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Questão 4 Assim como diversos outros agentes sociais, os teóricos críticos da Escola de Frankfurt também foram surpreendidos pelos movimentos estudantis da década de 1960. Em meio aos protestos contra a guerra no Vietnã, os questionamentos dos impactos negativos da ciência e da tecnologia sobre a sociedade e a crítica ao caráter consumista da sociedade burguesa, os estudantes também almejavam reformar a universidade, trazendo-a para mais perto dos operários. Neste contexto de revoltas, o Instituto de Pesquisa Social se direciona a compreender os movimentos estudantis nos seus mais diversos aspectos e questiona sua legitimidade devido à falta de autocrítica por parte dos estudantes. Segundo os pesquisadores do Instituto de Pesquisa Social, quais eram os elementos que impediam a autocrítica dos movimentos estudantis da década de 1960? A Os movimentos estudantis eram totalmente adeptos da autogestão social, que fortalecia a sua luta em defesa do capital industrial. B Os movimentos de contestação dos anos de 1960 foram marcados por uma crescente libertinagem moral e cívica, portanto responsáveis pela morte da família nuclear e dos valores sociais superiores. C C, Alternativa correta Os movimentos estudantis possuíam forte tendência autoritária, baseados em lideranças cuja autoridade vinha do carisma que tinham junto aos estudantes e não da racionalidade das suas propostas. D As pautas de reivindicações dos estudantes não possibilitavam a superação da lógica fragmentada da construção do saber dentro das universidades.