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MCE ENGENHARIA E SISTEMAS 
 
___________________________________________________________________________________________ 
Av. Independência , 546 salas 101 , 102, 103, 104 
CEP- 13 419 – 160 , Bairro Alto – Piracicaba SP 
Tel / Fax – 019- 3429 8600 
E Mail – mce@mceprojetos.com.br 
 
 
 
 
 
 
MCE ENGENHARIA E SISTEMAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PARA COMPRA DE 
TURBO GERADOR DE CONTRAPRESSÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ETMCE090806 
 
 
 
 
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INDICE 
 
 
 
 
 
 
INTRODUÇÃO 
 
 
CAPITULO I………………………….……..ESP. TÉC. PARA TURBO REDUTOR 
 
 
CAPITULO II………….…………..ESP. TÉC. PARA GERADOR E ACESSÓRIOS; 
 
 
CAPITULO III…………….………….ESP. TÉC. PARA SISTEMA SUPERVISÓRIO. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Introdução: 
 
 
A presente especificação técnica abrange o fornecimento completo, de 
um conjunto turbo gerador, considerado chaves na mão. 
O fabricante da turbina deverá assumir a coordenação total do pacote, 
nas diferentes etapas do processo, ou seja, projeto, fabricação, 
montagem e comissionamento, assumindo total responsabilidade pelo 
fornecimento, nos itens relacionados com a garantia de performance e 
vida útil da unidade. 
Os capítulos I, II e III contem respectivamente as seguintes 
especificações técnicas: Turbo Redutor, Gerador / Acessórios e Sistema 
Supervisório. 
Os fornecedores deverão encaminhar as propostas técnicas para a MCE 
Engenharia e Sistemas em atenção ao Eng. José Campanari Neto, 
(campanari@mceprojetos.com.br), e as propostas técnica e comercial, 
formato FINAME, diretamente para a Us. Ipiranga – Sto Alexandre, em 
atenção a Eng. Luiz Cunali Defilipi, (lcunali@usinaipiranga.com.br). 
Após o recebimento das propostas técnicas, a MCE efetuará 
comentários, a fim de equalizar tecnicamente os concorrentes, os quais 
deverão emitir em seguida as propostas técnicas consolidadas. 
 
Prazo para entrega do equipamento em operação: 
 
Considerar como prazo máximo para entrega do equipamento em 
operação, 18 meses após o recebimento do pedido. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CAPITULO I 
 
 
 
 
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PARA TURBO REDUTOR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA: TURBOREDUTOR 
 
1 - OBJETIVOS 
 
Esta especificação destina-se a aquisição de uma turbina multi-estágio, com pressão 
do vapor de admissão em 65 kgf/cm2 e temperatura de 515 ºC, com contrapressão 
de 1,50 kgf/cm2 g, e redutor de velocidades para acionamento de gerador de 
eletricidade. São partes integrantes desta especificação, a extensão e o limite de 
fornecimento, o projeto, a fabricação e a supervisão de montagem e os requisitos 
para ensaio, relativo a um turbo-redutor e seus equipamentos associados, com 
acessórios apropriados ao funcionamento associado a um gerador síncrono trifásico 
de 60 Hz, 1800 rpm, de modo a se constituírem em um grupo turbo-gerador. 
O Conjunto descrito será instalado na Usina Ipiranga – Unidade Sto Alexandre, 
situada no município de Mococa - SP. 
 
2 - EXTENSÃO E LIMITE DE FORNECIMENTO 
 
2.1 - GENERALIDADES 
 
2.1.1 - O principal objetivo desta especificação é estabelecer a responsabilidade de 
fornecimento do turbo-redutor e equipamentos associados, componentes e serviços 
e não prover uma relação detalhada de todos os itens, a serem incluídos no 
fornecimento, que deverá ser objeto da proposta do fabricante. 
 
2.1.2 - O turbo-redutor deverá ser fornecido completo, com todos os equipamentos e 
acessórios necessários a sua perfeita operação em acordo com os requisitos desta 
especificação. 
 
2.1.3 - Na proposta de Fornecimento deverá haver menção explícita de atendimento 
a esta especificação. Exceções ou divergências deverão ser arroladas, em 
documento específico (Relação de Desvios), de acordo com o item 15 desta 
especificação. 
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2.1.4 - Itens eventualmente não cobertos por esta especificação deverão estar em 
conformidade, por ordem de preferência, e quando aplicáveis, com as Normas ANSI, 
API, ASME E NEMA. 
 
2.2 - Serviços e materiais que deverão estar incluídos no fornecimento: 
 
2.2.1 - Turbo-redutor completo com todos os componentes e acessórios necessários 
à perfeita instalação, conforme requisitos desta especificação. 
 
2.2.2 - No escopo de fornecimento do turbo-redutor deverão estar inclusos pelo 
menos os seguintes equipamentos associados: 
 
1 - Sistema de lubrificação incluindo tanque de óleo, bombas principais de 
lubrificação e controle, bombas auxiliares de lubrificação e controle e bomba 
de emergência turbinada ou motorizada através de motor C.C., exaustor de 
névoa de óleo para o tanque, instrumentação de campo (manômetros e 
termômetros) e trocador de calor duplo com válvula de mudança rápida. 
2 - Controlador de velocidade atendendo os requisitos da norma NEMA-D, 
adequado para propiciar a operação do turbo-gerador, ao qual estará 
associado o turbo-redutor em questão, em paralelo com outras máquinas 
similares ou com a concessionária local. Preferencialmente ofertar o regulador 
Woodward modelo 505. 
3 - Painel de Controle, Operação, Proteção e Sinalização juntamente com 
Sensores / Transmissores de Campo, Instrumentos, Elementos Finais de 
Controle e outros componentes devidamente instalados e interligados entre si. 
Este painel deverá possuir interface para o sistema supervisório a ser 
instalado na central elétrica, para tanto os sinais digitais (entradas e saídas) 
deverão ser endereçados através de um PLC. O painel da turbina deverá 
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conter• Valor eficaz, entre fases : .......................................... 13,8 kV 
• Faixa de variação em operação com carga constante : + 0,5% 
 
 
4.1.2 - Freqüência Nominal 
 
Geração : ............................................. 60 Hz 
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Faixa de variação da freqüência imposta pela turbina : + 0,25 Hz 
 
 
4.1.3 - Potência Nominal 
 
O gerador, para operação em 60 Hz, deverá ser dimensionado para fornecer 
em regime contínuo, sob fator de potência nominal, a seguinte potência 
mínima: 
• Potência nominal mínima : .............................................. 18.750 kVA 
• Fator de potência nominal : ............................................. 0,8 a 1,0 
 
A contratada deverá fixar a potência nominal necessária ao gerador em regime 
contínuo, considerando o regime de aplicação de cargas e acrescentando a 
potência necessária à alimentação de todos os auxiliares do grupo turbo 
gerador. 
 
 
 
4.1.4 - Classe de Isolamento e Elevações de Temperatura 
 
O sistema de isolamento do estator e rotor do Gerador e do conjunto 
Brushless deverá ser classe F e as elevações de temperatura, em relação a 
um ambiente de 40ºC, considerando-se que a temperatura de entrada d’água 
nos radiadores não exceda 32ºC, deverão ser as seguintes: 
• Estator do Gerador e Brushless (por RTD) : 80º C 
• Rotor do Gerador e Brushless (por resistência) : 80º C 
• Núcleo (por termômetro) : 70º C 
 
Nas condições definidas como de sobrecarga, às temperaturas indicadas 
acima serão acrescidas em 10º C. 
 
4.1.5 - Método de refrigeração 
 
 
O gerador deverá ser refrigerado através de trocadores de calor ar/água, 
localizados em sua parte inferior. 
 
4.1.6 - Invólucro 
 
O gerador e a excitatriz deverão ser fechados em invólucros com grau de 
proteção IP54, da ABNT. 
 
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4.1.7 - Fator de influência telefônica 
 
O gerador deverá apresentar um fator de influência telefônica da tensão em 
seus terminais não superior a 3% conforme IEC-34.1. 
4.1.8 - Relação de Curto-Circuito >= 0,7 
 
4.1.9 - Reatância transitória do eixo direto x’d.periódicos do grupo turbo gerador. 
 
4.2.5.2 - Transformador de Excitação 
 
O transformador de excitação deverá ser trifásico seco, com resfriamento 
natural, instalação em cubículo metálico, provido de transformadores de 
corrente, de características sujeitas à aprovação da Compradora. 
Todas as ligações externas ao cubículo do transformador de excitação 
deverão ser efetuadas por sua parte inferior. Caso o Gerador possua PMG 
acoplado à excitatriz, não haverá necessidade do transformador de excitação. 
O cubículo do transformador deverá estar incorporado ao painel de saída do 
turbo gerador. 
O transformador deverá ser dimensionado para fornecer a potência 
necessária ao sistema de excitação, a partir dos terminais do gerador. 
O projeto e construção do transformador deverão atender às prescrições das 
normas ABNT, segundo as seguintes características técnicas principais. 
• Nível do isolamento (ABNT) : 15 kV 
• Tensão primária nominal : 13,8 kV 
• Freqüência nominal : 60 Hz 
• Classe de isolamento : 108ºC 
 
5- CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS DOS EQUIPAMENTOS 
 
5.1 - GERADOR 
 
5.1.1 - Generalidades 
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O gerador deverá ser fornecido completo, com todos os equipamentos 
associados e componentes necessários à operação. 
No projeto do gerador deverá ser considerada a facilidade de montagem e 
desmontagem, bem como de acesso às partes sujeitas a uma verificação mais 
freqüente. 
Todas as partes do gerador bem como mancais deverão ser projetados e 
construídos para suportar, sem danos, todos os esforços eletrodinâmicos, ou 
de outra origem que possam ocorrer durante a operação normal da máquina, 
nas condições de curto-circuito e de máxima sobrevelocidade, na máxima 
temperatura de operação. 
Os materiais utilizados na fabricação dos equipamentos deverão ser de 
qualidade, composição e propriedades físicas que melhor se adaptem as 
várias condições a que estão sujeitos, de acordo com os melhores princípios 
técnicos e práticas costumeiras do FABRICANTE, observadas as normas 
relacionadas. A fabricação e o acabamento das várias peças deverão 
obedecer às normas aplicáveis. Todas as peças iguais deverão ser 
intercambiáveis; o FABRICANTE deverá manter guardados por 25 anos, pelo 
menos, suficientes moldes, matrizes e outros dados que possibilitem a 
fabricação de qualquer peça de reposição, devendo notificar o cliente, pelo 
menos 6 meses antes de destruí-los. 
 
 
5.1.2 - Carcaça do estator e mancais 
 
A carcaça do estator deverá ser constituída de chapas e perfis de aço 
soldados, formando uma estrutura rígida destinada a suportar o peso do 
núcleo e do enrolamento e a resistir os esforços eletromagnéticos transmitidos 
através do enrolamento, bem como aos esforços transmitidos pelo rotor 
através dos mancais. Deverá ser projetada de maneira a reduzir as vibrações 
a um mínimo durante a operação e a garantir o transporte do estator completo 
ao local da instalação. 
A carcaça deverá ser fixada à placa de montagem através de sapatas, 
devendo ser providos no mínimo quatro pontos de fixação apropriados para 
ajuste da carcaça no plano horizontal. 
Os mancais de deslizamento devem ser com camada de metal patente, com 
lubrificação forcada através do sistema de lubrificação da turbina. O fluído 
lubrificante deverá ser compatível com previsto pelo fabricante do turbo-
redutor. Deverão ser previstos com visores de fluxo e detectores de 
temperatura (RTD PT-100 Ω), que possibilitem o monitoramento das 
temperaturas no Painel Local da Turbina e adequadamente isolado de modo a 
evitar a circulação de corrente elétrica induzida, através do eixo e mancais. 
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O mancal do lado do acoplamento deve conter dispositivo para aterramento 
do eixo. 
Levando-se em conta a polaridade do gerador, deve ser previsto pelo 
fabricante um sistema para limitar a circulação de corrente no eixo. O valor da 
tensão induzida no eixo deve ser inferior a 0,2 V. 
O gerador deverá ser provido de dois terminais de aterramento, com 
superfície de contato não ferrosa, localizados em lados opostos da carcaça do 
estator, para conexão a cabos de cobre (Nu) de 50 a 95 mm². 
 
5.1.3 - Estator 
 
O projeto, materiais e procedimentos de fabricação da carcaça do estator e 
núcleo deverão ser tais que assegurem que todas as partes do núcleo 
permaneçam fortemente comprimidas e livres de distorção ou vibração 
durante a vida da máquina. 
Os enrolamentos deverão ser do tipo barras pré-formadas devendo ser 
instalados em ranhuras completamente abertas, e efetivamente fixos contra 
distorção e movimento radial durante condições de curto circuito. 
O isolamento não deverá ser afetado pela umidade nem pelas condições 
tropicais do local, que são altamente propícias à formação de fungos. 
Resistores de aquecimento providos de termostatos deverão ser instalados, 
para operação durante os períodos de inatividade do gerador. 
O núcleo do estator será constituído de seções estampadas de finas chapas 
de aço silício, de alta permeabilidade e baixa perda específica. Cada lâmina 
de aço deverá ser isolada em ambas as faces com material isolante de alta 
resistência térmica e mecânica, após estar livre de imperfeições surgidas na 
estampagem, principalmente rebarbas e pontos de oxidação. 
O critério para aceitação das lâminas será discutido quando da apresentação 
do Plano de Controle de Qualidade do fabricante à Compradora. 
Para resfriamento do núcleo e do enrolamento serão previstos dutos de 
ventilação no núcleo, dispostos de maneira a permitir uma passagem 
constante e silenciosa do ar de resfriamento, minimizando as perdas de atrito 
e proporcionando um resfriamento uniforme. 
Para medição de temperatura dos enrolamentos do estator deverão ser 
instalados nove detectores de temperatura do tipo Pt 100 sendo colocados 
entre barras da mesma fase (03 RTD’s por fase, sendo 1 de reserva). Os 
detectores deverão ser compatíveis com os relés Função ANSI 49, bem como 
os instrumentos indicadores de temperatura localizados na Mesa de 
Comando. 
A ligação do enrolamento do estator será em estrela e os terminais do 
enrolamento, três de linha e três de neutro, deverão ser levados para fora da 
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carcaça através de buchas, devendo as ligações internas e externas às 
buchas serem flexíveis para evitar a transmissão de esforços mecânicos ou 
vibrações. 
Toda fiação de controle deverá ser conduzida a respectivas caixas (Controles) 
adequadamente localizada, para ligação aos circuitos externos. 
 
5.1.4 - Rotor 
 
O rotor se constituirá do eixo executado em aço liga forjado, roda polar, 
enrolamentos de campo, conjunto brushless, ventiladores e enrolamentos de 
amortecimento. 
Essas partes deverão ser projetadas e construídas de forma a suportar todosos esforços que possam ocorrer em condições de operação normal ou de 
sobrevelocidade. 
O rotor deverá ser construído de maneira a manter suficiente equilíbrio 
dinâmico em quaisquer condições de carga e a reduzir ao mínimo as 
vibrações devidas á excentricidade das partes girantes e do centro magnético 
ou a outras causas. 
Deverão ser tomados cuidados especiais no sentido de evitar ou reduzir 
concentrações de tensões devidas a furos, dutos ou outras descontinuidades. 
 
 
5.1.5 - Resfriamento 
 
O trocador de calor deverá ser dimensionado para a refrigeração do ar de 
ventilação do gerador em circuito fechado e previsto para instalação sob a 
máquina. Deverá ser adequadamente sobredimensionado, com margem 
suficiente para a compensação de envelhecimento e que possibilite a redução 
da necessidade de manutenção contínua. 
Deverão ser projetados para uma pressão de projeto de 5 kgf/cm2 e uma 
temperatura de entrada da água de refrigeração de 32o C . 
Sua construção deverá ser tal, que não se formem bolsas de ar no seu interior 
e que suportem uma pressão de ensaio de 150% da pressão de projeto. 
Deverão ser fornecidos completos, com sistema de captação de vazamentos. 
Os tubos dos radiadores deverão ser de cobre e aletados. 
 
 
5.1.6 - Placa de Identificação 
 
Cada gerador deverá possuir uma placa de identificação fabricada em aço 
inoxidável, contendo as seguintes informações gravadas em relevo: 
• Nome do fabricante 
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• Número de série e ano de fabricação 
• Tipo de máquina 
• Potência nominal 
• Tensão nominal 
• Corrente nominal 
• Freqüência nominal e número de fases 
• Velocidade nominal 
• Classe de isolamento 
• Fator de potência 
• Corrente de excitação 
• Tensão de excitação 
• Ligações dos enrolamentos, indicadas por meio de símbolos. 
• Constante de energia armazenada ou fator de inércia 
• Referência do manual de instruções 
 
 
5.2 - PAINEL DE PROTEÇÃO/EXCITAÇÃO 
 
5.2.1 - Objetivo 
 
Todo Sistema de Proteção e Controle do Gerador será instalado em armário 
designado “Painel de Proteção / Excitação”. Esta especificação destina-se a 
apresentar as características gerais mínimas exigidas para o projeto, 
construção, ensaios e fornecimento deste painel que deverá compor o escopo 
de fornecimento do Gerador Síncrono. 
 
5.2.2 - Características Construtivas 
 
O painel deverá ser fabricado em chapa laminada a frio, de espessura näo 
inferior a 2,657 mm (bitola U.S.G. nr. 12) e convenientemente reforçado, de 
maneira a não permitir deformações sob a carga dos elementos neles 
montados. 
Todas as junções deverão ser feitas através de parafusos galvanizados. As 
bordas das chapas deverão ser dobradas de tal forma que as cabeças dos 
parafusos de junção não apareçam externamente. 
Quando necessário, as porcas dos parafusos deverão ser soldadas às chapas 
para facilitar o aperto. As laterais dos módulos deverão ser removíveis. 
As portas frontais e traseiras deverão ter dobradiças embutidas e maçanetas e 
fechaduras de segurança com chaves tipo Yale. 
No painel deverão ser colocadas orelhas para transporte, removíveis após 
instalação, e quando necessário, venezianas para ventilação, providas de 
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telas metálicas não corrosivas. Deverão ser fornecidas embaladas em 
estrutura adequada aos esforços do transporte, as proteções contra chuvas, 
prevendo acesso externo ao sistema de secagem que deverá permanecer 
energizado durante o período de estocagem. 
As portas e as aberturas em geral deverão estar equipadas de guarnições 
feitas de material especial, resistente ao envelhecimento e as agressões dos 
vários agentes presentes na atmosfera, devendo assegurar grau de proteção 
IP41. O painel será instalado em ambiente interno da Sala de Comando. 
O painel terá, em sua parte inferior, um rodapé em perfil, U galvanizado e 
pintado tal que permita a sua fixação ao solo através de chumbadores ou 
grapas. 
Deverá ser fornecido barramento de terra, constituído de uma barra de cobre 
eletrolítico, de seção não inferior a 30 x 6mm, interligando toda estrutura 
metálica que compõe o conjunto. 
Deverão ser fornecidos terminais para os condutores de aterramento, 
adequados para cabos de seção 50 mm² a 95 mm² (270 a 470 AWG). 
Na porta frontal deverão ser instalados os instrumentos indicadores, chaves e 
botões de comando e elementos de sinalização e alarme. 
No interior do painel deverão ser montados o regulador automático de tensão 
e seus equipamentos auxiliares, como contator de campo e resistor para 
desexcitação. 
O painel deverá ser fornecido de completo e ensaiado, pronto para instalação, 
com todos os componentes e acessórios devidamente montados e 
interligados. 
As funções de proteção são indicados no item 5.2.6.19 - , sendo sempre da 
melhor qualidade e tanto quanto possível, da mesma procedência. Será dada 
preferência a relés de fabricantes que disponham de oficina própria de 
Manutenção e que assegurem pronto atendimento de serviços de Assistência 
Técnica (máximo 24h). Idêntico procedimento será adotado com relação aos 
Instrumentos Indicadores. 
Os sinais de corrente e tensão necessários, serão provenientes dos Cubículos 
de Média Tensão de Saída do Gerador e de Fechamento de Neutro ou das 
caixas de terminais dos circuitos auxiliares da própria máquina. 
Os sinais para desligamento e/ou alarme deverão ser levados a réguas de 
bornes terminais para interligação com os Cubículos de Média Tensão ou 
Mesa de Comando. 
O fornecedor deverá indicar, após a colocação do pedido de compra, todas as 
características necessárias a perfeita especificação dos transformadores 
auxiliares de Corrente e Tensão necessários ao funcionamento dos sistemas 
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de proteção e medição deste painel. 
 
5.2.3 - Características Operacionais 
 
• Tensão de Comando : 125 VCC 
• Tensão Auxiliar trifásica : 380 VAC 
• Temp. Ambiente Max. : 40o C 
• Umidade Relativa de Ar : 95% 
 
 
5.2.4 - Tratamento de Chapas e Pintura 
 
O tratamento das partes metálicas dos armários deverá oferecer resistência 
contra corrosão. No processo de pintura deverá ser previsto acabamento a 
base de epóxi, cinza claro MUNSELL N 6,5, aplicado em pó por processo 
eletrostático, assegurando camada de espessura mínima de 80 microns. 
Todas as ferragens de fixação da estrutura e dos dispositivos nela montados 
deverão ser galvanizadas a quente, apresentando uma camada de tratamento 
e pintura de no mínimo 80 microns. O processo de furacão e cortes ou 
soldagem deverá ser anterior ao de tratamento. 
 
 
5.2.5 - Fiação 
 
 
A fiação deverá ser executada com cabos de cobre com isolação de PVC 70º 
C, não propagante de fogo, tensão nominal 750V, dimensionado conforme 
NBR 5410 da ABNT. 
Complementarmente, deverá ser atendida a norma NBR 6808, parágrafo 9.9 a 
9.11 . 
Não será admitido o empregode condutores rígidos. 
A seção mínima dos cabos de controle, comando e sinalização serão de 1,5 
mm², e para os circuitos secundários dos transformadores de corrente será de 
2,5 mm² . Em ambos os casos, esses condutores deverão ser identificados de 
forma visível e indelével junto aos terminais de ligação, de acordo com os 
esquemas elétricos respectivos obedecendo às cores de acordo com a Tabela 
abaixo: 
 
 
 
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53
 
 
 
Bitola/Cores dos Condutores 
FINALIDADE BITOLA 
(mm²) COR 
Circuito de corrente de TC 4,0 preto 
Circuito de Aterramento 2,5 Branco 
Circuito de Tensão TP 2,5 amarelo 
Positivo do Circuito de Contr. e Comando 1,5 vermelho 
Negativo do Circuito de Contr. e Comando 1,5 azul 
Circuito de Comando e Controle Externo 1,5 preto 
Circuito de Iluminação e Aquecimento 2,5 cinza 
Aterramento de Componentes 1,5 Verde/amarelo
 
 
 
Todos os cabos utilizados na fiação deverão ser de procedência renomada e 
exibir na capa de PVC a marca do fabricante, a tensão nominal e a seção em 
mm² . 
Toda fiação deverá ser instalada em canaletas, também de material não 
propagante de chama, devendo interligar os equipamentos em si e entre si. 
A fiação não deverá ter emendas e será levada a blocos terminais na parte 
inferior do painel. Destes blocos terminais sairão toda fiação e cablagem 
interna ou externa devidamente identificada conforme esquemas funcionais a 
serem executados pelo fabricante. 
Todas as conexões deverão ser feitas com terminais que se prendam aos 
cabos por pressão e capa protetora do tipo que permita fixá-los aos bornes 
terminais identificados por meio de etiquetas plásticas envolvendo ambas as 
extremidades. 
 
5.2.5.1 - Identificação dos Condutores e dos Terminais 
 
Condutores e terminais internos do Painel e Mesa, serão de cores diferentes e 
numerados a fim de permitir a rápida identificação. 
As cores têm normalmente como única finalidade àquela de distinguir as fases 
e as polaridades; os números e as siglas servem para identificar o circuito. 
 
 
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5.2.5.2 - Blocos Terminais 
 
Os transformadores de corrente e de Potencial devem ser conectados a 
blocos terminais, com 6 pólos para circuitos de corrente e 4 para potencial 
similares aos de fabricação ABB mod FT1 –tipo 129A514G01. 
Devem ser previstos e instalados cerca de 30% do número de terminais 
daqueles utilizados, para permanecerem como reserva. 
Serão diferenciados por um número progressivo os blocos terminais de saída 
do PAINEL, aqueles dos aparelhos e os eventuais blocos terminais 
intermediários. 
Os terminais dos condutores secundários dos transformadores de potencial 
serão assinalados com as letras R.S.T.N. Aqueles dos condutores 
secundários dos transformadores de corrente, com as letras r.s.t.n.. 
O conjunto de blocos terminais tanto principais como intermediários, levarão 
uma placa com a sigla de identificação correspondente aquela indicada nos 
esquemas funcionais e de cablagem, que deverão ser apresentados na 
inspeção e anexados ao “Data Book”. 
Todos os bornes terminais deverão ser de tensões e correntes adequadas ao 
uso para cabos envolvidos e nunca deverão ter mais de 2 (dois) fios ligados 
aos seus terminais. 
 
5.2.6. - Características dos Componentes 
 
5.2.6.1 - Amperímetros 
 
Amperímetros de ferro móvel, para montagem embutida em painel no plano 
vertical, moldura estreita com as seguintes características gerais. 
Dimensões frontais 96x96 mm 
Deflexão do ponteiro 90º 
Alimentação (IN) 05 Amp., 60 Hz 
Sobrecarga permanente suportável 1.2 UN 
Tensão de ensaio a 60 Hz, 1 min 2 Kv eficaz 
Classe de exatidão 1.5 % 
Grau de proteção IP 50 
Normas NBR 5180,IEC 51 
 
 
5.2.6.2 - Voltímetros 
 
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Voltímetros de ferro móvel, para montagem embutida em painel no plano 
vertical, moldura estreita, com as seguintes características gerais: 
Dimensões frontais 96x96 mm 
Deflexões do ponteiro 90º 
Alimentação (Un) 0-115V, 60Hz 
Sobrecarga permanente suportável 1,2 Un 
Tensão de ensaio a 60 Hz, 1 min. 2 Kv (eficaz) 
Classe de exatidão 1,5 % 
Grau de Proteção IP 50 
Campo de Medição 55 - 65 Hz 
Normas NBR- 5180 IEC51 
 
5.2.6.3 - Freqüencímetros 
 
Freqüencímetros de lâminas vibráteis para montagem embutida em painel no 
plano vertical, moldura estreita com as seguintes características gerais: 
Dimensões frontais 96x96 mm 
Quantidade de laminas 21 
Alimentação (Un) 115V, 60Hz 
Sobrecarga permanente suportável 1.2 Un 
Tensão de ensaio a 60 Hz, 1 min 2 Kv (eficaz) 
Classe de Exatidão 0,3 % 
Grau de Proteção IP50 
Campo de Medição 55 - 65 Hz 
Normas NBR-5180.IEC51 
 
5.2.6.4 - Amperímetros de Corrente Contínua 
 
Amperímetros de bobina móvel para montagem embutida e painel no plano 
vertical, moldura estreita, com as seguintes características gerais: 
Dimensões frontais 96x96 mm 
Deflexão do ponteiro 90º 
Alimentação shunt,...A,60mV 
Sobrecarga permanente suportável 1.2 In 
Tensão de ensaio a 60 Hz, 1 min. 2 Kv (eficaz) 
Classe de exatidão 1,5 % 
Grau de proteção IP 50 
Normas NBR 5180.IEC 51 
 
 
5.2.6.5 - Voltímetros de Corrente Contínua 
 
Voltímetro de bobina móvel, para montagem embutida em painel no plano 
vertical, moldura estreita, com as seguintes características gerais: 
Dimensões frontais 96x96 mm 
Deflexão de ponteiro 90º 
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Alimentação (Un) ... VCC 
Sobrecarga permanente suportável 1,2 Un 
Tensão de ensaio a 60 Hz, 1 min. 2 Kv (eficaz) 
Classe de exatidão 1,5 % 
Grau de proteção IP 50 
Normas NBR 5180.IEC 51 
 
5.2.6.6 - Medidores de Fator de Potência 
 
Indicadores de fator de potência eletrodinâmicos próprios para circuito 
trifásico, em montagem embutida em painel no plano vertical, moldura 
estreita, com as seguintes características gerais: 
Dimensões frontais 96x96 mm 
Deflexão do ponteiro 240º 
Alimentação (In/Un) 5 A / 115 V.60 Hz 
Sobrecarga permanente suportável 1,2 In / 1,2 Un 
Tensão de ensaio a 60 Hz, 1 min. 2 Kv (eficaz) 
Classe de exatidão 1,5 % 
Grau de proteção IP 50 
Campo de medição 0,4 - 1 - 0,4 
Normas NBR 5180.IEC 51 
 
5.2.6.7 - Wattímetros e Varímetros 
 
Indicadores de potência ativa ou reativa eletrodinâmica próprios para 
circuitos trifásicos desequilibrados, em montagem embutida em painel, no 
plano vertical, moldura estreita, com seguintes características gerais: 
 
Dimensões frontais 96x96 mm 
Deflexão do ponteiro 240º 
Alimentação (In/Un) 5.A / 115 V.60Hz 
Sobrecarga permanente 1.2 In / 1.2 Un 
Tensão de ensaio a 60 Hz, 1min 2 Kv (eficaz) 
Classe de Exatidão 1.5 % 
Grau de Proteção IP 50 
Normas NBR-5180, IEC 51 
 
5.2.6.8 - Medidores de Energia Ativa 
 
Medidores de energia ativa de indução, para sistema trifásico com dois 
elementos, para dois TC x dois TP. Equipados com indicadores de demanda 
máxima, por período de 15 minutos e dispositivos manuais, para retorno do 
ponteiro indicador de demanda. 
Os medidores de energia deverão iniciar contagem com 0,3% de corrente 
nominal e não efetuar contagem em vazio com 120% de tensão nominal e 
deverão ainda ser equipados com catraca para evitar giro do disco em 
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sentido inverso. 
Tensão de alimentação 115 V. 60 Hz 
Corrente de alimentação 5A 
Sobrecarga permanente 1.2 In / 1.2 Un 
Tensão de ensaio a 60 Hz, 1 Min 2 Kv (eficaz) 
Classe de Exatidão 1.5 % 
Grau de Proteção IP-50 
Normas NBR 8377 IEC 521 
 
5.2.6.9 - Indicador de Temperatura 
 
Indicador de bobina móvel para montagem embutida em painel no plano 
vertical, moldura estreita, próprio para ligação ao sensor de temperatura tipo 
Pt100, com as seguintes características gerais. 
Dimensões frontais 144 x 72 mm 
Alimentação RTD Pt100 DIN 
Tensão de comando 125 Vcc +/- 10% 
Tensão de ensaio 2 kV(eficaz) 
Classe de exatidão 1.5% 
Grau de proteção IP 50 
Normas NBR 5180,IEC 51 
 
5.2.6.10 - Chaves Comutadoras para Instrumentos 
 
Chaves comutadoras para voltímetros, com acionamento manual rotativo 
sem retorno automático, fixação pelo topo, para leitura de tensão nas fases 
A-B, B-C e A-C e posição neutra. 
Chaves comutadoras para amperímetro, com acionamento manual rotativo 
sem retorno automático, fixação pelo topo, para leitura de corrente nas fases 
A,B e C, com posição neutra e adequado fechamento dos TC em curto 
circuito. 
O punho das chaves deverá ser do tipo asa na cor preta (similar ao tipo 
G001 do Solenóide) e o espelho frontal (quadrado) deverá possuir gravação 
indelével para indicação das posições da chave em suas funções 
respectivas. 
Características Técnicas: 
Tensão nominal 250 V 
Corrente nominal 10 A 
Tensão de ensaio 60 Hz.,1 min. 2 Kv(eficaz) 
 
 
5.2.6.11 - Chave de Comando dos Disjuntores 
 
Chave de comando de disjuntores, tipo rotativo, para instalação frontal do 
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painel com três posições “LIGA-O DESLIGA” com retorno por meio de mola à 
posição central. O punho deverá ser do tipo revolver na cor preta (similar do 
tipo G211 do Solenóide) e o espelho frontal(quadrado) deverá possuir 
gravação indelével em relevo e em português. 
As chaves de comando de disjuntor deverão possuir sinalização por meio de 
bandeira mecânica, da última operação realizada. 
Características Técnicas: 
Tensão nominal 600 V 
Corrente nominal de contatos 32 A(AC 1 ) 
Números de contatos a ser definido no diagrama de comando 
Dimensões do espelho 60 x 64 mm 
Grau de proteção na frente do painel IP 50 
Vida mecânica dos contatos 5 milhões manobras 
 
 
5.2.6.12 - Chaves de Comando 
 
 
Chaves de comando para funções de controle em geral do tipo rotativo para 
instalação frontal em painel com número de posições e contatos de acordo 
com as funções a serem cumpridas. 
O punho das chaves deverá ser do tipo asa, cor preta (similar ao tipo G001 
do Solenóide) com espelho frontal (quadrado) e deverá possuir gravação 
indelével em relevo com indicação da função de cada posição, em 
português. 
As chaves para ajuste de velocidade, tensão e etc. deverão possuir retorno 
por mola a posição de repouso. 
Características Técnicas: 
Tensão nominal 600 V 
Corrente nominal dos contatos 20 A (A0 1) 
Número de contatos a ser definido no diagrama funcional 
Dimensões do espelho 48 x 48 mm 
Grau de Proteção na frente do painel IP 50 
Vida mecânica dos contatos 5 milhões manobra 
 
5.2.6.13 - Conjunto de Alarme 
 
Conjunto para sinalização de defeitos com indicação audiovisual dos 
eventos. 
Deverá ser eletrônico, dando-se preferência a versões integradas, isto é, 
aquelas que os circuitos lógicos e o painel de indicação formem um só 
conjunto, prevendo-se, contudo, facilidades para manutenção e troca das 
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lâmpadas pela frente do painel. 
A indicação visual dos eventos deverá ser luminosa correspondendo a cada 
um, uma janela com dimensões mínimas, conforme abaixo. 
A identificação do evento sinalizado deverá ser gravada de maneira indelével 
na posição correspondente, de acordo com a lista de gravação a ser 
aprovada durante a fabricação. 
Deverá ser previsto botão para teste de lâmpadas sem prejuízo do 
funcionamento normal do conjunto. 
A sinalização sonora será por meio de sirene eletrônica a ser instalada em 
outro local. 
Deverá ser previsto ainda um contato NA comum a todos os pontos de 
alarme, para indicação remota de operação. 
O conjunto de alarme deverá possuir as seguintes características básicas: 
Tensão nominal 125 Vcc 
Flutuação de tensão +/- 10% 
Tensão de ensaio 60 Hz. 1 min 2 kV (eficaz) 
Grau de Proteção no frontal IP 50 
Dimensões das janelas 24 x 48 mm 
Indicação de defeito contato NA/NF 
Duração do impulso do contato 10 ms 
Seqüência de operações ISA 4A 
Número de eventos mínimo 40 
 
Nota: Deverá ser previsto um ponto de alarme com alimentação em 220 V, 
60 Hz para indicação de falta de corrente contínua no painel. 
 
5.2.6.14 - Fusíveis Tipo NH até 1000 A 
 
Fusíveis limitadores de corrente tipo NH, de alta capacidade de interrupção 
para proteção dos circuitos de força do regulador de tensão, com contatos 
prateados e indicador de operação. Os fusíveis deverão ser fornecidos em 
suas respectivas bases unipolares. 
Tensão nominal Un 500 V, 60 Hz 
Tensão de isolamento nominal Ui 600 VCA 
Capacidade de interrupção 100 KA em 500 VCA 
Características tempo-corrente Rápidos 
Normas IEC 269, VDE 0636 
 
5.2.6.15 - Fusíveis tipo Diazed até 63 A. 
 
Fusíveis limitadores de corrente tipo Diazed de alta capacidade de 
interrupção para proteção, compostos de base unipolar, parafuso de ajuste, 
anel de proteção, tampa e fusível. 
Características Básicas: 
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60
Tensão nominal Un 500 V, 60 Hz 
Tensão de isolamento nominal Ui 600 VCA 
Capacidade de interrupção maior ou igual a 50 KA em 440 VCA, 60 Hz 
Características tempo-corrente retardado 
Normas IEC 269, VDE 0636 
 
 
5.2.6.16 - Contatores de Campo 
 
Contatores eletromagnéticos secos para manobra de circuitos indutivos em 
corrente contínua, construção compacta, de fácil acesso aos contatos de 
potência, sendo dois NA e um NF para desexcitação e contatos auxiliares 
4NA + 4NF. 
Na operação de abertura dos contatos NA deverá ocorrer primeiro o 
fechamento do contato NF. 
Características Básicas: 
Tensão nominal Un até 500 Vcc 
Tensão de isolamento nominal Ui 660 VCA 
Tensão de comando nominal Uc 125 Vcc 
Faixa de operação da bobina 0.8 a 1.1 Uc 
Durabilidade mecânica 10 milhões manobras 
Execução Tropicalizado 
Normas IEC 158 
 
5.2.6.17 - Elementos de Sinalização 
 
Elementos de sinalização para montagem na parte frontal do painel, 
compostos de visor, armação com soquete Ba9s e lâmpada incandescente. 
Características Básicas: 
Tensão de isolamento nominal Ui 500 VCA 
Dados nominais de lâmpada 130 V. 3W 
Furacão do painel, diâmetro 30.5 / 22.5 mm 
Grau de Proteção de visor IP 50 
 
Cores dos visores (DIN IEC 73. VDE-0199) : 
Incolores = informações gerais 
Vermelho = máquina ligada, circuito energizado 
Verde = máquina ou circuito desligado 
Amarelo = atenção, alarme 
 
As armações deverão ser do tipo totalmente aberto, para permitir completa 
ventilação da lâmpada. Não serão aceitas armações fechadas, em que as 
lâmpadas fiquem embutidas. 
 
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61
 
5.2.6.18 - Botoeiras 
 
Dispositivos de comando tipo botoeira, de retorno automático para 
montagem na parte frontal dos armários, compostos de botão de comando e 
bloco de contatos com 1NA + 1NF. 
Características Técnicas: 
Tensão de isolamento nominal Ui 500 VCA 
Tensão nominal Ue até 220 V. 60 Hz / 125 Vcc 
Corrente nominal de serviço le/AC11 10 A em 220 VCA 
Grau de proteção de visor IP 50 
Vida mecânica 10 milhões manobras 
 
Cores dos botões: 
Vermelho = desliga 
Verde = liga 
Amarelo = teste / conhecimento 
O botão de emergência deverá ser do tipo cogumelo, na cor vermelha. 
 
5.2.6.19 - Dispositivo de Proteção do Gerador 
 
 
Os dispositivos de proteção deverão ser fornecidos através de fabricante de 
comprovada idoneidade. 
Deverão ser anexadas á proposta as curvas características de atuação de 
cada relé, de preferência juntamente com certificados de ensaios de tipo 
junto a Institutos de tradicional e conceituada atuação na AREA ELETRO 
ELETRONICA. 
Preferencialmente deverão ser utilizadas Unidades de Proteção e Medição 
Microprocessadas com possibilidade de comunicação com sitema 
Supervisório a ser instalado futuramente pela Compradora. As principais 
funções que deverão compor o sistema de proteção são indicadas abaixo. 
 
Sobre-corrente de fase com Restrição por Tensão 
 
Função ANSI: 51 V - 3Φ 
 
Sobre-corrente de Terra 
 
Função ANSI: 51 G 
 
 
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Diferencial de Corrente 
 
Função ANSI: 87 - 3Φ 
 
Réle Direcional de Potência Ativa 
 
Função ANSI: 32 - 3Φ 
OBS.: Deverá ser de alta sensibilidade de modo a prover proteção à turbina 
no caso de motorização do Gerador. 
 
 Relé de sobretensão 
 
Função ANSI: 59 - 3Φ 
 
Relé de seqüência Negativa 
 
Função ANSI: 46 - 3Φ 
 
Deverá ser composta por unidade de filtro de corrente de seqüência negativa 
e relé de sobre-corrente. Deverá ser sensível para prover proteção do Gerador 
limitando a circulação de corrente de seqüência negativa aos níveis indicados 
pelo fabricante da máquina. 
 
Relé de Perda de Excitação 
 
Função ANSI: 40Relé de Bloqueio 
 
Função ANSI: 86 
Deverão ser previstos 2 Relés com Função ANSI 86,sendo 1 destinado a 
prover desligamento simultâneo do Campo do Gerador, do Disjuntor geral e 
da turbina no caso de ocorrência de eventos relativos às Funções ANSI: 40, 
51V, 59, 58, 87, 51G e o outro, o desligamento exclusivamente do Disjuntor 
Geral e destinado às funções ANSI 46, 49, 32. 
Nota: Os relés Função ANSI 58(Falha de retificação) e ANSI 64F (Falta a terra 
no campo do Gerador) e deverão estar inseridos no sistema de excitação. 
 
5.2.6 - Diligenciamento e Inspeção 
 
Durante a fase de projeto e fabricação dos equipamentos, serão realizadas 
inspeções junto ao fabricante, por um representante do cliente, pessoa ou 
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63
firma por ele credenciada. 
Deverá ser seguido o Programa de Inspeção e Testes definidos no documento 
“Plano de Inspeção e Testes de Painéis B.T.” 
 
 
 
5.3 - CUBÍCULO DE SAÍDA 
 
5.3.1- O cubículo de saída do Gerador deverá ser blindado do tipo “Metal-Clad” e 
genericamente deverá atender aos requisitos contidos no documento 
“Especificações Técnicas para Painéis M.T.” 
 
 
5.3.2 - O cubículo deverá conter diversos compartimentos blindados e isolados 
entre si, compreendendo: o compartimento do barramento de força, dos 
transformadores para instrumentos do sistema de regulação de tensão, do 
sistema de proteção de surtos e o compartimento de acesso dos cabos. 
 
 
5.3.3 - Os cabos de força e de controle, fornecidos por terceiros, terão acesso aos 
cubículos pela sua parte inferior. Assim, a parte inferior dos cubículos deverá 
ser fechada com chapas metálicas em seções removíveis, de modo a permitir 
a execução, na obra, dos furos necessários à passagem dos cabos para o 
interior dos mesmos. 
Na área restrita de passagem dos cabos deverão ser usadas placas de 
alumínio. 
5.3.4 - No escopo de fornecimento deverão estar previstos todas os terminais e 
conexões e prensa cabos requeridos na instalação. 
 
 
5.3.5 - Diligenciamento e Inspeção 
 
Durante a fase de projeto e fabricação dos equipamentos, serão realizadas 
diligências e inspeções junto ao fabricante, por um representante do cliente, 
pessoa ou firma por ele credenciada. 
Deverá ser seguido o Programa de Inspeção e Testes definidos no documento 
“Plano de Inspeção e Testes de Painéis de M.T.” 
 
5.4 - CUBÍCULO DE FECHAMENTO DE NEUTRO 
 
5.4.1 - Os cubículos de neutro do gerador deverão ser constituídos por 2 (dois) 
cubículos blindados, justapostos, do tipo “Metal-Clad”, e genericamente 
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deverá atender ao prescrito no documento “Especificação Técnica para 
Painéis M.T.” - anexo IV, sendo um para formação do neutro, incluindo 
barramentos, isoladores, transformadores de corrente, buchas ou muflas e 
conexões para resistor de aterramento; e outro para alojar o transformador de 
distribuição e/ou o resistor de aterramento do gerador. 
 
 
5.4.2 - As ligações entre os cubículos de neutro e os terminais do gerador serão 
efetuadas por meio de cabos isolados de fornecimento de terceiros. 
 
5.4.3 - No escopo de fornecimento deverão estar previstos todos os terminais e 
conexões e prensa cabos requeridos na instalação. 
 
 
5.4.4 - Diligenciamento e Inspeção 
 
Durante a fase de projeto e fabricação dos equipamentos, serão realizadas 
diligências e inspeções junto ao fabricante, por um representante do cliente, 
pessoa ou firma por ele credenciada. 
Deverá ser seguido o Programa de Inspeção e Testes definidos no documento 
“Plano de Inspeção e Testes de Painéis M.T.” 
 
 
5.5 - TRANSFORMADORES DE PROTEÇÃO 
 
As relações de transformações, classe de exatidão e capacidade estarão 
estritamente de acordo com as requeridas pelos instrumentos que irão servir. 
Os transformadores deverão ser encapsulados com material não higroscópico 
e de características mecânicas e elétricas independentes das variações de 
temperatura. 
Os transformadores de corrente deverão ter capacidade térmica e mecânica 
suficientes para suportar correntes de curto-circuito iguais a corrente máxima 
de interrupção considerando Potência de Curto Circuito de 250MVA e serão 
selecionados de modo que a indicação de plena carga não ultrapasse a 75% 
da escala do amperímetro. 
O fabricante deverá informar as capacidades de correntes térmicas de curta 
duração e dinâmicas da cada transformador e elaborar os ensaios exigidos 
pelas normas VDE, DIN e NBR 6820 e 6821. 
 
5.6 - DISPOSITIVOS DE MONTAGEM 
 
O proponente deverá indicar todos os equipamentos, dispositivos e 
ferramentas especiais para montagem, ensaio de campo e manutenção, que 
em sua opinião serão necessários, discriminando-se por tipo de função. 
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5.7 - PEÇAS SOBRESSALENTES E ACESSÓRIOS 
 
O proponente deverá indicar, todas as pecas reserva e acessórios, para cinco 
anos de operação, que em sua opinião serão necessários, observando o 
indicado no item 2.2.5.2 . 
 
5.8 - SUPERVISÃO REMOTA 
 
Deverão ser previstos meios que permitam a supervisão e controle do turbo 
gerador através do Sistema Digital Centralizado. 
 
6 - GARANTIAS, TOLERÂNCIAS E PENALIDADES. 
 
 Para o gerador síncrono e equipamentos associados, os valores e 
características fornecidas pelos proponentes deverão ser garantidos. O não 
atendimento ao especificado na proposta será objeto de penalização conforme 
indicado a seguir: 
 
6.1 - Rendimentos 
 
Será aplicada uma penalidade de 0,1% do valor do fornecimento do gerador, 
para cada 0,1% da respectiva diferença entre os rendimentos garantidos, a 
50%, 75% e 100% da plena carga e os rendimentos calculados a 50%, 75% e 
100% da plena carga correspondente as perdas medidas em ensaio. 
Entende-se por rendimentos mínimos, os rendimentos definidos na folha de 
dados do gerador. No item 1.7 das mesmas, deverão ser indicadas as 
tolerâncias de fabricação. 
Se a diferença entre os rendimentos for superior a 1% o gerador poderá ser 
rejeitado, os pagamentos pendentes serão automaticamente cancelados e os 
porventura realizados serão devolvidos devidamente reajustados, de acordo 
com mesma fórmula prevista pelo fabricante em sua proposta de 
fornecimento. 
 
6.2 - Potência 
 
Será aplicada uma penalidade 1% do valor do fornecimento do gerador para 
cada 0,5% da diferença entre a potência aparente nominal garantida para 
cada uma das máquinas e a potência definida em ensaio. 
Entende-se por potência definida em ensaios a potência aparente 
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correspondente a 13.800 V, 60 Hz, fator de potência 0,8 e as elevações de 
temperatura indicadas no ítem 4.1 desta Especificação Técnica, e calculada 
com base nos resultados obtidos nos ensaios de temperatura do gerador. 
Se a diferença mencionada for superior a 2% o gerador poderá ser rejeitado, 
os pagamentos pendentes serão cancelados e os porventura realizados 
devolvidos de acordo como o estabelecido no item 6.1.1 anterior. 
 
 
6.3 – GARANTIAS 
 
O fabricante deverá responsabilizar-se pelo reparo à sua custa, de qualquer 
irregularidade oriunda de erro de projeto, fabricação e supervisão de 
montagem, que vier a ser verificada nos serviços executados, ocorridos 
durante as primeiras três safras consecutivas ou 12.000 horas de operação 
efetiva a contar da entrada em operação do Equipamento objeto do presente 
Contrato ou 36 (trinta e seis) meses a contar do Termo de Liberação de 
Embarque (FOT), prevalecendo o que ocorrer primeiro, desde que sejam 
efetuados pela VENDEDORA os serviços de revisão de entressafra, estendida 
esta responsabilidade aos equipamentos e materiais sub-fornecidos pela 
VENDEDORA. 
Garantia esta a ser estendida integralmente nos termos acima a peças ou 
componentes que eventualmente venham a ser substituídos neste período. 
 
7 - CONTROLE DE QUALIDADE. 
 
 
7.1 - GENERALIDADES 
 
7.1.1 - O controle de qualidade, a inspeção e os ensaios, como especificados nos 
PIT anexos a esta especificação, são considerados como requisitos mínimos 
para o gerador e equipamentos associados. A contratada poderá acrescentar 
qualquer outro ensaio, inspeção ou controle que julgue necessário para 
atender às exigências destas especificações. 
7.1.2 - O gerador e equipamentos associados deverão ser ensaiados de acordo 
com os requisitos destas especificações e com a última edição das normas 
relacionadas na seção 3.2 desta especificação. 
 
7.1.3 - Se o proponente não puder cumprir alguns dos requisitos para ensaios, 
deverá relacionar as exceções e fornecer os detalhes necessários com a 
proposta. Em comum acordo será então escolhida uma entidade capacitada 
para a execução dos mesmos. 
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7.1.4 - O gerador e equipamentos associados, deverão ainda ser submetidos a 
ensaios de operação, em conjunto com a turbina a vapor e demais 
componentes da Casa de Força do comprador através de um teste de campo. 
 
7.1.5 - “Data-Book” 
 
Todas as especificações e processos de fabricação dos equipamentos 
deverão estar vinculados a um programa de qualidade a ser seguido pelo 
fornecedor, segundo norma ISO 9002. 
A VENDEDORA deverá compor um “Data-Book” completo do Gerador 
contendo dados e documentos comprovantes sobre inspeção de recebimento 
de material utilizado, inspeções de fabricação, tratamento de divergências, 
procedimento de pintura, resultados completos dos ensaios finais e inspeção 
de liberação para embarque. 
 
7.1.6.1 - Conteúdo do “Data-Book” 
 
O evento final de entrega do Gerador será o LIVRO DE DADOS completo, que 
será aprovado pela Compradora contendo no mínimo os seguintes 
documentos: 
 
• Decalque da placa de identificação da máquina 
• Certificados de matéria prima (análises físico-químicas) 
• Certificados dos ensaios mecânicos 
• Certificados dos ensaios não destrutivos 
• Certificados dos testes hidrostáticos do trocador de calor 
• Fichas dos ensaios e testes de fabricação 
• Fichas de balanceamento 
• Certificados de controle dimensional 
• Relatório de Inspeção 
• Listas de divergências com os respectivos tratamentos adotados 
• Certificado de liberação do equipamento firmado pelo fabricante e pela Usina 
Ipiranga 
• Esquema de Cablagem do Painel de Proteção / Excitação e Mesa de Comando 
 
 
8- DOCUMENTOS REQUERIDOS 
 
Desenhos / Fluxogramas / Documentos Certificados / Manuais de Operação e 
Manutenção / PIT do Gerador / PIT dos Painéis BT / PIT dos Painéis MT / ET. 
Painéis MT / Folha de Dados do Gerador com reatâncias e constantes de tempo 
/ Documentação Requerida de Fornecedores. 
 
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Por ocasião da entrega da proposta do equipamento, e no decorrer da 
fabricação deverão ser enviados ao Cliente os documentos indicados acima. 
Os documentos deverão ser fornecidos em 2 conjuntos de copia em sulfite, e 
outra através arquivo digital. 
 
 
9 - RELAÇÃO DE DESVIOS 
 
O fabricante deverá incluir em sua proposta um item à parte em que estejam 
relacionados todos os pontos do seu fornecimento que eventualmente não 
atendam a esta especificação, fundamentando, onde julgar necessário, os 
seus motivos. 
A proposta de fornecimento a ser encaminhada à Compradora, deverá ter 
ainda todas as suas páginas vistadas pelo fabricante. 
A não observância dos preceitos acima poderá implicar na devolução da 
mencionada proposta para a sua complementação e reapresentação ou até 
mesmo na desqualificação do fornecedor. 
 
10- DESVIOS DO ESCOPO DE FORNECIMENTO 
 
Itens que venham a ser requeridos na instalação / montagem do equipamento, 
deverão ser detalhadamente especificados pelo FABRICANTE em documento 
apropriado, “Lista de Materiais para Montagem”, que deverá ser fornecido a 
Usina Ipiranga em tempo hábil ao perfeito andamento dos serviços de projeto 
da Casa de Força.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CAPITULO III 
 
 
 
 
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PARA O SISTEMA 
SUPERVISÓRIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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70
 
 
 
 
 
ÍNDICE 
 
 
 
 
 
• Introdução 
 
 
• Funções do Sistema 
 
 
• Documentação Mínima Necessária 
 
 
• Escopo de Fornecimento 
 
 
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1. Introdução 
 
O sistema de monitoração e controle proposto deverá ser composto de 
subsistemas envolvendo desde os indicadores de variáveis mais simples 
instalados no campo, tais como manômetros, termômetros, etc., passando 
pelos instrumentos a serem instalados em painel auxiliar, sistema de 
segurança, até a plataforma de operação e supervisão para cada unidade e 
sua conectividade/integração com o sistema gerenciale administrativo da 
compradora. 
 
O sistema a ser fornecido deverá atender às necessidades do turbo redutor, e 
ser redundante, bem como prover meios para sua integração com os 
equipamentos periféricos – como rede de água, rede de vapor, rede elétrica 
da concessionária e rede interna de distribuição de energia elétrica, etc. Dessa 
forma, a tecnologia a ser empregada deverá ser principalmente a eletrônica 
digital de última geração, composta por controladores lógicos programáveis 
para realização das funções de aquisição de variáveis diversas, controle 
contínuo, sequenciamento e intertravamento de segurança, além de software 
de supervisão aberto, livremente programáveis pelos usuários para permitir 
sua integração com outros sistemas computacionais. 
 
A especificação da estrutura do sistema de controle e operação descrita nesse 
documento complementa as necessidades de indicação, controle e registro 
pré-definidas nas respectivas especificações dos equipamentos acima 
referidos tais como anunciadores de alarme, estações de comando manual, 
chaves de partida/parada de equipamentos e atuadores de campo para 
permitir a operação manual da instalação por curtos períodos de tempo, 
durante os ajustes ou reconfigurações do sistema de controle principal. 
 
A lista de prováveis fornecedores de instrumentos e sistemas digitais bem 
como as tecnologias propostas por estes fornecedores deverão ser 
submetidas ao cliente para comentários/aprovação. 
 
O dimensionamento de fontes de alimentação de instrumentos e 
controladores, bem como o bastidor do PLC deverá prever uma folga mínima 
de 25% (vinte e cinco por cento) para expansões futuras. 
 
 
2. Funções do Sistema 
 
No sentido de facilitar a condução do processo de negociação técnica-
comercial, o sistema de aquisição, monitoração e controle do conjunto 
turboredutor e gerador deverá ser composto por três subsistemas, sendo 
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72
definidas para cada subsistema as características ou funções mínimas 
exigidas a serem seguidas e a filosofia de controle adotada, conforme abaixo: 
 
 
• Subsistema de controle do turboredutor. 
• Subsistema de controle do gerador 
• Subsistema de controle de concessionárias 
• Subsistema de integração 
 
 
Um quinto item será apresentado, descrevendo a documentação a ser 
fornecida, referente ao projeto de detalhamento da instrumentação. 
 
 
 
2.1 Subsistema de controle do turbo-redutor 
 
 
 
2.1.1 Indicação local de variáveis 
 
 
• Pressão da bomba principal de óleo 
 
• Pressão das bombas auxiliar e de emergência 
 
• Pressão de óleos na válvula de fechamento rápido 
 
• Pressão do óleo na entrada do redutor 
 
• Temperatura do óleo antes do trocador 
 
• Temperatura do óleo após o trocador de calor 
 
• Temperatura da água de resfriamento antes e após o trocador 
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2.1.2 Subsistema de indicação remota e alarme de variáveis 
 
 
Turbo-redutor 
 
Parâmetros a Serem Medidos 
E/ou Controlados 
Ações 
 
 
Indicação
Nível 1 Nível 2 
Sinalização 
e 
Alarme 
Parada com 
Sinalização e 
Alarme 
Pressão diferencial do filtro de óleo X 
Turbo-redutor 
 
Parâmetros a Serem Medidos 
E/ou Controlados 
Ações 
 
 
Indicação
Nível 1 Nível 2 
Sinalização 
e 
Alarme 
Parada com 
Sinalização e 
Alarme 
Pressão do óleo de regulagem X 
Pressão do óleo primário X 
Pressão do óleo de lubrificação X 
Pressão do vapor de admissão X 
Pressão nas câmaras de vapor, após as 
respectivas válvulas de regulagem 
X 
Pressão do vapor após a roda de 
regulagem 
X 
Pressão do vapor de escape X 
Temp. do óleo após o trocador de calor X 
Níveis de vibração da turbina / redutor e 
gerador 
X X X 
Temperatura do vapor de admissão X 
Temperatura do vapor de escape X 
Temp. dos mancais radiais de turbina X X X 
Temperatura dos mancais do redutor X X X 
Temperatura do mancal axial da turbina X X X 
Baixa pressão de óleo de lubrificação X X 
Alta pressão do vapor de escape X 
Sobrevelocidade pelo dispositivo 
mecânico 
 X 
Deslocamento axial do rotor X 
Desarme manual de emergência X 
Desarme a distância, a partir da mesa 
central de comando 
 X 
Falha do gerador X 
 
 
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2.1.3 Subsistema de operação remota, supervisão e registro histórico de 
variáveis. 
 
Independente dos recursos de atuação manual sobre os elementos finais de 
controle e indicação das principais variáveis do processo no local e 
remotamente em painel auxiliar entende-se que a operação efetiva da unidade 
turbo-redutor deverá ser realizada por uma plataforma composta por 
microcomputador tipo IBM PC com recursos de hardware suficientes e 
adequados para instalação de software de supervisão, aquisição de dados e 
controle – SCADA de fornecedores idôneos nacionais ou importados (que 
tenham representantes ou distribuidores com infra-estrutura para suporte ao 
usuário no Brasil). 
 
Tal sistema de supervisão, baseado em Windows NT deverá apresentar como 
características principais: a facilidade para programação por usuários não 
especialistas em informática a ser “aberto” para permitir a interligação com 
diversos equipamentos de aquisição de dados/controle através de drivers de 
comunicação já desenvolvidos e testados de forma a poderem ser interligados 
através de redes com outros sistemas de controle digital e a rede 
administrativa da Usina Ipiranga utilizando como meio físico o padrão Ethernet 
ou fast Ethernet. 
 
No sentido de garantir confiabilidade e segurança operacional ao sistema de 
controle tal plataforma de operação deverá apresentar redundância de 
hardware e software, tornando possível à visualização e atuação no processo 
mesmo na falha ou manutenção de uma dessas estações. 
 
Para que sejam exploradas plenamente as facilidades do Windows NT, deverá 
ser prevista a abertura simultânea de várias telas, sem perda de clareza de 
informações, dessa forma o terminal de vídeo colorido deverá ter padrão 
SVGA, ou melhor, com monitor de tamanho mínimo de 21 (vinte e uma) 
polegadas. 
 
Os cabos de comunicação bem como as interfaces de comunicação do PLC 
com o microcomputador de supervisão também deverão fazer parte do escopo 
de fornecimento. 
 
Os tipos, quantidade e conteúdo das telas de supervisão deverão ser 
encaminhados ao cliente para comentários/aprovação. São desejáveis telas 
de menu, vista geral, telas para sintonia dos controladores, gráficos de 
tendência, históricos, telas de alarme/mensagens e telas de grupo. 
 
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A lista de prováveis fornecedores de tais sistemas bem como dos protocolos 
drivers de comunicação disponíveis, deverá ser submetida ao cliente para 
aprovação. 
 
No fornecimento deverá ser incluído o nobreak para manutenção de 
alimentação elétrica das partes vitais do sistema, mesmo em pequenas 
quedas ou falhas gerais de energia. As baterias deverão ter autonomia 
suficiente para manter o sistema ativo pelo tempo necessário para realizar os 
procedimentos de parada da unidade. 
 
O sistema de supervisão deverá se comunicar com o PLC, que fará a 
aquisição de variáveis analógicas e digitais, de forma a permitir a geração de 
sinóticos, gráficos de tendência e históricos, bem como relatórios de 
acompanhamento do funcionamento do equipamento e telas específicas 
(simulação de botoeiras e estações de guia auto/manual) para a atuação nos 
elementos finais de controle, quer sejam de ação contínua (modulante) quer 
sejam do tipo tudo ou nada, como solenóides e similares. 
 
Os alarmes, eventos e intervenções do pessoal de operação também deverão 
ser registrados pelo sistema de supervisão. Deverá ser fornecida impressora 
gráfica para registro de eventos e telas de interesse. 
 
Eventos: 
 
• Pressão da bomba principal de óleo 
• Pressão das bombas auxiliar e de emergência 
• Pressão de óleos na válvula de fechamento rápido 
• Pressão do óleo na entrada do redutor 
• Pressão diferencial do filtro de óleo 
• Pressão do óleo de regulagem 
• Pressão do óleo primário 
• Pressão do óleo de lubrificação 
• Pressão do vapor de admissão 
• Pressão nas câmaras de vapor, após as respectivas válvulas de regulagem 
• Pressão do vapor após a roda de regulagem 
• Pressão do vapor de escape 
• Temperatura do óleo antes do trocador 
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• Temperatura do óleo após o trocador de calor 
• Temperatura da água de resfriamento antes e após o trocador 
• Níveis de vibração da turbina / redutor e gerador 
• Temperatura do vapor de admissão 
• Temperatura do vapor de escape 
• Temperatura dos mancais radiais da turbina 
• Temperatura dos mancais do redutor 
• Temperatura do mancal axial da turbina 
• Baixa pressão de óleo de lubrificação 
• Alta pressão do vapor de escape 
• Sobrevelocidade pelo tacômetro 
• Sobrevelocidade pelo dispositivo mecânico 
• Deslocamento axial do rotor 
• Desarme manual de emergência 
• Desarme a distância, a partir da mesa central de comando 
• Falha do gerador 
• Vazão de vapor para o turbo-redutor 
 
 
 
2.2 Subsistema de controle do gerador 
 
 
 
2.2.1 Indicação local de variáveis 
 
 
• Temperatura da água de resfriamento antes e após o trocador 
• Temperatura do ar de resfriamento – ar quente e frio 
• Temperatura dos mancai (mancal L.A.e mancal L.O.A.) 
 
 
 
 
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2.2.2 Subsistema de indicação remota e alarme de variáveis 
 
 
Gerador 
 
Parâmetros a Serem Medidos 
e/ou Controlados 
Ações 
 
 
Indicação
Nível 1 Nível 2 
Sinalização 
e 
Alarme 
Parada com 
Sinalização e 
Alarme 
Corrente do estator (3 fases) X 
Tensão do estator (3 fases) X 
Potência ativa gerada X 
Potência reativa gerada X 
Energia ativa gerada X 
Energia reativa gerada X 
Fator de potência geração X 
Freqüência X 
Temperatura das ranhuras do estator X X X 
Temperatura dos mancais (L.A.e L.A.O.) X X X 
Corrente de campo X 
Tensão de campo X 
Perda de excitação X 
Seqüência negativa X X 
Potência ativa reversa X 
Sobre-corrente de fase X 
Sobre-corrente de terra X 
Sobre-tensão X X 
Subtensão X X 
Sobrefrequência X X 
Subfrequência X X 
Sobreexcitação X X 
Desarme manual de emergência X 
Falha de turbina X 
 
 
2.2.3 Subsistema de operação remota, supervisão e registro histórico de 
variáveis. 
 
Independentemente dos recursos de atuação manual sobre os elementos 
finais de controle e indicação das principais variáveis de processo no local e 
remotamente em painel auxiliar, entende-se que a operação efetiva da 
unidade geradora deverá ser realizada por uma plataforma composta por 
microcomputador tipo IBM PC com recursos de hardware suficientes e 
adequados para instalação de software de supervisão, aquisição de dados e 
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CEP- 13 419 – 160 , Bairro Alto – Piracicaba SP 
Tel / Fax – 019- 3429 8600 
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78
controle – SCADA de fornecedores idôneos nacionais ou importados (que 
tenham representantes ou distribuidores com infra-estrutura para suporte ao 
usuário no Brasil). 
 
Tal sistema de supervisão, baseado em Windows NT deverá apresentar como 
características principais: a facilidade para programação por usuários não 
especialistas em informática a ser “aberto” para permitir a interligação com 
diversos equipamentos de aquisição de dados/controle através de drivers de 
comunicação já desenvolvidos e testados de forma a poderem ser interligados 
através de redes com outros sistemas de controle digital e a rede 
administrativa da Compradora utilizando como meio físico o padrão Ethernet 
ou fast Ethernet. 
 
No sentido de garantir confiabilidade e segurança operacional ao sistema de 
controle tal plataforma de operação deverá apresentar redundância de 
hardware e software, tornando possível à visualização e atuação no processo 
mesmo na falha ou manutenção de uma dessas estações. 
 
Para que sejam exploradas plenamente as facilidades do Windows NT, deverá 
ser prevista a abertura simultânea de várias telas, sem perda de clareza de 
informações, dessa forma o terminal de vídeo colorido deverá ter padrão 
SVGA ou melhor, com monitor de tamanho mínimo de 21 (vinte e uma) 
polegadas. 
 
Os cabos de comunicação bem como as interfaces de comunicação do PLC 
com o microcomputador de supervisão também deverão fazer parte do escopo 
de fornecimento. 
 
Os tipos, quantidade e conteúdo das telas de supervisão deverão ser 
encaminhados ao cliente para comentários/aprovação. São desejáveis telas 
de menu, vista geral, telas para sintonia dos controladores, gráficos de 
tendência, históricos, telas de alarme/mensagens e telas de grupo. 
 
A lista de prováveis fornecedores de tais sistemas bem como dos protocolos 
drivers de comunicação disponíveis, deverá ser submetida ao cliente para 
aprovação. 
 
No fornecimento deverá ser incluído o nobreak para manutenção de 
alimentação elétrica das partes vitais do sistema, mesmo em pequenas 
quedas ou falhas gerais de energia. As baterias deverão ter autonomia 
suficiente para manter o sistema ativo pelo tempo necessário para realizar os 
procedimentos de parada da unidade. 
O sistema de supervisão deverá se comunicar com o PLC, que fará a 
aquisição de variáveis analógicas e digitais, de forma a permitir a geração de 
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_____________________________________ Us. Ipiranga – Unidade Sto Alexandre - ETMCE090806 ________________________uma IHM (Interface Homem Máquina) programada para as leituras 
locais. 
4 - Válvulas de bloqueio de vapor na entrada sendo duas válvulas gaveta, 
modelo pressure Seal, de 900 libras com uma válvula globo de 1 ½” classe 
900 libras operando como vent intermediário e drenos. 
5 - Proteção dos acoplamentos. 
6 – Sistema de monitoramento da vibração dos mancais do turbo-redutor e 
gerador (Bently Nevada de última geração, ou SKF equivalente). 
 
2.2.3 - Ensaios na fábrica conforme roteiro básico de inspeção (fluxograma 1 e 2 do 
anexo I) 
 
2.2.4 - Supervisão de montagem, partida e treinamento. 
 
3 - DEFINIÇÃO DO EQUIPAMENTO 
 
REQUISITOS BÁSICOS: 
 
Potência requerida:............................. informar para as condições de operação. 
Quantidade: .......................................................................................01 unidade. 
Equipamento acionado: ..................Gerador Síncrono Trifásico 4 pólos - 60 Hz. 
 
 
 
 
 
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Condições do Vapor : 
 
 Máxima Normal Mínima 
Pressão (bar a) admissão 67 65 64 
Temp. (ºC ) admissão 520 515 510 
Pressão de escape 1,4 1,5 1,6 
Potência nos bornes (kW) informar 15.000 informar 
Fluxo máximo de vapor informar informar informar 
OBS.: selecionar a turbina para o ponto de operação normal: 
A turbina em questão deverá ainda: 
a) Possuir tanque de óleo e trocador de calor separados da máquina, com 
previsão para serem locados num piso inferior à mesma. 
b) Possuir sistema que possibilite a operação em conjugado ao Sistema 
Elétrico Público e/ou com outras máquinas de características similares. 
c) Poder operar continuamente à velocidade máxima contínua, ou seja, a 
105% da maior velocidade de operação especificada; e a qualquer velocidade 
dentro do campo de rotação operacional. 
 
 
4 - CONTEÚDO DA PROPOSTA TÉCNICA 
(Mínimos requisitos) 
- Descritivo completo da máquina, indicando detalhes da concepção mecânica, tipos 
de mancais e de vedações, válvulas de regulagem e de fechamento rápido etc. 
- Descritivo do painel elétrico com o PLC. 
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- Apresentação de desenhos em corte da turbina, indicando detalhes da carcaça, 
câmaras de vapor e rotor; com suas dimensões principais. 
-Apresentar desenho de arranjo básico do turbo-redutor-gerador, indicando 
dimensões e características principais. 
- Apresentação de desenho básico do painel local da turbina. 
- Apresentação de fluxogramas ( P&I) do óleo de lubrificação e de regulagem. 
- Apresentação de fluxograma de vapor (P&I). 
- Apresentação de lista completa do escopo de fornecimento. 
- Apresentação de lista de toda a instrumentação localizada na máquina e no painel 
local da turbina. 
- Indicação do nível máximo de ruído. 
- Indicação do fator de serviço do redutor de velocidade, de acordo com a norma 
AGMA-421.06 (mínimo 1,1). 
- Indicação dos tipos de acoplamentos a serem utilizados. 
- Indicação das velocidades críticas do rotor da turbina. 
- Indicação da classe do regulador de velocidade segundo a norma NEMA-SM23, 
parte 3. 
- Indicação dos materiais a serem utilizados na fabricação dos principais elementos 
da turbina e redutor: como carcaças, eixos, rodas, palhetas, placas expansoras, 
difusores, válvulas, hastes, sedes de válvulas, engrenagem, mancais, etc. 
-Indicação da eficiência utilizada no redutor e no gerador para o cálculo das 
potências e dos consumos de vapor garantidos. 
-Fornecimento de curva de consumo de vapor versus potência nos bornes do 
gerador para as condições de vapor normal, conforme item (3) . 
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-Indicação dos esforços admissíveis nos flanges da turbina, os quais ainda deverão 
estar em conformidade com a norma NEMA-SM23, parte 8: possibilitando o 
adequado dimensionamento das tubulações de vapor. 
- Indicação do procedimento a ser adotado para a pintura. 
- Indicação das condições e do período de vigência da garantia mecânica do 
equipamento ofertado (ver item 9.2) 
- Aceitação do programa de inspeção e testes, de acordo com as "Instruções Gerais 
para a Inspeção" (item 11) e dos roteiros básicos de Inspeção para turbina e redutor, 
apresentados nos fluxogramas 01 e 02 (anexos). 
- Aceitação da realização de Testes de Desempenho, conforme descrito no item 9, 
para a comprovação dos valores de consumo de vapor garantidos. 
- Relação de desvios à especificação técnica (vide item 15). 
 
5 - ESCOPO DE FORNECIMENTO 
Do escopo de fornecimento do turbo-redutor deverão fazer parte dos seguintes itens: 
- Turbina multi-estágio. 
- Redutor de Velocidade bi-helicoidais com dispositivo de giro lento 
- Acoplamento Turbina / Redutor com proteção 
- Acoplamento Redutor / Gerador com proteção 
- Sistema de proteção de sobrevelocidade. 
- Regulador de velocidade Woodward modelo 505. 
- Sistema de drenos de condensado da turbina. 
- Medidores primários para vazão vapor de admissão. 
- Sistema único de lubrificação atendendo à turbina, redutor e gerador. 
- Bomba auxiliar de lubrificação acionada por motor de corrente alternada 
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- Bomba de emergência acionada por turbina a vapor completa ou motor de corrente 
contínua. 
- Painel local da turbina completo com PLC, operando em tensão contínua VCC com 
os instrumentos de medição e sinalização e controle montados e interligados , 
incluindo todo o circuito de proteção (" interlocks "), régua de bornes para a conexão 
com os instrumentos de campo, botão para o desarme da turbina e IHM, prevendo a 
interligação dos componentes entre si. 
- Interligações entre o referido painel local e a turbina 
- Sistema de lubrificação completo com duplo trocador de calor, válvula de mudança 
rápida, filtro duplex, válvulas solenóides e pressostatos necessários. 
- Tanque de óleo com indicador de nível. equipado com exaustor de névoa de óleo e 
drenagem. 
- Visores de fluxo no retorno de óleo dos mancais da turbina, redutor. 
- Parafusos, chumbadores e niveladores 
- Ferramentas especiais de montagem e manutenção (caso necessário) 
- Pintura e proteção anticorrosiva 
- Revestimento térmico da carcaça da turbina e chapa de cobertura correspondente, 
removível. 
- Treinamento do(s) operador(es)/mecânico(s) 
- Supervisão de montagem e operação assistida (30 dias de um técnico mecânico e 
um elétrico) 
- Manuais completos de Operação e Manutenção em 3 vias 
- "Data Book" de Fabricação (2 vias) com desenhos "AsAv. Independência , 546 salas 101 , 102, 103, 104 
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sinóticos, gráficos de tendência e históricos, bem como relatórios de 
acompanhamento do funcionamento do equipamento e telas específicas 
(simulação de botoeiras e estações de guia auto/manual) para a atuação nos 
elementos finais de controle, quer sejam de ação contínua (modulante) quer 
sejam do tipo tudo ou nada, como solenóides e similares. 
 
Os alarmes, eventos e intervenções do pessoal de operação também deverão 
ser registrados pelo sistema de supervisão. Deverá ser fornecida impressora 
gráfica para registro de eventos e telas de interesse. 
 
Eventos: 
 
• Temperatura da água de resfriamento 
• Temperatura do ar de resfriamento – ar quente e frio 
• Temperaturas dos mancais (mancal L.A. e mancal L.O.A.) 
• Corrente do estator (3 fases) 
• Tensão do estator (3 fases) 
• Potência ativa gerada 
• Potência reativa gerada 
• Energia ativa gerada 
• Energia reativa gerada 
• Fator de potência geração 
• Freqüência 
• Temperatura das ranhuras do estator 
• Corrente de campo 
• Tensão de campo 
• Perda de excitação 
• Seqüência negativa 
• Potência ativa reversa 
• Sobre-corrente de fase 
• Sobre-corrente de terra 
• Sobre-tensão 
• Subtenção 
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• Sobrefrequência 
• Subfrequência 
• Sobreexitação 
• Desarme manual de emergência 
• Falha da turbina 
 
 
2.3 Subsistema de controle da concessionária 
 
 
2.3.1 Indicação local de variáveis 
 
• Tensão (3 fases) 
• Corrente (3 fases) 
• Potência ativa exportada/importada 
• Potência reativa exportada/importada 
• Freqüência 
 
 
2.3.2 Subsistema de indicação remota e alarme de variáveis 
 
 
Concessionária 
 
Parâmetros a Serem Medidos 
e/ou Controlados 
Ações 
 
 
Indicação
Nível 1 Nível 2 
Sinalização 
e 
Alarme 
Parada com 
Sinalização 
e Alarme 
Corrente (3 fases) X 
Tensão (3 fases) X 
Potência ativa exportada/importada X 
Potência reativa exportada/importada X 
Energia ativa exportada/importada X 
Energia reativa exportada/importada X 
Concessionária 
 
Parâmetros a Serem Medidos 
e/ou Controlados 
Ações 
 
 
Indicação
Nível 1 Nível 2 
Sinalização 
e 
Alarme 
Parada com 
Sinalização 
e Alarme 
Fator de potência exportação/importação X 
Freqüência X 
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Potência ativa reversa X 
Sobre-corrente de fase X 
Sobre-corrente direcional de fase X 
Sobre-corrente de terra X 
Sobretensão X X 
Subtensão X X 
Sobrefrequência X X 
Subfrequência X X 
 
 
2.3.3 Subsistema de operação remota, supervisão e registro histórico de 
variáveis 
 
Independentemente dos recursos de atuação manual sobre os elementos 
finais de controle e indicação das principais variáveis de processo no local e 
remotamente em painel auxiliar, entende-se que a operação efetiva da 
unidade geradora deverá ser realizada por uma plataforma composta por 
microcomputador tipo IBM PC com recursos de hardware suficientes e 
adequados para instalação de software de supervisão, aquisição de dados e 
controle – SCADA de fornecedores idôneos nacionais ou importados (que 
tenham representantes ou distribuidores com infra estrutura para suporte ao 
usuário no Brasil). 
 
Tal sistema de supervisão, baseado em Windows NT deverá apresentar como 
características principais: a facilidade para programação por usuários não 
especialistas em informática a ser “aberto” para permitir a interligação com 
diversos equipamentos de aquisição de dados/controle através de drivers de 
comunicação já desenvolvidos e testados de forma a poderem ser interligados 
através de redes com outros sistemas de controle digital e a rede 
administrativa da Compradora utilizando como meio físico o padrão Ethernet 
ou fast Ethernet. 
 
No sentido de garantir confiabilidade e segurança operacional ao sistema de 
controle tal plataforma de operação deverá apresentar redundância de 
hardware e software, tornando possível à visualização e atuação no processo 
mesmo na falha ou manutenção de uma dessas estações. 
 
Para que sejam exploradas plenamente as facilidades do Windows NT, deverá 
ser prevista a abertura simultânea de várias telas, sem perda de clareza de 
informações, dessa forma o terminal de vídeo colorido deverá ter padrão 
SVGA ou melhor, com monitor de tamanho mínimo de 21 (vinte e uma) 
polegadas. 
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Os cabos de comunicação bem como as interfaces de comunicação do PLC 
com o microcomputador de supervisão também deverão fazer parte do escopo 
de fornecimento. 
 
Os tipos, quantidade e conteúdo das telas de supervisão deverão ser 
encaminhados ao cliente para comentários/aprovação. São desejáveis telas 
de menu, vista geral, telas para sintonia dos controladores, gráficos de 
tendência, históricos, telas de alarme/mensagens e telas de grupo. 
 
A lista de prováveis fornecedores de tais sistemas bem como dos protocolos 
drivers de comunicação disponíveis, deverá ser submetida ao cliente para 
aprovação. 
 
No fornecimento deverá ser incluído o nobreak para manutenção de 
alimentação elétrica das partes vitais do sistema, mesmo em pequenas 
quedas ou falhas gerais de energia. As baterias deverão ter autonomia 
suficiente para manter o sistema ativo pelo tempo necessário para realizar os 
procedimentos de parada da unidade. 
 
O sistema de supervisão deverá se comunicar com o PLC, que fará a 
aquisição de variáveis analógicas e digitais, de forma a permitir a geração de 
sinóticos, gráficos de tendência e históricos, bem como relatórios de 
acompanhamento do funcionamento do equipamento e telas específicas 
(simulação de botoeiras e estações de guia auto/manual) para a atuação nos 
elementos finais de controle, quer sejam de ação contínua (modulante) quer 
sejam do tipo tudo ou nada, como solenóides e similares. 
 
Os alarmes, eventos e intervenções do pessoal de operação também deverão 
ser registrados pelo sistema de supervisão. Deverá ser fornecida impressora 
gráfica para registro de eventos e telas de interesse. 
 
Eventos: 
 
• Corrente (3 fases) 
• Tensão (3 fases) 
• Potência ativa exportada/importada 
• Potência reativa exportada/importada 
• Energia ativa exportada/importada 
• Energia reativa exportada/importada 
• Fator de potência exportação/importação 
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• Freqüência 
• Potência ativa reversa 
• Sobre-corrente de fase 
• Sobre-correntede terra 
• Sobre-tensão 
• Subtensão 
• Sobrefrequência 
• Subfrequência 
 
 
2.4 Subsistema de integração 
 
O sistema de monitoração e controle digital proposto para a unidade 
turbogeradora de energia elétrica foi concebido atendendo ao modelo de 
automação integrada da unidade industrial como um todo. 
 
Dessa forma, um dos objetivos a ser atingido quando da implantação e partida 
dessa unidade, será a satisfação de condições ótimas de operação não 
apenas no ponto de vista de geração e exportação de energia elétrica, mas 
sim fundamentadas em prioridades e definições gerenciais em tempo real 
global ao processo, garantindo que os compromissos assumidos com a 
concessionária e eventuais parceiros sejam honrados com resultados ótimos 
de estabilidade e eficiência. 
 
A fundamentação do sistema de controle em tecnologia de informação 
utilizando padrões de fato para o hardware (micro computadores industriais, 
rede Ethernet, ...), compatível com a disponibilidade e velocidade de 
processamento dos softwares de aquisição e controle abertos (tecnologia 
OPC) para todas as áreas ou seções da indústria estará permitindo que as 
mais diversas condições de operação sejam monitoradas, interpretadas e 
venham a gerar valores ótimos de trabalho para as malhas de controle locais, 
como por exemplo, o valor desejado instantâneo para a energia exportada. 
 
Na elaboração dessa especificação técnica, foi considerada como premissa à 
garantia de independência entre o fornecimento dos sistemas de controle 
necessários para cada equipamento (turbo-redutor e gerador), havendo, 
entretanto, a preocupação de que os padrões para a conectividade entre 
esses sistemas sejam bem definidos e obedecidos. 
 
 
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2.5 Documentação mínima necessária 
 
Levando em consideração que será utilizada a tecnologia digital para controle, 
aquisição e tratamento de dados, intertravamento/sequênciamento e alarme, 
serão exigidos documentos adicionais aos normalmente fornecidos em um 
projeto de automação, tanto na forma de impressão em papel como na forma 
de arquivos em mídia eletrônica, notadamente a documentação referente à 
configuração dos softwares aplicativos. 
 
Juntamente com o hardware dos equipamentos digitais, deverão ser 
fornecidas cópias (ou licenças de utilização) dos programas utilitários que 
servem para programar os equipamentos digitais (incluindo-se neste caso o 
PLC e sistema de supervisão), objetivando dar autonomia à Compradora em 
futuras reconfigurações e manutenção do sistema. 
 
A seguir é apresentada a lista mínima de documentos a serem fornecidos para 
fins de acompanhamento do projeto e comentários/aprovação por parte do 
cliente: 
 
• Fluxograma(s) de instrumentação detalhado(s) (com TAG’s dos 
instrumentos de acordo com a norma ISA-S5.1 versão de julho de 1992, 
incluindo numeração de acordo com a divisão de áreas da própria 
Compradora, a ser informada oportunamente). 
 
• Descritivo das malhas propostas e intertravamento de segurança. 
 
• Digrama lógico dos intertravamentos (com simbologia de acordo com a 
norma ISA-S5.2 de 1976 reafirmada em julho de 1992). 
 
• Lista de alarmes (com apontamento dos pontos que farão parte do 
anunciador convencional e do sistema de supervisão). 
• Diagrama Ladder de todas as funções executadas pelo PLC (controle e 
intertravamento), utilizando simbologia própria do fornecedor do PLC. 
 
• Diagrama de malha ou diagramas elétricos de interligação dos instrumentos 
(utilizando a norma ISA-S5.4 de 1991). 
 
• Data sheets de todos os instrumentos de campo e painel (incluindo itens 
menores como manômetros, pressostatos, ou seja todos os itens que 
possuam um TAG no fluxograma). 
 
• Memórias de cálculo de todos os elementos primários e finais de controle. 
 
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• Desenhos de lay-out externo e interno de painéis. 
 
• Diagramas e listas de configuração do sistema de supervisão. 
 
• Lay-out de telas do sistema de supervisão. 
 
• Arquivo das telas do sistema de supervisão. 
 
• Diagramas de rede de comunicação entre microcomputadores de 
supervisão (plataformas de operação) e equipamentos digitais a eles 
ligados. 
 
 
3. Escopo de fornecimento 
 
O(s) fornecedor(es) dos equipamentos deverá(ão) fornecer todos os 
instrumentos/equipamentos de controle e supervisão, os acessórios de 
interligação além de serviços para instalação, configuração e partida dos 
mesmos. 
 
A Compradora será assessorada, a seu critério, nas tarefas de avaliação e 
comentários dos documentos e procedimentos encaminhados para aprovação 
e no acompanhamento da montagem, calibração, configuração e partida da 
unidade. 
 
Os contatos técnicos diretos entre os sub-fornecedores e o cliente, ou sua 
assessoria poderão ser feitos para agilizar o andamento dos serviços, porém 
as decisões tomadas deverão ser registradas e submetidas ao fornecedor 
principal dos equipamentos para terem efeito.Built" 
 
 
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6 - INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO 
Deverão ser ofertados transmissores (4 a 20 mA), para as principais variáveis 
medidas, prevendo neste caso indicadores digitais no Painel da Turbina. 
Esta solicitação é feita com a finalidade de monitoramento / controle do equipamento 
através de Sistema de Controle Centralizado a ser implantado na Us. Ipiranga, desta 
forma, esta consideração também deverá ser estendida aos componentes do 
Sistema de Controle e Proteção. 
 
6.1 - MONTADOS NA MAQUINA: 
- Manômetro indicador da pressão de óleo da bomba principal 
- Manômetros de óleo das bombas auxiliar e de emergência 
- Manômetros de óleo na válvula de fechamento rápido (se necessários) 
- Manômetros de óleo de entrada do redutor 
- Manômetros antes e após o filtro de óleo (ou manômetro diferencial) 
- Termômetros antes e após o trocador de calor (linha de óleo) 
- Termômetros antes e após trocador de calor (linha de água) 
- Termômetro de óleo na linha de entrada do redutor e turbina 
OBS.: Todos os manômetros deverão ser equipados com válvulas manuais com 
dispositivo de drenagem, quando necessário, de modo a possibilitar a troca dos 
mesmos durante a operação e preenchidos com glicerina (padrão PETROQUÍMICO). 
 
 
6.2 - MONTADOS NO PAINEL LOCAL DA TURBINA: 
- indicador da pressão do vapor de admissão 
- Indicadores das pressões das câmaras de vapor da turbina 
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- Indicador da pressão do vapor após a roda de regulagem 
- Indicador da pressão de escape da turbina 
- Indicador da pressão do óleo da bomba principal 
- Indicadores das pressões do óleo de lubrificação e do óleo de regulagem 
- Transmissor de pressão e temperatura do vapor vivo ( 4 a 20 mA) 
- Indicador da temperatura do vapor de admissão 
- Indicador da pressão do vapor de admissão 
- Termômetro indicador da temperatura de escape da turbina 
- Termômetro indicador da temperatura do mancal de escora da turbina 
- Termômetros para indicação das temperaturas dos mancais da turbina, do redutor 
e do gerador. 
 
7 - SISTEMA DE SEGURANÇA, PROTEÇÃO E SINALIZAÇÃO. 
O sistema de Segurança, Proteção e Sinalização da turbina deverá prever que os 
elementos sensores de campo na condição normal operem com os contatos 
fechados "Fail safe" e deverá prever Alarme ou Parada do equipamento para os 
seguintes eventos: 
- Alta temperatura do mancal de escora da turbina 
 Nível I - Alarme 
 Nível II - Desligamento e Sinalização 
- Baixa pressão do Óleo 
 Nível I - Alarme 
 Nível II - Desligamento e Sinalização 
- Alta temperatura dos mancais do turbo-redutor 
 Nível I - Alarme 
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14
 Nível II - Desligamento e Sinalização 
- Alta temperatura do óleo na saída do trocador 
 Nível I - Alarme 
- Baixa temperatura do óleo na saída do trocador 
 Nível I - Alarme 
- Alta pressão de vapor de escape 
 Nível I - Alarme 
 Nível II - Desligamento e Sinalização 
- Alta rotação da turbina 
 Nível I - Alarme 
 Nível II - Desligamento e Sinalização 
- Falha no Gerador 
 Sinalização 
 Desligamento e Sinalização 
- Deslocamento axial e de vibração do conjunto turbo-gerador; 
 Desligamento e Sinalização 
- Excesso de velocidade pelo (dispositivo de sobrevelocidade da turbina) 
 Alarme e Desligamento da turbina e gerador. 
 
 
 
8 - EXIGÊNCIAS ADICIONAIS 
- A válvula de fechamento rápido deverá atender à norma API-612, possibilitando o 
seu teste com a máquina em operação normal. Esta válvula deverá ser hidráulica e 
possibilitar a partida remota. 
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15
- Prever relé fim de curso para a válvula de fechamento rápido (com sinalização de 
"trip" nos painéis local/central), com contato para desligamento do disjuntor principal 
e do gerador. 
- As válvulas solenóides deverão operar em corrente contínua e deverão estar 
energizadas abertas na condição normal de operação. 
- O regulador de velocidade deverá ser Woodward - modelo 505, 
- O regulador de velocidade deverá ser previsto, de modo que, no futuro possa 
incorporar um limitador de carga, requerido para a operação em paralelo com a 
concessionária local de energia. 
- O sistema utilizado para a medição da velocidade no tacômetro deverá ser, com 
sensor do tipo "plug magnético" e roda dentada. 
- O mancal de escora da turbina deverá ser do tipo "pastilhas flutuantes”, projetados 
para suportar esforços axiais em qualquer direção, preferencialmente este tipo de 
mancal poderá ser estendido para os mancais lisos. 
- Previsão de desarme da turbina por sinal elétrico oriundo de comandos externos à 
máquina. 
- Tubulação de retorno de óleo construída em aço inox; 
- Cabine de proteção acústica para turbina e redutor; 
 
9 - GARANTIAS 
 
9.1- PONTOS DE GARANTIA DOS CONSUMOS ESPECÍFICOS DE VAPOR 
9.1.1 - Potência informada nos bornes do Gerador nas condições máximas, normais 
e mínimas. 
 
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9.2 - GARANTIA CONTRA DEFEITOS 
O fabricante deverá responsabilizar-se pelo reparo, de qualquer irregularidade 
oriunda de erros de projeto, fabricação e supervisão de montagem, que vierem a ser 
verificados nos serviços executados, ocorridos durante o período de garantia a 
contar do Termo de Liberação de Embarque (FOT). 
 
10 - TESTES DE DESEMPENHO 
Após a entrega do equipamento, deverá ser previsto um período de testes e 
medições, objetivando a comprovação da potência requerida (nas condições Normal 
e Crítica de Vapor) e dos valores de consumo específico garantidos pelo fabricante, 
de acordo com o item 8 da presente especificação. 
Os ensaios em questão serão acompanhados pelo Fornecedor e estarão a encargo 
da Usina. Estes testes e medições deverão ser levados a efeito logo após a 
montagem do equipamento na Usina e completados, o mais tardar, até 3 (três) 
meses depois desse evento ou após a execução dos ensaios de funcionamento 
previstos no roteiro de inspeções (caso estes ensaios sejam efetuados no campo). 
Os testes e medições citados não deverão sofrer interrupçõese, tanto quanto 
possível, realizados sem prejudicar a operação da Usina, até que sejam concluídas, 
as medições previstas, no prazo estabelecido. 
A metodologia a ser empregada para a execução dos testes de desempenho e 
performance da turbina deverá ser acordada entre comprador e fornecedor. 
Será encargo do comprador o fornecimento dos equipamentos necessários ao 
ensaio. 
 
 
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11 - INSTRUÇÕES GERAIS PARA A INSPEÇÃO 
11.1 - MOTIVO 
O programa de inspeções e testes, visando a garantia de qualidade assegurada do 
produto, deverá se enquadrar ao requerido pelas normas ISO9000 quanto ao campo 
de atuação dos inspetores e quanto ao alcance das inspeções em geral. 
Os corpos de prova a serem submetidos a ensaios deverão ser sinetados e 
identificados pelo inspetor Credenciado pelo comprador antes de serem retirados das 
peças objeto da inspeção. Para o caso de peças fundidas ou laminadas deverão ser 
previstas partes apensas. 
O fabricante deverá prever, para o teste e contraprova, a existência do sobremetal 
necessário à retirada desses corpos de prova. Os corpos de prova deverão ser 
representativos dos componentes que fazem parte e, por conseguinte, só poderão 
ser retirados das respectivas peças após a execução, nas mesmas, do último 
tratamento térmico de beneficiamento do material. A geometria desses corpos de 
prova, seu posicionamento com relação à peça, bem como sua retirada e posterior 
execução dos ensaios mecânicos e sua avaliação deverão ser regidos pela norma 
ASTM. 
Os ensaios não destrutivos deverão ser realizados em conformidade com o código 
ASME-V. 
Em todos os estágios de fabricação, o inspetor credenciado pelo comprador poderá 
ter acesso a documentação e desenhos de fabricação inerentes às partes, cuja 
inspeção esteja em curso e a atividade profissional do mesmo não poderá ser 
cerceada, assegurando-se ao referido profissional a permissão de livre trânsito na 
indústria. 
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O fabricante se obriga a avisar, com antecedência mínima de 5 (cinco) dias úteis, o 
evento para a realização dos testes , de cada uma das etapas de inspeção 
estabelecidas. 
 
11.2 - CODIFICAÇÃO E PROCEDIMENTOS ADOTADOS 
Os roteiros básicos de inspeção e testes da turbina e do redutor estão representados 
nos fluxogramas 1 e 2 (Anexos). 
A simbologia a ser adotada no plano de inspeção e testes deverá ser a seguinte: 
C - Significa a apresentação de certificados, não sendo necessária a presença do 
inspetor. 
P - Necessária apenas à apresentação de protocolos para a posterior verificação por 
parte do inspetor ou do representante da Usina. 
F - Execução inteiramente a encargo do fabricante ou do sub-fornecedor. 
T - Ensaios que deverão ser testemunhados pelo inspetor da Usina ou credenciado. 
O fabricante realizará os ensaios na data e horário previsto e o não comparecimento 
do inspetor acarretará em emissão dos certificados de qualidade correspondentes, 
com o prosseguimento do processo de fabricação ou montagem. 
HP - Ponto de espera ("hold point"), quando a fabricação só poderá ter 
prosseguimento mediante autorização do inspetor da Usina, após o cumprimento 
satisfatório do evento em questão. O não comparecimento do inspetor na data 
programada obrigará o fabricante a estabelecer outra data com a mesma 
antecedência mínima de 5 (cinco) dias, e assim sucessivamente até que o evento a 
ser inspecionado seja cumprido ou que seja autorizado, por escrito, por fax ou e-mail 
pela Usina, a realização dos testes sem a presença de inspetor, com a conseqüente 
emissão dos certificados de qualidade correspondentes. 
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Neste caso, o prazo de entrega do equipamento será acrescido dos dias 
correspondentes à paralisação, contados a partir da data da segunda convocação 
até a data da realização do evento ou liberação do ponto de espera. 
 
11.3 - TRATAMENTO DE DIVERGÊNCIAS 
Para toda a discrepância surgida durante o processo de fabricação, sejam elas um 
desvio dimensional, um não atendimento às propriedades mecânicas ou 
melatolográficas, defeitos etc., deverão ser abertas divergências, acompanhadas dos 
respectivos relatórios de não-conformidade, as quais deverão ser submetido à 
apreciação ou aprovação da Usina ou credenciado. As divergências, por sua vez, 
deverão ser de dois tipos: "com" ou "sem" recuperação. Na abertura da mesma, o 
fabricante deverá indicar claramente qual o tipo de divergência a que se refere o 
relatório de não conformidade. As divergências "com recuperação" deverão ser 
fechadas pelo representante da Usina logo após a execução satisfatória dos reparos. 
A divergência considerada como "não aprovada" pela Usina, implicará na sua 
reformulação e reapresentação ou simplesmente na rejeição da peça a que esta 
divergência se refere. 
Conforme o tamanho, extensão, profundidade e tipo; em concomitância com sua 
localização e periculosidade, os defeitos detectados deverão ser classificados em 
Defeitos Menores ou Defeitos Maiores ou Graves. Pequenas descontinuidades, 
dentro dos limites de aceitação, estabelecidos nas normas vigentes, são aceitáveis e 
não são considerados como defeitos e os critérios de aceitação dessas 
descontinuidades farão partes de documento específico a ser emitido pela inspeção, 
em consonância com os preceitos universalmente adotados. 
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O defeito classificado como Menor terá o seu reparo autorizado pelo próprio inspetor 
da Usina e os procedimentos a serem utilizados são os procedimentos de 
recuperação usuais do fabricante. Para esse caso não há a necessidade de abertura 
de divergência "com recuperação". 
Os defeitos, classificados como Maiores sem ação corretiva ou Maiores ou Graves 
com correção, terão obrigatoriamente, abertas fichas de divergências, que deverão 
se fazer acompanhar dos respectivos procedimentos de reparo. Essa documentação 
deverá ainda ser submetida à aprovação da Us. Ipiranga. 
 
A Usina se dará, nestes casos, o direito de recusar o procedimento de reparo 
apresentado ou até mesmo de rejeitar a peça em questão. 
O fabricante deverá elaborar a "Ficha de Divergência" conforme modelo anexo, 
caracterizando-a com sua respectiva numeração seqüencial. 
 
12 - LIVRO DE DADOS (DATA-BOOK) 
Toda documentação, contida no livro de dados, a ser enviado pelo fabricante quando 
da entrega da turbina e redutor, deverá ser previamente verificadapelo inspetor da 
Us. Ipiranga. 
Caso inexistam pendências e a documentação inerente ao citado livro de dados 
esteja em ordem, o inspetor da Usina estará autorizado a apor a sua assinatura 
formalizando a liberação do equipamento. 
São os seguintes os documentos que deverão fazer parte do livro de dados, cuja 
abrangência estende-se também aos sub-fornecedores e aos fabricantes dos 
equipamentos e componentes auxiliares: 
- Decalque da placa de identificação da máquina 
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- Certificados de matéria-prima (análise química e/ou metalográfica, conforme o 
caso). 
- Certificados dos ensaios mecânicos. 
- Certificados dos ensaios não destrutivos. 
- Certificados do teste hidrostático. 
- Fichas de balanceamento 
- Certificados de controle dimensional 
- Relatórios de inspeção 
- Listas de divergências, com os respectivos tratamentos adotados, incluindo 
mapeamento dos defeitos, croquis, os procedimentos de reparo e de soldagem 
utilizados (WPS E PO segundo o ASME-IX), bem como a relação dos soldadores 
envolvidos na recuperação. 
- Certificado de liberação do equipamento assinado pelo inspetor da Usina Ipiranga. 
 
13 - ROTEIRO DE TREINAMENTO NA FABRICA, PARA MECÂNICO/OPERADOR 
Atividade 
Duração 
- Apresentação da Turbina ............................................................................. 2 dias 
 . Desenhos de corte 
 . Componentes principais 
 . Esquema de vapor 
 . Esquema de óleo de lubrificação. 
 . Esquema de regulagem 
 . Descrição dos componentes. 
 
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- Sistema de regulagem ................................ ......................................................1 dia 
 . Teste em bancada do regulador 
 . Levantamento das curvas características. 
 
- Estudo do manual de operação .....................................................................5 dias 
 . Possíveis falhas. 
 . Soluções. 
 . Esclarecimentos de dúvidas. 
- Acompanhamento de montagem ................................................................. 12 dias 
 . Válvula e servo-motor 
 . Medição de folgas (rotor) 
 . Alinhamento interno da turbina com os corpos dos mancais 
 . fechamento da turbina 
 . Alinhamento da turbina com o redutor 
- Teste de funcionamento (na Usina Ipiranga)/ Operação Assistida 10 dias 
 . Circulação de óleo. 
. Calibração dos componentes e dispositivos de segurança e proteção 
 . Funcionamento do regulador e válvulas. 
 . Acerto do desarme do fecho rápido. 
 . Anotações de temperatura e pressões. 
 . Análises de vibração. 
 
- Total ............................................................................................................... 30 dias 
 
 
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14 - CRITÉRIOS BÁSICOS DE PROJETO 
 
14.1 - GENERALIDADES 
O objetivo deste fornecimento, abrangendo todos os seus componentes e 
equipamentos auxiliares, deverá atender as normas técnicas usualmente em vigor, 
como a ANSI, ASME, NEMA, API ou ABNT; quando aplicáveis. 
A turbina deverá ser do tipo multiestágio, axial, com carcaça horizontal bipartida, 
concebida para operar em serviços contínuos em meio não agressivo. A lubrificação 
deverá ser do tipo forçada, fornecida em um único sistema pressurizado e atendendo 
às necessidades conjuntas da turbina, redutor e gerador, através de uma bomba 
principal de óleo a ser acoplada preferencialmente no eixo de baixa rotação do 
redutor; de uma bomba auxiliar, acionada por motor elétrico de corrente alternada, 
prevista para as operações de partida do equipamento e para funcionamento em 
condições de baixa rotação da turbina e/ou baixa pressão de óleo da bomba principal 
e de uma bomba de emergência acionada preferencialmente por turbina a vapor. 
Deverá ser prevista entrada e saída automática das bombas de óleo auxiliar e de 
emergência. 
A unidade turbina/redutor deverá ser montada em base única e metálica (indicar 
custo adicional para esta alternativa). 
O regulador de velocidade, alojamentos dos mancais e reservatório de óleo deverá 
ser projetado de modo a evitar a entrada de umidade, poeira e materiais estranhos. 
As partes lubrificadas deverão estar fora do alcance do vapor que passa através de 
gaxetas e outras vedações. 
Todas as soldas deverão ser efetuadas por soldadores qualificados, de acordo com o 
Código ASME - Seção IX. 
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24
As válvulas solenóides deverão atender a operação contínua da unidade. 
 
14.2 - CARCAÇA 
a) A carcaça deverá ser projetada e fabricada prevendo operação com vapor nas 
condições de 67 kgf/cm² , 520 º C. 
A entrada de vapor vivo deverá ser lateral (de acordo com preferência da Usina 
Ipiranga) e a saída do escape, na parte inferior da carcaça, para baixo. 
Todas as partes sujeitas à pressão deverão ser adequadas às mais severas 
condições de pressão e temperatura (ao mesmo tempo) que possam resultar das 
condições de vapor especificadas (padrão ANSI 900): 
Todas as soldas deverão passar por processo de Alivio de Tensões. 
b) A turbina deverá possuir válvula sentinela na carcaça. 
c) As carcaças e os suportes deverão ser projetados para evitar deformações 
causadas por temperatura, esforços ou tensões devido às dilatações permissíveis na 
tubulação; 
d) A câmara de distribuição do vapor e a carcaça deverão ser providas de dreno; 
e) Deverão ser previstos parafusos de nivelamento, alças de levantamento, 
parafusos, olhais ou equivalentes, para facilitar alinhamentos, desmontagem e 
remontagem da turbina. 
 
14.3 - PARAFUSOS 
a) As roscas dos parafusos de união sob pressão deverão seguir a norma ANSI-B -
1.1; 
b) A quantidade de furos roscados nas partes sob pressão deverá ser mínima; 
parafusos-estojo terão preferência com relação a parafusos com cabeça; 
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c) Deverá haver espaço suficiente para utilização de ferramentas. 
 
14.4 - ORIFÍCIOS NA CARCAÇA PARA CONEXÕES DETUBOS. 
 
a) A carcaça poderá ter furos roscados para conexões de 40 mm de diâmetro 
nominal, ou menores. As aberturas na carcaça não poderão ser menores que 15 
mm; 
b) Furos roscados, ressaltos e encaixes roscados, deverão estar de acordo com a 
Seção VIII do Código ASME - Parte UG 43. As aberturas não conectadas a 
tubulações deverão ter plugues de aço de corpo cilíndrico, de acordo com a norma 
ANSI-B-16.11; 
c) Orifícios na carcaça para passagem de vapor ou óleo lubrificante deverão ser 
apropriados para conexões flangeadas. 
Onde for impraticável o uso de flanges, serão permitidos furos roscados de 15 mm a 
40 mm, inclusive; porém um "nipple" de tubo sem costura, em aço, com no mínimo 
150 mm de comprimento e equipado com flange para solda de topo ou de encaixe, 
deverá ser adaptado na abertura roscada. 
Conexões roscadas em carcaça de aço deverão receber selagem por soldagem. 
Quando roscadas em carcaça de ferro fundido, a selagem deverá ser feita por 
brasagem; 
d) Não deverão ser feitas aberturas para tubulações acima de 40 mm de diâmetro; 
e) Conexões flangeadas deverão seguir as normas ANSI-B-16.5; 
 
 
 
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14.5 - TUBULAÇÕES AUXILIARES. 
a) O sistema de tubulação auxiliar deverá abranger a turbina e acessórios, bem 
como a montagem de todas as válvulas, controles, termômetros, manômetros ou 
outros instrumentos; 
b) A tubulação deverá ser projetada para prover sua própria flexibilidade e 
acessibilidade normal de operação, manutenção e perfeita limpeza. Tubulações de 
diâmetros pequenos deverão ser bem fixadas, para evitar vibração e quebra. O 
fabricante deverá fornecer toda a tubulação auxiliar com conexões flangeadas; 
c) A tubulação deverá ser feita de aço sem costura, de acordo com a norma ASTM-
A-335-P22, e deverá ser usado "Schedule 120". Poderão ser fornecidos tubos de 
aço sem costura, de 15 a 25 mm de diâmetro externo, com conexões de aço. As 
espessuras mínimas das paredes para tubos de 15, 20 e 25 mm deverão ser de 2 
mm, 2,5 mm e 3 mm, respectivamente; 
d) As linhas para drenagem do óleo deverão ter uma inclinação de, no mínimo, 2% 
na direção do reservatório e deverão ser resistentes à corrosão; 
e) Após a fabricação, as linhas de aço inoxidável deverão ser perfeitamente limpas; 
as linhas de aço carbono deverão ser decapadas, limpas e adequadamente 
protegidas; 
f) A conexão roscada a ser selada por soldagem, deverá estar isenta de lubrificantes 
ou outra composição. A união soldada deverá constituir de, pelo menos, 2 passes 
cobrindo toda a rosca exposta e com largura final não excedendo a 10 mm. 
14.6 - RODAS E EIXOS 
a) Rodas e eixos deverão ser projetados e fabricados para operação da turbina com 
vapor vivo nas condições de 67 kgf/cm² e 520 º C. 
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b) As rodas deverão ser projetadas para operar com velocidades momentâneas de 
até 110% da velocidade ajustada para desarme, na temperatura normal de operação; 
c) Os eixos deverão ter acabamento perfeito e deverão ser protegidos com material 
resistente à corrosão nos locais de selagem. 
 
14.7 - MANCAIS E CAIXAS DOS MANCAIS 
a) Os mancais radiais ou deslizantes deverão ser do tipo partido horizontalmente. 
b) A turbina deverá ser equipada com mancais de escora "almofada”, projetada para 
suportar cargas axiais em qualquer direção. 
c) Os mancais deverão ser protegidos contra contaminação por vapor condensado, 
principalmente durante a inatividade; 
d) A turbina deverá possuir resfriamento adequado, capaz de manter a temperatura 
do óleo medida na caixa dos mancais abaixo dos 70 ºC, nas condições de vapor e 
temperatura ambiente especificadas. 
 
14.8 - SELAGEM DO EIXO 
As vedações do eixo deverão ser feitas por fitas ou labirintos. 
 
14.9 - ACOPLAMENTOS 
a) O acoplamento entre a turbina e redutor deverá ser flexível e entre redutor e 
gerador deverá ser rígido. 
b) Deverá ser fornecida, pelo fabricante, uma proteção de fácil remoção para o 
acoplamento, suficientemente rígida para resistir à deflexão e qualquer atrito. 
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c) Os acoplamentos deverão ser montados no eixo com a necessária interferência 
para transmissão de todo torque requerido. A chaveta deverá ser considerada como 
item adicional de segurança. 
 
14.10 - VIBRAÇÃO E BALANCEAMENTO 
a) Os elementos rotativos deverão ser estática e dinamicamente balanceados, 
contendo uma das metades da chaveta do acoplamento posicionada no lugar. 
b) Os critérios aceitáveis de vibração deverão estar de acordo com o código VDI-
2056, grupo de máquina T. 
14.11 - NÍVEL DE RUÍDO. 
Deverá ser de acordo com a norma DIN-45632 e avaliado de acordo com a ISO-
TC43. 
O nível máximo de ruído admissível, no interior da Central Elétrica é de 85 dBA. 
14.12 - BASE DA TURBINA 
a) A base deverá ser construída de aço estrutural e rigidamente projetada a fim de 
minimizar deslocamentos após a instalação. 
14.13 - ISOLAMENTO E COBERTURA 
O isolamento térmico deverá ser do tipo almofadas removíveis. 
14.14 – REDUTOR. 
a) Deverá estar de acordo com a AGMA 421 ou API 613; 
b) Deverá ser previsto para operar com óleo apropriado para a lubrificação comum 
da turbina, redutor e gerador. 
c) A potência do redutor deverá ser pelo menos igual à da turbina. O fator de serviço 
AGMA deverá ser utilizado na sua seleção (mínimo 1,1). 
 
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29
14.15 - PLACAS DE IDENTIFICAÇÃO. 
A turbina deverá possuir uma placa de identificação, em aço inoxidável, posta em 
local bem visível, com as seguintes características com gravações em relevo: 
- Nome do fabricante. 
- Número de série. 
- Tipo e tamanho 
- Potência e velocidade nominais 
- Velocidade máxima contínua. 
- Velocidade de desarme. 
- Primeira e segunda velocidade crítica. 
- Pressão e temperatura normal do vapor de admissão. 
- Pressão de escape normal. 
 
OBS.: A segunda velocidade crítica não precisa ser especificada em turbinas de eixo 
rígido. 
Os redutores deverão apresentar, em sua placa de identificação, os seguintes dados 
com gravação em relevo: 
- Nome do fabricante 
- Número de série 
- Tipo e tamanho. 
- Relação de redução 
- Potência. 
- Fator de serviço. 
 
 
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30
14.16 - MATERIAIS 
a) Os materiais deverão estar de acordo com as especificações da norma ASTM ou 
DIN 
b) Os materiais fundidos deverão ser perfeitos e livres de contrações, bolhas ou 
outros defeitos similares de fundição. 
A superfície do material deverá ser limpa por jateamento de granalha, decapagem ou 
outro método especificado (nunca areia). 
c) O uso de "chapeletas" nos fundidos sujeitos à pressão deverá ser evitado. 
d) Os pontos de apoio do regulador, hastes das válvulas, molas, parafusos de 
regulagem, superfícies sujeitas a atrito e elementos similares, deverão ser de 
material apropriado para resistir à corrosão. 
 
14.17 - SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO. 
O reservatório de óleo lubrificante deverá ter as seguintes características: 
- Capacidade para evitar freqüentes reabastecimentos 
- Sistema para eliminar o ar e evitar materiais estranhos à sucção da bomba 
- Fundo inclinado e conexões para drenagem completa 
- Aberturas para limpeza, com largura praticável. 
O interior do reservatório de óleo deverá ser jateado com granalha e protegido contra 
ferrugem, com primer de silicato inorgânico de zinco com posterior aplicação de 
pintura EPOXI. 
 
 
 
 
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31
15 - RELAÇÃO DOS DESVIOS DA ESPECIFICAÇÃO 
O fabricante deverá incluir em sua proposta técnica um item à parte em que estejam 
relacionados todos os pontos do seu fornecimento que eventualmente não atendam 
a esta especificação, fundamentando, onde julgar necessário, os seus motivos. 
A proposta de fornecimento a ser encaminhada à Usina deverá ter ainda todas as 
suas páginas rubricadas pelo fabricante. 
A não observância dos preceitos acima poderá implicar na devolução da mencionada 
proposta para a sua complementação e reapresentação ou até mesmo na 
desqualificação do fornecimento. 
 
 
16 - DESVIOS DO ESCOPO DE FORNECIMENTO 
Itens que deixem de compor o escopo de fornecimento em função do item 14 ou 
ainda que venham a serem requeridos na instalação/montagem do equipamento, 
deverão ser detalhadamente especificados pelo FABRICANTE em documento 
específico "Lista de Materiais para Montagem” que deverá ser fornecida à Usina 
Ipiranga, em tempo hábil ao perfeito andamento dos serviços de projeto de 
instalação e montagem. 
Qualquer outro material/acessório que possam ser requeridos para o perfeito 
desempenho do equipamento que não conste da referida especificação, fica incluso 
no escopo de fornecimento do fabricante e acordado entre as partes. 
 
 
 
 
 
 
 
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32
 
FLUXOGRAMA 1 - ROTEIRO DE INSPEÇÃO E TESTES - TURBINA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DISCOS 
E 
EIXO 
PALHETAS: 
DIAFRAGMAS 
E RODAS
 
CAIXA DE MANCAIS 
PLACA DE 
EXPANSORES E 
DIAFRAGMAS 
CAIXA DE INJETORES 
CARCAÇAS SUP/INF 
CORPO DE VÁLVULAS 
PAINEL 
 
LOCAL
ANÁLISE QUÍMICA C ANÁLISE QUÍMICA C ANÁLISE QUÍMICAC ANÁLISE QUÍMICAC ANÁLISE QUÍMICA C TESTE DE 
FUNCIONAMENTO 
COMPLETO 
T 
ENSAIO MECÂNICO HP LÍQ. PENETRANTE HP MICROGRAFIAC MICROGRAFIA CENSAIO MECÂNICOHP
PARTÍCULA MAG.
PARTÍCULA MAG. T DIMENSIONAL T/P INSPEÇÃO VISUALT ENSAIO MECÂNICOHP ENSAIO MECÂNICO HP
TENSÃO APLICADAT 
ISOLAÇÃOT 
U. S. ESPESSURA T
DEFEITOS 
ABERTOS HP
PARTÍCULAS MAG. 
CAVIDADES F
REPAROS HP
ALÍVIO TENSÕES C
PARTÍCULAS 
MAGNÉTICAS 
T
L. P. DEFEITOS T
DIMENSIONAL T
T. HIDROSTÁTICO T
MONTAGEM T
TURBINA 
REDUTOR 
ALINHAMENTO F
TESTE 
FUNCIONAMENTO HP
QUALIFICAÇÃO DO 
PROCESSO DE 
SOLDA 
C 
DIMENSIONALP DUREZA
T
T
PREFIS 
AMOSTRAGEM 
HP
DIMENSIONALP
RUGOSIDADET
DUREZA T
ULTRA-SOM HP
DIMENSIONAL P
PARTÍCULA MAG. T
VERIFICAÇÃO DE 
INTERFERÊNCIAS 
HP
CONTRÔLE DE 
TEMPERATURAS 
T
EIXO
DISCOS
MONTAGEM. T 
BATIMENTOS. T/P
BALANCEAMENTO. T/P
PINTURA E 
ACABAMENTO 
T 
PALHETAS DOS DIAFRAGMAS
PALHETAS DA RODA
VIBRAÇÃO RUÍDO FOLGA DE 
MANCAIS
AJUSTE DO 
TRIP 
TEMPERAT. 
ÓLEO 
TEMPERAT. 
ÁGUA 
TEMPERAT. 
MANCAIS 
FOLGAS 
INTERNAS 
OUTROS 
CONTROLES
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33
 
FLUXOGRAMA 2 - ROTEIRO DE INSPEÇÃO E TESTES - REDUTOR
EIXO
ENGRENAGEM
RODA
EIXO PINHÃO
CARCAÇA
FERRO FUNDIDO
BOMBA
DE
ÓLEO
ANÁLISE QUÍMICAC ANÁLISE QUÍMICAC
ANÁLISE QUÍMICAC ANÁLISE QUÍMICAC
MATERIAISC
ENSAIO MECÂNICOT ENSAIO MECÂNICOHP
MICROGRAFIAC
DUREZAT ANÁLISE
METALOGRÁFICA
C
T ENSAIO MECÂNICOHP
ENSAIO MECÂNICOHP
TESTE DE
BANCADA
T
CONTROLE VISUALT
DIMENSIONALP
TESTE DE
ESTANQUEIDADE
HP
TESTE
FUNCIONAMENTOHP
PART. MAGNÉTICA
OU LIQ. PENETR.
T
DUREZAT
ULTRA-SOMHP
DIMENSIONALP
T
T
FOLGA DE ENGRENAMENTO
FOLGA DOS MANCAIS
MONTAGEM
CONTATO DOS DENTES
TEMP. DOS MANCAIS
ALINHAMENTO
VIBRAÇÃO
RUÍDO
T
T
HP
T
T
T
T
T
PART. MAGNÉTICA
OU LIQ. PENETR.
ULTRA-SOMHP
DUREZAHP
DIMENSIONALP
BALANCEAMENTOT
ULTRA-SOMHP
DIMENSIONALP
DUREZA DOS
DENTES
T
MONTAGEM
BATIMENTOS
BALANCEAMENTO
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34
 
 
EQUIPAMENTO O.S. 
 
CLIENTE 
 
OBJETO INSPECIONADO 
 
TIPO DE ENSAIO 
 
CLASSIFICAÇÃO DA MENOR, SEM AÇÃO CORRETIVA 
DIVERGÊNCIA MAIOR/GRAVE, COM AÇÃO CORRETIVA 
 
 
NÃO CONFORMIDADE 
 
 
 
 
 
 
JUSTIFICATIVA / AÇÃO CORRETIVA PROPOSTA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PARECER DO CLIENTE OU REPRESENTANTE 
 
 
 
 VISTO DATA 
 
 
ABERTURA FECHAMENTO 
 
FABRICANTE DATA CLIENTE OU RESPONSÁVEL DATA 
DATA (LOGOTIPO E NOME DA EMPRESA) (SETOR DA EMPRESA) 
EXT. 
CON. DENOMINAÇÃO NÚMERO FOLHA 
APR. FICHA DE DIVERGÊNCIA 
 DE 
 
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35
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CAPITULO II 
 
 
 
 
ESPECIFICÇÃO TÉCNICA PARA GERADOR E 
RESPECTIVOS ACESSÓRIOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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36
1 - OBJETIVOS 
 
Faz parte integrante desta especificação, a extensão e o limite de fornecimento, o 
projeto, a construção e os requisitos para ensaio, relativo a um gerador síncrono e 
seus equipamentos de proteção e controle associados, completos com acessórios e 
peças de reposição e apropriadas ao funcionamento na Central Geradora de Energia 
Elétrica da Usina Ipiranga – unidade Sto Alexandre, localizada no município de 
Mococa- SP. 
 
2 - EXTENSÃO E LIMITE DE FORNECIMENTO 
 
2.1 - GENERALIDADES 
 
2.1.1. - O principal objetivo é estabelecer a responsabilidade de fornecimento do 
gerador síncrono, equipamentos associados, componentes e serviços e não 
prover uma relação detalhada de todos os itens incluídos no fornecimento que 
deverá ser objeto da proposta do fabricante. 
2.1.2 - O gerador deverá ser fornecido completo com todos os equipamentos 
necessários para a sua operação de acordo com os requisitos desta 
especificação. 
2.1.3 - Na proposta de Fornecimento deverá haver menção explícita de atendimento 
a esta especificação. Exceções ou divergências deverão ser arroladas em 
Relação Específica - (Relação de Desvios) de acordo com o item 9. 
 
2.2 - SERVIÇOS E MATERIAIS INCLUÍDOS NO FORNECIMENTO 
 
2.2.1 - Gerador síncrono trifásico completo com todos componentes e acessórios, 
necessários à instalação e adequados a operação conforme requisitos desta 
especificação. 
2.2.2 - No escopo de fornecimento do gerador deverão estar inclusos pelo menos 
os seguintes equipamentos associados completos: 
 
1)Sistema de Excitação: 
Tipo Brushless incorporado no gerador. 
 
 
2) Painel de Proteção / Excitação: 
 
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37
Interligado aos Painéis de Saída de Fechamento de Neutro e caixa de 
Auxiliares do Gerador, contendo a parte estática (AVR) do Sistema de 
Excitação, Relê de Proteção multifunção, IHM (interface homem 
máquina), Instrumentos e outros componentes devidamente instalados 
e interligados entre si. 
3) Cubículo de Saída: 
No Cubículo para saída do gerador serão previstas derivações para o 
sistema de excitação, transformadores para instrumentos e relês do 
sistema de proteção do gerador. Neste cubículo serão instalados os 
dispositivos de proteção contra surtos de tensão e descarga 
atmosféricas. 
4) Cubículos de Fechamento de Neutro 
 
Neste cubículo será executado o Fechamento do Neutro do Gerador 
através de Link e estarão alojados os resistores de aterramento e o 
transformador auxiliar requerido para proteção de falta a terra 
(FUNÇÄO ANSI - 5IG). 
 
5) Sistema de Refrigeração e Acessórios 
 
6) PLC 
 
Para comunicação ao sistema supervisório da planta, de forma a 
permitir o movimento digitalizado, local e remoto do turbo gerador. 
 
2.2.3 - Ensaios na fábrica - conf. PIT (Plano de Inspeção e Testes ) 
 
2.2.4 - Supervisão de montagem, dos ensaios no local da obra e de colocação em 
serviço, inclusive a calibração e ajustes dos relês do Sistema de Proteção, 
considerando 10 dias de operação assistida. 
 
 
2.2.5 - Deverão ser ofertados como opcionais e a parte os seguintes itens: 
 
2.2.5.1 - 1 (um) jogo completo de equipamentos dispositivos e ferramentas 
especiais para montagem, ensaios de campo e manutenção, com 
exceção de instrumentos específicos. 
2.2.5.2 - 1 (um)jogo completo de peças de reserva, para 5 (cinco) anos de 
operação com no mínimo: 
• 1 jogo de casquilhos superior e inferior 
• 1 jogo de Diodos Retificadores Rotativos 
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38
• 1 jogo de Resistores de Aquecimento 
• 1 conjunto de bobinas do Contactor de Campo 
 
 
2.3 - SERVIÇOS E MATERIAIS NÃO INCLUÍDOS NO FORNECIMENTO 
 
2.3.1 - Fundações, inclusive concretagem. 
 
2.3.2 - Interligações elétricas e hidráulicas entre equipamentos fornecidos por 
terceiros, não incorporados ao escopo de fornecimento do gerador. 
 
2.3.3 - Instalação dos Equipamentos 
 
 
2.3.4 - Mão de obra qualificada e não qualificada exceto para os serviços da seção 
2.2.4. 
 
 
3 - REQUISITOS BÁSICOS DE PROJETO DO EQUIPAMENTO 
 
3.1 - GENERALIDADES 
 
Além dos dados que poderão ser solicitados pela COMPRADORA durante fases do 
projeto, construção, montagem e operação, a VENDEDORA deverá fornecer 
informações completas sobre os equipamentos, materiais, normas e critérios de 
projeto, características da máquina etc. em tempo hábil, de modo a permitir perfeito 
desenvolvimento dos serviços de projeto da CENTRAL ELÉTRICA (MECÂNICO, 
CIVIL E ELÉTRICO). 
A VENDEDORA será responsável por um projeto completo e integrado no que tange 
a equipamentos elétricos e mecânicos de seu fornecimento. 
 
3.2 - NORMAS 
 
3.2.1 - O Gerador síncrono, equipamentos associados, componentes e acessórios 
deverão ser fabricados, ensaiados e entregues de acordo com estas 
especificações e com a última revisão, adendos e suplementares das normas 
abaixo relacionadas e demais normas da ABNT, onde aplicáveis: 
 
NBR 5052/81 - Máquinas síncronas - Métodos de ensaios 
NBR 5117/81 - Máquinas síncronas – Especificações NBR 5175/81 - Cod. num. das funções 
dos dispositivos de manobra, controle e proteção de sistemas de potência Procedimento. 
NBR 5365/77 - Excitatrizes girantes de maq. síncronas 
NBR 5389/81 - Técnicas de ensaios elétricos de alta tensão 
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39
NBR 5031/81 - Classificação das formas construtivas e montagens 
NBR 5110/81 - Classificação dos métodos de resfriamento 
NBR 5271/77 - Símbolos gráficos - máq. girantes 
NBR 6146/80 - Máq. elétricas girantes - Graus de proteção proporcionados pelos invólucros 
NBR5356/81 - Trafos para transmissão e distribuição de energia elétrica - Especificação. 
NBR 5380/82 - Trafos para transmissão e distribuição de energia elétrica - método de ensaio 
NBR 5034 - Buchas para equipamentos de tensão superior a 1 kV- Especificação 
NBR 6855 - Transformadores de Potencial - Especificação 
NBR 6820 - Transformadores de Potencial - Métodos de ensaio 
NBR 6856 - Transformadores de Corrente - Especificaçäo 
NBR 6821 - Transformadores de Corrente - Métodos de ensaio 
NBR 5457/80 - Máquinas girantes - Terminologia 
ANSI-C37.18 - “Requirements for Field Discharge Circuit Breakers” 
ANSI-C37.20 - “Switchgear Assemblies Including Metal-Enclosed Bus”. 
ANSI-C37.30 - “Definitions and Requirements for high-voltage Air Switches, Insulators and 
Bus Supports”. 
ANSI-C37.90 - “Relays and Relay Systems Associated with Electrical Power Apparatus”. 
ANSI-C39.1 - “Requirements for Electrical Analog Indicating Instruments”. 
IEEE-32 - “Neutral Grounding Devices - Requirements,Terminology and Test 
Procedures”. 
IEEE-115 - “Test Procedure for Synchronous Machines”. 
IEEE-421 - “Criteria and Definitions for Excitation Systems for Synchronous Machines”. 
IEEE-421A - “Guide for Identification, Testing, and Evaluation of the Dynamic Performance 
 of Excitation Control Systems”. 
NEMA-MG1 - “Motors and Generators” 
NEMA-SG5 - “Power Switchgear Assemblies” 
 
 
Nos casos em que as normas acima relacionadas forem omissas, deverá ser 
aplicada a última revisão das seguintes normas: 
Norma ANSI : 
C50.10 - “General Requirements for Synchronous Machines” 
C50.12 - “Requirements for Salient Pole Synchronous Generators and Condensers”. 
 
Norma ASME : Onde aplicáveis 
Norma ASTM : Onde aplicáveis 
Norma AWS : Onde aplicáveis 
 
Norma IEC : 
 
34-1 - “Rotating Electrical Machines - Ratings and Performance” 
34-2 - “Rotating Electrical Machines - Methods for Determining 
 Losses and Efficiency of Rotating Machinery from Test” 
34-4 - “Recommendations for rotating Electrical Machinery - 
 Methods for Determining Synchronous Machine Quantities from Test”. 
34-6 - “Rotating Electrical Machines - Methods of Cooling Rotating Machinery”. 
34-10 - “Conventions for Description of Synchronous Machines” 
 
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Norma ISO : Onde aplicáveis 
Norma TEMA : Onde aplicáveis 
 
3.2.3 - O uso de qualquer outra norma está sujeito à aprovação da COMPRADORA. 
3.2.4 - Estas especificações deverão prevalecer, em caso de divergência com 
qualquer norma. 
3.2.5 - No caso de divergências entre normas, a decisão final será tomada pela 
COMPRADORA. 
 
3.3 - CRITÉRIOS GERAIS 
 
3.3.1 - O gerador síncrono será instalado sobre base rígida, própria para cada grupo 
turbo gerador, montada sobre fundação de concreto. As fundações e suportes 
estruturais serão providos pela COMPRADORA, cabendo à VENDEDORA o 
fornecimento das placas de apoio do grupo turbo gerador, calços e demais 
acessórios necessários à Instalação. 
3.3.2 - Tanto quanto possível os equipamentos auxiliares deverão ser instalados 
sobre a base de apoio do grupo gerador. O proponente deverá apresentar em 
sua proposta o método preferível para a montagem do grupo e de seus 
acessórios componentes. 
3.3.3 - Para fins de projeto do gerador síncrono e equipamentos associados, deverá 
ser considerada a seguinte condição de instalação: 
 
• Altitude inferior a 1.000 m 
• Temperatura do ar ambiente superior a 0ºC, mas não excedendo a 40ºC. 
• Umidade relativa do ar, média anual: 95% 
• Temperatura d’água de refrigeração não superior a 32ºC. 
 
A contratada deverá considerar em seu projeto e na seleção dos materiais, 
dispositivos e equipamentos, as características de agressividade de ambiente 
existentes na Usina Ipiranga (poluição, água, umidade etc.). 
 
 
3.4 - CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO 
 
3.4.1 - Aplicação 
 
O gerador síncrono e equipamentos associados destinam-se a integrar a 
Central Termelétrica da Usina Ipiranga – unidade Sto Alexandre. A finalidade 
de instalação deste turbo gerador está relacionada com a venda, pelo 
comprador, de excedentes de Energia Elétrica ao Sistema Elétrico. 
O grupo turbo gerador será previsto para atender as necessidades de energia 
da Usina e propiciar a exportação para o Sistema elétrico da Energia Elétrica 
Excedente. Assim sendo os critérios de projeto deverão assegurar à 
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41
requerida CONFIABILIDADE, em vista dos contratos de fornecimento de 
Energia, que serão firmados entre as partes e que deverão implicar em 
penalidades à Usina Ipiranga na eventualidade de não fornecimento, ao 
Sistema Elétrico, dos Montantes Contratados. Deverá ser considerada pelo 
Fabricante, a operação contínua do grupo durante o período de 
funcionamento da Usina Ipiranga – unidade Sto Alexandre (365 dias/ano), e 
uma vida útil esperada, para a Central Elétrica, de pelo menos 30 anos. 
 
3.4.2 - Características de Operação 
 
Cada grupo turbo gerador deverá dispor de todos os controles necessários 
tanto para operação automática ou manual, como para testes e ajustes 
periódicos do grupo, devendo ser prevista a sua operação em paralelo com 
outros grupos a serem ou já instalados bem como com o Sistema Elétrico com 
a finalidade de exportação de Excedentes de Energia Elétrica. 
O turbo gerador deverá ser previsto com momento de inércia suficiente para 
evitar ou amortecer oscilações próprias no sistema elétrico da compradora. 
O grupo turbo gerador deverá ser capaz de operar em toda faixa de carga, até 
sua carga nominal em regime contínuo nas condições de operação 
especificadas, e a 110% de sua carga nominal durante 6 horas a cada período 
de 24 horas e admitir cargas de SCR de até 40% da sua capacidade nominal. 
O grupo, a partir da temperatura nominal de operação, deverá ser capaz de 
operar a plena carga, sem o resfriamento secundário (água bruta), por um 
período (mínimo de quinze minutos) suficiente para restabelecimento da 
alimentação d’água bruta, sem causar efeitos prejudiciais ao mesmo. 
O grupo deverá ser capaz de operar continuamente a 110% de sua velocidade 
nominal, e deverá suportar a velocidade de disparo, sem prejuízo para 
quaisquer partes dos mesmos e seus acessórios até o desligamento da 
unidade. 
O gerador síncrono e equipamentos associados deverão ser adequados para 
as condições de operação requeridas para o grupo turbo gerador e 
compatíveis às demais características pela turbina a vapor e a outros 
equipamentos integrantes das casas de força, sobretudo nos aspectos 
relativos ao sistema de lubrificação. 
 
 
 
 
 
 
 
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3.4.3 - Características de partida 
 
O turbo gerador, e equipamentos associados, deverá ser capaz de suprir, com 
queda de tensão inferior a 15% nos terminais, 4.000 kVA com CosF= 0,2 , a 
partir da condição de operação em vazio. 
 
 
3.4.4 - Sobrevelocidade 
 
Como critério de projeto, as tensões mecânicas no rotor, a 120% da 
velocidade nominal, não deverão exceder a 80% do limite de escoamento dos 
materiais usados. 
3.4.5 - Capacidade de Curto-Circuito 
 
O gerador deverá ser projetado para suportar um curto-circuito trifásico em 
operação, sob tensão nominal, durante 3 segundos, devendo o valor de crista 
da corrente de curto-circuito não inferior a três vezes o valor de crista da 
corrente nominal. 
 
4 - CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS PRINCIPAIS 
 
4.1 - GERADOR 
 
O gerador deverá ser síncrono, trifásico, de eixo horizontal, com velocidade 
síncrona de 1.800 rpm, para ser acoplado ao conjunto turbina/redutor que o 
acionará. O tipo de acoplamento será do tipo rígido. O gerador deverá ser 
projetado para operação nas condições de funcionamento requeridas na 
seção 3.4 anterior, segundo as seguintes características técnicas principais 
abaixo: 
 
4.1.1 - Tensão Nominal

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