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Protocolo e planejamento Exodontia dos DENTES ANTERIORES INFERIORES - Incisivo central, Incisivo lateral e Canino (dentes 31, 41, 32, 42, 33, e 43) | Cirurgia - Resumo

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Protocolo e planejamento Exodontia dos DENTES ANTERIORES INFERIORES - Incisivo central, Incisivo lateral e Canino (dentes 31, 41, 32, 42, 33, e 43) | Cirurgia
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Cirurgia Oral e Maxilofacial Centro Universitário Santo AgostinhoCentro Universitário Santo Agostinho

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Resumo sobre Procedimentos Cirúrgicos para Dentes Anteriores Inferiores O manejo cirúrgico dos dentes anteriores inferiores, que inclui os incisivos centrais, incisivos laterais e caninos (dentes 31, 41, 32, 42, 33 e 43), requer um protocolo bem definido que abrange desde a antissepsia até a sutura final. O primeiro passo é a antissepsia intra-bucal , que envolve um bochecho com clorexidina a 0,12% por um minuto, e a antissepsia extra-bucal , que pode ser realizada com clorexidina a 2% ou PVPI a 10%. A anestesia é crucial para o conforto do paciente, sendo utilizada a anestesia tópica com Benzotop e um anestésico local, como a lidocaína a 2% com vasoconstritor. O bloqueio do nervo alveolar inferior, lingual e mentoniano é um passo fundamental. O procedimento deve ser realizado com a agulha posicionada em um ângulo de 45° em relação ao corpo da mandíbula, penetrando na região do sulco, compatível com a raiz mesial do primeiro molar inferior. A técnica envolve a injeção de 0,6 ml do anestésico em um período de 20 segundos, utilizando uma agulha de longo calibre 25. A preparação do tecido com antisséptico e anestésico tópico é essencial, assim como a identificação do ponto de punção, que se localiza na depressão entre a linha oblíqua externa e a rafe pterigomandibular, a cerca de 1 cm acima do plano oclusal. Após a anestesia, a diérese é realizada com uma incisão intra-sucular ao redor do dente. A sindesmotomia, que é o descolamento do tecido gengival ao redor do dente, pode ser feita com sindesmótomos ou descoladores de Molt ou Freer. A luxação do dente é realizada com extratores, utilizando movimentos de alavanca e cunha, e também com fórceps nº 151, aplicando movimentos de lateralidade, rotação, intrusão e tração para a remoção do elemento dental. Após a extração, é importante realizar a inspeção e curetagem do alvéolo, se necessário, utilizando uma cureta de Lucas, além da regularização de espículas ósseas com uma lima para osso ou pinça goiva, e a remoção de tecido mole em excesso. A hemostasia é um passo crítico, que deve ser realizada com irrigação de soro fisiológico a 0,9% estéril e controle do sangramento utilizando gaze ou pinças hemostáticas. A sutura é feita com fio de nylon 3-0 ou 4-0, utilizando pontos simples. É importante garantir que a anestesia tenha uma duração mínima de 60 segundos para assegurar o conforto do paciente durante todo o procedimento. O cuidado com os nervos alveolar inferior, lingual e mentoniano é essencial para evitar complicações pós-operatórias. Destaques O protocolo cirúrgico para dentes anteriores inferiores inclui antissepsia, anestesia e técnicas de extração. A anestesia é realizada com lidocaína 2% e bloqueio dos nervos alveolar inferior, lingual e mentoniano. A diérese é feita com incisão intra-sucular e sindesmotomia para descolar o tecido gengival. A luxação do dente é realizada com movimentos específicos e instrumentos adequados. A hemostasia e a sutura são etapas críticas para o sucesso do procedimento cirúrgico.

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