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UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA FRANCIELE HERCULANO DA SILVA DE MELLO MODELAGEM DE NOVOS NEGÓCIOS Rio de Janeiro/RJ 2025 MERCADO BANCÁRIO NO BRASIL 1. INTRODUÇÃO O setor bancário no Brasil tem mudado muito nos últimos anos. Antes, quase tudo era feito em agências físicas, com filas e processos demorados. Hoje, a maior parte das pessoas usa aplicativos para fazer transferências, pagar contas e até pedir empréstimos. Isso aconteceu porque a tecnologia avançou e os consumidores passaram a preferir serviços rápidos e digitais. No Brasil, os principais bancos tradicionais são Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Santander. Eles ainda têm muitos clientes e uma grande estrutura física, mas precisam se adaptar às novas formas de consumo. De outro lado, surgiram os bancos digitais e as fintechs, como Nubank, Banco Inter, C6 Bank, Mercado Pago e PicPay. Essas empresas têm ganhado espaço por oferecer serviços simples, com menos burocracia e tarifas menores. Os principais stakeholders do setor são: os clientes, os bancos tradicionais, os bancos digitais, o Banco Central (que regula o sistema financeiro), as empresas de tecnologia e as associações do setor. Os consumidores de hoje buscam praticidade, rapidez e serviços acessíveis. Eles usam muito o celular e preferem resolver tudo online. 2. DESENVOLVIMENTO Se eu fosse convidado pela diretoria do banco para participar de um encontro de criação de ideias, meu papel seria o de um empreendedor corporativo, também chamado de intraempreendedor. Esse tipo de empreendedor não atua fora da empresa, mas sim dentro dela. Ele observa os problemas internos, identifica oportunidades e busca criar soluções novas para melhorar os serviços oferecidos ao cliente. O intraempreendedor é importante em empresas grandes, porque ajuda a trazer ideias modernas e conectadas com o mercado. Ele conhece a rotina do banco, sabe como os processos funcionam e entende o que os clientes precisam. Isso possibilita propor ideias mais realistas e que tenham chances reais de serem aplicadas. 3. CONCLUSÃO Durante o encontro de criação colaborativa, podem surgir três tipos de inovação principais. A primeira é a inovação de produto. Ela envolve criar ou melhorar serviços oferecidos aos clientes. Um exemplo seria desenvolver um aplicativo mais completo, que reúna serviços de conta digital, investimentos, seguros e crédito em um só lugar. A segunda é a inovação de processo. Ela trata da melhoria das atividades internas do banco. Isso inclui automatizar tarefas, reduzir burocracias e usar tecnologias que deixem o atendimento mais rápido e eficiente. A terceira é a inovação de modelo de negócio. Esse tipo de inovação muda a forma como o banco gera valor. Um exemplo seria transformar o banco em uma plataforma que permita parceria com fintechs para oferecer serviços dentro do mesmo aplicativo. Esses três tipos de inovação ajudam o banco a se modernizar e a competir melhor com os bancos digitais, atendendo às expectativas de um público cada vez mais conectado. 4. REFERÊNCIAS NUBANK. Relatórios financeiros – Gerenciamento de riscos e capital. Disponível em: https://nubank.com.br/transparencia/relatorios-financeiros. Acesso em: 13 nov. 2025. PWC BRASIL; ABCD. Pesquisa Fintechs de Crédito Digital 2025: Inovação e maturidade diante de novos desafios. Disponível em: https://www.pwc.com.br/pt/estudos/setores-atividade/financeiro/2025/pesquisa-fintechs-de-credito-digital-2025.html. Acesso em: 16 nov. 2025. STATISTA. Fintech in Brazil – statistics & facts. Disponível em: https://www.statista.com/topics/5470/fintech-in-brazil/. Acesso em: 16 nov. 2025.