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Aula: Tto doenças cardiovasculares 30/04/19 Reabilitação Dividida emfases no gasto e na condição Cardiovascular METs, FC repouso, Borg Duração e Edema agudo de pulmão cardiogénico UNI Bipap (EPAP- IPAP até (5) on CPAP (5a10) Treinamento muscular Intensidade determinada pela manovacuometria Respiratorio 30% da Pimax progressão semanal / UO2 pico, melhora da dispneia 1a sem: 3x 5min, 30% da Pimax, intervalo de 1min, 7x/sem 2a sem: nova mano. pl reajustar carga, 3x min, int. fim da EENM locais e fibra 2, cirea trans., [] enzimas oxidativas, melhora da circul melhara QV, forca de Qdcps, 4 TC6M, Hempo de exercicio Insuficiência Cardiaca e pré-transplante ssemanas, 30minutos Midroterapia FC, Atividades Tai Chuan, realidade virtual RecreativasAula: Doencas Respiratórias Obstrutivas do de ar em decorrencia do aumento na por fluxo obstrução parcial outotal das VAs em qual- L 80% quer nivel VEG L70% CUF - Reducão do calibre da UA da retração elástica do parenquima pulmonar Estreitamento direto da luz - Causas fibrose cística, bronquiectasias, tumores invasivos aspiração de corpos estranhos Asma e bronquiolite DPOC - Bronquite crônica inflamação e excesso de muco - Enfisema os alveó los crescem, Se uneme perdem a elasticidade ea força pl expulsar ar, que dificulta a respiração Etiologia - Tabagismo, poluição atmosférica, poeira de carvão, deficiência de a1 anti-tripsina - Doenças respiratórias na infância, renda e escolaridade INFLAMAÇÃO Doença das pequenas Destruição do vias aéreas inflamação e remodelamento ruptura das alveolares encolhimento elástica LIMITAÇÃO AO FLUXO AÉREO- Agressão inflamação, broncoespasmo e hiper- Fisiopatologia trofia das cél. calciformes - Obstrução por de muco Enfisema: aco- - Aprisionamento distal (auto-peep) metimento a da - Miperinsuflação Bronquiectasia: - da ciliar e modificação na reologia do muco - Miperreatividade brônquica componente - Destruição da membrana capilar dos alvéolos inflamatório - Destruição do tecido pulmonar com perda da elastância Secreção - Destruição da membrana capilar dos - Assincronia da levando a hipoxemia e hipercapnia - Insuficiência cardíaca do (cor pulmonale) - podegerar uma TUP Quadro - Tosse produtiva tosse crônica (73m) - Dispneia MRC - Sibilância por - Escarro Efeitos - Caquexia da DPOC - Disf. muscular - Sintomas - Reducão da capacidade - Doencas cardio- de exercício vasculares - osteoporose fadiga Efeitos - Estado de saúde - Exarcebações - - Prognóstico - câncer Diagnóstico - Dificil em etapa precoce - Enfisema: dispneia continua - Bronquite crônica: dispneia esporádica, tosse produtiva Exame físico tx em tonel, hiper timpanismo, SP sibilos, ICDCAT Questionarios escore > 10 SGRQ "importante" quando Espirometria - 80% 70% - Resposta ao BD - reduzida Gasometria - hipoxemia e hipercapnia Testede Estadiamento (Leve): VEF1 dispneia nas exarcebações e normais Gold - Gold 2 50k dispneia leve normais Pacientes com - Gold 3 (severa): 30% ≤ VEF1 L 50%, sem dispneia incapacitante PaOz sem hipercapnia 470% - Gold 4 (muito grave): L 30% dispneia incapacitante com hipercapnia Avaliação Radidog. hiperinsuflação, bolhas, rebaixamento das coração em gota Bronquite crônica em crise espessamento da parede bronquica Tratamento Cessação do tabagismo Tratar componente reversivel - : anticoligergicos (Brometo anti-Ach e agonistas, agonistas longa duração)Corticoeste- controverso Indicado quando há componente - roides das ou em casos Inalatório oral - : PaO2 entre 56 e 59 presenca ae cor pulmonale) de pelo menos - vacina pneumococo), reabilitação pulmonar - Internação grave - dispneia piora dos níveis de presença de acidose respiratória de complicações PNM, TEP, pneumotorax descompensação de condições associadas ICC, DM internação social VNI com em Caso - i primeira escolha na exarcebação (acidose em + nivel resolução da IRpA de intubação e mortalidade (relacionada cl extubação hipercapnia) - UMI a tempo atentar. se a possibilidade de assincronia objetivo: da musc. 4 8h de evitar lesão induzida pelo ventilador, melhorar agudo de troca ga sosa, hiper- insuflação pulmonar, melhorar sincronia Evitar: VC = do peso predito ≤ 7,2 Fluxo = 40-60L min I.E 1:3 menor possivel =- Processo de inflamação crônica das associada a hiper- Asma responsividade das com sintomas de obstrução de intra pulmonar generalizado e reversivel espontanea- mente ou com tratamento PROCESSO Estreitamento brônquico Miperresponsividade ereversivel brônquica resposta contração do m. liso tora exagerada ao esti- edema de mucosa mulo Ciclo de agressão reparo pode levar a frequentes alt. estruturais irreversiveis - Gravidade da doenca, atopia, tabagismo, Q persistência natural da asma no adulto alergias Sibilância recorrente na criança: de eczema nos primeiros 3 anos de vida, MF de asma, rinite alêrgica nos primeiros 3anos de vida, sibilância sem resfriado e nofilia sanguínea 3% - Tosse principalmente a noite ou início da manhã - Dispncia - Sibilância - Opressão torácica Diagnóstico - ou mais sintomas - Espirometria BD 200mL on 12% do previsto CVF - Teste de broncoprovocação - seriadas de PFE matinais e vespertinas, > 20% + diferença entre valores e dividida pelo expressa em %Tratamento - manter normal - Aliviar obstrução de fluxo aéreo - Reduzir inflamação das UAS Oxigenoterapia SaOz gestantes e cardiopatas 94% Broncodilatadores 12 linha de tto pl crise aerossol dosimetrado nebulizador de fluxo continuo + Bz agonista exarcebação grave Persistência da sibilância após BD, PFE 70% UNI desconforto respiratório e hiper capnia Objetivos: adequada oxigenação, Umin suficiente pl manter pll adequado, cuidado com a pulmonar (VC, fr, v) Parâmetros: VC = Pinspmaxima Pplato L 30cm M2O Auto-peep L Fluxo = 60/100 min Bronquiectasia - e dos brônquios, em decorrência da destruição dos componentes e muscular de sua parede com supuraçãolocal muco Clevance mucocilio wimen Dano do parede Inflamaçãotroca gasosa pulmonar e CRF massa alt 1 morbidade Quadro - Tosse produtiva continua ou por periodos com expectoração -7 Escore de murray - - Toracalgia - Malitose - Dispneia - situs - - Intolerância ao e e inversos - Baqueteamento digital - Fadiga - respiratórias repetidas - pior diagnóstico - - infiltrado e marcas aumentadas favo demel ?BAIXA TOLERÁNCIA CAPACIDADE AOS EXERC. LIMITAÇÃO FUNCIONAL pl AVDS DPOC é uma condição acometendo diversos órgãos, principalmente L INATIVIDADE, os mm. 4 DISPNEIA DESCONDICIONAMENTO EM ESFORÇOS E DEPENDÊNCIA CADA VEZMENORES DO MUNICÍPIO cido de LEZA DE ASSOCIAÇÃO DOS FI CAIS AFIMAFIM ASSOCIAÇÃO DOS FISCAIS / / DO MUNICIPIO DE FORTALEZA Descondicionamento, uso alt. locaisde , físico corticoesteroides troca gasosa da concentração de enzimas oxidativas do m. esquel. AH. dos mm. esqueléticos tipo I e IIa (oxidativas) fibras Ib (metabolismo glicolitico) lactato precoce, com sobrecarga do sistema ventilatorio mesmo exercicios leves Durante a exarcebação on AF, a ventilação alveolar e preservad a pelo TR ( corrente on devido a alta demanda à pode ocorrer pulmonar adequado gerando dinâmica namento interrupção da exp por um esforco inpiratorioAula: Reabilitação Pulmonar e tipo baseada em avaliação completa seguida por Definição terapias personalizadas emgrupo treinamento físico, educação e mudanca de provover a longo prazo aos comportamentos - Treinamento ria da saúde de MMII Equipe multiprofissional Educ mais efetiva pl reducão da dispneia a em exercicio e gualidade de vida tolerância aos esforcos, sintomatologia, melhora cap. funcional e de hospitalizações, to exarcebações - Intervenção terapêutica X Intervenção Preventiva de de energia DPOC, asma, fibrose cistica, fibrose intersticial, TMR outras restritivas, doencas vasculares pulmonares, Transplante pulmonar, doenças pulm. ocupacionais Dispneia, reducão da capacidade de exercicio restrição has Suas atividades, apesar de já estarem no máximo da terapentica medicamentosa pertinente, Oxigeno Asuplementação de durante a reabilitacão pulmonar frequente- terapia mente permite umtreinamento coin maior intensidade UNI SpO2 L 92% UNI contra.balanca mecânico ventilatórias, reduz trabalho Ventilatório, manter a em niveis máximos e aumentar a tolerância ao exercício objetivo: fazer com que 0 compreenda 05 mecanismos em limitações da doenca e entender seus sinais e mas, independente. Temas que podem serabordados: sobre a condição de saúde, corretas de respiração, reconhecimento de Sinais de piora respiratoria, de higiene nutrição, medicamentos e forma de uso, intervenções psicossociais, to tabagismo, oxigenoterapi a UNITécnicas de manobras simples que devem aos pacientes: tomar banho sentado conservação sentar pl colocor e tirar sapatos de Energia subir escadas de em degrau Treinamento não é um componente essencial pl RP dos respir. realizados caso se prove que respiratorios estão contribuindo pl agravamento da dispneia inespecifica: hiperventilação durante xercicio (mm. trabalhando de 60% UM) treino convencional Forca, ADM, postura, habilidades funcionais e atividades possiveis Determinar limitações e restrições iniciais que exijam adap. de exercícios Estabelecer objetivos nd respiratória completa da postura nivel de Dispneia Teste de exercício cardio pulmonar máximo TCG e Avaliação de forca mm. resp. meaida de pico de fluxo ventilometria oximetria Teste de MMII incremental e de endurance Avaliação da QU ! V emuso betabloqueadores to podem a CONDICIONAMENTO ros na da da RP reduzir % 10min 10min 50 min1. Aquecimento - Atividade tempo pl ocorrência Requerimentos f do corpo de ajustes corporais - - Dilatacão dos capilares previamente constritos temperatura da contração, afinidade - Requeri lesoes - (6 - 15 minutos) Alongamento estático MMSS, MMII, coluna - Exercicios Exercicios de MMSS MMI' lombo ssacra. caminhada Exercícios respiratorios 2. Fase de Condicionamento Trabalha- próx. ao limiar de anaerb. de - 20 a 30min Endurance - Exercícios de grandes grupos musculares bicicleta ria, esteira, exercicios dinâmicos . Individuos com condiciamento de trinamento intervalados beneficios) Em pctes com resultados do treinamento Treinamento com intensidades mais elevadas 0 treinamento inter- valado - intensidade) tem sempre com supervisão semelhantes ao treino 0 treino intervalado é pl individuos que tem dificuldade pl atingir a intensidade a 100 do exercicio continuo em funcão de sintomatol. Efeitos as treino continuo, Devido de descanso baixa intensi- mas i melhor tolerado dade, escores sintomaticos gerados inferiores apesar da da alt carga absoluto Resumo: chega-se a mesma carga, maispermite a recuperaçãotoleráncia de da demanda de pl a mesma de trabalho methor qualidade de vida antidepressivo desensibilização da dispneia da demanda vent função da acidose lática da dispneia p/ mesma carga de trabalho mm. superiores mm Quando os pacientes Resistido exercícios de MMSS sem apoio, - Treino de m. escapular 1RM alguns escapulares capacidade e performan precisam diminuir a sua diária dispneia naventilação, que aumenta limiar anaerobico at a dispneia e MMII menor massa m Controle - FC é elevada com aumento da carga de trabalho, em com carga constante a FC atinge uma estabi- lizacao da FC entre 4 a 6 minutos após pico da ativ. - Aferir FC e PA, Borg - 1 Baseada em teste de esforco a modera- do ou máximo Intensidade de como % d a FC Icançada no teste FC = 95,58 Equivalente respiratório CO2/VO2 9,74 Limiar de anae robiose posologia Ergoespirometria- melhor to de reduzida da avaliação fisiológica determina máximo Karvonen FC de exercício determinada usando 220 dade reversa = -FCrepouso FCtreinamento FCrepouso + (60% - 90%) FCreserva ICT = 112 HH - 3 Baseada na escala de percepção de esforço (BORG) marcapasso fixo Oispneia e fadiga di MMII 12-14 - As equivalências entre asensação subjetiva 4-6 de esforço e a intensidade de exercicio poderiam resumir-se em: L 12: leve = 40-60% 12-14: moderado = do máximo > 14: forte intenso = do máximo - 4: Baseada no - Spruit - 60% da velocidade pico do TC6 - Figueiredo e - 85% da velocida - Zalnuldin et. - 80% da velocida de Sat pode - Opção 5: Baseada no boa correlação com de 88% - Egan : 60-80% do Borg durante 0 ISWT max - Greening: Velocidade de caminhada em 85% da ISWT & pos 3. de Relaxamento - salominutos retornar - Exercícios de caminhadas metabolicos leves - calistênicos leves de - Exercicios - LFC fase (70%) fase lenta (30%) para - Resposta hipertensiva da PA (PAS PAD > interrupção - Resposta hipotensiva da PASAula: congênitas 08/05/19 Entre 22° dia de implantação do cora- Embriologia cão comeca a bater e inicia a circulação sanguínea Primeiros vasos sanguineos surgem do mesoderma extra- embrionario- reveste saco vitelino externamente 20-24: dia tubo cardiaco único tubo com câmaras comunicantes em série separadas por um septo falha torção forma a torcão forma ventriculos resulta em um ventriculo atrio Septação do canal átrio-ventricular criacão das valuas mitral e coxim endocárdico sofre quimiotaxia e invaginação dos coxins dorsal e ventral e coxins laterais no a ! Septação dos átrios do lado divisão dos átrios em direito e esquerdo maior queo lado esquerdo invaginação do septo intermédio (ascende) passagem de fina membrana forame oval- chado sangue no até 30 dias após nascimento E Septação dos divisão dos ventriculos direito e esquerdo invaginação do Septo interventricular primitivo (ascendente) Invagina toda porção muscular as artérias estão Septação do tronco cone formação da aorta e pulmonar canal do lado no simultanea ao septo interventricular torção pulmonar gira direita aorta gira pl esquerdadigital de intensidade leve a Sinais ! moderada hipoxemia crônica Patologias associadas: sindromes (Down, Turner) William, noonan, marfan) Cardiopatias Anormalidades tanto na estrutura como na circulatória no nascimento Etiologia não é interações genéticas eambien- tais cardiaca na fase do perrodo embrio- nário on fetal não mistura do sangue que sobrecarga de vol. por shunt esquerda > direita sobrecarga de pressão por obstrução do sanguíneo normal com fluxo sanguineo com fluxo pulmonar aumentado interatrial CIA - Defeitos to seio venoso, defeitos do ostium primium secundum (maiscomum) AP AP com - principal hiperfluxo - Sintomas em geral aparecem na décadade vida, exceto quando a comunicação é muito ampla - Rx de tórax: AO eVD, dilatação da artéria pulmonar - cateterismo ou Tratamento - fadiga, dispneia a Hamente hipodesenvolvidas e propensas a infecção respiratoria - 0 diagnóstico é suspeitado de um sopro cardíaco de rotina Comuni cão interventricular CIV - dependente do tamanho do shunt da resistência vascular pulmonar- manifestações Clínicas relacionada paciente assintomático, sem atraso da hiper no desenvolvimento pulmo Orifícios médios : dispneia as mamadas, ganha peso da tensão propensa a infecções pulmonar Grandes desenvolvimento precoce de insuficiencia DSAV Defeitos do septo atrioventricular (2) CIA Parcial: dos orificios, pórem sem separação - Total: unica ClAe Persistência do canal arterial PCA fecha do sangue aórtico para 0 tronco pulmonar Coarctação da aorta - clínicas: muitas vezes criança e jovens em exames de rotina, é a disparidade entre PA de MMSS e MMIl Tetralogia de Fallout hipo cianóticas - Estenose pulmonar CIV - Mipertrofia ventricular direita Cavalgamento da aorta (deslocada sobre a região do - Tto Blalock- Taussing depende do gran de estenose P deslocamento da artéria subclávia desviar (4) sangue para opulmão correção total - Ausência da valua pulmonar por do Atresia pulmonar os per PCA - com ou sem CIVAtresia da Ausência da valva tricuspide - CIA e CIV - UD pouco desenvolvido Dupla viade saida do VD com Estenose pulmonar dos grandes vasos - Causa mais comum de clanótica, com DM materna - CIA e CIV permitem melhor prognôstico - mal desenvolvimento, intolerância ao ECG com hipertrofia biventricular e desvio à direita Sindrome do coração esquerdo hipoplásico - pequeno e VD mantendo circulação sistêmica e pulmonar Uso da - Atua na do canal arterial, mantendo Prostaglandina pérvio fluxo sanguíneo no sistema pulmonar, permitindo hematose do pM - Atresia pulmonar, estenose pulmonar, T4F, DUSVD, atresia coração esquerdo hipoplasticoAula Doenças restritivas - complacência do pulmão - prejuizo da inspiração - CPT, e - reversibilidade pouco on nenhuma - alt. de todos 05 volumes pulmonares OUR Fibrose - Forma especifica de pneumonia intersticial fibrosante Pulmonar Idiopatica crohica, de etiologia incerta, que ocorre primariamente em adultos mais idosos, limitada aos e da padrão histológico de pneumonia intersticial usual Etiologia - Aspiração crônica decorrente de refluxo gastroenofâgico - Diabetes mellitus - (tabagismo, gado, madeira, poeiras demetais, Agentes infecciosos (hepatitec, citomegalovirus e virus Epstein-Barr) poeiras de rochas, ,areia esilica) - Participação genetica (5% dos casos) Dano do exsudação formação alveolar e deposição Perde do progressiva do com do capaci dade Quadro - Dispneia incapacitante correlação inversa com a sobrevida Clinica Tosse incapacitante - - em velcro bases pulmonares - Baqueteamento digital - MP (fases tardias) Diagnostico - Espirometria, DLCO, SpO2 em repouso e em teste de caminhada - radidógica + volumes reticular periférico envolvendo as bases pulmona res, areas de vidro fosco capacidade RP intervaladoanatomopatológica de granulomas de cet. epitelioides podem não caseosas que evoluem para fibrose por mecanismos ainda incertos Etiologia - Desconhecida (TB) - Profissões (profissionais de professores, bombeiras, - Exposição do - - Tosse - sibilos - Dispneia -Febre, sudorese noturna, perda de astenia (TB) ! Avaliação - AH. ou difusas preferencia pl zonas Superiores e dos pulmões - opacidades reticulares, nodulares e alveolares focais - áreas de consolidação e - Tto inicial pl - Paliativo - 0,5 a 2h ou resolução do quadro respiratório caso não: UMI ou cuidados - Exarcebação aguda VC = 6mL /kg pressão de alveolar - Pressão plato ≤ - FR tempo insp evitar hipercapnia torax - Presenca de ar livre na cavidade pleural. É uma entidade apresenta diversas blebs sub pulmonar barotrauma ar extra pulmonarQuadro - Dor aguda e ipsilateral - Dispneia proporcional tamanho, vel. de - MV, expansibilidade Avaliação - Faixa de ar entre a parede torácica pleura visceral Radiológica - Obtida a expiração forcada, evidenciar to volume de no espaco pleural Tratamento - UMI - apenas com a drenagem torácica exp - fatores de risco: Pinsp, PEEP, FR quando - Pressão de L 35 usar Pressão de pico 640 drenado bor bulhas Presenca de na cavidade pleural. As variedades de derrame Pleural pleural induem mpiema, hemotoraxe que se 200ml referem a pus, sangue e linfa, respectivamente 5 - limpido, amarelo-claro coogulam ex sudatos: exames pl acompanhamento turvos ou purulentos e coagulam devido a presença Quadro profunda - Dispneia, dor pleuritica, movimento reduzido do lado ausência de sons macicez - ortostatismo, líquido tende-se a acumular nas regiões inferiores, opacidade apagamento do seio e distribui-se nos contornos com a forma de meniscoAula: Transplante Pulmonar Indicações - funcional, da tica, asobrevida estimada i de 12 -18 meses sem Tx - Idade - Condição psicossocial e familiar adequada - Boa para viver - Especificas DPOC, FPI, Fibrose de alfa -1 MPidiopática Contraindica coes Absolutas de neoplasia tratada nos últimos Zanos - - não relacionada à doença pulmonar - Disfunção de qualquer outro orgão nobre - Mepatite sem controle - TB ativa - Adicão recente à drogas Doenca grave - Falta de adesão ao tto e suporte familiar - Deformidade torácica Relativas - Idade 765a ECMO? ? - Instabilidade clínica grave - Limitação que dificulte a reabilitação ambulatorial - Colonização de dificil tto - - on severa osteoporose severa ou Doenca controlada Técnicas Bilateral sequencial com duas anastomoses brônquicas rid - uma anastomose em cada - MP e enfisema Bilateral em bloco com anastomose traqueal - MP e enfisema - Pouco usada devido à alta de deiscência ! da anastomoseUnilateral - de unico pulmão - indicado para doencas supurativas ? - Permite 2 TXP com um unico Lobar - Indicado quando tamanho do doador eo ceptor são compativeis - Lobos preferidos osinferiores - Pode ser feita por doador vivo Cardiopulmonar Indicados para pacientes com cardiopatias congênitas que cursam com MPe cujo defeito não é passivel de correção no ato do Tx Complicações - Disfunção primária do enxerto pós Tx) - Memorragias e formação de trombos - - Rejeição celular - Disfunção crônica do enxerto Avaliação - Identificação de comorbidades, gasome- tria, capacidade de exercício, impacto subjetivo da doença Tto pré-operatório - alcancar a máxima capacidade funcional permitida pela pulmonar - Estratégias: TMR, oxigenoterapia, UM; Avaliação - Fase hospitalar: UTI (2semanas) rigorosa monitoração e respiratória - tardio Fase após a altahospitalar capacidade de e impacto subjetivo da doencapós - Objetivo: facilitar a ventilação pulmonar e manter a operatório integridade osteomioarticular - estratégias: técnicas de higiene brônquica e expansão recente manejo da ventilação mecânica CVNI or VMI) precoce Tto pos - Objetivo: recuperação da capacidade funcional retorno operatório à vida social tardio - exercicio físico, TMR, UNI, RD Avaliação PO tardio - pulm. hemo- - pulmonar - dinamicae - capacidade de - capacidadede - impacto subjetivo exercicio constante - Pré PO recente - - TMR - - TMR - - Expansão - RP - - oxigenoterapia - UNI - - - -RP precoce