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aula 6 Ciatostomíneos, Oesophagostomum Chabertia

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Ciatostomíneos, Oesophagostomum
Chabertia
Continuação dos estudos dos estrôngilos
Família Strongylidae
· Estrôngilos de equídeos: cavalos, burros e mulas.
· Parasitam o IG
· Comum em equídeos criados soltos
· Sério problema na equideocultura: alta prevalência
· Sub-família Strongylinae: Grandes Estrôngilos (Strongylus vulgaris, S. edentatus, S. equinus)
· Triodontophorus, Oesophagodontus: Outros gênero de estrôngilos grandes.
· Sub-família Cyathostominae: Inclui os Pequenos Estrôngilos, os ciastomíneos
· São muito prevalentes e a sua patogenia está principalmente associada ao encistamento das larvas na mucosa e submucosa do intestino grosso, podendo causar síndrome de má-absorção, enterite e, em casos de emergência maciça, diarreia grave e cólicas.
Ciatostomíneos: pequenos estrôngilos de equinos
Oesophagostomum: estrôngilos nodulares de ruminantes e suínos 
Chabertia: estrôngilos de IG de ovinos
CARACTERÍSTICAS GERAIS - Superfamília Strongyloidea (estrôngilos) 
Parasitos de Intestino Grosso
Cápsula bucal forte desenvolvida
Machos com bolsa copuladora: extremidade posterior
 
obs: a esquerda → macho
 a direita → fêmea 
PEQUENOS ESTRÔNGILOS (Cyathostomíneos)
Atenção: Trichonema não é mais válido
· Trichonema era um termo antigo usado como sinônimo para Cyathostomíneos
Principais gêneros: 
· Bem tolerado (assintomático): se causar complicação é em animais mais jovens
obs: helmintos de equinos
· ciatostomíneos tem grande prevalencia, mas os animais toleram bem, diferente de grandes estrôngilos
· Pequenos (5-12 mm)
· Fêmeas ovíparas: botam ovos com embrião no ambiente. No ambientes esse embrião se desenvolve em larva L1 →L2 →L3
· Bolsa copuladora 
· cor: varia entre branco e vermelho-escuro
· Cápsula bucal bem desenvolvida
· cilíndrica
· sem dentes
· O perigo dos Pequenos Estrôngilos não está na cápsula bucal em si, mas sim na sua fase larvária, que se encista na parede do intestino grosso ( hipobiose), podendo sair de forma maciça 
CICLO (Sem fase migratória) - fêmea ovípara
ovo nas fezes (não tem larva ainda)
 
eclosão do ovo com L1 e desenvolvimento da larva no ambiente 
 
L1 → L2 → L3 (forma infectante)
 
L3 sobe as pastagens → ingestão de L3 pelo equinos
 
larva chega ao IG
 
adentra a mucosa do IG → muda para L4
 
L4 volta a luz intestinal → adulto (ou L5 adulto jovem) → cópula → ovos
PPP: 2-3 meses
Larvas se desenvolvem melhor em períodos quentes 
IMPORTÂNCIA 
Extremamentes prevalentes: presentes em todos/quase todos equinos criados a pasto
· poucos ou nenhum sinal clínico em adultos
Infecção maciça em equinos jovens:
· Anemia
· Diarreia 
· Morte
Hipobiose (Encistamento): inibição prolongada ou temporária no desenvolvimento larvar de nematóideos
· Condições adversas (como um inverno rigoroso ou muitos medicamentos antiparasitários) → larvas L3 e L4 em hipobiose (dormência) centro dos cistos
· Isso permite que o parasita sobreviva por longos períodos (meses ou até anos) e evita a ação dos vermífugos.
· Condições são favoráveis (primavera/verão) ou gatilho imunológico/estressante → larvas encistadas (L4/L5) emergem maciçamente da parede intestinal, retornando à luz do intestino grosso.
· Ao retornarem, elas se tornam adultos.
· Fonte de infecção para hipobiose:
· Larvas da estação quente anterior:
· As larvas ingeridas no momento estão causando a infecção crônica, mas a doença grave é causada pela emergência das larvas antigas
Consequência da hipobiose →Enterite Descamativa
· emergência maciça das larvas → destrói camada superficial e protetora do intestino 
· Desnudamento da Mucosa: A parede intestinal fica "descascada" (descamada) e inflamada, perdendo sua capacidade funcional.
· Má Absorção: O intestino perde a capacidade de absorver água, nutrientes e proteínas.
· Perda de Proteína: hipoproteinemia → edema (principalmente nas áreas baixas como o ventre e membros).
· Diarreia: É o sintoma mais dramático do quadro agudo, devido à grave inflamação e à falha na absorção de água.
· Resposta Inflamatória: pode causar espessamento da parede e fibrose
Oesophagostomum
Vermes nodulares: por conta do encistamento das larvas e estimulam a formação de nódulos (reação inflamatória) no intestino 
Parasitam IG e ID
Parasitas de ruminantes e suínos
· Causam enterite em ruminantes e suínos 
MORFOLOGIA
· brancos e espessos
· 1-2 cm de comp.
· cápsula bucal pequena
· Circundada por coroas laminares
· Vesícula Cervical Desenvolvida:
· característica mais distintivas do gênero. 
· É uma expansão da cutícula na região da cabeça e esôfago.
· Sulco cervical
· Asas cervicais podem estar presentes
· Machos com bolsa copuladora
MORFOLOGIA OVOS: 
· 60- 75 um de comprimento x 35-40 um de largura
· idênticos aos ovos de grandes estrôngilos
CICLO - fêmea ovípara
ovos nas fezes ( sem larva)
 
eclosão do ovo com larva L1
 
L1 → L2 → L3 no ambiente
 
ingestão de L3 junto a pastagens
 
penetra na mucosa do IG ou ID
 
forma nódulos → muda para L4 
 
saem dos nódulos 
 
luz do intestinos → adulto → ovos
PPP: 45 dias
IMPORTÂNCIA
· cosmopolita ( mas principalmente em áreas tropicais e subtropicais)
· Formação de nódulos visíveis a olho nu em necropsia
· Em reinfecção → nódulos ficam maiores → quando rompem → úlceras
· Forma adulta não causa tanto problema e sim nos nódulos que são causados pelas formas larvais
· Consequências: 
· Diarreia Debilitante (escura/esverdeada): A diarreia é um sintoma comum na esofagostomose
· Febre, perda de apetite: Sinais sistêmicos de inflamação e infecção. 
· Sinais clínicos associados aos estágios larvais: formação de nódulos → enterite severa e má absorção.
· Efeitos sobre produção de carne, lã e leite
· Intestinos impróprios para processamento industrial
CHABERTIA
Parasitam IG de ovinos
Principal espécie: Chabertia ovina
Distribuição cosmopolita → maior ocorrência em regiões temperadas
10 000 ovos /dia
MORFOLOGIA
CICLO - mesmo ciclo dos Ciatostomíneos
IMPORTÂNCIA
· Amplifica os danos causados por outros parasitos intestinais: 
· Chabertia é raramente encontrado sozinho.
· A lesão que ele causa na mucosa do intestino grosso pode facilitar a invasão de bactérias e piorar a ação de outros nematódeos presentes simultaneamente (infecção mista).
· Adultos e larvas causam lesões nas paredes do intestino grosso:
· Sangramento da parede intestinal
· Infecções Maciças
· Diarreia: Devido à enterite e à incapacidade de absorção de água.
· Anemia: Causada pela perda crônica de sangue (parasita hematófago).
· Hipoalbuminemia: A inflamação e o dano à parede intestinal resultam em perda de proteína para a luz intestinal, , diminuindo a concentração de albumina no sangue
· Severa perda de peso: Resultado direto da má absorção de nutrientes, perda de apetite e catabolismo devido à inflamação.
· Morte: Pode ocorrer em casos agudos de espoliação severa e debilidade extrema.
· Infecções podem ser subclínicas: sem sinal clínico
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