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Tratamento endodôntico: Do acesso à obturação Fernanda Rigaud Tratamento Endodôntico Colonização bacteriana Traumatismos Alterações pulpares e periapicais CINTRA, 2018 O tratamento endodôntico Infecção E. faecalis penetrando nos túbulos dentinários de um dente humano Paradella TC, Koga-Ito CY, Jorge AOC. Enterococcus faecalis: clinical and microbiological considerations. Rev Odontol UNESP. 2007; 36(2): 163-68. Novos microrganismos Tecidos periapicais (HIZATUGU et al, 2012)(LOPES; SIQUEIRA, 2015) O tratamento endodôntico S U C E S S O Silêncio clínico sintomatologia, fistula ou edema Uniformidade da lâmina dura Ausência ou redução da rarefação óssea Dente em função PEREIRA JUNIOR, Welington et al, 2010 Tratamento Endodôntico Sinais e sintomas clínicos Testes de percussão, palpação e sensibilidade DIAGNÓSTICO SEQUÊNCIA CLÍNICA Anestesia 1 SEQUÊNCIA CLÍNICA Anestesia 1 Bloqueio regional Papilar Incisivos Acesso 2 Ponta diamantada com tamanho compatível com o dente Selecionar ponto de eleição (2mm acima ou abaixo do cíngulo) Incisivos Acesso 2 Direção de trepanação: inicialmente perpendicular ao longo eixo do dente e depois paralelo ao longo eixo do dente até chegar à câmara pulpar Localizar com sonda reta Incisivos Acesso 2 Forma de contorno: remoção do teto da câmara pulpar Brocas tronco-cônicas de ponta inativa (ex.: 3082) OBS.: A remoção do ombro lingual é necessária para limpeza correta do conduto. Incisivos Acesso 2 Forma de conveniência: triangular com base voltada para a incisal Incisivos Acesso 2 INCISIVOS INFERIORES: Mesma ordem Atenção para a inclinação da broca durante o acesso Cuidado com o tamanho da ponta diamantada selecionada para acesso de inferiores Incisivos Superiores Acesso 2 Incisivos Inferiores Acesso 2 Pré-molares Acesso 2 Ponta diamantada com tamanho compatível com o dente Selecionar ponto de eleição (Centro da face oclusal) Direção – paralelo ao longo eixo do dente Pré-molares Acesso 2 Direção de trepanação: paralelo ao longo eixo do dente até chegar à câmara pulpar Localizar com sonda reta para verificar entrada dos condutos Pré-molares Acesso 2 Forma de contorno: remoção do teto da câmara pulpar Brocas tronco-cônicas de ponta inativa (ex.: 3082) Pré-molares Acesso 2 Forma de conveniência: ovóide no sentido vestíbulo-palatino Modificada em caso de mais de 1 conduto na vestibular Pré-molares Superiores Acesso 2 Pré-molares Inferiores Acesso 2 SEQUÊNCIA CLÍNICA Isolamento absoluto 3 Deve ser feito após a localização da câmara pulpar, antes da forma de contorno Seleção dos grampos (observar anatomia do dente) Dentes sem coroa ou sem retenção: modificar isolamento SEQUÊNCIA CLÍNICA Isolamento absoluto 3 SEQUÊNCIA CLÍNICA Isolamento absoluto 3 SEQUÊNCIA CLÍNICA Isolamento absoluto 3 O preparo químico-mecânico: Cria afunilamento suave e continuo Remoção mecânica de tecido infectado Melhor penetração do irrigante Ação dos instrumentos e soluções são responsáveis por alto índice de redução bacteriana (Nogueira, L. et al, 2021) (WANG, L. et al, 2021) SEQUÊNCIA CLÍNICA Comprimento aparente (CAD): 20 milímetros (ex) Exploração inicial do canal Lima manual tipo K #10 - 16 milímetros INSTRUMENTAÇÃO O objetivo da instrumentação é formatar o canal afim de que a substância química possa agir de forma eficaz SEQUÊNCIA CLÍNICA Biopulpectomia > Odontometria Necropulpectomia > Neutralização Limas K de calibre decrescente sentido coroa-ápice Odontometria Mantém o preparo restrito ao espaço radicular Auxilia na preservação da integridade da região periapical Além de permitir uma boa obturação dos canais radiculares (VAN PHAM, K, 2021)(DIEMER, F. et al, 2022) SEQUÊNCIA CLÍNICA Odontometria: CAD - 3 Lima manual tipo K, que fique justa no canal Radiografia para verificar comprimento SEQUÊNCIA CLÍNICA Formatação do conduto: Técnica Escalonada PREPARO APICAL (Batente Apical) Comprimento Real de Trabalho Biopulpectomia – Instrumento Inicial + 3 Necropulpectomia – Instrumento Inicial + 4 Último instrumento do preparo apical – Instrumento Memória SEQUÊNCIA CLÍNICA Formatação do conduto: Técnica Escalonada PREPARO APICAL (Batente Apical) Comprimento Real de Trabalho O instrumento deve fazer movimentos de ¼ de volta, oscilando e nunca parafusando + Movimentos de tração contra as paredes Instrumento solto no conduto > Troca para o próximo SEQUÊNCIA CLÍNICA Formatação do conduto: Técnica Escalonada RECUO PROGRESSIVO PROGRAMADO Aumento sucessivo do calibre das limas Recuo progressivo Intercalando com a lima memória no CRT SEQUÊNCIA CLÍNICA Formatação do conduto: Técnica Escalonada RECUO PROGRESSIVO PROGRAMADO Movimentos de pequena amplitude Alisamento da parede Formação de uma conicidade Evita desvio apical Nenhum sistema disponível é capaz de debridar completamente o sistema de canais radiculares Preparo químico Solução irrigadora Hipoclorito de sódio substância irrigadora mais utilizada principal função : diminuição da contagem bacteriana alteração ou inibição do metabolismo celular, alta atividade antibacteriana, e pH alcalino. Substância de escolha (ALIMADADI, H. et al, 2021) SEQUÊNCIA CLÍNICA IRRIGAÇÃO, ASPIRAÇÃO, PATÊNCIA : NaOCl 1% - Biopulpectomia NaOCl 5% - Necropulpectomia Constantemente renovado a cada troca de instrumento Repasse - lima manual tipo k #10 SEQUÊNCIA CLÍNICA IRRIGAÇÃO, ASPIRAÇÃO, PATÊNCIA : NaOCl 1% - Biopulpectomia NaOCl 5% - Necropulpectomia Constantemente renovado a cada troca de instrumento Repasse - lima manual tipo k #10 MEDICAÇÃO INTRACANAL: Auxilia na eliminação de patógenos Entre uma consulta e outra (ABDURRAHMAN, S. 2019) MEDICAÇÃO INTRACANAL: Biopulpectomia + Canal sem preparo = Otosporin Biopulpectomia + Canal com preparo = Calen (ABDURRAHMAN, S. 2019) MEDICAÇÃO INTRACANAL: Necropulpectomia + Canal sem preparo = Tricresol/Formocresol Necropulpectomia + Canal com preparo = Calen PMCC (ABDURRAHMAN, S. 2019) Obturação tridimensional EDTA Eliminar a smear layer formada durante o preparo dos canais radiculares Antecede a obturação dos canais radiculares Agitação com lima ou cone 1mm aquém do CRT Irrigar após com hipoclorito (KO, S.-Y. et al, 2020) Obturação tridimensional Insucesso Desenvolvimento ou perpetuação de patologia periapical Falha no tratamento endodôntico A falta de vedação hermética do sistema de canais contribui para proliferação de microrganismos Técnica da condensação lateral: técnica clássica baixo custo (BHANDI, S. et al, 2021)(KO, S.-Y. et al, 2020) SEQUÊNCIA CLÍNICA Prova do cone: Cone de guta-percha compatível com a lima memória Desinfectados na solução química Travado no ápice (prova tátil) Comprimento real trabalhado (prova visual) Checagem radiográfica (prova radiográfica) SEQUÊNCIA CLÍNICA Secagem do canal: cone de papel estéril do tamanho da lima memória Obturação pela condensação lateral: Cimento endodôntico pó e liquido mistura em ponto de fio Espaçador calibrado no comprimento de trabalho Cones de guta percha secos SEQUÊNCIA CLÍNICA Cone de guta-percha junto ao cimento endodôntico inserido no conduto Espaçador + Cones acessórios Radiografia para checar qualidade da obturação e preenchimento radicular Corte da guta percha com lamparina + calcador aquecido abaixo da junção cemento esmalte Condensação vertical SEQUÊNCIA CLÍNICA Após finalização da obturação, limpeza da câmara pulpar com álcool 70 + algodão estéril Selamento coronário: Bolinha de algodão estéril + CIV SEQUÊNCIA CLÍNICA Remoção do isolamento absoluto Verificação da oclusão Exame radiográfico final SEQUÊNCIA CLÍNICA Orientações: Selamento coronário definitivo Retornar para as proservações RESULTADOS Após 01 mês e meio Após 05 meses Inicial Referencia ABDURRAHMAN, S. et al. 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