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Sócrates e os Sofistas
úrgimento da Filobotis CIASÁCA 7,707,707/, 7
ê g/ / Y /l/,, /./ Í / Á / 77 /”./ / // 7 / oSS Á Á /]
preocupação com a natureza
111 Rompimento com a ]
‘—{1.1. Contexto 1.1.2. Advento da problematica ético—política]
TA
113. Continuidade da tradição filosófica]
(-[1.2,1, Produto de contexto social e cultural)
12.21. Persuasão
/-[ 12.2.
Necessidade politica de
conciliacdo mediante:
12.2.2. Justificagao
123
Busca de
“ critérios de:
1.2.2.3. Criação de consensos]
123.1. Verdade
—[u. Sofistas 2.12. Mestres da:
2.1.2.1. Retórica (técnica argumentatíva)]
2.1.2.2. Oratória (técnica discursiva)]
2.1.3. Preparavam paraa política]
ez Protagoras de Abdera
(c.490-421a.C.)
]_
"O homem é a medida de todas
2.2.1. as coisas,das que são como são e
das que não são como não são”
7 22211 Dosaspectosfenornenais]
1 Humanista,
entendido a partir:
2.2.21.2. Daexperiéncia humana]
2:2.2. Epistemologia 22221 Dascircunstâncías]
Relativista,
2222. depende:
2.2.2.2.3. Sujeitoa varíações]
2.2.3.1. Decisões dependem da persuasão]
2.23. Política
Retórica e dialética são técnicas
indispensáveis à vida política
Sócrates e os Sofistas
VA
2 Pensamentoféot;íst(cpí
2.2.4.1. Antilogia
Protágoras de Abdera Técnica 2.2.4.2.1. Visa a preparação de debates
22 (c.490-421a.C.) 224 argumentativa prepara J
2242 Apresentagao de
argumentos pró e contra
22422, Antecipaobjecdes ]
à própria posição
Indica a existência
2.2423. de contradições ]
“Nada existe que possa ser conhecido; se
231 pudessg ser conhecido não poderia ser
"" comunicado,se pudesse ser comunicado
não poderia ser compreendido”
2321 Doutrina do não-ser/não conhecer
Górgias de Leonti D " (ceticismo comunicativo)
órgias de Leontinos : ;
—[2.3. (c.487-380 a.C.) 2.3.2. Epistemologia
) 2322 Impossibilidade da ]
estabilidade do conhecimento
— 2.3.3.1. logos como instrumento persuasivo]
Técnica
argumentativa
2.3.3.2. Primazia da retórica sobre a lógica]
VA /A /
. Filósofo (Platão)
Sócrates .
\—[3.1. (c. 470-399a.C.) 3.1.2. Histérico (Xenofonte)]
.3. Sofista (Aristófanes,em As nuvens)] 3.1
3.21. Retérica x conhecimento verdadeiro]
Crítica socrática an ” s4 ]
—[3.2. aos sofistas 3.2.2. Consequências políticas da sofística
3.2.3. Defesa da filosofia ante a sofística]
3.3.1.11. Não reconhecer os deuses da cidade]
3.3.11. Formais 3.3.1.1.2. Culto a deuses estranhos à cidade '
33113. Corrupção da juventude]
3.3.1. Acusações
3.3.1.2.1. Resposta politica
3.3.1.2. Motivações 3.3.1.2.2. Antigos x novos acusadores]
3.3.1.2.3. Críticas socráticas à política ateniense '
3.3. Julgamento
3.3.2.1. Defesa irônica e coerente)
3.3.2. Apologia
Recusa-se a pedir absolvição 3.3.2.2. ;
e a propor pena alternativa
3.3.3.1. Condenado a beber cicuta]
3.3.3. Condenação
Recusa de fuga e escolha pela coerência
civica e intelectual em seu discurso final
Sócrates e os Sofistas
3.4.1.1.1. A busca pelo conhecimento verdadeiroJ
3.4.11. Defende
3.4.1.1.2. Abusca por conceitos geraís]
341 Análisle
conceitual
3.4.1.2.1. As opiniões (doxa))
3.4.12. Rejeita
3.4.12.2. Exemplos partículares]
3.4.2.1. Parto de conceitos
3.4.2.2. O conhecimento vem de dentro]
3.4.3.1. Aironia descontrói os argumentos]
3.4.3.2. Dialética para orientar o exame conceítual]
3.5.1. Reconhecer a própria ígnorância]
—[3 5. Pressupostos 3.5.2. Questionar para buscar o conhecimento]
" éticos
3.5.3. Conhecer para agir eticamente]
MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Zahar: Rio de Janeiro, 2007. ]
2026-02-18T22:08:02-0300