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FASES DA ABORDAGEM
CENTRADA NA PESSOA
(ACP)
FASE 
PÓS-ROGERIANA
(1987-ATUAL)
Surgimento de diversas vertentes.
Expansão para novas áreas:
existencial, fenomenológica,
transcendental, educacional e
expressiva.
Cada vertente desenvolve novas
teorizações.
FASE
EXPERENCIAL
(1957-1970)
Foco na experiência vivida.
Ênfase na experiência: do cliente, do
terapeuta e da relação entre ambos.
Relação terapêutica como encontro
existencial.
Relação deixa de ser centrada apenas no
cliente, torna-se bicentrada.
Uso do reflexo de sentimentos.
Cliente torna-se foco do processo.
Terapeuta assume papel mais ativo.
Relação terapêutica como ambiente
facilitador.
FASE 
NÃO-DIRETIVA
(1940-1950)
Ênfase nos sentimentos, não no intelecto.
Foco no presente, não no passado.
Centralidade no indivíduo, não no problema.
Relação terapêutica como espaço de
crescimento.
Cliente conduz o processo.
Terapeuta intervém minimamente (postura
permissiva).
Rompimento com o terapeuta como autoridade.
FASE INTER-HUMANA
(OU COLETIVA)
(1970-1987)
Foco nas relações humanas, grupos e
processos sociais.
Interesse em Cultura, Sociedade e Futuro da
humanidade.
Visão mais holística e transcendente.
Consolidação no termo: ABORDAGEM
CENTRADA NA PESSOA.
FASE
REFLEXIVA
(1950-1957)
Dijaneide Macário de Souza Ferreira

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