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APOSTILA AULA PRÁTICA 2: BIOMECÂNICA APLICADA AO ESPORTE 
Profa. Katia Brandina 
Supino variando a empunhadura 
Represente os torques resistentes do ombro e cotovelo na 
figura abaixo: 
Represente os torques resistentes do ombro e cotovelo na 
figura abaixo: 
 
FIGURA 1 
R: Força resistente. 
∆j: eixo articular do ombro. 
BARj: Braço de alavanca resistente do ombro. 
∆q: eixo articular do cotovelo. 
BARq: Braço de alavanca resistente do cotovelo. 
 
FIGURA 2 
R: Força resistente. 
∆j: eixo articular do ombro. 
BARj: Braço de alavanca resistente do ombro. 
∆q: eixo articular do cotovelo. 
BARq: Braço de alavanca resistente do cotovelo. 
Plano e o eixo do movimento: 
 
 
Nomes dos músculos agonistas da articulação do ombro: 
 
 
 
Nomes dos músculos agonistas da articulação do cotovelo: 
 
 
 
Produção de força muscular na primeira repetição do movimento: 
 
 
 
 
 
Comprometimento do uso do componente elástico: 
 
 
 
 
 
Ao analisar as duas condições do movimento, Mausehund et al (2022) verificaram que a média do pico de momento (força 
rotacional) no ombro na figura 1 foi de 69,6±31,5Nm e no cotovelo foi de 26,5±10,2Nm; enquanto, a mesma medida para o ombro 
na figura 2 foi de 57,0±24,9Nm e no cotovelo foi de 31,4±12,1Nm. Por que tais valores mudaram de uma condição do exercício 
para a outra? 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Plano transversal eixo longitudinal 
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Deltoide anterior e peitoral maior 
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Tríceps braquial 
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A partir da 1° repetição do movimento já tem força máxima porque 
Já usa componente elástico 
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Pausar na posição final contração excêntrica e concêntrica 
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Distâncias do posicionamento da mão referente a barra muda a contração muscular e a resistência

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