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CRIPTOCOCOSE 
Oportunista Ocorre em paciente imunodeprimido Fungo aproveita da condição para provocar 
doença grave 
Cryptococcus neoformans, associado a fezes 
de pombos 
Primária Ocorre em paciente imunocompetente Mesmo com imunidade humoral, a doença 
acontece 
Cryptococcus gatti, associado 
a árvores e solo (comum em 
Norte e Nordeste) 
Morfologia 
Levedura encapsulada com cápsula 
polissacarídica 
Essa cápsula confere resistência (fator de 
virulência) e é alvo de testes diagnósticos. 
Escape a fagocitose, redução da apresentação 
de antígenos da parede, impede opsonização. 
Transmissão Inalação da levedura ou basidiósporos (esporos 
sexuais) presentes em ambiente contaminado 
Patogenia 
Disseminação a partir do pulmão, com tropismo 
pelo Sistema Nervoso Central (SNC), causando 
meningoencefalite em imunocomprometidos.
Manifestações 
Criptococose Pulmonar 
- Febre
- Tosse
- Dor no peito
- Perda de peso
- Fraqueza geral
Meningoencefalite Criptocócica
- Cefaleia intensa e contínua
- Febre
- Náuseas e vômitos
- Confusão mental
- Rigidez de nuca (variável)
Diagnóstico 
Tinta da China (LCR)
Cultura (LCR/Sangue) - Padrão ouro Teste Rápido LF-CrAg
Tratamento 3 fases 
1. Indução: Anfotericina B (lipídica) + Flucitosina
500 mg, 4x/dia. Flucitosina é essencial para 
reduzir mortalidade. 2 semanas 
2. Consolidação: Fluconazol em alta dose (400-
800 mg/dia, VO ou IV). 8 semanas
3. Manutenção: Fluconazol 200 mg/dia, VO. 
Indefinida em pacientes com HIV/AIDS. Mín. 1 ano

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