma.
Implicar: Tornar necessário ou impres-
cindível, exigir, pressupor, requerer.
Mútua: Que se faz reciprocamente en-
tre duas ou mais pessoas ou coisas.
Prédica: Discurso religioso, sermão. 
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
RIBEIRO, Boanerges. O APÓSTOLO DOS PÉS 
SANGRENTOS. Rio de Janeiro: CPAD, 1988.
QUESTIONÁRIO
1 - Cite o personagem da lição que 
exemplifica o desafio de vivermos em 
comunhão.
R - O exemplo do amor de Davi para com 
Saul e Jônatas. 
2 - Segundo a lição, qual a principal 
razão para vivermos em comunhão?
R - O exemplo de Cristo. 
3 - Cite uma importante lição de Je-
sus no seu relacionamento com o 
próximo. 
R - Jesus vê o que há de melhor nas pes-
soas. 
4 - Qual igreja da Ásia Menor foi re-
preendida por deixar o primeiro 
amor?
R - A igreja de Éfeso. 
Ensinando as Nações 19
Hinos Sugeridos da Harpa Cristã: 
50, 225 e 273
AS TRÁGICAS CONSEQUÊNCIAS DOS MAUS 
CONSELHOS
Pr. Elias Garcia Fernandes
Lição 08
Domingo, 22 de fevereiro de 2026
ENFATIZE
 Que um bom e sábio conselho é 
aquele que possui uma fundamentação bí-
blica como princípio basilar. 
 Que, segundo a Bíblia, se não ti-
vermos bons conselhos os nossos planos 
estarão fadados ao insucesso (Pv 15.22). 
 Que Jonadabe foi, na verdade, um 
“amigo da onça”, ao aconselhar Amnon de 
forma tão inconsequente. 
OBJETIVOS
 Ao término da aula, o aluno deve-
rá ser capaz de:
- Saber que o cristão não deve 
jamais andar segundo o conselho dos ím-
pios, mas segundo a palavra de Deus. 
 - Acatar o sábio conselho de te-
mer a Deus e guardar os seus mandamen-
tos, vendo isto como um dever. 
 - Procurar ajuda do pastor ou de 
um conselheiro idôneo, pois estes têm au-
toridade espiritual para aconselhar. 
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
 A leitura cautelosa do texto indi-
cado na lição, e a meditação acerca dos 
versículos alusivos a cada dia da semana, 
são práticas que municiam a mente do 
professor com subsídios necessários para 
uma exposição ampla e satisfatória da 
aula. Também uma meditação sobre o que 
propõe a lição (objetivos e conteúdo) tam-
bém se constitui numa grande ajuda. 
Este método enriquece o conhe-
cimento do professor dotando-o de far-
ta argumentação. O que o professor não 
pode, de jeito nenhum, é entregar-se ao 
comodismo apenas lendo a lição uma úni-
ca vez. Isto poderá fazer com que o pro-
fessor também apenas leia a lição diante 
dos alunos, assim sem mais detalhes, sem 
“tempero”, sem vida etc. O ensino é uma 
ciência e é também uma arte, razão pela 
qual deve ser praticado e desenvolvido ob-
servando sempre o padrão de qualidade. 
É PrEcisO acOnsElhar 
 Ensinar o que Cristo ensinou inclui instru-
ção na doutrina, mas abrange, também, aconse-
lhar as pessoas durante os seus conflitos. 
SUBSÍDIO DEVOCIONAL
 Todos sabem que algumas pes-
soas dão melhores conselhos que outras. 
Isto faz surgir uma questão importante e 
fundamental. Todo cristão pode ser um 
bom conselheiro ou o aconselhamento é 
um dom reservado para certos membros 
escolhidos no corpo de Cristo? Segundo a 
Bíblia, todos os crentes devem ter um in-
teresse compassivo por seus semelhantes, 
mas não se deduz disso, necessariamen-
te, que todos os crentes sejam ou possam 
tornar-se conselheiros bem-dotados. Neste 
Ensinando as Nações 20
respeito, o aconselhamento é como o en-
sino. Todo pai tem a responsabilidade de 
ensinar seus filhos, mas apenas alguns são 
professores especialmente dotados. 
 Em Romanos 12.8 lemos a respei-
to do dom da exortação (paraklesis), uma 
palavra cujo significado é “andar ao lado 
para ajudar” e implica em atividades tais 
como advertir, apoiar e encorajar outros. 
Ele é mencionado entre os donsespirituais 
possuídos por algumas pessoas, mas não 
todas. Os que possuem este dom e o de-
senvolvem verão resultados positivos em 
seu aconselhamento à medida que as pes-
soas são ajudadas e a igreja edificada. Se 
o aconselhamento parece ser o seu dom 
especial, louve a Deus e procure aprender 
a exercê-lo melhor. Se o seu aconselha-
mento parece ineficaz, Deus talvez tenha 
concedido outro dom. Isto não isenta nin-
guém de ajudar as pessoas, mas pode esti-
mular alguns a concentrarem seus esforços 
em outro setor e deixar o aconselhamento 
para os que são mais bem dotados nessa 
área. 
 Nós claramente precisamos uns 
dos outros e o aconselhamento é uma 
parte - mas apenas uma parte - da igreja 
em funcionamento. Ajudamos as pessoas 
pelo aconselhamento, mas também as au-
xiliamos através da evangelização, ensino, 
preocupação social e outros aspectos do 
ministério. 
COLLINS, Gary R. ACONSELHAMENTO CRISTÃO, 
São Paulo: Vida Nova, 1995, pp. 29,30. 
GLOSSÁRIO
Aleatório: Que depende das circunstân-
cias, do acaso; casual, fortuito, contingen-
te.
Ardilosamente: De ardiloso - que faz uso 
de ardis, cheio de astúcias; esperto, ma-
nhoso, velhaco.
Complacente: Desejoso de agradar, de 
demonstrar cortesia, de servir.
Irredutível: Que não se deixa submeter, 
que não se deixa convencer por opiniões 
contrárias, que se mostra inflexível em re-
lação a seus posicionamentos, opiniões, 
ideias etc.; indomável.
Subliminar: Que é subentendido nas en-
trelinhas ou se faz por associação de ideias 
- diz-se de propaganda.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
COLLINS, Gary R. ACONSELHAMENTO CRISTÃO, 
São Paulo: Vida Nova, 1995. 
QUESTIONÁRIO
1 - Qual é o conselho que deve pautar 
a vida do cristão?
R - É aquele que é alicerçado no bom sen-
so, que tem como fonte a virtude da expe-
riência e da prudência. 
2 - Qual foi o conselho absurdo que 
Jonadabe deu a Amnon?
R - Num gesto de extrema insensatez, ar-
dilosamente ele induziu Amnon à prática 
do hediondo incesto.
3 - O que a Bíblia nos diz em Isaías 
30.1? 
R - “Ai dos filhos rebeldes, diz o Senhor, 
que tomaram conselho, mas não de mim! 
E que se cobriram com uma cobertura, 
mas não do meu Espírito, para acrescenta-
rem pecado a pecado!” (Is 30.1).
4 - Em que consiste a vida devocional 
do cristão?
R - Em não andar segundo o conselho dos 
ímpios, mas segundo a palavra de Deus (Sl 
1.1,2).
5 - Qual o primeiro passo que preci-
samos dar em busca de conselhos? 
Explique.
R - Buscar ajuda do nosso pastor ou de 
outra pessoa bastante idônea dedicada ao 
ministério de aconselhamento. Porque eles 
estão cientes de que, da mesma forma que 
um médico ou um advogado, eles devem 
saber guardar segredos. 
Ensinando as Nações 21
Hinos Sugeridos da Harpa Cristã: 
526, 527 e 535
Lição 09
Domingo, 01 de março de 2026
TUDO TEM O SEU TEMPO
Pr. Isaías Graciano de Jesus
ENFATIZE
 Que o sábio ouve a palavra de 
Deus e pratica-a, e cuida em pedir sabedo-
ria para administrar bem o seu tempo. 
 Que a perda de tempo com coisas 
banais tem levado muitos a negligenciarem 
sua comunhão com Deus. 
 Que a prática da oração tem sido 
salutar para fortalecer a nossa fé e, tam-
bém, transformar-nos espiritualmente. 
OBJETIVOS
 Ao término da aula, o aluno deve-
rá ser capaz de:
 - Conhecer o Senhor e inteirar-se 
acerca de vontade divina, através da leitura 
e meditação na palavra de Deus. 
 - Saber que o modo mais direto 
de amar a Deus é desejando-o, adorando-
-o, obedecendo-o e alegrando nele. 
 - Entender que o labor do dia a 
dia dignifica o homem e o prepara para dar 
o devido sustento à sua família. 
ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
 O tempo de Deus é o tempo de 
Deus. Mas nem todos estão dispostos a 
entender isto, principalmente numa época 
de ensinos ministrados por arautos da con-
fissão positiva que preconizam a possibili-
dade de se obter prosperidade em tempo 
recorde. E não é só isto! Alguns incentivam 
o carente de bênção a exigir de Deus muita 
rapidez e, também, a forma e os detalhes 
do milagre pretendido. Ao que tudo indica, 
isto se deve à avançada tecnologia na área 
de comunicação que impera em nossos 
dias, colocando o homem mal-acostumado 
com a instantaneidade de todas as coisas. 
Se em fração de segundos ela sabe o que 
está acontecendo no mundo inteiro, da 
mesma forma ele quer que tudo aconteça 
num estalar de dedos. O fato é que a de-
mora do milagre esperado o torna ansioso 
ao extremo, podendo até provocar um es-
tado de incredulidade. 
tEMPO dE dEus
Deus sabe o momento certo de nos abençoar. Em 
sua soberania, ele sempre sabe o que é melhor 
para nós. 
SUBSÍDIO TEOLÓGICO
 O poema de Eclesiastes 3.1-8, 
pode ser uma das partes mais conhecidas 
da Bíblia para muitos que, de um modo 
geral, pouco conhecem do restante da 
Bíblia, mas é também, ao mesmo tempo, 
uma das passagens menos entendidas. A 
intenção do Mestre aqui não é diretamente 
fazer prescrições para a vida, mas princi-
palmente oferecer pronunciamentos sobre 
Ensinando as Nações 22
o fato de que, na perspectiva de Deus, é 
ele quem ordena todos os aspectos da vida 
e das ações das pessoas. 
 Mesmo quando há doença, morte, 
guerra e coisas semelhantes, é Deus quem 
comanda os tempos e as épocas da vida. 
Isso não significa que Deus queira deixar a 
vida de alguém cair no caos, pois ele tam-
bém assegura que há tempo para curar e, 
também, tempos de paz.
 A vida não resulta do acaso ou do 
destino, pois a despeito da aparência for-
tuita das coisas, Deus é o único que con-
trola a natureza e a história. As únicas pes-
soas que se incomodam com isso são os 
secularistas que desejam ser seu próprio 
deus sobre todas as coisas. 
 O homem moderno é muitas ve-
zes igualmente otimista a respeito de atin-
gir os mesmos objetivos - e fazer tudo isso, 
mas deliberadamente à parte ou separado 
de Deus! No entanto, para todos os afaze-
res da vida, Deus estabeleceu um tempo, 
ou seja, a extensão de tempo (uma oca-
sião certa) para todas as coisas, e para os 
eventos particulares (um tempo para isto 
e um tempo para aquilo) junto com aque-
le intervalo de tempo ou ‘ocasião’ em que 
cada evento é estabelecido e ordenado na 
providência de Deus. Nossos tempos estão 
nas mãos de Deus (Sl 31.15); portanto, os 
que temem a Deus devem ‘remir o tempo’ 
(Ef 5.15), pois tudo Deus fez ‘formoso em 
seu tempo’ (Ec 3.11). 
JÚNIOR, Walter C. Kaiser. COMENTÁRIOS DO AN-
TIGO TESTAMENTO - Eclesiastes, São Paulo: Cul-
tura Cristã, 2015, pp. 80,81. 
GLOSSÁRIO:
Brusca: Diz-se de movimento imprevisto 
e rápido.
Despendidos: Usar, empregar e gastar.
Detrimento: Prejuízo.
Imutável: Que não está sujeito a mudar; 
permanente, constante, imudável.
Incidência: De incidente - acontecimento 
imprevisível que modifica o desenrolar nor-
mal de uma ação.
Irrefutável: Não refutável, que não se 
pode refutar, que não se pode contestar; 
incontestável, irrefragável, irrespondível.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
PACKER J. I. O CONHECIMENTO DE DEUS, São 
Paulo: Cultura Cristã, 2014. 
QUESTIONÁRIO
1 - O que significa o tempo de cada 
dia que passa?
R - É uma oportunidade para que o ser 
humano aprenda a viver para a glória de 
Deus, sabendo praticar o bem e amando 
o próximo. 
2 - Qual é a verdade mais óbvia que 
precisamos aprender?
R - Em relação ao tempo, todos precisa-
mos saber que a hora da vida de cada um 
vai chegar.
3 - O que a palavra de Deus nos exor-
ta, conforme Efésios 5.15,16?
R - A não andarmos “como néscios, mas 
como sábios, administrando bem o tempo, 
porquanto os dias são maus” (Ef 5.15,16).
4 - Em relação ao tempo, o que me-
lhor podemos fazer?
R - O melhor que podemos fazer é apro-
veitarmos bem o tempo que o Senhor nos 
concede, fazendo sempre o melhor para 
ele. 
Ensinando as Nações 23
Hinos Sugeridos da Harpa Cristã: 
255, 277 e 291
O PRIVILÉGIO DE ACESSO À PRESENÇA DE 
DEUS E SUAS RESPONSABILIDADES
Pr. André Carlos Boaventura
Lição 10
Domingo, 08 de março de 2026
ENFATIZE
 Que não podemos ser displicentes 
com os privilégios que nos foram dados 
através do sacrifício perfeito de Cristo. 
 Que nós (servos deCristo) temos 
o que os irmãos da Antiga Aliança não ti-
nham: o livre acesso ao trono de graça. 
 Que estávamos separados de 
Deus por causa dos nossos pecados, mas 
Jesus nos abriu um novo e vivo caminho. 
OBJETIVOS
 Ao término da aula, o aluno deve-
rá ser capaz de:
 - Saber que temos um grande 
sumo sacerdote que nos outorga liberdade 
para entrarmos na presença de Deus. 
 - Ter a compreensão do privilégio 
e das responsabilidades que são requeri-
das dos verdadeiros adoradores. 
 - Estar bem ciente de que deve-
mos nos aproximar de Deus com um cora-
ção puro e a consciência aliviada. 
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
 O véu rasgado de alto a baixo é 
extremamente carregado de uma simbolo-
gia que marca fundamentalmente a nossa 
vida, se considerarmos que foi esta ação 
preventiva e benevolente de Deus que per-
mitiu que nós pudéssemos entrar no trono 
de graça e de misericórdia. A obra expiató-
ria de Jesus abriu o caminho para Deus. Foi 
por causa da morte dele na cruz do Calvá-
rio que adquirimos a completa liberdade de 
entrar no Lugar Santíssimo. 
 Precisamos alcançar esta previ-
dente e maravilhosa graça, mas para isso 
temos que chegar perto de Deus com um 
coração sincero e uma fé firme, com a 
consciência limpa das nossas culpas e com 
o corpo purificado. Precisamos guardar a 
firme esperança da fé que professamos, 
pois podemos confiar que Deus cumprirá 
as suas promessas. 
 
vivO caMinhO
Por meio do novo e vivo caminho podemos chegar 
com confiança ao trono da graça (Hb 4.16).
SUBSÍDIO TEOLÓGICO
 “E eis que o véu do santuário se 
rasgou em dois, de alto a baixo; a terra tre-
meu, as pedras se fenderam” (Mt 27.51). 
O véu do santuário se rasgou. Se confia-
mos em Deus e cremos em seu poder, por 
que haveríamos de duvidar de determina-
das ocorrências físicas, havidas quando da 
morte de Cristo? Ele era filho de Deus em 
sentido todo especial. A natureza protes-
tou contra a iniquidade dos homens, e esse 
protesto chegou até o interior do próprio 
templo. O véu do templo era extremamen-
Ensinando as Nações 24
te espesso e resistente. Tinha a largura de 
uma mão de espessura, tecido com 72 do-
bras tecidas, cada uma com 22 fios. Media 
cerca de 18 metros de altura por nove de 
largura. Seria mister uma força poderosís-
sima para conseguir tal prodígio. 
 O véu dividia o Santo Lugar do 
Santo dos Santos, onde um Sumo Sacer-
dote entrava no dia da expiação (Êx 26.31; 
Lv 16.1-30). A presença de Deus estava as-
sociada ao Santo dos Santos e, assim sen-
do, em tipo ou símbolo, o acesso maior a 
Deus, através de Cristo, posto à disposição 
de todos os homens, foi indicado. O trecho 
de Hebreus 10.20 usa o véu como símbolo 
do corpo partido de Jesus. Através desse 
corpo alquebrado o acesso é provido. Não 
podemos deixar de crer, igualmente, que o 
véu rasgado simbolizou o fim da adoração 
judaica, como expressão válida da alma 
em busca da veracidade de Deus. Outros-
sim, o véu rasgado - foi um protesto contra 
os homens, externamente piedosos, mas 
que crucificaram ao Cristo de Deus. Os ju-
deus confiavam na adoração que eles efe-
tuavam no templo, como dotada de valor 
espiritual; não obstante, os seus corações 
estavam totalmente destituídos de qual-
quer reverência à fé em Deus. Portanto, 
viram que o véu se rasgara em dois e ante 
isso souberam que a ira de Deus pairava 
sobre eles, e que seus dias estavam conta-
dos. 
CHAMPLIN, Russell Norman. Enciclopédia de Bí-
blia, Teologia e Filosofia, Vol. 6, São Paulo: Hag-
nos, 2006, p.622. 
GLOSSÁRIO
Barateada: De baratear - dar-se pouco 
valor a; depreciar-se.
Comunal: Pertencente a dois ou a mais 
de dois, à maioria ou a todos; comum.
Displicentes: Que ou aquele que de-
monstra descaso, falta de empenho no 
que faz; desatento, descuidado, desinte-
ressado.
Prerrogativa: Direito especial, inerente a 
um cargo ou profissão.
Sucateada: De sucatear - deixar arruinar-
-se por falta de cuidados, de investimentos 
etc., ou promover deliberadamente o suca-
teamento de algo.
Titubear: Ficar em estado de irresolução, 
incerteza, perplexidade; hesitar, vacilar.
Vislumbre: De vislumbrar - perceber ou 
compreender indistintamente.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
TOZER, A.W. À PROCURA DE DEUS, 4ª Edição, 
Venda Nova (MG): Editora Betânia, 1985. 
QUESTIONÁRIO
1 - Como devemos lidar com o privi-
légio de livre acesso à presença de 
Deus?
R - Com intrepidez, liberdade, coragem, 
ousadia e confiança para entrarmos na 
presença de Deus pelo completo e perfeito 
sacrifício de Jesus.
2 - Por que Jesus é o grande sacerdo-
te da casa de Deus?
R - Porque ele cumpre o seu ministério 
como um grande sacerdote sobre a casa 
de Deus. 
3 - Quais as cinco condições que o 
texto nos exorta para aproximarmo-
-nos de Deus?
R - Com um coração sincero, com plena 
certeza de fé, com um coração purificado, 
com corpos lavados com água pura, aguar-
dando firme a esperança, sem vacilar. 
4 - Por que a adoração coletiva na 
congregação é uma parte vital da 
vida espiritual?
R - Porque é na casa de oração que somos 
nutridos espiritualmente, somos admoes-
tados biblicamente e impulsionados pelos 
nossos líderes e irmãos.
Ensinando as Nações 25
Hinos Sugeridos da Harpa Cristã: 
225, 298 e 609 
AS FLECHAS DA VITÓRIA 
Pr. Luiz Fernando de Oliveira Pires
Lição 11
Domingo, 15 de março de 2026
ENFATIZE
 Que falar sobre flechas, no senti-
do espiritual, significa nossa luta diária a 
fim de atingirmos nossos objetivos. 
 Que Deus usa o pastor, um profe-
ta ou um pregador itinerante, porém mui-
tos não acreditam e perdem a bênção.
 Que devemos fazer integralmente 
o uso do que Deus nos dá, ou seja, atirar 
todas as flechas à nossa disposição. 
OBJETIVOS
 Ao término da aula, o aluno deve-
rá ser capaz de:
 - Perguntar: será que estamos 
satisfeitos com uma vitória parcial? Será 
que estamos pedindo com pouca fé?
 - Saber que quanto mais flechas 
forem atiradas, mais hábeis ficaremos e 
mais robustecida ficará a nossa fé.
 - Entender que a obediência às 
recomendações do profeta do Senhor é 
algo absolutamente necessário. 
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
 Num certo sentido, as três flechas 
têm o significado de pendências de vitórias 
em nossa vida. Quantas coisas esperamos 
há tempos e não são resolvidas? Talvez 
porque não estamos sendo sensíveis e obe-
diência às orientações do Senhor. Quando 
estamos enfrentando uma luta, devemos 
entender os demais propósitos de Deus em 
torno daquilo de que precisamos, e então 
temos que envidar esforços para cumprir 
tudo o que nos for determinado, mas preci-
samos ser diligentes, e ávidos por solução, 
esperando que o Senhor vai nos abençoar 
por completo. 
 Se em nossa simplicidade de fé, 
ou incredulidade, desistirmos de conquistar 
a vitória ampla e final, certamente agire-
mos como o rei Jeoás, ou seja, limitado em 
suas pretensões. A nossa luta deve pre-
valecer até vermos a vitória completa em 
nossas vidas. 
Obra cOMPlEta
 
 Não é porque nossa situação está resol-
vida em parte, que vamos deixar de cumprir os 
propósitos de Deus. 
SUBSÍDIO TEOLÓGICO
 O rei Jeoás não era um homem 
de fé, mas podia seguir instruções. No en-
tanto, faltava-lhe o discernimento espiritual 
das pessoas que vivem de acordo com a 
Palavra e que caminham pela fé. Quando 
o profeta pôs suas mãos nas mãos do rei, 
esse gesto significou, sem dúvida alguma, 
a transmissão do poder de Deus. Quando 
Eliseu ordenou que ele atirasse uma flecha 
Ensinando as Nações 26
em direção à região sob o domínio dos si-
ros, tratou-se claramente de uma referên-
cia à vitória sobre o inimigo (Dt 32.42; Sl 
120.4). O rei poderia ter entendido tudo 
isso, pois Eliseu lhe deu uma promessa ex-
plícita de vitória. 
 Porém, quando Eliseu ordenou 
que Jeoás tomasse as flechas restantes e 
que as atirasse contra o chão, o rei não 
teve o discernimento espiritual necessário 
para aproveitar ao máximo essa oportuni-
dade. Se tivesse sido um adorador fiel do 
Deus vivo, teria enxergado a verdade, mas 
Jeoás era tão cego quanto os falsos deuses 
aos quais prestava culto (Sl 115.3-8). Atiraruma flecha garantiu a vitória, mas o nú-
mero de vezes que ele acertou o chão de-
terminou quantas vitórias Deus lhes daria. 
Pelo fato de Jeoás ter uma fé ignorante, 
limitou-se a apenas três vitórias sobre os 
siros. 
 Mesmo enfermo, o profeta Eliseu 
expressou sua ira justificada pela ignorân-
cia e incredulidade do rei. Jeoás perdeu 
uma oportunidade inestimável de destruir 
seus inimigos! “Faça-se-vos conforme a 
vossa fé” (Mt 9.29). Por mais importante 
que seja, não basta simplesmente conhe-
cermos a vontade de Deus e obedecer a 
ela. Precisamos também entender a von-
tade e os caminhos de Deus (Ef 5.17; Sl 
103.7). Os mandamentos e os atos de 
Deus revelam seu caráter - se nossos olhos 
espirituais estiverem abertos (Ef 1.17-20). 
É assim que compreendemos os caminhos 
de Deus e que lhe servimos melhor, e é 
assim que o Senhor faz crescer nossa fé. 
WARREN W. Wiersbe. COMENTÁRIO BÍBLICO EX-
POSITIVO - Históricos, Santo André (SP): Geográ-
fica Editora, 2006, p. 541. 
GLOSSÁRIO
Aflorar: Surgir espontaneamente.
Belicamente: Relativo a bélico - concer-
nente à guerra ou ao belicismo; belicoso.
Delinear: Determinar os limites de; de-
marcar.
Inferir: Fazer inferência sobre; concluir, 
deduzir.
Lampejo: Manifestação súbita e brilhante 
de inteligência.
Profícuo: Que dá proveito; de que resulta 
o que se esperava; frutífero, lucrativo, útil, 
proficiente.
Robustecida: Tornar-se robusto; fortale-
cer-se, revigorar-se.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
DERETTI, Celso. VITÓRIA PELA FÉ, a confiança 
inabalável nas promessas de Deus, São Paulo: 
Palavra & Prece Editora, 2010. 
QUESTIONÁRIO
1 - Qual a nação que estava em con-
flito com Israel?
R - A Síria.
2 - Como se chamava o rei do Reino 
do Norte de Israel nessa época?
R - Rei Jeoás.
3 - Em quais âmbitos Israel estava 
em crise?
R - Político e religioso.
4 - Aponte cinco reações que pode-
mos ter diante das dificuldades da 
vida.
R - Resposta a critério do aluno. 
Ensinando as Nações 27
Hinos Sugeridos da Harpa Cristã: 
4, 77 e 193
O PREÇO DO CHAMADO 
Pr. Ondino Dias Bezerra
Lição 12
Domingo, 22 de março de 2026
ENFATIZE
 Que a presença do Senhor na vida 
do crente é a solução para todos os proble-
mas, sejam eles quais forem. 
 Que a túnica de várias cores de 
José o qualificava como administrador res-
ponsável do rebanho do seu pai. 
 Que o crente que vive em comu-
nhão com Deus prevalece sobre qualquer 
forma de ódio, inveja e outras coisas. 
OBJETIVOS
 Ao término da aula, o aluno deve-
rá ser capaz de:
 - Entender que todas as coi-
sas contribuem para o bem daqueles que 
amam a Deus, José foi um exemplo disso. 
 - Saber que, apesar das provas 
por que passou, José não perdeu a sua fé 
e não blasfemou do seu Deus. 
 - Compreender que, de fato, o 
Espírito Santo prepara o crente para fazer 
a obra para a qual Deus o designou. 
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
 Ninguém pôde interpretar os so-
nhos de Faraó (Gn 41.8). Então o copeiro 
se lembrou de José na prisão e, assim, ele 
foi trazido à presença do rei que lançou de-
safios contando-lhe os sonhos para obter a 
interpretação. 
 Ao atender ao rei, José não usur-
pou a glória devida ao Deus eterno e res-
pondeu assim: “Isso não está em mim, 
mas é Deus que dará a resposta de paz a 
Faraó” (Gn 41.16).
 José tem, então, a oportunidade 
de entrar em cena e sugere ao rei que pro-
videncie alguém competente para gover-
nar o Egito (v.33). Esta sugestão agradou 
a Faraó que, prontamente, fez o seguin-
te reconhecimento perante seus servos: 
“Acaso acharíamos um homem como este, 
em que haja o espírito de Deus?” (v. 38). 
GrandE PrOMOçãO
 De prisioneiro José passou a primeiro-
-ministro e teve grande sucesso na administração 
dos negócios egípcios.
SUBSÍDIO TEOLÓGICO
 A história de José provê o primei-
ro estágio na transição de uma família pa-
triarcal para uma nação independente, em 
harmonia com a promessa divina. O filho 
favorito, terrivelmente mimado, é odiado 
pelos irmãos, vendido como escravo e le-
vado para o Egito. Ali, sua virtude, sabedo-
ria e graça logo o colocam na liderança. Es-
trangeiro, é caluniado e preso (Gn 37-39). 
A capacidade de interpretar sonhos, dada 
por Deus, faz com que o faraó lhe dispense 
Ensinando as Nações 28
atenção. 
 Quando ele interpreta os sonhos 
que perturbavam o faraó, este fica impres-
sionado com sua grande sabedoria e o 
nomeia para um alto posto administrativo 
(40-41). Essa posição, por sua vez, abre 
a oportunidade para José suprir sua pró-
pria família durante um período de grande 
fome, trazendo-a para o Egito (42-47).
 Essa história, contada de maneira 
tão diferente em comparação com as his-
tórias de Abraão e de Jacó, é uma longa 
lição: a providência de Deus leva a nada 
as artimanhas dos homens e emprega as 
más intenções deles para cumprir seus fins 
(50.20). Além disso, Deus protege e supre 
os que o seguem. 
 A consequência da traição contra 
José é um passo importante na criação 
do povo escolhido. Os “filhos de Israel” 
tornam-se por um tempo uma comunida-
de isolada protegida, habitando na terra de 
Gósen.
 A promessa de terra e de nacio-
nalidade deve esperar, sendo cumprida es-
pecificamente pela redenção dramática de 
Deus, que os livra da escravidão no Egito 
e lhes faz conquistar Canaã sob a liderança 
de Josué. 
LASOR, William S. INTRODUÇÃO AO ANTIGO 
TESTAMENTO, São Paulo: Vida Nova, 1999, pp. 
52,53. 
GLOSSÁRIO
Aleatoriamente: De forma aleatória - 
que depende das circunstâncias, do acaso; 
casual, fortuito, contingente.
Dimensão: Extensão mensurável que de-
termina a porção de espaço ocupada por 
um corpo; tamanho, proporção.
Distintivo: Aquilo que distingue, diferen-
cia, identifica; marca, sinal.
Escrúpulos: Desprovida de escrúpulos 
- sem consciência de sentido moral; sem 
caráter íntegro.
Mercadores: Que ou aquele que negocia 
tecidos, panos, artigos de lã etc.
Outorgou: De outorgar - dar como favor; 
dar poderes a; facultar, conceder, conferir.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
GARADNER, Paul. QUEM É QUEM NA BÍBLIA SA-
GRADA, São Paulo: Vida, 2004. 
QUESTIONÁRIO
1 - Qual é a solução para todos os 
problemas, sejam eles quais forem?
R - A presença do Senhor na vida do cren-
te. 
2 - O que é necessário para que os 
lares crentes sejam “viveiros espiri-
tuais”?
R - Que haja verdadeiro despertamento, 
onde o coração dos pais converte-se aos 
filhos (Lc 1.17). 
3 - Como o crente prevalece sobre 
qualquer forma de ódio, inveja e ou-
tras obras do mal?
R - Vivendo em íntima comunhão com 
Deus. 
4 - Qual foi a exclamação de espanto 
de Faraó diante de José?
R - “Acharíamos um varão como este, em 
quem haja o espírito de Deus”? (Gn 41.38).
5 - Qual foi o maior alvo da vitória de 
José?
R - Deus usou José pra preservar o Egito 
e as nações vizinhas, mas o maior alvo foi 
preservar o seu povo.
Ensinando as Nações 29
Hinos Sugeridos da Harpa Cristã: 
376, 394 e 600
O CHAMADO PARA A RESTAURAÇÃO, NOSSA 
MISSÃO 
Pra. Maria da Conceição Ferreira e Silva 
Lição 13
Domingo, 29 de março de 2026
ENFATIZE
 Que ao saber dos fatos Neemias 
ficou sensibilizado, chorou, orou e jejuou 
pelos seus para vê-los restabelecidos. 
 Que Neemias não ficou somente 
na intenção, ao contrário, agiu com cora-
gem e ousadia para ajudar em tudo. 
 Que Neemias, com muita austeri-
dade distribuiu ordens, delegou autoridade 
e orientou acerca de todo o projeto. 
OBJETIVOS
 Ao término da aula, o aluno deve-
rá ser capaz de:
 - Saber que aqui neste mundo a 
luta é renhida, por isto é imperativo enca-
rar as lutas com fé e determinação. 
 - Entender que o sucesso do 
nosso trabalho na obra do Senhor depende 
da união, dedicação e esforço de todos. 
 - Aprender com Neemias que 
quaisquer tipos de problemas devem ser 
encarados com oração, jejum e trabalho. 
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
 Normalmente quando lemos so-
bre uma história fantástica como a de Nee-
mias, concernente à reconstrução dos mu-
ros de Jerusalém e da restauração (moral 
e espiritual) do seu povo, a primeira coisa 
que nos vêm à mente é sobre a infalível 
intervenção de Deus em todo o projeto.Claro! Ela é preponderante em tudo. Mas 
um fator igualmente importante no êxito 
de todo o processo pode ser notado na 
atuação de Neemias enquanto líder fiel a 
Deus e destemido quanto às funções dos 
seus auxiliares. Ele teve noção do quanto 
o sistema interativo era fundamental para 
a execução das obras, por isso coordenou 
eficientemente as tarefas colocando as 
pessoas certas nos lugares certos (Ne 3.2-
15), conseguindo padronizar um sistema 
de harmonia (algo tão necessário) entre 
seus comandados de modo tal que todos 
produziam sem disputas, ciúmes ou melin-
dres. Fica aqui esta preciosa lição. 
FOrça EM dEus
 Os problemas difíceis têm solução quan-
do homens comprometidos se levantam na força 
de Deus para agir. 
SUBSÍDIO DEVOCIONAL
 Como consolador, Neemias viveu 
perto das pessoas; como intercessor, per-
to de Deus. Neemias era, acima de tudo, 
um homem de oração. Neemias sempre foi 
um homem muito ocupado, mas não tão 
ocupado a ponto de não ter tempo para 
Deus. Um truque do diabo é manter-nos 
tão ocupados que não encontramos tempo 
Ensinando as Nações 30
para orar. 
 Se Neemias não fosse um homem 
de oração, o futuro de Jerusalém teria sido 
outro. A força da oração é maior do que 
qualquer combinação de esforços na ter-
ra. A oração move o céu, aciona o braço 
onipotente de Deus, desencadeia grandes 
intervenções de Deus na História. Quan-
do o homem trabalha, o homem trabalha, 
mas quando o homem ora, Deus trabalha. 
Neemias começa seu ministério orando. 
Sua oração é uma das mais significativas 
registradas na Bíblia. Vemos nela os ele-
mentos da adoração, petição, confissão e 
intercessão. 
 Um intercessor é alguém que se 
levanta diante do trono de Deus e a favor 
de alguém. Ésquilos foi condenado à morte 
pelos atenienses e estava para ser execu-
tado. Seu irmão Amintas, herói de guerra, 
tinha perdido a mão direita na batalha de 
Salamis, defendendo os atenienes. Ele en-
trou na corte, exatamente na hora que seu 
irmão estava para ser condenado e, sem 
dizer uma palavra, levantou o braço direito 
sem mão na presença de todos. Os histo-
riadores dizem que quando os juízes viram 
as marcas do seu sofrimento no campo de 
batalha e relembraram o que ele tinha feito 
por Atenas, por amor a ele, perdoaram o 
seu irmão. 
 Um intercessor torna-se responsá-
vel diante do conhecimento de uma neces-
sidade. O conhecimento de um problema 
nos responsabiliza diante de Deus e dos 
homens. O conhecimento dos problemas 
do seu povo levou Neemias a orar a respei-
to do assunto. 
LOPES, Hernandes Dias. NEEMIAS, O líder que 
restaurou uma nação, São Paulo: Hagnos, 2014, 
pp. 31,32. 
GLOSSÁRIO
Alarde: Atitude exibicionista e ostentosa.
Diligente: Que tem prontidão; rápido, li-
geiro.
Frustrar: Não corresponder à expectativa; 
decepcionar-se.
Porfias: Contenda de palavras; discussão, 
disputa, polêmica.
Revide: Ato de revidar - dizer como res-
posta, replicar fortemente; objetar.
Terminantemente: Advérbio que signifi-
ca de forma imperativa, categórica e que 
não admite recusa ou outra opção.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
LOPES, Hernandes Dias. NEEMIAS, O líder que 
restaurou uma nação, São Paulo: Hagnos, 2014.
QUESTIONÁRIO
1 - O que levou Neemias a se envolver 
com a restauração de Jerusalém?
R - Ele foi movido por compaixão, amor ao 
seu povo e zelo pela glória de Deus. 
2 - Como a oração preparou Neemias 
para a missão?
R - Durante quatro meses ele buscou a di-
reção divina, e assim Deus abriu as portas 
diante dele (Ne 2.1-8).
3 - De que forma Neemias enfrentou 
as críticas e tentação para fazê-lo de-
sistir?
R - Ele se manteve firme, com foco e dis-
cernimento, respondendo com oração e 
trabalho às provocações. 
4 - Qual é a importância da restau-
ração espiritual após a reconstrução 
material?
R - A volta do povo para a palavra de Deus 
e o renovo da fé mostrando que a restau-
ração verdadeira acontece no coração. 
Ensinando as Nações 31
CONVENÇÕES DA CIAD NOS ESTADOS
PARA O 1º TRIMESTRE 2026
Março
28 e 29 de março de 2026 
Palmas (TO) | Centro de Convenções 
Pr. Rodolfo Rodrigues da Costa Neto
25ª CONFIETO - Convenção Filiada no Estado do Tocantins
Liderança Pastoral
Ensinando as Nações 32

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