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PPPC - Museologia Bacharelado EaD - Batatais e Polos - 2022-2025

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Comissão Própria de Avaliação
Claretiano – Centro Universitário
Batatais-SP
PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO 
CURSO DE GRADUAÇÃO EM 
MUSEOLOGIA – BACHARELADO
2022-2025
MODALIDADE A DISTÂNCIA
COORDENAÇÃO DE CURSO
COORDENADOR MESTRE
RODRIGO TOUSO DIAS LOPES
LClaretiano – Centro Universitário
Batatais-SP
REGULAMENTO
Laboratório de Técnicas Dietéticas
BATATAIS
2021-2024
CLARETIANO - CENTRO UNIVERSITÁRIO DE
BATATAIS
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO CURSO DE
GRADUAÇÃO EM MUSEOLOGIA – BACHARELADO
 MODALIDADE A DISTÂNCIA
COORDENAÇÃO DE CURSO
COORDENADOR MS RODRIGO TOUSO DIAS LOPES
BATATAIS 
2022 – 2025
1
Dados Gerais do Curso
- Mantenedora: Ação Educacional Claretiana
Município Sede: Batatais
UF: SP
CNPJ: 44.943.835/0001-50
Dependência Administrativa: Privada sem fins lucrativos
- Mantida: Claretiano - Centro Universitário
Município Sede: Batatais 
UF: SP
Região: Sudeste
Endereço: R. Dom Bosco, 466
Bairro: Castelo
CEP: 14.300-000
Telefone: (16) 3660-1666
Fax: (16) 3761-5030
Atos Regulatórios do Claretiano – Centro Universitário
Ato Regulatório: Recredenciamento
Tipo de Documento: Portaria
No. Documento: 113 de 23/01/2020
Data do Documento: 23/01/2020
Data de Publicação: 27/01/2020
Prazo de Validade: 26/01/2025
Ato Regulatório: Retificação da Portaria 684 de 26/05/2017.
Tipo de documento: Retificação
No. Documento: Retificação de 14/06/2017
Data do Documento: 14/06/2017 
Data de Publicação: 14/06/2017
Prazo de validade: Vinculado ao Ciclo Avaliativo 
 
Ato Regulatório: Recredenciamento EAD
Tipo de documento: Portaria 
No. Documento: 684 de 26/05/2017.
Data do Documento: 26/05/2017 
Data de Publicação: 29/05/2017
Prazo de validade: 28/05/2017 
 
Ato Regulatório: Qualificação como Comunitária
Tipo de documento: Portaria 
No. Documento: 668
Data do Documento: 05/11/2014 
Data de Publicação: 06/11/2014
Prazo de validade: Vinculado ao Ciclo Avaliativo 
 
Ato Regulatório: Retificação
Tipo de documento: Retificação
2
No. Documento: Ref. Portaria 526/2013
Data do Documento: 31/10/2013
Data de Publicação: 31/10/2013
Prazo de validade: Vinculado ao Ciclo Avaliativo 
 
Ato Regulatório: Alteração de Nomenclatura da IES
Tipo de documento: Portaria
No. Documento: 526
Data do Documento: 21/10/2013 
Data de Publicação: 22/10/2013
Prazo de validade: Vinculado ao Ciclo Avaliativo 
 
Ato Regulatório: Recredenciamento
Tipo de documento: Portaria 
No. Documento: 516 de 09/05/2012.
Data do Documento: 09/05/2012 
Data de Publicação: 10/05/2012
Prazo de validade: Vinculado ao Ciclo Avaliativo 
 
Ato Regulatório: Recredenciamento
Tipo de documento: Portaria 
No. Documento: 4501
Data do Documento: 23/12/2005 
Data de Publicação: 23/12/2005
Prazo de validade: Vinculado ao Ciclo Avaliativo 
 
Ato Regulatório: Credenciamento EAD
Tipo de documento: Portaria 
No. Documento: 3635
Data do Documento: 09/11/2004 
Data de Publicação: 10/11/2004
Prazo de validade: Vinculado ao Ciclo Avaliativo 
 
Ato Regulatório: Credenciamento
Tipo de documento: Decreto 
No. Documento: 66.642*
Data do Documento: 27/05/1970 
Data de Publicação: 29/05/1970
Prazo de validade: Vinculado ao Ciclo Avaliativo 
- Curso: Curso de Graduação em Museologia - Bacharelado
Modalidade: ( X ) Bacharelado ( ) Licenciatura ( ) Superior de Tecnologia
Classificação CINE Brasil:
Área Geral: no. 03 - Ciências sociais, comunicação e informação
Área Específica: no. 032 - Comunicação e informação
Área Detalhada: no. 0322 - Ciência da informação e museologia
Rótulo: no. 0322M01 - Museologia
Número total de vagas anuais: 
Ano 2022: 300 vagas.
Ano 2023: 300 vagas.
3
Autorização do Curso: Resolução CONSUP 14, de 25 de junho de 2018.
Início de Funcionamento: 13/03/2019
Data do Reconhecimento do curso: Encontra-se em Processo 202021460
Avaliação in loco: -
Data da Renovação de Reconhecimento do Curso: -
Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade):
Ano 2022: NSA
Ano 2023: NSA
Carga horária total do curso: 2400 horas
Sistema de organização: A distância
Tempo de Integralização em anos/semestres: Mínimo: 03 anos (06 semestres) / Máximo 10
anos (20 semestres)
Polos de Oferta:
2022: Polos Claretianos de Anápolis/GO, Aracajú/SE, Araçatuba/SP, Ariquemes/RO, Assis/SP,
Barreiras/BA, Barretos/SP, Batatais/SP, Belém/PA, Belo Horizonte/MG, Blumenau/SC, Boa
Vista/RR, Bragança Paulista/SP, Buritis/RO, Campina Grande/PB, Campinas/SP, Campo
Grande/MS, Campos dos Goytacazes, Caraguatatuba/SP, Caruaru/PE, Caxias do Sul/RS,
Chapecó/SC, Cruzeiro do Sul/AC, Cuiabá/MT, Curitiba/PR, Diamantina/MG, Divinópolis/MG,
Dourados/MS, Feira de Santana/BA, Floriano/PI, Florianópolis/SC, Fortaleza/CE, Foz do
Iguaçu/PR, Goianésia/GO, Goiânia/GO, Governador Valadares/MG, Guarapuava/PR,
Guaratinguetá/SP, Guarulhos/SP, Ilhéus/BA, Imperatriz/MA, Ipatinga/MG, Jales/SP,
Ji-Paraná/RO, João Pessoa/PB, Juiz de Fora/MG, Linhares/ES, Macaé/RJ, Macapá/AP,
Maceió/AL, Manaus/AM, Marabá/PA, Maringá/PR, Mauá/SP, Mogi das Cruzes/SP, Mossoró/RN,
Natal/RN, Normandia/RR, Osasco/SP, Palmas/TO, Passo Fundo/RS, Passos/MG, Pelotas/RS,
Perus/SP, Petrolina/PE, Petrópolis/RJ, Poços de Caldas/MG, Porto Alegre/RS, Porto Velho/RO,
Pouso Alegre/MG, Presidente Prudente/SP, Recife/PE, Ribeirão Preto/SP, Rio Branco/AC, Rio
Claro/SP, Rio de Janeiro/RJ, Rio Verde/GO, Rondonópolis/MT, Rorainópolis/RR, Salvador/BA,
Santa Cruz do Sul/RS, Santarém/PA, Santo André/SP, Santos/SP, São Carlos/SP, São Francisco do
Guaporé/RO, São José do Rio Preto/SP, São José dos Campos/SP, São Luís/MA, São Miguel do
Guaporé/RO, São Miguel Paulista/SP, São Paulo/SP, Serra Talhada/PE, Sinop/MT, Sorocaba/SP,
Taguatinga/DF, Teresina/PI, Uberaba/MG, Uberlândia/MG, Vilhena/RO, Vitória/ES, Vitória da
Conquista/BA e Volta Redonda/RJ.
2023: Polos Claretianos de Anápolis/GO, Aracajú/SE, Araçatuba/SP, Assis/SP, Barreiras/BA,
Barretos/SP, Batatais/SP, Bauru/SP, Belém/PA, Belo Horizonte/MG, Blumenau/SC, Boa Vista/RR,
Bragança Paulista/SP, Buritis/RO, Campina Grande/PB, Campinas/SP, Campo Grande/MS,
Campos dos Goytacazes, Caraguatatuba/SP, Caruaru/PE, Caxias do Sul/RS, Chapecó/SC,
Cotia/SP, Criciúma/SC, Cruzeiro do Sul/AC, Cuiabá/MT, Curitiba/PR, Diamantina/MG,
Divinópolis/MG, Duque de Caxias/RJ, Feira de Santana/BA, Florianópolis/SC, Fortaleza/CE, Foz
do Iguaçu/PR, Goianésia/GO, Goiânia/GO, Governador Valadares/MG, Guarapuava/PR,
Guaratinguetá/SP, Guarulhos/SP, Ilhéus/BA, Imperatriz/MA, Ipatinga/MG, Jales/SP,
Ji-Paraná/RO, João Pessoa/PB, Juiz de Fora/MG, Linhares/ES, Londrina/PR, Macaé/RJ,
Macapá/AP, Maceió/AL, Manaus/AM, Marabá/PA, Maringá/PR, Mauá/SP, Mogi das Cruzes/SP,
Montes Claros/MG, Mossoró/RN, Natal/RN, Niterói/RG, Normandia/RR, Osasco/SP, Palmas/TO,
Passo Fundo/RS, Passos/MG, Pelotas/RS, Perus/SP, Petrolina/PE, Petrópolis/RJ, Poços de
Caldas/MG, Ponta Grossa/PR, Porto Alegre/RS, Porto Velho/RO, Pouso Alegre/MG, Presidente
Prudente/SP, Recife/PE, Ribeirão Preto/SP, Rio Branco/AC, Rio Claro/SP, Rio de Janeiro/RJ, Rio
Verde/GO, Rondonópolis/MT, Rorainópolis/RR, Salvador/BA, Santa Cruz do Sul/RS,
Santarém/PA, Santo André/SP, Santos/SP, São Bernardo do Campo/SP, São Carlos/SP, São
Francisco do Guaporé/RO, São José do Rio Preto/SP, São José dos Campos/SP, São Luís/MA, São
Miguel do Guaporé/RO, São Miguel Paulista/SP, São Paulo/SP (Campo Limpo), São Paulo/SP,
4
Serra/ES, Sinop/MT, Sorocaba/SP, Taguatinga/DF, Teresina/PI, Três Lagoas/MG, Uberaba/MG,
Uberlândia/MG, Vila Velha/ES, Vilhena/RO, Vitória/ES, Vitória da Conquista/BA e Volta
Redonda/RJ.
Coordenação de Curso:
Nome: Rodrigo Touso Dias Lopes
Titulação do Coordenador: Mestre em História e Cultura Social
Mini Currículo: Rodrigo Touso Dias Lopes é Licenciado e Bacharel em História pela
Universidade Estadual Paulista - UNESP, Campus de Franca (2001). Possui Mestrado em
História, área de concentração História e Cultura Social, pela mesma instituição (2004). É
Especialista em Formação de Professores pela Universidade Estadual Paulista, Campus de
Bauru (2013). Concluiu recentemente o Doutorado em Museologia pela Universidade Lusófona
de Humanidades e Tecnologias de Lisboade nivelamento, acompanhamento psicopedagógico, inserção no mundo do
trabalho, e acompanhamento de egressos com estudos sistematizados da evolução de carreira
e empregabilidade. O curso proporciona um atendimento personalizado, valorizando o aluno
como pessoa e futuro profissional, oferecendo apoio acadêmico, psicopedagógico, psicológico
e espiritual, a partir do Programa de Atendimento ao Discente (PRADI). 
As Políticas de Acessibilidade, Inclusão e Diversidade e de Responsabilidade Social
(PDI, 2020-2024) têm oportunizado a inclusão dos alunos público-alvo da Educação Especial no
contexto do curso, bem como a promoção e respeito às questões étnico-raciais, culturais,
direitos humanos, de gênero e de meio ambiente. 
As Políticas de Responsabilidade Social vão ao encontro da inclusão social a partir da
concessão de bolsa social (CEBAS) e bolsas próprias e promoção de ações assistenciais
envolvendo a IES e a sociedade, buscando parcerias, convênios e acordos de cooperação local,
regional e nacional. 
No que tange às Políticas de Corpo Docente, Tutores e Técnico/Administrativo, a
implementação se dá na formação continuada de gestores, professores, docentes, tutores e do
corpo técnico administrativo da IES, visando a melhoria da qualidade do processo ensino
aprendizagem. 
O Marketing e Comunicação, traduz as políticas na divulgação das atividades de
ensino, pesquisa e extensão e articulação de meios e estratégias de relacionamento, com o
emprego de Inteligência Artificial, e o fortalecimento da imagem institucional, com inovações
em indicadores, mecanismos de avaliação, da marca e seus resultados. 
Quanto às Políticas de Registro e Controle Acadêmico vão ao encontro do
aprimoramento da sua estrutura em consonância com o desenvolvimento do ensino, pesquisa
e extensão, atendendo à legislação vigente e aos novos padrões de digitalização, o sistema e os
procedimentos de emissão de documentação para os cursos, sendo que a parte acadêmica do
curso é online e inovadora. 
22
As Políticas de Gestão Administrativa configuram-se no aperfeiçoamento da estrutura
institucional, alinhada às exigências da atuação em Rede e boas práticas de gestão da
qualidade e sustentabilidade, permeadas pelo Plano de Ação do Coordenador. 
A Gestão da Tecnologia da Informação contempla políticas relacionadas às inovações
tecnológicas e aprimoramento dos sistemas de gestão e educacional, da infraestrutura
tecnológica e acesso à informação. O curso faz uso do Sistema Gerenciador de Aprendizagem –
Sala de Aula Virtual (SGO/SAV), como tecnologia inovadora, no contexto dos processos de
ensinar e aprender, apoiado pela: Biblioteca (atualizadas e 100% virtuais); Material Didático
(articulado com o PPPC, gerando materiais dinâmicos para a aprendizagem de competências/
perfil do egresso); o SGO/SAV, ( práticas didáticas e de gestão mediadas por tecnologias); e os
Laboratórios ( infraestrutura em laboratórios tanto da Sede e polos, para atender o PPPC). 
A Avaliação Institucional traduz as Políticas como ferramenta de gestão, apoiando as
tomadas de decisão e instrumentando o Escritório de Projetos e o curso nos processos de
melhoria contínua da gestão, envolvendo a comunidade educativa e sociedade, com relatórios
para todas as Áreas Estratégicas, articulando com as avaliações externas e Ouvidoria. 
O conjunto de políticas voltadas ao ensino, pesquisa e extensão foi concebido para
garantir o processo ensino-aprendizagem, enriquecido por recursos tecnológicos e o caráter
ativo da aprendizagem. Ao trabalhar de forma dinâmica, coerente com a Missão, Projeto
Educativo (PEC), seus Princípios, PPI e PDI, o curso procura garantir de forma inovadora ao
aluno uma formação integral da pessoa humana para o exercício profissional e para o
compromisso com a vida [...] (PEC, 2012, p. 17), para o atendimento às demandas
contemporâneas.
6. JUSTIFICATIVA DA OFERTA DO CURSO E VAGAS
As transformações ocorridas nos processos produtivos e na organização do trabalho
influem diretamente nas formas de convivência social estabelecidas na atualidade e no
exercício pleno da cidadania. Esses fatos, por si só, já apresentam os novos desafios
educacionais delineados pelos avanços tecnológicos e da disseminação de informações,
mediante as novas tecnologias da comunicação e informação. Especificamente no Curso de
Graduação em Museologia - Bacharelado (EAD), há um crescente aumento do interesse e das
práticas dos Museus e outros Equipamentos culturais, que deve ser capaz de atuar junto a
instituições e serviços que demandem intervenções de natureza e alcance variados: museus,
centros culturais, casas de cultura, memoriais, centros de memória, etc. Concomitantemente
com o interesse das práticas da Museologia, há um crescente aumento do número de
indivíduos que procuram uma oportunidade de fazer o Curso de Graduação em Museologia -
Bacharelado, tornando esta, a realização de um sonho.
O Claretiano – Centro Universitário, consoante à sua Missão Institucional, no ano de
2019, criou o Curso de Graduação em Museologia – Bacharelado. As vagas estão destinadas a
todos os polos, a fim de possibilitar o acesso de formação na área de Museologia. As vagas
ofertadas por polos são variáveis e identificadas conforme pesquisas periódicas, seja pela
demanda absorvida pelo Claretiano, seja por pesquisas de mercado. O oferecimento do curso
na modalidade a distância justifica-se, em primeiro lugar, por poder atender àqueles que não
residem próximo à Instituição de Educação Superior que ofereça o curso. Em segundo lugar, há,
ainda, outros que não conseguem frequentar um curso superior presencial, devido à
dificuldade do horário de trabalho e do período de funcionamento dos cursos. Além disso,
muitos outros candidatos têm dificuldades de deslocamento para frequentar uma oferta
somente presencial, devido aos custos, às possibilidades de transporte e à situação geográfica.
Cabe aqui deixar claro que a estrutura do Curso de Graduação em Museologia – Bacharelado
visa promover uma formação abrangente, sendo sua oferta compatível com diferentes regiões
do País.
23
Quanto à infraestrutura dos Polos de Apoio Presencial voltadas ao curso, ressalta-se
que todos eles possuem, entre outros recursos, laboratórios de informática, bibliotecas físicas
e virtuais, disponíveis aos alunos, além de todo o corpo de tutores e profissionais
técnico-administrativo. A proposição das trezentas vagas estabelecidas para o Curso de
Graduação em Museologia – Bacharelado é atendida de maneira excelente pelo corpo
docente, de tutores, além de estar adequada à infraestrutura física e de tecnologia, e que pode
ser constatada a partir de Estudo periódico quantitativo e qualitativo e pesquisa de vagas, no
contexto da comunidade acadêmica.
A Comissão Própria de Avaliação periodicamente desenvolve avaliações internas
(disponíveis na visita in loco) com a comunidade acadêmica, tendo em vista apurar a satisfação
dos alunos e, consequentemente, se o número de vagas oferecidas na Sede ou nos polos
condiz com as dimensões do corpo docente e a infraestrutura física e tecnológica para o
ensino, a pesquisa e a extensão. O Curso de Graduação em Museologia - Bacharelado (EAD),
visa atender a esse profissional que busca aperfeiçoar os seus conhecimentos na área em
questão atrelado aos desafios da educação contemporânea. Nesse sentido, a proposta deste
curso é a de capacitar o educando no uso das ferramentas tecnológicas, assim como a
ampliação de seus horizontes de estudos na formação acadêmica.
6.1. Contextualização e características socioeconômica e demográficas das regiões dos Polos:
presença do Curso de Museologia - Bacharelado
O Claretiano buscou identificar a necessidade de oferta do curso de Museologia -
Bacharelado nos polos, após a realização de um estudo elaborado de cada realidade, tendo
como base os dados socioeconômicos e demográficos de cada região, assim como a presença
de outros cursos de Museologia na região. Como resultado, é possível perceber a presença do
curso de Museologia - Bacharelado do ClaretianoCentro Universitário em todas as regiões do
país, conforme demonstrado abaixo:
Região Norte: Belém/PA, Boa Vista/RR, Buritis/RO, Cruzeiro do Sul/AC, Macapá/AP,
Manaus/AM, Marabá/PA, Normandia/RR, Porto Velho/RO, Rio Branco/AC,
Rorainópolis/RR, Santarém/PA, São Francisco do Guaporé/RO, São Miguel do
Guaporé/RO, Vilhena/RO,
Região Nordeste: Aracajú/SE, Barreiras/BA, Caruaru/PE, Feira de Santana/BA,
Fortaleza/CE, Ilhéus/BA, Imperatriz/MA, João Pessoa/PB, Maceió/AL, Mossoró/RN,
Natal/RN, Petrolina/PE, Recife/PE, Salvador/BA, São Luís/MA, Teresina/PI, Vitória da
Conquista/BA
Região Centro-Oeste: Anápolis/GO, Campina Grande/PB, Campo Grande/MS,
Cuiabá/MT, Goianésia/GO, Goiânia/GO, Ji-Paraná/RO, Palmas/TO, Rio Verde/GO,
Rondonópolis/MT, Sinop/MT, Taguatinga/DF,
Região Sudeste: Araçatuba/SP, Assis/SP, Barretos/SP, Batatais/SP, Bauru/SP, Belo
Horizonte/MG, Bragança Paulista/SP, Campinas/SP, Campos dos Goytacazes/RJ,
Caraguatatuba/SP, Cotia/SP, Curitiba/PR, Diamantina/MG, Divinópolis/MG, Duque de
Caxias/RJ, Governador Valadares/MG, Guaratinguetá/SP, Guarulhos/SP, Ipatinga/MG,
Jales/SP, Juiz de Fora/MG, Linhares/ES, Macaé/RJ, Mauá/SP, Mogi das Cruzes/SP,
Montes Claros/MG, Niterói/RG, Osasco/SP, Passos/MG, Perus/SP, Petrópolis/RJ, Poços
de Caldas/MG, Pouso Alegre/MG, Presidente Prudente/SP, Ribeirão Preto/SP, Rio
Claro/SP, Rio de Janeiro/RJ, Santo André/SP, Santos/SP, São Bernardo do Campo/SP,
São Carlos/SP, São José do Rio Preto/SP, São José dos Campos/SP, São Miguel
Paulista/SP, São Paulo/SP (Campo Limpo), São Paulo/SP, Serra/ES, Sorocaba/SP, Três
Lagoas/MG, Uberaba/MG, Uberlândia/MG, Vila Velha/ES, Vitória/ES, Volta
Redonda/RJ
24
Região Sul: Blumenau/SC, Caxias do Sul/RS, Chapecó/SC, Criciúma/SC,
Florianópolis/SC, Foz do Iguaçu/PR, Guarapuava/PR, Londrina/PR, Maringá/PR, Passo
Fundo/RS, Pelotas/RS, Ponta Grossa/PR, Porto Alegre/RS, Santa Cruz do Sul/RS,
A capilaridade dos polos é sinal da seriedade com que é entendida a missão da
formação de qualidade, com presença em todas as regiões do país.
Ademais, as transformações ocorridas nos processos produtivos e na organização do
trabalho influem diretamente nas formas de convivência social estabelecidas na atualidade e
no exercício pleno da cidadania. Esses fatos, por si só, já apresentam os novos desafios
educacionais delineados pelos avanços tecnológicos e da disseminação de informações,
mediante as novas tecnologias da comunicação e informação.
Por conta das inovações tecnológicas, somadas às enormes transformações de ordem
econômica e social desde o início do século XXI, a vida das organizações de cultura tornou-se
cada vez mais complexa, fato que justifica a necessidade latente de demandar profissionais
qualificados e que dominem as novas linguagens tecnológicas em todo o país, não apenas nas
capitais e grandes centros urbanos.
O Curso de Graduação em Museologia, Bacharelado, na modalidade a distância, visa
atender a esse profissional que busca aperfeiçoar os seus conhecimentos na área em questão
atrelado aos desafios contemporâneos. Nesse sentido, a proposta deste curso é a de capacitar
o educando no uso das ferramentas tecnológicas para o processo de ensino e aprendizagem da
Museologia, assim como a ampliação de seus horizontes de estudos e repertório intelectual na
formação acadêmica.
7. PERFIL
No PPPC de Graduação em Museologia – Bacharelado, é apresentado o perfil
profissional do egresso. Esse perfil é composto pelos perfis ingressante, inicial, intermediário e
do egresso, articulados com os objetivos de cada etapa do curso e competências que
conduzem todo o seu trabalho pedagógico, em atendimento aos entornos local, regional e
nacional, visando à formação pessoal e profissional do aluno, subsidiados pelo Projeto
Educativo Claretiano, sua Carta de Princípios e pela Resolução CNE/CES 19/02.
7.1. Perfil Ingressante (público que inicia o curso)
O perfil do ingressante (organizado a partir de um questionário sociocultural aplicado
no momento do Processo Seletivo), caracteriza a turma iniciante e apresenta dados que
norteiam o trabalho dos professores e tutores na condução da formação pessoal e profissional
dos alunos.
Especificamente no Curso de Graduação em Museologia – Bacharelado, os
ingressantes são de classe socioeconômica média e baixa, com necessidade de trabalhar para
garantir seu estudo e, geralmente, comprometido com a renda familiar. A faixa etária média é
de trinta anos e tem alguma relação direta com a área da Museologia. Os alunos ingressantes
são, em grande parte, advindos do ensino público e abstiveram-se há mais de dez anos do
ensino formal. Apresentam pouco domínio da leitura e, consequentemente, da interpretação
de textos; sem autonomia na resolução de problemas e na organização dos estudos.
7.2. Perfil Inicial (1º Ano)
25
No perfil inicial estão presentes as características que serão desenvolvidas nos alunos
durante o primeiro ano. O perfil inicial do graduando em Museologia é: compreender o campo
de atuação do museólogo, a relação do museólogo com seu campo do saber e com a
educação; a relação intrínseca e necessária entre museologia e tecnologia; a história dos
museus e da museologia em suas principais movimentações, a constituição dos grandes
museus públicos, o museu como direito cultural e os princípios da gestão dos museus,
incluindo a produção dos planos museológicos, a organização da Museologia como atividade
profissional, perceber a estrutura da atividade acadêmica científica. Deverá estudar questões
éticas e filosóficas que permeiam a evolução humana e relacioná-las à prática profissional. Em
suma, iniciar seu desenvolvimento na pesquisa científica acadêmica e a partir de acervos.
Compreender os fundamentos da educação que o farão perceber a dimensão educadora do
museólogo, sobretudo aquele que atua em museus comunitários. Deve incorporar saberes
iniciais aos processos administrativos e perceber a atuação do museólogo como administrador.
O Curso de Graduação em Museologia - Bacharelado do Claretiano faz questão de
contar com pessoas bem informadas, com espírito crítico e preocupadas com sua própria
atualização, sendo estas qualificações, pré-requisitos importantes para quem desejar obter um
bom desempenho nas disciplinas do curso. Aluno ingressante responsável em relação à vida
acadêmica, com sólidos hábitos de estudo, aberto ao projeto pedagógico do curso, criativo e
crítico em relação às diversas concepções metodológicas articulando a teoria com a prática,
comprometido com a autoaprendizagem, capaz de fazer uso do instrumental de pesquisa para
sua formação como profissional. Conhecedor de seus deveres cristãos, éticos e profissionais,
analisando contextualmente o seu papel como cidadão e profissional de museologia.
7.3. Perfil Intermediário (2º ano)
No perfil intermediário estão presentes as características que serão desenvolvidas
nos alunos durante o segundo ano.
Ao finalizar o segundo ano, no perfil intermediário, o aluno deve ter noção avançada
dos processos preservação e conservação de objetos suporte papel e objetos tridimensionais;
compreender a história da arte e a história do Brasil de modo a contextualizar o trabalho dos
museus em sua dimensão maior, como equipamento de cultura. Irá dominar os aspectos
teóricos da museologia, incluindo a museologia clássica, a museologia social e a
sociomuseologia.
Nesta fase já deve ter compreensão da dimensão social dos museus e saber planejar
ações culturais em tais unidades. Além disso, o aluno contará com sólido conhecimento dos
conceitos fundamentais de Museologia, com domínio de novas tecnologias de informação e
comunicação, com capacidade de liderança, apto a tomar decisões, analisar os problemas da
sociedade e recomendar possíveis soluções. Ser empreendedor, a partir de uma visão integral
do homem.
7.4. Perfil Egresso (3º ano)
No perfil do egresso, é apresentada a caracterização do profissional e Pessoa
Humana que o curso pretende formar para atender às Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs)
do Curso, aos anseios da Missão Institucional e Princípiose às novas demandas de trabalho da
área da Museologia, sendo: bacharel em Museologia, com sólida formação conceitual
(competências, habilidades e domínio dos conteúdos da área), capaz de exercer sua atividade
profissional de forma crítica, reflexiva e transformadora (com proficiência e criatividade para
lidar com os problemas de sua prática profissional, capaz de produzir e difundir
conhecimentos, refletir criticamente sobre a realidade que os envolve, buscando
26
aprimoramento contínuo e observador dos padrões éticos de conduta); qualificado para o
exercício profissional com habilidade e competência técnica, científica, política, ética e
humana, capacitado para atuar também na educação profissional em Museologia (para atuar
junto a instituições e serviços que demandem intervenções de natureza e alcance variados:
museus, centros culturais e centros de memória, serviços ou redes de informação, órgãos de
gestão do patrimônio cultural).
O Museólogo do Claretiano terá formação que lhe permita ser capaz de exercer sua
atividade profissional de forma crítica, reflexiva e transformadora, tendo como perspectiva
uma concepção integral do ser humano. Profissional qualificado para o exercício da
Museologia com habilidade e competência técnica, científica, política, ética e humana,
capacitado para atuar em todas as áreas que demandem sua formação e sobretudo nos
museus, com fundamento na Lei nº 7287, de 14 de dezembro de 1984, que regulamenta o
Exercício da Museologia em território nacional.
Um profissional comprometido com o desafio de lidar com o universo informacional,
em constante mudança, com profunda capacidade reflexiva, enquanto profissional e cidadão.
Sensibilidade para prestar serviços museológicos que melhorem as condições de vida das
pessoas por meio do acesso à cultura, à educação não formal e do direito à memória.
Preocupado com a acessibilidade aos recursos informacionais sem distinções de condições
sociais, raciais, motoras etc.
8. OBJETIVOS
Os objetivos elencados no Projeto Político Pedagógico do Curso (PPPC) de
Museologia – Bacharelado permeiam a construção do currículo, pois obedecem a seleção dos
conteúdos, a metodologia, a organização curricular, bem como preocupa-se com o processo de
avaliação. São concebidos como a concretização das intenções educativas em termos de
capacidades que procuram ser desenvolvidas nos alunos e futuros profissionais da área,
levando em consideração o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular e o contexto
social.
O conjunto dos objetivos considera que a aprendizagem é constante e progressiva,
não se sobrepondo ao ritmo de cada aluno, uma vez que a missão do Claretiano contempla o
futuro profissional como um ser único e irrepetível.
Assim, o currículo do Curso de Graduação em Museologia – Bacharelado foi
construído para atender aos objetivos propostos para o mesmo e também para que cada
discente tenha a oportunidade de adquirir postura e compromisso político/ético e
competência profissional. Cabe salientar que a partir da avaliação contínua, o aluno é
orientado na construção e incorporação de suas capacidades enquanto futuro profissional da
área de Bacharel em Museologia.
O Curso de Graduação em Museologia - Bacharelado tem como objetivo geral
preparar profissionais de excelente nível de qualificação e de reconhecimento no mercado de
trabalho, pautado numa formação de museólogos e museólogas com visão ética, crítica,
reflexiva, política e humana por meio de atitudes desenvolvidas durante a graduação,
buscando oferecer suporte para analisar problemas, propor soluções e, consequentemente,
transformar a realidade como também gerar contribuições para o desenvolvimento de uma
progressiva autonomia intelectual.
A filosofia educacional do curso de Museologia fundamenta-se nos valores éticos e
na necessidade de avanços científicos, econômicos, culturais e sociais para o desenvolvimento
pleno da sociedade. O Curso de Graduação em Museologia - Bacharelado está inserido dentro
das Ciências Sociais Aplicadas, sendo o seu principal objeto de trabalho os museus, sua
comunidade e seus acervos. A formação dos profissionais museólogos engloba um conjunto de
27
conhecimentos, habilidades e atitudes que lhes permitirão agir como profissionais e cidadãos
competentes, capazes de intervir em diferentes realidades com clareza, criticidade e
responsabilidade, ao promover melhorias nos processos de musealização. Dentro do contexto
da realidade social, política e humana, e sempre norteados pelos Princípios e Carisma
Claretiano, os objetivos desdobram-se de cada perfil, permeado pelo egresso:
8.1. Objetivos Iniciais
O Curso de Graduação em Museologia – Bacharelado, tem como objetivos iniciais
levar o aluno a:
- Adquirir hábitos de estudo, leitura e pesquisa;
- Compreender a importância e assimilar os conhecimentos técnicos e
científicos da área;
- Conhecer a natureza do homem e das correntes e tendências filosóficas e
sociológicas da área;
- Assimilar conhecimentos básicos da vida e a compreensão da utilização destes
conhecimentos com um instrumento para trabalhar em prol de uma sociedade
mais justa e solidária, reconhecendo e respeitando a diversidade da sociedade.
- Entender as manifestações culturais do movimento humano por meio de
atividades práticas profissionais;
- Despertar para a importância dos trabalhos em equipe.
8.2. Objetivos Intermediários
O Curso de Graduação em Museologia – Bacharelado, tem como objetivos
intermediários levar o aluno a:
- Ser capaz de realizar a conservação preventiva de papéis e objetos
tridimensionais;
- Elaborar projetos e práticas profissionais supervisionadas com capacidades
para intervenções qualitativas na realidade;
- Ser capaz de relacionar a construção de valores educativos (respeito,
autonomia, confiança, solidariedade, caráter, etc), com as atividades
profissionais nas suas representações culturais, científicas e educacionais;
- Incorporar atitudes à sua formação profissional específica;
- Dominar as competências sob forma de estágio supervisionado;
- Distinguir claramente o senso comum e o saber elaborado, como fator
imprescindível à formação profissional.
8.3. Objetivos Egresso
O Curso de Graduação em Museologia – Bacharelado, tem como objetivos finais levar
o aluno a:
- Ter compreensão ampla e consciente da natureza e especificidade dos
conhecimentos da Museologia que torne o egresso capaz de pesquisar,
conhecer, compreender, analisar e avaliar de modo a intervir acadêmica e
profissionalmente nos múltiplos espaços do ambiente profissional.
- Compreender o processo de iniciação científica;
- Assimilar e criar alternativas de trabalho relacionados às novas modalidades e
tecnologias emergentes entendidas como um corpo de conhecimento
científico que possibilite novas práticas e oportunidades de atuação;
28
- Conhecer e refletir sobre a ética e a regulamentação da atividade profissional
na área.
Dessa forma espera-se ensejar uma formação que possibilite ao egresso:
- Atuar criticamente e com qualidade intelectual e técnica em qualquer tipo de
museu e outros equipamentos culturais;
- Ter capacidade de reflexão epistemológica, politica, cultural; contribua para as
discussões epistemológicas da área;
- Atuar eticamente no tratamento de acervos e coleções e na preservação do
patrimônio cultural.
- Propor soluções para ampliar o acesso à cultura e bens patrimoniais, incluindo
exposições e serviços educativos;
- Assumir o compromisso de representar o museu como pessoa-recurso,
facilitando o acesso à cultura e ao lazer de qualidade;
- Estar comprometido com a dimensão social da profissão;
- Ser competente para lidar com tecnologias da informação, acompanhando os
avanços nesse setor e os incorporando aos serviços dos museus;
- Ser capaz de desenvolver a capacidade de continuar sua qualificação,
enquanto profissional com espírito investigativo;
- Estar apto a se perceber como educador em processos não formais, na
promoção da cultura, das artes e da memória;
- Incorporar e alimentar por si mesmoo perfil investigativo que é característico
aos museólogos;
- Ser capaz de gerar e disseminar conhecimento em formato de exposições;
- Ser interessado em atuar junto aos órgãos de classe fortalecendo a profissão;
- Estar engajado na elaboração de políticas públicas para acesso a cultura e ao
direito à memória.
9. COMPETÊNCIAS
Não basta o profissional ter conhecimentos a respeito de seu trabalho. É essencial
que saiba mobilizar esses conhecimentos, convertendo-o em ação. Assim, o Curso de
Graduação em Museologia – Bacharelado, abrange conteúdos e atividades que constituem
bases para a formação do profissional dessa área, capaz de atender o perfil já exposto. Nessa
direção, o curso encaminha seu trabalho pedagógico para que o futuro profissional alcance e
possua as competências elencadas para sua profissão, que também estão expressas no perfil
do egresso supracitado. De acordo com a Resolução CNE/CES 19/02, as seguintes
competências serão desenvolvidas:
- Dominar os conteúdos básicos da área específica aplicados ao campo da
Museologia e do exercício profissional;
- Dominar as tecnologias de comunicação e informação;
- Compreender as diferentes correntes e tendências filosóficas e pedagógicas da
Museologia; que acabam por influenciar a atuação do Bacharel na área;
- Ser capaz de intervir nas várias dimensões de seu campo de atuação
profissional demonstrando pleno domínio da natureza e do conhecimento da
Museologia tanto do ponto de vista teórico e prático;
- Ser capaz de disseminar e aplicar os conhecimentos teóricos e práticos que
envolvem a Museologia, reconhecendo o significado da relação dinâmica entre
o ser humano e o meio ambiente sendo responsável pelas ações que
direcionam sua prática profissional;
29
- Conhecer, pesquisar, compreender, analisar e avaliar os efeitos da aplicação de
técnicas, instrumentos e equipamentos para a intervenção e produção nas
diversas manifestações e expressões da Museologia inerentes ao contexto
sociocultural relacionados com as Ciências Sociais Aplicadas, permitindo-lhe
organizar e administrar acervos, coleções e museus em suas diferentes
demandas de atuação.
- Dominar um conjunto de competências de natureza técnico instrumental,
humana e político social, orientados por valores sociais, morais, éticos e
estéticos, para atuar nos campos identificados com as diferentes
manifestações e expressões do desenvolvimento dos processos de
musealização em diferentes contextos socioculturais.
- Diagnosticar na sociedade (crianças, jovens, adultos, idosos, pessoas com
necessidades especiais, de grupos e comunidades especiais) os interesses, as
expectativas e necessidades para avaliar, conceber, orientar, assessorar e
supervisionar processos de comunicação museal, preservação e conservação
de objetos em suporte papel e tridimensionais, compreendendo a prática da
Museologia como um instrumento para fazer uma sociedade mais justa,
solidária e que possibilite a oportunidade para todos, reconhecendo e
respeitando a diversidade social, estética, cultura, física, religiosa e espiritual
da população.
10. ATRIBUIÇÕES NO MERCADO DE TRABALHO
O Curso de Graduação em Museologia Bacharelado, estruturado nos princípios
pedagógicos do projeto educativo institucional, concilia a formação humanista com
conhecimentos científicos direcionados às manifestações socioculturais do movimento
humano na perspectiva das Ciências Sociais Aplicadas, com ênfase aos conhecimentos culturais
e técnico-funcionais dos processos de musealização, preservação, conservação e organização
de acervos e coleções, visando exclusivamente a formação de profissionais em Museologia -
Bacharelado.
O Bacharel em Museologia estará apto para atuar com o planejamento,
implementação, organização e gerenciamento de acervos em diferentes espaços de trabalho
como: Museus, Casas de Cultura, Centros de Memória, Centros Culturais, Galerias, Acervos,
Arquivos e outros equipamentos culturais, públicos e privados. Poderá atuar na formação e
musealização de acervos, gestão de acervos privados e públicos, consultoria na área da
museologia, administração técnica de museus, curadoria e montagem de exposições, entre
outras atividades, regulamentadas conforme disposto pela Lei 7287, de 18 de dezembro de
1984.
11. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
A estrutura curricular do Curso de Museologia - Bacharelado tem como fundamentos
o Projeto Educativo Claretiano (2012) e seus Princípios e está articulada com o PDI (2020-2024)
e Projeto Político-Pedagógico Institucional (2020-2024), bem como atende às seguintes
normatizações: Lei 9.394/96; Portaria 3635/04 (Credenciamento Institucional para oferta de
EaD); Portaria 684/17 (Recredenciamento Institucional para oferta de EaD); Parecer CNE/CES
492/2001, de 03 de abril de 2001 (Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação
em Museologia); Resolução CNE/CES 21, de 13 de março de 2002 (Diretrizes Curriculares
Nacionais do Curso de Graduação em Museologia); Lei 11.64/08 e Resolução CNE/CP 01/04
(Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino
30
de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena); Lei 9.795/99, Decreto 4.281/02 e Resolução
CNE/CP 02/12 (Políticas e Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental); Art. 66
da Lei 9.394/1996 (Titulação do corpo docente); Resolução CNE/CES 04/09 (Carga horária e
integralização da área de Saúde, Bacharelado); Resolução CONAES 01/10 (Núcleo Docente
Estruturante – NDE); Decreto 5.296/04, que trata das condições de acesso para pessoas com
deficiência e/ou mobilidade reduzida; Decreto 5.626/05 (Disciplina de Libras); Proteção dos
Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, conforme disposto na Lei 12.764/12;
Parecer CNE/CP 08/12; Resolução CNE/CP 01/12 (Diretrizes Nacionais para a Educação em
Direitos Humanos) e Resolução 7/2018 (Extensão na Educação Superior Brasileira).
Com o compromisso de concretizar o perfil do egresso, com apoio dos objetivos que
expressam as competências/capacidades e habilidades, o curso contempla uma estrutura
curricular vinculada aos conteúdos previstos na Resolução CNE/CES 21, de 13 de março de
2002, nos quais são contemplados conteúdos de formação geral e conteúdos de formação
específica, que buscam articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão.
O Curso de Graduação em Museologia – Bacharelado será integralizado em três anos,
e sua estrutura curricular é composta por disciplinas das áreas de formação geral e específica;
Prática Profissional; Atividades Complementares e Estágio Curricular Supervisionado.
O Primeiro ano contempla uma carga horária de 600 horas de disciplinas, 80 horas de
Extensão Curricular e 20 horas de Atividades Complementares, totalizando 700 horas de
trabalho pedagógico, ou seja, 30,00% da carga horária total.
O Segundo ano contempla uma carga horária de 600 horas de disciplinas, 50 horas de
Prática Profissional, 20 horas de Atividades Complementares, 80 horas de Extensão Curricular e
100 horas de Estágio; totalizando 850 horas de trabalho pedagógico, ou seja, 35% da carga
horária total.
O Terceiro ano contempla uma carga horária de 600 horas de disciplinas, 50 horas de
Prática Profissional, 20 horas de Atividades Complementares, 80 horas de Extensão Curricular e
100 horas de Estágio; totalizando 850 horas de trabalho pedagógico, ou seja, 35% da carga
horária total.
A estrutura curricular contempla a flexibilidade, considerando a disciplina Optativa de
Formação, voltada para a atualização e aprofundamento da área de formação profissional e
relacionada ao perfil do egresso e para a articulação com as políticas de educação ambiental,
políticas relacionadas às pessoas surdas, dos direitos humanos e com políticas relacionadas às
questões étnico-raciais.
De acordo com as legislações supracitadas, o currículo do curso oferece componentes
curriculares que auxiliam no processo educacional de formação técnico-científica para as ações
assistenciais, educativas, gerenciais e de investigação, configuradas em competências a partirdas abordagens multidisciplinar e interdisciplinar, fundamentadas nos conteúdos a serem
desenvolvidos nas instituições de ensino, memória, cultura.
A flexibilização curricular está presente no curso a partir das disciplinas Optativas de
Formação, voltadas para a atualização e aprofundamento da área de formação profissional e
relacionadas ao perfil do egresso. Tais disciplinas têm como objetivos: a promoção de
competências e habilidades exigidas para a formação profissional e humana em cada campo de
estudo; dinâmica do currículo, flexibilização e atualização deste em relação às necessidades e
realidades educacionais e sociais; atenção à inclusão quanto à educação do surdo; articulação
com as políticas de educação ambiental, políticas para a educação das relações étnico-raciais e
para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana; de direitos humanos, além de
buscar a interdisciplinaridade entre os campos do saber e as áreas de formação. Destacam-se a
disciplina Língua Brasileira de Sinais, ofertada de forma optativa, de acordo com o Decreto
5.626/05, e a atualização do currículo de forma permanente, considerando as Diretrizes
Curriculares Nacionais, a formação generalista, dinâmica e humana (referenciais
socioantropológicos, psicológicos, epistemológicos e pedagógicos em consonância com o perfil
31
do egresso), a diversidade regional, os processos de avaliação interno e externo e os
conhecimentos e saberes necessários à formação das competências (estabelecidas no perfil do
egresso).
A interdisciplinaridade faz-se presente a partir da concretização da oferta de 4
(quatro) disciplinas durante o semestre, na busca permanente da articulação dos
conhecimentos, das vivências e Atividades Complementares, além da realização da Avaliação
Semestral Interdisciplinar (ASI), visando à melhoria dos processos de ensinar e aprender.
Articulada com o trabalho pedagógico do curso, a ASI (prova interdisciplinar) envolve todas as
disciplinas cursadas no semestre vigente, constituindo um instrumento elaborado pelos
professores dos cursos sob orientação do coordenador, que busca garantir a
interdisciplinaridade das áreas de conhecimento propostas a partir do perfil do curso, bem
como faz parte da avaliação institucional.
Quanto à acessibilidade metodológica, a qual concretiza a inovação do ensinar e
aprender, a estrutura curricular, composta pelos componentes supracitados, é colocada em
prática, considerando os alunos público-alvo ou não da Educação Especial, a partir do Sistema
Gerenciador de Aprendizagem – Sala de Aula Virtual (SGA-SAV), traduzido em cinco línguas;
materiais didáticos próprios, construídos por uma equipe multidisciplinar (Plano de Ensino,
Caderno de Referência de Conteúdo, dinâmicos/hipertextualizados, em PDF e videos);
Bibliotecas: EBSCO, Catálogo Online Pergamum, Claretiano Biblioteca Digital, Biblioteca Digital
Pearson, Portal de Periódicos da Capes e Portal de Domínio Público; APP CLARETIANO
(aplicativo mobile do Sistema Gerenciador de Aprendizagem), com apoio da utilização de
tecnologia assistiva; informática acessível na SAV, estando disponíveis softwares específicos
(WebLibras e VLibras – ferramentas para tradução automática para Libras; NVDA – ferramenta
para leitura de telas); envio de e-mails e mensagens de texto via celular; e acessibilidade
habilitada pela Biblioteca Pearson aos alunos com deficiência visual mediante o sistema
Dosvox. A EaD do Claretiano permite a aprendizagem individual e em grupo, com a mediação
dos recursos didáticos citados, garantindo um aprendizado de excelência, visando ao
desenvolvimento da personalidade, na autorrealização e na autonomia de ser e de aprender da
Pessoa Humana/aluno, como também na formação do espírito de cooperação e solidariedade.
Cabe salientar que a familiaridade com o SGA-SAV se dá por meio dos Minicursos de Apoio
Pedagógico, realizado pelo aluno no ato da matrícula, bem como pelos apoios dos tutores a
distância e presenciais.
11.1 Matriz Curricular
De acordo com a Resolução CNE/CES nº 21/02, o curso fundamenta-se em conteúdos
de formação geral, destinados a oferecer referências cardeais externas aos campos de
conhecimento próprio da Museologia, e em conteúdos de formação específica, que são
nucleares em relação a cada uma das identidades profissionais em pauta, proporcionando o
núcleo básico no qual se inscreve a formação de museólogos, contemplando os conteúdos,
conferindo-lhes um sentido social e cultural que ultrapasse os aspectos utilitários mais
imediatos sugeridos por determinados itens, assim distribuídos:
Conteúdos de formação geral (450h): de caráter propedêutico ou não, os conteúdos
de formação geral envolvem elementos teóricos e práticos e têm por objetivo o melhor
aproveitamento dos conteúdos específicos de cada curso. Os conteúdos de formação geral são
compostos pelas seguintes disciplinas obrigatórias: Sociologia, Estética Artística, Antropologia,
Ética e Cultura, Comunicação e Linguagem, Administração, e pelas disciplinas optativas de
formação: Relações Étnico-Raciais e Direitos Humanos, Língua Brasileira de Sinais e Educação
Ambiental.
Conteúdos específicos ou profissionalizantes (1.350h): constituem o núcleo básico no
qual se inscreve a formação de museólogos e possuem caráter terminal. O projeto
32
político-pedagógico do Curso de Graduação em Museologia – Bacharelado acentua a adoção
de uma perspectiva humanística na formulação dos conteúdos. Tais conteúdos são compostos
pelas seguintes disciplinas Museologia e Educação, Museus e Tecnologia, Teoria Museológica:
museologia clássica e nova museologia, Gestão Museológica, História da Arte: da pré-história
ao surrealismo, Preservação e Conservação de Objetos em Suporte Papel, História da Arte:
impressionismo e realismo, História do Brasil: da colônia ao império, História do Brasil:
República, História da Arte: arte internacional e arte brasileira no século XX, Preservação e
Conservação de Objetos Tridimensionais, Metodologia da Pesquisa, Teoria Museológica:
Museologia social, Museologia e Gestão de Coleções, Estudos de Público em Museus,
Museologia e Comunicação e Museologia e Curadoria.
As disciplinas Comunicação e Linguagem, Metodologia da Pesquisa Científica,
Antropologia, Ética e Cultura e Língua Brasileira de Sinais fazem parte do rol das disciplinas
institucionais, articuladas com o Projeto Educativo Claretiano (2012) e com as políticas
federais.
As Disciplinas optativas de formação (120h) são consideradas conteúdos de formação
geral. O curso oferece disciplinas optativas, distribuídas nos quarto e sexto semestres do curso.
São elas: Língua Brasileira de Sinais; Relações Étnico-Raciais e Direitos Humanos; Educação
Ambiental.
Os conteúdos curriculares são oferecidos ao longo de seis semestres. Nos primeiros
semestres, estão distribuídas as disciplinas de Sociologia; Estética Artística; Antropologia, Ética
e Cultura; História da Arte: da pré-história ao realismo, além de Museologia e Educação;
Museus e Tecnologia, Gestão Museológica e Teoria Museológica: museologia clássica e nova
museologia, pois desde o primeiro semestre do curso os alunos estão em contato com a
ecologia de saberes própria da museologia, oferecendo, desde o primeiro semestre, o contato
com os conhecimentos específicos da museologia em suas diferentes expressões, como a
educação, a tecnologia e a gestão de museus, além da teoria museológica, que oferece
momento de reflexão sobre o papel dos museus e dos museólogos nas sociedades ao longo do
tempo. Ao longo do curso, são ofertadas as disciplinas profissionalizantes da área de
Museologia, que passam a predominar à medida que o aluno avança para os semestres finais.
Nos terceiro e quarto semestres, além de Comunicação e Linguagem, as disciplinas todas
compõem o conjunto de conteúdos específicos e profissionalizantes, começando pela primeira
disciplina optativa e em seguida com Preservação e Conservação de Objetos em Suporte Papel;
Preservação e Conservação de Objetos Tridimensionais; História da Arte: Impressionismo e
Surrealismo;História do Brasil; da colônia ao império; História do Brasil: República; e Teoria
Museológica: museologia social. Esse conjunto de disciplinas criam alicerce sólido para a etapa
final de formação dos alunos e permitem que nesta etapa do curso os estágios curriculares
comecem a ser realizados. Na etapa final, quinto e sexto semestre, os alunos terão contato
com as disciplinas Metodologia da Pesquisa Científica e Administração, entre os conteúdos
gerais, e Museologia e Gestão de Coleções; História da Arte: arte internacional e brasileira no
século XX; Estudos de Público em Museus; Museologia e Comunicação e Museologia e
Curadoria, além da segunda disciplina optativa. Esse conjunto final de disciplinas tem o
interesse de levar o aluno à reflexões mais maduras e profundas no campo museológico, seja a
respeito da concepção e montagem de exposições, sobre curadoria ou sobre pesquisa de
público, para a formação técnica e humanista desejada e manifestada por este Projeto Político
Pedagógico.
O conjunto dos conteúdos promove o efetivo desenvolvimento e concretização dos
perfis inicial, intermediário e do egresso, levando em consideração as novidades recentes e
inovações da área da Museologia por meio de bibliografias clássicas e atualizadas,
contemplando os conteúdos curriculares básicos e específicos (que compõem a ementa),
articulados com as políticas de educação ambiental, relacionadas às pessoas surdas, aos
33
direitos humanos e relacionadas às questões étnico-raciais, distribuídos em duas disciplinas de
60h e duas de 90h por semestre, compondo a carga horária/relógio semestral de 300h,
integralizada em 3 anos. As disciplinas são concebidas para serem desenvolvidas em 20
semanas de estudo, período em que o aluno tem atendimento semanal do tutor a distância,
com apoio do tutor presencial, devendo realizar uma série de atividades e interatividades pela
SAV, além dos encontros que ocorrem nas dependências da Sede ou polos, tendo em vista a
avaliação presencial.
As disciplinas são concebidas para serem desenvolvidas em 20 semanas de estudo,
período em que o aluno tem atendimento semanal do tutor a distância, com apoio do tutor
presencial, devendo realizar uma série de atividades e interatividades pela SAV, além dos
encontros presenciais, que ocorrem nas dependências da Sede ou polos, para a realização das
avaliações.
A carga horária a distância prevista para as disciplinas objetiva introduzir os discentes
aos conteúdos das ementas e utiliza como recurso principal o Sistema Gerenciador de
Aprendizagem – Sala de Aula Virtual (SGA-SAV), concebido na premissa da informática
acessível (ResponsiveVoice, WebLibras, VLibras, NVDA etc., como também recursos de
acessibilidade nas bibliotecas presenciais e virtuais). Em relação às condições de acessibilidade
metodológica, os conteúdos podem ser estudados pelos alunos considerando a flexibilização
do tempo e da presencialidade; adoção de estratégias que favorecem a aprendizagem ativa;
aulas presenciais previstas no calendário acadêmico e extras; diversidade nos instrumentos de
avaliação da aprendizagem; atuação de intérprete de Libras; leitor/escriba; e provas ampliadas
para alunos com baixa visão. Na Sede e nos polos, há computadores com teclados/mouses
adaptados, leitores autônomos, vocalizadores, ampliadores de texto, lupas eletrônicas Alladin l,
entre outros.
A carga horária presencial é destinada à realização das avaliações elaboradas pelos
professores responsáveis e colocadas em prática por um professor presencialmente, além dos
estágios supervisionados, extensão curricular, atividades complementares e prática
profissional.
11.2. Detalhamento da Matriz Curricular
11.2.1 Matriz Curricular - Graduação em Museologia Bacharelado - Fevereiro de 2022
1º. Semestre Sem C.H.
Total
CH Prática
Profissional
Sociologia 1 60 -
Estética Artística 1 60 -
Museologia e Educação 1 90 -
Museus e Tecnologia 1 90 -
Total 300 -
2º. Semestre Sem C.H.
Total
CH Prática
Profissional
Antropologia, Ética e Cultura 2 60 -
34
Teoria Museológica: museologia clássica e
nova museologia
2 60 -
Gestão Museológica 2 90 -
História da Arte: da pré-história ao realismo 2 90 -
Total 300 -
3º. Semestre Sem C.H.
Total
CH Prática
Profissional
Comunicação e Linguagem 3 60 -
Preservação e Conservação de Objetos em
Suporte Papel
3 60 30
História da Arte: impressionismo e surrealismo 3 90 -
História do Brasil: da colônia ao império 3 90 -
Total 300 30
4º. Semestre Sem C.H.
Total
CH Prática
Profissional
Optativa de Formação I 4 60 -
Preservação e Conservação de Objetos
Tridimensionais
4 60 30
História do Brasil: República 4 90 -
Teoria Museológica: museologia social 4 90 -
Total 300 30
5º. Semestre Sem C.H.
Total
CH Prática
Profissional
Metodologia da Pesquisa Científica 5 60 -
Museologia e Gestão de Coleções 5 60 30
História da Arte: arte internacional e brasileira
no século XX
5 90 -
Estudos de Público em Museus 5 90 -
Total 300 30
6º. Semestre Sem C.H.
Total
CH Prática
Profissional
Optativa de Formação II 6 60 -
Museologia e Comunicação 6 60 30
35
Administração 6 90 -
Museologia e Curadoria 6 90 -
Total 300 30
Somatória dos Componentes Curriculares Sem C.H.
Total
CH Prática
Profissional
Total Disciplinas 1800 120
Estágio Curricular Supervisionado 4 ao 6 280
Prática Profissional 3 ao 6 120
Atividades Complementares 1 ao 6 200
Total 2400
DISCIPLINAS OPTATIVAS DE FORMAÇÃO OFERECIDAS: Direitos Humanos, Língua Brasileira de
Sinais, Educação Ambiental, Relações Étnico Raciais e Direitos Humanos, Turismo Cultural,
Marketing Cultural e Comunicação Digital.
OBS: AS OPTATIVAS DE FORMAÇÃO PODEM SOFRER ALTERAÇÕES DE ACORDO COM A
ANUÊNCIA DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE, COLEGIADO DE CURSO E APROVAÇÃO
PELOS ÓRGÃOS CONSEPE/CONSUP
11.2.2 Matriz Curricular - Graduação em Museologia Bacharelado - Fevereiro de 2023
1º. Semestre Sem C.H.
Total
CH Prática
Profissional
Sociologia 1 60 -
Estética Artística 1 60 -
Museologia e Educação 1 90 -
Museus e Tecnologia 1 90 -
Total 300 -
2º. Semestre Sem C.H.
Total
CH Prática
Profissional
Antropologia, Ética e Cultura 2 60 -
Teoria Museológica: museologia clássica e
nova museologia
2 60 -
Gestão Museológica 2 90 -
História da Arte: da pré-história ao realismo 2 90 -
Total 300 -
36
3º. Semestre Sem C.H.
Total
CH Prática
Profissional
Comunicação e Linguagem 3 60 -
Preservação e Conservação de Objetos em
Suporte Papel
3 60 25
História da Arte: impressionismo e
surrealismo
3 90 -
História do Brasil: da colônia ao império 3 90 -
Total 300 25
4º. Semestre Sem C.H.
Total
CH Prática
Profissional
Optativa de Formação I 4 60 -
Preservação e Conservação de Objetos
Tridimensionais
4 60 25
História do Brasil: República 4 90 -
Teoria Museológica: museologia social 4 90 -
Total 300 25
5º. Semestre Sem C.H.
Total
CH Prática
Profissional
Metodologia da Pesquisa Científica 5 60 -
Museologia e Gestão de Coleções 5 60 25
História da Arte: arte internacional e
brasileira no século XX
5 90 -
Estudos de Público em Museus 5 90 -
Total 300 25
6º. Semestre Sem C.H.
Total
CH Prática
Profissional
Optativa de Formação II 6 60 -
Museologia e Comunicação 6 60 25
Administração 6 90 -
Museologia e Curadoria 6 90 -
Total 300 25
37
Somatória dos Componentes Curriculares Sem C.H.
Total
CH Prática
Profissional
Total Disciplinas 1800 100
Estágio Curricular Supervisionado 4 ao 6 200
Prática Profissional 3 ao 6 100
Atividades Complementares 1 ao 6 60
Extensão Curricular 1 ao 6 240
Total 2400
DISCIPLINAS OPTATIVAS DE FORMAÇÃO OFERECIDAS: Direitos Humanos, Língua Brasileira de
Sinais, Educação Ambiental, Relações Étnico Raciais e Direitos Humanos, Turismo Cultural,
Marketing Cultural e Comunicação Digital.
OBS: AS OPTATIVAS DE FORMAÇÃO PODEM SOFRER ALTERAÇÕES DE ACORDO COM A
ANUÊNCIA DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE, COLEGIADO DE CURSO E APROVAÇÃO
PELOS ÓRGÃOS CONSEPE/CONSUP
11.3. Justificativa de Alteração referente ao ano
Para a ampliação das atividades de Extensão foram ajustadas as horas atribuídasà
Atividades Complementares que, em sua maior parte, passam a partir da matriz de 2023 a ser
orientadas pelos projetos de extensão curricular, o que dará mais qualidade e consistência às
atividades propostas (determinado pela Resolução nº7/2018). A carga horária do estágio
supervisionado também foi ajustada para este mesmo sentido, integralizando a partir da matriz
de 2023, 200 horas de estágio supervisionado.
11.5. Disciplina Língua Brasileira de Sinais
Nos últimos anos o Claretiano vem recebendo alunos público-alvo da Educação
Especial no ensino superior. Essa demanda tem sido impulsionada pela política de inclusão
implementada no Brasil desde 1994, a partir da Declaração de Salamanca. 
De acordo com as políticas nacionais educacionais de inclusão (BRASIL, 1994; BRASIL,
1996; BRASIL, 1997; BRASIL, 1999; SÃO PAULO, 2000; BRASIL, 2001; BRASIL, 2002;
BRASIL,2006) os alunos com necessidades especiais quando inseridos nos contextos comuns de
ensino devem encontrar um currículo que atenda a sua condição diferenciada. Em outras
palavras, a escola deve se adequar às necessidades do aluno viabilizando a sua aprendizagem
naquele contexto.
No contexto dos cursos de graduação, atendendo ao DECRETO Nº. 5.626, de 22 de
dezembro de 2005, que regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre
a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000, o
Claretiano implementou a disciplina de Libras nos cursos de Licenciatura em Pedagogia (desde
2006), com carga horária de 60 horas. 
A partir do ano de 2009, nos cursos de Letras e Educação Física do Claretiano, foram
incorporados como parte dos componentes curriculares a disciplina de Língua Brasileira de
38
Sinais, com carga horária de 30 horas, atendendo ao referido Decreto no Art 9º., inciso I (até
três anos, em vinte por cento dos cursos da instituição). 
No ano de 2010, o Claretiano implementou a disciplina de Língua Brasileira de Sinais,
com carga horária de 30 horas, em todas as licenciaturas como disciplina obrigatória e nos
demais cursos, pelo menos como disciplina optativa, considerada disciplina institucional. Cabe
salientar que a partir de 2013, a carga horária da disciplina, tanto nos cursos em que a mesma
é obrigatória, ou optativa de formação, é de 60 horas. 
Com o oferecimento da Língua Brasileira de Sinais o Claretiano pretende melhorar a
comunicação e interação entre aluno surdo e professores e alunos ouvintes; atender a
aprendizagem e desenvolvimento do aluno surdo no curso; dar condições de trabalho para os
professores dos diversos cursos; e incorporar a política de educação inclusiva. 
Especificamente no Curso, a disciplina Língua Brasileira de Sinais acontece como
Optativa de Formação.
11.6. Políticas de Educação Ambiental
As políticas de Meio Ambiente, propostas no PDI (2020-2024), vão ao encontro da
crescente demanda de recursos naturais e da discussão permanente contra a progressiva
degradação dos ecossistemas, requerendo o desenvolvimento de estudos voltados à geração
tanto de conhecimento como de subsídios para ações preventivas e corretivas das
interferências humanas.
Como atividades específicas, atendendo à Política Nacional de Meio Ambiente (PDI
2020-2024), a Lei nº 9.795, de 27/04/99, Decreto nº 4.281, de 25/06/02 e Resolução CNE/ CP
nº 2, de 15 de junho de 2012 (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental), o
curso é orientado a desenvolver atividades e reflexões capazes de conscientizar alunos e
professores em relação à discussão do meio ambiente, a partir da contextualização do tema
nas disciplinas Antropologia, Ética e Cultura, Educação Ambiental (Optativa de Formação) e
específicas do curso, além de articulações nos demais componentes curriculares obrigatórios
ofertados como: palestras, atividades de extensão, minicursos ou encontros científicos.
Quanto à articulação das Políticas de Educação Ambiental com a iniciação à pesquisa,
os alunos têm a possibilidade de participar do Encontro de Iniciação Científica, nos quais têm
acesso a palestras e a trabalhos de pesquisa próprios e de outros alunos relacionados a esse
tema. Cabe salientar que, além das proposições de ações propostas, o curso pode acrescentar
outras ações de acordo com as discussões e proposições do Núcleo Docente Estruturante,
Colegiado de Curso e aprovação pelos órgãos CONSEPE/CONSUP.
11.7. Políticas para as Questões Étnico-raciais 
De acordo com as Políticas Nacionais Educacionais para a Educação das Relações
Étnico-Raciais e para o Ensino de História da África e Cultura Afro-Brasileira (Resolução 1/2004;
Parecer CNE/CP 3/2004; 10.639/2003 e 11.645/2008), a Educação Superior deve incluir, nos
seus conteúdos de disciplinas e atividades curriculares dos cursos que ministram, a Educação
das Relações Étnico-Raciais, bem como o tratamento das questões e temáticas que dizem
respeito aos afrodescendentes, nos termos explicitados no Parecer CNE/CP 3/2004 (§ 1º,
Resolução 1/2004).
Para atender às políticas relacionadas acima e à Missão do Claretiano, a Instituição e
o curso vem implementando estratégias que visam “promover a educação de cidadãos
atuantes e conscientes no seio da sociedade multicultural e pluriétnica do Brasil, buscando
relações étnico-sociais positivas, rumo à construção de uma nação democrática” (Art. 2º,
Resolução 1/2004).
39
Portanto, o Claretiano assume uma postura aberta, dinâmica e sensível, buscando
responder às necessidades e expectativas do contexto externo no qual está inserido,
especificamente às políticas das relações étnico-raciais e ao seu Projeto Educativo (PEC, 2012).
A Instituição, considerando sua Missão, que busca sistematizar sua ação educacional
com uma visão de homem como “um ser único, irrepetível, constituído das dimensões
biológica, psicológica, social, unificadas pela dimensão espiritual, que é o núcleo do
ser-pessoa” (Projeto Educativo Claretiano, 2012), vem se reorganizando nos últimos anos para
responder “às especificidades do reconhecimento e valorização de identidade, história e
cultura afro-brasileiros, bem como a garantia de reconhecimento e igualdades de valorização
das raízes africanas da nação brasileira, ao lado das indígenas, europeias e asiáticas” (Art. 2º, §
2º, Resolução 1/2004).
Especificamente nos âmbitos do ensino, pesquisa e extensão, as ações envolvendo as
políticas para as questões étnico-raciais ocorrem na oferta da disciplina institucional
obrigatória “Antropologia, Ética e Cultura” e de optativas de formação voltadas à atualização e
aprofundamento da área de formação profissional e relacionada ao perfil do egresso e para a
articulação com as políticas de educação ambiental, políticas relacionadas às pessoas surdas,
dos direitos humanos e com políticas relacionadas às questões étnico-raciais e também a partir
das disciplinas específicas e outros componentes curriculares de cada curso, que podem ser
visualizados neste PPPC. 
Tais ações e articulações, além de atender as políticas nacionais para as questões
étnico-raciais, vão ao encontro da fundamentação da concepção de Pessoa Humana presente
no Projeto Educativo Claretiano (2012, p. 18):
a) respeito a cada pessoa como um ser único e singular;
b) respeito a cada pessoa como princípio de suas ações, de sua capacidade de
governar-se, tendo em vista sua liberdade;
c) respeito ao homem como uma totalidade e uma exigência de abertura e contato
com os outros.
11.8. Educação em Direitos Humanos
De acordo com as políticas nacionais de Direitos Humanos estabelecidas pela
Resolução CNE/CP no 1/2012 (Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos),
embasadas pelas legislações: Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948; Declaração
das Nações Unidas sobre a Educação e Formação em Direitos Humanos (Resolução
A/66/137/2011); a Constituição Federal de 1988; a Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (Lei nº 9.394/1996); Programa Mundial de Educação em Direitos Humanos (PME - DH
2005/2014), Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3/Decretonº 7.037/2009); Plano
Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH/2006), o Claretiano concebe a Educação
em Direitos Humanos inerente ao seu Projeto Educativo (2012, p. 17).
O Claretiano, considerando sua Missão, que busca sistematizar sua ação educacional
com uma visão de homem como “um ser único, irrepetível, constituído das dimensões
biológica, psicológica, social, unificadas pela dimensão espiritual, que é o núcleo do
ser-pessoa” (Projeto Educativo Claretiano, 2012, p. 15), busca a todo momento responder à
questão dos Direitos Humanos a partir de suas atividades pedagógicas e acadêmicas, tendo em
vista o atendimento das prerrogativas da Resolução CNE/CP no 1/2012, Art. 6º e Art. 7º, Incisos
I a III (2012, p. 2):
• Art. 6º A Educação em Direitos Humanos, de modo transversal, deverá ser
considerada na construção dos Projetos Político-Pedagógicos (PPP); dos Regimentos
Escolares; dos Planos de Desenvolvimento Institucionais (PDI); dos Programas
Pedagógicos de Curso (PPC) das Instituições de Educação Superior; dos materiais
40
didáticos e pedagógicos; do modelo de ensino, pesquisa e extensão; de gestão, bem
como dos diferentes processos de avaliação.
• Art. 7º A inserção dos conhecimentos concernentes à Educação em Direitos Huma-
nos na organização dos currículos da Educação Básica e da Educação Superior poderá
ocorrer das seguintes formas:
1) pela transversalidade, por meio de temas relacionados aos Direitos Humanos e
tratados interdisciplinarmente;
2) como um conteúdo específico de uma das disciplinas já existentes no currículo
escolar;
3) de maneira mista, ou seja, combinando transversalidade e disciplinaridade.
O curso tem sempre como premissa integrar ações que contemplem a
transversalidade e a interdisciplinaridade no contexto de seu Projeto Político-Pedagógico, em
disciplinas específicas, na disciplina institucional Antropologia, Ética e Cultura, na disciplina
Relações Étnico-Raciais e Direitos Humanos (Optativa de Formação); em demais componentes
curriculares obrigatórios, na Extensão e Iniciação à Pesquisa. 
Cabe salientar que, no decorrer do curso, todos os anos, é realizado o Encontro
Nacional Claretiano de Iniciação Científica ENCIC, nos quais todos os alunos serão convidados a
assistirem a palestras e apresentarem trabalhos pertinentes à área do curso e articulados com
o tema Direitos Humanos, além de articulações nos demais componentes curriculares
obrigatórios, ofertados, como palestras, atividades de extensão, minicursos ou encontros
científicos.
11.9. Disciplina Optativa de Formação
Regulamentada pela instituição, a disciplina Optativa de Formação está voltada para
a atualização e aprofundamento da área de formação profissional e relacionada ao perfil do
egresso.
Justifica-se pelos avanços científicos e tecnológicos em todos os campos do saber e a
necessidades de sua incorporação imediata nos currículos de formação; pela flexibilização
curricular e interdisciplinaridade; abertura democrática saudável entre a proposta curricular e
a escolha do aluno (no presencial; e pelo colegiado e núcleo docente estruturante na educação
a distância) e pela possibilidade de extensão universitária. 
Tem como objetivos: a promoção de competências e habilidades exigidas para a
formação profissional e humana em cada campo de estudo em nossos alunos; manutenção
dinâmica do currículo, flexibilização e atualização do mesmo em relação às necessidades e
realidades educacionais e sociais; a atenção à inclusão, quanto a educação do surdo, a
articulação com as políticas de educação ambiental; as políticas para a educação das relações
étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana; além de buscar a
interdisciplinaridade entre os campos do saber e as áreas de formação.
As optativas de formação podem sofrer alterações de acordo com a anuência do NDE,
colegiado de curso e aprovação pelos órgãos CONSEPE/CONSUP (Claretiano).
 
Optativa de Formação 01: Língua Brasileira de Sinais - Bacharelado
Carga horária: 60 h ou 80 h/a
Ementa: A disciplina Língua Brasileira de Sinais, em atendimento à Lei 10.436/02 e ao Decreto
Lei 5.626, de 22 de dezembro de 2005, pretende melhorar a comunicação e interação entre
aluno surdo e professores, tutores e alunos ouvintes; atender a aprendizagem e
desenvolvimento do aluno surdo no curso; dar condições de trabalho para os professores e
tutores dos diversos cursos; e incorporar a política de educação inclusiva. Para isso discutirá os
direitos da pessoa surda. A importância da Libras na comunicação e na educação do indivíduo
surdo. A história da pessoa surda. O indivíduo surdo e suas interações na sociedade. A
41
implementação do bilinguismo na atualidade. Vocabulário da Língua Brasileira de Sinais
(Libras). Libras em contexto. Diálogos em Libras. Gramática da Libras.
 
Bibliografia Básica
BAGGIO, Maria Auxiliadora; CASA NOVA, Maria da Graça. Libras. Curitiba: Intersaberes, 2017.
Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/129456/pdf/0. Acesso
em: 31 out. 2021.
PEDROSO, Cristina Cinto Araújo; ROCHA, Juliana Cardoso de Melo. Língua brasileira de sinais:
caderno de referência de conteúdo. Batatais, SP: Claretiano - Centro Universitário, 2013.
Disponível em: https://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/000029/00002902.pdf. Acesso em:
31 out. 2021.
PEREIRA, Maria Cristina da Cunha et al. Libras: conhecimento além dos sinais. São Paulo:
Pearson, 2011. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2658/pdf/0. Acesso em: 9 jun. 2021.
Bibliografia Complementar
LACERDA, Cristina Broglia Feitosa; SANTOS, Lara Ferreira dos; MARTINS, Vanessa Regina de
Oliveira (org.). Libras: aspectos fundamentais. Curitiba: InterSaberes, 2019. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/169745/pdf/0. Acesso em: 9 jun. 2016.
MORAIS, Carlos Eduardo Lima de et al. Libras. 2. ed. Porto Alegre: SAGAH, 2018. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595027305/cfi/0!/4/4@0.00:0.00.
Acesso em: 27 mar. 2021.
QUADROS, Ronice Müller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira: estudos
linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2007. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536311746/cfi/0!/4/4@0.00:0.00. 
Acesso em: 15 out. 2021.
SANTANA, Ana Paula. Surdez e linguagem: aspectos e implicações neurolinguísticas. São Paulo:
Summus, c2015. 5. ed. rev. e atual. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/177963/epub/0. Acesso em: 09 ago.
2021.
SILVA, Rafael Dias (org.). Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS. São Paulo: Pearson Education do
Brasil, 2015. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/35534/pdf/0. Acesso em: 09 ago. 2021.
Optativa de Formação 02: Educação Ambiental
Carga horária: 60 h ou 80 h/a
Ementa: Buscando o fortalecimento de práticas comprometidas com a construção de
sociedades justas e sustentáveis, fundadas nos valores da liberdade, igualdade, solidariedade,
democracia, justiça social, responsabilidade, sustentabilidade e educação como direito de
todos as políticas para a Educação Ambiental (Lei nº 9.795/99, Decreto nº 4.281/02 e
Resolução CNE/CP nº 2/12), a disciplina aborda a educação ambiental: concepções e histórico;
princípio, objetivos e caminhos da EA; desenvolvimento sustentável e educação para a
sustentabilidade; diretrizes para operacionalização do Programa Nacional de Educação
Ambiental: ações educativas, práticas, instrumentos e metodologias no processo de Gestão
Ambiental.
 
Bibliografia Básica
PINOTTI, Rafael. Educação Ambiental para o século XXI: no Brasil e no mundo. São Paulo:
Blucher, 2016. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788521210566/cfi/0!/4/2@100:0.00.
Acesso em: 12 out. 2020.
42
RUSCHEINSKY, Aloisio. Educação ambiental: abordagens múltiplas. 2. ed. rev. e amp. Porto
Alegre: Penso, 2012. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788563899873/cfi/0!/4/2@100:0.00.
Acesso em: 12 out. 2020.
SATO, Michèle;CARVALHO, Isabel. Educação ambiental: pesquisa e desafios. Porto Alegre:
Artmed, 2008. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536315294/cfi/0!/4/4@0.00:65.7.
Acesso em: 12 out. 2020. 
Bibliografia Complementar
BARBIERI, José Carlos; SILVA, Dirceu da. Educação ambiental na formação do administrador.
São Paulo: Cengage Learning, 2011. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522112616/cfi/0!/4/2@100:0.00.
Acesso em: 12 out. 2020.
DIAS, Reinaldo. Sustentabilidade: origem e fundamentos: educação e governança global:
modelo de desenvolvimento. São Paulo: Atlas, 2015. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522499205/cfi/0!/4/4@0.00:65.1.
Acesso em: 12 out. 2020.
LEITE, José Rubens Morato; AYALA, Patryck de Araújo. Dano ambiental. 8. ed. Rio de Janeiro:
Forense, 2020. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788530988531/cfi/6/2!/4/2@0.00:0.
Acesso em: 12 out. 2020.
MANSOLDO, Ana. Educação ambiental na perspectiva da ecologia integral: como educar neste
mundo em desequilíbrio?. Belo Horizonte: Autêntica, 2012. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788565381505/cfi/0!/4/2@100:0.00.
Acesso em: 12 out. 2020.
PHILIPPI JUNIOR, Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi (coord.). Educação ambiental e
sustentabilidade. 2. ed. rev. e atual. Barueri, SP: Manole, 2014. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520445020/cfi/0!/4/4@0.00:11.1.
Acesso em: 12 out. 2020.
 
Optativa de Formação 04: Direitos Humanos
Carga horária: 60 h ou 80 h/a
Ementa: Buscando atender às políticas nacionais para os Direitos Humanos e o que inerente à
pessoa humana, a disciplina aborda a definição e origem dos direitos humanos; sistemas
nacional e internacional de proteção dos direitos humanos; direitos civis e políticos; direitos
econômicos sociais e culturais; áreas temáticas dos direitos humanos, a saber: racismo,
discriminação gênero e orientação sexual; direitos das pessoas com deficiência; direitos sexuais
e reprodutivos; combate ao trabalho escravo e infantil; previdência e assistência social, assédio
sexual e moral e a responsabilidade social das empresas.
Bibliografia Básica
FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Direitos humanos fundamentais. 15. ed. São Paulo:
Saraiva, 2016. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788502208537/cfi/0!/4/4@0.00:27.0.
Acesso em: 27 fev. 2021.
MALHEIRO, Emerson. Curso de direitos humanos. São Paulo: Atlas, 2016. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788597006537/cfi/6/10!/4/22/2@0:100.
Acesso em: 05 dez. 2021.
PINSKY, Jaime (org.). Práticas de cidadania. São Paulo: Contexto, 2004. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/1420/pdf/0. Acesso em: 8 ago. 2021. 
43
Bibliografia Complementar
ARAKAKI, Fernanda Franklin Seixas. Direitos humanos. Porto Alegre: SAGAH, 2018. Disponível
em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595025370/cfi/1!/4/4@0.00:37.5.
Acesso em: 05 dez. 2021. 
FREITAS, Fátima e Silva de. A diversidade cultural como prática na educação. Curitiba:
InterSaberes, 2012. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6173/pdf. Acesso em: 05 dez. 2021. 
LOEWE, Daniel. Multiculturalismo e direitos culturais. Caxias do Sul, RS: Educs, 2011.
Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/3085/pdf. Acesso em: 05
dez 2019.
LOPES FILHO, Artur Rodrigo Itaqui et al. Ética e cidadania. Porto Alegre: SAGAH, 2018.
Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595024816/cfi/1!/4/4@0.00:37.5.
Acesso em: 05 dez. 2021..
SCARANO, Renan Costa Valle et al. Direitos Humanos e diversidade. Porto Alegre: SAGAH,
2018. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595028012/cfi/1!/4/4@0.00:37.5.
Acesso em: 05 dez. 2021.
SIQUEIRA JÚNIOR, Paulo Hamilton; OLIVEIRA, Miguel Augusto Machado de. Direitos
humanos: liberdades públicas e cidadania. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2016. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788502636521/cfi/4!/4/4@0.00:0.00.
Acesso em: 05 dez. 2021.
Optativa de Formação 04: Relações Étnico-Raciais e Direitos Humanos
Carga horária: 60 h ou 80 h/a
Ementa: Buscando atender às políticas nacionais para os Direitos Humanos e de promoção
para a educação para as Relações Étnico-Raciais a disciplina aborda: A definição e origem dos
direitos humanos. Direitos civis e políticos; direitos econômicos, sociais e culturais. Relações
Étnico-Raciais e a formação sócio-histórica da sociedade brasileira. Cultura e Diversidade.
Racismo e preconceito: as implicações para a população negra e indígena. Racismo
Institucional. Relações Étnico-Raciais e Infância. Ações afirmativas. Racismo, Preconceito e
Violência. Educação e promoção da igualdade étnico-racial.
 
Bibliografia Básica
CHICARINO, Tathiana (org.). Educação nas relações étnico-raciais. São Paulo: Pearson, c2016.
Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/35794/pdf/0. Acesso em:
8 jul. 2021.
FERREIRA, Marrielle Maia Alves. Direitos humanos: guia de disciplina: caderno de referência de
conteúdo. Batatais, SP: Claretiano, 2010. Disponível em:
https://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/00005b/00005b7a.pdf. Acesso em: 18 mar. 2021. 
MICHALISZYN, Mario Sérgio. Relações étnico-raciais para o ensino da identidade e da
diversidade cultural brasileira. Curitiba: Intersaberes, 2014. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/14889/pdf/0. Acesso em: 22 jun. 2021.
Bibliografia Complementar
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade
Racial. Diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o
ensino de história e cultura afro-brasileira e africana. Brasília: MEC / INEP, 2004. Disponível
em: http://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/00007e/00007ee8.pdf. Acesso em: 22 jun. 2021.
44
https://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/00005b/00005b7a.pdf
https://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/00005b/00005b7a.pdf
CARNEIRO, Sueli. Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil. São Paulo: Selo Negro, c2011. 
Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/36950/pdf/0. Acesso em:
22 jun. 2021.
DORETO, Daniela Tech. Questão social, direitos humanos e diversidade. Porto Alegre: SAGAH,
2018. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595027619/cfi/1!/4/4@0.00:37.5.
Acesso em: 05 dez. 2021.
MALHEIRO, Emerson. Curso de direitos humanos. São Paulo: Atlas, 2016. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788597006537/cfi/6/10!/4/22/2@0:100.
Acesso em: 05 dez. 2021.
MARÇAL, José Antônio; LIMA, Silvia Maria Amorim. Educação escolar das relações
étnico-raciais: história e cultura afro-brasileira e indígena no Brasil. Curitiba: Intersaberes,
2015. Disponível em: hhttps://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/30117/pdf/0.
Acesso em: 22 jun. 2021. 
SIQUEIRA JÚNIOR, Paulo Hamilton; OLIVEIRA, Miguel Augusto Machado de. Direitos humanos:
liberdades públicas e cidadania. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2016. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788502636521/cfi/4!/4/4@0.00:0.00.
Acesso em: 05 dez. 2021.
12. EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE MUSEOLOGIA -
BACHARELADO
1º. Ano – 1º. Semestre
Disciplina: Sociologia
Carga horária: 60h
Ementa: A Sociologia tem como sentido principal proporcionar ao aluno ferramentas para
compreender o contexto social, cultural e institucional em que se insere como ser humano e
como profissional. Por meio das teorias que formam o sistema conceitual sociológico o aluno
entenderá que cada indivíduo é o resultado de um contexto social maior, que determina
regras, impõe tradições e padrões de comportamento. Compreenderá ainda que está inserido
em uma sociedade desigual, que exclui e marginaliza determinados grupos sociais, em
detrimento de outros. Por meio da reflexãoproporcionada por essa disciplina, aprenderá que
há estratégias para romper com essa lógica, que podem constituir uma sociedade mais
solidária e mais coesa, pautada pela ética e pela valorização do ser humano. Para isso, serão
abordados os seguintes conteúdos: Uma introdução ao estudo da Sociologia. Rupturas na
história: inquietações, desafios, novos rumos no contexto do surgimento da sociologia. Estudo
científico da sociedade. Sociologia: concepções, conceitos, perspectivas. Sociologia
contemporânea: velhas e novas questões sociais. Desigualdade social: grupos minoritários,
preconceito e discriminação. Trabalho na contemporaneidade. Emprego, desemprego,
globalização, neoliberalismo. Cultura organizacional. Cidadania e responsabilidade Social.
Estrutura organizacional. Poder organizacional. Mudança organizacional.
Objetivo Geral da Disciplina:
Compreender o conceito de desnaturalização de fenômenos sociais. Analisar cientificamente
problemas históricos e culturais.
Objetivos Específicos da Disciplina:
Discutir o processo histórico de consolidação da Sociologia como ciência. Avaliar os conceitos
de minoria, discriminação, preconceito e problema social. Compreender as contradições do
sistema capitalista. Analisar globalização, neoliberalismo e seus impactos sociais. Verificar as
modificações no mercado de trabalho com o capitalismo flexível. Estudar os conceitos
45
principais da Sociologia das organizações. Compreender o conceito de responsabilidade social
empresarial. Perceber cidadania empresarial como uma mudança no contexto empresarial.
Tipos de Conteúdo:
Conteúdo Prático: Por meio da reflexão proporcionada por essa disciplina, aprenderá que há
estratégias para romper com essa lógica da exclusão social, que podem constituir uma
sociedade mais solidária e mais coesa, pautada pela ética e pela valorização do ser humano.
Conteúdo Teórico: Por meio das teorias que formam o sistema conceitual sociológico o aluno
entenderá que cada indivíduo é o resultado de um contexto social maior, que determina
regras, impõe tradições e padrões de comportamento. Compreenderá ainda que está inserido
em uma sociedade desigual, que exclui e marginaliza determinados grupos sociais, em
detrimento de outros.
Ciclos de Aprendizagem 1: A Sociologia tem como sentido principal proporcionar ao aluno
ferramentas para compreender o contexto social, cultural e institucional em que se insere
como ser humano e como profissional.
Detalhamento: A sociedade do século XIX. O nascimento da Sociologia como ciência. Os
fundadores da Sociologia. O pensamento de Comte.
Ciclo de Aprendizagem 2: Por meio das teorias que formam o sistema conceitual sociológico o
aluno entenderá que cada indivíduo é o resultado de um contexto social maior, que determina
regras, impõe tradições e padrões de comportamento.
Detalhamento: A Sociologia funcionalista. A Sociologia compreensiva.
A Sociologia marxista. As contradições do capitalismo.
Ciclo de Aprendizagem 3: Compreenderá ainda que está inserido em uma sociedade desigual,
que exclui e marginaliza determinados grupos sociais, em detrimento de outros.
Detalhamento: Discriminação e preconceito. Minorias. Exclusão social e marginalização.
Levantamento social e pesquisa social.
Ciclo de Aprendizagem 4: Por meio da reflexão proporcionada por essa disciplina, aprenderá
que há estratégias para romper com essa lógica, que podem constituir uma sociedade mais
solidária e mais coesa, pautada pela ética e pela valorização do ser humano.
Detalhamento: Sociologia do trabalho. Globalização. Capitalismo flexível.A nova divisão do
trabalho.
Ciclo de Aprendizagem 5: Para isso, serão abordados os seguintes conteúdos: Uma introdução
ao estudo da Sociologia. Rupturas na história: inquietações, desafios, novos rumos no contexto
do surgimento da sociologia. Estudo científico da sociedade. Sociologia: concepções, conceitos,
perspectivas. Sociologia contemporânea: velhas e novas questões sociais. Desigualdade social:
grupos minoritários, preconceito e discriminação. Trabalho na contemporaneidade. Emprego,
desemprego, globalização, neoliberalismo. Cultura organizacional. Cidadania e
responsabilidade Social. Estrutura organizacional. Poder organizacional. Mudança
organizacional.
Detalhamento: Sociologia das organizações. Responsabilidade social e ambiental. Estrutura
organizacional. Hierarquia e poder organizacional.
Bibliografia Básica
BASAGLIA, Claudete Camargo Pereira. Sociologia geral. Batatais, SP: Claretiano - Centro
Universitário, 2013. Disponível em:
https://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/000044/0000445f.pdf. Acesso em: 01 abr. 2016. 
Justificativa: A obra de Basaglia (2013) apresenta uma abordagem didática do surgimento da
Sociologia como ciência e disciplina acadêmica. Dessa forma, possibilita ao aluno, ainda no
início da disciplina, compreender o contexto histórico do surgimento da mesma. Assim, ao
contextualizar o nascimento de uma ciência, a autora trabalha com conceitos fundamentais
para qualquer profissional, ou seja, o método científico. A obra ainda discute temas
fundamentais para a Sociologia, como pobreza, desigualdade social, preconceito,
discriminação, minorias, entre outros. Um dos méritos da obra é trazer as diferentes
46
https://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/000044/0000445f.pdf
https://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/000044/0000445f.pdf
abordagens dos autores fundadores da Sociologia, mostrando, assim, uma das principais
características dessa disciplina, que é a polifonia, ou seja, não ser formada por um pensamento
único, mas sim por uma pluralidade de percepções sobre a realidade social. Isso proporcionará
ao profissional uma visão polissêmica da vida em sociedade, possibilitando uma abertura para
a diversidade e a capacidade de posicionamento amplo.
DIAS, Reinaldo. Introdução à sociologia. 2. ed. São Paulo: Perason Prentice Hall, 2009.
Disponível em:
https://bv4.digitalpages.com.br/?term=Dias%2C%2520reinaldo%2520&searchpage=1&filtro=a
utores&from=autor%2F335%2FDias%2C%252520Reinaldo&page=_1&section=0#/legacy/1093.
Acesso em: 25 abr. 2019.
Justificativa: A obra de Dias (2009) contribui para a disciplina Sociologia pela distribuição de
inúmeros temas que são abordados pela literatura especializada na área. Além disso,
contribuirá para o futuro profissional do aluno ao proporcionar um olhar para a contradições
da nossa sociedade, de ampla injustiça social. O livro aborda de forma científica as diversas
instituições sociais, como a família, a educação, a religião, o Estado, entre outras,
possibilitando a ruptura com o senso comum sobre tais tema. Ao final do livro, o autor discute
as possibilidades de mudanças sociais, tornando nosso mundo um lugar mais justo e humano.
Para isso, trata de temas centrais no mundo de hoje, como a ecologia e os movimentos sociais,
possibilitando ao futuro profissional se inserir como ator de transformação da realidade social.
SILVA, Renata Nascimento. Sociologia aplicada: caderno de referência de conteúdo. Batatais,
SP: Claretiano - Centro Universitário, 2013. Disponível em:
https://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/000028/000028c6.pdf. Acesso em: 29 out. 2014. 
Justificativa: A obra de Silva (2013) discute conceitos sociológicos aplicados à saúde
contemporânea, tendo como principais eixos: o mundo do trabalho e o mundo organizacional.
A partir dos estudos sobre o mundo do trabalho, o aluno conhecerá o período atual do
capitalismo e o processo de globalização, entendendo como sua biografia profissional irá se
estabelecer em meio a condições históricas específicas. Além disso, a obra propicia uma
reflexão sobre o trabalho decente, que tem sido discutido inclusive pela OIT e que promove um
pensamento crítico sobre a dignidade do trabalhador. Na segunda parte da obra o aluno
compreenderá como as empresas se organizam, como funcionam os processos de trabalho e
como se institucionalizam relações de poder nas empresas, preparando-os para o futuro no
contexto das empresas privadas e até organizações públicas. Finalmente, ao final da disciplina,
a obra abordará(2023), cujo diploma está em expedição para
validação no país. É professor credenciado junto ao Programa de Pós-graduação Mestrado
Profissional em Planejamento e Análise de Políticas Públicas da Unesp. Coordenador dos
cursos de graduação em História - Licenciatura e Museologia - Bacharelado, no Claretiano
Centro Universitário, onde atua como professor desde 2005.
5
Sumário
1. APRESENTAÇÃO/ INTRODUÇÃO..........................................................................................9
2. HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO.............................................................................................. 9
2.1. Congregação dos Missionários Claretianos: Visão Histórica............................................10
2.2. Claretiano - Centro Universitário de Batatais: Visão Histórica ........................................11
2.3. Educação a Distância do Claretiano: visão histórica........................................................12
3. MISSÃO DO CLARETIANO - CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BATATAIS.....................................16
4. CURSO DE GRADUAÇÃO EM MUSEOLOGIA - BACHARELADO: HISTÓRIA, CONCEPÇÃO E
EMBASAMENTO LEGAL.........................................................................................................16
4.1. Missão e Filosofia do Curso de Graduação em Museologia - Bacharelado...................... 21
5. IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS CONSTANTES DO PLANO DE
DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL – PDI NO ÂMBITO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM
MUSEOLOGIA - BACHARELADO............................................................................................ 21
6. JUSTIFICATIVA DA OFERTA DO CURSO E VAGAS................................................................23
6.1. Contextualização e características socioeconômica e demográficas das regiões dos Polos:
presença do Curso de Museologia - Bacharelado.................................................................. 24
7. PERFIL.............................................................................................................................. 25
7.1. Perfil Ingressante (público que inicia o curso)............................................................... 25
7.2. Perfil Inicial (1º Ano)......................................................................................................25
7.3. Perfil Intermediário (2º ano)..........................................................................................26
7.4. Perfil Egresso (3º ano)...................................................................................................26
8. OBJETIVOS........................................................................................................................27
8.1. Objetivos Iniciais........................................................................................................... 28
8.2. Objetivos Intermediários............................................................................................... 28
8.3. Objetivos Egresso.......................................................................................................... 28
9. COMPETÊNCIAS................................................................................................................29
10. ATRIBUIÇÕES NO MERCADO DE TRABALHO.................................................................... 30
11. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR.......................................................................................... 30
11.1 Matriz Curricular...........................................................................................................32
11.2. Detalhamento da Matriz Curricular..............................................................................34
11.2.1 Matriz Curricular - Graduação em Museologia Bacharelado - Fevereiro de 2022.........34
11.2.2 Matriz Curricular - Graduação em Museologia Bacharelado - Fevereiro de 2023.........36
11.3. Justificativa de Alteração referente ao ano...................................................................38
11.5. Disciplina Língua Brasileira de Sinais............................................................................ 38
11.6. Políticas de Educação Ambiental..................................................................................39
11.7. Políticas para as Questões Étnico-raciais ..................................................................... 39
11.8. Educação em Direitos Humanos...................................................................................40
11.9. Disciplina Optativa de Formação..................................................................................41
12. EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE MUSEOLOGIA -
BACHARELADO.....................................................................................................................45
12.1. Considerações acerca das Bibliografias Básicas e Complementares............................ 102
6
13. UNIFICAÇÃO DOS PROJETOS POLÍTICO-PEDAGÓGICOS (CLARETIANO – REDE DE
EDUCAÇÃO) .......................................................................................................................102
14. PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS E MODALIDADE............................................................. 103
14.1. Modalidade a Distância............................................................................................. 104
14.2. Sistema Gerenciador de Aprendizagem – Sala de Aula Virtual....................................106
14.3. Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs ......................................................108
14.4. Material Didático Mediacional .................................................................................. 110
14.5. Processo de Controle de Produção ou Distribuição de Material Didático (Logística)... 112
15. O CURSO DE MUSEOLOGIA - BACHARELADO NO CONTEXTO DA PANDEMIA COVID-19.. 112
15.1. Ações de enfrentamento à Pandemia Covid-19: Coordenação de Curso..................... 118
16. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO......................................................................118
16.1. Formas de Acompanhamento.................................................................................... 121
17. EXTENSÃO CURRICULAR............................................................................................... 122
17.1. Formas de Acompanhamento.................................................................................... 123
17.2. Relatórios e Registro das Atividades..........................................................................124
19. ATIVIDADES COMPLEMENTARES (A.C.)..........................................................................124
19.1. Formas de Acompanhamento.................................................................................... 125
19.2. Relatórios e Registro das Atividades...........................................................................126
21. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM..............126
21.1. Sistema de autoavaliação do Projeto Político Pedagógico do Curso............................ 126
21.2. Avaliação dos processos ensino e aprendizagem ....................................................... 127
22. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA........................................................................130
22.1. Administração Acadêmica do Curso - Coordenação de Curso......................................130
22.2. Organização Acadêmico Administrativa – Secretaria Geral ....................................... 132
23. DISCENTES................................................................................................................... 134
23.1. Política de Atendimento ao Discente: apoio pedagógico e mecanismos de nivelamento..
134
23.2. Participação dos alunos em eventos internos, externos e extensão ........................... 136
23.3. Acompanhamento Psicopedagógico/ Pradi................................................................temas referentes à responsabilidade empresarial social e ambiental,
proporcionando uma reflexão humana sobre a necessidade de maior consciência ambiental e
sobre uma sociedade mais justa.
Bibliografia Complementar
AMARAL, Felipe Bueno; MÜHL, Camila. Fundamentos em ciências sociais. Curitiba:
Intersaberes, 2017. Disponível em:
https://bv4.digitalpages.com.br/?term=fundamentos%2520em%2520ciencias%2520sociais&se
archpage=1&filtro=todos&from=busca&page=0§ion=0#/edicao/149579. Acesso em: 13 nov.
2018. 
MARTINS, José Ricardo. Introdução a sociologia do trabalho. Curitiba: Intersaberes, 2017.
Disponível em:
https://bv4.digitalpages.com.br/?term=Introducao%2520a%2520sociologia%2520do%2520tra
balho&searchpage=1&filtro=todos&from=busca&page=0§ion=0#/edicao/122478. Acesso em:
13 nov. 2018. 
NERY, Maria Clara Ramos. Sociologia contemporânea. Curitiba: Intersaberes, 2017. Disponível
em:
https://bv4.digitalpages.com.br/?term=sociologia%2520contemporanea&searchpage=1&filtro
=todos&from=busca&page=0§ion=0#/edicao/128919. Acesso em: 14 dez. 2018.
47
https://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/000028/000028c6.pdf
https://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/000028/000028c6.pdf
PAIXÃO, Alessandro Eziquiel da. Sociologia Geral. Curitiba: Intersaberes, 2012. Disponível em:
https://bv4.digitalpages.com.br/?term=Sociologia%2520Geral&searchpage=1&filtro=todos&fr
om=busca&page=-2§ion=0#/legacy/6055. Acesso em: 25 jan. 2019. 
PLÜMER, Ellen et al. Sociedade e contemporaneidade. Curitiba: Intersaberes, 2018. Disponível
em:
https://bv4.digitalpages.com.br/?term=Sociedade%2520e%2520contemporaneidade&searchp
age=1&filtro=todos&from=busca&page=0§ion=0#/edicao/149589. Acesso em: 13 dez. 2018. 
Justificativa Geral das Bibliografias Complementares: A obra de Amaral e Muhl (2017) tem o
mérito de trazer uma análise epistemológica da Sociologia de forma bastante didática,
possibilitando que o aluno ingressante possa compreendê-la e, ao mesmo tempo, possibilitará
que o estudante adquira conceitos iniciais sobre a epistemologia das ciências. Ainda, os
autores discutem temas típicos da sociedade brasileira, como o racismo e a identidade
nacional. A disciplina Sociologia tem como um de seus objetivos possibilitar que o aluno e
futuro profissional entenda-se como sua biografia de vida relaciona-se com o processo
histórico e institucional da sociedade contemporânea. Assim, a obra de Martins (2017)
permite ao aluno compreender as condições do mundo do trabalho e as condições de sua
inserção profissional no mesmo. Por sua vez, a obra de Nery (2017) aborda os autores de maior
destaque na Sociologia contemporânea, possibilitando ao aluno um novo olhar sobre temas da
sua realidade e da sua vivência cotidiana. A disciplina de Sociologia também tem como foco
desnaturalizar fenômenos sociais por meio de um fenômeno denominado pelos sociólogos de
estranhamento, ou seja, para a literatura especializada o ser humano é bio/psico/social e
determinado por questões históricas e culturais. A obra de Paixão (2012) possibilitará ao aluno
constituir um novo pensamento sobre o ser humano e, como profissional, tratar os indivíduos
com dignidade e solidariedade, compreendendo-os como parte de um sistema maior e mais
complexo, que é a própria sociedade. Finalmente, na obra de Plumer et al (2018), são
apresentados aos alunos uma introdução ao pensamento político democrático, possibilitando
ao futuro profissional posicionar-se sobre as questões políticas do país e compreender como as
questões políticas influenciam no mercado de trabalho e no desenvolvimento empresarial.
Disciplina: Estética Artística
Carga Horária: 60 h
Ementa: A disciplina apresenta os estudos dos fundamentos da estética e da filosofia da arte,
fazendo com que o aluno apreenda os principais conteúdos da análise estética de uma obra de
arte, além de discutir o conceito de belo ao longo da história da produção artística da
humanidade. O estudo desta disciplina inicia-se com uma apresentação introdutória e geral à
reflexão estética, poética e crítica sobre a obra de arte. Provoca discussões sobre o conceito de
belo e o prazer estético para importantes filósofos desde a Antiguidade Clássica com Platão e
Aristóteles, passando pela Idade Média com Plotino, Santo Agostinho e São Tomás de Aquino,
e a partir da era moderna com a reflexão de filósofos como Kant, Hegel, e Nietzsche. Além
disso, discute os paradigmas estéticos da Modernidade e Pós-modernidade, analisando o
contexto histórico do século XX e suas mudanças artísticas. Discute também as importantes
questões que envolvem a função social da arte e apresenta abordagens em outros problemas
da produção, recepção e circulação da obra de arte em diferentes contextos histórico-culturais.
Objetivo Geral da Disciplina:
A disciplina de Estética Artística apresenta o estudo dos fundamentos da estética e da filosofia
da arte. Realiza uma introdução à reflexão estética, poética e crítica sobre a obra de arte.
Discute sobre o conceito de belo, prazer estético, a função social da arte e outros problemas da
produção, recepção e circulação da obra de arte em diferentes contextos histórico-culturais,
importantes para que o futuro arte educador tenha consciência de seu papel.
Objetivos Específicos da Disciplina:
48
Compreender a Estética como disciplina filosófica e fonte de debates sobre as Artes. Conhecer
os principais filósofos e suas teorias em relação ao belo e a crítica do gosto. Entender como se
constrói os juízos de valores em relação ao belo dentro das Artes. Aplicar o conteúdo estético
em análises e disciplinas artísticas.
Tipos de Conteúdo:
Conteúdo Prático: Os conteúdos vistos nesta disciplina trazem uma reflexão sobre como a
Estética, seus valores e conceitos, modificam ao longo do tempo, de modo a entender como os
juízos estéticos, e o conceito de belo é construído dentro da sociedade.
Conteúdo Teórico: Compreender a Estética como disciplina filosófica, que discute sobre o
conceito de belo, e como este é discutido em relação às Artes e a sociedade.
Ciclos de Aprendizagem e Detalhamento de Conteúdos
Ciclo de Aprendizagem 1: Entender a Estética como disciplina filosófica, compreendendo seus
conceitos e o que vem a ser uma análise estética. Estudar sobre a Estética Grega, e seus
principais filósofos. Compreender a Estética Chinesa.
Detalhamento: Entender o que é Estética enquanto disciplina filosófica. Compreender como se
faz uma análise estética.Estética Grega. Estética Chinesa.
Ciclo de Aprendizagem 2: Compreender a estética cristã, e sobre a estética medieval, a partir
de filósofos como Plotino, Santo Agostinho e São Tomás de Aquino. Estudar os estilos artísticos
medievais. Entender o contexto histórico do Renascimento, e suas principais características
artísticas, e entender a estética nos séculos 16 e 17.
Detalhamento: Estética cristã. Estética na Idade Média. Renascimento. Estética nos séculos 16
e 17.
Ciclo de Aprendizagem 3: Estudar os conceitos na área de Estética para os filósofos Kant,
Hegel, Schopenhauer, Schiller e Nietzsche. Compreender as mudanças artísticas a partir de
meados do século 19, com o fim do academicismo nas artes, e o surgimento do
Impressionismo e do Pós-Impressionismo.
Detalhamento: Estética para Kant e Hegel. Estética para Schopenhauer e Shiller. Estética para
Nietzsche. O Romantismo. O fim do academicismo nas Artes: o Impressionismo.
Ciclo de Aprendizagem 4: Compreender a estética modernista a partir de seus principais
movimentos, e entender como o Modernismo proporcionou um novo entendimento do que
vem a ser a Arte.
Detalhamento: O contexto histórico do fim do século 19 e início do século 20. As vanguardas
européias. A retirada da moldura. As transformações causadas pelas vanguardas e seu reflexo
na estética moderna.
Ciclo de Aprendizagem 5: Compreender o contexto histórico e artístico pós Segunda Guerra
Mundial. Estudar o conceito de ato criador. A crise na arte. Estudar sobre o Expressionismo
Abstrato, a Pop Arte, a Arte Conceitual. Aprender sobre o conceito de pós-modernismo e a
Arte Contemporânea.
Detalhamento:A crise da Arte. Expressionismo Abstrato. O ato criador. Arte conceitual. O
pós-modernismo e a Arte Contemporânea.
Bibliografia Básica:
BENJAMIN, Walter. Estética e Sociologia da Arte. 1º ed. São Paulo: Editora Autêntica, 2017.
Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/192675. Acesso em: 25
jan. 2022.
Justificativa: Trata-se de um dos autores mais importantes nos estudos da estética moderna.
Aborda a função da arte num mundo em que essa é reproduzida de forma a retirar-lhe a aura
de obra de arte. É uma obra que aguça o pensamento crítico do aluno em relação ao consumo
da arte como mercadoria.
MATUCK, A.; BERTOL, C. C. R.; MIELZYNSKA, M. G. Estética I. Batatais: Claretiano, 2013.
Justificativa: Trata-se do primeiro Caderno de Referência de Conteúdo da disciplina Estética
Artística. Neste, o aluno estudara sobre os conceitos da análise estética, os principais filósofos
49
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/192675
da Antiguidade Clássica e da Idade Média e as transformações artísticas e filosóficas trazidas
pelo Renascimento. O aluno ao final da disciplina e do curso saberá identificar as ideias dos
filósofos estudados e terá base teórica para realizar uma análise estética.
MATUCK, A.; BERTOL, C. C.; MIELZINSKA, M. G. Estética II. Batatais: Claretiano, 2013.
Justificativa: Este é o segundo Caderno de Referência de Conteúdo da disciplina Estética
Artística. Nesta obra, o aluno estudará as principais mudanças da arte após o Renascimento,
estudará as teorias estéticas de filósofos como Hegel, Kant e Nietzsche, e compreenderá as
mudanças da arte e da estética a partir dos movimentos artísticos do século XX e da
contemporaneidade. O aluno ao final da disciplina terá base teórica para fazer a análise de
obras de arte contemporâneas.
NOYAMA, S. Estética e filosofia da arte. Curitiba: InterSaberes, 2016. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/37955. Acesso em: 25 jan. 2022.
Justificativa: Este livro traz um panorama sobre os principais teóricos e fundamentos estéticos
ao longo da história desta disciplina filosófica. De forma simples, o aluno Claretiano conseguirá
compreender e formar um pensamento crítico em relação às discussões sobre o belo a partir
de diferentes contextos.
Bibliografia Complementar:
FERREIRA, G. P. O conceito de belo em geral na estética de Hegel: conceito, ideia e verdade.
Disponível em: https://ufsj.edu.br/portal-repositorio/File/revistametanoia/7_GUILHERME.pdf
. Acesso em: 25 jan. 2022.
FURTADO, Rita Márcia Magalhães. Estética e Arte Moderna: confluências. Disponível em:
https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/778/o/2009.GT1_FURTADO_-_estetica_e_arte_moderna
.pdf Acesso em: 25 jan. 2022.
GREUEL, M. da V. Da “Teoria do belo” à “Estética dos sentidos”. Reflexões sobre Platão e
Friedrich Schiller. Disponível em:
https://periodicos.ufsc.br/index.php/literatura/article/view/5362. Acesso em: 25 jan. 2022.
HEGEL, G.W.F. Estética: textos seletos. 1º ed. São Paulo: Ícone Editora, 2020. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/184872. Acesso em: 25 jan. 2022.
SANTOS, Leonel Ribeiro dos. A concepção Kantiana da experiência estética: novidades, tensões
e equilíbrios. Disponível em:
https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732010000200004 . Acesso
em: 25 jan. 2022.
TAVARES, Renata. NOYAMA, Simon. Reflexões sobre arte e filosofia. Curitiba: Editora
Intersaberes, 2019. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/169512. Acesso em: 25 jan. 2022.
Justificativa:
As bibliografias complementares da disciplina Estética Artística trazem a possibilidade do aluno
Claretiano aprofundar seus conhecimentos nesta disciplina. Os conceitos estéticos estão
intrinsecamente relacionados à História da Arte e às mudanças históricas, sociais e artísticas da
humanidade. Posto isso, percebe-se que os autores trabalham dentro dessas disciplinas:
História, História da Arte, Filosofia e Estética. Ao longo das Unidades dos Cadernos de
Conteúdo da disciplina Estética Artística o aluno estudará os conceitos estéticos relacionados à
filosofia, ao entendimento do belo e do que vem a ser a recepção estética, sempre relacionada
ao desenvolvimento histórico da humanidade. Ao final do curso de Licenciatura em Artes
Visuais, o ex-aluno saberá caracterizar esteticamente a obra de arte, analisando a partir dos
conceitos filosóficos estudados.
Disciplina: Museologia e Educação
Carga Horária: 90 h
Ementa: A disciplina Museologia e Educação, no contexto do curso de Bacharelado em
Museologia, visa contribuir para a compreensão integral da função dos museus como
50
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/37955
https://ufsj.edu.br/portal-repositorio/File/revistametanoia/7_GUILHERME.pdf
https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/778/o/2009.GT1_FURTADO_-_estetica_e_arte_moderna.pdf
https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/778/o/2009.GT1_FURTADO_-_estetica_e_arte_moderna.pdf
https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/778/o/2009.GT1_FURTADO_-_estetica_e_arte_moderna.pdf
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/184872
https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732010000200004
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/169512
equipamentos culturais de preservação da memória, constituintes da identidade de todos nós,
como fenômeno que se expressa sob diferentes formas, a partir de diferentes sistemas de
pensamento e códigos sociais, em consonância com o disposto nas Diretrizes Curriculares. Para
isso, serão trabalhados os seguintes conteúdos: o conceito de Educação para a Museologia.
Mediação e Educação em museus. O conceito de patrimônio e patrimônio cultural. Patrimônio
cultural brasileiro. Patrimônio material e imaterial. Educação Patrimonial. Os conceitos de
identidade, diversidade e memória na Educação Patrimonial. A problematização da articulação
entre Educação e Museologia e a ação educativa em museus. A Nova Museologia e o
protagonismo da Educação nas ações museológicas. A função educacional e social do museu.
Os princípios da educação não formal. Educação Patrimonial em museus. Estudos de caso em
Educação Patrimonial. Museologia Social e Educação. Tendências pedagógicas na Educação em
museus e sua relação com as distintas tipologias museológicas e seus públicos. Inclusão e
acessibilidade. Programas educativos e aspectos da Pedagogia Museal. Avaliação nos processos
educativos. Educação, museus e descolonização.
Objetivo Geral da Disciplina:
Os alunos da disciplina Museologia e Educação, na modalidade EaD do Claretiano, dados o
Sistema Gerenciador de Aprendizagem e suas ferramentas, serão capazes de compreender o
desenvolvimento da Educação no campo da Museologia, sua função, aplicação e desafios da
Educação Museal no século 21. Para isso, contarão não só com as obras de referência, mas
também com outras referências bibliográficas, digitais, links de navegação e vídeos.
Ao final desta disciplina, de acordo com a proposta orientada pelo professor responsável e pelo
tutor a distância, terão condições de planejar, criar, desenvolver e aplicar programas, projetos e
atividades educativas em museus de tipologias distintas para diferentes públicos. Para esse fim,
levarão em consideração as ideias debatidas na Sala de Aula Virtual, por meio de suas
ferramentas, bem como o que produziram durante o estudo.
Objetivos Específicos da Disciplina:
Conhecer os principais conceitos da área da Educação aplicados no campo da Museologia.
Compreender a Educação Patrimonial como parte da Educação em museus.
Conhecer a dinâmica da educação não formal.
Compreender o outro como protagonista da sua experiência.
Conhecer estudos de caso em Educação Patrimonial e Educação em museus.
Compreender a Museologia Social como ponto de partida para a Educação em museus.
Tipos de Conteúdo:
Conteúdo Prático: A problematização da articulação entre Educação e Museologia e a ação
educativa em museus. A Nova Museologia e o protagonismo da Educação nas ações
museológicas. A função educacionale social do museu. Os princípios da educação não formal.
Educação Patrimonial em museus. Estudos de caso em Educação Patrimonial. Programas
educativos e aspectos da Pedagogia Museal. Avaliação nos processos educativos.
Conteúdo Teórico: o conceito de Educação para a Museologia. Mediação e Educação em
museus. O conceito de patrimônio e patrimônio cultural. Patrimônio cultural brasileiro.
Patrimônio material e imaterial. Educação Patrimonial. Os conceitos de identidade, diversidade
e memória na Educação Patrimonial. Educação, museus e descolonização.
Ciclos de Aprendizagem e Detalhamento de Conteúdos
Ciclo de Aprendizagem 1: O conceito de Educação para a Museologia. Mediação e Educação
em museus. O conceito de patrimônio e patrimônio cultural.
Detalhamento: Conceitos fundamentais do campo da Educação utilizados nas ações
educativo-culturais aplicados aos processos museológicos.
Ciclo de Aprendizagem 2: Patrimônio cultural brasileiro. Patrimônio material e imaterial.
Educação Patrimonial. Os conceitos de identidade, diversidade e memória na Educação
Patrimonial.
51
Detalhamento: Museu e Educação em perspectiva histórica. A importância do estímulo ao
desenvolvimento de ações educativas que contribuam para o pensamento preservacionista do
patrimônio histórico e cultural.
Ciclo de Aprendizagem 3: A problematização da articulação entre Educação e Museologia e a
ação educativa em museus. Museologia Social e Educação.
Detalhamento: A Nova Museologia e o protagonismo da Educação nas ações museológicas.
Função social e educacional do museu.
Ciclo de Aprendizagem 4: A Nova Museologia e o protagonismo da Educação nas ações
museológicas. A função educacional e social do museu. Os princípios da educação não formal.
Educação Patrimonial em museus. Estudos de caso em Educação Patrimonial.
Detalhamento: Tendências pedagógicas na Educação em museus e sua relação com as distintas
tipologias museológicas e seus públicos.
Inclusão e acessibilidade.
Ciclo de Aprendizagem 5: Tendências pedagógicas na Educação em museus e sua relação com
as distintas tipologias museológicas e seus públicos. Inclusão e acessibilidade. Programas
educativos e aspectos da Pedagogia Museal. Avaliação nos processos educativos. Educação,
museus e descolonização.
Detalhamento: Avaliação, registro e documentação nos processos educativos.
Aspectos da Pedagogia Museal ligados aos programas educativos e às políticas institucionais e
públicas.
Bibliografia Básica:
ANJOS, Adriana Cristina Chagas dos, et al. Educação Patrimonial. Batatais, SP: Claretiano, 2014.
Justificativa: Obra de referência, na primeira etapa da disciplina aborda-se aspectos teóricos da
história, legislação patrimonial, políticas culturais e instituições de memória. Apresenta
atividades práticas de preservação e divulgação do Patrimônio Cultural Brasileiro. Promove
também a ideia de Educação Patrimonial assentada na pluralidade de nossas raízes,
fundamental para a boa formação do aluno.
FARIA, A. C. G. de. Educar no Museu: o Museu Histórico Nacional e a educação no campo dos
museus (1932-1958), 2017, 296 p. Tese (Doutorado) – Programa de Pós-Graduação em
Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 201. Disponível em:
https://lume.ufrgs.br/handle/10183/158339. Acesso em: 20 fev. 2020.
Justificativa: Esta obra tem o valor de apresentar o trabalho de educador em museu no
contexto do Museu Histórico Nacional no meio do século XX. Não sendo um trabalho de
história do ofício, contextualiza o trabalho de educador dentro do próprio contexto de trabalho
dos museus, seja a conservação, seja a gestão, de modo que o educador não seja entendido
como um acessório dos museus ou um serviço complementar.
GRINSPUM, D. Educação para o patrimônio: museu de arte e escola compartilhada na
formação de públicos. 2000. 157 p. Tese (Doutorado em Educação). Faculdade de Educação,
Universidade de São Paulo, São Paulo, 2000. Disponível em:
http://repep.fflch.usp.br/sites/repep.fflch.usp.br/files/Educa%C3%A7%C3%A3o%20para%20pa
trimonio%20GRISPUM_D.pdf. Acesso em: 16 nov. 2020.
Justificativa: Esta tese apresenta e discute a corresponsabilidade do museu e da escola na
formação de público, posicionando não apenas o museu mas também a escola no centro do
debate sobre formação de público a respeito das artes plásticas, mas não apenas elas.
Especificamente sobre o papel social dos museus, não escapa de apontar o museu como
recurso social indispensável na produção de conhecimento e na sua aplicação, a partir das
visitas mediadas, que a apresenta idealmente.
MARCHETTE, Tatiana Dantas. Educação patrimonial e políticas públicas de preservação no
Brasil. Curitiba: Intersaberes, 2016. [Biblioteca Digital Pearson]
52
Justificativa: A obra apresenta a referência da legislação e da orientação das políticas públicas
de preservação no país, consistindo em veículo importante de comunicação da cultura
enquanto política pública.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, Cristina. Quando a escola vai ao museu. Campinas: Papirus, 2017. [Biblioteca
Digital Pearson]
COHEN, R.; DUARTE, C.; BRASILEIRO, A. Acessibilidade a Museus. In: Cadernos Museológicos. v.
2. Brasília: MinC/Ibram, 2012. Disponível em:
http://www.museus.gov.br/wp-content/uploads/2013/07/acessibilidade_a_museu_miolo.pdf.
Acesso em: 17 nov. 2020.
GRUNBERG, E. Manual de atividades práticas de educação patrimonial. Brasília: IPHAN, 2007.
24 p. Disponível em:
https://moodle.ufsc.br/pluginfile.php/558606/mod_resource/content/0/GRUNBERG_Evelina.p
df. Acesso em: 17 nov. 2020.
LEITE, Maria Isabel; OSTETTO, Luciana Esmeralda (orgs). Museu, educação e cultura: encontros
de crianças e professores com a arte. Campinas: Papirus, 2005. [Biblioteca Digital Pearson]
LOPES, Rodrigo Touso Dias. A história no museu: introdução à visitação escolar nos museus
históricos. In: DAVID, Alessandra & MARTINO, Vania. Ensino de história I. Estudos e
experiências. Curitiba: CRV, 2018.
MARTINS, L. C. A constituição da educação em museus: o funcionamento do dispositivo
pedagógico museal por meio de um estudo comparativo entre museus de artes plásticas,
ciências humanas e ciência e tecnologia. 2011, 390 p. Tese (Doutorado em Educação).
Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011. Disponível em:
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-04072011-151245/publico/LUCIANA_CO
NRADO_MARTINS.pdf. Acesso em: 17 nov. 2020.
PARK, M. B.; FERNANDES, R. S.; CARNICEL, A. (Orgs.). Palavras-chave em educação não-formal.
Holambra: Campinas/CMU, 2007
Justificativa: o conjunto de leituras complementares visa a compreensão da área da educação
em museus não como um acessório ou atividade paralela, mas como parte essencial do
trabalho de comunicação museal. Nesta bibliografia contempla-se manuais de educação
museal brasileiros e estrangeiros, produzindo saber local refletido no contexto global.
Disciplina: Museus e Tecnologia
Carga Horária: 90 h
Ementa: A disciplina Museus e Tecnologia, no contexto do curso de Bacharelado em
Museologia, é relevante para a formação integral dos alunos, consoante às Diretrizes
Curriculares do MEC para os cursos de Museologia, que dispõem, nas competências e
habilidades gerais que devem ser adquiridas pelos graduandos, a necessidade de desenvolver e
utilizar novas tecnologias, além de responder a demandas de informação determinadas pelas
transformações que caracterizam o mundo contemporâneo. Para isso, serão trabalhados os
seguintes conteúdos ao longo das cinco unidades de estudo: Museus, Memória e Patrimônio.
Museus e tecnologia. Tecnologia Social e espaços de memória. A sociedade da informação e o
processo de automação dos museus. O ambiente virtual da cultura. Patrimônio e Memória na
era digital. Museus virtuais e ciberespaços de memória. Museus e mídias sociais. Comunicação
museológica e expografia: o universo das exposições. Informação e comunicação na
pós-modernidade. A trajetória da formação e consolidação dos Museus no mundo ocidental,
breves noções de memória aplicada ao universo museológico e breve contextualização sobre
patrimôniono âmbito da cultura. Os processos de transformação dos museus a partir de um
cenário global e digital e as perspectivas de como estes espaços de memória se percebem na
sociedade contemporânea. Apresentar as exposições museológicas enquanto espaços de
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construção de diálogos e sobre seus caminhos num mundo que tem priorizado as diferentes
formas de tecnologia para legitimar novas experiências.
 Objetivo Geral da Disciplina:
Estabelecer a tecnologia como uma mediadora da informação contida no objeto, entre o
público, o bem cultural e o museu.
Objetivos Específicos da Disciplina:
Conscientizar os discentes que as instituições museológicas devem estar conexas ao aparato
tecnológico do mundo contemporâneo. Promover a reflexão sobre a função das plataformas
social media nos museus. O objeto museológico é protagonista. Blogues, twitter, Facebook e
Instagram assumem papel de comunicadores e irão potencializar as ações desenvolvidas na
instituição. Introduzir conhecimentos sobre tecnologia da informação e comunicação da
cultura para que o discente compreenda que a relação visitante e “objeto musealizado” no
espaço museal precisa ser ressignificada.
Tipos de Conteúdo:
Conteúdo Prático: Comunicação museológica e expografia: o universo das exposições.
Informação e comunicação na pós-modernidade. Os processos de transformação dos museus a
partir de um cenário global e digital e as perspectivas de como estes espaços de memória se
percebem na sociedade contemporânea.
Conteúdo Teórico: Museus, Memória e Patrimônio. Museus e tecnologia. Tecnologia Social e
espaços de memória. A sociedade da informação e o processo de automação dos museus. O
ambiente virtual da cultura. Patrimônio e Memória na era digital. Museus virtuais e
ciberespaços de memória. Museus e mídias sociais. Comunicação museológica e expografia: o
universo das exposições.
Ciclos de Aprendizagem e Detalhamento de Conteúdos
Ciclo de Aprendizagem 1: Museus, Memória e Patrimônio. Museus e tecnologia. Tecnologia
Social e espaços de memória. A sociedade da informação e o processo de automação dos
museus.
Detalhamento: Museus e tecnologias contemporâneas. Conceito de tecnologia, comunicação e
interatividade. Desenvolvimento das tecnologias e inserção na expografia dos museus.
Comunicação museológica e narrativa expositiva. Soluções tecnológicas na mediação de
espaços museológicos.
Ciclo de Aprendizagem 2: O ambiente virtual da cultura. Patrimônio e Memória na era digital.
Museus virtuais e ciberespaços de memória. Museus e mídias sociais. Comunicação
museológica e expografia: o universo das exposições.
Detalhamento: Era da informação e comunicação no mundo pós-moderno. Informação no
mundo contemporâneo. Sociedade, comunicação e possibilidades. Como a sociedade recente
se relaciona com a informação. Importância de conceitos interdisciplinares nos espaços onde a
cultura permeia.
Ciclo de Aprendizagem 3: Informação e comunicação na pós-modernidade. A trajetória da
formação e consolidação dos Museus no mundo ocidental, breves noções de memória aplicada
ao universo museológico e breve contextualização sobre patrimônio no âmbito da cultura.
Detalhamento: Ciência, cibernética e tecnologia no campo museal. Museus na era cibernética.
Espaços museológicos, divulgação e democratização de acervos. Patrimônio imaterial,
tecnologia e museus interativos.
Ciclo de Aprendizagem 4: Os processos de transformação dos museus a partir de um cenário
global e digital e as perspectivas de como estes espaços de memória se percebem na
sociedade contemporânea.
Detalhamento: Patrimônio Cultural e Memória Virtual. Recursos tecnológicos, mediação e
social medias.
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Ciclo de Aprendizagem 5: Apresentar as exposições museológicas enquanto espaços de
construção de diálogos e sobre seus caminhos num mundo que tem priorizado as diferentes
formas de tecnologia para legitimar novas experiências.
Detalhamento: Nova Museologia, conceito de museus virtuais e ciberespaço. Surgimento e
desenvolvimento dos museus virtuais no Brasil. Museus no mundo virtual. Museus interativos.
Bibliografia Básica:
SCHEINER, Tereza e MAGALDI, Monique. Museus e Museologia: Novas sociedades, novas
tecnologias. XII ENANCIB – Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação. Brasília,
2011.
Justificativa: A obra trata das novas tecnologias digitais à luz da teoria museológica e como os
museus constroem relações significativas com seu público nesse cenário atual. A partir da
análise de dados sobre acesso à plataformas digitais e redes sociais, o trabalho consegue
dimensionar as potencialidades relativas ao uso da tecnologia pelos museus, servindo de
importante instrumento na construção do perfil digital dos museus físicos.
CARVALHO, Rosane Maria Rocha de. Comunicação e informação de museus na Internet e o
visitante virtual. In: MUSEOLOGIA E PATRIMÔNIO - vol. I no 1 – Jul / Dez de 2008. Revista
Eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio – PPGPMUS UNIRIO -
MAST.
Justificativa: Esta obra apresenta e contextualiza o visitante virtual dos museus, debatendo os
serviços que os museus podem prestar online, a função e o formato das visitas virtuais e outros
serviços online que os museus atualmente precisam oferecer. Partimos da página oficial para
as redes sociais, a obra oferece um momento de reflexão sobre a presença digital dos museus
na sociedade contemporânea.
BITTENCOURT, J. N.; GRANATO, M.; BENCHETRIT, S. F. (org.). Museus, Ciência e Tecnologia: Livro
do Seminário Internacional. Rio de Janeiro: Museu Histórico Nacional, 2007. 279 p. ( Livros do
Museu Histórico Nacional ).
Justificativa: O papel dos museus de ciência e tecnologia no desenvolvimento das plataformas
digitais que estão a serviço do campo da museologia geral é tema desta obra, que apresenta
soluções aplicadas em casos reais no trabalho com acervos de ciência e tecnologia.
HENRIQUES, Rosali. Os museus virtuais: conceito e configurações. Cadernos de
Sociomuseologia (vol. 55) nº 12, 2018.
Justificativa: O surgimento dos museus virtuais é o tema dessa obra, que trata desse novo tipo
de museu e de modo como se relacionar com o público, que não se ancora em nenhum tipo de
atividade presencial. Essa virtualização das ações e a virtualidade da própria instituição são
compreendidas como oportunidades que demanda responsabilidade dos atores envolvidos,
por isso é importante estar incluída nessa bibliografia.
KOHN, Karen e MORAES, Cláudia Herte de. O impacto das novas tecnologias na sociedade:
conceitos e características da Sociedade da Informação e da Sociedade Digital. Intercom – XXX
Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Santos – 29 de agosto a 2 de setembro de
2007.
Justificativa: O futuro dos acervos digitais, o futuro dos museus físicos, as possibilidades ainda
não exploradas, tudo isso é tema desta obra que explora as possibilidades e limites do virtual e
do físico hoje em dia. As vantagens e desvantagens da digitalização da sociedade e das relações
humanas e como os museus servem como espaço de diálogo e projeção dessa condição são
debatidos na obra.
Bibliografia Complementar:
CANCLINI, Néstor García. Culturas Híbridas - Estratégias para entrar e sair da modernidade. São
Paulo: Edusp, 1997. p. 283-350: Culturas Híbridas, Poderes Oblíquos.
MATTELART, Armand. História da Sociedade da Informação. São Paulo - Editora: Loyola, 2017.
CURY, Marília Xavier. Exposição: concepção, montagem e avaliação. Editora Annablume, São
Paulo / USP, 2005.
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GRANATO, Marcus e LOURENÇO, Marta C. Reflexões sobre o Patrimônio Cultural da Ciência e
Tecnologia na Atualidade. Revista Memória em Rede, Pelotas, v.2, n.4, dez.2010 / mar. 2011 –
ISSN- 2177-4129
Justificativa: Um conjunto de obras para refletir sobre a modernidade, o lugar do patrimônio
musealizado nessa conjuntura e as possibilidades de futuro são os temas que compõem a
bibliografia complementar, de modo a instrumentalizar o aluno a refletir sobre o museu no
futuro, o futuro dos museus e o papel do museólogo nessa condição.
1º. Ano – 2º. Semestre
Disciplina: Antropologia,Ética e Cultura
Carga horária: 60 horas
Ementa: A Antropologia, Ética e Cultura, no contexto das disciplinas institucionais, ofertada nos
cursos de graduação do Claretiano – Rede de Educação, tem o propósito de subsidiar o corpo
discente quanto à importância da formação integral do ser humano na sua relação consigo
mesmo, com o outro, com a natureza e com o transcendente. A disciplina debate a dimensão
antropológica do ser humano e propõe a reflexão sobre o ser humano como ser finito e, ao
mesmo tempo, como ser de liberdade, de consciência e de amor. Para isso, é discutido o
conceito de pessoa na história ocidental, numa perspectiva sincrônica e diacrônica. Os temas,
tais como imanência, transcendência, alteridade, multiculturalidade, ética, moral, cidadania,
entre outros, serão apresentados de maneira interdisciplinar, tomando o ser humano como
unidade e como totalidade, entendido nas suas dimensões biológica, psicológica, social e
espiritual. E serão tratados, também, nessa mesma perspectiva, alguns temas transversais,
como os direitos humanos, as histórias e culturas afrodescendentes e indígenas, as questões
de gênero, sexualidade e família, as políticas afirmativas, inclusão e acessibilidade e a educação
ambiental numa dimensão ético-planetária. A proposta, no seu conjunto, está fundamentada
no Carisma Claretiano, no Projeto Educativo e nos Princípios estabelecidos pela Instituição,
visando uma educação pautada em valores éticos e cristãos, aberta ao diálogo e crítica a toda
forma de preconceito e fundamentalismo.
Objetivos: Apresentar a distinção entre natureza e cultura, visando a compreensão do ser
humano como ser de projeto, e, portanto, distinto dos demais seres da natureza. Evidenciar o
método de investigação da Antropologia e sua forma de abordar o ser humano. Compreender
as diversas concepções de dignidade humana no decorrer da história ocidental e conhecer
quais foram os grupos sociais com maior possibilidade de desfrutá-la. Analisar o ser humano
de acordo com a perspectiva humanista. Apresentar a visão de ser humano do Claretiano –
Rede de Educação, conforme o seu Projeto Educativo e a Carta de Princípios que orienta a vida
educativa. Ponderar sobre a ética como estudo da moral, demonstrando a relação de
reciprocidade entre elas e suas respectivas distinções. Expor os campos de atuação da ética,
enfatizando sua importância nas relações humanas e na vida em sociedade. Refletir sobre a
questão dos preconceitos e dos fundamentalismos no atual contexto social e político mundial e
brasileiro, entendendo como posturas que se apresentam como contrárias à uma visão ética e
cidadã.
Conteúdo teórico: A distinção entre Natureza e Cultura (6h). A pessoa na história ocidental
(10h). As dualidades existenciais: Imanência e transcendência; Condicionamento e liberdade
(10h) Liberdade, alteridade, multiculturalidade (10h). Dimensões da pessoa humana (5h).
Carta de Princípios (4h). A distinção entre ética e moral (5h). Os campos de atuação da ética
(4h). Crítica aos preconceitos e fundamentalismos (6h)
Detalhamento do Conteúdo:
Ciclo 1: A dimensão antropológica do ser humano
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Detalhamento: A importância da formação integral do ser humano na sua relação consigo
mesmo, com o outro, com a natureza e com o transcendente.
Ciclo 2: O conceito de pessoa
Detalhamento: O conceito de pessoa, numa perspectiva sincrônica e diacrônica, entendido nas
suas dimensões biológica, psicológica, social e espiritual.
Ciclo 3: Dualidades existenciais: imanência e transcendência; condicionamento e liberdade
Detalhamento: Reflexão sobre o ser humano como ser finito e, ao mesmo tempo, como ser de
liberdade, de consciência e de amor.
Ciclo 4: O Humano como ser de finitude e de abertura
Detalhamento: Direitos humanos, as histórias e culturas afrodescendentes e indígenas.
Imanência, transcendência, alteridade, multiculturalidade, ética, moral, cidadania.
Ciclo 5: Ética, Preconceitos e Fundamentalismos
Detalhamento: Educação pautada em valores éticos e cristãos, aberta ao diálogo e crítica a
toda forma de preconceito e fundamentalismo. As questões de gênero, sexualidade e família,
as políticas afirmativas, inclusão e acessibilidade e a educação ambiental numa dimensão
ético-planetária.
Bibliografia Básica
AÇÃO EDUCACIONAL CLARETIANA. Projeto Educativo Claretiano: PEC. Batatais: [s. n.], 2012.
Disponível em: http://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/0000a1/0000a1a2.pdf. Acesso em: 06
dez. 2021.
Justificativa: O Projeto Político Pedagógico esclarece a postura assumida pelo Claretiano diante
da comunidade acadêmica, enfatizando a perspectiva humanista de desenvolvimento do aluno
e de utilização do conhecimento adquirido. Desse modo, é importante porque permite
identificar as diretrizes gerais da instituição para todos os cursos oferecidos, demonstrando os
objetivos da educação no desenvolvimento integral da pessoa humana.
CARGARO, Cleide; PEREIRA, Agostinho Oli Koppe; NODARI, Paulo César (org.). O hiperconsumo
e a democracia: os reflexos éticos e socioambientais. Caxias do Sul, RS: Educs, 2016. (Biblioteca
Virtual). Acesso em: 06 dez. 2021.
Justificativa: Livro debate do ponto de vista jurídico e institucional como o consumo
desenfreado pode interferir diretamente na sociedade, impactando a democracia e a própria
organização do Estado.
CORRÊA, Rosa Lydia Teixeira. Cultura e diversidade. Curitiba: Ibpex, 2012. (Biblioteca Virtual).
Acesso em: 06 dez. 2021.
Justificativa: Esta obra trata da diversidade religiosa e ritualística no Brasil, colocando em pauta
a cultura brasileira e sua compreensão, incluindo temas como a linguagem e a culinária
enquanto elementos enunciadores das práticas que identificam o povo do país. Contribui para
a discussão a respeito da convivência e do conhecimento dos múltiplos aspectos culturais que
compõem o Brasil.
Bibliografia Complementar
AMARAL, Felipe Bueno. Cultura e pós-modernidade. Curitiba: Intersaberes, 2020. (Biblioteca
Virtual). Acesso em: 06 dez. 2021.
BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano. 20. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2014
[Reimpressão de 2017]. (Biblioteca Virtual). Acesso em: 06 dez. 2021.
CHICARINO, Tathiana (org.). Antropologia social e cultural. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2014. (Biblioteca Virtual). Acesso em: 06 dez. 2021.
GIKOVATE, Flávio. A liberdade possível. São Paulo: Summus Editorial, 2006. (Biblioteca Virtual).
Acesso em: 06 dez. 2021.
LA TAILLE, Yves de. Moral e ética: dimensões intelectuais e afetivas. Porto Alegre: Artmed,
2007. (Minha Biblioteca). Acesso em: 06 dez. 2021.
Justificativa Geral das Bibliografias Complementares: O livro de Amaral aborda as principais
correntes de pensamento sobre o debate do tema da pós-modernidade e também faz uma
57
reflexão sobre os aspectos históricos e culturais a ele implicados. Tratando numa perspectiva
humanista, Leonardo Boff contribui para o desenvolvimento de um pensamento político aliado
ao entendimento profundo da capacidade construtiva do ser humano. Isso implica em uma
interpretação ética de nossas atitudes, diante da crise atual que exige parâmetros mais
sustentáveis para a vida humana. A obra de Chicarino trata de como a Antropologia trata dos
choques culturais desde as suas primeiras abordagens no século XIX, historicizando o percurso
feito por essa área de conhecimento, referenciando seus principais autores e debates. O livro
de Gikovate trata de forma acessível dos vários aspectos que de alguma maneira estão ligados
à liberdade, como o biológico, o instintivo, o racional e a sociedade. O medo da satisfação
plena é tomado como um dos principais obstáculos para o exercício da liberdade. Embora trace
uma abordagem psicológica, também lida amplamente com aspectos do convívio humano,
suas determinações e conflitos. Abordando aspectos profundos da determinação pelo
comportamento ético, tanto do ponto de vista intelectual quanto afetivo, o livro de La Taille
contribui para o debate sobre aquilo que envolve o desenvolvimento de uma personalidade
ética e do senso de moral.
Disciplina: Teoria Museológica: museologiaclássica e nova museologia
Carga Horária: 60 h
Ementa: A disciplina Teoria Museológica: Museologia Clássica e Nova Museologia, no contexto
do curso de Bacharelado em Museologia, é relevante para a formação integral dos alunos e
consoante às Diretrizes Curriculares do MEC para os cursos de Museologia, que dispõem,
dentre as competências e habilidades gerais que devem ser adquiridas pelos graduandos,
identificar as fronteiras que demarcam o respectivo campo de conhecimento. Para isso, serão
trabalhados os seguintes conteúdos ao longo dos cinco ciclos de aprendizagem: origem e
epistemologia do termo “museu”; o surgimento do templo das musas; os gabinetes de
curiosidades do século 17; o sentido privado das coleções; museus públicos, exposições
universais e a Revolução Francesa; Nova Museologia, Museu Integral e Declaração da Mesa de
Santiago do Chile; colecionismo, representação e hierarquia social; o sentido dos museus; os
museus como privilégio de classe ou como justiça social; decolonização e o lugar dos museus
no século 21.
Objetivo Geral da Disciplina: Os alunos da disciplina Teoria Museológica: Museologia Clássica e
Nova Museologia, na modalidade EaD do Claretiano, dado o Sistema Gerenciador de
Aprendizagem e suas ferramentas, serão capazes de compreender os principais temas
pertinentes ao pensamento teórico da Museologia, refletindo sobre as ações práticas dos
museus e dos museólogos. Também, conhecerão a origem e a evolução dos conceitos de
museu e Museologia e as primeiras iniciativas do colecionismo na história da humanidade,
tendo como pauta alguns arquétipos de museus, como os gabinetes de curiosidades, coleções
reais, conservatórios de artes e centros científicos. Além disso, serão capazes de articular os
conceitos de público e privado e as mudanças que ocorreram nos museus no século 18, com a
democratização das grandes coleções reais nessa conjuntura e o surgimento dos primeiros
museus públicos. Entenderão, ainda, com base nos avanços teóricos no campo da Museologia,
os conceitos propostos pelo movimento da Nova Museologia, relacionando as demandas
sociais do século 20 e analisando o papel da Declaração da Mesa-Redonda de Santiago do Chile
para os debates sobre transdisciplinaridade, caráter social e integrador dos museus. Por fim,
refletirão sobre o lugar de atuação do museu enquanto agente de mudanças e realidades
sociais. Ao final desta disciplina, de acordo com a proposta orientada pelo professor
responsável e pelo tutor a distância, terão condições de entender as transformações ocorridas
nos museus e na Museologia ao longo da história, compreendendo os debates teóricos e as
práticas desses campos, e, sobretudo, como essas mudanças têm se refletido nas práticas
atuais dos museus e dos museólogos. Para esse fim, levarão em consideração as ideias
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debatidas na Sala de Aula Virtual, por meio de suas ferramentas, bem como o que produziram
durante o estudo.
Objetivos Específicos da Disciplina:
Conhecer a origem do conceito de museu.
Compreender a relação dos gabinetes de curiosidade com o surgimento do museus
Analisar a concepção de museu no mundo moderno.Entender a formação dos primeiros
museus nacionais brasileiros.
Familiarizar-se com os debates dedicados à definição de Museologia.
Compreender conceitos teóricos do campo museológico.
Conhecer importantes figuras para a Museologia brasileira.
Conteúdo Prático: Compreender os debates teóricos e as práticas do campo da museologia, e,
sobretudo, como essas mudanças têm se refletido nas práticas atuais dos museus e dos
museólogos.
Conteúdo Teórico: Compreender a origem e a evolução dos conceitos de museu e Museologia
e as primeiras iniciativas do colecionismo na história da humanidade, tendo como pauta alguns
arquétipos de museus, como os gabinetes de curiosidades, coleções reais, conservatórios de
artes e centros científicos
Ciclos de Aprendizagem e Detalhamento de Conteúdos
Ciclo de Aprendizagem 1: A origem e a evolução dos conceitos de museu e Museologia e as
primeiras iniciativas do colecionismo na história da humanidade, tendo como pauta alguns
arquétipos de museus, como os gabinetes de curiosidades, coleções reais, conservatórios de
artes e centros científicos.
Detalhamento: Origem do museu: templo das musas. Colecionismo, gabinetes de curiosidades
e coleções científicas. Museus modernos: a Revolução Francesa e os contornos da acepção
moderna de museu. Surgimento dos primeiros museus no Brasil.
Ciclo de Aprendizagem 2: A articulação entre os conceitos de público e privado e as mudanças
que ocorreram nos museus no século 18, com a democratização das grandes coleções reais
nessa conjuntura e o surgimento dos primeiros museus públicos.
Detalhamento: O que é Museologia? Conceitos museológicos: museu, museografia,
musealização, musealidade e museal. Matrizes do pensamento museológico brasileiro:
Gustavo Barroso, Museu Histórico Nacional e o marco do Movimento Museológico Brasileiro.
Waldisa Rússio e o fato museal.
Ciclo de Aprendizagem 3: Os conceitos propostos pelo movimento da Nova Museologia,
relacionando as demandas sociais do século 20 e analisando o papel da Declaração da
Mesa-Redonda de Santiago do Chile para os debates sobre transdisciplinaridade, caráter social
e integrador dos museus.
Detalhamento: Os Encontros do Icom/Unesco: Mesa-Redonda de Santiago do Chile (1972) e
Museu Integral. Movimento para a Nova Museologia (Minom) e a denominação de um novo
segmento: Museologia Comunitária, Ecomuseologia, Museologia Social, Sociomuseologia.
Experiências ecomuseológicas, comunitárias e museologia social no Brasil.
Ciclo de Aprendizagem 4: A reflexão sobre o lugar de atuação do museu enquanto agente de
mudanças e realidades sociais.
Detalhamento: Museus e transformação social. O Icom e a política internacional para museus.
Ciclo de Aprendizagem 5: As transformações ocorridas nos museus e na Museologia ao longo
da história, compreendendo os debates teóricos e as práticas desses campos, e, sobretudo,
como essas mudanças têm se refletido nas práticas atuais dos museus e dos museólogos.
Detalhamento: Novos tempos, novos museus? Patrimônio cultural, sacralização e profanação
nos museus contemporâneos. É possível uma decolonização dos museus?
Bibliografia Básica:
CHAGAS, M. S. A imaginação museal: museu, memória e poder em Gustavo Barroso, Giberto
Freyre e Darcy Ribeiro. Tese (Doutorado em Ciências Sociais) – Universidade do Estado do Rio
59
de Janeiro, Rio de Janeiro, 2003. Disponível em:
https://issuu.com/romulofreitasgonzales/docs/imagina____o_museal_-_museu__mem__r.
Acesso em: 14 maio 2021.
Justificativa: A tese de doutorado de um dos maiores expoentes da museologia brasileira,
apresenta uma pesquisa que compreende os museus e o patrimônio cultural sob a guarda
dessas instituições como narrativas e práticas sociais dentro das dimensões poéticas e
políticas. Mário Chagas apresenta um olhar analítico e, de certa forma, até desconhecido sobre
três dos intelectuais mais importantes do pensamento sociocultural brasileiro: Gustavo
Barroso, Gilberto Freyre e Darcy Ribeiro. Desta forma, a importância da pesquisa, além de jogar
luz sobre esses três personagens é perceber como eles pensaram a preservação do patrimônio
cultural, qual o significado dos museus e como eles definiram os bens culturais. São conceitos e
reflexões importantes para discutir o pensamento museológico brasilerio e as reciprocidades
entre a Museologia e as Ciências Sociais
SCHEINER, T. C. Repensando o Museu Integral: do conceito às práticas. Boletim do Museu
Paraense Emílio Goeldi – Ciências Humanas, Belém, v. 7, n. 1, p. 15-30, jan./abr. 2012.
Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/bgoeldi/v7n1/a03v7n1.pdf. Acesso em: 14 maio
2021.
Justificativa: A partir das contribuições discutidas e desenvolvidas pelo Mesa redonda de
Santiago (1972), importante marco da museologia contemporânea, Tereza Scheiner
problematiza sobre o conceito de Museu Integral (ou integrado), como referência do campo da
Museologia, bem como as diferentes abordagens e os discursos que sobre ele sedesenvolvem.
Partindo dessa perspectiva, estabelece reciprocidades e distanciamentos entre as matrizes
teóricas que fundamentam diferentes conceitos e tipologias de museus, bem como as
propostas e realizações de uma prática museológica voltada para o social. Seu texto é um
contributo significativo para o campo da teoria museológica e sobre suas relações com a práxis
- sintonizada com o pensamento e a ética de museus na atualidade
VAZ, I. G. R. Sobre a musealidade. 2017. Dissertação (Mestrado em Museologia) —
Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017. Disponível em:
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/103/103131/tde-15122017-080610/publico/IvanV
azREVISADA.pdf. Acesso em: 14 maio 2021.
Justificativa: Dissertação de mestrado que propõe um estudo sobre o conceito e aplicabilidade
do conceito de musealidade - seja para o campo da teoria museológica seja para usos no
campo patrimonial. Ivan Vaz faz um mergulho sobre o universo da teoria museológica, desde a
partir dos contributos do museólogo Zbyněk Zbyslav Stránský, desde meados da década de
1970, quando este problematizou e defendeu a reconfiguração da museologia para além da
ciência que estuda os museus, tangenciando noções e discussões sobre a museologia, o
museu, a museália, a musealização e em especial sobre a musealidade.A pesquisa apresenta
contribuições significativas nas discussões em torno da teoria e do pensamento museológico
internacional.
Bibliografia Complementar:
CADERNOS de Sociomuseologia. Museologia e Direitos Humanos. v. 55, n. 11, jun. 2018.
Disponível em:
https://revistas.ulusofona.pt/index.php/cadernosociomuseologia/issue/view/719. Acesso em:
14 maio 2021.
CURY, M. X. Museologia – marcos referenciais. Cadernos do Ceom, Chapecó: Argos, ano 18, n.
21, p. 45-73, 2005. Disponível em:
http://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/rcc/article/view/2271/1353. Acesso em: 14
maio 2021.
DESVALLÉES, A.; MAIRESSE, F. (Coords.). Conceitos-chave de Museologia. São Paulo: Comitê
Brasileiro do Conselho Internacional de Museus; Pinacoteca do Estado de São Paulo; Secretaria
de Estado da Cultura, 2013. Disponível em:
60
http://www.icom.org.br/wp-content/uploads/2014/03/PDF_Conceitos-Chave-de-Museologia.p
df. Acesso em: 14 maio 2021.
MAGALHÃES, A. M.; BEZERRA, R. Z. (Orgs.). 90 anos do Museu Histórico Nacional em debate.
Rio de Janeiro: Museu Histórico Nacional, 2014. Disponível em: https://claretia.no/D6bIT.
Acesso em: 14 maio 2021.
SUANO, M. O que é museu. São Paulo: Brasiliense, 1986. Disponível em:
https://www.academia.edu/19309484/O_que_%C3%A9_Museu_1986_. Acesso em: 11 maio.
2021.
Justificativa: O conjunto de obras citadas aprofunda as reflexões propostas pela bibliografia
básica, ao refletir sobre as diferentes vertentes históricas e contemporâneas da museologia,
enquanto ciência. Desta forma, as leituras sugeridas permitirão ao aluno refletir criticamente
sobre a evolução e dinâmica dos conceitos aplicados à museologia e suas distintas
interpretações.
Disciplina: Gestão Museológica
Carga Horária: 90 h
Ementa: A disciplina Gestão Museológica, no contexto do curso de Bacharelado em
Museologia e levando em consideração o disposto nas Diretrizes Curriculares do MEC para os
cursos de Museologia, que determina nas competências e habilidades dos formandos a
capacidade de desenvolver e aplicar instrumentos de trabalho adequados, além de elaborar,
coordenar, executar e avaliar planos, programas e projetos, trabalhará com os alunos
inicialmente a introdução à gestão de museus, bem como os tipos de museus no Brasil e no
mundo e o papel do ICOM na formação do museu contemporâneo e do museólogo. No
segundo ciclo serão abordadas a profissionalização do setor museal bem como a legislação do
setor de museus e a ética museológica, incluindo procedência de acervos e a questão da
origem das peças. No terceiro ciclo serão abordadas a natureza dos acervos e a documentação
museológica, o Regimento Interno de museus e as boas práticas em museus, incluindo as
rotinas museais. No quarto ciclo serão tratados o diagnóstico museal e a criação de Planos
Museológicos. No quinto ciclo ainda estará presente a importante e atual questão da gestão de
risco em museus, o planejamento estratégico e as pesquisas de público em museus.
Objetivo Geral da Disciplina:
Os alunos da disciplina Gestão Museológica , na modalidade EaD do Claretiano, dado o Sistema
Gerenciador de Aprendizagem e suas ferramentas, serão capazes de compreender a
importância da gestão e do planejamento para o funcionamento adequado dos museus, bem
como para o desenvolvimento qualificado e sustentável das instituições museológicas. Para
isso, contarão não só com as obras de referência, mas também com outras referências
bibliográficas, eletrônicas, links de navegação e vídeos.
Ao final desta disciplina, de acordo com a proposta orientada pelo professor responsável e pelo
tutor a distância, os estudantes terão condições de entender os principais aspectos, problemas
e desafios relacionados à gestão museológica. Para esse fim, levarão em consideração as ideias
debatidas na Sala de Aula Virtual, por meio de suas ferramentas, bem como o que produziram
durante o estudo.
Objetivos Específicos da Disciplina:
Compreender o que é a gestão museológica, seus principais aspectos, bem como a sua
importância para o funcionamento adequado dos museus e o desenvolvimento qualificado e
sustentável das instituições museológicas.
Conhecer os aspectos legais, éticos, administrativos e museológicos relacionados com a gestão
museológica.
Compreender a importância do planejamento e da gestão museológica para enfrentar os
desafios da sobrevivência institucional.
Inteirar-se dos procedimentos e das boas práticas de gestão museológica.
61
Capacitar-se para a elaboração de diagnósticos e planos museológicos.
Qualificar-se para atuar de forma ética, técnica, reflexiva e dinâmica no amplo universo dos
museus com foco no gerenciamento, planejamento e sustentabilidade econômica dos museus.
Conteúdo Prático: desenvolver e aplicar instrumentos de trabalho adequados, além de
elaborar, coordenar, executar e avaliar planos, programas e projetos. A natureza dos acervos e
a documentação museológica, o Regimento Interno de museus e as boas práticas em museus,
incluindo as rotinas museais. A gestão de risco em museus e o planejamento estratégico em
museus.
Conteúdo Teórico: os tipos de museus no Brasil e no mundo e o papel do ICOM na formação
do museu contemporâneo e do museólogo.
Ciclos de Aprendizagem e Detalhamento de Conteúdos
Ciclo de Aprendizagem 1: A introdução à gestão de museus, bem como os tipos de museus no
Brasil e no mundo e o papel do ICOM na formação do museu contemporâneo e do museólogo.
Detalhamento: Introdução à gestão museológica. Origem, desenvolvimento e diversidade dos
museus. Legislação brasileira de museus. Documentação legal de museus: aspectos formais da
criação e do funcionamento de um e. museu (diploma legal, regimento interno, plano
museológico, alvará de funcionamento). Profissionalização e papel do museólogo. Legislação
que regula a profissão de museólogo.
Ciclo de Aprendizagem 2: A profissionalização do setor museal bem como a legislação do setor
de museus e a ética museológica, incluindo procedência de acervos e a questão da origem das
peças.
Detalhamento: Legislação do setor de museus e ética museológica. Introdução à ética
museológica. O ICOM e o Código de Ética. Musealização: conceito. Ética relacionada à
aquisição, procedência e usos do acervo. Estudo de casos.
Ciclo de Aprendizagem 3: A natureza dos acervos e a documentação museológica, o
Regimento Interno de museus e as boas práticas em museus, incluindo as rotinas museais.
Detalhamento: A natureza dos acervos e a documentação museológica.Documentação
museológica: conceituação, importância, normas, procedimentos, instrumentos e
recomendações. Política de aquisição e descarte: definição, importância, recomendações.
Documentação das práticas administrativas: sugestão de modelo para termo de doação, termo
de empréstimo, recibo de retirada de obras,recibo de devolução, laudo técnico de
conservação para empréstimo, declaração de transporte.
Ciclo de Aprendizagem 4: O diagnóstico museal e a criação de Planos Museológicos.
Detalhamento: A criação de Planos Museológicos. Planejamento: definição, importância e
ferramentas. Diagnóstico museológico: definição e metodologia. Plano museológico:
características, programas, orientações para sua elaboração. Recomendações de segurança
para museus.
Ciclo de Aprendizagem 5: A atual questão da gestão de risco em museus, o planejamento
estratégico e as pesquisas de público em museus.
Detalhamento: As pesquisas de público em museus. Público de Museus. Principais categorias
de públicos. Características comportamentais dos diferentes grupos de visitantes. A
importância dos estudos de público para o planejamento e gestão museológica. Dicas para os
serviços de acolhimento e atendimento ao público.
Bibliografia Básica:
BOYLAN, Patrick (Ed.). Como gerir um museu: manual prático. Paris: ICOM, 2004. Edição
traduzida: Brodowski: ACAM Portinari, São Paulo: Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo,
2015.
Disponível em: . Acesso em: 9 jun.
2019.
Justificativa: Como gerir um museu é uma obra importante para nortear o trabalho em museus
de diferentes capacidades, com estruturas diversas. Por ser uma obra abrangente, possibilita o
62
desenvolvimento de estratégias de gerenciamento para museus públicos e privados, com
equipes enxutas. Traz um complemento de atividades práticas que funcionam como um guia
diário para o trabalho em museus.
CÂNDIDO, Manuelina Maria Duarte. Orientações para gestão e planejamento de museus.
Coleção estudos museológicos, v. 3, Fundação Catarinense de Cultura, Florianópolis, 2014.
Disponível em: . Acesso em: 9 jun.
2019.
Justificativa: Uma obra teórica que aprofunda a gestão dos museus e seu planejamento não
apenas a partir dos conceitos de gestão mas também das questões que afetam os museus na
contemporaneidade, a função social dos museus e o papel dos museus no desenvolvimento
social local.
IBRAM. Subsídios para a elaboração de planos museológicos, Brasília: IBRAM, 2016.
Disponível em: . Acesso em: 9 jun.
2019.
Justificativa: Esta publicação do Instituto Brasileiro de Museus acumula a legislação do setor e
comenta de forma instrutiva sobre a importância do desenvolvimento dos planos
museológicos para a profissionalização da gestão museal.
Bibliografia Complementar:
CHAGAS, Mário; NASCIMENTO JÚNIOR, José do (orgs.). Subsídios para a Criação de Museus
Municipais. Rio de Janeiro: Ministério da Cultura / Instituto Brasileiro de Museus e Centros
Culturais / Departamento de Processos Museais, 2009.
Disponível em: . Acesso em: 9 jun.
2019.
DAVIES, Stuart. Plano Diretor. São Paulo: Edusp; Fundação VITAE, 2001. (Série Museologia,
Roteiros Práticos 1).
Disponível em: . Acesso em: 9 jun.
2019.
MOTTA, Denyse da. Manual prático de procedimentos museológicos. Sorocaba: Museu de Arte
Contemporânea, 2015.
MUSEUMS, Libraries and Archives Council. Segurança de museus. São Paulo: EDUSP; VITAE,
2003. (Série Museologia, Roteiros práticos 4).
Disponível em: . Acesso em: 9 jun.
2019.
PADILHA, Renata Cardoso. Documentação Museológica e Gestão de Acervo. Coleção Estudos
Museológicos, v. 2, Florianópolis: FCC, 2014.
Disponível em: . Acesso em: 9 jun.
2019.
Justificativa: O conjunto de leituras que formam a bibliografia complementar cobre o espectro
da gestão tanto como estratégia de administração dos espaços museais como também como
equipamentos de cultura públicos imprescindíveis para o desenvolvimento social. São leituras
orientadas para a gestão de museus privados e públicos de diferentes tamanhos, com
exemplos de gestão nacionais e internacionais, que sem dúvida enriquecem a visão dos alunos
em formação.
Disciplina: História da Arte: da pré-história ao realismo
Carga Horária: 90 h
Ementa: A disciplina História da Arte: da Pré-história ao Realismo, apresenta ao aluno um
estudo da produção artística humana a partir de seus primórdios até o século 19. No início será
abordada a história humana e artística do homem pré-histórico. Após isso, como as sociedades
da Antiguidade construíram sua arte. A partir da queda do Império Romano do Ocidente é
inaugurada a Idade Média, que vai do século 5 ao século 15. Para este período o aluno
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aprenderá sobre Arte Bizantina, Românica e Gótica. O Renascimento trará a mudança de
paradigma de uma arte voltada à religião, para uma pesquisa antropocêntrica e humanista. O
Barroco traz as diferenças entre a arte produzida na Itália e na região de Flandres, atual
Bélgica. O Rococó permeia a leveza da arte francesa, ligada ao Absolutismo. As Revoluções
Burguesas, em especial a Revolução Francesa, possibilitam o surgimento de estilos como o
Neoclassicismo e o Romantismo. Com o surgimento da Revolução Industrial, o Realismo traz
uma mudança de paradigma nos temas das pinturas. Não mais só os heróis nacionais e temas
mitológicos e religiosos seriam representados, e sim a população trabalhadora, as figuras
urbanas presentes nas cidades. Assim, nesta disciplina o aluno terá um panorama da história e
da arte produzida desde a Pré-História até meados do século 19.
Objetivo Geral da Disciplina:
A disciplina tem como objetivo geral o conhecimento da História da Arte, desde os estudos da
Pré-história até o Realismo no século 19. Busca apresentar de forma linear os principais estilos
artísticos, a partir do estudo de seu contexto histórico, de suas características artísticas, e de
seus principais expoentes.
Objetivos Específicos da Disciplina:
Compreender o início da expressão artística do homem. Conhecer a História da Arte como
disciplina linear e histórica. Entender o contexto histórico dos quais estilos e/ou movimentos
artísticos fizeram parte.
Conteúdo Prático: Estudo do contexto histórico e artístico dos principais estilos e expressões
artísticas a partir da Pré-história até o Realismo no século 19.
Conteúdo Teórico: Compreender os conteúdos em História da Arte, a partir do contexto
histórico, características artísticas e principais expoentes, desde as expressões da Pré-História
até o Realismo no século 19.
Ciclos de Aprendizagem e Detalhamento de Conteúdos
Ciclo de Aprendizagem 1: Introdução ao estudo da História da Arte. Entender a Arte
Pré-histórica, e o início da expressão artística da humanidade. Compreender as principais
características da Arte Egípcia. Estudar as principais características artísticas da Arte
Greco-Romana.
Detalhamento: Arte Pré-histórica. Arte Egípcia. Arte Grega. Arte Romana.
Ciclo de Aprendizagem 2: Aprender sobre o contexto da Idade Média, e seus principais estilos
artísticos: Arte Bizantina, Arte Românica e Arte Gótica. Compreender o contexto histórico em
que surge o Renascimento, seus conceitos filosóficos, e mudanças nas representações
artísticas, além de conhecer seus principais expoentes.
Detalhamento: Arte na Idade Média: Arte Bizantina, Arte Românica e Arte Gótica.
Renascimento: contexto histórico, características artísticas, principais artistas.
Ciclo de Aprendizagem 3: Entender o contexto histórico do surgimento do Barroco, e estudar
suas principais características artísticas, suas influências além do estilo praticado na Itália, e
seus artistas. Conhecer e estudar o estilo do Rococó, seu contexto histórico, suas principais
características artísticas e seus principais artistas.
Detalhamento: Barroco: arquitetura, pintura e escultura. Rococó: contexto histórico,
características artísticas.
Ciclo de Aprendizagem 4: Compreender o contexto histórico ao qual o Neoclassicismo e o
Romantismo estão inseridos. Entender suas principais características artísticas, suas diferenças,
e conhecerseus principais expoentes.
Detalhamento: Neoclassicismo. Romantismo.
Ciclo de Aprendizagem 5: Compreender as mudanças ocorridas no contexto histórico do
século 19, especialmente a partir da primeira Revolução Industrial na Europa. Estudar sobre
como o Realismo traz uma mudança de paradigma nas representações artísticas da época.
Compreender suas principais características e estudar sobre seus principais expoentes.
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Detalhamento: Contexto histórico do século 19: Revolução Industrial. Realismo: mudança de
paradigma nas representações em artes.
Bibliografia Básica
ARAUJO, B. L. D.; BIGARELI, M. S.; YORDAKI, W. História da Arte: do Rococó ao Realismo.
Batatais: Claretiano, 2013.
Justificativa: O Caderno de Referência de Conteúdo – História da Arte: do Rococó ao Realismo,
leva ao aluno do Claretiano Centro Universitário, os principais estilos artísticos a partir de
meados do século XVII até metade do século XIX. Será abordado o estilo Rococó, ligado ao
absolutismo francês. O século XVIII traz grandes mudanças na sociedade com o Iluminismo na
filosofia, e a Revolução Francesa no campo da política. Os estilos Neoclássico e o Romantismo,
serão os expoentes desse momento histórico. E por fim em meados do século XIX, temos a
Revolução Francesa, e toda a massa populacional que o êxodo rural traz para as cidades
europeias. É a partir desse contexto que surge o Realismo, buscando retratar o povo e suas
mazelas. Dessa forma, o aluno Claretiano terá um panorama dos principais acontecimentos
artísticos dentro desse recorte histórico.
DUETE, L. M. F. G.; GIRALDI, F. G.; NASCIMENTO, E. C. História da Arte: da Pré-História ao
Barroco. Batatais: Claretiano, 2013
Justificativa: No Caderno de Referência de Conteúdo – História da Arte: da Pré-História ao
Barroco, o aluno do Claretiano Centro Universitário terá um panorama da arte a partir da Arte
Pré-histórica até o Barroco. Dessa forma, será visto que o homem produz arte desde seus
primórdios, como forma ritualística e de comunicação. A Arte Egípcia e a Arte Greco-Romana
mostram como o homem, depois de se constituir como sociedade, desenvolve suas formas
expressivas de forma surpreendente. Com o surgimento do Cristianismo, temos o período da
Idade Média, que traz a Arte Bizantina, na região de Istambul, e a Arte Românica e Gótica, na
região da Europa. O Renascimento rompe com as representações apenas religiosas,
inaugurando o humanismo e o antropocentrismo, e busca por postulados filosóficos e
artísticos da Antiguidade Clássica. As grandes navegações trazem aos europeus o contato com
outras culturas. Nas artes, é criada a tinta à óleo, a perspectiva, o estudo de anatomia,
revolucionando a representação naturalista. A Reforma Protestante e a perda de fiéis pela
Igreja Católica, contribui para o surgimento do Barroco, como a arte da Contra Reforma, com
suas expressões exageradas, e emocionais. Assim, o aluno Claretiano terá um aprofundamento
dos principais estudos dentro da História da Arte que vai desde a pré-história até o século XVI.
GOMBRICH, E. H. A história da arte. Tradução de Álvaro Cabral. 16. ed. Rio de Janeiro: LTC,
1999. (Livro – Claretiano Biblioteca Digital; Minha Biblioteca)
Justificativa: E. H. Gombrich foi um dos principais pesquisadores do campo da História da Arte.
Seu livro é um clássico, e traz um panorama que vai desde a Arte Pré-histórica até os
movimentos artísticos a partir da década de 1950. O Caderno de Referência de conteúdo desta
disciplina traz citações diretas deste autor ao longo de todas as Unidades, pois este livro é uma
importante referência para o estudo da História da Arte mundial.
SOUZA, Dulce América de. BATISTA, Valdoni Moro. História da arte. Porto Alegre: SAGAH, 2019.
Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788533500068/pageid/0. Acesso
em: 17 dez. 2021.
Justificativa: É um livro básico, em linguagem simples, e que traz ao estudante uma introdução
ao conceito de Arte, além de um panorama das principais produções em arte da humanidade.
A História da Arte inicia-se na Pré-história, ou seja, nas primeiras manifestações artísticas
humanas encontradas pelos pesquisadores, passando pelos principais estilos artísticos, as
mudanças ocorridas a partir do século XIX, abordando ainda o conceito de arte pós-moderna e
contemporânea. Para a nossa disciplina, traça uma boa linha do tempo que vai da Pré-história
até o Neoclassicismo.
Bibliografia Complementar
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CORTELAZZO, Patrícia Rita. A história da arte por meio da leitura de imagens. Curitiba:
Intersaberes, 2012. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6460/pdf/0. Acesso em: 17 dez. 2021.
FIGUEIREDO, Lenita Miranda de. História da Arte para crianças. 11º ed. São Paulo. Cengage
Learning, 2011. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788522126507/pageid/2> Acesso
em: 24 jan. 2022.
FILHO, Duílio Battistoni. Pequena História da Arte. 1ª ed. Campinas: Papirus Editora, 2020.
Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/185176. Acesso em: 24
jan. 2022.
PINHEIRO, Antônio Carlos da Fonseca Bragança; CRIVELARO, Marcos. História da Arte e do
Design: princípios, estilos e manifestações culturais.1ª ed. São Paulo: Editora Érica, 2014.
Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788536519272/pageid/0. Acesso
em: 24 jan.2022.
PORTO, Humberta. Estética e História da Arte. 1º ed. São Paulo: Editora Pearson. Disponível
em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/129402. Acesso em: 24 jan. 2022.
Justificativa Geral das Bibliografias Complementares: História da Arte é disciplina fundamental
para quem deseja trabalhar com arte, arte-educação, cultura e patrimônio. As bibliografias
complementares, a partir de uma linguagem simples e didática, permitem ao aluno aprofundar
seus estudos, compreendendo os principais fundamentos que compõem a disciplina, além de
construir um pensamento crítico em relação à produção artística e cultural humana ao longo
do tempo. Saber identificar as obras, os artistas, e entender o contexto histórico em que cada
estilo ou movimento artístico foi produzido é de fundamental importância para a formação
imagética, e teórica para o futuro egresso.
2º. Ano – 3º. Semestre
Disciplina: Comunicação e Linguagem
Carga Horária: 60 horas
Ementa: A disciplina Comunicação e Linguagem desenvolve condições de letramento para as
exigências da Educação Superior, no tocante ao estímulo da capacidade de interpretar, analisar
e discutir textos sobre assuntos variados e produzidos no meio científico. Tal enfoque
possibilita a compreensão das estruturas textuais concernentes aos gêneros textuais propícios
ao ambiente acadêmico. Para isso, abordam-se questões relativas aos conceitos de
comunicação, linguagem, texto e discurso; às noções de registro nível e estilo de linguagem; às
características peculiares da linguagem acadêmica; aos procedimentos de interpretação e de
produção de textos, com a explanação de técnicas de parafrasagem e de sintetização; à
tipologia textual argumentativa presente no discurso acadêmico, mais especificamente nos
gêneros resumo e resenha; aos aspectos gramaticais da língua portuguesa e ao uso da norma
padrão. Nesse sentido, o aluno poderá proceder a leitura e a escrita também como uma prática
de sua cidadania e integralização ao mundo.
Objetivos da Disciplina: Compreender as noções de comunicação, linguagem, texto e discurso.
Verificar como se sistematiza a comunicação humana. Conhecer as características da
linguagem acadêmica, no tocante a registro, nível e estilo. Compreender procedimentos de
leitura, análise, interpretação e produção de textos, mais especificamente os acadêmicos.
Perceber como utilizar adequadamente a norma padrão na produção de textos acadêmicos.
Revisar conteúdos da Língua Portuguesa quanto a normas gramaticais. Aplicar tais
conhecimentos na produção de textos acadêmicos coerentes e coesos, a fim de poder exercer
sua cidadania e sua integralização ao mundo.
Detalhamento de Conteúdos
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https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788522126507/pageid/2https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/185176
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788536519272/pageid/0
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/129402
Ciclo de Aprendizagem 1: Conceitos básicos de comunicação e de linguagem.
Detalhamento: Conceito de comunicação. Conceito de linguagem. Linguagem não verbal,
verbal, mista/híbrida/multifuncional; linguagem falada e linguagem escrita. Conceito de língua
e de norma padrão. Registro, nível e estilo de linguagem. A linguagem acadêmica e suas
características principais.
Ciclo de Aprendizagem 2: O texto e o discurso.
Detalhamento: Conceito de texto. Noção de contexto. Conceito de discurso. Marcas estruturais
e ideológicas: os sentidos nos textos. A paráfrase como técnica de produção textual. O gênero
resumo e suas nuances em textos acadêmicos.
Ciclo de Aprendizagem 3: A tipologia argumentativa no discurso acadêmico.
Detalhamento: A argumentação nos textos. Estratégias argumentativas e operadores
argumentativos. O gênero resenha como texto acadêmico. Planejamento, esboço e revisão
textual.
Ciclo de Aprendizagem 4: A leitura interpretativa, analítica e crítica.
Detalhamento: Leitura de fruição e leitura para fins didáticos. Significado de compreensão
textual. Significado de interpretação textual. Aplicação de estratégias na leitura para fins
didáticos. Compreensão e interpretação de textos não verbais.
Ciclo de Aprendizagem 5: Aspectos gramaticais relevantes à produção textual.
Detalhamento: A estruturação de frases: ordem direta, ordem indireta e ordem intercalada.
Concordância verbal e nominal. Colocação pronominal. Crase. Pontuação: uso da vírgula, do
ponto e do ponto e vírgula na construção de parágrafos.
Bibliografia Básica:
GUIMARÃES, Thelma de Carvalho. Comunicação e linguagem. São Paulo: Pearson, 2011.
(Biblioteca Virtual Pearson).
Justificativa: A obra de Guimarães (2012) é propícia para o letramento de alunos da Educação
Superior, ou seja, atende aos objetivos da disciplina Comunicação e Linguagem, diante da
necessidade de serem desenvolvidas as habilidades e competências de leitura e de escrita.
Desse modo, o aluno universitário precisa conhecer o discurso acadêmico, que exige o uso da
modalidade linguística oral e escrita formal, com o uso adequado da norma padrão da Língua
Portuguesa. Portanto, trata-se de uma obra em que estão presentes os principais
conhecimentos legitimados para a academia. Não fosse isso o bastante, ao ter contato com o
conteúdo abordado na referida obra, o aluno pode se condicionar a desempenhar as
atividades acadêmicas de seu curso de modo mais proficiente: ler, interpretar e redigir os
textos específicos de sua área de formação. Percebe-se, desse modo, a importância desta obra
como contribuinte para a formação do aluno de qualquer curso universitário, uma vez que, ao
ampliar seu repertório de leitura, de informações e de conhecimentos, sua produção oral e
escrita tende a ser mais coerente e coesa, o que o possibilita inclusive a aplicar tais noções em
sua atuação no mundo corporativo. Para isso, estudam-se nesta obra noções e estratégias de
leitura, leitura para fins de resumo, estruturação de parágrafos de modo coeso e coerente,
parafrasagem, redação e discurso acadêmico.
ILHESCA, D. D.; SILVA, D. T. M. da; SILVA, M. R. da. Redação acadêmica. Curitiba: Intersaberes,
2014. (Biblioteca Virtual Pearson )
Justificativa: A necessidade de letramento do aluno ingressante no ensino superior requer que
ele lide com textos que já são conhecidos em senso comum, mas com enfoque e uso da
linguagem acadêmica. É justamente isso que a referida obra propicia, visto que contempla
conteúdos que visam organizar conhecimentos, além de disponibilizar orientações
indispensáveis para a produção de textos com mais qualidade, ou seja, mais coerentes e
coesos. Nesse sentido, o aluno terá contato com noções de leitura e escrita, a fim de
procedê-las de modo mais acurado, técnicas de paragrafação, argumentação, desempenho
linguístico, no tocante a estilo de linguagem, e os principais gêneros textuais que rondam o
67
meio acadêmico, tais como resumo, resenha, artigo, ensaio, relatório e monografia. 
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, Maria Margarida de; HENRIQUES, Antonio. Língua portuguesa: noções básicas para
cursos superiores. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2010. (Minha Biblioteca)
DE LÉON, C. B. de. et. al. Comunicação e expressão. Curitiba: InterSaberes, 2013. (Biblioteca
Virtual Pearson)
FONTANA, Maria; PAVIANI, Neires Soldatelli; PRESSANTO, Isabel Maria Paese. Práticas de
linguagem: gêneros discursivos e interação. Caxias do Sul, RS: EDUCS, [2009]. (Biblioteca
Virtual Pearson)
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto,
2011. (Biblioteca Virtual Pearson)
KÖCHE, V. S.; BOFF, O. M. B.; PAVANI, C. F. Prática textual: atividades de leitura e escrita. 11 ed.
Petrópolis: Vozes, 2015. (Biblioteca Virtual Pearson)
Justificativa: Tendo em vista que a disciplina Comunicação e Linguagem é voltada para
propiciar condições de letramento de alunos da Educação Superior, a obra Língua Portuguesa:
noções básicas para cursos superiores (ANDRADE; HENRIQUES, 2007) vai ao encontro disso,
pois oferta ao aluno de qualquer curso universitário os conhecimentos básicos para que
consiga um bom desempenho nas suas produções textuais escritas, ao dispor a esse aluno
noções elementares sobre a teoria da comunicação e sobre técnicas de leitura, interpretação e
produção textual. Concernente à Comunicação e expressão (DE LÉON et. al., 2013), propicia-se
a compreensão das noções e das principais diferenças de texto falado e escrito, além da
abordagem das noções centrais sobre textualidade e importantes tópicos referentes ao
suporte gramatical imprescindível à tarefa da escrita. Quanto à obra de Fontana, Paviani e
Pressanto (2009), possibilita-se o desenvolvimento de habilidades linguísticas, pois explana
estratégias de leitura e de produção textual com a abordagem de uma variedade de gêneros
discursivos, dos modos de organização discursiva e dos procedimentos da argumentação, com
a aplicação adequada da norma padrão da Língua Portuguesa. Ainda mais, a obra auxilia o
aluno universitário a aprimorar sua competência discursiva, ao ter contato com os seguintes
conteúdos: conceitos de linguagem, coesão, coerência, parágrafo, intertextualidade e a
abordagem de gêneros textuais que veiculam no meio acadêmico, tais como o resumo e a
resenha. Por meio de uma abordagem ampla dos tópicos relativos às atividades discursivas e
suas marcas na materialidade linguística, a obra de Koch (2011) permite ao aluno verificar
questões concernentes à produção de sentido nas modalidades oral e escrita, o que o capacita
para a comunicação eficiente em diferentes situações. Por fim, Prática textual (2015) permite
ao aluno o desenvolvimento de competências discursivas e habilidades linguísticas pela
abordagem de estratégias que visam à compreensão, interpretação e produção de textos
acadêmicos, ao ter contato com textos em diferentes níveis de linguagem.
Disciplina: Preservação e Conservação de Objetos em Suporte Papel
Carga Horária: 60 h
Ementa: A disciplina Preservação e Conservação de Objetos em Suporte Papel – no contexto
do curso de Bacharelado em Museologia e levando em consideração o disposto nas Diretrizes
Curriculares do MEC para os cursos de Museologia, que determina, nas competências e
habilidades dos formandos, a capacidade de intervir, de forma responsável, nos processos de
identificação, musealização, preservação e uso do patrimônio, entendido como representação
da atividade humana no tempo e no espaço – vai capacitar os alunos a compreender a múltipla
natureza dos papéis e seus espaços nos museus, desde a história do papel, passando por seu
fabrico, tipos, fragilidades e possibilidades de uso. Para isso, no primeiro ciclo, o aluno entrará
em contato com a introdução à preservação e conservação de acervos, com os conceitos de
preservação, conservação, conservação preventiva e restauração, conduta136
23.4. Egressos.....................................................................................................................137
23.5. Divulgação de trabalhos, produções de alunos e iniciação científica...........................139
23.6. Bolsas de Estudo........................................................................................................146
23.7. Política de atendimento ao aluno público-alvo da Educação Especial (PAEE) ............. 146
23.8. Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (conforme
disposto na Lei 12.764/2012) .............................................................................................148
24. CORPO DOCENTE E DE TUTORES................................................................................... 150
24.1. Corpo Docente...........................................................................................................150
24.1.1. Professor Responsável (EaD) e suas atribuições.......................................................151
24.3. Tutores...................................................................................................................... 152
24.3.1. Tutor a distância e suas atribuições.........................................................................152
25. DEMAIS PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS COM/NOS PROCESSOS ENSINO-APRENDIZAGEM.....
152
7
25.1. Professor Conteudista e suas atribuições................................................................... 152
25.2. Equipe Multidisciplinar.............................................................................................. 153
25.3. Equipes de apoio no polo...........................................................................................154
26. PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE COORDENADORES, DOCENTES E TUTORES..
154
26.1. Núcleo Docente Estruturante..................................................................................... 155
26.2. Colegiado...................................................................................................................156
27. PLANO DE AÇÃO DO CURSO PARA O QUADRIÊNIO (2022-2025).................................... 157
28. A ARTICULAÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU E GRADUAÇÃO.................................158
29. INSTALAÇÕES GERAIS ...................................................................................................158
29.1. Sala da Coordenação .................................................................................................158
29.2. Salas de Aula ............................................................................................................158
29.3. Laboratórios de Informática...................................................................................... 159
29.4. Ambientes profissionais vinculados ao curso............................................................. 160
30. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................................................................................... 161
31. ANEXOS....................................................................................................................... 163
8
1. APRESENTAÇÃO/ INTRODUÇÃO
Paulo Freire falava de utopia enquanto ato de denunciar a sociedade naquilo que ela
tem de injustiça e de desumanizadora e enquanto ato de anunciar a nova sociedade.
Denunciar e anunciar são utopias. Precisamos formar seres que sonhem com uma
sociedade humanizada, justa, verdadeira, alegre, com participação de todos nos
benefícios para os quais todos trabalhamos. Goethe, pensador alemão, dizia que,
para que alguém possa ser algo especial, é necessário que outros acreditem que ele
é especial. Para construir a utopia, temos que acreditar nela. Ela é fruto de nova
sensibilidade ética e estética. Não se trata de uma sensibilidade qualquer. A
dimensão ética e estética cria e implode perguntas. A qualidade das perguntas que
desencadearão nossos projetos é sensível à delicadeza que a educação deve ter para
com o bem. (ALMEIDA E FONSECA JUNIOR, 2000, p. 32-33).
O Projeto Político Pedagógico é uma proposta instituída pela Lei de Diretrizes e Bases
(LDB), no. 9394/96, sob os artigos 12 (incisos I e IV) e 13 (incisos I e II).
Caracteriza-se por pedagógico porque é instrumento de discussão do ensinar e do
aprender, em um processo de formação e de construção de cidadania, e não apenas de
preparação técnica para uma ocupação temporal. Também político, porque trata dos fins e
valores referentes ao papel da universidade na análise crítica, na transformação social e nas
relações entre conhecimento e estrutura de poder e, principalmente, coletivo, uma vez que se
constitui e coexiste na participação de seus atores (coordenador, professores, alunos, direção,
comunidade escolar) no processo de análise, discussão e tomada de decisão quanto aos rumos
que, consciente e criticamente, definem como necessários e possíveis à instituição
universitária. (PIMENTA; ANASTASIOU, 2002).
Para Gadotti (1998, p. 16), “o projeto político pedagógico da instituição está inserido
num cenário marcado pela diversidade. Cada instituição é resultado de um processo de
desenvolvimento de suas próprias contradições [...]. Assim, este projeto busca responder ao
ideal de formação pessoal e profissional dos alunos e as demandas do mercado da cidade,
região e país.
Nesse sentido, este projeto — como “esboço e linhas ainda não definitivas, uma
espécie de convite a pensarmos juntos – professores, tutores, alunos, comunidade escolar –
nesta magnífica e provocante tarefa de construir um futuro melhor para todos” (ALMEIDA;
FONSECA JUNIOR, 2000, p. 23) — apresenta a proposta de trabalho do Curso de GraduaÇão em
Museologia - Bacharelado para a sua implementação no quadriênio 2022-2025, a partir do
cenário do Claretiano – Centro Universitário, sua missão e objetivos educacionais; a concepção
do curso, perfil do formando/egresso, objetivos e competências; a organização, matriz e
conteúdos curriculares; atividades complementares; prática profissional; articulação
teoria-prática, disciplinas obrigatórias e optativas, estágio supervisionado, a organização
pedagógica e estrutural do curso, acompanhamento e avaliação; finalmente, toda a estrutura
física da IES, buscando alcançar e proporcionar uma formação de qualidade e democrática aos
futuros bacharéis em Museologia.
2. HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO
A universidade conserva, memoriza, integra e ritualiza uma herança cultural de
saberes, ideias e valores, que acaba por ter um efeito regenerador, porque a
universidade se incumbe de reexaminá-la, atualizá-la e transmiti-la. (ao mesmo
tempo em que) gera saberes, ideias e valores, que, posteriormente, farão parte
dessa mesma herança. Por isso, a universidade é conservadora, regeneradora e
geradora. (Tem, pois,) uma função que vai do passado por intermédio do presente
(Morin, 2000, p. 9-10), (da crítica do presente), em direção à humanização, uma vez
que o sentido da educação é a humanização, isto é, possibilitar que todos os seres
humanos tenham condições de ser partícipes e desfrutadores dos avanços da
civilização historicamente construída e compromissados com a solução dos
9
problemas que essa mesma civilização gerou (PIMENTA; ANASTASIOU, 2002, p.
162).
2.1. Congregação dos Missionários Claretianos: Visão Histórica
A Congregação dos Missionários Claretianos, tem como fundador Santo Antônio
Maria Claret, que nasceu no dia 23.12.1807, em Sallent, Catalunha, Espanha.
Filho de uma família católica, foi formado nos ensinamentos cristãos e desde criança
desejava ser missionário, para levar o anúncio do Evangelho e a salvação a toda a humanidade.
Foi ordenado sacerdote no ano de 1835 e sempre levou um estilo de vida missionária: passava
de cidade em cidade anunciando o Reino de Deus.
Exerceu várias atividades: missionário apostólico e pregador itinerante em várias
regiões, pároco, diretor de escola e promotor da educação, escritor da boa imprensa (falada e
escrita), diretor espiritual, fundador de congregaçãoética e profissional.
Nesse ciclo, ainda serão apresentadas as principais características dos papéis, sua tipologia,
68
história e modos de fabricação. No segundo ciclo, serão apresentadas as tipologias de acervos
museológicos à base de papel, além da caracterização do papel como suporte e objeto
museológico, simultaneamente. Nesse ciclo, ainda, será discutida a multiplicidade de
possibilidades de exposições de materiais em suporte papel. No terceiro ciclo, serão abordados
os riscos inerentes aos acervos em suporte papel e as condutas seguras em relação a cada um
dos riscos. No quarto ciclo, por sua vez, serão abordadas as práticas de conservação
preventiva, com destaque para o manuseio e transporte e a higienização – com enfoque nos
procedimentos de higienização mecânica. Também será discutido o uso de equipamentos de
proteção individual – EPIs. Por fim, o quinto ciclo tratará sobre a guarda e acondicionamento,
abordando as recomendações gerais para a guarda dos objetos museológicos em papel ou cujo
suporte seja o papel e o processo de confecção de embalagens para o acondicionamento.
Objetivo Geral da Disciplina:
Os alunos da disciplina Preservação e Conservação de Objetos em Suporte Papel, na
modalidade EaD do Claretiano, dado o Sistema Gerenciador de Aprendizagem e suas
ferramentas, serão capazes de compreender o papel enquanto objeto de preservação e
conservação museológica, considerando a sua múltipla natureza. Para isso, contarão não só
com as obras de referência, mas também com outras referências bibliográficas, eletrônicas,
links de navegação e vídeos. Ao final desta disciplina, de acordo com a proposta orientada pelo
professor responsável e pelo tutor a distância, terão condições de intervir, de forma
responsável, nos processos de identificação, musealização, preservação e comunicação dos
acervos que têm o papel como suporte. Para esse fim, levarão em consideração as ideias
debatidas na Sala de Aula Virtual, por meio de suas ferramentas, bem como o que produziram
durante o estudo.
Objetivos Específicos da Disciplina:
Diferenciar conceitos relacionados a preservação e a conservação de acervos. Avaliar e aplicar
medidas necessárias a preservação dos acervos que tem o papel como suporte. Identificar e
avaliar objetos museológicos à base de papel. Executar medidas básicas de conservação
preventiva.
Conteúdo Prático: práticas de conservação preventiva, modos corretos de guarda e
acondicionamento, manuseio, cópia e transporte, além de acondicionamento de papéis,
formando o conjunto de boas práticas no trabalho com acervos em papel.
Conteúdo Teórico: compreensão da múltipla natureza dos papéis e seus espaços nos museus,
desde a história do papel, passando pelo seu fabrico, tipos e utilizadas, fragilidades e
possibilidades de uso
Ciclos de Aprendizagem e Detalhamento de Conteúdos
Ciclo de Aprendizagem 1: A introdução à preservação e conservação de acervos, com os
conceitos de preservação, conservação, conservação preventiva e restauração, conduta ética e
profissional.
Detalhamento: Conceitos: preservação, conservação, conservação preventiva e curativa,
restauração. Conduta ética profissional na preservação/conservação. História e tecnologia da
fabricação de papel: suportes de registros do conhecimento, breve história do papel,
fabricação manual e industrial, e composição e características principais dos papéis.
Ciclo de Aprendizagem 2: As tipologias de acervos museológicos à base de papel, além da
caracterização do papel como suporte e objeto museológico, simultaneamente. Nesse ciclo,
ainda, será discutida a multiplicidade de possibilidades de exposições de materiais em suporte
papel.
Detalhamento: Conceitos de preservação, conservação, conservação preventiva e curativa,
restauração. Conduta ética profissional na preservação/conservação. História e tecnologia da
fabricação de papel: suportes de registros do conhecimento, breve história do papel,
fabricação manual e industrial, e composição e características principais dos papéis.
69
Ciclo de Aprendizagem 3: Os riscos inerentes aos acervos em suporte papel e as condutas
seguras em relação a cada um dos riscos.
Detalhamento: Agentes de degradação de acervos museológicos à base de papel e tipos de
deterioração comumente encontrados. Avaliação do estado de conservação dos objetos
suporte papel. Cuidados básicos com o lugar de guarda do acervo. Como agir em emergências.
Ciclo de Aprendizagem 4: As práticas de conservação preventiva, com destaque para o
manuseio e transporte e a higienização – com enfoque nos procedimentos de higienização
mecânica. Também será discutido o uso de equipamentos de proteção individual – EPIs.
Detalhamento: O uso de EPIs nas rotinas de trabalho. Manuseio e transporte. Higienização
mecânica: materiais e procedimentos.
Ciclo de Aprendizagem 5: A guarda e acondicionamento, abordando as recomendações gerais
para a guarda dos objetos museológicos em papel ou cujo suporte seja o papel e o processo de
confecção de embalagens para o acondicionamento.
Detalhamento: Guarda. Acondicionamento.Confecção de embalagens. Síntese: boas práticas
no trato com papéis.
Bibliografia Básica
SERIPIERRI, Dione et al. Manual de conservação preventiva de documentos: papel e filme. São
Paulo: EDUSP, 2005.
Disponível em: http://www.livrosabertos.edusp.usp.br/edusp/catalog/book/9
Justificativa: a partir de situações reais encontradas no cotidiano do trabalho dos autores e,
portanto, no também no futuro cotidiano de trabalho dos alunos, o manual apresenta de
maneira didática uma série de ações preventivas que orientam as operações básicas de
higienização de documentos, auxiliando na aplicação prática dos temas abordados na
disciplina.
Procedimentos de Conservação editado por Sherelyn Ogden; [tradução Elizabeth Larkin
Nascimento, Francisco de Castro Azevedo; revisão técnica Ana Virginia Pinheiro, Dely Bezerra
de Miranda Santos; revisão final Cássia Maria Mello da Silva, Lena Brasil]. — 2. ed. — Rio de
Janeiro: Projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos: Arquivo Nacional, 2001.
Disponível em: http://arqsp.org.br/wp-content/uploads/2017/08/10_12.pdf
Justificativa: a obra aborda técnicas de panificação de documentos, descreve o modo correto
de confecção de passe-partout utilizando materiais para a preservação, além de apresentar
noções básicas de trato com livros de recortes e álbuns, contribuindo para a intervenção
responsável em diferentes objetos com suporte em papel musealizados.
Armazenagem e manuseio / editado por Sherelyn Ogden; [tradução Elizabeth Larkin
Nascimento, Francisco de Castro Azevedo; revisão técnica Ana Virginia Pinheiro, Dely Bezerra
de Miranda Santos; revisão final Cássia Maria Mello da Silva, Lena Brasil]. — 2. ed. — Rio de
Janeiro: Projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos: Arquivo Nacional, 2001.
Disponível em: https://www.arqsp.org.br/wp-content/uploads/2017/08/1_9.pdf
Justificativa: os textos reunidos na referida obra tratam das boas práticas de manuseio e dos
métodos adequados para armazenamentos, abordando dentre outras questões: materiais para
a confecção de caixas para pequenos livros, a confecção de jaquetas de poliéster e a confecção
de suportes para livros, contribuindo para a formação do escopo necessário a aplicação das
boas práticas no trabalho com acervos em papel.
Bibliografia Complementar
SPINELLI, Jayme; BRANDÃO, Emiliana; FRANÇA, Camila. Manual técnico de preservação e
conservação: documentos extrajudiciais CNJ. Rio de Janeiro: BN, 2011. (minuta). Disponível
em:
https://folivm.files.wordpress.com/2011/04/manual-an-bn-cnj-2011-c3baltima-versc3a3o-2p-f
olha.pdf
Manual de pequenos reparos em livros / Robert J. Milevski; [tradução Lygia Maria Guimarães,
Angela Maria Machado Osório de Araújo; revisão técnica e final Cássia Maria Mello da Silva,
70
http://www.livrosabertos.edusp.usp.br/edusp/catalog/book/9
http://arqsp.org.br/wp-content/uploads/2017/08/10_12.pdf
https://www.arqsp.org.br/wp-content/uploads/2017/08/1_9.pdf
https://folivm.files.wordpress.com/2011/04/manual-an-bn-cnj-2011-c3baltima-versc3a3o-2p-folha.pdfhttps://folivm.files.wordpress.com/2011/04/manual-an-bn-cnj-2011-c3baltima-versc3a3o-2p-folha.pdf
Lena Brasil]. – 2.ed. –. Rio de Janeiro: Projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas e
Arquivos: Arquivo Nacional, 2001. 49 p. Disponível em:
https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/upload/cpba_13_1253283779.pdf
Associação de Arquivistas de São Paulo. ARQ-SP. Oficina Como Fazer. Confecção de
embalagens para acondicionamento de documentos. Fernanda Brito. Disponível em:
https://www.sisemsp.org.br/blog/wp-content/uploads/2012/09/Confec%C3%A7%C3%A3o-de-
Embalagem-Acondicionamento-de-Documentos-AASP.pdf
Conselho Internacional de Museus (Icom) - Código de Ética Lusófono. Disponível em:
http://www.icom.org.br/?page_id=30
Código De Ética Profissional Do Museólogo. Disponível em:
http://cofem.org.br/legislacao_/codigo-de-etica/
Museums, Libraries and Archives Council. Conservação de Coleções / Museums, Libraries and
Archives Council; [tradução Maurício O. Santos e Patrícia Souza]. – São Paulo: Editora da
Universidade de São Paulo: [Fundação] Vitae, 2005. Disponível em:
https://www.sisemsp.org.br/documentos-de-referencia/
Justificativa:
A seleção dos Códigos de Ética como bibliografia complementar dos estudos sobre Preservação
e Conservação de Objetos em Suporte Papel se justifica pela necessidade do futuro profissional
de museologia compreender a importância da conduta ética e ser capaz de adotar a postura
profissional requerida ao exercício da profissão. As demais bibliografias selecionadas se
justificam por contribuir diretamente para que o estudante conheça e possa consultar, quando
necessário, a correta aplicação das técnicas de intervenção de conservação em objetos com
suporte em papel.
Disciplina: História da Arte: Do Impressionismo ao Surrealismo
Carga Horária: 90 h
Ementa: A disciplina realiza um recorte histórico, artístico e cultural, a partir das mudanças
ocorridas na Europa, e no mundo, por conta do surgimento da Revolução Industrial, no século
19. Inicia com o estudo do movimento Impressionista, que rompe com a representação realista
da Academia, inaugurando uma nova representação pictórica da realidade. Passa pelas
experiências particulares do Neo-Impressionismo, que influencia os movimentos de
vanguardas posteriores. Destaca a produção artística das principais vanguardas europeias:
Expressionismo, Fovismo, Cubismo, Futurismo, Abstracionismo geométrico russo, Mondrian e
De Stijl, Dadaísmo e por fim, Surrealismo. O aluno, dessa forma, terá ao final da disciplina,
ampliado o seu repertório imagético e crítico em relação às principais transformações estéticas
trazidas pelos artistas ao final do século 19 e século 20.
Objetivo Geral da Disciplina:
Estudar o contexto histórico de meados do século 19 e as mudanças trazidas para as Artes, a
partir do surgimento do Impressionismo. Compreender os movimentos de vanguarda, as
principais características e seus principais expoentes.
Objetivos Específicos da Disciplina:
Compreender o contexto histórico que propicia o surgimento do movimento Impressionista na
França, e sua importância para a Arte Moderna.
Estudar o Pós- Impressionismo e o Expressionismo. Compreender o Fovismo e o Cubismo.
Aprender sobre o Futurismo e o Abstracionismo Geométrico. Analisar o surgimento do
Dadaísmo e do Surrealismo.
Conteúdo Prático: O estudo das principais mudanças artísticas a partir de meados do século
19, e das vanguardas artísticas do século 20.
Conteúdo Teórico: Em História da Arte todos os conteúdos são imprescindíveis. Atentar,
portanto, para o contexto histórico, as principais características artísticas e os principais artistas
de cada movimento.
71
https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/upload/cpba_13_1253283779.pdf
https://www.sisemsp.org.br/blog/wp-content/uploads/2012/09/Confec%C3%A7%C3%A3o-de-Embalagem-Acondicionamento-de-Documentos-AASP.pdf
https://www.sisemsp.org.br/blog/wp-content/uploads/2012/09/Confec%C3%A7%C3%A3o-de-Embalagem-Acondicionamento-de-Documentos-AASP.pdf
http://www.icom.org.br/?page_id=30
http://cofem.org.br/legislacao_/codigo-de-etica/
https://www.sisemsp.org.br/documentos-de-referencia/
Ciclos de Aprendizagem e Detalhamento de Conteúdos
Ciclo de Aprendizagem 1: Compreender o contexto histórico de meados do século 19. Estudar
sobre o Impressionismo, suas características artísticas, e seus principais artistas.
Detalhamento: Contexto histórico. Impressionismo. Principais características. Principais
artistas.
Ciclo de Aprendizagem 2: Compreender as mudanças trazidas pelo movimento Impressionista.
Estudar o movimento conhecido como Neoimpressionismo, e as vertentes do
Pós-Impressionismo, que possibilitaram o surgimento das vanguardas artísticas européias, e o
que conhecemos atualmente como Arte Moderna.
Detalhamento: Contexto histórico. Consequências do Impressionismo. Neoimpressionismo.
Pós-Impressionismo.
Ciclo de Aprendizagem 3: Estudar o contexto histórico que possibilitou o surgimento do
movimento Expressionista, as características artísticas do movimento, e os grupos de artistas
conhecidos como “A ponte”, e “Cavaleiro Azul”. Compreender as principais características
artísticas do Fovismo, e seus principais artistas.
Detalhamento: Contexto Histórico; Expressionismo. Agrupamento de artistas na Alemanha:
Die Brücke (A Ponte) e Der Blauer Reiter (Cavaleiro Azul). Fovismo.
Ciclo de Aprendizagem 4: Compreender o contexto histórico, as principais características
artísticas, e os principais artísticas dos movimentos Cubismo, Futurismo, Abstracionismo
Geométrico e De Stjil ou Neoplasticismo.
Detalhamento: Cubismo. Futurismo. Abstracionismo Geométrico. De Stjil ou Neoplasticismo
Ciclo de Aprendizagem 5: Estudar o contexto histórico, as principais características artísticas e
os principais artistas do Dadaísmo e do Surrealismo. Compreender o conceito de ready made,
criado por Marcel Duchamp, um dos mais importantes artistas do dadaísmo.
Detalhamento: Contexto Histórico. Dadaísmo. Surrealismo.
Bibliografia Básica:
MIELZINSKA, M. G. História da Arte: do Impressionismo ao Surrealismo. Batatais: Claretiano,
2013.
Justificativa: Mielzynska (2013) apresenta o surgimento das vanguardas artísticas partindo dos
trabalhos dos artistas impressionistas, de forma cronológica, mostrando as transformações que
ocorreram durante o expressionismo europeu, chegando até as vanguardas como o cubismo,
futurismo e abstracionismo geométrico. Por fim, apresenta as ideias do dadaísmo e do
surrealismo. Todas as vanguardas são apresentadas por meio de imagens, destacando os
principais artistas e as obras mais relevantes para a história da arte. Dessa forma o licenciado
em Artes Visuais pode conhecer e se aprofundar nas ideologias dos artistas da modernidade.
CORTELAZZO, Patrícia Rita. A história da Arte por meio da leitura de imagens. Curitiba:
InterSaberes, 2012. (Biblioteca Digital Pearson)
Justificativa: A autora trabalha o estudo dos estilos e movimentos ao longo da História da Arte
por meio da leitura de imagem. No caso desta disciplina, serão abordados o Impressionismo, o
Pós-Impressionismo, o Expressionismo, o Cubismo e o Surrealismo. Dessa forma, o aluno
Claretiano, e o egresso, terão o conhecimento necessário para trabalhar leitura de imagem em
sala de aula com base teórica na história da Arte Moderna.
DALDEGAN, Valentina; DOTTORI, Maurício. Elementos da história das Artes. Curitiba:
InterSaberes, 2016. (Biblioteca Digital Pearson)
Justificativa: Neste livro os autores abordam a História da Arte de forma simples perpassando
vários períodos. Para esta disciplina, trazem um panorama do contexto histórico e estético que
propicia o surgimento das linguagens artísticas conhecidas como Arte Moderna. Os alunos do
Claretiano, bem como os egressos, terão o conhecimento das mudanças ocorridas na
sociedade e nas artes a partir do fim do século XIX.
Bibliografia Complementar:
72
BARROS, José D’Assunção. As influências da Arte Africana na Arte Moderna. Disponível em: Acesso em: 2021.
COUTO, M. de F. M. Aarte de vanguarda do Brasil e seus manifestos, 2011. Revista IEB.
Disponível em: . Acesso em:
jan.2022.
FURTADO, Rita Márcia Magalhães. Estética e Arte Moderna: confluências. Disponível em: Acesso em: dez. 2021.
QUINTAS, Maria Alexandra Ai. O amanhecer da arte e a condição moderna. Disponível em: Acesso em: jan.2022.
MEDEIROS, José Afonso. Apontamentos sobre Les Demoiselles d’Avignon e a desintegração do
corpo na Arte Moderna. Disponível em: Acesso em: dez. 2021.
Justificativa: A bibliografia complementar da disciplina de História da Arte: Do Impressionismo
ao Surrealismo oferece referências para que os alunos possam aprofundar os conhecimentos
sobre Arte Moderna. Esse período foi marcado pelo rompimento com o realismo e o
academicismo, pela valorização da expressão individual, a influência da Arte Africana na
Europa, e pelo surgimento das pinturas abstratas, além de serem influenciados pelo contexto
histórico da Revolução Industrial, e das invenções de novas tecnologias como a fotografia e o
cinema. A arte não mais precisaria de representar a realidade, podendo os artistas, portanto,
experimentar suas próprias poéticas.
Disciplina: História do Brasil: da colônia ao império
Carga Horária: 90 h
Ementa: A disciplina História do Brasil – da Colônia ao Império apresenta, a partir de uma
abordagem historiográfica, o contexto e o imaginário europeu à época da expansão
ultramarina e do respectivo processo colonial. Apresenta em seu arcabouço de discussão o
choque cultural entre as culturas ameríndias, africanas e europeias na colonização. A disciplina
ainda discute as contradições sociais e políticas no período colonial, bem como o Brasil do
início do século 19 e o processo de emancipação política do Brasil. É foco de discussão dentro
da disciplina a análise acerca das dimensões econômica, social e política no período imperial, a
análise da sociedade e cultura durante o Império. A disciplina ainda aborda a construção do
Estado, a manutenção da ordem, da propriedade e a afirmação da autoridade política. Já no
período regencial, dentro do Império, a discussões historiográficas que compõe a disciplina de
História do Brasil – da Colônia ao Império analisa e discute os conflitos e regionalismos, a
cultura política e relações de poder, os itinerários da escravidão do Império. É pertinente às
discussões desta disciplina ainda, os projetos políticos para a Nação, sendo ele o liberalismo
brasileiro e a crise do Império, que culminou no advento da República.
Objetivo Geral da Disciplina:
A disciplina de História do Brasil: da Colônia ao Império tem como objetivo a compreensão da
História do Brasil durante os seus cinco primeiros séculos, ou seja, os períodos colonial e
imperial.
Objetivos Específicos da Disciplina:
Os alunos conhecerão o contexto português das grandes navegações; o sistema administrativo
adotado na América portuguesa; a religiosidade e o sincretismo religioso fruto do encontro de
civilizações; os indígenas do novo mundo; a escravidão de africanos; a formação de um
mercado interno e das regiões da América portuguesa; a plantation e a instalação do sistema
colonial português na América.
Além desses temas, os alunos estudarão o processo de emancipação política brasileira, desde
os primeiros abalos, ainda no século 18, com a Inconfidência Mineira, a vinda da corte
73
https://www.redalyc.org/pdf/770/77022104002.pdf
https://periodicos.ufba.br/index.php/afroasia/article/view/21236
https://seminarioculturavisual.fav.ufg.br/up/778/o/2009.GT1_FURTADO_-_estetica_e_arte_moderna.pdf
https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/778/o/2009.GT1_FURTADO_-_estetica_e_arte_moderna.pdf
https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/778/o/2009.GT1_FURTADO_-_estetica_e_arte_moderna.pdf
https://www.repository.utl.pt/handle/10400.5/1500
https://www.repository.utl.pt/handle/10400.5/1500
http://www.revista.art.br/site-numero-01/trabalhos/pagina/05.htm
http://www.revista.art.br/site-numero-01/trabalhos/pagina/05.htm
portuguesa para a América, a Independência, os reinados de D. Pedro I e D. Pedro II, chegando
ao fim do sistema escravocrata e à Proclamação da República.
Conteúdo Prático: Discutir os conflitos e regionalismos, a cultura política e relações de poder,
os itinerários da escravidão do Império
Conteúdo Teórico: A análise acerca das dimensões econômica, social e política no período
imperial, a análise da sociedade e cultura durante o Império. A construção do Estado, a
manutenção da ordem, da propriedade e a afirmação da autoridade política.
Ciclos de Aprendizagem e Detalhamento de Conteúdos
Ciclo de Aprendizagem 1: Apresentar, a partir de uma abordagem historiográfica, o contexto e
o imaginário europeu à época da expansão ultramarina e do respectivo processo colonial.
Detalhamento: A descoberta do novo mundo pelos portugueses. A ocupação do território, a
exploração econômica, o trabalho escravo e a religiosidade dos povos da América portuguesa.
Ciclo de Aprendizagem 2: Apresentar em seu arcabouço de discussão o choque cultural entre
as culturas ameríndias, africanas e europeias na colonização. Discutir as contradições sociais e
políticas no período colonial, bem como o Brasil do início do século 19 e o processo de
emancipação política do Brasil.
Detalhamento: Das brechas no sistema à crise do antigo sistema colonial. A Inconfidência
Mineira e o processo de Independência do Brasil.
Ciclo de Aprendizagem 3: Apresentar e analisar dentro da história do Brasil do início do século
19, o processo de emancipação política do Brasil.
Detalhamento: A transferência da Corte portuguesa para a América. O período joanino e o
processo de Independência do Brasil. A formação do Estado brasileiro independente.
Ciclo de Aprendizagem 4: Abordar a construção do Estado, a manutenção da ordem, da
propriedade e a afirmação da autoridade política. Já no período regencial, dentro do Império,
a discussões historiográficas que compõe a disciplina de História do Brasil – da Colônia ao
Império analisa e discute os conflitos e regionalismos, a cultura política e relações de poder, os
itinerários da escravidão do Império.
Detalhamento: A consolidação do Império, os partidos políticos, o processo abolicionista e o
ocaso do Império no Brasil.
Ciclo de Aprendizagem 5: É pertinente à discussão desta disciplina ainda, os projetos políticos
para a Nação, sendo ele o liberalismo brasileiro e a crise do Império, que culminou no advento
da República.
Detalhamento: A história do Brasil sob a perspectiva do professor de História: como o ensino
de História assimila as produções historiográficas sobre o Brasil Colonial e Imperial
Bibliografia Básica
ADÃO, M. C.; SANCHES, E. L.; SALDANHA, F. H. D. História do Brasil I. Batatais: Claretiano, 2013.
(SGA – Biblioteca Digital / Caderno de Referência de Conteúdo)
Justificativa: Produzida especificamente para os alunos do curso de Licenciatura em História do
Claretiano Centro Universitário, a obra História do Brasil I aborda de forma didática, sem
abandonar a complexidade e a importância, o período colonial brasileiro, desde os elementos
que compuseram o cenário anterior à chegada dos portugueses nas terras ultramarinas até o
contexto do processo da independência do Brasil em relação a Portugal. Abordando o tema da
escravidão, do modo de vida, da economia e produção agrícola, o livro também expõe o
debate historiográfico acerca desses temas fundamentais ao professor de história brasileiro.
BENTIVOGLIO, J. História do Brasil II. Batatais: Claretiano, 2013. (SGA – Biblioteca Digital /
Caderno de Referência de Conteúdo).
Justificativa: Criada por um dos mais renomados historiadores da atualidade, História do Brasil
II foi criada também especificamente para os alunos do curso de Licenciatura em História do
Claretiano Centro Universitário, oportunizando uma fontede conhecimento riquíssima sobre o
período imperial da História do Brasil. Aqui são abordados temas como a formação política do
Estado Brasileiro, as primeiras constituições, a cultura e economia, além da composição dos
74
ministérios e a política imperial para o interior do país. Além disso, o tema da escravidão
continua presente, agora analisado também em seu aspecto político e observadas as
consequências da sua permanência para a consolidação do Império e formação da República.
HOLANDA, S. B. de. Raízes do Brasil. São Paulo: Cia. das Letras, 1995. (Biblioteca Física / Livro
Físico)
Justificativa: Um clássico da historiografia brasileira, Raízes do Brasil nos mergulha nos
meandros da incapacidade secular de separarmos vida pública e vida privada, e a consagrada
fama brasileira de sermos o país do jeitinho e sermos cordiais entre pares e estrangeiros. As
novas gerações de historiadores continuam encontrando nesse texto uma fonte inspiradora
para refletir sobre a História da formação do povo brasileiro em comparação aos países da
América Latina, como maneira de compreender nossa história como a construção de uma
fisionomia além de uma cronologia, antecipando aspectos da história cultural no Brasil e no
mundo.
Bibliografia Complementar
ALENCASTRO, L. F. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São. Paulo:
Companhia das Letras, 2000.
COSTA, E. V. da. Da monarquia à república: momentos decisivos. São Paulo: Brasiliense, 1987.
FREYRE G. Casa Grande e Senzala: formação da família brasileira sob o regime de economia
patriarcal. Rio de Janeiro: Global, 2006.
MAXWELL. K. A Devassa da Devassa: a inconfidência mineira: Brasil e Portugal 1750- 1808. São
Paulo: Paz e Terra,1985.
SCHWARCZ, L. As barbas do Imperador: um monarca nos trópicos. São Paulo: Cia. das Letras,
1998. (Biblioteca Física / Livro Físico)
Justificativa: O conjunto da bibliografia que compõe a parte complementar em História do
Brasil: da colônia ao império é um passeio pelos clássicos da historiografia e uma oportunidade
sem igual para que os alunos da Licenciatura em História adquiram uma visão de conjunto
sobre a nossa produção. O trato dos viventes reinventa nos anos 1980 a forma como
entendemos a ideia de colônia, rompendo com uma visão consagrada de sistema colonial e
alcançando a dimensão humana desse processo. A trajetória política, dentro dos meandros dos
gabinetes, são revelados pela obra de Emília Viotti da Costa, com uma pesquisa documental
sem paralelo, ainda que Kenneth Maxwell tenha acessado todos os documentos disponíveis
sobre a devassa a que se seguiu a inconfidência mineira para elaborar o seu A devassa da
devassa. Por fim, Lilia Schwarcz cria uma biografia comentada de D Pedro II, às vezes falando
mais de seu tempo do que do biografado, em As barbas do imperador. Como se vê, é uma
temporalidade ampla, com uma temática também extensa, que contribui para uma formação
integral do aluno de Licenciatura em História.
Disciplina: Preservação e Conservação de Objetos Tridimensionais
Carga horária: 60 horas
Ementa: A disciplina Preservação e Conservação de Objetos Tridimensionais apresenta o
estudo das formas de preservação e conservação preventiva aplicados a objetos
tridimensionais que possam fazer parte de um acervo museológico. Para tanto, é necessário
que o aluno adquira a competência de reconhecer os materiais do objeto tridimensional e de
fazer a análise de possíveis agentes de deterioração, bem como aprender os protocolos
corretos para manuseio, acondicionamento, transporte e limpeza do acervo, para melhor
conservação do acervo e da reserva técnica do museu. Nesta disciplina, o aluno Claretiano,
assim como o aluno egresso, compreenderá as noções de preservação e conservação
preventiva em objetos tridimensionais com suporte orgânico (pinturas, tecidos, couros,
taxidermizados, madeira, palha, fibras vegetais e materiais etnográficos) e inorgânico (metais,
vidros, cerâmicas, pedras).
Objetivo Geral da Disciplina:
75
A disciplina tem por objetivo o estudo do materiais orgânicos e inorgânicos que podem ser
encontrados em acervos museológicos, e da protocolos de conservação preventiva
relacionados a objetos tridimensionais em materiais orgânicos e inorgânicos que podem ser
encontrados em acervos e coleções museológicas. Além disso, saberão identificar os materiais
que compõe esses objetos, além de
Objetivos Específicos da Disciplina:
Entender sobre a preservação e conservação de objetos tridimensionais. Analisar e reconhecer
os materiais que compõem os objetos de acervos museológicos. Conhecer alguns problemas
que podem surgir, e seus possíveis diagnósticos. Estudar sobre soluções em conservação
preventiva que possam ser aplicadas em acervos e reservas técnicas.
Conteúdo Prático: Identificar os objetos tridimensionais que compõem os acervos
museológicos. Reconhecer os principais fatores de riscos, e as soluções em conservação
preventiva que podem ser trabalhadas para dirimir possíveis riscos em acervos e reservas
técnicas com objetos em suporte orgânico e inorgânico.
Conteúdo Teórico: Estudo das teorias em Conservação Preventiva para a preservação de
acervos e reservas técnicas com objetos tridimensionais em suporte orgânico e inorgânico, de
modo a reconhecer possíveis problemas, analisar e elaborar diagnósticos de riscos, em
trabalho interdisciplinar com profissionais da área de Conservação e Restauração.
Ciclos de Aprendizagem e Detalhamento de Conteúdos
Ciclo de Aprendizagem 1: Estudo das formas de preservação e conservação preventiva
aplicados a objetos tridimensionais que possam fazer parte de um acervo museológico.
Detalhamento: Colecionismo. Fundamentos teóricos do século 19 e 20. Conservação
Preventiva no século 21.
Ciclo de Aprendizagem 2: Reconhecer os materiais do objeto tridimensional e de fazer a
análise de possíveis agentes de deterioração, bem como aprender os protocolos corretos para
manuseio, acondicionamento, transporte e limpeza do acervo, para melhor conservação do
acervo e da reserva técnica do museu.
Detalhamento: Campo e atuação. Fatores de degradação. Diagnósticos de risco. Controle
ambiental.
Ciclo de Aprendizagem 3: Noções de preservação e conservação preventiva em objetos
tridimensionais com suporte orgânico (pinturas, tecidos, couros, taxidermizados, madeira,
palha, fibras vegetais e materiais etnográficos)
Detalhamento: Suporte orgânico. Causas de vulnerabilidade. Soluções
Ciclo de Aprendizagem 4: noções de preservação e conservação preventiva em objetos
tridimensionais com suporte inorgânico (metais, vidros, cerâmicas, pedras).
Detalhamento: Suporte inorgânico. Causas de vulnerabilidade. Soluções.
Ciclo de Aprendizagem 5: Estudo das formas de preservação e conservação preventiva
aplicados a objetos tridimensionais que possam fazer parte de um acervo museológico.
Detalhamento: Plano institucional de Conservação Preventiva. Elaboração de diagnóstico.
Edifício e coleção. Protocolos institucionais.
Bibliografia Básica
TEIXEIRA, Lia Canola; Ghizoni, Vanilde Rohling. Conservação preventiva de acervos. Vol.1.
Florianópolis: FCC Edições, 2012.
Justificativa: Este livro apresenta-se como um manual prático para museólogos e funcionários
de museus dos principais materiais encontrados em acervos e coleções, e os principais
protocolos de conservação. Traz informações sobre controle de fatores ambientais, segurança
em museus, manuseio e transporte de objetos, limpeza de espaços museológicos, além de
elencar alguns dos principais materiais orgânicos e inorgânicos encontrados em coleções e
acervos brasileiros, mostrando alguns protocolos de conservação preventiva deles.
Parâmetros para a Conservação de Acervos/ Resource: The Council for Museums, Archives and
Libraries; [tradução Maurício O. Santos e Patrícia Souza]. – [São Paulo]: Editora da Universidade
76
de São Paulo: [Fundação] Vitae, [2004]. (Museologia; Roteiros práticos; 5) Disponível em:
http://www.usp.br/cpc/v1/imagem/download_arquivo/roteiro5.pdf. Acesso em: setembro de
2019.
Justificativa: Este manual faz parte da série RoteirosPráticos, retirados a partir da publicação
editada no Reino Unido intitulada Resource: The Council for Museums, Archives and Libraries.
É uma publicação voltada para profissionais de museus, bibliotecas e arquivos, trazendo em
seu texto informações e protocolos de conservação preventiva de modo a facilitar a
implementação de rotinas de trabalho, identificação, e solução de problemas nesses espaços.
SOUZA, Luiz Antônio Cruz; FRONER, Yacy-Ara. Reconhecimento de materiais que compõem
acervos. Tópicos em Conservação Preventiva – 4. Belo Horizonte: LACICOR- EBA- UFMG, 2008.
Disponível em:
https://studylibpt.com/doc/727970/t%C3%B3picos-em-conserva%C3%A7%C3%A3o-preventiva
-4. Acesso em: setembro de 2019.
Justificativa: Esta referência bibliográfica se apresenta como um manual para identificação dos
materiais que compõem os objetos salvaguardados por instituições museológicas, bibliotecas e
arquivos. Geralmente, os museus possuem coleções com tipos diferentes de objetos. Para
tanto é necessário saber identificar quais são os objetos em materiais orgânicos, quais são em
materiais inorgânicos, a composição deles, se são combinados ou não, e como esses materiais
poderão reagir ao ambiente externo, a partir das suas características naturais.
Bibliografia Complementar
BRAGA. Gedley Belchior. Mais ou menos três reflexões para um museu de arte contemporânea
no século XXI. Disponível em:
https://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/rcc/article/view/2278. Acesso em:
setembro de 2019.
BRANDI, Cesare. Teoria da restauração. Coleção Cantos do Rio, 3ª edição. São Paulo: Ateliê
Editorial, 2008.
FRONER. Yacy-Ara. A prática transdisciplinar da conservação preventiva: memórias
institucionais de acervos artísticos. Disponível em:
http://www.anpap.org.br/anais/2014/ANAIS/simposios/simposio11/Yacy-Ara%20Froner.pdf.
Acesso em: setembro de 2019.
POULOT, Dominique. Museu e museologia. Trad. Guilherme João de Freitas Teixeira. Belo
Horizonte: Autêntica, 2013. (Biblioteca Digital Pearson)
SOUZA, Luiz Antônio Cruz; ROSADO, Alessandra; FRONER, Yacy-Ara (org.). Tópicos em
conservação preventiva – 1: Roteiro de avaliação e diagnóstico de conservação preventiva. Belo
Horizonte: LACICOR − EBA − UFMG, 2008. Disponível em:
https://www.sisemsp.org.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Roteiro-de-Avalia%c3%a7%c3
%a3o-e-Diagn%c3%b3stico.doc.pdf. Acesso em: setembro de 2019.
Código De Ética Profissional Do Museólogo. Disponível em:
http://cofem.org.br/legislacao_/codigo-de-etica/. Acesso em: 07/12/2021.
Justificativa: A Bibliografia Complementar desta disciplina proporciona tanto ao aluno, quanto
ao egresso, refletir sobre a conservação preventiva, sobre tipologias diferentes de acervos, e
sobre como trabalhar para a sua preservação. Assim, o artigo do autor Gedley Belchior Braga
levará o estudante a refletir sobre a arte contemporânea e sua salvaguarda em museus. O livro
“Teoria da Restauração”, de Cesare Brandi, traz a reflexão sobre a prática da restauração, e o
respeito à originalidade dos objetos museológicos. Já o livro “Museu e Museologia” de
Dominique Poulot, traz um mapeamento das transformações que os museus sofreram ao
longo do tempo. No artigo da profa. Dra. Yacy-Ara Froner, ela vai propor uma reflexão em
relação à variedade de protocolos em conservação que tem origem em diferentes áreas do
conhecimento, e a importância de uma pesquisa compartilhada e interdisciplinar para a área
de conservação preventiva. Já o “Tópicos em conservação preventiva 1 – Roteiro de avaliação e
diagnóstico de conservação preventiva”, dos professores Yacy-Ara Froner, Luiz Antônio Cruz
77
http://www.usp.br/cpc/v1/imagem/download_arquivo/roteiro5.pdf
http://www.usp.br/cpc/v1/imagem/download_arquivo/roteiro5.pdf
https://studylibpt.com/doc/727970/t%C3%B3picos-em-conserva%C3%A7%C3%A3o-preventiva-4
https://studylibpt.com/doc/727970/t%C3%B3picos-em-conserva%C3%A7%C3%A3o-preventiva-4
https://studylibpt.com/doc/727970/t%C3%B3picos-em-conserva%C3%A7%C3%A3o-preventiva-4
https://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/rcc/article/view/2278
https://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/rcc/article/view/2278
http://www.anpap.org.br/anais/2014/ANAIS/simposios/simposio11/Yacy-Ara%20Froner.pdf
http://www.anpap.org.br/anais/2014/ANAIS/simposios/simposio11/Yacy-Ara%20Froner.pdf
https://www.sisemsp.org.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Roteiro-de-Avalia%c3%a7%c3%a3o-e-Diagn%c3%b3stico.doc.pdf
https://www.sisemsp.org.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Roteiro-de-Avalia%c3%a7%c3%a3o-e-Diagn%c3%b3stico.doc.pdf
https://www.sisemsp.org.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Roteiro-de-Avalia%c3%a7%c3%a3o-e-Diagn%c3%b3stico.doc.pdf
http://cofem.org.br/legislacao_/codigo-de-etica/
Souza, e Alessandra Rosado, do LACICOR -EBA/UFMG, trazem um manual para identificação,
avaliação e diagnóstico em conservação preventiva que poderá ser utilizado por nossos alunos,
e egressos, para criar protocolos em conservação em instituições museológicas. E por fim, o
Código de Ética do Museólogo é um documento de suma importância que o estudante de
museologia deve conhecer de modo a respeitar a profissão, e ter entendimento da importância
de seu papel perante a preservação da memória social.
Disciplina: História do Brasil: República
Carga horária: 90 horas
Ementa: A disciplina de História do Brasil – República abarca inicialmente a discussão
historiográfica acerca da Proclamação da República até a consolidação do regime (1889-1894),
envolvendo em suas análises historiográficas a compreensão das disputas políticas, dos
conflitos sociais e do quadro econômico no Brasil. É foco de análise da disciplina a discussão
acerca das questões pertinentes à compreensão da República das Oligarquias (1894-1930), da
Revolução de 30 e da Era Vargas (1930-1945). A disciplina ainda aborda em suas discussões
historiográficas os aspectos sociais, políticos e econômicos da Era Vargas e do
Nacional-Desenvolvimentismo do Regime Militar. Por fim, a disciplina de História do Brasil –
República apresenta e discute o processo de abertura democrática da década de 1980, a
transição e a consolidação democrática no Brasil.
Objetivo Geral da Disciplina:
Compreender as transformações ocorridas no Brasil desde a Proclamação da República (1889)
até o início do século XXI.
Objetivos Específicos da Disciplina:
Capacitar-se para agir com ética e responsabilidade social, contribuindo, assim, para a
formação integral do ser humano. Apreender uma sólida base teórica que fundamente
criticamente sua prática educacional e profissional. Compreender a realidade social, política,
econômica e cultural do último século e início deste.
Compreender os sustentáculos políticos utilizados pelas elites da Primeira República. Verificar
as condições de permanência desses sustentáculos políticos ainda em nossos dias.
Compreender criticamente o período que se estende da Era Vargas a Era Lula, tendo como foco
a construção e a demolição do Estado Social. Elaborar um exercício crítico de compreensão da
história do Brasil.
Conteúdo Teórico: Análise historiográfica das disputas políticas, dos conflitos sociais e do
quadro econômico no Brasil entre o final do século XIX e início do XXI.
Ciclos de Aprendizagem e Detalhamento de Conteúdos
Ciclo de Aprendizagem 1: Apresentar a historiográfica acerca da proclamação da República até
a consolidação do regime (1889-1894), envolvendo em suas análises historiográficas a
compreensão das disputas políticas, dos conflitos sociais e do quadro econômico no Brasil.
Detalhamento: Introdução à História do Brasil República. Proclamação da República: o
acontecimento e o conhecimento.
Ciclo de Aprendizagem 2: Analisar, dentro da disciplina, a discussão acerca das questões
pertinentes à compreensão da República das Oligarquias (1894-1930), da Revolução de 30 e da
Era Vargas (1930-1945).
Detalhamento: Os primeiros tempos da República: os governos Deodoro da Fonseca e Floriano
Peixoto (1889-1894). República das Oli garquias (1894-1930): de Prudente de Moraes a
Washington Luís. A Era Vargas (1930-1937): da Revolução de 1930ao Golpe do Estado Novo.
Ciclo de Aprendizagem 3: Apresentar da Era Vargas (1930-1945) e a República Democrática
(1946-1954).
Detalhamento: A Era Vargas (1937-1945). A ditadura do Estado Novo. A República
Liberal-Democrática (1946-1954): o gover no Dutra e a volta de Vargas. Era Trabalhista.
78
Ciclo de Aprendizagem 4: Abordar em suas discussões historiográficas os aspectos sociais,
políticos e econômicos da Era Vargas e do Nacional-Desenvolvimentismo do Regime Militar.
Detalhamento: Era Militar. Era Democrática. Era Neoliberal.
Ciclo de Aprendizagem 5: Apresentar e discutir o processo de abertura democrática da década
de 1980, a transição e a consolidação democrática no Brasil.
Detalhamento: Era Lula. Convergências e divergências entre a Era Vargas e a Era Lula.
Consolidação da democracia e justiça de transição.
Bibliografia Básica
ADÃO, M. C. O.; ROMANO, C. C. História do Brasil IV. Batatais: Claretiano, 2013. (SGA –
Biblioteca Digital / Caderno de Referência de Conteúdo).
Justificativa: A utilização desta bibliografia se justifica pela abordagem dos principais fatos,
personagens e temas relacionados à história do Brasil República, sendo que suas análises
destacam as interpretações fluentes da historiografia dedicada ao período.
CORRÊA, R. A. História do Brasil III. Batatais: Claretiano, 2013. (SGA – Biblioteca Digital /
Caderno de Referência de Conteúdo).
Justificativa: A utilização deste material se justifica pela utilização de uma abordagem
econômica, política, social e cultural que permite ao aluno analisar os eventos que se
estenderam da Proclamação da República até o final da Era Vargas, bem como compreender as
diferentes abordagens historiográficas sobre o período.
FICO, Carlos. História do Brasil Contemporâneo: da morte de Vargas aos dias atuais. São Paulo:
Contexto, 2015. Disponível em:
. Acesso em 06 dez. 2021.
Justificativa: Dedicados à análise dos fatos da história contemporânea brasileira, este livro
permite que o aluno acesse temáticas importantes para a compreensão de nossa sociedade e
de seu contexto socioeconômico. Tal abordagem justifica a utilização desta obra.
NAPOLITANO, Marcos. História do Brasil República: da queda da Monarquia ao fim do Estado
Novo. São Paulo: Contexto, 2016. Disponível em:
. Acesso em 06 dez. 2021.
Justificativa: Esta obra aborda aspectos históricos, sociais, econômicos e culturais do período
compreendido entre a Proclamação da República e o final da Era Vargas. A acurada análise
histórica destes elementos possibilita a formação da criticidade analítica por parte dos alunos,
o que justifica a utilização desta obra.
Bibliografia Complementar
HAAG, Fernanda Ribeiro; GUERELLUS, Natália de Santana. História e historiografia do Brasil
República. Curitiba: InterSaberes, 2019. Disponível em:
. Acesso em 12 dez. 2019.
MENDONÇA, Sonia Regina de. História do Brasil recente: 1964-1992. São Paulo: Ática, 2006.
Disponível em: . Acesso em
12 dez. 2019.
MOREIRA, Claudia Regina Baukat Silveira. História do Brasil: sociedade e cultura. Curitiba:
InterSaberes, 2012. Disponível em:
. Acesso em 12 dez. 2019.
OLIVEIRA, Dennison. História do Brasil: política e economia. Curitiba: InterSaberes, 2012.
Disponível em: . Acesso em
12 dez. 2019.
SOARES, Rodrigo Goyena. História do Brasil II: o tempo das repúblicas. São Paulo: Saraiva,
20156. Disponível em:
.
Acesso em 12 dez. 2019.
Justificativa: A seleção das obras acima referidas se justifica pela importância que estas,
reconhecidamente, desfrutam na historiografia brasileira. Cada uma delas, em seus respectivos
79
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/31227/pdf
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/39146/pdf
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/169740/pdf
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2206/pdf
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6390/pdf
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6385/pdf
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788502624139/cfi/3!/4/4@0.00:0.00
recortes, abordam de maneira profunda as temáticas que são necessárias para o estudo do
Brasil República.
Disciplina: Teoria Museológica: Museologia social
Carga horária: 90 horas
Ementa: As práticas museológicas, sobretudo ao longo dos últimos 40 anos, transformaram-se
profundamente ao tornarem-se mais abertas ao diálogo com as comunidades que suportam os
museus. A disciplina Teoria Museológica: Museologia Social aborda justamente o contexto das
práticas museológicas então inovadoras colocadas em curso nesse período. Para isso, serão
abordados conteúdos que incluem a produção intelectual da Museologia Social brasileira no
contexto da incorporação de práticas democráticas e diversificadas nos museus, a política
setorial dos museus, a produção de inventários participativos, o valor da comunidade como
agente de transformação dos museus e dos museus como mecanismos de desenvolvimento
social, além do olhar do outro sobre a Museologia normativa. Aqui se coordenam também as
ideias de patrimônio cultural como construção social e de planejamento museológico como
mecanismo de reflexão e transformação. 
Objetivo Geral da Disciplina:
Apresentar a dimensão de política pública concernente à teoria museológica, dado o campo de
atuação dos museus no mundo contemporâneo. Traçar, criticamente, a trajetória da
Museologia Social como escola de pensamento em construção, desafiando o contexto da
Museologia contemporânea, estabelecendo um pensamento decolonial para a Museologia.
Conceber o planejamento museológico como etapa democrática e participativa da gestão
museal, compreendendo os inventários participativos e o próprio cenário do patrimônio
cultural brasileiro como insumos indispensáveis a essa proposta. Refletir sobre a Museologia
Social e as Museologias indisciplinadas como meio de expansão do campo de atuação da
Museologia, absorvendo olhares e perspectivas divergentes e polifônicas no processo
museológico, a ser interpretado como teoria museológica.
Objetivos Específicos da Disciplina:
Aprofundar os conhecimentos sobre os documentos norteadores para a Museologia Social.
Entender como os documentos produzidos por movimentos e institutos se tornam balizadores
para a construção de políticas públicas de Museus e para a prática em Museologia. Conhecer o
contexto social de demandas de profissionais e da sociedade para a formação de políticas
públicas de museus. Refletir sobre a importância de políticas públicas de museus no âmbito da
Museologia Social. Entender o contexto de formação de redes de cooperação de memória e de
Museologia Social. Introduzir os fundamentos da Museologia Social, a partir do olhar daqueles
que a praticam e a vivenciam. Introduzir e aprofundar a reflexão da Museologia Social como
escola de pensamento e de prática museológica. Conhecer os princípios e os objetivos do
Programa Pontos de Memória, a partir da política pública de Museologia Social. Entender o
significado de pensar e agir de forma decolonial em Museus e Museologia. Refletir sobre as
possíveis aproximações entre museus tradicionais e Museologia Social. Compreender o
Planejamento Museológico no âmbito de princípios participativos. Conhecer iniciativas com
base na Museologia Social que trabalham com processos definidos de gestão e governança
compartilhada. Entender como a discussão acerca do patrimônio cultural se amplia nos
museus e na Museologia. Entender os Inventários Participativos como ferramentas de
autogestão e produção de conhecimento acerca das referências culturais e patrimoniais de
grupos, comunidades e povos. Refletir sobreo uso de ferramentas museológicas participativas.
Compreender os Inventários Participativos como instrumento de política pública para museus e
para a Museologia Social. Compreender a Museologia enquanto disciplina aplicada. Entender
os postulados fenomenológicos da Museologia a partir do arcabouço jurídico brasileiro.
Contextualizar fato museal, fenômeno museológico, processo museológico e processo de
musealização no âmbito da Museologia Social. Compreender o termo Museologias enquanto
80
diferentes modos de pensar e praticar relações em museus. Pontuar sobre Museologia Social e
Sociomuseologia. Conhecer exemplos consolidados de práticas museais brasileiras que sejam
decoloniais, indisciplinadas e transgressoras.
Conteúdo Prático: a produção de inventários participativos e de práticas democráticas e
diversificadas nos museus.
Conteúdo Teórico: produção intelectual da Museologia Social brasileira no contexto da
incorporação da política setorial dos museus; o valor da comunidade como agente de
transformação dos museus e dos museus como mecanismos de desenvolvimento social; ideias
de patrimônio cultural como construção social e de planejamento museológico como
mecanismo de reflexão e transformação. 
Ciclos de Aprendizagem e Detalhamento de Conteúdos
Ciclo de Aprendizagem 1: Políticas Públicas de Museus e Museologia Social
Detalhamento: Museologia, museus e seus principais documentos norteadores. Construção de
políticas públicas de museus no Brasil. Dimensão política da Museologia Social.
Ciclo de Aprendizagem 2: Museologia Social e seus Princípios
Detalhamento: Museologia Social como escola de pensamento. Por um pensamento
museológico decolonial.
Ciclo de Aprendizagem 3: Planejamento Museológico e Museologia Social
Detalhamento: Compreender o planejamento museológico no âmbito de princípios
participativos. Conhecer iniciativas com base na Museologia Social que trabalham com
processos definidos de gestão e governança compartilhada.
Ciclo de Aprendizagem 4: Museologia Social e os Inventários Participativos
Detalhamento: Patrimônio Cultural Brasileiro e Inventários Participativos. Inventários
Participativos e experiências museológicas participativas.
Ciclo de Aprendizagem 5: Museologias Indisciplinadas e Ampliação do Campo Museológico
Detalhamento: Museologia ou Museologias? Museologias negras, femininas, queer, trans,
indígenas e imigrantes.
Bibliografia Básica
BRUNO, Maria Cristina Oliveira; NEVES, Kátia Regina Felipini (coords.). Museus como agentes
de mudança social e desenvolvimento: propostas e reflexões museológicas. São Cristóvão:
Museu de Arqueologia de Xingó, 2008. Disponível em:
https://ceam2018.files.wordpress.com/2018/07/texto-5_museus-como-agentes-de-mudanc3a
7a.pdf. Acesso em: 10 jan. 2020.
Justificativa: os artigos reunidos neste livro apresentam diferentes perspectivas relacionadas
aos movimentos de ressignificação dos acervos e coleções, demonstrando aos estudantes que
trabalhos preservacionistas podem permitir mudanças e desafiar os pressupostos do
desenvolvimento social, desde que sintonizados com seu entorno social.
CHAGAS, Mário de Souza. Museus e patrimônios: por uma poética e política decolonial. In:
SCHLEE, Andrey Rosenthal (org.) Iphan 1937-2017. Revista do Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional. Brasília: MINC/IPHAN, n. 35, 2017, p. 139-155. Disponível em:
http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/inventariodopatrimonio_15x21web.pdf. Acesso
em: 10 jan. 2020.
Justificativa: o referido artigo discute a modernidade dos museus e dos patrimônios em
diálogo com a colonialidade e examina a política de cultura voltada para o campo dos museus e
dos patrimônios nas décadas de 1930 e 1940 e, posteriormente, durante os primeiros
dezesseis anos do século XXI. Além disso, apresenta algumas experiências realizadas a partir
de 2006, em sintonia com a chamada Museologia Social, incentivando assim o estudante ao
aprofundamento sobre as políticas públicas voltadas para os museus no Brasil e as iniciativas
da Museologia Social.
PRIMO, Bárbara Deslandes; ARAUJO, Mirela Leite (orgs). Inventário participativo de pessoas e
memórias: Museu de Arqueologia de Itaipu. Rio de Janeiro: Data Coop, 2018. Disponível em:
81
https://www.museus.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/inventario-participativo-_pessoas-e
-memorias.pdf. Acesso em: 10 jan. 2020.
Justificativa: essa obra traz entrevistas realizadas com a comunidade local e relata a
metodologia de trabalho desenvolvida nos Inventários Participativos realizados pelo Museu de
Arqueologia de Itaipu (MAI), instituição criada em 1977, dentro do território pesqueiro de
Itaipu, no Estado do Rio de Janeiro. Sua escolha se justifica por reforçar como o Inventário
Participativo permite aos museus respeitarem quais são as memórias, as histórias e os saberes
que seus detentores querem rememorar e preservar, contribuindo para o fortalecimento dos
laços de pertencimento com o território.
TOLENTINO, Atila Bezerra. Museologia Social: apontamentos históricos e conceituais. Cadernos
de Sociomuseologia. vol. 52, n. 8, jun. 2016. Disponível em:
https://revistas.ulusofona.pt/index.php/cadernosociomuseologia/article/view/5499. Acesso
em: 10 jan. 2020.
Justificativa: o artigo apresenta uma breve trajetória histórica e conceitual sobre o campo da
museologia social e da Sociomuseologia, identificando como as reflexões e os debates na área
impactaram no fazer museológico, com a criação de museus comunitários e a ressignificação
das narrativas e práticas museológicas dos museus já existentes, como também nas reflexões
teóricas que se travavam no campo da museologia. Outra contribuição importante é a
problematização das interfaces e diferenças entre o que vem a ser museologia social e
Sociomuseologia.
Bibliografia Complementar
CÂNDIDO, Manuelina Maria Duarte. Cartas de navegação: planejamento museológico em mar
revolto. Cadernos de Sociomuseologia. vol. 48, n. 4, jul. 2014. Disponível em:
https://revistas.ulusofona.pt/index.php/cadernosociomuseologia/article/view/4628/3135.
Acesso em: 15 jan. 2020.
CHAGAS, Mário de Souza; GOUVEIA, Inês. Museologia Social: reflexões e práticas (à guisa de
apresentação). Cadernos do CEOM. Ano 27, n. 41, 2014. Disponível em:
https://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/rcc/article/view/2592/1523. Acesso em: 10
jan. 2020.
FLORÊNCIO, Sônia R. et al. Educação Patrimonial: inventários participativos. Manual de
Aplicação. Brasília: IPHAN, 2016. Disponível em:
http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/inventariodopatrimonio_15x21web.pdf. Acesso
em: 15 jan. 2020.
IBRAM; OEI. Pontos de Memória: metodologia e práticas em Museologia Social. Instituto
Brasileiro de Museus, Organização dos Estados Iberoamericanos para a Educação, a Ciência e a
Cultura. Brasília: Phábrica, 2016. Disponível em:
https://www.museus.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/Pontos-de-Mem%C3%B3ria-Portug
u%C3%AAs.pdf. Acesso em: 15 jan. 2020.
MONTEIRO, Simone Flores. Política pública para museus no Brasil: o lugar do Sistema Brasileiro
de Museus no Brasil na Política Nacional de Museus. Tese apresentada na Universidade
Lusófona de Humanidades e Tecnologias para a obtenção do grau de Doutor em Museologia.
Orientador: Professor Doutor Mário de Souza Chagas. Universidade Lusófona de Humanidades
e Tecnologias. Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração. Lisboa: Departamento
de Museologia, 2016. Disponível em:
http://www.museologia-portugal.net/files/upload/doutoramentos/simone_flores.pdf. Acesso
em: 10 jan. 2020.
PEREIRA, Marcele Regina Nogueira. Museologia decolonial: os Pontos de Memória e a
insurgência do fazer museal. Tese apresentada na Universidade Lusófona de Humanidades e
Tecnologias para obtenção do grau de Doutor em Museologia. Professor Doutor Mário Caneva
Moutinho. Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Faculdade de Ciências
Sociais, Educação e Administração. Departamento de Museologia, Lisboa, 2018. Disponível em:
82
http://recil.grupolusofona.pt/bitstream/handle/10437/9535/Marcele_Pereira_final.pdf?seque
nce=1. Acesso em: 15 jan.2020.
SCIFONI, Simone. Inventários participativos como direito à memória e ao patrimônio cultural.
In: V Seminário Internacional Arquivos de Museus e Pesquisa. Políticas de acervo: coleta,
preservação e descarte. MAC: USP/SP, 2017, p. 25-41. Disponível em:
http://www.mac.usp.br/mac/conteudo/academico/publicacoes/anais/anais_V_seminario.pdf.
Acesso em: 15 jan. 2020.
Justificativa: para complementar os estudos da disciplina Teoria Museológica: Museologia
Social, foram selecionados diferentes textos que abrangem desde a dimensão da política
pública brasileira concernente aos museus, passando pela trajetória da Museologia Social
como escola de pensamento em construção, até relatos de exemplos práticos de iniciativas
calcadas na democratização da ideia de patrimônio. A reunião dessas obras possibilita aos
estudantes um panorama sobre as mudanças ocorridas nas práticas museológicas ao longo
dos últimos 40 anos, em especial no Brasil, além de trazer subsídios para uma futura atuação
profissional mais crítica, dialógica e inclusiva, condizente com as exigências da
contemporaneidade.
Disciplina: Relações étinco-raciais e Direitos Humanos
Carga horária: 90 horas
Ementa: Buscando atender às políticas nacionais para os Direitos Humanos e de promoção
para a educação para as Relações Étnico-Raciais a disciplina aborda: A definição e origem dos
direitos humanos. Direitos civis e políticos; direitos econômicos, sociais e culturais. Relações
Étnico-Raciais e a formação sócio-histórica da sociedade brasileira. Cultura e Diversidade.
Racismo e preconceito: as implicações para a população negra e indígena. Racismo
Institucional. Relações Étnico-Raciais e Infância. Ações afirmativas. Racismo, Preconceito e
Violência. Educação e promoção da igualdade étnico-racial.
Objetivos da Disciplina:
Compreender a definição e a evolução histórica dos direitos humanos. Conhecer os sistemas
de proteção nacional e internacional e verificar como estes podem ser utilizados pelo cidadão.
Analisar como a educação pode ajudar na promoção dos direitos humanos e, em específico, da
igualdade racial e do respeito à diversidade cultural. Contribuir para a promoção dos direitos
das mulheres, crianças, comunidade LGBT e das pessoas com deficiência. Conhecer a aplicação
dos direitos humanos na atual crise migratória mundial. Discutir como os direitos humanos
podem ser aplicados na implementação da segurança e da justiça. Compreender a
aplicabilidade da Justiça de Transição no Brasil, bem como a relação desta com os direitos
humanos. Avaliar como as empresas podem atuar na promoção dos direitos humanos.
Ciclos de Aprendizagem e Detalhamento de Conteúdos
Ciclo de Aprendizagem 1
Detalhamento: Definição e origem dos direitos humanos As gerações dos direitos humanos
Ciclo de Aprendizagem 2
Detalhamento: Sistemas nacional e internacional de proteção dos direitos humanos. Direitos
humanos, educação, respeito à diversidade cultural. Direitos humanos e promoção da
igualdade racial.
Ciclo de Aprendizagem 3
Detalhamento: Direitos humanos, igualdade de gênero. Direitos sexuais e reprodutivos.
Direitos humanos, orientação sexual e identidade de gênero.
Ciclo de Aprendizagem 4
Detalhamento: Combate ao trabalho escravo e infantil. Direitos Humanos e imigração. Direito
das pessoas com deficiência. Direitos Humanos, Segurança e Justiça.
Ciclo de Aprendizagem 5
83
Detalhamento: Direitos humanos e Justiça de Transição. Responsabilidade Social das
Empresas.
Bibliografias Básicas:
CHICARINO, Tathiana (org.). Educação nas relações étnico-raciais. São Paulo: Pearson, c2016.
Disponível em:
http://claretiano.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788543017013/pages/-10.
Acesso em: 21 jun. 2018.
FERREIRA, Marrielle Maia Alves. Direitos humanos: guia de disciplina: caderno de referência de
conteúdo. Batatais, SP: Claretiano, 2010. Disponível em:
https://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/00005b/00005b7a.pdf. Acesso em: 18 mar. 2014.
MICHALISZYN, Mario Sergio. Relações étnico-raciais para o ensino da identidade e da
diversidade cultural brasileira. Curitiba: InterSaberes, 2014. Disponível em:
http://claretiano.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788544300770/pages/1. Acesso
em: 22 jun. 2018.
Bibliografias Complementares:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade
Racial. Diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o
ensino de história e cultura afro-brasileira e africana. Brasília, DF: MEC, 2004. Disponível em:
http://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/00007e/00007ee8.pdf. Acesso em: 22 jun. 2018.
CARNEIRO, Sueli. Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil. São Paulo: Selo Negro, c2011.
Disponível em:
http://claretiano.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788587478542/pages/-1.
Acesso em: 22 jun. 2018.
DORETO, Daniela Tech. Questão social, direitos humanos e diversidade. Porto Alegre: SAGAH,
2018. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595027619/cfi/1!/4/4@0.00:37.5.
Acesso em: 05 dez 2019.
MALHEIRO, Emerson. Curso de direitos humanos. São Paulo: Atlas, 2016. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788597006537/cfi/6/10!/4/22/2@0:100.
Acesso em: 05 dez. 2019.
MARÇAL, José Antônio; LIMA, Silvia Maria Amorim. Educação escolar das relações
étnico-raciais: história e cultura afro-brasileira e indígena no Brasil. Curitiba: InterSaberes,
2015. Disponível em:
http://claretiano.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788544302095/pages/-2.
Acesso em: 22 jun. 2018.
SIQUEIRA JÚNIOR, Paulo Hamilton; OLIVEIRA, Miguel Augusto Machado de. Direitos humanos:
liberdades públicas e cidadania. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2016. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788502636521/cfi/4!/4/4@0.00:0.00.
Acesso em: 05 dez 2019.
Disciplina: Metodologia da Pesquisa Científica.
Carga horária: 60 horas.
Ementa: A disciplina Metodologia da Pesquisa Científica tem como propósito contribuir para a
formação do estudante para o exercício da pesquisa, nos campos teórico e prático,
preparando-o para a autonomia com relação à solução de situações-problema em sua área de
atuação, amparado na reflexão que estabeleça relação com o conhecimento já produzido. Em
consonância com Projeto Educativo e os Princípios do Claretiano – Rede de Educação, os eixos
temáticos da disciplina perpassam a ética na pesquisa - no que tange ao tratamento de
propriedade intelectual veiculada pela comunidade científica – bem como a ética da alteridade
no tratamento para com a Pessoa Humana, possível sujeito participante de uma pesquisa. A
disciplina ainda aborda noções da linguagem empregada na esfera científica, a atuação dos
84
https://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/00005b/00005b7a.pdf
Comitês de Ética em Pesquisa com Seres Humanos, a construção dos elementos clássicos de
um Projeto de Pesquisa, e a elaboração do Artigo Científico como gênero discursivo de maior
abrangência na seara acadêmica.
Objetivos: Reconhecer a importância da técnica científica para a produção do conhecimento.
Assimilar os cuidados éticos quanto ao uso do conhecimento. Aprender os modelos e formas
de citação. Alcançar uma compreensão básica das modalidades de pesquisa possíveis.
Conhecer os critérios para a construção do Projeto de Pesquisa. Construir um Projeto de
Pesquisa (Plano de Texto) de acordo com a necessidade exigida na disciplina. Buscar e
interpretar literatura relacionada ao Projeto de Pesquisa. Compreender as especificidades do
gênero Artigo Científico. Planejar etapas para a construção de um Artigo Científico. Elaborar
um Artigo Científico que atenda a linguagem e as especificidades do gênero.
Conteúdo teórico: estudo das bases fundamentais para elaboração de um projeto de uma
pesquisa, de uma pesquisa, e de um artigo científico.
Conteúdo prático: confecção de um projeto de pesquisa e de um artigo científico.
Detalhamento do Conteúdo:
Ciclo 1. Detalhamento: Introdução à Metodologia da Pesquisa. Projeto de Pesquisa (Plano de
Texto para o ArtigoCientífico). O que é Metodologia da Pesquisa Científica? Como delimitar um
tema de pesquisa? Como contextualizar o tema de minha pesquisa? Como realizar
fichamentos? O que é plágio e como evitá-lo? Como fazer citações diretas e indiretas? O que é
um referencial teórico? Como elaborá-lo? Como elaborar itens do Projeto de Pesquisa, como
Tema, Contextualização/ Revisão Bibliográfica, Justificativa, Objetivos (Objetivo) e
Metodologia? Como elaborá-los de modo que estabeleçam ligação lógica entre cada uma das
partes?
Ciclo 2. Detalhamento: Artigo Científico. Como transitar dos itens elaborados na primeira
etapa, para a elaboração do artigo científico? Como dar continuidade à redação do “artigo
científico”?
Ciclo 3. Detalhamento: “Resumo” do “artigo científico”. Revisão das seções “Introdução e
Desenvolvimento”. Seção “Considerações Finais”. Confecção do “Pôster” para apresentação do
trabalho.
Ciclo 4. Detalhamento: Refacção de partes do “artigo científico”. Revisão completa do “artigo
científico”.
Ciclo 5. Detalhamento: Conclusão do “artigo científico”. Apresentação do “artigo científico”
(para cursos com TCC obrigatório).
Bibliografia Básica
BARROS, A. J. S.; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos de metodologia científica. 3. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2010. (Biblioteca Digital Pearson). Justificativa: a obra oferece os
elementos fundamentais e necessários à compreensão da metodologia científica e de suas
implicações para a elaboração e execução de projetos de pesquisa.Para tanto, este livro vai
além do enfoque teórico, apresentando questões referentes à dinâmica do conhecimento,
assim como aspectos relacionados ao atual contexto da pesquisa científica. Também aborda
temas para pesquisa e a maneira de referenciá-los bibliograficamente, entre outros assuntos
relevantes.
MARINHEIRO, Carlos Alberto; SANCHES, Everton Luis; ARCHANJO, Rafael Menari. Metodologia
da pesquisa científica. Batatais: Claretiano, 2016. Justificativa: A obra, elaborada em
perspectiva dialógica e atual, apresenta, ao longo de três unidades, as normas, a linguagem e
os critérios previstos para a elaboração de um trabalho científico/acadêmico, dando ênfase à
importância do desenvolvimento do pensamento analítico e à sua organização em uma escrita
coesa e fluente. A abordagem empregada na obra leva em consideração a perspectiva do
pesquisador iniciante, bem como do pesquisador mais experiente.
Bibliografia Complementar
85
CASTRO, C. M. A. A prática da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
(Biblioteca Digital Pearson). Justificativa: O que pensar antes de iniciar uma pesquisa? Que
caminho tomar e que tipo de problemas considerar? Essa obra guia os estudantes por todas as
fases pelas quais deverão passar antes, durante e depois de um projeto de pesquisa,
suscitando a ponderação, o julgamento, a análise e, principalmente, a essência de um trabalho
acadêmico ou de uma tese. A obra apresenta uma linguagem leve, exemplos contextualizados
e exercícios, sendo acessível a pesquisadores iniciantes.
CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A.; SILVA, R. da. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2007. (Biblioteca Digital Pearson). Justificativa: Esta obra procura atender aos
anseios dos leitores com uma concepção mais prática, refletindo a ênfase atual adotada por
agências, institutos, fundações e empresas que investem em estudos para a qualidade do
projeto e para a produtividade do pesquisador. O caráter mais prático do livro transparece, por
exemplo, no modo como ele aborda a elaboração de projetos e de relatórios finais de
pesquisa. É também evidente em seu novo projeto gráfico que, com um aproveitamento mais
racional do espaço, ele foi totalmente otimizado, o que tornou o conteúdo mais dinâmico e
acessível. Complementa a obra um site de apoio exclusivo, com exercícios e materiais
adicionais que ajudam a embasar o conhecimento teórico adquirido, além de links que
proporcionam um maior envolvimento do leitor com a comunidade científica brasileira. Todas
essas características fazem da sexta edição desta obra uma ferramenta indispensável para
estudantes de graduação e pós-graduação que precisam de orientações consistentes não
somente para a produção acadêmica, mas também para a elaboração de trabalhos de
conclusão de curso, dissertações e teses.
COSTA, M. A. F. da.; COSTA, M. de F. B. da. Projeto de pesquisa: entenda e faça. Petrópolis:
Vozes, 2011. (Biblioteca Digital Pearson). Justificativa: Este livro apresenta, de maneira
didática, os princípios básicos e os principais elementos metodológicos para a elaboração de
projetos de pesquisa. Com uma linguagem direta, os autores procuram disponibilizar esses
conteúdos de forma crítica e cientificamente adequada. De forma inédita, o livro inclui um
capítulo para alunos de mestrado profissional, haja vista a especificidade dos produtos finais
desse nível de ensino. Portanto, é uma obra indicada para alunos de cursos técnicos,
graduação, especialização e doutorado, que cursam a disciplina Metodologia da pesquisa, além
de professores, pesquisadores e todos aqueles, que de alguma forma, lidam com processos de
pesquisa.
DYNIEWICZ, A. M. Metodologia da pesquisa em saúde para iniciantes. 3. ed. rev. e ampl. São
Caetano do Sul: Difusão Editora, 2014. (Biblioteca Digital Pearson). Justificativa: Qual o
primeiro passo para a redação de um projeto de pesquisa? Quais os passos seguintes? Onde
encontrar bibliografia? Como citar autores? Quais as dicas para escrever o texto do projeto? As
normas da ABNT são muito diferentes das normas de Vancouver? Responder, de maneira
objetiva e em linguagem acessível, a estas e muitas outras questões sobre a elaboração de
projetos de pesquisa, foi o motivo para a criação e produção do presente livro. Destina-se a
professores e alunos que desejam ou necessitam ingressar no campo da investigação científica.
Com essa finalidade a obra traz sugestões e normas para a confecção de trabalhos de
conclusão de curso de graduação (TCCs) e monografias de cursos de especialização. A obra
sugere caminhos e oferece elementos imprescindíveis à concepção da pesquisa. Discorre sobre
citações de fontes bibliográficas dentro do texto e nas referências finais de um projeto. Dá
noções de abordagens e tipos de pesquisa. Apresenta técnicas de coleta e métodos de análise
de dados, incluindo exemplos. Trata das implicações éticas de um projeto, desde a sua redação
até o requerimento de parecer em comitê de ética em pesquisa. Finalmente, a autora
presenteia o leitor com modelos e exercícios que apoiam as reflexões e decisões de
professores e alunos, chamando a atenção para as diretrizes e normas regulamentadoras das
pesquisas que envolvem seres humanos.
86
PEROVANO, D. G. Manual de metodologia da pesquisa científica. Curitiba: Intersaberes, 2016.
(Biblioteca Digital Pearson).
Justificativa: É essencial compreender o valor que a metodologia da pesquisa científica tem na
formação do estudante e as amplas possibilidades que traz ao cenário atual de pesquisa.
Sendo assim, é importante ressaltar que, mais do que uma disciplina acadêmica, essa área do
conhecimento se dedica a expandir as capacidades de reflexão, de raciocínio e de crítica do
pesquisador. Aquele que fizer bom uso dos conhecimentos provenientes dessa ciência,
conseguirá seguir por caminhos mais apurados, coerentes e significativos em suas
investigações, obtendo assim resultados mais efetivos em seus trabalhos.
Disciplina: Museologia e Gestão de Coleções
Carga horária: 60 horas
Ementa: O trabalho do museólogo naturalmente envolve realizar a gestão técnica dos acervos
com os quais trabalha, do planejamento da aquisição, à sua preservação e exposição, além da
gestão documental do acervo e da gestão prática nas reservas e espaços expositivos. Levando
isso em consideração, será objeto de estudo a definição de gestão de acervos, os documentos
normativos internacionais sobre gestão de acervos e coleções produzidos pelo Conselho
Internacional de Museus (Icom) e a Aliança Americana de Museus (AAM) e a legislaçãobrasileira de referência sobre gestão de acervos. Serão discutidos, também, os tipos de acervos
(materiais e imateriais) e os desafios atuais da gestão dos museus com diferentes acervos, bem
como a relação entre gestão de acervos e documentação do ponto de vista da construção de
uma política de acervo, incluindo os processos de aquisição de acervo, a política de exploração
dos acervos, de empréstimo e de descarte. Serão estudados, ainda, a documentação de
acervo, a produção e o preenchimento da ficha catalográfica, a produção de laudos técnicos
sobre estado de acervo, reserva técnica e espaço expositivo e o uso do vocabulário controlado
em museus. Ainda, serão abordados os temas de constituição de reservas técnicas na
perspectiva da gestão de coleções; das reservas enquanto espaços de salvaguarda, de pesquisa
e comunicação; das orientações e técnicas para o desenho e construção de reservas técnica; da
minimização dos riscos em espaços expositivos e gestão de risco para acervos em museus,
incluindo roubos, furtos, catástrofes naturais e de ordem técnica; da segurança digital para
acervos físicos e digitais, incluindo fotos e vídeo; e das boas práticas na gestão de coleções.
Objetivo Geral da Disciplina: Os alunos de Museologia e Gestão de Coleções, na modalidade
EaD do Claretiano, dado o Sistema Gerenciador de Aprendizagem e suas ferramentas, serão
capazes de compreender conceitos e práticas básicas envolvidos na gestão de acervos
museológicos. Para isso, contarão não só com as obras referenciadas, mas também com outras
referências bibliográficas, eletrônicas, links de navegação e vídeos.
Ao final desta disciplina, de acordo com a proposta orientada pelo professor responsável e pelo
tutor a distância, terão condições de realizar a gestão técnica dos acervos com os quais
trabalharão, bem como o planejamento de sua aquisição, preservação e exposição, além de
serem capazes de relacionar a gestão documental do acervo à gestão prática nas reservas e
espaços expositivos. Para esse fim, levarão em consideração as ideias debatidas na Sala de Aula
Virtual, por meio de suas ferramentas, bem como o que produziram durante o estudo.
Objetivos Específicos da Disciplina:
Reconhecer a importância da gestão de coleções para o ótimo funcionamento dos museus.
Aprender os procedimentos para a elaboração de políticas de acervo, laudos técnicos e fichas
catalográficas. Compreender a função das reservas técnicas no processo de gestão dos acervos.
Instrumentalizar-se para a criação de reservas com qualidade técnica para a alocação de
diferentes acervos.
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Ciclo 1 Conhecer os principais conceitos de gestão de acervos museológicos. Entender como a
legislação brasileira abrange o tema. Compreender as principais características de cada tipo de
acervo e seus desafios para a gestão.
Ciclo 2 Conhecer as principais reflexões para a elaboração de políticas de gestão de acervos.
Identificar os principais tópicos de uma política de gestão de acervos. Refletir sobre as diversas
realidades museológicas.
Ciclo 3 Identificar as principais noções necessárias à produção e ao preenchimento de fichas
catalográficas. Compreender como se dá a produção de laudos técnicos sobre o estado de
acervo, reserva técnica e espaço expositivo. Conhecer o vocabulário controlado em museus.
Ciclo 4 Analisar os principais conceitos e parâmetros para o planejamento de reservas técnicas.
Identificar conhecimentos básicos que auxiliem o planejamento e construção de reservas
técnicas. Compreender noções básicas de gestão de risco.
Ciclo 5 Entender os principais conceitos e debates sobre a gestão de acervos digitais. Identificar
conhecimentos básicos que auxiliem a gestão de acervos digitais por instituições de diferentes
portes. Conhecer boas práticas na gestão de acervo.
Conteúdo Prático: A constituição de reservas técnicas na perspectiva da gestão de coleções;
das reservas enquanto espaços de salvaguarda, de pesquisa e comunicação; das orientações e
técnicas para o desenho e construção de reservas técnica; da minimização dos riscos em
espaços expositivos e gestão de risco para acervos em museus, incluindo roubos, furtos,
catástrofes naturais e de ordem técnica; da segurança digital para acervos físicos e digitais,
incluindo fotos e vídeo; e das boas práticas na gestão de coleções.
Conteúdo Teórico: A definição de gestão de acervos, os documentos normativos internacionais
sobre gestão de acervos e coleções produzidos pelo Conselho Internacional de Museus (Icom)
e a Aliança Americana de Museus (AAM) e a legislação brasileira de referência sobre gestão de
acervos.
Ciclos de Aprendizagem e Detalhamento de Conteúdos
Ciclo de Aprendizagem 1: A gestão técnica dos acervos com os quais trabalha, do
planejamento da aquisição, à sua preservação e exposição, além da gestão documental do
acervo e da gestão prática nas reservas e espaços expositivos. A definição de gestão de
acervos, os documentos normativos internacionais sobre gestão de acervos e coleções
produzidos pelo Conselho Internacional de Museus (Icom) e a Aliança Americana de Museus
(AAM) e a legislação brasileira de referência sobre gestão de acervos.
Detalhamento: Conceito de gestão de acervos. A noção de gestão de acervos em normas,
legislações e produções teóricas. Tipos de acervos e desafios impostos à gestão de acervos
museológicos.
Ciclo de Aprendizagem 2: Os tipos de acervos (materiais e imateriais) e os desafios atuais da
gestão dos museus com diferentes acervos, bem como a relação entre gestão de acervos e
documentação do ponto de vista da construção de uma política de acervo, incluindo os
processos de aquisição de acervo, a política de exploração dos acervos, de empréstimo e de
descarte.
Detalhamento: A construção de uma política de acervo. Processos de aquisição de acervo.
Política de exploração dos acervos. Política de empréstimo. Política de descarte.
Ciclo de Aprendizagem 3: A documentação de acervo, a produção e o preenchimento da ficha
catalográfica, a produção de laudos técnicos sobre estado de acervo, reserva técnica e espaço
expositivo e o uso do vocabulário controlado em museus.
Detalhamento: Documentação de acervos: ficha catalográfica e laudos técnicos. Vocabulário
controlado. Rotinas de documentação.
Ciclo de Aprendizagem 4: A constituição de reservas técnicas na perspectiva da gestão de
coleções; das reservas enquanto espaços de salvaguarda, de pesquisa e comunicação; das
orientações e técnicas para o desenho e construção de reservas técnica; da minimização dos
88
riscos em espaços expositivos e gestão de risco para acervos em museus, incluindo roubos,
furtos, catástrofes naturais e de ordem técnica.
Detalhamento: Reservas técnicas e gestão de acervo. Gestão de risco.
Ciclo de Aprendizagem 5: A segurança digital para acervos físicos e digitais, incluindo fotos e
vídeo; e boas práticas na gestão de coleções.
Detalhamento: Gestão de acervos digitais. Boas práticas na gestão de acervos.
Bibliografia Básica
ACAM PORTINARI; GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO. Documentação e conservação de
Acervos Museológicos: diretrizes. Brodowski: ACAM Portinari; Secretaria de Estado da Cultura
de São Paulo, 2010. Disponível em
. Acesso em: 25 out 2019.
Justificativa: A publicação é um dos produtos decorrentes do Projeto de Documentação do
Acervo dos Museus da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, realizado ao longo dos
anos de 2008 a 2010. A iniciativa envolveu a formação de equipes de campo, constituídas por
técnicos e especialistas da área, dispersos em 11 municípios, totalizando mais de 50
profissionais envolvidos, com o objetivo identificar e registrar, segundo normalização técnica, o
patrimônio contido em 15 instituições museológicas, e diagnosticar questões de conservação,
para correto desenho de estratégias de ação para sua salvaguarda e gestão. A publicação
apresenta, de forma clara e sucinta, as diretrizes teórico-metodológicas empregadas, os
primeiros resultados coletados e ase movimentos, arcebispo de Santiago de
Cuba (de 1850 a 1857), confessor real, etc.
Foi perseguido por motivações políticas, apesar de ter sempre evitado envolver-se
com ela, pois era um verdadeiro 'apóstolo'. Em função disso, foi exilado na França, onde veio a
falecer no dia 24.10.1870, dia em que celebramos sua festa em todas as frentes apostólicas
claretianas espalhadas pelo mundo.
Homem de oração e de grande mística, levou uma vida sóbria e austera, totalmente
voltada para o serviço à Igreja e, por onde andava, arrastava multidões. Sua santidade foi
reconhecida pela Igreja e foi beatificado no ano de 1937 e canonizado no dia 7.5.1950.
Claret foi um homem que trabalhou em várias frentes, sempre sensível ao mais
urgente, oportuno e eficaz. Pensava sempre em como preparar as pessoas para a missão e
como articular iniciativas de formação. 
Escreveu várias obras, criou escolas técnicas e agrárias em Cuba, escreveu 15 livros,
81 opúsculos e traduziu outras 27 obras. Foi Presidente do Mosteiro El Escorial (de 1859 a
1868), importante escola espanhola, onde criou uma verdadeira 'universidade eclesiástica';
incentivou a Congregação de Missionários para que trabalhasse com este importante e eficaz
meio de evangelização.
Santo Antônio Maria Claret, no seu ideal evangelizador e nas suas andanças
missionárias pela Espanha, Ilhas Canárias e outras regiões, percebeu que poderia tornar seu
apostolado mais produtivo se conseguisse articular homens desejosos de proclamar a
mensagem de Jesus Cristo, unidos em torno de uma congregação religiosa.
Assim, em 16.7.1849, na cidade espanhola de Vic, na Catalunha, fundou, com mais
cinco amigos sacerdotes, a congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de
Maria, cujos membros são conhecidos como Missionários Claretianos. 
O objetivo da Congregação é este: anunciar, por todos os meios possíveis, no Serviço
Missionário da Palavra, o Evangelho de Jesus Cristo a todo o mundo. Inicialmente ela se
dedicou exclusivamente ao serviço missionário e posteriormente foi assumindo outras
atividades apostólicas: paróquias, educação (colégios, faculdades, escolas eclesiásticas,
formação de leigos, agentes de pastoral e voluntários), missões, meios de comunicação social,
obras sociais e promocionais etc.
Atualmente a Congregação Claretiana conta com mais de 3100 missionários,
presentes em todos os continentes e em 63 países. No Brasil, ela chegou no ano de 1895, conta
atualmente com uns 150 missionários e está presente em vários Estados: São Paulo, Paraná,
Mato Grosso, Alagoas, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Distrito Federal e Rondônia.
Seguindo o estilo de Claret, que foi um educador, a Congregação Claretiana assumiu a
Educação como um meio de evangelizar e promover a vida. Na área educacional, trabalha em
várias atividades: ensino infantil, fundamental, médio e superior. Em vários países trabalha na
formação do clero, de religiosos e religiosas e de agentes de pastoral leigos.
10
Nos cinco continentes (70 países), trabalha com 90 centros educacionais e com mais
de 77 mil alunos e conta com a colaboração de mais 467 casas com 2.937 membros (20 bispos,
1 diácono permanente, 132 irmãos, 2.204 sacerdotes, 455 professos, 125 noviços), além de
um grande número de funcionários administrativos que colaboram na missão partilhada.
Dados de 2022. Disponível em: http://www.claret.org/en/our-congregation/brief-history/.
Acesso em 10 de junho de 2021). 
2.2. Claretiano - Centro Universitário de Batatais: Visão Histórica 
O Claretiano é mantido pela EDUCLAR - Ação Educacional Claretiana - que é dirigida
pelos Padres Missionários Claretianos, desde 1925, com sede à Rua Dom Bosco, 466, Bairro
Castelo, na Cidade de Batatais - SP.
Depois de várias décadas de funcionamento como internato, os Missionários
Claretianos decidiram dar nova orientação ao Colégio, transformando-o em um Centro de
Ensino Superior, objetivando formar professores e profissionais em geral, com espírito cristão e
sólida formação humana.
Partindo do princípio de que a educação é promotora da dignidade da pessoa
humana e do seu desenvolvimento integral, a atividade educativa dos Claretianos sempre
esteve atenta ao processo histórico da educação no país.
Coerentes com estes princípios, intensificaram-se as reflexões sobre as questões
básicas da educação em todos os segmentos da Instituição, visando ao crescimento harmônico
de toda a comunidade educativa. 
A dedicação dos claretianos à educação superior começou no ano de 1970, com a
fundação da Faculdade de Educação Física de Batatais, que abriu as portas para o surgimento
da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras "José Olympio".
 Posteriormente, as Faculdades Claretianas que contavam com campus nas cidades
de Batatais, Rio Claro e São Paulo, transformaram-se em Faculdades Integradas – UNICLAR -
União das Faculdades Claretianas. Em março de 2001, a unidade de Batatais obteve o
credenciamento do Ministério da Educação, como Claretiano - Centro Universitário. 
Em 2005, recebeu o Recredenciamento de Centro Universitário por mais cinco anos,
pela Portaria 4.501, de 23 de dezembro de 2005, do Ministério da Educação. (Diário Oficial da
União de 13 de janeiro de 2006). Em 2009, recebeu mais uma visita para fins de
recredenciamento, com processo finalizado a partir da Portaria 516, de 09 de maio de 2012
(publicada no Diário Oficial da União, em 10 de maio de 2012).
Com o objetivo de unificar todas as unidades educativas Claretianas de Educação
Básica e Educação Superior, no dia 24 de outubro de 2012, foi lançado o Claretiano – Rede de
Educação, de modo a estruturar um modelo de gestão e dar sustentabilidade ao Claretiano.
Durante o processo de estruturação do modelo de gestão, várias dimensões da
instituição, a partir de Áreas Temáticas: Administrativo e Financeiro, Comunicação e Marketing,
Educação e Ação Pastoral, Gestão Estratégica de Pessoas, Material Didático, Registro e
Controle Acadêmico, Responsabilidade Social e Filantropia e Tecnologia da Informação, foram
analisadas e estudadas com os objetivos de aprimoramento e unificação de todas as unidades
educacionais da Rede, além de estudar o Projeto Educativo, a Missão e ressaltar os princípios
que nortearam a organização de todas as instituições em forma de rede. Como resultado
desse trabalho, foram propostos sete princípios: SINGULARIDADE, ABERTURA, INTEGRALIDADE,
TRANSCENDÊNCIA, AUTONOMIA, CRIATIVIDADE e SUSTENTABILIDADE, todos baseados no
Projeto Educativo Claretiano, gerando no ano de 2014 um documento chamado Carta de
Princípios. 
Também, resultante da estruturação do Claretiano - Rede de Educação,
especificamente, a Área Temática Educação e Pastoral, realizou um trabalho de Unificação dos
Projetos Político Pedagógicos dos Cursos de Graduação, subsidiado pelo Projeto Educativo
11
Claretiano e pelos princípios de abertura, singularidade, integralidade, transcendência,
autonomia, criatividade e sustentabilidade. 
Este trabalho teve como dos eixos a unificação e alinhamento das Matrizes
Curriculares dos Cursos de Graduação, efetivado a partir da participação dos coordenadores de
curso, em reuniões presenciais e por videoconferências, tendo também o apoio de
documentos oficiais do Ministério da Educação brasileiro. 
A unificação e o alinhamento das Matrizes Curriculares significam que os Cursos de
Graduação do Claretiano – Rede de Educação passaram a ter a mesma Matriz Curricular
oferecida tanto na modalidade a distância como na presencial. Por exemplo: o Curso de
Graduação em Administração – Bacharelado tem uma Matriz Curricular – conjunto de
disciplinas, para ser oferecida em ambas as modalidades nas diversas Unidades Educativa de
Educação Superior do Claretiano – Rede de Educação. 
Assim, como um dos principais resultados da criação do Claretiano – Rede de
Educação partir de 2015, todos os cursos de graduação do Claretiano são ofertados com
Projetos Político-Pedagógicos e (PPPC) matrizes curriculares unificados e articulados,
originados da criação do Claretiano – Rede de Educação, emperspectivas futuras. Por fim, ainda traz textos concebidos
por especialistas no campo da gestão de acervos museológicos e que contribuem para o
processo reflexivo do leitor e para o desenvolvimento de atividades didáticas.
PADILHA, Renata Cardozo. Documentação museológica e gestão de acervo. Florianópolis: FCC,
2014. Disponível em:
. Acesso em: 25 out 2019.
Justificativa: O livro se configura como espécie de manual que apresenta importantes reflexões
sobre documentação museológica para desenvolvimento de ações no contexto da preservação
do patrimônio preservado pelos museus e espaços de memória. A publicação apresenta,
problematiza, contextualiza e distingue os processos inseridos como conjunto de rotinas e
atividades técnicas necessárias a uma eficiente gestão das informações dos acervos
museológicos. Sua abordagem prática, sem perder os referenciais teóricos, é considerada ideal
para estudantes de graduação que estão formando seu repertório sobre o assunto.
TEIXEIRA, L. C. Ghizoni, V. R. Conservação preventiva de acervos. Florianópolis: FCC, 2012.
Disponível em:
. Acesso em: 25 out 2019.
Justificativa: Importante referencial introdutório sobre o panorama do campo da conservação
preventiva de acervos museológicos, apresentando parâmetros técnicos utilizados pelas
autoras no desenvolvimento de trabalhos desenvolvidos ao longo de suas trajetórias
profissionais. Além disso, o livro apresenta de forma detalhada os procedimentos e materiais
de trabalho comuns à área e considerados ideais para o trabalho com diferentes suportes e
composições materiais de distintos bens culturais.
Bibliografia Complementar
IBRAM; IBERMUSEUS. Cartilha Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Brasileiro. Brasília,
2017.Disponível em
. Acesso em: 25 out 2019.
COMCOL / ICOM. Criando e Implementando Políticas de Acervo / Colecionar o
Contemporâneo: Registros do Seminário COMCOL 2015 Gestão e Desenvolvimento de
89
Coleções. - Rio de Janeiro, RJ: COMCOL/ICOM, 2017. Disponível em
. Acesso em: 25 out 2019.
CANADIAN CONSERVATION INSTITUTE; INTERNATIONAL CENTRE FOR THE STUDY OF THE
PRESERVATION AND RESTORATION OF CULTURAL PROPERTY. Guia de Gestão de Riscos para o
Patrimônio Museológico. Traduzido por Ibermuseus, 2017. Disponível em
.
Acesso em: 25 out 2019.
Grupo Espanhol do IIC - International Institute for Conservation of Historic and Artistic Works
(Org.). Conservação preventiva e procedimentos em exposições temporárias. Brodowski: ACAM
Portinari; Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2012. Disponível em . Acesso em: 25 out 2019.
AMARAL, J. R. Gestão de Acervos: Proposta de Abordagem para a Organização de Reservas.
Dissertação (Mestrado em Museologia) – Universidade Nova de Lisboa. Lisboa: 2011.
Disponível em . Acesso em: 25 out 2019.
BOYLAN, P. (Org.). Como Gerir um Museu: Manual Prático. Paris: ICOM, 2004.
AAM – American Alliance of Museums. Developing a Collections Management Policy, 2012.
Disponível em
. Acesso em: 25 out 2019.
ARAÚJO, V. G. C. de. O século XXI coletado: um estudo sobre a política de aquisição de acervo
do Museu Histórico Nacional, seu uso, seus critérios e sua aplicação. Dissertação (Mestrado
Museologia e Patrimônio) – Universidade do Rio de Janeiro, UNIRIO – Museu de Astronomia e
Ciências Afins, MAST, Rio de Janeiro, 2014.
AUGUSTIN, R. F. G. Políticas de gestão de acervos, instrumentos auxiliares na tomada de
decisão: análises de documentos disponibilizados por museus brasileiros na Web. 2017.
Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Universidade Federal de Minas Gerais,
UFMG, Belo Horizonte, 2017. Disponível em:
.
Acesso: maio 2018.
CURY, M. X (Org.). Direitos indígenas no Museu: novos procedimentos para uma nova política:
a gestão de acervos em discussão. São Paulo: Secretaria da Cultura; ACAM Portinari; Museu de
Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, 2016. Disponível em:
. Acesso: maio
2018.
LUBAR, S. Fifty Years of Collecting: Curatorial Philosophy at the National Museum of American
History. Federal History, v. 7, 2015. Disponível em:
. Acesso: maio
2018.
O’KEEFE, P. J. Museum Acquisitions Policies and the 1970 UNESCO Convention. Museum
International, 50: 1998, p. 22. Disponível em
. Acesso em: 30 maio
2018.
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A EDUCAÇÃO, A CIÊNCIA E A CULTURA – UNESCO.
Recomendação referente à proteção e promoção dos museus e coleções, sua diversidade e seu
papel na sociedade (Tradução não oficial). Paris, 2015. Disponível em
. Acesso em: 30 maio 2018.
PIMENTEL, T. V. C.; BITTENCOURT, J. N.; FERRÓN, L. M. A. A teoria, na prática, funciona: Gestão
de acervos no Museu Histórico Abílio Barreto. Revista CPC, n. 3, p. 91-109, 2007. Disponível
em: . Acesso: maio 2018.
90
PELEGRINI, S. C. A. A gestão do patrimônio imaterial brasileiro na contemporaneidade. História,
Franca, v. 27, n. 2, p. 145-173, 2008 . Disponível em:
. Acesso em: 29 Out. 2019.
Mendonça E. Programa Nacional de Patrimônio Imaterial e Museu. Museologia &
Interdisciplinaridade, v. 4, n. 8, p. 88 - 106, 9 dez. 2015. Disponível em:
. Acesso em: 29 Out.
2019.
Justificativa: A seleção das obras acima se justifica pela importância dos referenciais teóricos e
práticos apresentados - seja no âmbito legal ou normativo, podendo caracterizar um confiável
ponto de partida aos estudantes que necessitem de ferramentas de apoio para construção
teórico-metodológica de procedimentos para a gestão de acervos museológicos.
Disciplina: História da Arte: arte internacional e brasileira no século XX
Carga horária: 90 horas
Ementa: O estudo da História da Arte: Arte Internacional e Arte Brasileira no século XX
proporciona ao futuro museólogo a reflexão em relação ao contexto histórico do mundo
pós-Segunda Guerra Mundial. Aborda o surgimento das vanguardas europeias e
estadunidenses abstratas como o expressionismo abstrato norte-americano, o expressionismo
abstrato europeu, a Hard-edge, a Color-field Painting e o concretismo. Destaca também os
principais artistas das vanguardas conhecidas como Pop Art, Op Art, hiper-realismo,
minimalismo, Land Art até a arte conceitual e as instalações. De forma cronológica, essa
disciplina contextualiza historicamente e apresenta a transvanguarda, arte povera, o
neoexpressionismo alemão, a figuração livre francesa, a nova pintura britânica e o grafite. A
arte brasileira também é discutida e contextualizada desde os artefatos indígenas, perpassando
o modernismo até a arte contemporânea, permitindo que o museólogo seja capaz de
relacionar os acontecimentos históricos com as manifestações artísticas de cada época.
Objetivo Geral da Disciplina: Compreender as diferentes transformações ocorridas na arte
contemporâneainternacional e brasileira paralelamente aos eventos históricos mais
importantes e que influenciaram diretamente essas transformações.
Objetivos Específicos da Disciplina: Conhecer os artistas que mais se destacaram em cada
período e um pouco de sua poética pessoal. Sintetizar conhecimento de história da arte a fim
de aplicá-los em sua prática como museólogo.
Conteúdo Prático: O estudo da História da Arte: Arte Internacional e Arte Brasileira
proporciona ao futuro museólogo a reflexão em relação ao contexto histórico do mundo
pós-Segunda Guerra Mundial.
Conteúdo Teórico: Destaca também os principais artistas das vanguardas conhecidas como Pop
Art, Op Art, hiper-realismo, minimalismo, Land Art até a arte conceitual e as instalações. De
forma cronológica, essa disciplina contextualiza historicamente e apresenta a transvanguarda,
arte povera, o neoexpressionismo alemão, a figuração livre francesa, a nova pintura britânica e
o grafite.
Ciclos de Aprendizagem e Detalhamento de Conteúdos
Ciclo de Aprendizagem 1: O estudo da História da Arte: Arte Internacional e Arte Brasileira
proporciona ao futuro museólogo a reflexão em relação ao contexto histórico do mundo
pós-Segunda Guerra Mundial.
Detalhamento: Arte moderna no pós-segunda Guerra Mundial: expressionismo abstrato
norte-americano. Expressionismo abstrato, lírico ou informal na Europa. Hard-edge e
color-field Painting. O início do pós-modernismo: Pop Art e Op Art. Minimalismo.
Ciclo de Aprendizagem 2: Aborda o surgimento das vanguardas europeias e estadunidenses
abstratas como o expressionismo abstrato norte-americano, o expressionismo abstrato
europeu, a Hard-edge, a Color-field Painting e o concretismo. Destaca também os principais
91
artistas das vanguardas conhecidas como Pop Art, Op Art, hiper-realismo, minimalismo, Land
Art até a arte conceitual e as instalações.
Detalhamento: Arte conceitual e Instalações, Land Art. Hiper-realismo e Concretismo.
Transvanguarda e arte Povera na Itália. Neo-expressionismo alemão, Figuração livre francesa,
Nova pintura britânica. Grafite, pintura e na nova arte norte-americana e mundial, o
pós-modernismo nas décadas de 1970 e 1980: releituras
Ciclo de Aprendizagem 3: A arte brasileira é discutida e contextualizada desde os artefatos
indígenas, perpassando o modernismo até a arte contemporânea.
Detalhamento: Primórdios da arte brasileira no descobrimento. Missão Artística Francesa.
Pintores estrangeiros no Brasil. Arte acadêmica no Brasil.
Ciclo de Aprendizagem 4: A arte brasileira é discutida e contextualizada desde os artefatos
indígenas, perpassando o modernismo até a arte contemporânea.
Detalhamento: Chegada do modernismo ao Brasil. A semana de Arte Moderna de 1922.
Artistas da primeira geração modernista. Arte moderna brasileira das décadas de 1930 até
1950. Bienais.
Ciclo de Aprendizagem 5: A arte brasileira também é discutida e contextualizada desde os
artefatos indígenas, perpassando o modernismo até a arte contemporânea.
Detalhamento: Concretismo e neoconcretismo. Pop Arte e arte conceitual no Brasil. Poéticas
dos artistas brasileiros das décadas de 1960 até o ano 2000.
Bibliografia Básica
CORTELAZZO, P. R. A História da Arte por Meio da Leitura de Imagens. InterSaberes: Curitiba,
2012.
Justificativa: A leitura de Cortelazzo (2012) proporciona um maior entendimento da história da
arte por meio de exemplos de imagens criadas por artistas de todas as épocas. Ao observar
atentamente as obras de arte é possível identificar fatos históricos e compreender a história
das mentalidades de diferentes épocas. O exercício de leitura de imagens por meio da
iconografia e da iconologia são exercícios fundamentais para o estudo da história da arte.
MIELZYNSKA, Maria Gabriela. História da arte: arte internacional e arte brasileira: caderno de
referência de conteúdo. Batatais, SP: Claretiano - Centro Universitário, 2013. Disponível em:
https://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/00001d/00001dd8.pdf. Acesso em: 06 dez. 2021.
Justificativa: O Caderno de Referência de Conteúdo (MIELZYNSKA, 2013) aborda em suas
unidades o contexto histórico da época traçando paralelos da história com a história da arte,
contextualizando as transformações ocorridas na transição da modernidade para
contemporaneidade no cenário artístico internacional. O mesmo acontece em relação a
história e a história da arte brasileira, desde a arte rupestre até o século XX. Contextualizar o
panorama histórico e artístico é o objetivo central dessa disciplina.
SOUZA, Dulce América de; BATISTA, Valdoni Moro. História da arte. Porto Alegre: SAGAH, 2019.
Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788533500068/cfi/0!/4/2@100:0.00.
Acesso em: 06 dez. 2021.
Justificativa: O livro aborda de forma geral a história da arte destacando as manifestações
artísticas e os artistas que fazem parte da história mundial da arte. Tal estudo é fundamental
para compreender a contemporaneidade e suas manifestações artísticas, assim como para
perceber as transformações ocorridas na arte internacional e contribuir para identificar como
influenciaram na arte brasileira.
Bibliografia Complementar
BORGES, M. E. L. Inovações, Coleções, Museus. São Paulo: Autêntica, 2011. (Biblioteca
Pearson).
CARVALHO, C. Quando e escola vai o Museus. Campinas: Papirus, 2017. (Biblioteca Pearson).
GUINSKI, R. S. Poéticas híbridas nas artes visuais. Curitiba: InterSaberes, 2020. (Biblioteca
Pearson).
92
https://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/00001d/00001dd8.pdf
https://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/00001d/00001dd8.pdf
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788533500068/cfi/0!/4/2@100:0.00
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788533500068/cfi/0!/4/2@100:0.00
IRATI, A. Autoria e Cultura na Pós-modernidade. Revista Ciência da Informação, Brasília, v. 27,
n. 2, p. 189-192, maio/ago. 1998. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ci/v27n2/irati.pdf.
Acesso nov. 2020.
QUADRADO, Adriano D. Pós-modernidade: que tempos são estes? Disponível em:. Acesso nov. 2020.
SILVEIRA, C. Arte e pensamento: uma introdução às teorias da arte no ocidente. Curitiba: Inter
Saberes, 2021. (Biblioteca Pearson).
TORAL, A.; AMARAL, A. Arte e Sociedade no Brasil – de 1957 a 1956 (vol. 1). São Paulo: Calis,
2009. (Biblioteca Pearson).
TORAL, A.; AMARAL, A. Arte e Sociedade no Brasil – de 1930 a 1975 (vol. 2). São Paulo: Calis,
2009. (Biblioteca Pearson).
TORAL, A.; AMARAL, A. Arte e Sociedade no Brasil – de 1976 a 2003 (vol. 3). São Paulo: Calis,
2009. (Biblioteca Pearson).
Justificativa: A bibliografia complementar da disciplina de História da Arte: Arte Internacional e
Arte Brasileira no século XX oferece referências para que os alunos possam aprofundar os
conhecimentos em relação à transição da arte moderna para a arte contemporânea. Esse
período foi marcado pela divergência da crítica de arte, portanto, faz-se necessário que os
alunos busquem conhecer os escritos teóricos para que possam compreender por completo e
de diferentes pontos de vista tais transformações, tanto em relação às poéticas como às
questões formais.
Disciplina: Estudos de Público em Museus
Carga horária: 90 horas
Ementa: O estudo dos museus e seus públicos está no cerne desta disciplina, que visa
apresentar uma visão geral sobre o escopo das diferentes relações entre as instituições
museológicas e seus beneficiários, o público. Deverá, para isso, abordar conteúdos como os
conceitos que definem o público de modo geral dentro do âmbito da cultura e, em especial, o
público dos museus; a revisão bibliográfica dos estudos de público em museus e suas múltiplas
dimensões; as diferentes tipologias de público de museus e metodologias de aplicação e
análise de pesquisas a elas relacionadas.
Objetivo Geral da Disciplina:
Os alunos da disciplina Estudos de Público em Museus, na modalidade EaD do Claretiano,
dados o Sistema Gerenciador de Aprendizagem e suas ferramentas, serão capazes de
compreender metodologias básicas para conhecer diferentestipologias de estudos de públicos
de museus. Para isso, contarão não só com as obras de referência, mas também com outras
referências bibliográficas, eletrônicas, links de navegação e vídeos. Ao final desta disciplina, de
acordo com a proposta orientada pelo professor responsável e pelo tutor a distância, terão
condições de elaborar e aplicar estudos para entender e diagnosticar as necessidades e
expectativas dos seus públicos (atuais, em potencial e não público) e, com isso, fundamentar
estratégias para administrar os recursos humanos e financeiros da instituição. Para esse fim,
levarão em consideração as ideias debatidas na Sala de Aula Virtual, por meio de suas
ferramentas, bem como o que produziram durante o estudo.
Objetivos Específicos da Disciplina:
Apresentar os estudos de público em diferentes tipos de museus e relacionados a públicos
distintos. Debater a função das pesquisas de público, seus tipos e suas metodologias.
Compreender os estudos de público como ferramenta de gestão museológica. Refletir sobre o
papel dos estudos de público para a construção de políticas públicas para o campo museal.
Refletir sobre o papel dos estudos de público para a aproximação dos museus e comunidades.
Conteúdo Prático: Metodologias de aplicação e de análise de pesquisas de público em museus.
93
http://www.scielo.br/pdf/ci/v27n2/irati.pdf
http://www.revistas.usp.br/caligrama/article/download/64693/67314/
http://www.revistas.usp.br/caligrama/article/download/64693/67314/
Conteúdo Teórico: Conceitos que definem o público de modo geral dentro do âmbito da
cultura e, em especial, o público dos museus; diferentes tipologias de público de museus e
revisão bibliográfica dos estudos de público em museus e suas múltiplas dimensões.
Ciclos de Aprendizagem e Detalhamento de Conteúdos
Ciclo de Aprendizagem 1: Público(s) da Cultura e dos Museus
Detalhamento: Público de cultura. Economia da cultura, economia criativa e consumo cultural
no Brasil. Museus e mercado cultural. Museus e público(s).
Ciclo de Aprendizagem 2: Estudos de Público em Museus
Detalhamento: Breve contextualização dos estudos de público em museus. Estudos de público
como ferramenta de gestão museológica. Contar público não é suficiente. Estudos de público:
metodologias de aplicação e análise.
Ciclo de Aprendizagem 3: Público(s) dos Museus – Parte 1
Detalhamento: Tipologias de público: grupos de visitantes; visitantes espontâneos; crianças e
adolescentes; adultos e idosos.
Ciclo de Aprendizagem 4: Público(s) dos Museus – Parte 2
Detalhamento: Tipologias de público: público interno, público virtual, públicos inclusivos. Não
públicos e públicos em potencial.
Ciclo de Aprendizagem 5: Estudos de Públicos em Museus – Aplicações Práticas
Detalhamento: Estudos de Caso I. Estudos de Caso II. Reflexões sobre a não frequência a
museus. Engajamento, o desafio contemporâneo.
Bibliografia Básica
ALMEIDA, A. M. Estudos de público: a avaliação de exposição como instrumento para
compreender um processo de comunicação. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia, São
Paulo, n. 5, p. 325-334, dez. 1995.
Justificativa: A obra de ALMEIDA discute a avaliação de exposições à luz da revisão bibliográfica
pertinente ao tema trazendo informações sobre o histórico das pesquisas de público em
museus, abordando diferentes tipologias de públicos e os tipos de avaliação de exposição,
relacionando-se dessa forma diretamente com o estudo dos museus e seus públicos, objetivo
central da disciplina.
BOURDIEU, P.; DARBEL, A. O amor pela arte: os museus de arte na Europa e seu público. Porto
Alegre; São Paulo: Zouk; Edusp, 2003.
Justificativa: A obra “O amor pela arte: os museus de arte na Europa e seu público” é um
marco nos estudos sobre a formação de público em museus, a prática de visitação a esses
dispositivos culturais e o gosto pela arte, pois a partir de uma pesquisa realizada em vários
museus europeus, Bourdieu inaugura um caminho de pesquisa que renovou em profundidade
a sociologia da arte e a museologia, sendo, portanto, basilar aos estudos de público em
museus.
KÖPTCKE, L. S. Público, o X da questão? A construção de uma agenda de pesquisa sobre os
estudos de público no Brasil. Museologia & Interdisciplinaridade, Brasília, v. 1, n. 1, jan./jul.
2012.
Justificativa: dentre outros assuntos, a obra traz uma discussão sobre os estudos de público e
sua relação com as políticas de democratização da cultura abordando experiências na área dos
estudos de público e avaliação em museus brasileiros, contribuindo para uma prática
consciente, crítico-reflexiva e questionadora.
Bibliografia Complementar
CASTELLANOS, L. P. (Org.). Estudios sobre públicos y museos. Volumen I: públicos y museos:
¿qué hemos aprendido? Ciudad de México: Publicaciones Digitales Encrym, Inah, 2016.
Disponível em: https://www.revistas.inah.gob.mx/index.php/digitales/issue/view/693. Acesso
em: 8 out. 2020
94
______. Estudios sobre públicos y museos. Volumen II: Apuntes para pasar de la teoría a la
práctica. Ciudad de México: Publicaciones Digitales Encrym, Inah, 2017. Disponível em:
https://www.revistas.inah.gob.mx/index.php/digitales/issue/view/816. Acesso em: 8 out. 2020
______. Estudios sobre públicos y museos. Volumen III: Referentes y experiencias de aplicación
desde el campo. Ciudad de México: Publicaciones Digitales Encrym, Inah, 2018. Disponível em:
https://www.repositoriodepublicaciones.encrym.edu.mx/reproduccion.php?rd=NTkz&lang.
Acesso em: 8 out. 2020.
COELHO NETO, J. T. Dicionário crítico de política cultural. São Paulo: Iluminuras, 1997.
DESVALLÉES, A.; MAIRESSE, F. (Eds.). Conceitos-chave de Museologia. Trad. comentários Bruno
Brulon Soares e Marília Xavier Cury. São Paulo: Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de
Museus; Pinacoteca do Estado de São Paulo; Secretaria de Estado da Cultura, 2013. Disponível
em:
http://www.icom.org.br/wp-content/uploads/2014/03/PDF_Conceitos-Chave-de-Museologia.p
df. Acesso em: 8 out. 2020.
Justificativa: as obras de Coelho Neto e Desvallées e Mairesse foram selecionadas para
complementar a disciplina Estudos de Público em museus, pois abordam conteúdos
conceituais relacionados à definição de público. Parte-se da definição de Coelho Neto para
abordar o público de modo geral dentro do âmbito da cultura e das contribuições de
Desvallées e Mairesse para conceituar o público dos museus. Já as produções de Castellanos
agregam ao estudo da disciplina à medida apresentam e suscitam uma discussão
contemporânea sobre os estudos de público em museus em suas múltiplas dimensões,
abordando diferentes tipologias de público e diversas metodologias de aplicação e análise de
pesquisas.
Disciplina: LIBRAS
Carga horária: 60 horas
DISCIPLINA DE CONTEÚDO COMUM / INSTITUCIONAL
Disciplina: Museologia e Comunicação
Prof Responsável: Luana Gonçalves Viera da Silva
Carga horária: 60 horas
Ementa: O material de Museologia e Comunicação visa apresentar uma visão geral e da
comunicação museológica, com ênfase no papel e na importância das exposições museológicas
para os museus e a sociedade. Os conteúdos abordarão aspectos teóricos e práticos
necessários para o trabalho cotidiano dos futuros profissionais de Museologia, oferecendo um
olhar crítico acerca dos desafios em conceber, produzir e avaliar exposições, do potencial
discursivo dos museus e da necessidade de democratização dos processos de comunicação
museológica.
Objetivo Geral da Disciplina: Os estudantes da disciplina Museologia e Comunicação, na
modalidade EaD do Claretiano, dado o Sistema Gerenciador de Aprendizagem e suas
ferramentas, serão capazes de compreender a dimensão comunicacional dos museus e da
cadeia operatória da Museologia, com ênfase nas exposições museológicas, que são as
principais instâncias de comunicação nos museus. Para isso, contarão não só com as obras de
referência, mas também com outras referências bibliográficas, eletrônicas, links de navegação
e vídeos.
Ao final deste estudo, de acordo com a proposta orientada pelo professor responsável e pelo
tutor a distância, terão condições de conceber, produzire avaliar exposições que estejam
ancoradas em um embasamento crítico acerca do potencial discursivo dos museus e da
necessidade de democratização dos processos de comunicação museológica. Para esse fim,
levarão em consideração as ideias debatidas na Sala de Aula Virtual, por meio de suas
ferramentas, bem como o que produziram durante o estudo.
Objetivos Específicos da Disciplina:
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mailto:luanasilva@claretiano.edu.br
Apresentar o museu como sistema de comunicação.
Compreender a exposição museológica como uma situação particular de comunicação.
Debater quais são e como participam do discurso os elementos constituintes das exposições.
Vislumbrar as exposições museológicas como produto cultural de um processo organizado de
criação e constante avaliação.
Refletir sobre os sujeitos que compõem uma exposição, como prática necessariamente
interdisciplinar e democrática.
Conteúdo Prático: concepção, produção e avaliação de exposições.
Conteúdo Teórico: visão geral da comunicação museológica, com ênfase no papel e na
importância das exposições; o potencial discursivo dos museus e a necessidade de
democratização dos processos de comunicação museológica.
Ciclos de Aprendizagem e Detalhamento de Conteúdos
Ciclo de Aprendizagem 1: Museus como sistemas de Comunicação
Detalhamento: Introdução à comunicação nos Museus: conceitos e breve histórico. A
comunicação na Cadeia Operatória da Museologia. Códigos de ética da Museologia e dos
museus no Brasil e no mundo, para a comunicação museológica.
Ciclo de Aprendizagem 2: Exposições: Produtos Museológicos por Excelência
Detalhamento: O que são exposições museológicas? Histórico da expografia de museus.
Exposições museológicas como instâncias discursivas. Importância da pesquisa para construção
de exposições.
Ciclo de Aprendizagem 3: A composição das exposições
Detalhamento: Quais são e como participam os elementos constituintes das exposições? O
papel e os efeitos dos elementos constituintes nas exposições museológicas. Unidades
expográficas.
Ciclo de Aprendizagem 4: Como fazer uma exposição?
Detalhamento: Fases e etapas da realização de exposições museológicas. Conservação
preventiva aplicada às exposições museológicas. Os seis tipos de avaliação das exposições
museológicas.
Ciclo de Aprendizagem 5: Sujeitos da exposição
Detalhamento: Curador e curadoria. Públicos: democratização, introdução histórica e perfil
atual dos visitantes de museus. Exposições para quem? Perspectivas de acessibilidade.
Decolonização dos museus nos processos de comunicação.
Bibliografia Básica
BENCHETRIT, S. F.; BEZERRA, R. Z.; MAGALHÃES, A. M. (Org.). Museus e comunicação:
exposição como objeto de estudo. Rio de Janeiro: Museu Histórico Nacional, 2010. 400p.
Disponível em: http://docvirt.com/DocReader.net/MHN/19629. Acesso em: 16 abr. 2021.
Justificativa: resultante do Seminário Internacional do Museu Histórico Nacional realizado em
2009, que centrou sua temática na relação entre museus, coleções e comunicação, a escolha
dessa obra se justifica pela abordagem de temáticas basilares no estudo da disciplina
Museologia e Comunicação e pelo enfoque no contexto brasilero.
CURY, M. X. Comunicação museológica: uma perspectiva teórica e metodológica de recepção.
Tese Doutorado em Ciências da Comunicação – Escola de Comunicações e Artes da
Universidade de São Paulo, São Paulo, 2005. 366f. Disponível em:
https://www.researchgate.net/profile/Marilia_Cury/publication/259866616_Comunicacao_Mu
seologica_-_Uma_Perspectiva_Teorica_e_Metodologica_de_Recepcao/links/0c96052e38f99eb
32a000000/Comunicacao-Museologica-Uma-Perspectiva-Teorica-e-Metodologica-de-Recepcao
.pdf. Acesso em: 16 abr. 2021.
Justificativa: a tese de doutoramento de Cury aproxima as áreas de comunicação e
museologia, sendo referência no estudo sobre recepção de público de museus. Tendo como
referencial teórico a proposição de Jesús Martín−Barbero, que deslocou o foco dos estudos de
comunicação do meio para as mediações que se dão no cotidiano, na tese a recepção é
96
estudada de forma integrada com as condições de produção e é entendida como um processo
mediado pelo cotidiano do público - uma nova abordagem para se pensar o contexto da
comunicação nos museus.
GRANATO, M.; SANTOS, C. P. (Orgs.). Discutindo exposições: conceito, construção e avaliação.
Rio de Janeiro: MAST, 2006. 120p. (MAST Colloquia: 8). Disponível em:
http://site.mast.br/hotsite_mast_colloquia/pdf/mast_colloquia_8.pdf. Acesso em: 16 abr.
2021.
Justificativa: essa publicação é resultado do Seminário Internacional do Museu Histórico
Nacional realizado em 2004, que discutiu sobre a relação das exposições com o público e a
diferenciação entre as propostas para exposições de curta e longa duração, dentre outras
temáticas. Sua inserção como bibliografia básica se justifica não apenas pelas discussões
sugeridas, mas também pelo relato dos estudos de casos apresentados durante o evento,
proporcionando aos estudantes conhecer os percalços e os avanços realizados pelas equipes
que desenvolveram os projetos apresentados.
Bibliografia Complementar
DESVALLÉES, A.; MAIRESSE, F. (Orgs.). Conceitos-chave de museologia. São Paulo: Comitê
Brasileiro do Conselho Internacional de Museus: Pinacoteca do Estado de São Paulo: Secretaria
de Estado da Cultura. Tradução e comentários de Bruno Brulon Soares e Marília Xavier Cury.
2013. Disponível em:
https://icom-portugal.org/multimedia/Conceitos-Chave%20de%20Museologia.pdf. Acesso em:
27 fev. 2021.
GRUPO ESPANHOL DO IIC – International Institute for Conservation of Historic and Artistic
Works (Org.). Conservação preventiva e procedimentos em exposições temporárias. Brodowski:
ACAM Portinari. Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2012. (Coleção Museu Aberto).
324 p. Disponível em:
https://www.sisemsp.org.br/wp-content/uploads/2013/12/Conservacao_Preventiva_%20Proc
edimentos_Exposicoes_Temporarias_2012.pdf. Acesso em: 27 fev. 2021.
INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS – IBRAM. Caminhos da memória: para fazer uma
exposição. Pesquisa e elaboração do texto: Katia Bordinhão, Lúcia Valente e Maristela dos
Santos Simão. Brasília, DF: IBRAM, 2017. 88p. (Série Caminhos da Memória, 1). Disponível em:
https://www.museus.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/Caminhos-da-Mem%C3%B3ria-Par
a-fazer-uma-exposi%C3%A7%C3%A3o1.pdf. Acesso em: 27 fev. 2021.
MUSEUMS, ARCHIVES AND LIBRARIES COUNCIL, EDUSP E VITAE. Roteiros Práticos 2:
planejamento de exposições. Disponível em:
https://www.sisemsp.org.br/documentos-de-referencia/. Acesso em: 16 abr. 2021.
OFFICE OF POLICY AND ANALYSIS. Exhibition Concept Models. 2002. Disponível em:
https://repository.si.edu/bitstream/handle/10088/17299/opanda_WPEx_ConceptsFinal.pdf.
Acesso em: 16 abr. 2021.
Justificativa: para complementar os estudos da disciplina Museologia e Comunicação, além da
obra de Desvallées e Mairesse que aborda conteúdos conceituais essenciais ao campo da
museologia, foram selecionadas bibliografias nacionais e internacionais voltadas
especificamente para o estudo e a concepção de exposições. Entendendo que essas são as
principais formas dentre as várias possibilidades de comunicação nos museus, as leituras
selecionadas visam contribuir para a ampliação do repertório e a instrumentalização dos
estudantes para a sua futura atuação profissional.
Disciplina: Administração
Carga horária: 90 horas
Ementa: Considerando o profissional da área de gestão reconhecer e definir problemas,
equacionar soluções, pensar estrategicamente, introduzir modificações no processo produtivo,
atuar preventivamente, transferir e generalizar conhecimentos e exercer, em diferentes graus
97
de complexidade, o processo da tomada de decisão, a disciplina tem como premissa abordar
os conceitos básicos em Administração, bem como os princípios da Administração Pública e
analisar as principais linhas de abordagem do pensamento teórico: Científica, Clássica,
Comportamental, Neoclássica, Burocrática, Estruturalista, Sistêmica, Desenvolvimento
Organizacional e Contingencial; as questões relativas à gerência, ao processo decisórioe o
efeito da liderança do desempenho organizacional; o perfil do administrador contemporâneo;
principais elementos ligados à ética e responsabilidade social empresarial; novos paradigmas,
tendências na área da Administração e a evolução da Administração pública no Brasil e no
mundo.
Objetivos: Compreender a administração como ferramenta norteadora das ações nas
empresas. Aprender o significado do termo "administração" e sua configuração no ambiente
organizacional. Compreender a definição de Empresa e Organização. Compreender o que são e
quando se aplicam as ferramentas de Planejamento, Organização, Direção e Controle. Entender
o trabalho gerencial e a forma adequada da ação dessa atividade nas instituições. Estudar os
conceitos relacionados às Teorias da Administração. Compreender e interpretar as teorias
organizacionais e avaliação dos diversos cenários organizacionais. Compreender o processo
decisório. Analisar o perfil e o papel básico do administrador na obtenção de resultados e no
gerenciamento de pessoas. Compreender e aplicar a ética e a responsabilidade social no
contexto organizacional, considerando a diversidade, os direitos humanos, as questões
étnico-raciais e políticas.
Detalhamento do Conteúdo:
Ciclo 1 - Conceitos básicos em Administração
Detalhamento: Conceitos de Administração. Organização e Empresa. Processo de
Administração.
Ciclo 2 - Escolas e Abordagens em Administração
Detalhamento: Abordagem mecanicista da Administração: Teoria Científica e Clássica.
Abordagem das Relações Humanas e Comportamentais. Abordagem Neoclássica e
Planejamento.
Ciclo 3 - Escolas e Abordagens em Administração
Detalhamento: Abordagem a Teoria da Burocracia. Abordagem a Teoria Estruturalista.
Abordagem Sistêmica das Organizações. Abordagem do Desenvolvimento Organizacional.
Teoria Contingencial.
Ciclo 4 - Gerência e Tomada de Decisão
Detalhamento: Estudos sobre os Gerentes. Processo de Tomada de Decisão. Liderança.
Ciclo 5 - Tópicos Contemporâneos em Administração
Detalhamento: Ética e Responsabilidade Social Empresarial. Novos Paradigmas e Tendências da
Administração.
Bibliografia Básica
BREDA, Francisco de Assis; DUTRA, Neivaldo Hakime; OLIVEIRA, Sonia Valle Walter de.
Administração II: caderno de referência de conteúdo. Batatais, SP: Claretiano - Centro
Universitário, 2013. Disponível em:
http://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/000028/000028ff.pdf. Acesso em: 31 out. 2014.
Justificativa: a obra aborda os conhecimentos sobre Administração, com ênfase nas estruturas
organizacionais, explorando os conceitos das principais teorias da administração, além de
abordar conteúdos importantes tais como cultura organizacional, liderança, ética e
responsabilidade social nas organizações. Esses conceitos visam a capacitar o aluno para
adquirir um perfil administrativo, não somente na aplicação
de técnicas, mas também na solução de conflitos.
DUTRA, Neivaldo Hakime. Administração I: caderno de referência de conteúdo. Batatais, SP:
Claretiano - Centro Universitário, 2013. Disponível em:
http://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/000028/000028fe.pdf. Acesso em: 31 out. 2014.
98
http://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/000028/000028ff.pdf
http://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/000028/000028ff.pdf
http://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/000028/000028fe.pdf
http://biblioteca.claretiano.edu.br/anexo/000028/000028fe.pdf
Justificativa: a obra aborda os fundamentos da Administração, suas origem e evolução no
cenário socioeconômico, bem como a relevância de sua aplicação nas organizações. Apresenta
o perfil adequado do gestor e a necessidade desse profissional no ambiente das instituições.
SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. 2. ed. São
Paulo: Pearson, 2013. Disponível em:
https://bv4.digitalpages.com.br/?filtro=livros&term=Administra%25C3%25A7%25C3%25A3o%
3A%2520teoria%2520e%2520pr%25C3%25A1tica%2520no%2520contexto%2520brasileiro&se
archpage=1&from=busca&page=-14&section=0#/legacy/3384. Acesso em: 26 abr. 2019.
justificativa: o livro está alicerçado em três eixos principais. O primeiro aborda os fundamentos
da administração como área do conhecimento e prática profissional e apresenta um
enquadramento histórico da Administração e suas principais teorias e paradigmas. O segundo,
foco na visão processual da administração e apresenta as funções básicas do administrador:
planejamento, organização, direção e controle. O terceiro, apresenta uma abordagem da
administração a partir das áreas funcionais das empresas: operações, marketing, recursos
humanos, finanças e recursos tecnológicos
Bibliografia Complementar
CARAVANTES, Geraldo R.; PANNO, Cláudia C.; KLOECKNER, Mônica C. Administração: teorias e
processo. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. Disponível em:
http://claretiano.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050261/pages/_1.
Acesso em: 26 set. 2016.
CERTO, Samuel C. Administração moderna. São Paulo: Prentice Hall, 2005. Disponível em:
http://claretiano.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788587918123/pages/_1.
Acesso em: 10 jun. 2016.
LOURENÇO, N. V. Administração pública: modelos, conceitos, reformas e avanços para uma
nova gestão. Editora Intersaberes, 2016.
ORLICKAS, Elizenda. Modelos de gestão: das teorias da administração à gestão estratégica.
Curitiba, PR: Intersaberes, 2012. Disponível em:
http://claretiano.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788582121498. Acesso em: 26
nov. 2015.
SILVA, Reinaldo O. da. Teorias da administração. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2013. Disponível
em: http://claretiano.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050902/pages/_1.
Acesso em: 13 jun. 2016.
justificativa geral: as obras acima complementam as referências básicas ao apresentarem uma
abordagem adequada sobre o assunto para os cursos de graduação, numa linguagem
relativamente simples, apresentam os fundamentos das diversas abordagens teóricas da
administração além de abordarem as mudanças em função das exigências e necessidades de
cada época e das atividades das organizações. Abordam também diversos conceitos da
administração, as funções e habilidades do administrador eficaz, além da evolução do
pensamento administrativo ao longo do tempo, dentro das várias abordagens do estudo.
Disciplina: Museologia e Curadoria
Carga horária: 90 horas
Ementa: A disciplina tem por objetivo refletir sobre os processos curatoriais e sua importância
para as instituições museológicas contemporâneas. Entende-se que a curadoria é parte do
fazer das instituições museológicas, o que torna essa atividade uma importante maneira de
comunicação do patrimônio cultural. Também pretende discutir o papel do(a) curador(a) e sua
relação com os diversos profissionais envolvidos nesta atividade: museólogos, críticos de arte,
historiadores, comunicólogos, entre outros. Nesse sentido, pretende fazer um breve resumo
histórico do conceito de curadoria e suas transformações conceituais, bem como abordar as
metodologias e técnicas de curadoria mais adotadas na contemporaneidade. O intuito é
proporcionar ao estudante os fundamentos básicos para a atividade de curador.
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https://bv4.digitalpages.com.br/?filtro=livros&term=Administra%25C3%25A7%25C3%25A3o%3A%2520teoria%2520e%2520pr%25C3%25A1tica%2520no%2520contexto%2520brasileiro&searchpage=1&from=busca&page=-14&section=0#/legacy/3384
https://bv4.digitalpages.com.br/?filtro=livros&term=Administra%25C3%25A7%25C3%25A3o%3A%2520teoria%2520e%2520pr%25C3%25A1tica%2520no%2520contexto%2520brasileiro&searchpage=1&from=busca&page=-14&section=0#/legacy/3384
https://bv4.digitalpages.com.br/?filtro=livros&term=Administra%25C3%25A7%25C3%25A3o%3A%2520teoria%2520e%2520pr%25C3%25A1tica%2520no%2520contexto%2520brasileiro&searchpage=1&from=busca&page=-14&section=0#/legacy/3384
https://bv4.digitalpages.com.br/?filtro=livros&term=Administra%25C3%25A7%25C3%25A3o%3A%2520teoria%2520e%2520pr%25C3%25A1tica%2520no%2520contexto%2520brasileiro&searchpage=1&from=busca&page=-14&section=0#/legacy/3384
http://claretiano.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050261/pages/_1http://claretiano.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050261/pages/_1
http://claretiano.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788587918123/pages/_1
http://claretiano.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788587918123/pages/_1
http://claretiano.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788582121498
http://claretiano.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788582121498
http://claretiano.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050902/pages/_1
Objetivo Geral da Disciplina:
Os alunos da disciplina Museologia e Curadoria, na modalidade EaD do Claretiano, dado o
Sistema Gerenciador de Aprendizagem e suas ferramentas, serão capazes de refletir sobre os
processos curatoriais e sua importância para as instituições museológicas contemporâneas.
Para isso, contarão não só com as obras de referência, mas também com outras referências
bibliográficas, eletrônicas, links de navegação e vídeos.
Ao final desta disciplina, de acordo com a proposta orientada pelo professor responsável e pelo
tutor a distância, terão condições de entender como se dão as várias etapas do processo de
curadoria nos museus contemporâneos. Para esse fim, levarão em consideração as ideias
debatidas na Sala de Aula Virtual, por meio de suas ferramentas, bem como o que produziram
durante o estudo.
Objetivos Específicos da Disciplina:
Compreender a transformação do conceito de curadoria. Compreender as metodologias e
técnicas aplicadas à atividade de curadoria. Entender qual é o papel do(a) curador(a) numa
exposição museológica. Entender como vem sendo discutidos a curadoria contemporânea e os
processos curatoriais coletivos. Discutir e compreender o conceito de curadoria e suas
principais características. Fazer um breve histórico do conceito de curadoria. Entender como é
o processo de musealização e sua relação com a curadoria. Discutir o papel do(a) curador(a).
Compreender as diferentes concepções de curadoria e de curador(a). Entender as diversas
formas de atuação do(a) curador(a). Entender os aspectos da curadoria contemporânea.
Discutir como são realizadas as curadorias coletivas. Discutir sobre as metodologias e as
técnicas de curadoria. Entender as etapas de viabilização de uma exposição. Entender a
importância da curadoria educativa para o projeto curatorial da exposição.
Conteúdo Prático: abordar as metodologias e técnicas de curadoria mais adotadas na
contemporaneidade.
Conteúdo Teórico: refletir sobre os processos curatoriais e sua importância para as instituições
museológicas contemporâneas
Ciclos de Aprendizagem e Detalhamento de Conteúdos
Ciclo de Aprendizagem 1: Refletir sobre os processos curatoriais e sua importância para as
instituições museológicas contemporâneas.
Detalhamento: Origem da curadoria. Curadoria: um conceito em transformação. Breve
histórico da curadoria. Os principais conceitos que orientam as práticas curatoriais. O processo
de musealização e a curadoria.
Ciclo de Aprendizagem 2: A curadoria como parte do fazer das instituições museológicas e
parte da comunicação do patrimônio cultural.
Detalhamento: O trabalho do(a) curador(a) como parte do fazer museal. O(A) curador(a) e o
mercado de trabalho. A curadoria de coleções e a curadoria de artes.
Ciclo de Aprendizagem 3: O papel do(a) curador(a) e sua relação com os diversos profissionais
envolvidos nesta atividade: museólogos, críticos de arte, historiadores, comunicólogos entre
outros.
Detalhamento: Curadoria no século 21. A importância do olhar decolonial na curadoria.
Curadorias coletivas: indígenas, queer, feministas e antirracistas.
Ciclo de Aprendizagem 4: Resumo histórico do conceito de curadoria e suas transformações
conceituais. As metodologias e técnicas de curadoria mais adotadas na contemporaneidade.
Detalhamento: A organização e o recorte da exposição. O papel da pesquisa e a escrita
curatorial. Comunicação: produção de catálogos físicos e virtuais, uso das redes sociais etc.
Ciclo de Aprendizagem 5: Técnicas de curadoria.
Detalhamento: Etapas de realização de um projeto para exposição. Desenvolvimento de uma
curadoria educativa.
Bibliografia Básica
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BORDINHÃO, K.; VALENTE, L.; SIMÃO, M. S. Caminhos da memória: para fazer uma exposição.
Brasília: Ibram, 2017. (Série Caminhos da Memória, 1).
Justificativa: A publicação editada pelo Instituto Brasileiro de Museus, em formato de manual
traz orientações básicas, além de recursos teóricos e metodológicos, para o exercício da
montagem de exposições e consequentemente da prática curatorial, abrangendo as fases de
planejamento, execução, avaliação e os recursos que servem como infraestrutura técnica para
o desenvolvimento de expografias que podem acolhr diferentes temáticas e acervos.
DESVALLÉES, A.; MAIRESSE, F. (Eds.). Conceitos-chave em Museologia. São Paulo: Comitê
Brasileiro de Conselho Internacional de Museus; Pinacoteca do Estado de São Paulo; Secretaria
de Cultura, 2013. Disponível em:
http://icom.org.br/wp-content/uploads/2014/03/PDF_Conceitos-Chave-de-Museologia.pdf.
Acesso em: 15 mar. 2021.
Justificativa: Publicação do Conselho Internacional de Museus (ICOM), originalmente editada
em francês, ganhou versão nacional, e se configura como principal dicionário de referências
sobre os mais importantes conceitos da área museológica. Seu conteúdo é altamente
reconhecido pela comunidade museal, por refletir inúmeras discussões e contribuições sobre a
teoria museológica para diferentes países. A tradução incluiu notas técnicas dos professores e
pesquisadores Bruno Brulon e Marília Xavier Cury, membros do Comitê Internacional de
Museologia do Icom (Icofom). É uma das bibliografias básicas mais importantes para se
compreender não só a epistemologia de vocábulos e conceitos usuais no cenário museológico,
mas também para ampliar o aprendizado e repertório dos alunos em associação com leituras
complementares.
FRIQUES, M. S.; BASBAUM, R. O que pode uma curadoria descolonial? Poiésis, Niterói, v. 21, n.
35, p. 11-18, jan./jun. 2020. Disponível em:
https://periodicos.uff.br/poiesis/article/view/40530/html. Acesso em: 22 out. 2020.
Justificativa: O artigo discute uma série de questões relacionadas ao exercício e a prática
curatorial a partir da ótica descolonial - que crítica a lógica da colonialidade e das relações de
poder e de dominação ainda tão presentes nos discursos narrativos dos museus e de seus
acervos. O texto defende que a curadoria pode ser uma importante ferramenta para legitimar
e valorizar representações e culturas costumeiramente subalternizadas ou invisibilizadas pela
nossa sociedade. Tais reflexões se alinham com a perspectiva crítica e reflexiva da disciplina
acerca das práticas e paradigmas que precisam ser rompidos no ambiente museológico.
MARTINS, M. C. (Coord.). Curadoria educativa: inventando conversas. Reflexão e Ação, Santa
Cruz do Sul, v. 14, n.1, jan./jun. 2006. Disponível em:
http://fvcb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Canal-do-Educador_Texto_Curadoria-Ed
ucativa.pdf. Acesso em: 6 abr. 2021.
Justificativa: Os autores propõem reflexões pertinentes sobre o processo curatorial e o papel
do curador enquanto mediadores das obras e acervos para com o público - a partir de
repertórios dos visitantes, subjetividades e contextos particulares. A indicação desta leitura aos
alunos é importante, pois a obra estimula o pensamento crítico acerca da prática curatorial
como uma ferramenta para experiência, um caminho que leve a pensar a vida, a linguagem da
arte, permitindo a tomada de consciência crítica do público.
RUPP, B. O curador como autor de exposições. Revista-Valise, Porto Alegre, v. 1, n. 1, ano 1, p.
131-143, 2011. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/RevistaValise/article/view/19857/12801.
Acesso em: 13 out. 2020.
Justificativa: Artigo que discorre reflexões acerca da perspectiva das curadorias
contemporâneas, a partir do exercício profissional do curador, sujeito que interfere e cria o
ambiente de uma mostra dentro de um espaço museológico. O texto é pertinente para a
disciplina pois dialoga com vários aspectos abordados no materialdidático, dentre eles
destacam-se: o processo de criação dos projetos curatoriais e a abordagem temática, como
uma forma de encarar o curador como profissional que legitima artistas e discursos.
101
Bibliografia Complementar
BISHOP, C. O que é um curador? A ascensão (e a queda?) do curador auteur. Concinnitas, Rio
de Janeiro, ano 16, v. 2, n. 27, p. 270-282, 2015. Disponível em:
https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/concinnitas/article/view/21180. Acesso: 22 out.
2020.
BRUNO, M. C. O. Definição de curadoria – os caminhos do enquadramento, tratamento e
extroversão da herança patrimonial. In: BITTENCOURT, J. N. (Org.). Cadernos de diretrizes
museológicas 2: mediação em museus: curadorias, exposições, ação educativa. Brasília:
Ministério da Cultura, 2008. p. 1-11. Disponível em:
http://www.ibermuseus.org/wp-content/uploads/2015/07/Unidad1Texto_Definicao-de-Curad
oria.pdf. Acesso em: 19 jul. 2020.
DANA, A. Introdução à História da Arte. São Paulo: Ática, 2008. Disponível em:
http://www.gruponavis.com.br/texts/rosane_historiadaartehmi/INTRODU%C3%87%C3%83O%
20%C3%80%20HIST%C3%93RIA%20DA%20ARTE%20-%20Dana%20Arnold.pdf. Acesso em: 19
jul. 2020.
JULIÃO, L. (Coord.); BITTENCOURT, J. N. (Org.) Cadernos de diretrizes museológicas. Volume 2:
mediação em museus: curadorias, exposições, ação educativa. Belo Horizonte: Secretaria de
Estado de Cultura de Minas Gerais, 2008. Disponível em:
https://issuu.com/alanairiaaugusto/docs/1caderno_diretrizes_museologicas_2. Acesso em: 30
abr. 2021.
OGUIBE, O. O fardo da curadoria. Concinnitas, Rio de Janeiro, ano 5, n. 6, p. 7-17, jul. 2004.
Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/concinnitas/article/view/44475.
Acesso em: 05 abr. 2020.
Justificativa: As referências supracitadas complementam a bibliografia básica ao aprofundar,
de forma didática, os fundamentos das diversas abordagens teóricas e práticas da curadoria
desde suas origens quando se formam os primeiros gabinetes de curiosidades na Europa até os
dias atuais quando se discute a perspectiva de desconstrução e ressignificação das práticas
curatoriais colonialista e elitistas.
12.1. Considerações acerca das Bibliografias Básicas e Complementares
A atualização do acervo será constante e priorizará: títulos das bibliografias; títulos
que atendam a mais de um curso; aquisição da edição mais recente; títulos ainda inexistentes
na biblioteca e implantação de novos cursos. 
Tanto o acervo de livros físicos quanto o dos virtuais, assim como os periódicos, serão
quantificados mediante um plano de contingência, elaborado a partir do número de vagas
previsto para o curso. O plano de contingência está presente no relatório referendado pelo
Núcleo Docente Estruturante.
13. UNIFICAÇÃO DOS PROJETOS POLÍTICO-PEDAGÓGICOS (CLARETIANO – REDE DE
EDUCAÇÃO) 
 No ano de 2012 foi criado o Claretiano – Rede de Educação e iniciado seu processo
de estruturação. 
Considerando o processo de estruturação do modelo de gestão para o
aprimoramento e unificação de todas as unidades educacionais da Rede, várias dimensões
foram analisadas e estudadas, a partir de Áreas Temáticas: Administrativo e Financeiro,
Comunicação e Marketing, Educação e Ação Pastoral, Gestão Estratégica de Pessoas, Material
Didático, Registro e Controle Acadêmico, Responsabilidade Social e Filantropia, Tecnologia da
Informação. O trabalho teve como subsídio o Projeto Educativo Claretiano e seus princípios de
102
abertura, singularidade, integralidade, transcendência, autonomia, criatividade e
sustentabilidade. 
Com a estruturação da Rede, iniciou-se o Projeto de Unificação dos PPPC de
Graduação das unidades educativas Claretianas de Educação Superior, projeto este que tem
sua origem no ano de 2006, com a iniciativa da articulação dos cursos de Pedagogia. Esse
projeto, que parte da Área Temática Educação e Pastoral tem como subsídio o Projeto
Educativo Claretiano e seus Princípios, as diretrizes curriculares nacionais de graduação e do
Exame Nacional dos Cursos; as demandas e especificidades de cada curso, articulado com o
sistema institucional Totvs, e tem como objetivo: unificar todos PPPC de Graduação do
Claretiano – Rede de Educação, nas dimensões filosóficas, antropológicas, acadêmica,
administrativa e pedagógica, buscando contribuir e fortalecer a aprendizagem dos alunos
(formação humana e profissional). 
A Unificação e Alinhamento de todos os PPPCs significa que os cursos de graduação
do Claretiano têm o mesmo projeto e uma matriz curricular (por curso) a ser ofertada tanto na
modalidade a distância e presencial. 
A unificação e o alinhamento do PPPCs foram se efetivando a partir dos aspectos:
tempo integralização e carga horária mínimos; disciplinas institucionais, centro de formação de
professores, optativas de formação, das áreas de gestão, saúde, informática e engenharias;
ementas; quantidade de disciplinas ofertadas e carga horária por semestre; e tempo mínimo
de horas dos demais componentes curriculares. 
O trabalho está sendo realizado em conjunto com os coordenadores de curso de cada
unidade educacional, que são orientados e acompanhados pelas coordenações de ensino e
acadêmica, para a efetivação das etapas de unificação das matrizes curriculares e de ajustes
das ementas, conteúdos, bibliografias básica e complementar. 
O PPPC está sendo ajustado durante todo o momento do processo de unificação,
quanto aos perfis, objetivos, competências, ementas, conteúdos, bibliografias, bem como o
roteiro final. Cabe salientar que todos os cursos do Claretiano seguem unificação, implantados
desde o ano de 2015. 
14. PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS E MODALIDADE
A metodologia sustentada pela Missão e Projeto Educativo Claretiano (PEC) incide
profundamente no desenvolvimento da personalidade, na autorrealização e na autonomia de
ser e de aprender do aluno do Curso de Graduação em Museologia - Bacharelado, assim como
na formação do espírito de cooperação e de solidariedade. Para isso, a metodologia e a
didática do Claretiano são consideradas ativas, pois concebem alunos, professores e tutores,
pessoas humanas participantes e pertencentes ao processo do aprender e do processo de
ensinar (respectivamente), sendo sustentadas pelos seguintes princípios: Singularidade,
Abertura, Integralidade, Transcendência, Autonomia, Criatividade e Sustentabilidade
(CLARETIANO, 2014).
De acordo com Piva (2008), não é um método pedagógico, uma teoria psicológica,
um procedimento, uma técnica que marca a escola claretiana, é, antes, uma formalidade, um
espírito, uma alma peculiar que anima e dá, a ela, especial e diferenciada vitalidade. Daqui
nasce a vivência, o entusiasmo e o quadro de referência para a ação educativa. Essa
formalidade e esse sentido adotados requerem uma concepção clara e explícita do que vem a
ser a Pessoa Humana.
A abordagem do Claretiano – Centro Universitário para conhecer e tratar o ser
humano quer ser radical e metafísica, atingir o homem em si, como ser bio-psico-espiritual em
relação múltipla e num processo de realização. A partir dessa Missão radical, emergem o valor
do ser humano, sua dignidade e sua educabilidade. Métodos, técnicas, currículo, ensino etc.
são meios para construir o Ser-Pessoa.
103
O Claretiano, portanto, espera se diferenciar de outras instituições de ensino não
pelos métodos, técnicas, meios audiovisuais e laboratórios, que sempre devem ser os
melhores, mas pela *[...] altura dos destinatários da atividade educativa. Não pelos meios,
mas, sobretudo, pelo fim do seu processo educativo* (PIVA, 2008, p. 1).
Com base nessas colocações, na proposta do Curso de Museologia - Bacharelado, os
alunos construirão significados e práticas para sua atuação a partir de múltiplas e diferentes
interações essenciais à socialização e à aprendizagem da ética profissional. Assim, a
metodologia de trabalho proposta pelo curso baseia-se na reflexão contínua dos conteúdos
metodológicos, na análise de situações da prática profissional da museóloga e do museólogo,
articuladas com os componentes curriculares, nas disciplinas, considerandoos conteúdos
teóricos e práticos desenvolvidos ao longo de sua formação, nas atividades complementares e
na extensão curricular, sempre buscando o desenvolvimento da autonomia do futuro
museólogo e da futura museóloga, para que eles possam refletir quanto à sua formação, tomar
decisões, fazer opções e construir novas práticas na área.
A metodologia de Educação a Distância do Claretiano, presente no PPPC, atende e
coloca em prática o desenvolvimento dos conteúdos essenciais durante 20 semanas, sendo 4
(quatro) disciplinas por semestre, a partir de estratégias ativas de aprendizagem de acordo
com a sua natureza (nas aulas presenciais ou remotas: Aprendizagem baseada em games ou
gamificação Aprendizagem baseada em projetos Aula expositivo-dialogada Aula invertida
(Flipped Classroom) Aula prática Debate/Discussão Dinâmica em grupo Dramatização/
Simulação Ensino com pesquisa Estudo de caso Estudo de texto Estudo dirigido Estudo do
meio Grupo de verbalização e observação Júri Simulado Lista de discussão Mapa Conceitual
Oficina Peer Instruction ou instrução por pares Portfólio Seminário TBL - Aprendizagem
Baseada em Equipes Tempestade cerebral; nas Aulas EaD: Aprendizagem baseada em games
ou gamificação Aprendizagem baseada em projetos Aula invertida (Flipped Classroom) Ensino
com pesquisa Estudo de caso Estudo de texto Estudo dirigido Estudo do meio Lista de
discussão Mapa Conceitual Portfólio; na implementação da Avaliação Semestral Interdisciplinar
– ASI, que ocorre semestralmente e permite ao aluno ser avaliado a partir do perfil proposto;
nos demais componentes curriculares do curso; no Encontro Nacional Claretiano de Iniciação
Científica (ENCIC), conferências e palestras do curso; e nos momentos a distância, que
favorecem a aprendizagem individual e em grupo, com a mediação de recursos didáticos
organizados, com apoio do tutor a distância, garantindo um aprendizado de excelência,
comprovado pelo desempenho dos alunos dos cursos de graduação já avaliados no ENADE, e
contribuindo para o IGC satisfatório da Instituição (2007-2.01-3; 2008-2.46-3; 2009-2.56-3;
2010-2.64-3; 2011-3.11-4; 2012-3.12-4; 2013-3.11-4; 2014-2.91-3; 2015-2.89-3; 2016-2.95-4;
2017-3.06-4; 2019-2.95-4; 2021-2.8818-3). Todas as atividades acadêmico/pedagógicas têm o
contínuo acompanhamento do professor responsável (mestres e doutores). Especificamente
nos momentos a distância e semanais, o apoio é dado pelo tutor a distância, e as aulas
presenciais (definidas no calendário acadêmico e extras), por professores, todos
proporcionando aos alunos os conhecimentos de ponta, trabalhados na estreita relação
teoria-prática, direcionados pelos objetivos, visando à concretização do perfil do egresso.
Acrescenta-se o apoio da equipe de supervisores de polo e de help desk institucional.
Assim, o Claretiano tem o compromisso da implementação de práticas pedagógicas e
acessibilidade metodológica inovadoras supracitadas, proporcionando aos alunos público-alvo
ou não da Educação Especial aprendizagens concretas e diferenciadas para a área, a partir do
apoio dos seguintes recursos didáticos: Sistema Gerenciador de Aprendizagem – Sala de Aula
Virtual (SGA-SAV), com apoio da utilização de tecnologia assistiva, estando disponíveis
softwares específicos (WebLibras e VLibras – ferramentas para tradução automática para
Libras; NVDA – ferramenta para leitura de telas); material didático próprio, construído por uma
equipe multidisciplinar, que elabora o Plano de Ensino, Caderno de Referência de Conteúdo e
104
vídeos; bibliografia básica e complementar física e virtual; vídeos e conteúdos complementares
com linguagem dialógica; elementos essenciais da metodologia de EaD do Claretiano.
14.1. Modalidade a Distância
Ao conceber seu modelo de Educação a Distância, o Claretiano - Centro Universitário
manteve-se fiel aos seus princípios, valores e à filosofia da instituição.
O modelo nasce a partir de uma visão sistêmica que engloba as premissas teóricas
que sustentam os Projetos Político-Pedagógico dos Cursos, a construção do currículo e a
consequente construção das práticas pedagógicas a partir da interação entre a estrutura
docente (professores e tutores), os alunos, os objetos de estudos (recursos didáticos amparado
por um amplo acervo de recursos tecnológicos de modo que sejam estabelecidas as relações
sociais entre esses atores e recursos culminando então na definição do modelo.
Ainda nessa ótica, para Behar (2009), os modelos de ensino consistem no
modo/forma de ensino que influencia e é influenciado por vários fatores e mecanismos que
fazem parte do processo de aprendizagem e da estrutura e organização do curso. Tais fatores
implicam no planejamento, nos métodos e nas técnicas de ensino, além das formas e técnicas
de avaliação, das formas de interação e, consequentemente, a construção do conhecimento
durante o processo de ensino-aprendizagem.
Ao analisar a evolução da EaD ao longo dos tempos, é possível observar como forte
característica a constante mudança que ocorre a partir do surgimento de novas tecnologias,
novas metodologias e estratégias de aprendizagem, somado à profissionalização da gestão
escolar.
No Claretiano - Centro Universitário, como observamos no item que descreve os
aspectos históricos da modalidade, essa evolução não foi diferente. Novos cursos, novas
metodologias e estratégias, novas tecnologias e novas competências do docente são
perceptíveis na trajetória institucional.
A figura a seguir busca traduzir, a partir da identificação de elementos essenciais, como
está representado o modelo de educação a distância que vem sendo construído ao longo dos
anos.
Conforme observado, a figura, na sua base, traz os elementos que subsidiam o
modelo de EaD nas suas diferentes dimensões. No nível acima, observamos dois aspectos
fundamentais, considerados o cerne do processo de ensino e aprendizagem, a docência, na sua
mais ampla dimensão e a avaliação da aprendizagem. Todos esses elementos, quando
articulados possibilitam que se atinja a finalidade da instituição e, consequentemente, o
cumprimento da sua missão.
Não obstante, o conjunto desses elementos está envolto nas distintas metodologias
que são planejadas e executadas a partir dos interesses do curso, de modo que suas
características e especificidades sejam respeitadas. O detalhamento desses elementos podem
permitir uma melhor compreensão acerca da sua relevância no modelo de EaD construído pela
instituição.
* Serviços Acadêmicos (Atendimento ao discente): consiste em todo o arcabouço de serviços
acadêmicos à disposição dos estudantes desde sua inscrição para ingresso no curso até a
emissão do seu diploma. Perfazem esse item recursos como o CRM "Customer Relationship
Management" (Gestão de Relacionamento com o Cliente), responsável por todo o
relacionamento com o estudante, os diferentes canais de comunicação, o registro acadêmico,
além de todo capital humano responsável pelo atendimento.
* Recursos Didáticos (Materiais Didáticos, Bibliotecas, etc.): A produção de recursos didáticos
tem sido uma pauta prioritária na Instituição, por ser o material um dos componentes
essenciais do seu modelo de educação e por ele constituir um importante recurso no processo
de ensino e aprendizagem conduzido pela mediação humana (professor-tutor-estudante) e
105
tecnológica (SGA-SAV). É também por meio desse recurso que o docente e o discente
interagem, estabelecendo entre si uma relação humana indispensável para a construção do
conhecimento de modo colaborativo. São considerados recursos didáticos todo o acervo de
vídeos, áudios, materiais didáticos, planos de ensino, entre outros recursos.
* Tecnologias (SAV, Portais, APPs, etc.): parte elementar do modelo de EaD do Claretiano, o
abundante arsenal tecnológico cumpre o papel de integrar os alunos à instituição e contribuir
para o desenvolvimento da sua aprendizagem. Estão organizados de modo interdependente, o
que permite a integração dos diferentes sistemas.
* Infraestrutura: tanto na sede, quanto nos polos, a instituição tem grande preocupaçãoem
disponibilizar ao estudante a estrutura necessária ao desenvolvimento das atividades previstas
no seu curso. Busca-se garantir uma estrutura padrão, de modo que o estudante,
independente do polo que esteja matriculado, tenha as mesmas oportunidades que os demais.
A identificação das necessidades específicas de cada curso, a partir do seu Projeto
Político-Pedagógico são cuidadosamente respeitadas e passíveis de serem observadas nos
documentos institucionais, tais como o Relatório de Infraestrutura.
* Docência e Tutoria: A estrutura de docentes e tutores do Claretiano foi pensada de modo a
atender às especificidades da legislação brasileira, no que se refere às questões trabalhistas e
pedagógicas. Fazem parte dessa estrutura os professores responsáveis, cuja função principal é
o planejamento da disciplina e a construção de recursos de aprendizagem, além da sua
importante função enquanto membros do Núcleo Docente Estruturante e Colegiado de Curso.
De acordo com as políticas institucionais, quadro de professores responsáveis são construídos
respeitando os diversos indicadores internos e externos, o que garante um alto nível de
qualidade condizente com o compromisso institucional. Os tutores a distância tem como
função principal o suporte aos estudantes no Ambiente Virtual de Aprendizagem. Possuem
formação relacionada à área do conhecimento da disciplina, atuam nos regimes integral,
parcial e horista. Já os tutores presenciais atuam em uma perspectiva administrativa dando
suporte a outros componentes curriculares do curso.
* Avaliação da Aprendizagem: O sistema de avaliação da aprendizagem no Claretiano – Centro
Universitário é concebido dentro de um processo que integra a aprendizagem do aluno e a
intervenção pedagógica do professor, na direção da construção do conhecimento e da
formação profissional, técnica, humana e cidadã. A avaliação constitui-se de um meio, e não de
uma finalidade, refletindo os princípios filosóficos, pedagógicos, políticos e sociais que
orientam a relação educativa, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento do aluno na
sua totalidade.
14.2. Sistema Gerenciador de Aprendizagem – Sala de Aula Virtual
A Instituição dispõe de um Ambiente Virtual de Aprendizagem denominado Sistema
Gerenciador de Aprendizagem – Sala de Aula Virtual (SGA-SAV) no qual alunos, tutores e
professores contam com um conjunto de ferramentas interativas, canais de comunicação e
serviços telemáticos, ancorados em um Enterprise Resource Planning (ERP) denominado
TOTVS-RM.
Os dois sistemas estão integrados, o que possibilita que não só o aspecto acadêmico
seja enriquecido com o uso das TICs, mas também toda a parte de registro acadêmico,
financeiro, central de atendimento e solicitações diversas.
Quanto ao SGA, cumpre destacar que desde a sua criação, vem passando por
constantes atualizações de acordo com as principais tendências da web. Preocupações quanto
à utilização em diferentes dispositivos (acesso responsivo), adequação da linguagem,
segurança e privacidade consoante à LGPD, acessibilidade ao público alvo da Educação Especial
e inteligência artificial são elementos que embasam o processo de melhoria contínua da
plataforma.
106
Funcionalidades do Sistema Gerenciador de Aprendizagem – Sala de Aula Virtual
(SGA-SAV) que corroboram essa afirmação:
1) Orientações (assíncrona): página de entrada da disciplina na SAV.
2) Material (assíncrona): ferramenta para o download das apostilas, guias de estudos e
conteúdos complementares.
3) Correio (assíncrona): caixa de e-mail cuja mensagem pode ser enviada para uma única
pessoa ou para toda a turma.
4) Fórum (assíncrona): ferramenta que possibilita discutir um assunto em grupo.
5)Bate-Papo ( síncrona): também chamada de “Chat”, torna possível que pessoas distantes
fisicamente possam conversar entre si, utilizando-se do computador e da internet como
ferramentas de mediação.
6) Calendário (assíncrona): ferramenta com informações relacionadas às datas importantes
referentes ao curso e à disciplina.
7) Portfólio ( assíncrona ): nessa ferramenta, o aluno realiza atividades de Prática, orientação
ao Trabalho de Curso ou Trabalho de Conclusão de Disciplina e atividades que necessitem de
orientação ou coordenação específica e individual.
8) Questões Online (assíncrona): instrumento avaliativo composto por questões objetivas, com
cinco alternativas cada, ofertadas em quatro ciclos de aprendizagem (duas questões por
oferta).
9) Mural (assíncrona): funciona como post-it , ou seja, um local em que se poderá colocar
pequenos recados.
10) Mensagens de Turmas Antigas (assíncrona): opção utilizada para que o aluno, quando
transferido de curso, polo ou turma, possa recuperar suas atividades e interações enviadas na
sala anterior.
11) Recados (assíncrona): permite a visualização dos recados enviados à turma por
coordenadores e tutores.
12) Acessibilidade: nesta opção, caso necessário, o aluno pode contar com apoio específico
para atender às suas necessidades especiais. Para apoiar o aluno público-alvo da Educação
Especial no SGA-SAV, constam quatro ferramentas: o Responsive Voice e o HandTalk,
acoplados dentro do próprio SGA-SAV, e o NVDA e o VLibras, em que o aluno é orientado a
instalá-las em seu computador.
13) Plano de Ensino: local de postagem: ementa, perfil do curso, objetivos do curso, objetivos
da disciplina, conteúdos por ciclos, problematizações, estratégias, recursos, avaliação e
bibliografias básica e complementar, além do Cronograma apresentado por ciclos e detalhado
para as 20 semanas de estudo.
14) Aula Remota: ferramenta para aulas ao vivo, em que os alunos e professores estão
separados pelo espaço e fisicamente, a partir da sincronização do SGA-SAV e Google Meeting.
O Curso de Acolhida Institucional e as ações de formação continuada de docentes,
tutores e técnicos-administrativos possibilitam aos alunos e a toda a comunidade acadêmica
institucional a construção de conhecimentos para uma atuação autônoma no tocante à
interação, à elaboração, à inserção e ao gerenciamento de conteúdo, de forma dialógica e
rápida, com liberdade e flexibilidade.
Ressalta-se, dentre as Tecnologias da Informação e Comunicação, os sistemas
desenvolvidos internamente para gestão de provas, controle de atas e correção automática da
Avaliação Semestral Interdisciplinar (ASI).
O SGA dispõe de outras ferramentas, tais como Boletim, Meus Dados, Portal de Solicitações,
Loja Virtual, Fale conosco e Bibliotecas:
* Biblioteca Virtual Pearson.
* Pergamum.
*Biblioteca Digital Claretiana.
*Biblioteca SENAC.
107
* Minha Biblioteca.
Para apoiar os processos educacionais e de sistemas, a equipe de TI do Claretiano
construiu uma infraestrutura híbrida, que conta com acesso à internet a partir de dois links
ativos balanceados, um terceiro link, de redundância passiva via fibra óptica, e um quarto link,
de redundância passiva via rádio, que, juntos, totalizam 130Mbits de conexão ativa e 80Mbits
de conexão passiva, os quais são acionados automaticamente em caso de falhas. Esse acesso à
internet interliga um datacenter próprio e um ambiente de cloud pública a partir de um
contrato com a empresa pioneira em cloud computing Amazon Web Service e a Google, onde
possuímos mais 60 servidores virtuais. Com essa infraestrutura, é possível disponibilizar, de
forma ininterrupta, os diversos serviços e sistemas para todos os polos e unidades.
No SGA-SAV, também está disponibilizada a Avaliação Institucional, ferramenta
utilizada pelo Claretiano para diagnóstico da situação/desenvolvimento das disciplinas junto
aos professores e alunos, em que são convidados a avaliá-las, e os resultados culminaram, por
exemplo, em três atualizações de versão e todos os insumos dessas avaliações estão
disponíveis nos documentos institucionais.
Ao criar um ambiente virtual de aprendizagem próprio, o Claretiano permite-se
adaptá-lo às suas mais variadas necessidades, sem a dependência de fatores externos. Assim,
estão garantidas as condições necessárias ao processo de ensino e aprendizagem, bem como o
envolvimentode toda a comunidade acadêmica, pois instigar a produção social e coletiva,
rompendo, portanto, o isolamento e o individualismo na construção do conhecimento, são
premissas atribuídas às TICs.
14.3. Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs 
As Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), no Claretiano Rede de Educação,
estão fundamentadas em preceitos que se caracterizam pela inovação (aquisição de novos
recursos a partir dos perfis de aprendizagem, adoção de novas metodologias, atualização das
versões dos sistemas); pela abrangência (acessibilidade digital, comunicacional, atitudinal e
metodológica); pela multiplicidade (desktops, smartphones, tablets etc.); e pela congruência
(integração de sistemas e softwares) (PDI, 2020/2024). Nesse sentido, toda a estrutura
tecnológica disponível viabiliza a integração de sistemas que exercem influencia de forma
direta no processo ensino-aprendizagem, e, por isso, na ótica da Instituição, analisar
isoladamente um grupo específico de tecnologias (aquelas que diretamente são interpretadas
como ferramentas de apoio à aprendizagem) comprometeria a percepção de todo o universo e
suas possibilidades.
O Curso de Graduação em Museologia - Bacharelado foi concebido para a oferta na
modalidade a distância, com a primeira turma com início em 2019, fazendo-se valer da
expertise da instituição que desde o ano 2000 atua com a oferta de outros cursos na
modalidade a distância.
Dessa forma, toda a tecnologia de informação e comunicação é utilizada no como
recurso pedagógico tendo como destaques as seguintes ferramentas e sistemas:
*ERP TOTVS-RM, sistema de gestão empresarial cuja funcionalidade é integrar toda a parte de
backoffice, envolvendo os contextos: Educacional, Gestão Financeira, Compras, Contrato,
Patrimônio, Fiscal, Contábil e de Pessoas.
*Portal de Acesso Claretiano, que centraliza o login e senha de acesso para todos os sistemas.
*Sistema Gerenciador de Aprendizagem – Sala de Aula Virtual (SGA-SAV) 3.0, com ferramentas
de aprendizagem que atende as necessidades de alunos, professores e toda comunidade
acadêmica. A ferramenta é internacionalizada em cinco idiomas. Dentro da Sala Virtual, temos
também recursos integrados para aula remota, plano de ensino, loja virtual, integração com
Wordpress para material didático, entre outros.
*APP CLARETIANO, aplicativo na versão mobile do Sistema Gerenciador de Aprendizagem para
108
os alunos.
*Certificação digital permite a assinatura digital de documentos dos colaboradores,
professores e alunos sem a necessidade do trânsito de papel físico.
*Gestão eletrônica de documentos, permitindo a digitalização do acervo físico e a tramitação
de documentos digitais.
*Utilização de ferramentas de Business Intelligence para tomada de decisão como: Power BI e
Google Data Studio.
*Sistema próprio de mensageria para integração entre os sistemas internos e externos.
*Claretiano Biblioteca Digital, que disponibiliza os materiais acadêmicos didático-pedagógicos
e técnico-científicos em formato digital.
*Processo Seletivo utilizando o Sistema RM e um novo sistema de CRM denominado Rubeus.
*Intranet e portais institucionais.
*Sistema interno para Gestão de Bolsas de Estudos.
*Sistema interno para Gestão Editorial.
*Sistema interno de Gestão de Avaliações.
*Implantação de sistema para chamados técnicos de suporte.
*Telefonia VOIP (voz sobre IP).
*Ambiente de infraestrutura híbrida (executado parte em data centers próprios e parte na
nuvem), utilizando serviços da Amazon AWS e Google Cloud.
*Implantação de controlador de domínio e normas no parque computacional.
*Guia de Atendimento para apoiar os alunos.
*Implantação do software TeamViewer para monitoramento e suporte remoto.
*Parque computacional no ambiente Microsoft Windows e Office.
*Tecnologias para videoconferência usando zoom e meeting e webconferência usando
YouTube.
*Google for Education – G Suite e Gmail.
*Uso de software para gestão das impressões.
No que compete às políticas institucionais de acessibilidade, são contempladas as
seguintes iniciativas e recursos:
* Acessibilidade atitudinal: palestras informativas (alunos, docentes, discentes, familiares e/ou
responsáveis); formação continuada para docentes e toda a comunidade institucional; diálogo
e orientação à família e/ou responsáveis.
* Acessibilidade arquitetônica: escadas adequadas; elevadores nos prédios; instalação de
corrimão nas rampas e banheiros; portas de salas e banheiros alargadas; eliminação de
degraus nas portas das salas; banheiros adaptados e familiares; referenciais visuais; piso tátil;
informações em braille; acesso a qualquer ambiente; aquisição de mobiliário específico
(quando há necessidade).
* Acessibilidade metodológica/pedagógica: adaptações de acesso ao computador; adaptações
da postura sentada; auxílio técnico no processo de inclusão; parceria com profissionais de
diversas áreas; atuação de intérprete de Libras para alunos surdos; atuação de leitor/escriba
para alunos com cegueira, deficiência intelectual, transtorno do espectro autista e deficiência
física; provas ampliadas para alunos com baixa visão.
* Acessibilidade programática: informar/esclarecer à família, docentes e equipe acadêmica
sobre a legislação vigente (direitos de acessibilidade).
* Acessibilidade instrumental: recursos de alta tecnologia (adaptações de acesso ao
computador; teclados e mouses adaptados; leitor autônomo; vocalizador; ampliador de textos)
e baixa tecnologia (materiais pedagógicos adaptados e lupa eletrônica Alladin, disponível na
Biblioteca da Instituição).
* Acessibilidade nos transportes: orientações quanto aos tipos de transportes públicos
disponíveis para se chegar à Instituição, placas de orientação etc.
109
* Acessibilidade nas comunicações: atuação de intérprete de Libras para alunos surdos; leitura
em voz alta ou via áudio para alunos com baixa visão e/ou cegueira; comunicação alternativa e
ampliada; telefone para alunos com deficiência auditiva.
* Acessibilidade digital: utilização de tecnologia assistiva; informática acessível na Sala de Aula
Virtual, estando disponíveis softwares específicos (ResponsiveVoice, WebLibras, VLibras, NVDA
etc., como também recursos de acessibilidade nas bibliotecas presenciais e virtuais); envio de
e-mails e mensagens de texto via celular e acessibilidade habilitada pela Biblioteca Pearson aos
alunos com deficiência visual mediante o sistema Dosvox.
Quanto ao material didático, destaca-se a evolução dos modelos, bem como dos
suportes em que ele é oferecido: inicialmente, como apostilas e/ou CD-ROMs (2004-2010);
depois, no formato de livros-textos, denominados Cadernos de Referência de Conteúdo,
Cadernos de Atividades e Interatividades (2010-2014); evoluindo para Conteúdos Básicos de
Referência/Conteúdos Digitais Integradores, Planos de Ensino/Guias de Estudo (2013);
prognosticando, atualmente, a convergência de mídias numa estrutura informacional
hipertextual, denominada Material Dinâmico On-line (MDO). De modo gradativo, o material
didático, articulado com as TICs, tem sido aprimorado, procurando atender aos alunos nos
contextos educacionais diversos, garantindo o acesso irrestrito, ou seja, a qualquer hora, em
qualquer lugar e por meio de diferentes recursos.
As experiências de aprendizagem configuram-se a partir do conjunto de TICs
disponíveis aos discentes, sendo facilmente percebidas a partir das múltiplas formas de
interação, comunicação bidirecional e acesso, com destaque para a ferramenta Network, em
que coordenadores, professores e tutores interagem, elaboram e compartilham documentos,
experiências etc.
O acesso aos materiais ou recursos didáticos, todo o acervo, bem como os títulos das
bibliotecas virtuais podem ser acessados de modo off-line, mediante download, o que
assegura o acesso ininterrupto e dá liberdade aos alunos. Toda a concepção dos recursos
didáticos tem a preocupação de possibilitar que eles sejam explorados sob diversas
perspectivas, possibilitando experiências diferenciadas de aprendizagem.
14.4. Material Didático Mediacional2012. Todas as matrizes
curriculares foram concebidas com quatro disciplinas por semestre, sendo duas disciplinas de
60 horas e duas de 90 horas, considerando tempo de integralização e carga horária mínimos;
disciplinas institucionais, centro de formação de professores, optativas de formação, das áreas
de gestão, saúde, informática e engenharias; ementas; quantidade de disciplinas ofertadas e
carga horária por semestre; e tempo mínimo de horas dos demais componentes curriculares.
Cabe salientar que na época, 67 cursos passaram pelo processo de unificação, totalizando 134
Matrizes Curriculares unificadas, que estão sendo implantadas desde o ano de 2015.
Atualmente, todos os novos cursos da Instituição são concebidos, organizados e
implementados considerando esta política.
Em 22 de outubro de 2013, foi publicada a Portaria nº 526, de 21 de outubro de
2013, que alterou a denominação para Claretiano – Centro Universitário.
Em 2020, o Claretiano – Centro Universitário foi Recredenciado pela Portaria 113 de
23/01/2020, publicado no DOU em 27/01/2020, com prazo de validade até 26/01/2025. 
No ano de 2020, o Claretiano inicia a oferta da Extensão Curricular, de acordo com a
Resolução 7/2018, nos Cursos Superiores de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos,
Fotografia e Produção de Conteúdos Digitais. No ano de 2022, a oferta estende-se a todos os
Cursos Superiores de Tecnologia e em 2023, já está implantado em todos os cursos da
instituição. 
Atualmente, o Claretiano oferece cursos de graduação (presencial e a distância) nas
áreas da Educação, Teologia, Saúde, Engenharias, Administração, Tecnologia e Social,
articuladas com as atividades de pesquisa e extensão, além de uma gama de cursos de
pós-graduação - especialização nessas áreas.
2.3. Educação a Distância do Claretiano: visão histórica
A trajetória histórica da educação a distância do Claretiano - Centro Universitário nos
remete ao século XX, especificamente no ano de 1997, com um programa televisivo
denominado de “O assunto é...”, veiculado mensalmente pela Rede Vida de Televisão em rede
nacional. O programa visava informar a população a respeito de assuntos ligados à área da
Saúde, especificamente Fisioterapia, tendo sido exibido durante três anos.
Em 1998, a Ação Educacional Claretiana, mantenedora do Claretiano - Centro
Universitário e das Faculdades Integradas Claretianas, começou a desenvolver estudos e
pesquisas a respeito da aplicação de recursos tecnológicos na educação. Em princípio foram
desenvolvidos ambientes de sala de aulas virtuais, com o objetivo de serem um complemento
12
pedagógico aos cursos presenciais. As salas de aula virtuais foram implementadas no
Claretiano - Centro Universitário de Batatais em 2002.
Reconhecendo a Educação a Distância como uma modalidade de democratização de
acesso ao ensino, flexibilidade de estudos e favorecimento do desenvolvimento da autonomia
dos educandos, o Claretiano - Centro Universitário, e 2002, começou a sinalizar a oferta de
uma parte das disciplinas dos cursos reconhecidos na modalidade a distância (cerca de 10%,
conforme autorizado na época pela Portaria no 2.253 de 18/10/01, publicada no DOU de
19/10/2001, que facultava a oferta de até 20% das disciplinas dos cursos reconhecidos na
modalidade de Educação a Distância).
Então no ano 2002, o Claretiano inicia o Projeto de Disciplinas em Educação a
Distância (20%) na Graduação Presencial no Curso de Complementação Pedagógica,
oferecendo uma parte de suas disciplinas na modalidade a distância conforme autorizado pela
referida Portaria (atualmente revogada pela Portaria no. 4.059, de 10 de dezembro de 2004).
 Para viabilizar e dar suporte à implementação das disciplinas e também de
tecnologias alternativas em programas e projetos educativos, a distância, na graduação,
pós-graduação e extensão, foi utilizada a ferramenta EDUCLAD e também criado o Núcleo de
Ensino a Distância (NEAD).
Com os primeiros encaminhamentos dados à graduação, (Art. 80 da Lei de Diretrizes
e Bases da Educação Nacional), o Claretiano (sob a responsabilidade da Coordenadoria de
Pós-Graduação), iniciou os estudos da proposta de cursos a distância a partir das áreas de
Fisioterapia, Educação Física e Educação.
No ano de 2002, foi iniciado o estudo da proposta de oferta dos cursos de
Licenciatura em Filosofia e Computação (ambos graduação) e solicitada em dezembro de 2002,
junto ao Ministério da Educação uma visita in loco para avaliação dos mesmos e
credenciamento institucional para atuação em graduação a distância.
No início do ano de 2003, dando continuidade ao Projeto de Disciplinas em Educação
a Distância (20%) na Graduação Presencial, o Claretiano - Centro Universitário, abre espaço nos
cursos de graduação reconhecidos como: Licenciatura em Educação Física, Licenciatura em
Pedagogia: Administração Escolar, Licenciatura em Letras Português/Inglês, Fisioterapia e
Licenciatura em Filosofia, para as disciplinas Comunicação e Expressão, Metodologia da
Pesquisa Científica e Sociologia da Educação, serem oferecidas na modalidade a distância. A
continuidade desse Projeto coincide com a criação da Coordenadoria de Educação a Distância
(CEAD), antigo Núcleo de Ensino a Distância (NEAD) e do Projeto Sala Virtual, para o apoio às
disciplinas presenciais dos cursos de graduação e pós-graduação.
No ano de 2004, o Claretiano - Centro Universitário foi marcado por algumas ações
que deram apoio e fortaleceram a modalidade a distância ao seu contexto educacional. Em
março do mesmo ano, teve início as ofertas de Cursos de Pós-graduação a distância: Educação
Especial, Educação Infantil e Alfabetização e Nutrição e Condicionamento Físico. Ainda neste
período foi implantada a ferramenta Blog para orientação de monografias nos cursos de
Graduação; também a introdução da disciplina de Tecnologia Educacional para Educação a
Distância, como suporte de nivelamento junto a todos os alunos dos cursos de graduação
reconhecidos ou não. Conjuntamente com o desenvolvimento da plataforma EDUCLAD, o
Claretiano continuou investindo na capacitação de seus docentes, sempre ministrada por
integrantes da Coordenadoria de Educação a Distância (CEAD). 
No mês de maio de 2004, o Claretiano - Centro Universitário recebeu a visita in loco
do Ministério da Educação, sob a responsabilidade dos professores Luiz Valter Brand Gomes,
da Universidade Federal Fluminense e José Dimas d'Avila Maciel Monteiro, da UNISUL -
Universidade do Sul de Santa Catarina, para avaliar os cursos de Licenciatura em Filosofia e de
Licenciatura em Computação a distância. Tanto a estrutura criada para a oferta dos cursos,
quanto os projetos pedagógicos dos mesmos, foram muito bem avaliados. Como todas as
13
ofertas, até então, eram avaliadas curso a curso, estava previsto, para o segundo semestre de
2004, outra visita in loco para avaliar os cursos de Pedagogia e Letras a distância.
No final de 2004, pela Portaria no. 3.635, de 9 de novembro de 2004, o Claretiano -
Centro Universitário é credenciado (Ministério da Educação) pelo prazo de três anos para a
oferta de cursos superiores a distância, no estado de São Paulo. De modo inédito, esta portaria
é emitida contemplando a autonomia universitária à Instituição.
A partir desta portaria, o Claretiano - Centro Universitário, abre em 2005 suas
atividades na modalidade a distância a partir dos seguintes cursos de Graduação
(Complementação Pedagógica, Licenciatura em Computação, Licenciatura em Letras,
Licenciatura em Filosofia, Licenciatura em Pedagogia com ênfase nas áreas de Educação e
Séries Iniciais, e Licenciatura em Pedagogia com ênfase em Administração, orientação e
Supervisão) e Pós-Graduação (Gestão Ambiental, Psicopedagogia no Processo Ensino
Aprendizagem, Psicopedagogia: Abordagem Clínica dos Processos de Aprendizagem, Educação
Infantil e Alfabetização, Educação Especial, Metodologia da Língua Portuguesa e Direito
Educacional).
Ainda no ano de 2005, o Claretiano foi avaliado para oferta de seus cursos superiores
a distância em outras unidades da federação, vistoOs alunos do Curso de Museologia - Bacharelado, tem à sua disposição materiais didáticos
concebidos, planejados e elaborados pela Instituição com a participação de uma equipe
multidisciplinar e da coordenação pedagógica do curso, responsáveis pela prospecção de todo
o conteúdo curricular a partir das especificidades de cada disciplina e à luz do Projeto
Educativo Claretiano e sua Carta de Princípios, do Projeto Político-Pedagógico do Curso e do
Plano de Desenvolvimento Institucional em vigência. 
O Claretiano – Rede de Educação conta com um Departamento de Editoração, responsável pela
produção dedicada de seus recursos didáticos e composto por designers educacionais,
preparadores e revisores de texto, designers gráficos, roteiristas e produtores de audiovisual e
especialista em contratos e direitos autorais. No contexto editorial da Instituição, o material
didático é tratado por essa equipe com foco em sua usabilidade pedagógica e na usabilidade
de design, no intuito de dar conta das questões relacionadas à acessibilidade metodológica e
instrumental, bem como às diretrizes e especificidades de cada disciplina do curso. 
O processo de autoria é concebido a partir das premissas institucionais (Missão, Projeto
Educativo e Carta de Princípios) e do PPPC de cada curso, para, em seguida, consolidar-se na
disciplina e em seu respectivo Plano de Ensino (ementa, objetivos, perfil e bibliografias básica
e complementar). O processo de validação dos materiais está previsto no fluxograma editorial
e tem por finalidade analisar a vinculação do conteúdo instrucional produzido ao projeto
político-pedagógico do curso e aos valores institucionais; assegurar a propriedade intelectual e
moral; atender aos requisitos editoriais e científicos de qualidade, além de promover as boas
110
práticas didático-pedagógicas. Elege-se para tal finalidade um validador especialista (revisor
técnico), que, juntamente com as equipes multidisciplinar e editorial, realiza o processo de
validação tecnocientífica dos conteúdos. 
No que diz respeito à estrutura comunicacional do material didático, a legibilidade linguística e
a linguagem mediacional, dialógica e motivacional estão previstas no processo e buscam
possibilitar ao aluno uma leitura fluente, motivadora e focada nos conteúdos essenciais,
favorecendo a interação professor-aluno e aluno-aluno. O Departamento de Editoração possui
indicadores de qualidade para cada etapa da produção do material didático. No que diz
respeito aos indicadores de preparação e revisão, a linguagem é pensada numa perspectiva
multimodal, compreendendo, assim, o texto em suas diferentes estruturas semióticas, tais
como verbal, não verbal, sonora, gráfica, audiovisual etc. 
Para assegurar o efetivo controle das chamadas informações e dos dados relativos às
diferentes etapas do processo editorial, é utilizado um software Sistema de Gestão Editorial
(SGO-SGE), por meio do qual ocorre a gestão dos processos e procedimentos editoriais, assim
como a comunicação entre os integrantes da equipe multidisciplinar. 
O material didático desenvolvido para os alunos do Curso de Museologia - Bacharelado, está,
portanto, projetado em formato digital, multiplataforma e em uma infraestrutura tecnológica
de servidores dedicados e respaldada pelo Centro de Tecnologias da Informação e da
Comunicação do Claretiano – Centro Universitário. Tendo em vista a produção de soluções
para cada área de formação, o Departamento de Editoração dispõe de um Núcleo de Inovação
e Qualidade, cuja função é apresentar soluções de Design de interação para cada projeto de
construção de material, assim como fazer todo o monitoramento do desempenho dos
materiais aplicados em cada oferta mediante o MDO Analytics: um sistema que foi
desenvolvido para a geração de dados a partir dos quais é possível rastrear a experiência do
estudante com o material didático mediante diferentes recortes analíticos. Ao final de cada
semestre letivo, esses dados são compilados e enviados à coordenação pedagógica no formato
de relatório, a fim de subsidiá-los na tomada de decisão junto aos membros da Equipe
Multidisciplinar, NDE e do Colegiado. 
No contexto do Curso de Museologia - Bacharelado, o material didático contará, ainda, com
diferentes recursos de aprendizagem construídos por meio de frameworks online e também
por meio de recursos de auxílio à aprendizagem, tais como: ferramentas de anotações,
pesquisa, marca-texto, dicionário, dúvida, trilhas de estudo, narrador de texto, dark mode etc.
Essas funcionalidades possibilitam a inserção do aluno diante de um conteúdo curricular
interativo, dinâmico e abrangente, dadas as possibilidades hipertextuais desse modelo de
oferta de conteúdo, cuja finalidade maior é ampliar o quanto possível o potencial
didático-pedagógico do material didático da Instituição e, sobretudo, a experiência de
aprendizagem de seus alunos. Dentre esses recursos de auxílio à aprendizagem está um canal
direto de comunicação do aluno com o Departamento de Editoração, a fim de que ele possa
relatar dificuldades de uso ou qualquer problema de conteúdo ou técnico (erros gramaticais e
problemas com imagens, fórmulas, símbolos, links inativos etc.), perfazendo, assim, o seu
também indispensável papel no processo de melhoria contínua do material didático. 
A produção de recursos didáticos tem sido uma pauta prioritária na Instituição, por ser o
material um dos componentes essenciais do seu modelo de educação e por ele constituir um
importante recurso no processo de ensino e aprendizagem conduzido pela mediação humana
(professor-tutor-estudante) e tecnológica (SGA-SAV). É também por meio desse recurso que o
docente e o discente interagem, estabelecendo entre si uma relação humana indispensável
para a construção do conhecimento de modo colaborativo. No sentido de viabilizar o seu
projeto editorial, o Claretiano tem como uma de suas políticas a criação das condições
necessárias para o desenvolvimento de um material didático de qualidade e inovador, que
atenda às necessidades formativas e às exigências do seu Projeto Educativo e das Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Museologia - Bacharelado.
111
14.5. Processo de Controle de Produção ou Distribuição de Material Didático (Logística)
No sentido de assegurar a qualidade e o controle dos processos editoriais, o Departamento de
Editoração concebeu, a partir de suas experiências na prática editorial, alguns indicadores de
orientação e controle: o Manual de Normas, que se impõe como um recurso importante de
informação dos agentes envolvidos no planejamento, elaboração, tratamento pedagógico do
texto, confecção do Material Didático, bem como de agilização das etapas de produção
editorial e distribuição; o Catálogo Geral de Obras que fazem parte do acervo intelectual da
Instituição; o Sistema de Gestão Editorial (SGO-SGE), que facilita a gestão dos processos e
procedimentos editoriais, bem como a comunicação entre os interagentes da equipe
multidisciplinar; e o Manual da Rede, que estabelece um protocolo de uso na intranet. Outro
documento orientador que fundamenta e reúne as experiências do departamento ao longo de
suas atividades editoriais é denominado Concepção, Elaboração e Produção de Material
Didático. 
Finalizados os processos editoriais, os Materiais Didáticos são disponibilizados aos alunos em
formato digital na ferramenta Material, disponível no Sistema Gerenciador de Aprendizagem –
Sala de Aula Virtual (SGA-SAV), o que possibilita que eles sejam acessados por diferentes
dispositivos tecnológicos, além de oferecer ao aluno a opção de fazer o download do conteúdo
ou mesmo imprimi-lo, opções estas que se fazer essenciais ao se considerar eventuais
dificuldades do aluno com acesso à internet. 
O fluxo de produção, reprodução e distribuição inicia-se com a encomenda da obra e a
orientação ao professor conteudista e concretiza-se com a obra disponível para o aluno. Em
síntese, a Logística de Reprodução e Distribuição de Material Didático procura atender aos
alunos da seguinte maneira: todo materialque seu credenciamento institucional
limitava suas ações em Educação a Distância no território paulista. Resultado deste processo é
a Portaria nº 557, de 20 de fevereiro de 2006 (publicada no D.O.U. em 21 de fevereiro de 2006)
que autoriza o Claretiano - Centro Universitário a estabelecer parcerias com instituições para
realização de momentos presenciais, ofertando seus cursos a distância em pólos em outras
unidades da federação.
Continuando seu projeto de implantação de cursos de graduação a distância, a partir
de 2006 nascem novos cursos em Educação a Distância no Claretiano. São oferecidos os cursos
de Administração, Ciências Contábeis, Planejamento Administrativo e Programação Econômica
(PAPE) e Programa Especial de Formação Pedagógica (nas áreas de Filosofia, Matemática,
Letras e Biologia).
Em 2007, novos cursos são oferecidos pelo Claretiano, somados àqueles oferecidos
anteriormente. São eles: Teologia, Ciências da Religião, Tecnólogo em Gestão de Recursos
Humanos, Tecnólogo em Logística e Tecnólogo em Gestão Financeira (antigo Planejamento
Administrativo e Programação Econômica, sendo renomeado em função da publicação do
Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia). Além dos cursos de Graduação
presenciais e a distância, o Claretiano oferece cursos de Especialização na modalidade a
distância e a distância com encontros presenciais, e cursos de extensão a distância.
Em 2008, os cursos de Licenciatura em História, Geografia, Artes e Ciências Sociais
passaram a integrar o grupo de cursos ofertados a distância pelo Claretiano - Centro
Universitário. Em 2009, os cursos de Licenciatura em Educação Física e mais dois tecnólogos na
área de informática.
Em 2010, foi finalizado o processo de Supervisão pela Nota Técnica no. 03/2011/CGS,
DRE SEAD/SEED/MEC e Secretaria de Educação a Distância – Despacho do Secretário em
04/01/2011 (Arquivamento do Processo de Supervisão, após visita in loco dos avaliadores
designados pela SEED), publicado no Diário Oficial da União em 07/01/2011. Assim sendo, o
processo retomou seu trâmite normal para o Recredenciamento desta modalidade. 
Em 2011, o Claretiano – Centro Universitário recebeu o reconhecimento dos cursos:
Administração, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Artes, Ciências Contábeis, Ciências da
Religião, Educação Física, Filosofia, Geografia, História, Letras, Teologia, Tecnologia em Gestão
TI, Tecnologia em Logística, Tecnologia em Recursos Humanos e Tecnologia em Gestão
Financeira ( Diário Oficial da União Nº 159/2011); Licenciatura em Computação e Filosofia
(Diário Oficial da União Nº 123 /2011) e Licenciatura em Pedagogia (Diário Oficial da União Nº
95 /2011).
14
Em 2012, foi iniciada a oferta dos seguintes cursos: Engenharia (Engenharia de
Produção); Saúde (Educação Física – Bacharelado); Formação de Professores (Biologia;
Matemática); Programa Especial de Formação Pedagógica (Artes - Educação Artística;
Computação; Geografia; História; Matemática; Química); Gestão Pública (Curso Superior de
Tecnologia).
Em 2014, começa a fazer parte a oferta dos cursos de Engenharia Elétrica,
Enfermagem, Serviço Social e Música (licenciatura).
A partir de 2016, foi realizada a reformulação nos cursos do Programa Especial de
Formação Pedagógica, referentes à Resolução nº 2, de 26 de junho de 1997 (CNE - publicada
no D.O.U. de 15/7/97 - seção 1 - p.14.926) ofertados no Claretiano - Centro Universitário
desde o ano de 2006, nas áreas de Biologia, Língua Portuguesa, Matemática e Filosofia) e os de
segunda licenciatura desde 2009, estes últimos com a entrada como portador de título, nas
áreas de Biologia, Língua Portuguesa, Matemática, Filosofia, Pedagogia), em atendimento à
Resolução 02 de julho de 2015, sendo oferecidos dois cursos de formação pedagógica para
graduados não licenciados e um curso de segunda licenciatura, ligados às licenciaturas já
existentes na instituição.
Em 2017, acrescenta-se a oferta dos cursos: Filosofia – Bacharelado; Biblioteconomia
- Bacharelado; Curso Superior de Tecnologia em Serviços Jurídicos e Notariais e Teologia, em 4
anos (até 2016, integralizado em 3 anos).
Em 2018, inicia-se os Cursos Superiores de Tecnologia em Gastronomia,
Gerontologia, Gestão de Franquias, Gestão de Micro e Pequenas Empresas, Processos
Gerenciais e Relações Internacionais – Bacharelado. Em 2019, há o início da oferta dos cursos
de Museologia e Psicopedagogia – Bacharelados e Cursos Superiores de Tecnologia em
Marketing Digital e Análise de Dados.
No ano de 2020, o Claretiano oferta os cursos de Formação Pedagógica e Segunda
Licenciatura após a atualização, segundo a Resolução 2/2019, republicada em abril de 2020. 
Em 2021, iniciam-se as ofertas das graduações: Curso Superior e de Tecnologia em
Fotografia e o Curso Superior e de Tecnologia em Produção de Conteúdos Digitais. 
Toda proposta da Modalidade a Distância se caracteriza e funciona em consonância
com a Missão, o Projeto Educativo, Político Pedagógico Institucional, com o Projeto de
Desenvolvimento Institucional (PDI) do Claretiano - Centro Universitário e com as legislações
referentes a Educação a Distância (DECRETO Nº 9.057, DE 25 DE MAIO DE 2017, que
regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes
e bases da educação nacional; PORTARIA NORMATIVA No - 11, DE 20 DE JUNHO DE 2017, que
estabelece normas para o credenciamento de instituições e a oferta de cursos superiores a
distância, em conformidade com o Decreto no 9.057, de 25 de maio de 2017, Decreto 9.235,
de 15 de dezembro de 2017 e com as regulamentações de recredenciamento institucional para
a modalidade).
Cabe salientar que a modalidade presencial continua com a oferta de carga horária
ead de acordo com as prerrogativas Portaria nº 2.117, de 6/12/2019 (em vigor), de acordo com
o Art. 2º: As IES poderão introduzir a oferta de carga horária na modalidade de EaD na
organização pedagógica e curricular de seus cursos de graduação presenciais, até o limite de
40% da carga horária total do curso, sendo uma oportunidade para o aluno experimentar e ter
contato com a modalidade a distância. 
A Educação a Distância do Claretiano - Centro Universitário por meio dos seus Polos
de Apoio Presenciais está presente em todos os estados da federação. É ainda fornecedora de
tecnologias, recursos didáticos, assessoria pedagógica e acadêmica a universidades de países
como a Colômbia, Argentina e Nigéria, além de outros convênios nacionais e internacionais. É
parte integrante da Rede de Cooperação Interinstitucional de EaD junto à Universidade de São
Paulo - USP, Universidade de Ribeirão Preto - UNAERP e o Centro Universitário Barão de Mauá. 
15
3. MISSÃO DO CLARETIANO - CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BATATAIS
A Missão do Claretiano consiste em formar a pessoa para o exercício
profissional e para o compromisso com a vida, mediante o seu
desenvolvimento integral, envolvendo a investigação da verdade, o
ensino e a difusão da cultura, inspirada nos valores éticos e cristãos
e no carisma Claretiano que dão pleno significado à vida humana.
(PROJETO EDUCATIVO, 2012, p. 17).
Para que a missão se concretize pedagogicamente o Claretiano assume uma postura
aberta, dinâmica e sensível, buscando responder às necessidades e expectativas dos contextos
externo (socioeconômico e cultural) no qual ela está inserida e interno (da própria Instituição).
No ano de 2011, no XV Encontro da CECLAB (Comissão de Educadores Claretianos do
Brasil), todas as unidades de educação da Província Claretiana do Brasil vivenciaram momentos
de partilhas das experiências concretizadas pelos educadores claretianos da Educação Básica e
Superior, bem como a reflexão dos fundamentos antropológicos, filosóficos e teológicos que
norteiam o trabalho pedagógico. Desse encontro foi identificada a necessidade de sistematizar
e propor um Projeto Educativo único que norteasse o trabalho dos educadores claretianos. 
Em 2012, foi lançada a versão do Projeto Educativo para todas as unidades educativas
Claretianas (com a anuência dos missionáriosClaretianos durante o 2º. Capítulo da Província
do Brasil), revisado e único, que lançou os fundamentos para a compreensão do modo de
educar segundo o espírito claretiano. 
No ano de 2020 foi iniciado o processo de ajustes e atualização do Projeto Educativo.
Este trabalho encontra-se em curso, encaminhado pelo Conselho Executivo da Comissão dos
Educadores Claretianos do Brasil. 
Assim, o Projeto Educativo/Missão tem e vem inspirando todo o trabalho
pedagógico/administrativo/acadêmico do Claretiano, que também, orientado pelas políticas
educacionais de âmbito nacional e necessidades regionais de seu entorno, tem sido concebido,
por todos os segmentos envolvidos no seu processo de implementação, como um elemento
permanente de apoio, reflexão e análise para a formação humana de nossos alunos.
4. CURSO DE GRADUAÇÃO EM MUSEOLOGIA - BACHARELADO: HISTÓRIA, CONCEPÇÃO E
EMBASAMENTO LEGAL
A formação em Museologia no Brasil é relativamente recente e passou, nos últimos
20 anos, por uma fase de relevante expansão. Ainda que contássemos com a tradicional Escola
de Museologia, fundada com outro nome em 1932 no Rio de Janeiro, curso hoje integrado à
UNIRIO, e com o curso de museologia da Universidade Federal da Bahia fundado em 1969, por
exemplo, a maioria dos cursos de graduação em Museologia foi criado a partir de 2004,
totalizando, em 2010, 14 cursos. É nesse contexto que, em 2019, passa a ser ofertado o curso
de graduação em Museologia, Bacharelado, pelo Claretiano - Centro Universitário, projeto que
teve seu início marcado ainda cinco anos antes, em 2014.
Neste ano, dentro da perspectiva de ampliação de oferta de cursos de especialização,
foi criado o curso de Especialização em Museografia e Patrimônio Cultural, atualmente com
mais de trezentos alunos atendidos, oriundos de todas as regiões do país, com constante
produção de artigos escritos na área, diversos deles, já publicados. Outro ponto importante
nesse contexto foi a criação, em 2016, do Claretiano Memorial, um espaço expositivo que deu
origem ao trabalho sistematizado de musealização da memória institucional do Claretiano
Colégio São José, do Claretiano - Centro Universitário e de todo o Claretiano - Rede de
Educação. À esta experiência soma-se, no mesmo ano, o Grupo de Pesquisa Claretiano
Memorial, estabelecido como grupo de pesquisa junto ao CNPq.
16
A experiência acumulada nessas iniciativas, somada às experiências institucionais
com outros cursos de graduação, como os cursos de Licenciatura em Artes, Licenciatura em
História e Bacharelado em Biblioteconomia, foram pontos a favor da proposta de criação do
curso de Museologia - Bacharelado, pelo Claretiano - Centro Universitário, em 2018. Contudo,
todos esses aspectos práticos seriam estéreis se não se alinhassem à proposta de formação
própria do Claretiano, cuja missão é “formar a pessoa para o exercício e para o compromisso
com a vida, mediante o seu desenvolvimento integral, envolvendo a investigação da verdade, o
ensino e a difusão da cultura, inspirada nos valores éticos e cristãos e no carisma Claretiano”
(Claretiano Rede de Educação. Projeto Educativo, 2012.).
Propor um novo curso que se alinhe, do ponto de vista formal, à esta visão de
formação integral, é o aspecto teórico fundamental, porque entendemos os museus
como fenômenos sociais, espaço relacional resultado da ação de sujeitos sociais, que estão
no interior da instituição e fora dela, a constroem e reconstroem, a cada dia. Por isso, a
intenção é a construção de uma museologia voltada para a melhoria da qualidade de vida,
entendida a vida em seu aspecto mais amplo, incluindo a cultura, a educação, a cidadania, a
política, a saúde, o trabalho, a afetividade e muito mais. Para isso, os museus e a museologia
não podem prescindir da educação, nem negar sua própria função essencial dentro da
educação1. 
Assim, compreendemos que o profissional dos museus precisa ser sujeito histórico do
seu trabalho e da transformação que quer ver no mundo – a começar pelos próprios museus.
As fortalezas dessa ideia são o desejo, a iniciativa, a teoria, a vivência, o compartilhamento, a
generosidade e o compromisso pessoal. A educação museal como forma de produção de
conhecimento, um conhecimento que se dá no toque, na troca, na aproximação, na
apropriação, no compromisso, na implicância, no comprometimento, se arriscando a superar
dicotomias fáceis com as quais os museus frequentemente trabalham, como a relação passado
e presente, o atual e o desatualizado, o velho e o novo, o material e o imaterial, o cultural e o
natural, o que serve ao uso e o que serve à exposição, o que se mostra e o que se guarda, o
culto e o ignorante, o erudito e o popular, são pontos-chave da proposta. 
O caminho proposto passa por levar em conta a dimensão política dos museus e da
própria museologia, refletindo sobre os contextos que levam a sobrevivência apenas imaterial
de algumas expressões, a antiguidade de uma prática, o esquecimento de um objeto e a
valorização de outros, evitando uma atitude até messiânica em relação ao que se deve
salvaguardar e comunicar. Pensado em conjunto, o que entendemos como acervo escapa do
universo da coisa em si para estar naquele espaço relacional, ou seja, pensar que museus
servem a propósitos coletivos, que acervos servem a propósitos coletivos. É proposto,
portanto, um fazer-museu que leva em conta os problemas locais e regionais mais agudos, que
pergunta sobre isso e busca respostas coletivas na própria ação, de forma que o museu
represente esses problemas, dialogue com seu entorno e seja capaz de absorver essa relação.
Ainda do ponto de vista conceitual, a museologia social, a museologia que ampara o
outro, que pretende ser ponte, que promove o encontro de pessoas, de saberes, de tempos e
de espaços, dentro de um ambiente de diálogo, ainda que provocativo, artístico e poético, mas
sempre ético, é nossa pedra fundamental. A museologia que provoca, que conecta, que ensina
e que aprende. A museologia da vida, a serviço da vida, como afirmou Hugues de Varine e
Mário Chagas, entre outros.
Esse ponto de vista deseja amparar a realidade dos museus. Ao analisar os museus
do Estado de São Paulo, percebemos que a maior parte dos museus neste Estado são de
pequeno porte, mantidos pelo poder público, instalados em prédios emprestados, por vezes
1 Por exemplo, imaginar que o educativo de uma exposição possa ser elaborado após a montagem é premissa que
leva em conta, subjetivamente, uma hierarquização entre os aspectos museológicos e os educativos dentro do
universo da museologia. É preciso romper esse ponto de vista tão consagrado, de que o educativo vem depois, e
essa ruptura precisa estar presente no que é este curso.
17
cedidos em títulos de uso precário, não qualificados, mesmo sendo prédios centenários,
históricos (como casarões do café, antigos fóruns, câmaras, cadeias e antigas estações
ferroviárias). Museus com seis ou sete funcionários, históricos e de amplo espectro, próximos
das pessoas do interior, fora dos grandes centros. É nesse cenário que a nossa proposta de
museologia se projeta, próxima das pessoas do entorno, mais até do que dos objetos do
acervo, amparando a cidade com cultura e sendo amparada por ela como ferramenta de
desenvolvimento social. Dentro dessa perspectiva, a museologia social surge vinculada às
outras ciências sociais, para dar conta desse fenômeno que é si mesma em comunidade –
jamais isolada. Como exposto na Mesa de Santiago do Chile:
O museu é uma instituição a serviço da sociedade, da qual é
parte integrante e que possui nele mesmo os elementos que
lhe permitem participar na formação da consciência das
comunidades que ele serve; que ele pode contribuir para o
engajamento destas comunidades na ação, situando suas
atividades em um quadro histórico que permita esclarecer os
problemas atuais, isto é, ligando o passado ao presente,
engajando-se nas mudanças de estrutura em curso e
provocando outras mudanças no interior de suas respectivos
realidades nacionais. (ICOM. Mesa Redonda sobre a
importânciae o desenvolvimento dos museus no mundo
contemporâneo. Santiago do Chile, 1972.)
Essa visão que percebe o museu real não mais como instrumento colonizador (como
acusou Varine), mas como espaço de denúncia ou como meio de aproximação e conciliação,
nos permite perceber o valor da criação de um museu de favela ou um museu-ocupação, por
exemplo. É o caminhar de uma escalada que começa quando os Estados percebem que os
museus desempenham funções importantes para as comunidades, e não apenas para os
Estados em si, como antes eram percebidos os museus da identidade nacional, trabalhando os
direitos difusos, as identidades coletivas e os traços locais.
Ampliando essa visão, a Recomendação Referente à Proteção e Promoção dos
Museus e Coleções, sua Diversidade e seu Papel na Sociedade – UNESCO, feita em 2015, expõe
a face social novamente:
Museus são espaços públicos vitais que devem abordar o
conjunto da sociedade e podem, portanto, desempenhar um
importante papel no desenvolvimento de laços sociais e de
coesão social, na construção da cidadania e na reflexão sobre
identidades coletivas. Os museus devem ser lugares abertos a
todos e comprometidos com o acesso físico e o acesso à
cultura para todos, incluindo os grupos vulneráveis. Eles
podem constituir espaços para a reflexão e o debate sobre
temas históricos, sociais, culturais e científicos. Os museus
também devem promover o respeito aos direitos humanos e à
igualdade de gênero. Os Estados-membros devem encorajar os
museus a cumprir todos esses papéis. (UNESCO.
Recomendação referente à proteção e promoção dos museus e
coleções, sua diversidade e seu papel na sociedade. Paris,
20/11/2015.)
Os museus tornaram-se espaço de discussão e disputa pela memória, são campos de
disputa e campos em disputa sobre a ocupação do passado, ou seja, sobre como serão
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contados os acontecimentos, enfatizadas as versões, reveladas as nuances do que chamamos
de passado mas que é, acima de tudo, um discurso sobre o passo, aliás, um discurso sobre o
passado que ajuda a construir uma versão de presente e um desejo de futuro. Museus são,
nesse sentido, um território de construção do real vivido, experimentado.
Associado ao debate museal, a museologia como área do saber também está em
construção, pois não se pode ignorar os aspectos políticos e estratégicos ligados ao surgimento
e à afirmação de uma área do conhecimento. Isso aconteceu a não muito tempo com a
Geografia, com a História e com a Antropologia. A Museologia não ficaria de fora dessa luta
pela autonomia, que é mais que uma luta por existir, é uma luta por reconhecer seu próprio
campo de atuação para além das vitrines.
Este é o cenário que fornece as bases para conceber o perfil do Curso de Graduação
em Museologia – Bacharelado, do Claretiano – Centro Universitário. Com formação humanista
com a qual dar-se-á espaço para o cunho sociocultural da profissão. A dimensão técnica,
necessária ao fazer museal com o qual dar-se-á subsídios para atuação competente é
concomitante à formação humanista. Pragmaticamente, transitando dos aspectos teóricos para
os aspectos pragmáticos que são levados em conta para a composição de um novo curso de
graduação que se posiciona numa espécie de tríplice fronteira entre as áreas de humanidades
teóricas, arte e gestão, partimos a pensar a proposta de modelo do curso, que é, de forma
inédita no momento de sua abertura, via educação digital.
Os dados de uso de internet no Brasil são bastante consolidados ao indicarem o
crescimento do uso da internet para muitas finalidades, além obviamente do entretenimento.
A revolução bancária, a transmissão de filmes e músicas, as leituras e redes sociais, enfim, isso
mostra claramente que os ambientes virtuais têm potencialidade para permearem
profundamente nossa dinâmica social. A sala de aula também é um desses espaços. A sala de
aula não é um espaço físico, é um espaço relacional de aprendizado. Esse é o principal aspecto
pragmático, pois ele é suportado na observação de uma realidade social que se impõe a todos
e sobretudo, é suportado numa crença legítima de que a educação digital é uma forma de
concretizar uma educação inovadora, com grande potencial de capilaridade social.
Nas particularidades de um bacharelado, é claro que existem momentos em que a
virtualização também oferece desafios a serem encarados com ética e responsabilidade.
Leituras conceituais, debates sobre exposição de conceitos e ideias, organização do estudo a
partir de um cronograma de atividades, tudo isso necessariamente deve ser parte do dia a dia
de um curso. Estratégico é o Claretiano Memorial para a consecução dessa proposta, pois é o
primeiro laboratório do curso, de onde o conteúdo é gerado em atividades presenciais e
virtuais. E para além disso, o Claretiano conta com uma rede de polos presenciais bastante
amadurecida que oferece apoio presencial e logística de estudo para os discentes.
Por meio da extensão é promovido o diálogo entre a academia e sociedade,
permitindo experiência com o mundo profissional para desenvolver a capacidade de integrar e
aplicar os conhecimentos teóricos na solução de problemas reais. Outro fator relevante é o
compromisso ético: a busca pela conscientização dos acadêmicos para seu envolvimento com
os órgãos de classe na promoção da profissão. O Auto-aprendizado, característica sobretudo
daqueles vinculados a instituições de ensino digital, será promovido por meio do
desenvolvimento das capacidades de uso de ferramentas tecnológicas e constante busca pela
formação contínua. Nesta perspectiva, cada sujeito é responsável pela construção de seu
conhecimento. Pretende-se que este perfil seja incorporado pelo aluno e ele siga buscando se
aperfeiçoar ao longo de sua vida profissional, dessa forma promove-se o perfil pesquisador.
O aspecto multidisciplinar é também considerado aqui: museus trabalham com
acervos e também com pessoas, de modo que os conhecimentos precisam ser refletidos, indo
além da aplicação técnica, das paredes e dos acervos. Articulação dos saberes está prevista no
estágio curricular.
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O Curso de Graduação em Museologia – Bacharelado foi autorizado pela Resolução
CONSUP/CEUCLAR nº 14 de 25/06/2018. O Projeto Político Pedagógico proposto para o Curso
de Graduação em Museologia - Bacharelado, do Claretiano - Centro Universitário de Batatais,
procura refletir a própria filosofia de trabalho da Instituição que é a formação do homem como
um ser uno, um projeto inacabado, permeável ao aprendizado e à captação de informações,
dentro de um processo evolutivo no qual os valores fundamentais sempre se voltem à
humanização e personalização, somados aos conhecimentos que se agregam aos avanços
tecnológicos, frequentes dos dias atuais, para o exercício da profissão e convívio social e
abordando a importância da vida de Cristo em nossas vidas.
O projeto do curso busca na sua essência um completo levantamento da realidade,
voltando-se para ideais dignos dos avanços científicos e tecnológicos na área de Museologia,
levando-se em conta o perfil da Instituição, a realidade sociocultural regional, a caracterização
dos alunos e o mercado de trabalho descrito nas diretrizes da proposta curricular do curso,
considerando sua significância, sua natureza, seus objetivos e sua estruturação.
O Curso de Graduação em Museologia – Bacharelado, tem como embasamento o
Projeto Educativo Claretiano (PEC), o Projeto Político Pedagógico Institucional (2015-2019), o
Plano de Desenvolvimento Institucional (2015-2019) e as seguintes normatizações: Lei n°
9.394/96 (Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional); Portaria 684/17 (Recredenciamento
Institucional para a oferta de Educação a Distância); Parecer CNE/CES 492/01; Parecer CNE/CES
1363/01; Resolução CNE/CES 21/02 (Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação
em Filosofia, História, Geografia, Serviço Social, Comunicação Social, Ciências Sociais, Letras,
Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia); Resolução CNE/CES 02/07 (Carga horária e
tempo de integralização dos cursos de Graduação,Bacharelado, Presencial); legislações
referentes a Educação a Distância: Decreto 9.057/17 (Regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de
20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional); Portaria
Normativa 11/17 (Normas para o credenciamento de instituições e a oferta de cursos
superiores a distância, em conformidade com o Decreto 9.057/17, e com as regulamentações
de recredenciamento institucional para a modalidade), Lei 11.645/08 e Resolução CNE/CP
01/04 (Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o
Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena); Art. 66 da Lei 9.394/96 ( Titulação do
corpo docente), Resolução CONAES 1/10 (Núcleo Docente Estruturante - NDE), Decreto
5.296/04 (Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida); Lei
12.764/12 (Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista); Decreto
5.626/05 (Disciplina de Libras); Parecer CNE/CP 8/12 e Resolução CNE/CP 1/12 (Diretrizes
Nacionais para a Educação em Direitos Humanos); Lei 9.795/99 e Decreto 4.281/02 (Políticas
de Educação Ambiental) E Resolução 7/2018 (Diretrizes para a Extensão na Educação Superior
Brasileira).
O Projeto Político Pedagógico do curso se alinha com as diretrizes curriculares
nacionais e legislação referentes à formação de bacharéis em Museologia - Bacharelado, com
proposta curricular integralizada em seis semestres e três anos, com a carga horária total de
2.400 horas. A implementação das políticas institucionais, no âmbito do curso, ocorreram
desde a concepção do Projeto Político Pedagógico, que permeada pela Missão Institucional,
pelo Projeto Educativo Institucional e pelo Plano de Desenvolvimento Institucional, buscam a
formação de profissionais com domínio de conhecimentos e habilidades para atuar nos
museus.
O Curso de Graduação em Museologia - Bacharelado do Claretiano - Centro
Universitário, além de discutir o perfil profissiográfico, as competências para a formação dos
perfis e os objetivos e conteúdos que incorporam as competências, também possui uma
proposta curricular capaz de valorizar a construção do conhecimento do aluno no processo de
ensino aprendizagem. Por meio dos Projetos de Extensão Universitária, Iniciação Científica,
Estágios Supervisionados e participações em Ações Sociais, o curso busca ser elemento da ação
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de equilibrar os investimentos na melhoria da qualidade do ensino, na investigação científica e,
nas ações extensionistas e comunitárias. Cumpre também por meio dessas ações o papel de
buscar a indissociabilidade entre pesquisa, ensino e extensão incorporando o desenvolvimento
das atividades de Iniciação Científica com a criação de novos projetos dentro de linhas de
pesquisa pré-estabelecidas pela Instituição e investimentos em promoção de eventos
científicos e em criação de meios de publicação científica destinados a professores e alunos.
No Curso de Graduação em Museologia - Bacharelado do Claretiano - Centro
Universitário, ao organizar a prática educativa, os professores buscaram construir a
aprendizagem significativa nos alunos, isto significa ressignificar os conteúdos em conceitos,
procedimentos e atitudes, enfatizando assim, a responsabilidade com a formação global do
aluno (pensar, agir, sentir), e caráter interdisciplinar. Assim, a proposta do Curso, baseada no
Projeto Educativo Institucional. O Claretiano - Centro Universitário reordena a todo o momento
suas ações e reitera sua vocação expressa na missão institucional, voltando-se essencialmente
às necessidades da formação humana e profissional e de prestação de serviços comunitários. 
4.1. Missão e Filosofia do Curso de Graduação em Museologia - Bacharelado
O Curso de Graduação em Museologia - Bacharelado do Claretiano - Centro
Universitário foi concebido a partir do Projeto Educativo Institucional, considerando o princípio
de que a educação é promotora da dignidade da pessoa humana e do seu desenvolvimento
integral, sempre atenta ao processo histórico da educação no país. 
O curso de Graduação em Museologia - Bacharelado do Claretiano - Centro
Universitário, tem como missão conduzir o processo educativo, formando futuros profissionais
museólogas e museólogos atualizados com conhecimento e compreensão técnica, política e
humana da realidade, portanto em condições de agir e interagir na sociedade com
competência, determinação e responsabilidade.
5. IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS CONSTANTES DO PLANO DE
DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL – PDI NO ÂMBITO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM
MUSEOLOGIA - BACHARELADO
O Claretiano Centro Universitário de Batatais integra o Claretiano Rede de Educação e
está sob a mantença da Ação Educacional Claretiana. Seu modelo de gestão e todas suas
atividades são subsidiados pela Missão, Projeto Educativo Claretiano (PEC, 2012), Carta de
Princípios (2014) e pelo Plano de Desenvolvimento Institucional (2020/2024). As políticas
institucionais estão estruturadas para orientar as ações pedagógico/administrativas do Curso
de Graduação em Museologia - Bacharelado, na tríade ensino-pesquisa-extensão. 
Quanto às políticas de Graduação, estão direcionadas pela articulação dos
documentos supracitados e sua inserção nos Projetos Político Pedagógicos de Cursos (PPPCs)
presenciais e a distância, na criação e oferta de novas graduações, inovações e melhorias,
visando à excelência de formação. O curso insere-se neste contexto, pois a sua proposta inicial
foi planejada no PDI (2015/2019) sendo iniciado em 13/03/2019, com seu PPPC permeado por
inovações e proposições de melhoria constantes, conforme Resolução CONSUP/CEUCLAR nº
04/16, Resolução CNE/CES nº 19/02.
Em relação às políticas de Pós-graduação, considerando o atual quinquênio do PDI
(2020/2024), ofertar novos cursos lato sensu, visando à excelência na formação e expansão
territorial da oferta a distância, estão presentes no curso, a partir da Especialização em
Museografia e Patrimônio Cultural.
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Quanto às políticas de Educação a Distância, melhoria contínua do modelo,
ampliação da oferta de cursos via inovação dos recursos didáticos, tecnologias, metodologias e
qualificação dos profissionais, aplicação nos polos, o curso nasceu de forma inovadora
utilizando-se da modalidade a distância, oportunidade para o aluno experimentar e ter contato
com a mesma, considerando as demandas do mundo contemporâneo e do trabalho. 
Quanto às Políticas de Pastoral e Ação Comunitária, vem ao encontro da Pastoral
Juvenil Vocacional, na promoção de Justiça, Paz e Integridade da Criação (JPIC). O curso
articula-se nestas políticas, tendo como premissa a Missão do Claretiano, que é a formação
humana e profissional de todos os seus alunos. 
Quanto às Políticas de Extensão, vão ao encontro da interação dialógica
transformadora entre IES, Estado e Sociedade, a formação dos estudantes e profissionais, e a
implementação da Extensão Curricular. O curso tem como proposição de cursos de extensão a
distância na área para o fortalecimento da formação dos alunos e da comunidade externa,
como as Oficinas de História Oral e Preservação de documentos domésticos. 
As Políticas de Pesquisa estimulam a criação cultural, o desenvolvimento do espírito
científico e pensamento reflexivo dos estudantes e futuramente egressos, por meio das ações
oriundas do Programa de Iniciação Científica (PIC), da participação do Claretiano em
programas governamentais, como o PIBIC-CNPq, dos Projetos e Grupos de Pesquisa - em
especial no Grupo de Pesquisa em Museologia e Patrimônio Cultural - da publicação de 7
periódicos científicos (Revista Linguagem Acadêmica, Revista Medicina e Saúde, Revista
CONCLAR e Interamericano, Revista ENCIC, Revista Educação a Distância, Revista Educação e
Revista Studium) e da realização dos Congressos/Eventos de Pesquisa e Iniciação Científica
(ENCIC, CONCLAR e Interamericano). 
No que se refere às Políticas de Atendimento ao Discente e Acompanhamento ao
Egresso, estas garantem acesso e permanência dos alunos, com ações de acolhida,
mecanismos

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