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Legislação e Normas 
Técnicas em 
Segurança do Trabalho 
UNIDADE I
Prof. Ricardo Calasans
 Quando iniciamos os estudos sobre legislação, importante é que o aluno tenha em 
mente a diferença entre Direito e Justiça. 
 Para isso, são indispensáveis leituras de cunho filosófico, pois dessas leituras é 
que somos preparados intelectualmente – capazes de desenvolver críticas 
fundamentadas no que seja Direito e Justiça.
 As bases filosóficas favorecem a criação de novos conceitos e interpretações que, 
por vezes, podem ser aplicados no exercício de sua profissão.
Direito e Justiça – Noções Gerais
 Lei de Talião: “olho por olho, dente por dente”.
Direito pelo Estado
Fonte: http://rafaelfernandesonlline.files.wordpress.com/2012/05/olho-
por-olho-hermes-fernandes.jpg?w=529
 A Lei de Talião já não se encaixa em nossa sociedade, porque o Estado em que 
vivemos é racional, garantindo a todos o direito à vida e, se preciso fazer o justo, 
segue-se a Lei.
Fonte: http://kdfrases.com/frases-imagens/frase-so-engrandecemos-o-nosso-direito-a-
vida-cumprindo-o- nosso-dever-de-cidadaos-do-mundo-mahatma-gandhi-147626.jpg
 O Direito é a ciência do comportamento do homem perante a sociedade. 
Entende-se como uma ciência normativa. 
 É considerado uma ciência do “dever ser”. Explica como deve ser o 
comportamento humano, e não como ele é. Considera-se imposição de normas
que são colocadas à disposição dos cidadãos.
 O Direito deve ser estudado mediante fatores históricos e sociológicos, os quais 
decorrem da observação das atitudes do homem.
Direito e Justiça
 Segundo Sebastião José Roque (1996): “A norma está expressa na própria lei, 
sendo pois automática e externa, organizada pelo Estado; nem sempre é justo, 
pois o direito é o que é; criação arbitrária do homem, por esses motivos considera-
se o Direito como Positivo, diferente do Direito Natural que: a noção de sanção 
está na mente do homem; preexiste ao homem não sendo criado por ele”. 
 A afirmativa acima diz que o Direito é diferente da norma e que ambos são 
diferentes de justiça. No entanto, às vezes tais conceitos se confundem.
Direito e Justiça
 Segundo Miguel Reale (2008): “Aos olhos do homem comum, o Direito é lei e 
ordem, isto é, um conjunto de regras obrigatórias que garante a convivência
social graças ao estabelecimento de limites à ação de cada um de seus membros. 
Direito e Justiça
Assim sendo, quem age de 
conformidade com essas 
regras comporta-se direito; 
quem não o faz, age torto”.
Fonte: Disponível em: 
 Quando se fala em Justiça, o princípio básico de seu entendimento é o respeito à 
igualdade de todos os cidadãos, concorrendo com o de um que tem o objetivo de 
manter a ordem social por meio da preservação dos direitos em sua forma legal.
 A Justiça pode ser reconhecida por mecanismos automáticos ou intuitivos nas 
relações sociais e, por isso, não significa Direito propriamente dito. 
 A Justiça tem como fundamento o Direito Natural, aquele que não está escrito e 
que pertence a cada ser.
Direito e Justiça
 Aristóteles, filósofo grego, definia justiça como sendo uma igualdade proporcional: 
tratamento igual entre os iguais, e desigual entre os desiguais,
na proporção de sua desigualdade.
 Ele reconheceu que o conceito de justiça é impreciso, sendo muitas vezes definido a 
contrariu sensu, de acordo com o que entendemos ser injusto – ou seja, 
reconhecemos com maior facilidade determinada situação como sendo injusta do 
que uma situação justa. (Ética a Nicômaco, 350 a.C.).
 Aristóteles nasceu em 384 a.C., na cidade antiga de 
Estagira, e morreu em 322 a.C.
Direito e Justiça
 Platão reconhece a justiça como sinônimo de harmonia social, relacionando 
também esse conceito à ideia de que o justo é aquele que se comporta de acordo 
com a lei. Em sua obra A república defende que o conceito de justiça abrange 
tanto a dimensão individual quanto a coletiva. 
 A justiça é uma relação adequada e harmoniosa entre as partes beligerantes de 
uma mesma pessoa ou de uma comunidade. (428 a.C., Atenas, Grécia.
348 a.C. - Atenas, Grécia).
Direito e Justiça
 Hans Kelsen apresenta a justiça como sendo uma ideia irracional; por mais 
indispensável que seja para a ação dos homens, não se trata de um conceito 
sujeito à cognição. Kelsen enxerga a justiça como sendo um julgamento subjetivo 
de valor, que não pode ser analisado cientificamente (Teoria geral das normas).
 Kelsen foi um jurista e filósofo austríaco, considerado um dos mais importantes e 
influentes estudiosos do Direito. 
 Nasceu em Praga (República Tcheca) em 1881. Morreu 
em Berkeley (EUA) em 1973.
Direito e Justiça
 Existe uma confusão conceitual entre as palavras Moral e Ética. A própria 
etimologia desses termos gera confusão porque Ética vem do grego ethos,
que significa modo de ser; e Moral tem sua origem no latim mores, e 
significa costumes.
 Ética significa o “modo de ser”; Moral significa “os costumes”.
Ética e Moral 
 Moral é um conjunto de normas que regulam o comportamento do homem em 
sociedade, e essas normas são adquiridas pela educação, pela tradição
e pelo cotidiano (“ciência dos costumes”).
 Já a palavra Ética define-se como um “conjunto de valores que orienta o 
comportamento do homem em relação aos outros homens na sociedade em que 
vive, garantindo, outrossim, o bem-estar social”, ou seja, Ética é a forma como o 
homem deve se comportar no seu meio social.
Ética e Moral 
 A Moral sempre existiu, pois todo ser humano possui a consciência moral que o 
leva a distinguir o bem do mal no contexto em que vive. Surgiu, na verdade, nas 
sociedades primitivas, nas primeiras tribos.
 A Ética teria surgido com Sócrates, pois exige maior grau de cultura. Ela investiga 
e explica as normas morais e leva o homem a agir não só por tradição, educação 
ou hábito, mas principalmente por convicção e inteligência.
 Nasceu em 469 a.C. e morreu em 399 a.C. Foi um 
filósofo ateniense do período clássico da Grécia Antiga.
Ética e Moral 
Considerando que os conceitos de Moral e Ética, ainda que diferentes, são 
constantemente utilizados como sinônimos, quais são as reais diferenças?
a) Conjunto de normas escritas e conjunto de valores sociais.
b) Conjunto de costumes e normas escritas.
c) Conjunto de costumes e tradição e cultura e conjunto de valores sociais.
d) Conjuntos de normas sociais e individuais.
e) Forma indireta de regulamentação e normas individuais.
Interatividade
Considerando que os conceitos de Moral e Ética, ainda que diferentes, são 
constantemente utilizados como sinônimos, quais são as reais diferenças?
a) Conjunto de normas escritas e conjunto de valores sociais.
b) Conjunto de costumes e normas escritas.
c) Conjunto de costumes e tradição e cultura e conjunto de valores sociais.
d) Conjuntos de normas sociais e individuais.
e) Forma indireta de regulamentação e normas individuais.
Resposta
 O Código de Ética formaliza um padrão de conduta considerado adequado para 
uma organização. Quando uma empresa decide adotar uma postura ética em seus 
relacionamentos, é muito importante que essa resolução conste de um documento 
interno, que será chamado de Código de Ética ou Código de Conduta.
 Como o Código de Ética expressa a vontade e a cultura de uma empresa, 
cada qual precisa saber o que deseja fazer e o que espera de cada um 
dos seus colaboradores.
Código de Conduta Ética
 Serve para orientar e dar diretrizes às ações de seus colaboradores, da mais alta 
administração da empresa até o empregado mais subalterno, em suas interações
com diferentes públicos com os quais interage.
Algumas formas para que a organização cumpra, ou melhor, obedeça ao Código de 
Ética estabelecido, são: 
a) treinamento dos conceitos constantes do Código; 
b) sistema de revisão e verificação do efetivo cumprimento das normas do 
Código de Ética; 
c) criação de um canal de comunicação destinadoa 
receber e a processar relatos sobre eventuais violações 
às normas traçadas no Código de Ética.
Código de Conduta Ética
 O Código de Ética, como já ressaltado, formaliza-se numa espécie de documento 
da empresa, com seus padrões éticos e morais, criando assim regras de conduta.
 A ética dentro de uma empresa significa gerir o alinhamento do comportamento 
dos seus colaboradores com um conjunto de normas que consideramos 
indispensáveis e que formam a base da cultura desejada para a corporação.
 O respeito aos Códigos de Ética depende da determinação de cada um dos 
envolvidos na organização empresarial de conhecer, seguir 
e disseminar os princípios éticos, assim como de exigir a 
sua observância por parte de todos.
Código de Conduta Ética
 A ética empresarial é o ramo da ética diretamente ligado às empresas e se refere à 
sua conduta ética, ou seja, à forma moralmente correta com que as empresas 
interagem com o seu meio envolvente.
 A ética empresarial fortalece uma empresa, melhorando a sua reputação e tendo 
também um impacto positivo nos seus resultados.
 A ética empresarial é a razão de ser de uma empresa, e as empresas que não 
funcionam de forma ética, por exemplo, tentando ganhar 
dinheiro fácil e enganando os clientes, estão condenadas 
ao fracasso.
Ética Empresarial
 Um dos grandes benefícios da ética empresarial é que ela é reconhecida e 
valorizada pelo cliente, sendo estabelecida uma relação de confiança. Essa 
relação, baseada na satisfação do cliente, vai originar lucro para a empresa, 
ajudando a que ela cumpra os seus objetivos.
No entanto, adquirir a confiança do cliente é algo que demanda certo tempo e 
pode ser perdida com algum erro cometido em nível empresarial.
Ética Empresarial
 As empresas de sucesso e em crescimento têm uma forte noção de 
responsabilidade social, criando muitas vezes programas para essa área. 
 A responsabilidade social é fruto do comportamento ético e demonstra que a 
empresa se importa, que é solidária e que não tem medo de se comprometer com 
causas sociais.
 Assim, ética e responsabilidade social muitas vezes andam de mãos dadas e são 
uma estratégia de expansão de negócios.
Ética Empresarial e Responsabilidade Social
 Responsabilidade social empresarial (RSE) é a forma de gestão empresarial que 
se define pela relação ética/moral e transparente da empresa
com todos os seus públicos (clientes, fornecedores, empregados etc.) e pelo 
estabelecimento de metas empresariais que impulsionam o desenvolvimento
sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para as 
gerações presentes e futuras, respeitando a diversidade e promovendo
a redução das desigualdades sociais.
Responsabilidade Social Empresarial (RSE) 
 Uma primeira classificação das normas do direito divide-as em dois grandes 
grupos: as de Direito Público e as de Direito Privado.
 São de Direito Público aquelas normas e atuações nas quais o Estado ou 
entidades públicas se acham presentes como tais, ou seja, exercendo seu poder. 
As normas de Direito Público podem regular ações dentro de um mesmo país, ou 
as relações do país com indivíduos. O que caracteriza essas normas é a especial 
presença do poder estatal.
Ramos do Direito: Público e Privado
 O Direito Privado se constitui das normas que regulam as relações entre pessoas 
físicas e jurídicas. Da mesma forma, são de Direito Privado as ações em que o 
Estado entra como particular, sem usar sua condição de poder.
Ramos do Direito: Público e Privado
PÚBLICO PRIVADO
INTERNO
Direito Constitucional
Direito Administrativo
Direito Penal
Direito Tributário
Direito Processual
EXTERNO
Direito Internacional 
Público
Direito Civil
Direito Comercial
Direito do Trabalho
Direito Internacional Privado
 A palavra fonte tem o significado de “lugar de onde a água surge, nasce ou jorra”. 
Nesse sentido, vamos entender de onde o Direito surge, ou seja, as formas
pelas quais ele se manifesta.
 Lei.
 Costume.
 Princípios Gerais de Direito.
 Jurisprudência.
 Doutrina Jurídica.
Fontes do Direito 
 Soluções de interesses individuais ou coletivos: intervenção pela jurisdição – papel 
do Estado.
 Contrato social = solução dos conflitos pela intervenção estatal.
 Lide: ação em juízo.
 Primeira instância: juiz/fóruns.
 Segunda instância: desembargadores/TJ.
 Terceira instância: ministros/STJ/STF.
Direito pelo Estado
 Solução consensual.
 Solução litigiosa.
 A solução consensual é mais rápida, eficaz e vantajosa para ambos. 
Direito pelo Estado
Fonte: https://www.ab2l.org.br/wp-
content/uploads/2018/08/93979-
quais-as-vantagens-de-um-
advogado-ser-mediador.jpg
 Há uma divisão temática do Direito para facilitar os ensinamentos, favorecendo a 
sua aplicação com mais eficiência.
 Direito Público: a figura do Estado entra como parte no processo, não na posição 
de particular. Aqui o Estado usa a sua condição de Poder.
 Alguns ramos do Direito Público: Direito Administrativo; Constitucional; Penal; 
Tributário; Processual Penal e Civil.
Direito Público e Direito Privado
 Direito Constitucional: normas internas estruturais de cada Estado; organização de 
Poderes; Embasam as leis infraconstitucionais; normas que montam toda
a estrutura da sociedade, além de garantir direitos fundamentais ao indivíduo.
 Direito Administrativo: normas que regulam a atividade estatal; serviços públicos 
colocados à disposição da sociedade, visando um bem comum.
 Direito Penal: normas que regulam as condutas humanas que colocam em risco 
os princípios relacionados à vida, propriedade, intimidade, 
liberdade e demais princípios que devem ser respeitados.
Direito Público e Direito Privado
 Direito Tributário: são leis reguladoras da arrecadação dos tributos (taxas, 
impostos e contribuição de melhoria), bem como de sua fiscalização. Regula as 
relações jurídicas estabelecidas entre o Estado e contribuinte.
 Direito Processual Penal e Civil: são normas que visam disciplinar como se busca 
o seu direito perante o poder judiciário, impondo regras que devem ser obedecidas 
para demonstrar o seu direito. Para entender melhor, equiparando com a profissão 
de médicos, são os instrumentos que ele deve utilizar num procedimento cirúrgico.
Direito Público e Direito Privado
 No Direito Privado, as normas tratadas são as que regulam as relações entre 
pessoas físicas e jurídicas.
 Alguns ramos do Direito Privado: Direito Civil; Direito Empresarial; Direito do 
Trabalho; Direito do Consumidor.
 Direito Civil: é o que atua por toda a vida do indivíduo, dividindo-se em parte geral, 
que traz todas as normas abrangentes desse; e a parte especial, que nos traz as
normas de assuntos específicos; direito das coisas, 
sucessões, obrigações; direito de família; contratos etc.
Direito Público e Direito Privado
 Direito Empresarial: previsto dentro do Código Civil, regulamenta as questões das 
atividades empresariais de pessoas jurídicas de direito privado. Empresa Individual 
(EIRELI e Empresário individual).
 Direito do Consumidor: legislação que trata das relações entre 
consumidores e fornecedores, que lida com conflitos de consumo 
e com os direitos dos consumidores.
 Direito do Trabalho: normas regulamentadoras entre 
empregado e empregador, são direitos resultantes da 
condição jurídica dos trabalhadores.
Direito Público e Direito Privado
A responsabilidade Social da Empresa (RSE) é a forma de gestão empresarial que 
se define: 
a) pela relação ética / moral e transparente da empresa com todos os seus públicos.
b) pelo estabelecimento de metas empresariais, sem levar em consideração o 
desenvolvimento sustentável da sociedade.
c) pela preservação dos recursos ambientais utilizados pela empresa.
d) somente pelos recursos culturais para as gerações presentes e futuras.
e) somente por ações inovadoras para o alcance do sucesso profissional.
Interatividade
A responsabilidadeSocial da Empresa (RSE) é a forma de gestão empresarial que 
se define: 
a) pela relação ética / moral e transparente da empresa com todos os seus públicos.
b) pelo estabelecimento de metas empresariais, sem levar em consideração o 
desenvolvimento sustentável da sociedade.
c) pela preservação dos recursos ambientais utilizados pela empresa.
d) somente pelos recursos culturais para as gerações presentes e futuras.
e) somente por ações inovadoras para o alcance do sucesso profissional.
Resposta
 Matéria obrigatória em diversos cursos, norteando os interesses do Estado e das 
pessoas que formam seu povo.
 O Direito Constitucional é a voz da cidadania, pois trata da garantia e dos direitos 
fundamentais às pessoas.
Nossa atual Constituição é classificada da seguinte maneira:
 formal;
 escrita;
 dogmática;
 promulgada; 
 rígida;
 analítica.
Direito Constitucional
Espécies de poder constituinte
 Poder constituinte originário: cria a Constituição e elabora as posteriores.
 Poder constituinte derivado: é o poder que provém da própria Constituição.
a) Constituinte derivado reformador: responsável pela alteração do texto 
constitucional (Congresso Nacional);
b) Constituinte derivado decorrente: autonomia para, 
por meio de suas próprias constituições, se 
organizarem (Estados).
Direito Constitucional
Elementos do Estado
 Território: espaço físico delimitado por fronteiras.
 Povo: número determinado ou não de indivíduos que habitam no território.
 Soberania: poder de um país de dizer e aplicar o Direito dentro de seu território.
A Organização do Estado Brasileiro
Entidades Federativas
 União: age em nome de toda a federação; entidade federativa autônoma.
 Estados-membros: “auto-organizam-se” pelo exercício do poder constituinte 
derivado decorrente, por meio de constituições estaduais, desde que respeitados
os princípios constitucionais.
 Municípios. 
 Distrito Federal.
A Organização do Estado Brasileiro
Estão previstos na Constituição Brasileira de 1988 e podemos citar alguns:
 Princípio da Legalidade: diz respeito às Leis.
 Princípio da Igualdade: tratar todos os iguais de forma igual e os desiguais 
desigualmente; não deve fazer qualquer discriminação.
 Dignidade da Pessoa Humana: direito de acesso às condições mínimas de 
uma vida digna.
 Moralidade: a Administração Pública fica obrigada a 
demonstrar transparência e probidade em seus atos.
Princípios Gerais Constitucionais
 Os direitos e garantias fundamentais se constituem num amplo rol em que estão 
inseridos os direitos de defesa do indivíduo perante o Estado, os direitos
políticos, os relativos à nacionalidade e os direitos sociais, dentre outros.
 Os direitos fundamentais têm por finalidade proteger a dignidade da pessoa 
humana em todas as dimensões.
Direitos e Garantias Fundamentais dos Cidadãos
Características dos direitos fundamentais: 
 historicidade; 
 universalidade;
 limitabilidade; 
 concorrência; 
 irrenunciabilidade.
Direitos Fundamentais
A doutrina reconhece quatro níveis de direitos fundamentais:
 Primeira Geração: são os direitos de defesa do indivíduo perante o Estado (direito 
à vida; à intimidade etc.).
 Segunda Geração: são aqueles que tratam de satisfazer as necessidades mínimas 
para que haja dignidade e respeito à vida humana.
Direitos Fundamentais – Gerações
 Terceira Geração: são aqueles relativos à existência do ser humano, ao destino da 
humanidade, à solidariedade (à paz, à preservação do meio ambiente).
 Quarta Geração: são temas relacionados ao Biodireito, tais como 
células-troncos, organismos modificados geneticamente, reprodução 
assistida e identificação sexual.
Direitos Fundamentais – Gerações
 Poder Legislativo.
 Poder Executivo.
 Poder Judiciário. União:
Congresso Nacional
Quanto ao poder Legislativo: Câmaras dos Deputados
Senado Federal
Estados membros
Deputados Estaduais
Municipal
Vereadores
Separação de Poderes
Poder Executivo
 A função típica desse poder é o exercício da chefia de Estado, da chefia de 
governo e da administração geral do Estado.
 Dentre os poderes inerentes ao Executivo, as chamadas funções atípicas, estão o 
ato de legislar e o de julgar contencioso administrativo.
Separação de Poderes
Poder Judiciário
 Para completar a tripartição dos poderes, ao Poder Judiciário cabe a função 
jurisdicional, que consiste na aplicação da lei a um caso concreto, que lhe é 
apresentado como resultado de um conflito de interesses. Por outro lado, o 
Poder Judiciário também possui atribuições atípicas de natureza administrativa 
e legislativa.
Separação de Poderes
Os Direitos Fundamentais são limitações impostas pela soberania popular aos 
poderes constituintes para salvaguardar interesses essenciais à pessoa
humana. Entende-se como Primeira Geração dos Direitos Fundamentais:
a) o direito à vida.
b) o direito à alimentação.
c) o direito à paz.
d) o direito à preservação do meio ambiente.
e) o direito à reprodução assistida e à identidade sexual.
Interatividade
Os Direitos Fundamentais são limitações impostas pela soberania popular aos 
poderes constituintes para salvaguardar interesses essenciais à pessoa
humana. Entende-se como Primeira Geração dos Direitos Fundamentais:
a) o direito à vida.
b) o direito à alimentação.
c) o direito à paz.
d) o direito à preservação do meio ambiente.
e) o direito à reprodução assistida e à identidade sexual.
Resposta
São direitos garantidos a todos os cidadãos. São direitos sociais porque atingem 
toda a sociedade em todos os âmbitos: 
 a educação;
 a saúde; 
 a alimentação;
 o trabalho; 
 a moradia;
 o lazer,
 a segurança, 
 a previdência social, 
 a proteção à maternidade e à infância;
 a assistência aos desamparados.
Direitos Sociais – Constituição Federal
Os direitos sociais “se realizam pela execução de políticas públicas, destinadas a 
garantir amparo e proteção social aos mais fracos e mais pobres; ou seja, àqueles 
que não dispõem de recursos próprios para viver dignamente.”
COMPARATO, Fábio Konder. A afirmação histórica dos direitos humanos. 7ª ed. rev. 
e atual. São Paulo: Saraiva, 2010, p. 77.
Direitos Sociais – Constituição Federal
Educação
 O direito à educação tem previsão legal nos artigos 6º e 205 da
Constituição Federal. 
 O Estado tem o dever de promover políticas públicas de acesso à educação de 
acordo com os princípios elencados na própria CF (art. 206), e, por expressa 
disposição, obriga-se a fornecer o ensino fundamental gratuito (art. 208, § 1º).
Direitos Sociais em Espécies
Saúde
É um direito fundamental que comporta duas vertentes:
 uma, de natureza negativa, que consiste no direito a exigir do Estado (ou de 
terceiros) que se abstenha de qualquer ato que prejudique a saúde; 
 outra, de natureza positiva, que significa o direito às medidas e prestações 
estaduais visando à prevenção das doenças e ao tratamento delas.
Direitos Sociais em Espécies
Moradia
 O direito à moradia não é necessariamente direito a uma casa própria, mas sim a 
um teto, um abrigo em condições adequadas para preservar a intimidade pessoal 
dos membros da família.
 Quer significar uma habitação digna e adequada. Não há dúvidas de que a casa 
própria seria o meio mais efetivo de se concretizar o direito à moradia, todavia, 
esta não é a realidade social vigente.
Direitos Sociais em Espécies
Trabalho
 O direito ao trabalho é o meio mais expressivo de se obter uma existência digna. 
 Deve ser respeitado um dos princípios mais significativos da constituição federal: o 
da dignidade humana. 
 Está previsto na Constituição Federal de 1988 como um 
direito social, e não mais como uma obrigação social.
Direitos Sociais em Espécies
Lazer
 Está relacionado com o direito ao descanso dos trabalhadores, ao resgate de 
energias para a retomada das atividades.
Alimentação
 É um direito recentemente incluído na Constituição brasileira.Passou a figurar 
como direito social no artigo 6º da Constituição Federal, após a Emenda 
Constitucional nº 064/2010, que incluiu o direito à alimentação entre os direitos 
sociais individuais e coletivos.
Direitos Sociais em Espécies
Segurança
 A segurança pública consiste numa situação de preservação ou restabelecimento 
dessa convivência social que permite que todos gozem de seus direitos
à defesa de seus legítimos interesses. 
 Comentário contextual à Constituição. 8ª ed. atual. até a Emenda Constitucional 
70, de 22.12.2011. São Paulo: Malheiros Editores, 2012, p. 649.
Direitos Sociais em Espécies
Previdência Social
 Prestações previdenciárias podem ser de dois tipos.
Os benefícios são prestações pecuniárias para: 
a) aposentadoria por invalidez, por velhice e por tempo de contribuição;
b) nos auxílios por doença, maternidade, reclusão e funeral;
c) no salário-desemprego;
d) na pensão por morte do segurado.
 Os serviços são prestações assistenciais: médica, 
farmacêutica, odontológica, hospitalar, social e de 
reeducação ou readaptação profissional.
Direitos Sociais em Espécies
Proteção à Maternidade e à Infância
 Está inserido como um direito previdenciário e como
direito assistencial, pois está prevista a licença à gestante.
Assistência aos Desamparados
 A Constituição Federal estabelece que a assistência social será prestada 
aos necessitados, independentemente de contribuírem ou não com a 
previdência social.
Direitos Sociais em Espécies
Os direitos sociais “se realizam pela execução de políticas públicas, destinadas a 
garantir amparo e proteção social aos mais fracos e mais pobres; ou seja, àqueles 
que não dispõem de recursos próprios para viver dignamente.
Qual das alternativas abaixo é considerada direito social?
a) Direito à vida.
b) Direito à alimentação.
c) Direito à paz.
d) Direito à preservação do meio ambiente.
e) Direito à reprodução assistida e à identidade sexual.
Interatividade
Os direitos sociais “se realizam pela execução de políticas públicas, destinadas a 
garantir amparo e proteção social aos mais fracos e mais pobres; ou seja, àqueles 
que não dispõem de recursos próprios para viver dignamente.
Qual das alternativas abaixo é considerada direito social?
a) Direito à vida.
b) Direito à alimentação.
c) Direito à paz.
d) Direito à preservação do meio ambiente.
e) Direito à reprodução assistida e à identidade sexual.
Resposta
ATÉ A PRÓXIMA!

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