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Protocolo PROTEA-R para Autismo

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Direitos autorais de Cleonice Bosa e colaboradores. Proibida a reprodução total ou parcial desse material sem autorização prévia. 
 
 
 
PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL PARA 
CRIANÇAS COM SUSPEITA DE TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (PROTEA-R) 
 
(Bosa et al., 2013)1 
Versão para crianças não verbais 
 
Nome: 
Idade: 
Data de nascimento: 
 
Em cada item, assinale a frequência (de 1 a 4) dos comportamentos descritos nos subitens 
(a, b, c), que melhor caracterize o comportamento da criança em cada sessão de 
observação. No caso dos subitens d ou e, assinale apenas um “X” no lugar da frequência. 
 
Frequência do comportamento (f) 
 
RARO POUCO FREQUENTE FREQUENTE 
1 2 3 
 
 
 
ÁREA I – COMPORTAMENTOS SOCIOCOMUNICATIVOS 
 
1. Iniciativa de Atenção compartilhada (IAC) 
 
 Sessão Qualidade 
1ª 
f 
2ª 
f 
3ª 
f 
 
 a) Dirige o foco de atenção do adulto (espontaneamente mostra ou dá 
brinquedos para o adulto), coordenando gestos (ex. apontar) com contato 
visual e expressões afetivas, em várias situações. 
 b) Dirige o foco de atenção do adulto (espontaneamente mostra ou dá 
brinquedos para o adulto), coordenando gestos (ex. apontar) com contato 
visual e expressões afetivas, porém em situações restritas ou repetitivas. 
 c) Dirige o foco de atenção do adulto (espontaneamente mostra ou dá 
brinquedos para o adulto), mas não coordena gestos (ex. apontar) com 
contato visual e expressões afetivas ou os gestos não são convencionais 
(ex: olha e se interessa pelo objeto, mas aponta para o chão). 
 d) Não se observou iniciativa de atenção compartilhada (ex. apenas 
responde, mas não inicia). 
 e) Não se aplica. 
 
Exemplos: 
 
 
 
1Bosa, C. A., Zanon, R. B., & Backes, B. (2013). Protocolo de Avaliação Comportamental para Crianças com suspeita 
de Transtorno do Espectro Autista (PROTEA). Unpublished material. Porto Alegre, RS. 
ETAPA Data Horário Avaliador 
1ª Sessão de observação 
2ª Sessão de observação 
3ª Sessão de observação 
2 
 
Direitos autorais de Cleonice Bosa e colaboradores. Proibida a reprodução total ou parcial desse material sem autorização prévia. 
 
 
2. Resposta de Atenção Compartilhada (RAC) 
 
 Sessão Qualidade 
1ª 
f 
2ª 
f 
3ª 
f 
 
 a) Segue o mesmo foco de atenção do adulto (ex. pega brinquedos oferecidos, 
olha para onde o adulto aponta, responde com gestos à solicitação do adulto, 
troca turnos), coordenando contato visual, gestos, expressões afetivas, em 
várias situações. 
 b) Segue o mesmo foco de atenção do adulto (ex. pega brinquedos oferecidos, 
olha para onde o adulto aponta, responde com gestos à solicitação do adulto, 
troca turnos), coordenando contato visual, gestos, expressões afetivas, porém 
em situações restritas e/ou repetitivas e após muita insistência. 
 c) Segue o mesmo foco de atenção do adulto (ex. olha o adulto 
manipular/acionar os brinquedos), mas não coordena contato visual, gestos, 
expressões afetivas (não troca turnos); o interesse da criança está mais no 
objeto. 
 d) Não se observou comportamento de resposta de atenção compartilhada. 
 e) Não se aplica. 
Exemplos: 
 
 
3. Imitação (IM) 
 
 Sessão Qualidade 
1ª 
f 
2ª 
f 
3ª 
f 
 
 a) Reproduz intencionalmente gestos, expressões faciais e/ou ações 
demonstradas pelo adulto em situações variadas e alterna turnos. 
 b) Reproduz intencionalmente gestos, expressões faciais e/ou ações 
demonstradas pelo adulto e altera turnos, porém em situações restritas (ex. 
mecânicos, musicais). 
 c) Reproduz gestos e/ou atividades demonstrados pelo adulto, mas tende a ser 
repetitiva e não parece ser intencional (o interesse da criança está nas 
propriedades sensoriais do objeto e ela tende a não alternar turnos). 
 d) Não se observou o comportamento de imitação. 
 e) Não se aplica. 
Exemplos: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
 
Direitos autorais de Cleonice Bosa e colaboradores. Proibida a reprodução total ou parcial desse material sem autorização prévia. 
4. Engajamento Social (ES) 
 
 Sessão Qualidade 
1ª 
f 
2ª 
f 
3ª 
f 
 
 a) Espontaneamente “convida” o adulto (ex. olha, aproxima-se) para brincadeiras 
que não envolvem objetos (ex. cantar, dançar, pega-pega ou esconde-
esconde; fazer cócegas). 
 b) Não “convida” o adulto espontaneamente, mas aceita as brincadeiras sem 
objetos que este lhe propõe (ex. cantar, dançar, pega-pega ou esconde-
esconde; fazer cócegas) de forma espontânea/flexível. 
 c) Não “convida” o adulto espontaneamente, mas aceita as brincadeiras sem 
objetos que este lhe propõe (ex. cantar, dançar, pega-pega ou esconde-
esconde; fazer cócegas), porém de forma rígida. 
 d) Não se observou comportamento de engajamento social. 
 e) Não se aplica. 
Exemplos: 
 
 
5. Sorriso Social (SOR) 
 
 Sessão Qualidade 
1ª 
f 
2ª 
f 
3ª 
f 
 
 a) Sorriso dirigido espontaneamente ao adulto (deve ser acompanhado por 
contato visual, gesto ou verbalização para o adulto) e adequado ao contexto 
social. 
 b) Sorriso em resposta ao sorriso do adulto (pode não haver contato visual, 
gestos ou verbalizações), mas é adequado ao contexto social. 
 c) Direção do sorriso difusa ou sem motivo aparente. 
 d) Não se observou sorriso. 
 e) Não se aplica. 
Exemplos: 
 
 
6. Contato Físico afetivo (CF) 
 
 Sessão Qualidade 
1ª 
f 
2ª 
f 
3ª 
f 
 
 a) Busca contato físico ou proximidade física do adulto de forma espontânea. 
 b) Não busca espontaneamente, mas aceita o contato físico iniciado pelo adulto. 
 c) Busca contato físico, porém de forma atípica (ex. interesse sensorial). 
 d) Não se observaram comportamentos de busca ou resposta ao contato físico. 
 e) Não se aplica. 
Exemplos: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
Direitos autorais de Cleonice Bosa e colaboradores. Proibida a reprodução total ou parcial desse material sem autorização prévia. 
7. Busca de assistência (BA) 
 
 Sessão Qualidade 
1ª 
f 
2ª 
f 
3ª 
f 
 
 a) Busca assistência do adulto, coordenando contato visual e gestos (ex. 
apontar) e/ou vocalizações. 
 b) Busca assistência do adulto, mas não coordena contato visual e gestos (ex. 
apontar) e/ou vocalizações (ex. aponta sem fazer contato visual). 
 c) Busca assistência do adulto, mas não usa gestos, nem contato visual (ex. 
pega a mão do adulto e a coloca sobre o objeto para abrir tampas ou acionar 
um brinquedo; escala o corpo do adulto para alcançar um objeto). 
 d) Não se observou o comportamento de busca de assistência. 
 e) Não se aplica (não precisou de assistência). 
.Exemplos: 
 
 
8. Protesto/Retraimento (P/R) 
 
 Sessão Qualidade 
1ª 
f 
2ª 
f 
3ª 
f 
 
 a) Não se observou protesto/retraimento. 
 b) Tenta evitar a interação com o adulto de forma branda (ex. dá as costas ou 
afasta a mão do adulto). 
 c) Tenta evitar a interação de forma ativa (ex. afasta-se, encolhe-se em um 
canto). 
 d) Tenta evitar a interação com o adulto de forma intensa (ex. afasta-se e grita, 
ou agita-se). 
 e) Não se aplica. 
Exemplos: 
 
 
ÁREA II – QUALIDADE DA BRINCADEIRA 
 
 9. Exploração dos brinquedos (M/EX) 
 
 Sessão Qualidade 
1ª 
f 
2ª 
f 
3ª 
f 
 
 a) Explora muitos brinquedos (mais da metade do conjunto de brinquedos 
disponíveis, em cada um dos dois contextos). 
 b) Explora poucos brinquedos (menos da metade do conjunto de brinquedos 
disponíveis em cada um dos dois contextos). 
 c) Explora pouquíssimos brinquedos (menos de 1/3 dos brinquedos disponíveis 
em cada um dos dois contextos ou apenas um dos contextos). 
 d) Não apresenta exploração (locomove-sepela sala sem se interessar pelos 
brinquedos, embora possa tentar abrir portas de armários, caixas e potes); 
pisa sobre os brinquedos como se não os visse. 
 e) Não se aplica. 
Exemplos: 
 
 
 
 
5 
 
Direitos autorais de Cleonice Bosa e colaboradores. Proibida a reprodução total ou parcial desse material sem autorização prévia. 
 
10. Forma da Exploração (apenas se assinalado a, b ou c no item 9) (FEX) 
 
 Sessão Qualidade 
1ª 
f 
2ª 
f 
3ª 
f 
 
 a) Explora os brinquedos de formas variadas (ex. bate, rola, sacode, etc.) e 
adequadas ao contexto, sem ocorrência de explorações atípicas. 
 b) Explora os brinquedos de formas variadas (ex. bate, rola, sacode, etc.), 
embora ocorram, também, algumas explorações atípicas (ex. interesse pelo 
cheiro, movimento ou partes isoladas de objetos) e/ou repetitivas (ex. alinhar, 
girar objetos sem função aparente). 
 c) Explora os brinquedos de forma muito breve (ex. toca nos objetos apenas para 
colocá-los na boca ou jogá-los no chão) ou atípica (ex. interesse pelo cheiro, 
movimento ou partes isoladas de objetos) e/ou repetitivas (ex. alinhar, girar 
objetos sem função aparente). 
 d) Não apresenta comportamento de exploração de objetos. 
 e) Não se aplica. 
Exemplos: 
 
 
11. Coordenação Visomotora (CV) 
 
 Sessão Qualidade 
1ª 
f 
2ª 
f 
3ª 
f 
 
 a) Segura os brinquedos firmemente, coordenando o olhar com a manipulação. 
 b) Segura os brinquedos firmemente, porém sem coordenação com o olhar. 
 c) Não segura os brinquedos firmemente, embora possa explorá-los 
visualmente. 
 d) Não segura os brinquedos firmemente nem coordena o olhar com 
manipulação 
 e) Não se aplica. 
Exemplos: 
 
 
12. Brincadeira Funcional (BF) 
 
 Sessão Qualidade 
1ª 
f 
2ª 
f 
3ª 
f 
 
 a) Opera muitos brinquedos (mais da metade em cada um dos dois contextos) de 
acordo com sua função (ex. aperta/gira botões, teclas; abre/fecha tampas; 
coloca/retira objetos de uma caixa; alinha/empilha/encaixa objetos com uma 
finalidade), de forma adequada. 
 b) Opera poucos brinquedos (menos de 1/3 em cada um dos dois contextos ou 
apenas um contexto) de acordo com sua função (ex. aperta/gira botões, 
teclas; abre/fecha tampas; coloca/retira objetos de uma caixa; 
alinha/empilha/encaixa objetos com uma finalidade), de forma adequada. 
 c) Opera os brinquedos de forma parcial (ex. inicia, mas não completa a ação), 
independente da quantidade de brinquedos disponíveis. 
 d) Não apresenta brincadeira funcional. 
 e) Não se aplica. 
Exemplos: 
 
6 
 
Direitos autorais de Cleonice Bosa e colaboradores. Proibida a reprodução total ou parcial desse material sem autorização prévia. 
 
13. Brincadeira Simbólica (BS) 
 
 Sessão Qualidade 
1ª 
f 
2ª 
f 
3ª 
f 
 
 a) Faz de conta que um brinquedo é outro objeto (ex. blocos de madeira como 
comidinhas) ou cria propriedades para os brinquedos (ex. “esfria” o chá que 
está “quente”, faz de conta que põe açúcar no chá, faz barulho de motor ao 
empurrar um carrinho), de forma espontânea, utilizando diferentes brinquedos. 
 b) Faz de conta que um brinquedo é outro objeto (ex. blocos de madeira como 
comidinhas, “esfria” o chá que está “quente”, põe açúcar no chá, faz barulho 
de motor ao empurrar um carrinho), mas apenas com poucos brinquedos e de 
forma pouco espontânea. 
 c) Apresenta indícios de brincadeira simbólica, sendo essa atividade observada 
apenas no contexto da reprodução do que o adulto faz, de forma limitada e/ou 
rígida. 
 d) Não apresenta brincadeira simbólica. 
 e) Não se aplica. 
Exemplos: 
 
 
14. Sequência da Brincadeira Simbólica (apenas se assinalado a, b ou c no item 13) (SBS) 
 
 Sessão Qualidade 
1ª 
f 
2ª 
f 
3ª 
f 
 
 a) Sequência estruturada com evolução natural, ocorrendo início, meio e fim, 
embora nem sempre em ordem linear (ex. médico examina o paciente, chama 
ambulância, opera o paciente); brincadeira flui de forma associativa e 
espontânea. 
 b) Episódios relativamente isolados, mas com certa associação, embora não tão 
elaborados para serem classificados na pontuação (a) (ex. coloca a colher no 
prato/xícara e mexe, fazendo de conta que esfria o alimento). 
 c) Sequência difícil de ser identificada; episódios sem conexão entre si. 
 d) Não apresenta brincadeira simbólica. 
 e) Não se aplica. 
Exemplos: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 
 
Direitos autorais de Cleonice Bosa e colaboradores. Proibida a reprodução total ou parcial desse material sem autorização prévia. 
 
ÁREA III – MOVIMENTOS REPETITIVOS E ESTEREOTIPADOS DO CORPO 
 
15. Movimentos Repetitivos das Mãos (MRM) 
 
 Sessão Qualidade 
1ª 
f 
2ª 
f 
3ª 
f 
 
 a) Não apresenta movimentos repetitivos das mãos. 
 b) Movimentos repetitivos de baixa intensidade (pode ser facilmente distraído 
para outro estímulo). 
 c) Movimentos repetitivos de alta intensidade (ignora ou resiste – agita-
se/chora/grita – às tentativas do adulto de interromper o comportamento), 
apenas em situações específicas (ex. entrada na sala; troca de atividades). 
 d) Movimentos repetitivos de alta intensidade (ignora ou resiste – agita-
se/chora/grita – às tentativas do adulto de interromper o comportamento), em 
várias situações. 
 e) Não se aplica. 
Exemplos: 
 
 
16. Movimentos Repetitivos de outras partes do Corpo (MRC) 
 
 Sessão Qualidade 
1ª 
f 
2ª 
f 
3ª 
f 
 
 a) Não apresenta movimentos repetitivos de outras partes do corpo. 
 b) Movimentos repetitivos de baixa intensidade (pode ser facilmente distraído 
para outro estímulo). 
 c) Movimentos repetitivos de alta intensidade (ignora ou resiste – agita-
se/chora/grita – às tentativas do adulto de interromper o comportamento), 
apenas em situações específicas (ex. entrada na sala, troca de atividades). 
 d) Movimentos repetitivos de alta intensidade (ignora ou resiste – agita-
se/chora/grita – às tentativas do adulto de interromper o comportamento), em 
várias situações. 
 e) Não se aplica. 
Exemplos: 
 
 
17. Comportamentos Autolesivos (CA) 
 
 Sessão Qualidade 
1ª 
f 
2ª 
f 
3ª 
f 
 
 a) Não apresenta comportamentos autolesivos. 
 b) Comportamentos autolesivos de baixa intensidade (o adulto consegue distrair 
a criança). 
 c) Comportamentos autolesivos de alta intensidade (ignora ou resiste às 
tentativas do adulto de interromper o comportamento), porém restritos a 
situações específicas (ex. entrada na sala, troca de atividades). 
 d) Comportamentos autolesivos intensos (ignora ou resiste às tentativas do 
adulto de interromper o comportamento) em várias situações. 
 e) Não se aplica. 
Exemplos:

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