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TCC- LUCIANO SEIXAS

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ESCOLA TÉCNICA DE ENFERMAGEM RAIMAUNDA NONATA -
CURSO TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
FRANCISCO LUCIANO SEIXAS DOS SANTOS
A IMPORTÂNCIA DA CIPA NAS UNIDADES DE TRABALHO
CAICÓ - RN
2018
FRANCISCO LUCIANO SEIXAS DOS SANTOS
A IMPORTÂNCIA DA CIPA NAS UNIDADES DE TRABALHO
Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, apresentado para conclusão de curso Técnico em Segurança do Trabalho, da Escola Técnica de Enfermagem Raimunda Nonata em Caicó – Rio Grande do Norte.
Orientador: Márcio Fabiano Motta Pinheiro
CAICÓ - RN
2018
FRANCISCO LUCIANO SEIXAS DOS SANTOS
A IMPORTÂNCIA DA CIPA NAS UNIDADES DE TRABALHO
Aprovado em: ____/____/_______
Banca Examinadora
Professor: Márcio Fabiano Motta Pinheiro (ETERNA-Orientador)
Professor: Márcio Fabiano Motta Pinheiro (ETERNA-Examinador Interno Titular)
Professor: Márcio Fabiano Motta Pinheiro (ETERNA-Examinador Interno Titular)
“Trabalhar com Segurança é acreditar que você é a ferramenta mais importante para a empresa” 
Tiago Quixabeira.
 
DEDICATÓRIA
 
Dedico este trabalho a Deus, autor e consumador da minha Fé, a minha esposa e minhas filhas, que por tantas vezes tive que abrir mão de estar ao seu lado para cumprir esta fase importante da minha vida.
AGRADECIMENTOS
Gostaria de agradecer em primeiro lugar à Deus, por ter me concedido esta oportunidade de concluir está etapa da minha vida, pois iniciar um ciclo é fácil, mas concluí-lo com tantas experiências e vivências pode-se assim dizer, que é algo muitíssimo satisfatório. A minha família que ao longo de toda a essa jornada estiveram me acompanhando e me apoiando, durante a minha vida estudantil. Ao meu orientador, o Sr. Fabiano Motta. Não esqueço de agradecer a todos os meus colegas de classe, que ao longo dessa jornada estiveram comigo. Um agradecimento especial aos professores pelo convívio, pelo apoio, pela compreensão e pela amizade.
RESUMO
Este trabalho tem foco mostrar a importância da CIPA nas unidades de trabalho. A CIPA é hoje uma das importantes ferramentas de prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho. Tem como objetivo básico tornar compatível o trabalho com a preservação da saúde e da integridade física e mental do trabalhador. A ideia é que empregador e funcionários trabalhem em conjunto na tarefa de prevenir acidentes e melhorar a qualidade do ambiente de trabalho. Para que haja uma evolução satisfatória em relação ao trabalho, torna-se necessário o uso de serviços de segurança, determinando regras e instituições para que venha conseguir a prevenção de acidentes de trabalho.
Palavras-chave: Segurança do Trabalho, Prevenção, CIPA.
ABSTRACT
	This work is focused on showing the importance of CIPA in the work units. CIPA is today one of the important tools to prevent accidents and diseases arising from work. Its basic objective is to make compatible the work with the preservation of the health and the physical and mental integrity of the worker. The idea is for employers and employees to work together to prevent accidents and improve the quality of the work environment. In order for there to be a satisfactory evolution in relation to work, it becomes necessary to use safety services, establishing rules and institutions so that it can achieve the prevention of accidents at work.
Keywords: Occupational Safety, Prevention, CIPA.
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO	8
2. PROBLEMÁTICA	7
3. OBJETIVOS	8
3.1 GERAIS................................................................................................................... 8
3.2 ESPEÉCIFICOS...................................................................................................... 8
4. JUSTIFICATIVA	9
5. METODOLOGIA 	10
6. RESULTADOS.............................................................................................................11
7. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA.....................................................................................12
8. CONCLUSÃO..............................................................................................................13
9. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA..............................................................................14
1. INTRODUÇÃO
	O presente Trabalho de Conclusão de Curso tem o objetivo apresentar a importância da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) nas unidades de trabalho. A perspectiva é vista por parte do contratado para seu contratante, que por sua vez, por não ter a cultura em Medicina e Segurança do Trabalho e nem a exigência legal de manter em sua empresa um profissional da área, busca facilidades e caminhos mais rápidos para manter sua CIPA em dia, porém nem sempre exercendo seu verdadeiro objetivo que é fazer com que empregadores e empregados trabalhem em conjunto na tarefa de prevenir acidentes e melhorar a qualidade no ambiente de trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde e segurança do trabalhador.
 A CIPA também tem por atribuição identificar os riscos do processo de trabalho e elaborar o mapa de risco com a participação do maior número de empregados e com a assessoria do SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho). 
	
2. PROBLEMÁTICA
A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA é regulamentada pela norma regulamentadora de nº 05 do Ministério do Trabalho - MTE. Tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrente ao trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.
Os membros da CIPA são: Presidente, vice-presidente, titulares, suplentes ou secretário.
Cabe ao presidente da CIPA coordenar todas as atribuições, ao vice-presidente executar atribuições que lhe forem delegadas e substituir o presidente, quando for possível. 
No caso do secretário, cabe redigir as atas, preparar as correspondências e outras que lhe forem conferidas. Os outros membros devem contribuir para a obtenção e a manutenção dos objetivos da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, juntamente com os demais funcionários da empresa.
Sendo assim; chega-se a seguinte pergunta: Qual é o objetivo da CIPA em uma empresa?
3. Objetivos
3.1. GERAIS
· Observar e relatar condições de riscos nos ambientes de trabalho e solicitar medidas para reduzir até eliminar os riscos existentes e/ou neutralizar os mesmos, discutir os acidentes ocorridos, encaminhando ao Serviço Especializado em Engenharia de Segurança do Trabalho e em Medicina do Trabalho (SESMT), e ao empregador o resultado da discursão, solicitando medidas que previnem acidentes semelhantes e, ainda, orientar os demais trabalhadores quanto a prevenção de acidentes.
1.2. ESPECÍFICOS
· Elaborar o Mapa de Risco;
· Planejar, implementar e controlar as ações preventivas que visem solucionar os problemas de segurança;
· Avaliar, a cada reunião, o avanço no cumprimento das metas;
· Divulgar ao trabalhador informações relacionadas à saúde e segurança no trabalho;
· E requisitar paralisação de máquinas ou de setores em que houver risco grave à vida do trabalhador.
. 
4. JUSTIFICATIVA
 Justifica-se a importância do presente trabalho em avaliar a eficácia da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), como uma das estruturas essenciais do Programa Saúde e Segurança do Trabalho de toda organização. Ela é regulamentada pela NR (Norma Regulamentadora) 05. 
A empresa deve estar atenta as necessidades desta área e sempre buscar um melhor relacionamento com os colaboradores, para identificar as falhas e desenvolver soluções e melhorias para sua maior segurança. A instalação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) garante melhores condiçõesde saúde e trabalho a todos os colaboradores. Ela é formada por um grupo de trabalhadores da instituição, com o objetivo de traçar um mapa de riscos e implementar ações e prevenção de acidentes.
Para que o empregador se previna contra indenizações, é fundamental que ele tenha um bom relacionamento com a CIPA e siga as orientações sobre a utilização do EPIs (Equipamento de Proteção Individual) e divulgação de conteúdo para a equipe. 
4. METODOLOGIA
O trabalho será desenvolvido com base em pesquisas de caso, e experiências vividas por minha pessoa como cipeiro. Como funcionário da Empresa Elos Engenharia LTDA, situada na RN 118 em Alto do Rodrigues-RN, fui membro da CIPA por dois mandatos, onde fui eleito como vice-presidente. Durante meu desempenho como cipeiro, pude participar de reuniões com toda comissão, ajudar o SESMT na elaboração do mapa de ricos, realizar inspeções de segurança e substituir o presidente em reuniões, quando o mesmo por motivos de força maior não podia se fazer presente. A Comissão Interna de Prevenção de Acidente ou simplesmente CIPA, trata-se de uma comissão paritária constituída por representantes dos empregadores (eleito em escrutínio secreto) e dos empregadores (designados pelo empregador), que atua na promoção a segurança e saúde dos trabalhadores.
A Comissão Interna de Prevenção de Acidente – CIPA é regulamentada pela norma regulamentadora nº 05, aprovada pela Portaria nº 3.214, de 08 de junho de 1978 e atualizada pela Portaria SIT nº 247, de 12 de julho de 2011 do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE.
6. RESULTADOS
Diante da importância do tema em estudo, uso minha experiência como membro da CIPA durante dois mandatos, dentre um deles participei do processo de eleição da CIPA e acompanhei o funcionamento do mesmo. Durante o período tive a oportunidade de aprender como membro da CIPA que a mesma é dimensionada conforme o número de trabalhadores e o grau de risco da empresa. Vi também que caso a empresa não possua número de trabalhadores suficiente para se formar uma comissão, deverá manter no mínimo um colaborador treinado para representar a CIPA. A CIPA terá reuniões ordinárias mensais as quais serão realizadas durante o expediente da empresa em local apropriado. As decisões da CIPA serão preferencialmente por consenso.
O membro titular perderá o mandato quando faltar a mais de quatro reuniões ordinárias sem justificativa, o qual será substituído pelo suplente.
Caso o presidente e o vice-presidente forem afastados de seus cargos serão substituídos em dois dias uteis. O empregador indicará o presidente substituto e os trabalhadores o vice.
Caso não existam suplentes, o empregador deve realizar o empregador deve realizar eleição extraordinária, que tem prazos reduzidos pela metade. O mandato do membro extraordinário deve ser compatibilizado com os demais membros. O treinamento de membro eleito deve ser realizado no prazo máximo de trinta dias, contados a partir da data da posse.
7. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 
 	1921 A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de trabalho – CIPA surgiu em 1921, a Organização Internacional do Trabalho OIT com o objetivo de prevenir o aumento significativo do número de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, devido a revolução industrial o aumento de máquinas dentro das indústrias tornaram-se frequentes a ocorrência de acidentes e doenças ocupacionais. Surgindo assim a necessidade de um grupo que pudesse apresentar sugestões para corrigir possíveis riscos de acidentes de trabalho. E os colaboradores são as pessoas mais preparadas para orientar o que pode ser melhorado dentro das atividades para evitar os possíveis acidentes.
No Brasil a CIPA surgiu em 1944 durante o governo de Getúlio Vargas, onde os primeiros passos foram dados para a implantação da Segurança do Trabalho. A partir do Art. 82 do Decreto-Lei 7.036, de 10 de novembro de 1944. Especificamente descrito abaixo:
“Art. 82. Os empregadores, cujo número de empregados seja superior a 100, deverão providenciar a organização, em seus estabelecimento, de comissões internas, com representantes dos empregados, para o fim de estimular o interesse pelas questões de prevenção de acidentes, apresentar sugestões quanto à orientação e fiscalização das medidas de proteção ao trabalho, realizar palestras instrutivas, propor a instituição de concurso e prêmios e tomar outras providências, tendentes a educar o empregado na prática de prevenir acidentes.”
 A CIPA iniciou no Brasil a partir das empresas estrangeiras que prestavam serviço no Brasil como as de geração e distribuição de energia elétrica Ltght and Power, em São Paulo e no Rio, então adotando o mesmo modelo, começava a CIPA no Brasil. pag. 42
 
O foco da CIPA é trabalhar para evitar acidentes de trabalho e doenças do trabalho. A Norma que regulamenta a CIPA nas empresas é a NR 5. O membro da CIPA é um funcionário que divide o seu tempo de trabalho entre exercer a função para o qual foi contratado e exercer o trabalho voluntário de prevenção junto ao SESMT da empresa de existir, com esta parceria o resultado será positivo para a prevenção de ocorrência de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho.
Existem três tipos/ramificações de comissões internas de prevenção de acidentes de trabalho, de acordo com a área de atuação, sendo: 
CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 
CIPATR - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho Rural 
CIPAMIN - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes na Mineração 
Seus objetivos é o mesmo, o de evitar acidentes e promover a saúde e segurança dos trabalhadores, porém há algumas diferenças, pois, suas ações são voltadas para a área de atuação e necessidades.
Em 1999 houve uma alteração importante na NR-5: 
O texto ampliou a garantia de emprego (estabilidade) para os suplentes eleitos da CIPA, alterou o dimensionamento. Definiu também as atribuições dos membros, dos funcionários, do Presidente, do Vice-Presidente e do Secretário. (Neto, 2013, pag. 42)
Esta principal alteração definiu claramente todas as atribuições da CIPA. 5.16 A CIPA terá por atribuições: 
a) identificar os riscos do processo de trabalho, e elaborar o mapa de riscos, com a participação do maior número de trabalhadores, com assessoria do SESMT, onde houver; 
c) participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias, bem como da avaliação das prioridades de ação nos locais de trabalho; 
d) realizar, periodicamente, verificações nos ambientes e condições de trabalho visando a identificação de situações que venham a trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores; 
f) divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho; 
h) requerer ao SESMT, quando houver, ou ao empregador, a paralisação de máquina ou setor onde considerar haver risco grave e iminente à segurança e saúde dos trabalhadores; 
j) divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadoras, bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho, relativas à segurança e saúde no trabalho; 
o) promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, onde houver, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT;
Podemos observar neste estudo que a CIPA é regada de tarefas e ações que são indispensáveis para qualquer empresa baseada no item 5.17 da NR-5 diz que: 
Cabe ao empregador proporcionar aos membros da CIPA os meios necessários ao desempenho de suas atribuições, garantindo tempo suficiente para a realização das tarefas constantes do plano de trabalho. 
A CIPA e o empregador devem interagir entre si, a comissão depende do superior, pois é através dele que são cedidos os espaços para que possam ser exercidas as reuniões e suas funções. Um dos grandes erros dos gestores de CIPA é que eles pensam que o cuidado com a CIPA termina na hora do treinamento. Cabe ao empregador proporcionar aos membros da CIPA os meios necessários ao desempenho de suas atribuições, garantindo tempo suficiente pararealização de tarefas constantes do plano de trabalho.
Cabe aos empregados:
- Participara da eleição de seus representantes;
- Colaborar com a gestão da CIPA;
- Indicar a CIPA, ao SESMT e ao empregador situações de riscos e apresentar sugestões para melhoria das condições de trabalho;
- Observar e aplicar no Meio Ambiente as recomendações quanto a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.
 	Participar da CIPA é uma oportunidade não só de interagir, efetivamente, na solução de problemas prevencionistas que possam existir, como também de melhorar os conhecimentos relativos aos acidentes e doenças, aproveitando-os não só no ambiente de trabalho como no ambiente doméstico, de lazer, de esportes e outros. 
8. CONCLUSÃO
	Este trabalho foi realizado com objetivo de promover um levantamento do grau de conhecimento sobre a importância da CIPA nas unidades de trabalho. A empresa deve deve responsabilizar-se plenamente pela segurança de seu empregado, proporcionando-lhe um ambiente de trabalho limpo e seguro, sem deixar de considerar a importância e apoio que deverá ser dado a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, para que essa possa desenvolver atividades também voltadas para a prevenção de acidentes de trabalho.
A implementação da CIPA, como um todo é de fundamental importância para a segurança de todos os trabalhadores, tem por LEI, a segurança mínima decretada, bem como toda abrangência humanista dos colaboradores.
Fica claro então a importância da implementação da CIPA para que, num movimento trabalhista, se possa oferecer menos riscos ocupacionais aos trabalhadores e melhores condições de trabalho.
Deve ser entendido que a CIPA como instrumento de efetivação da dignidade do trabalhador nas empresas, no que diz respeito a saúde e segurança. A Comissão Interna de Acidentes – CIPA, é um instrumento que os trabalhadores dispõem para tratar da prevenção de acidentes no trabalho, das condições do ambiente do trabalho e de todos os aspectos que afetam sua saúde e segurança. A CIPA é regulamentada pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) nos artigos 162 a 165 e pela Norma Regulamentadora nº05 (NR-5), contida na portaria 3.214 de 08.06.78 baixada pelo Ministério do Trabalho (TEM).
Terceira hipótese confirmada. Conforme ordenamento jurídico brasileiro em vigor os Cipeiros tem estabilidade e garantia no seu emprego.
A estabilidade do membro da CIPA destina-se a garantir ao seu portador ampla liberdade na direção do órgão, executando planos e atividades a afim de evitar eventuais acidentes do trabalho. Inicialmente, parte da jurisprudência sustentou que a estabilidade do Cipeiro, prevista na Constituição Federal, era dirigida apenas ao empregado eleito dirigente da CIPA e não ao suplente. Isto porque o suplente não é para dirigir a CIPA, mas apenas para substituir o titular nas ausências ou impedimentos deste e o único cargo de direção para o qual há eleição é o do vice-presidente, uma vez que o presidente é indicado pelo empregador e os demais cargos não são considerados de direção. Contudo, não foi esse o entendimento que prevaleceu no TST (Tribunal Superior do Trabalho), conforme se vê na Súmula 339, I: “O suplente da CIPA goza da garantia de emprego prevista no no art.10, II, “a”, do ADCT a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988.
Diante de todo o exposto, se faz destacar que o presente Trabalho de Conclusão de Curso cumpriu sua finalidade institucional, que vem a ser pois, a produção do TCC para a obtenção do título de Técnico em Segurança do Trabalho pela Escola Técnica Raimunda Nonata de Caicó-RN, buscando-se através de pesquisa legal e doutrinária o exame do tema proposto.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Figura SEQ Figura \* ARABIC 2: Vista aerea do IFRN- Campus Ipanguaçu
Figura SEQ Figura \* ARABIC 1: Fachada do IFRN - Campus Ipanguaçu
Figura 3: Galeria
NETO. Waldhelm Nestor. CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho.
BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. NR 5 Comissão Interna de Prevenção de acidentes do Trabalho I978.
TRABALHOS FEITOS: CIPA. Disponível em: (http://www.guiatrabalhista.com.br) Acesso no dia 27/04/2018.
INBEP: Quais são as atribuições da CIPA. Disponível em: (http://blog.inbep.com.br/atribuicoes-da-cipa/) Acesso no dia 27/04/2018.
BRASIL. Consolidações das Lis do Trabalho – CLT, 1943. 
SINDICATO DO S TRABALHADORES EM PESQUISAS E CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS-SP: Perguntas e Respostas sobre CIPA. Disponível em: (http://sintpq.org.br/index.php/blog/item/357-perguntas-e-respostas-sobre-cipa)Acesso no dia 28/04/2018.
TUDO SOBRE CIPA: CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidetes do Trabalho. Disponível em: (http://tudosobrecipa.blogspot.com.br/p/cipa.html) Acesso no dia 30/04/2018.
BLOG DA CIPA: Como a CIPA surgiu no mundo. Disponível em: (http://www.cipaonline.com.br/blog/como-a-cipa-surgiu-no-mundo/) Acesso no dia 30/04/2018.
VIEIRA, S.I. Medicina Básica do Trabalh. Curitiba: Genesis, 2005. 
GUIA TRABALHISTA.CIPA: Manual Básico de procedimentos. Disponível em: (http://www.guiatrabalhista.com.br) Acesso no dia 30/04/2018.
MANNRICH, Nelson. Consolidação das Leis do Trabalho. 9 ed. São Paulo RT, 2008.
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