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SISTEMA NERVOSO 
Professor (a): Odileide S. Batista 
Biomédica Especialista em Gestão Hospitalar e Auditoria em Serviços de Saúde 
e Microbiologia. 
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INTRODUÇÃO 
O sistema nervoso coordena uma complexa diversidade de tarefas, permitindo monitorar e 
interpretar os estímulos do interior e do exterior do corpo. Tal fato, por sua vez, envolve, desde 
o controle dos movimentos corporais, até a regulação da atividade dos órgãos internos. Essas 
atividades diversas são agrupadas com base em três funções: sensitiva, integrativa e 
motora. 
 
 
 
 
 
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Conceito e divisão do sistema nervoso 
 
O sistema nervoso se distingue de outros sistemas por possuir células extremamente 
longas. 
Portanto, é difícil dividi-lo em órgãos distintos com suas populações celulares 
exclusivas, como fazemos com outros sistemas do corpo. 
Dessa forma, o sistema nervoso apresenta duas subdivisões anatômicas: o sistema 
nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). 
 
 
Sistema nervoso central (SNC) 
O sistema nervoso central (SNC) é constituído pelo encéfalo e pela medula 
espinhal. 
O encéfalo é protegido pelo crânio, enquanto a medula espinhal é protegida 
pela coluna vertebral. 
O SNC é o centro de comando e integração do sistema nervoso, recebendo 
sinais sensitivos, interpretando-os e coordenando respostas motoras baseadas em 
condições atuais, experiências anteriores e reflexos 
 
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Sistema nervoso periférico (SNP) 
O sistema nervoso periférico (SNP) é constituído, principalmente, por nervos que se 
estendem do cérebro à medula espinhal, aos gânglios e aos receptores sensoriais. 
O SNP interliga o sistema nervoso central ao restante do corpo, dessa forma, os 
nervos periféricos atuam como vias de comunicação, ligando todas as partes do corpo 
ao SNC. 
Os gânglios, por sua vez, são áreas que agrupam os corpos celulares dos neurônios 
periféricos; já os receptores sensoriais são estruturas que atuam monitorando 
alterações externas e internas, como os receptores na pele que detectam sensações 
táteis. 
 
 
O SNC é constituído por regiões distintas de substâncias cinzentas e brancas, que 
refletem a organização dos seus neurônios. 
A substância cinzenta consiste em um aglomerado de dendritos, corpos celulares 
de neurônios, neurônios curtos amielínicos e neuróglias, e é nessa região que ocorrem 
as sinapses. 
A substância branca, por sua vez, consiste em agrupamentos de axônios mielínicos 
com neuróglias associadas. Sua cor branca é proveniente das bainhas de mielina em 
volta de vários axônios. 
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Na medula espinhal, entretanto, a substância cinzenta está localizada no centro e é 
envolvida pela substância branca. A relação entre os tamanhos e a forma das 
substâncias cinzentas e substâncias brancas varia ao longo da medula espinhal. 
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MEDULA ESPINHAL 
A medula espinhal de um indivíduo adulto possui aproximadamente 100 milhões de 
neurônios e mede cerca de 45 cm de comprimento, estendendo-se do forame magno 
do crânio até a margem inferior da segunda vértebra lombar (L2). 
Trinta e um pares de raízes nervosas espinhais saem da medula espinhal. O feixe de 
raízes mais inferior se assemelha a uma cauda de cavalo (cauda equina). 
A medula espinhal apresenta intumescências localizadas (intumescência 
cervical e intumescência lombar) e trechos expandidos e alargados na coluna 
vertebral, refletindo na inervação dos membros superiores e inferiores, 
respectivamente. 
 
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Embora a maioria dos estímulos seja transmitido para o encéfalo, a medula 
espinhal também é capaz de integrar e processar informações, como acontece 
nos arcos reflexos. 
Um arco reflexo implica em uma resposta automática, inconsciente e protetora 
diante de uma situação que visa preservar a homeostasia do corpo. 
Os impulsos são conduzidos por uma via pequena do neurônio sensitivo para 
o neurônio motor, e apenas dois ou três neurônios estão envolvidos. 
Os cinco componentes de um arco reflexo são o receptor, o neurônio 
sensitivo, o neurônio central, o neurônio motor e o efetor. 
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Encéfalo 
O encéfalo é, provavelmente, o mais fascinante órgão do corpo, sendo muito mais 
complexo do que a medula espinhal. É capaz de responder a estímulos com grande 
versatilidade, resultado de seus aproximados 20 bilhões de neurônios, cada um 
podendo receber informações simultaneamente por meio de milhares de sinapses. 
 
 
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O encéfalo surge como a parte superior do tubo neural a partir da 4ª semana de 
desenvolvimento embrionário. Imediatamente, com a sua expansão, aparecem as 
constrições que definem as três vesículas encefálicas primárias: o prosencéfalo, o 
mesencéfalo e o rombencéfalo. 
 
 
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TELENCÉFALO 
Telencéfalo compreende os dois hemisférios cerebrais, direito e esquerdo e uma 
pequena linha mediana. 
 
 
 
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Os dois hemisférios cerebrais são incompletamente separados pela fissura 
longitudinal do cérebro, cujo assoalho é formado por uma larga faixa de fibras 
comissurais, denominada corpo caloso, principal meio de união dos hemisférios. 
 
 
 
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O córtex cerebral é convoluto por fendas chamadas de sulcos. 
Esses sulcos separam cristas intermediárias, denominadas giros. 
Cada hemisfério cerebral é subdividido em cinco lobos por sulcos e fissuras 
profundas, sendo que o nome dos lobos deriva dos ossos do crânio adjacentes a cada 
um. 
 
 
 
Lobo Frontal Lobo Parietal Lobo Temporal Lobo Occipital Lobo Insular 
 
Funções dos lobos 
▪ Lobo Frontal: Controle motor voluntário dos músculos esqueléticos; personalidade; 
processos intelectuais mais elevados (por exemplo: concentração, planejamento e 
tomar decisões); comunicação verbal. 
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▪ Lobo Parietal: Interpretação somatestésica (por exemplo: sensibilidade muscular e 
cutânea); compreensão da fala e formulação de palavras para expressar pensamentos 
e emoções; interpretação de texturas e formas. 
▪ Lobo Temporal: Interpretação de sensações auditivas: armazenamento (memória) de 
experiências auditivas e visuais. 
▪ Lobo Occipital: Integração dos movimentos de focalização dos olhos; correlação de 
imagens visuais com experiências visuais prévias e outros incentivos sensoriais; 
percepção consciente de visão. 
▪ Lobo Insular: Integração com outras atividades cerebrais. 
 
 
Diencéfalo 
O diencéfalo está recoberto pelos hemisférios cerebrais que derivam do telencéfalo, sendo 
somente possível visualizá-lo através de um corte sagital mediano que separa os hemisférios 
cerebrais. 
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• O epitálamo contém a hipófise, também conhecida como glândula pineal, a principal 
estrutura endócrina do corpo; 
• O tálamo é a sede do processamento e retransmissão de impulsos sensitivos; 
• O hipotálamo se conecta à hipófise e contém centros envolvidos em emoções, 
produção hormonal e função do sistema nervoso autônomo 
 
 
 
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Tronco encefálico 
O tronco encefálico é constituído pelo mesencéfalo, a ponte e o bulbo, que se ligam aos 
hemisférios cerebrais a partir do mesencéfalo. O cérebro, o cerebelo e o tronco encefálico 
constituem o encéfalo. 
Mesencéfalo 
 
 
Ponte 
 
 
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Bulbo 
 
 
Cerebelo 
O cerebelo é a segunda maior parte do encéfalo, corresponde a até 11% da massa do 
encéfalo. O cerebelo está situado em posição dorsal à ponte e ao bulbo e faz a regulação 
automática das atividades motoras, ajudando a manter a postura e o equilíbrio 
 
 
Lobo flóculo-nodular (Arqueocerebelo) ou vestibulocerebelo: envolvido com a manutenção do 
equilíbrio, importante para a manutenção do equilíbrio e postura. 
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Lobo anterior (Paleocerebelo): esse lobo está mais relacionado com a postura, o tônus 
muscular e o controle da coordenação dos membros inferiores, principalmente, da marcha. 
Lobo posterior ou neocerebelo: envolvido com a coordenação dos movimentosfinos iniciados 
pelo córtex cerebral. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tecido Nervoso 
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O sistema nervoso é altamente especializado e complexo, sendo formado por duas categorias 
de células: neurônios e células da glia. 
Os neurônios são células especializadas capazes de responder a estímulos físicos e 
químicos, conduzir impulsos e liberar reguladores químicos específicos. 
Com isso, os neurônios executam funções como pensar, armazenar memória e regular outros 
órgãos. 
Neurônios desenvolvidos não podem se dividir, embora sob certas condições alguns deles 
possam regenerar pequenas porções cortadas ou desenvolver pequenos ramos novos. 
 
 
 
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As células da glia ou neuroglia são células nervosas que auxiliam os neurônios em suas 
funções. As neuroglias possuem limitada capacidade de mitose e são cerca de cinco vezes 
mais populosas do que os neurônios. 
Diferentemente de outros sistemas, as neuroglias, células de suporte do sistema nervoso, 
possuem a mesma formação embrionária dos neurônios, isto é, ambas derivam do ectoderma 
e podem ser classificadas em seis categorias. 
 
 
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NEURÔNIOS 
Componentes principais: 
✓ Corpo celular: 
✓ Dendritos; e 
✓ Axônio 
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O corpo celular possui dois tipos de ramificações citoplasmáticas. 
O primeiro deles são os dendritos, que respondem aos estímulos e conduzem impulsos para 
o corpo celular. A área preenchida por dendritos é denominada zona dendrítica de um 
neurônio. 
O segundo tipo de ramificação citoplasmática é o axônio, um prolongamento extenso e 
cilíndrico que conduz impulsos que saem do corpo celular. 
 
 
Os axônios podem variar desde alguns milímetros no interior do encéfalo até mais de um 
metro entre a medula espinhal e as partes mais distais dos membros. O termo fibra nervoso 
é comumente utilizado para designar um axônio longo. Ao longo do axônio, o citoplasma 
contém muitas mitocôndrias e microtúbulos. 
 
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▪ Alguns neurônios têm partes de seus axônios cobertas por uma substância 
lipoprotéica branca chamada mielina, produzida através de células gliais específicas, 
um processo designado de mielinização. 
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▪ A mielina forma uma bainha entorno do axônio, dando suporte e ajudando na 
condução dos impulsos nervosos. Vale destacar que os neurônios podem ser 
mielínicos ou amielínicos. 
▪ Neurônios mielínicos são encontrados no SNC e no SNP, com a mielina sendo a 
responsável pela cor esbranquiçada dos nervos e pela coloração da substância branca 
do encéfalo e da medula espinhal 
 
 
▪ No SNP, a mielinização ocorre com as células de Schwann envolvendo um 
axônio. Cada célula de Schwann enovela aproximadamente 1 mm de axônio, 
deixando lacunas sem mielina entre as células de Schwann adjacentes. Estas 
lacunas na bainha de mielina são denominadas nódulos de Ranvier, local onde 
ocorre a propagação do impulso nervoso ao longo de um neurônio. 
▪ No SNC, as bainhas de mielina são formadas por oligodendrócitos. Cada 
oligodendrócito possui extensões capazes de formar bainhas de mielina em 
vários axônios, diferindo das células de Schwann, que atuam somente em um 
axônio. 
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MENINGES/ LÍQUOR E VASCULARIZAÇÃO 
As meninges são três membranas de tecido conjuntivo encontradas ao redor do encéfalo e 
da medula espinhal. Suas funções são: envolver e guardar o SNC; proteger os vasos 
sanguíneos que nutrem o SNC e conter o líquido cerebrospinal. 
As meninges se dividem em três: são a dura-máter, a aracnoide-máter e a pia-máter, sendo 
esta última a mais interna. 
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▪ A dura-máter é a membrana mais externa e de maior resistência, envolvendo a 
medula como um dedo de luva, o saco dural; cranialmente, a dura-máter continua-se 
com a dura-máter craniana; 
▪ A aracnoide-máter encontra-se entre a dura-máter e a pia-máter, possui esse nome 
em virtude da distribuição de fibras colágenas e algumas fibras elásticas, semelhante 
a uma teia de aranha; 
▪ A pia-máter é a membrana mais delicada e mais interna. Está em contato direto com 
o tecido nervoso da superfície do SNC. 
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✓ Abaixo da aracnoide-máter, situa-se o espaço subaracnóideo, preenchido com 
líquido cerebrospinal, contendo os principais vasos sanguíneos que abastecem o 
encéfalo. 
✓ O líquido cerebrospinal é um líquido claro, semelhante à linfa, que forma um coxim 
protetor ao redor e dentro do SNC, conferindo ao cérebro a capacidade de flutuar. 
✓ Além disso, colabora com a nutrição do encéfalo, remove resíduos produzidos pelos 
neurônios e transporta os sinais químicos (hormônios, por exemplo) entre as diferentes 
regiões do SNC. 
✓ O líquido cerebrospinal surge do sangue e volta para ele aproximadamente em uma 
taxa de 500 ml por dia. 
 
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SNP 
O SNP abrange as estruturas do sistema nervoso que são externas ao encéfalo e a medula 
espinhal. 
É importante notar que as estruturas do SNP são determinadas pela sua organização 
funcional – impulsos nervosos de cada modalidade (sensitivo somático, sensitivo visceral, 
motor somático, motor visceral) que são transportados em neurônios diferentes. 
As estruturas do SNP são: 
▪ Nervos 
▪ Gânglios nervosos 
▪ Terminações nervosas (receptores para dor, tato, frio, pressão, calor, paladar, 
etc.). 
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Receptores sensitivos 
São terminações nervosas variadas que captam os estímulos do interior e exterior do corpo e 
depois iniciam impulsos nervosos nos axônios sensitivos, que levam os impulsos para o SNC. 
Os receptores dos sentidos especiais são células receptoras especializadas. 
 
 
 
 
Nervos 
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Os nervos são feixes de axônios periféricos e os gânglios são agrupamentos de corpos 
celulares periféricos, como aqueles pertencentes aos neurônios sensitivos. 
A maioria dos nervos contém axônios sensitivos e motores, sendo chamados de nervos 
mistos. 
Certos nervos cranianos (os nervos conectados ao encéfalo) contêm apenas axônios 
sensitivos e, portanto, têm função puramente sensitiva; outros contêm principalmente axônios 
motores e, portanto, têm função puramente motora. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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▪ Os nervos do SNP são classificados como nervos cranianos (oriundos do encéfalo) 
ou nervos espinhais (oriundos da medula espinhal). 
▪ Os nervos cranianos são 12 pares de nervos que se conectam ao encéfalo com a 
maioria (dez), originando-se no tronco encefálico. 
▪ Os nervos cranianos são designados por nomes e números romanos em sequência 
crânio-caudal. 
 
 
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▪ Os nervos espinhais são 31 pares de nervos que se conectam com a medula, 
nomeados com base em sua localização vertebral. 
São divididos em grupos: 
▪ cervical (oito nervos), 
▪ torácico (12 nervos), 
▪ lombar (cinco nervos), 
▪ sacral (cinco nervos) e coccígeo (um nervo). 
O primeiro nervo espinhal cervical sai acima da primeira vértebra cervical e cada nervo 
espinhal restante deriva da posição inferior à sua vértebra cervical. 
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▪ Gânglios 
Aglomerado de corpos celulares de neurônios encontrados fora do sistema nervoso central. 
 
 
 
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Plexos: formação anatômica onde as fibras dos ramos ventrais se entrelaçam sem perder a 
funcionalidade individual das suas fibras 
 
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Terminações motoras 
As terminações motoras são as terminações dos axônios dos neurônios motores que inervam 
os efetores: órgãos, músculos e glândulas. 
As terminações motoras para os músculos e glândulas do corpo são descritas junto ao sistema 
orgânico apropriado: inervação do músculo esquelético; inervação do músculo cardíaco e 
inervação do músculo liso e das glândulas. 
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a) Sistema Nervoso Somático (Voluntário) 
• Formadopor nervos motores que conduzem impulsos do sistema nervoso central (SNC) à 
musculatura estriada esquelética 
Determina ações conscientes: Andar, falar, abraçar, correr e etc. 
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b) Sistema Nervoso Autônomo (vegetativo ou visceral) 
• Constituído por nervos motores que conduzem impulsos do sistema nervoso central à 
musculatura lisa de órgãos viscerais, músculos cardíacos e glândulas. 
• Realiza o controle da digestão, sistema cardiovascular, excretor e endócrino. 
• Os nervos do SNP autônomo possuem dois tipos de neurônios: 
I. Pré-ganglionares (corpo celular dentro do SNC) 
II. Pós-ganglionares (Corpo celular dentro do gânglio) 
 
 
 
Sistema Nervoso Autônomo 
É dividido em duas partes: 
I. Simpático 
II. Parassimpático 
▪ Sistema Nervoso Simpático: Prepara o organismo para o estresse (instinto de fuga 
ou luta). 
▪ Sistema Nervoso Parassimpático: Estimula atividades relaxantes (repouso). 
Ações antagônicas no organismo! 
 
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https://youtu.be/DIQpsbxmfXI?si=g8ZoZ-svZR29ZITg 
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