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Direito Civil Universidade Cruzeiro do SulUniversidade Cruzeiro do Sul

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Resumo sobre Ato Jurídico e Negócios Jurídicos O estudo dos atos e negócios jurídicos é fundamental para a compreensão do direito, pois envolve a análise de como as normas jurídicas se aplicam a ações humanas e suas consequências legais. O primeiro ponto a ser abordado é que, para a existência de um ato jurídico, é suficiente que haja um ato humano vinculado à sua origem, independentemente do elemento subjetivo. Isso significa que a norma jurídica não exige a intenção ou o estado mental do agente como condição para a validade do ato, o que o torna independente do plano de validade. Essa afirmação é considerada certa , pois reflete a natureza objetiva do ato jurídico. Outro aspecto importante é a possibilidade de anulação de negócios jurídicos em casos de dolo ou coação de terceiros. A norma prevê que a anulação é viável desde que o beneficiário tenha conhecimento ou deveria ter conhecimento dos vícios que afetam o negócio. Essa afirmação também é certa , pois reconhece a proteção dos direitos das partes envolvidas e a necessidade de boa-fé nas relações jurídicas. Além disso, a fraude contra credores é uma causa de nulidade que se aplica tanto a negócios jurídicos gratuitos quanto onerosos, o que é igualmente certo . Essa proteção é essencial para garantir a integridade das relações comerciais e a segurança dos credores. A questão da nulidade e da conversão de negócios jurídicos é complexa. A conversão de um negócio jurídico nulo é uma exceção à regra geral de que a nulidade impede a confirmação do ato e não se convalida pelo decurso do tempo. Portanto, essa afirmação é certa . Por outro lado, se o motivo determinante de um negócio for ilícito, o ato será nulo; se for falso, poderá ser considerado anulável por erro, o que é uma distinção importante no direito. A validade dos atos e negócios jurídicos também depende de pressupostos como a legitimidade e a ausência de vícios de consentimento, sendo essa afirmação certa . Ademais, um negócio jurídico realizado por um representante convencional em conflito de interesse com o representado é anulável, desde que o terceiro envolvido tenha conhecimento ou devesse ter conhecimento desse conflito. Essa afirmação é certa e ressalta a importância da transparência nas relações contratuais. A invalidade de negócios jurídicos ocorre quando as condições resolutivas ou suspensivas são impossíveis, o que invalidaria a totalidade do negócio, sendo essa afirmação certa . Por fim, o negócio jurídico simulado é considerado nulo, enquanto o dissimulado pode ser preservado se for válido em substância e forma. Mesmo que um negócio simulado seja nulo, ele pode produzir efeitos em relação a terceiros de boa-fé, o que é uma proteção importante para aqueles que agem de boa-fé nas transações. A prescrição, por sua vez, pressupõe a existência de um direito subjetivo e um dever jurídico correlato, e a afirmação de que a exceção prescreve no mesmo prazo que a pretensão é certa , refletindo a dinâmica entre direitos e deveres no âmbito jurídico. Destaques Ato jurídico não requer elemento subjetivo para sua validade. Anulação de negócios jurídicos é possível em casos de dolo ou coação, se o beneficiário tiver conhecimento. Fraude contra credores causa nulidade em negócios jurídicos. Conversão de negócios nulos é uma exceção à regra de nulidade. Negócios simulados são nulos, mas dissimulados podem ser válidos se respeitarem a forma e substância.

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