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1- Paciente 65 anos, gênero feminino, procurou a clínica da UnG para tratamento odontológico. Foi relatado boas 
condições gerais e orais do paciente, sendo necessária a confecção de uma coroa total metálica no elemento 
17. Paciente não apresenta para função ou quaisquer outros problemas de ordem oclusal. Sabendo das 
informações acima, qual o tipo de término de preparo mais indicado para esse tipo de reabilitação? Requer 
resposta. Opção única. 
A) Término em 1350 
B) Ombro biselado 
C) Chanfro Simples 
D) Chanfro Largo Biselado 
E) Chanfro Largo 
 
2- Resistência e retenção são propriedades distintas e interligadas, porém essenciais para a longevidade de um 
retentor e sucesso protético. O que é estabilidade em PPF? Requer resposta. Opção única. 
A) É a capacidade que o retentor deve possuir para se opor às forças que tentem deslocá-lo no sentido oposto 
ao do eixo de inserção 
B) É a capacidade que o retentor deve possuir para se opor às forças que tentem deslocá-lo no sentido do eixo 
de inserção. 
C) É a capacidade que o retentor deve possuir para resistir às forças horizontais ou tangenciais obliquas que 
tentem fixá-lo. 
D) É a capacidade que o retentor deve possuir para resistir às forças horizontais ou tangenciais obliquas 
que tentem deslocá-lo. 
E) NDA 
 
3- Os princípios mecânicos é que garantem as características do preparo da prótese parcial fixa para que fique 
retida ao dente, que seja resistente ao deslocamento e, ainda, que suporte os esforços mastigatórios. Existe 
uma relação entre a conicidade e retenção no preparo para receber coroas totais. Assinale a alternativa que 
representa corretamente essa relação. Requer resposta. Opção única. 
A) se a conicidade diminui, a retenção diminui. 
B) se a conicidade aumenta, a retenção diminui. 
C) se a conicidade aumenta, a retenção fica estável. 
D) se a conicidade aumenta, a retenção aumenta. 
E) se a conicidade tende a zero, a retenção diminui. 
 
4- A integração Pério-Prótese se faz necessário devido à localização dos términos dos preparos. Devemos sempre 
respeitar o Espaço Biológico, pois sabemos que a invasão à aderência epitelial pode acarretar em sérios 
problemas ao conjunto. O limite gengival dos preparos protéticos com necessidade estética deve ser, 
preferencialmente: Requer resposta. Opção única. 
 
A) Gengival 
B) supra-gengival 
C) ombro gengival por lingual 
D) sub-gengival 
E) ombro sub-gengival por mesial 
 
5- Uma coroa metalocerâmica tem como vantagem seu recobrimento esté co, devido à colocação de um material 
de reves mento, no entanto como desvantagem, podemos citar a o maor desgaste, devido a porcelana de 
cobertura. No preparo de uma coroa metalocerâmica posterior, na face oclusal, devemos desgastar: Requer 
resposta. Opção única. 
A) 2,0 mm na cúspide de balanceio e 1,5 mm na cúspide de suporte. 
B) 1,5 mm na cúspide de balanceio e 1,0 mm na cúspide de suporte. 
C) 1,0 mm na cúspide de balanceio e 1,5 mm na cúspide de suporte. 
D) 1,5 mm na cúspide de balanceio e 2,0 mm na cúspide de suporte. 
E) 2,5 mm na cúspide de balanceio e 1,5 mm na cúspide de suporte. 
 
6- Nos preparos de dentes para coroas metalo-ceramicas, deve-se biselar as cúspides:Requer resposta. Opção 
única. 
A) Ves bulares dos molares superiores e ves bulares dos molares inferiores. 
B) Pala nas dos molares superiores e linguais dos molares inferiores. 
C) Ves bulares dos molares superiores e linguais dos molares inferiores. 
D) Pala nas dos molares superiores e ves bulares dos molares inferiores. 
E) Ves bulares e pala nas dos molares superiores e ves bulares e linguais dos molares inferiores. 
 
7- Um dos fatores que devemos nos atentar quando es vermos fazendo o preparo para uma metaloceramica 
anterior é a quan dade de desgaste na margem incisal do preparo de um incisivo central superior para coroa 
metalocerâmica, como preconizado por Shilligburg et al. (2007), qual deve ser a quan dade exata para esse 
desgaste? Requer resposta. Opção única. 
A) 0,5 
B) 1,0 
C) 1,5 
D) 2,0 
E) 2,5 
 
8- Latrogenia é uma complicação causada como resultado de um tratamento médico. O termo deriva do grego e 
significa de origem médica, e aplica-se a conceitos ruins. Um fator iatrogênico durante um preparo proté co 
será: Requer resposta. Opção única. 
A) refrigeração adequada. 
B) uma broca com bom rendimento de corte 
C) o pouco calor gerado 
D) o ressecamento da den na 
E) a rotação com tripla refrigeração 
 
9- Paciente de 57 anos género masculino, procurou a clínica de odontologia da UnG, para fazer a reabilitação do 
dente 35. Foi realizado o exame clínica, anamnese e exame radiográfico e foi visto que estava em perfeitas 
condições de se realizar o trabalho. Sabendo disso cite os passos para a realização desse trabalho. 
RESPOSTA: 
O passo a passo do procedimento com metalo –ceramica: 
 passo: Sulco de orientação oclusal com broca 1014, profundidade de uma broca inteira; Sulco de orientação 
horizontal, profundidade ½. Posiciona a broca 1mm da gengiva marginal. 
 2 passo: Sulcos de orientação profundidade cúspides de suporte 1,5mm; Cúspides de corte 1,0mm. 
Respeitar a anatomia oclusal; Usar a broca 4138. 
 3 passo: Desgaste na face oclusal com broca 4138/3139 para eliminar as cristas marginais. 
 4 Passo: Sulcos de orientação com profundidade suficiente para conseguir fazer o chanfro simples e 
expulsividade correta. Usar broca 4138, e respeitar o desgaste em dois planos. 
 5 passo: Desgaste de face ves bular no terço cervical; Aprofundar toda ponta da broca (½ mm). Usar a 
broca 3139/4138. 
 6 passo: Desgaste da face ves bular e lingual no terço oclusal. 
 7 passo: Desgaste proximal da área de contato, com a broca 2200. 
 8 passo: Desgaste da face proximal, com brocas 3139/4138. 
 9 passo: Bisel e acabamento com a broca 1112F 
 
10- Uma coroa metalo-ceramica tem como vantagem a esté ca superior, visto que é reves da por um material 
esté co por todas as suas faces, no entanto como desvantagem, podemos citar a o maior desgaste comparado 
às outras reabilitações. Cite as quan dades de desgaste corretas para cada face em um preparo para uma coroa 
metalo-ceramica no elemento 36. 
RESPOSTA: 
Axiais:1,5mm 
Cúspides de trabalho (VIPS):2,0mm 
Cúspides de balanceio:1,5mm 
 
11- Os retentores indiretos impedem que a PPR de extremidade livre classe I ou II de Kennedy faça movimentos 
rotacionais dis ntos daqueles planejados durante a etapa de planejamento. 
A localização ideal dos retentores indiretos: 
A) Deve resis r ao movimento rotacional distal quando da aplicação de tração na sela de extremidade livre. 
B) Não deve perpetuar a trajetória de inserção. 
C) Deve resis r ao movimento rotacional mesio distal quando da aplicação de tração na sela de extremidade 
livre. 
D) Deve estar posicionada perpendicularmente ao fulcro, equidistante dos dois dentes suporte e aplicada o 
mais anterior possível. 
E) NDA 
 
12- A invasão do espaço biológico, durante um preparo de um pilar para PPF, pode acarretar em problemas 
periodontais ao paciente. Nessa perspec va, analise as indicações a seguir. 
 
I – A invasão, durante a confecção de um pilar, de menos de 0,69mm comprometerá a aderência epitelial, 
causando danos ao espaço biológico 
II - A invasão, durante a confecção de um pilar, de mais de 0,69mm comprometerá a aderência epitelial, 
causando danos ao espaço biológico 
III – Um preparo subgengival, em todos os casos, comprometerá a integridade do espaço biológico, causando 
danos ao paciente 
IV - Para preparos não esté cos, se faz necessária a confecção do término cervical em uma posição 
subgengival. 
V – Em preparos esté cos, se faz necessário a confecção do término cervical em uma posição subgengival. 
 
Estão corretas apenas as indicações descritas em: 
A) III e V 
B) I e V 
C) II e IV 
D) I e IV 
E) NDA 
 
13- Com relação ao procedimento de cimentação de uma PPF com fosfato de zinco, é correto afirmar que: 
A) O preenchimento total das partes internas de uma coroa total com o cimento produz menosdiscrepâncias de assentamento do que quando se preenche a coroa até a metade. 
B) O ideal é a u lização de bloco de espatulação. 
C) Inicia-se a espatulação, agregando-se ao líquido a metade da quan dade total de pó a ser u lizada, 
seguida da inclusão de pequenas porções. 
D) A espatulação deve ser feita sobre uma pequena área da placa de vidro. 
E) NDA 
 
14- O tempo necessário para vazar o gesso em uma moldagem vai depender do material u lizado. Quando se 
u liza hidrocolóide irreversível, a vazagem do gesso 
ocorre: 
a) Após 30 minutos. 
b) Após 60 minutos. 
c) Em até sete dias, se for man do seco. 
d) Imediatamente 
e) nda 
 
15- A propriedade que os materiais de moldagem possuem de voltar à dimensão original após sofrer deformação é 
chamada de: 
a) Fidelidade de reprodução. 
b) Presa. 
c) Rigidez estrutural. 
d) Recuperação elás ca. 
e) nda 
 
16- Após a entrega da PPR, algumas alterações podem ocorrer nos intervalos entre as manutenções. Diante disso, 
algumas queixas podem surgir com o uso da prótese pelo paciente, tais como: 
a) Sensação de ardência na boca, devido aos movimentosde báscula. 
b) Ulcerações na crista do rebordo, devido a contatos prematuros. 
c) Rigidez no dente suporte, devido aos movimentos deatrição da prótese. 
d) Afrouxamento da prótese, devido à sobrextensão da borda da prótese. 
e) nda 
 
17- Dependendo do po de material de moldagem escolhido para o trabalho, algumas caracterís cas devem ser 
observadas. Entre os materiais de moldagem abaixo, qual não deve ser manipulado com luvas de latex: 
a) hidrocolóide reversível 
b) silicona de condensação 
c) hidrocolóide irreversível. 
d) godiva. 
e) silicona de adição. 
 
18- Durante a confecção de um pilar em prótese fixa, devemos levar em consideração a posição final do término 
em relação ao periodonto, de acordo com a região a ser trabalhada e ao perfil gengival. 
O limite gengival dos preparos proté cos esté cos deve ser: 
a) sub-gengival 
b) extra-gengival 
c) supra-gengival 
d) ombro gengival por lingual 
e) nda 
 
19- 9. Paciente 32 anos, gênero masculino, procurou a clinica da UnG para tratamento odontológico. Foi relatado 
boas condições gerais e orais do paciente, sendo necessária a confecção de uma coroa metalocerâmica no 
elemento 14. Paciente não apresenta parafunção ou quaisquer outros problemas de ordem oclusal. Sabendo 
das informações acima, qual o po de término de preparo mais indicado para esse po de reabilitação? 
RESPOSTA: 
Para a confecção de uma coroa metalocerâmica no elemento 14, o po de término de preparo mais indicado 
é o término em bisel ou em chamfer. 
O término em bisel proporciona uma boa adaptação da cerâmica e uma esté ca melhor, enquanto o término 
em chamfer é mais conservador e também permite uma adequada retenção e resistência para a coroa. 
Ambos são adequados, mas a escolha pode depender de fatores como a quan dade de estrutura dental 
remanescente e a preferência do clínico. Em geral, o chamfer é amplamente u lizado por suas vantagens em 
reabilitações metalocerâmicas. 
 
20- 10. As coroas metalocerâmicas cons tuem uma alterna va para a reabilitação proté ca aos pacientes, 
devolvendo além da função, a esté ca. Sabendo disso, quais os mecanismos de união da porcelana ao copping 
metálico? 
RESPOSTA: 
A união da porcelana ao coping metálico nas coroas metalocerâmicas ocorre por meio de três principais 
mecanismos: 
Adesão Mecânica: A super cie do metal é rugosa e preparada para aumentar a área de contato, permi ndo 
que a porcelana se interlocke nas irregularidades, garan ndo uma melhor retenção. 
Adesão Química: O óxido metálico formado na super cie do coping (geralmente óxido de níquel, cromo ou 
tânio) interage quimicamente com a porcelana, promovendo uma ligação mais forte entre os materiais. 
Tensão de Retração: Durante o resfriamento da porcelana, ocorre uma contração que gera tensões de 
compressão na interface metal-porcelana, ajudando a estabilizar a união. 
Esses mecanismos em conjunto garantem uma boa resistência e durabilidade das coroas metalocerâmicas, 
tanto em termos funcionais quanto esté cos. 
 
 
21- Os princípios mecânicos é que garantem as caracterís cas do preparo da prótese parcial fixa para que fique 
re da ao dente, que seja resistente ao deslocamento e, ainda, que suporte os esforços mas gatórios. Existe 
uma relação entre a conicidade e retenção no preparo para receber coroas totais. Assinale a alterna va que 
representa corretamente essa relação. Requer resposta. Opção única. 
A) se a conicidade diminui, a retenção diminui. X 
B) se a conicidade aumenta, a retenção diminui. 
C) se a conicidade aumenta, a retenção fica estável. X 
D) a conicidade aumenta, a retenção aumenta. X 
E) se a conicidade tende a zero, a retenção diminui. 
 
22- Uma coroa metalocerâmica tem como vantagem seu recobrimento esté co , devido à colocação de um 
material de reves mento, no entanto como desvantagem, podemos citar a o maor desgaste, devido a 
porcelana de cobertura. No preparo de uma coroa metalocerâmica posterior, na face oclusal, devemos 
desgastar: 
A) 2,0 mm na cúspide de balanceio e 1,5 mm na cúspide de suporte. 
B) 1,5 mm na cúspide de balanceio e 1,0 mm na cúspide de suporte. 
C) 1,0 mm na cúspide de balanceio e 1,5 mm na cúspide de suporte. 
D) 1,5 mm na cúspide de balanceio e 2,0 mm na cúspide de suporte. 
E) 2,5 mm na cúspide de balanceio e 1,5 mm na cúspide de suporte. 
 
23- Nos preparos de dentes para coroas metalo-ceramicas, deve-se biselar as cúspides: 
A) Ves bular dos molares inferiores e pala na dos molares superiores 
B) Ves bulares dos molares superiores e ves bulares dos molares inferiores. 
C) Pala nas dos molares superiores e linguais dos molares inferiores. 
D) Ves bulares dos molares superiores e linguais dos molares inferiores. 
E) Pala nas dos molares superiores e ves bulares dos molares inferiores. 
F) Ves bulares e pala nas dos molares superiores e ves bulares e linguais dos molares inferiores. 
 
24- Um dos fatores que devemos nos atentar quando es vermos fazendo o preparo para uma metaloceramica 
anterior é a quan dade de desgaste na margem incisal do preparo de um incisivo central superior para coroa 
metalocerâmica, como preconizado por Shilligburg et al. (2007), qual deve ser a quan dade exata para esse 
desgaste? 
A) 0,5mm 
B) 1,0mm 
C)1,5mm 
D)2,0mm 
E)2,5mm 
 
25- Latrogenia é uma complicação causada como resultado de um tratamento médico. O termo deriva do grego e 
significa de origem médica, e aplica-se a conceitos ruins. Um fator iatrogênico durante um preparo proté co 
será: 
 
A) refrigeração adequada. x 
B) uma broca com bom rendimento de corte 
C) o ressecamento da den na 
D) o pouco calor gerado x 
E) alta rotação com tripla refrigeração 
26- Uma das técnicas mais populares de construção de núcleos para dentes desvitalizados é a confecção de núcleos 
metálicos fundidos. Contudo, essa forma de reconstrução apresenta algumas desvantagens, como a 
necessidade de maior número de sessões clínicas, envolvimento de procedimentos laboratoriais e custo mais 
elevado. Considerando o texto acima, são indicações para a confecção de núcleos metálicos fundidos: 
A) Grandes destruições por cárie 
B) Excessivo volume do conduto radicular 
C) Relação raiz clínica/coroa clínica menor que 1:1 
D) Raízes remanescentes com den na amolecida por cárie 
E) NDA 
 
27- A integração Pério-Prótese se faz necessário devido à localização dos términos dos preparos. Devemos sempre 
respeitar o Espaço Biológico, pois sabemos que a invasão à aderência epitelial pode acarretar em sérios 
problemas ao conjunto. O limite gengival dos preparos proté cos sem necessidade esté ca deve ser, em um 
paciente com higienização deficiente, preferencialmente: 
A) Gengival 
B) supra-gengival 
C) ombro gengival por lingual 
D) sub-gengival 
E) ombro sub-gengival por mesial 
 
28- A invasão do espaço biológico, durante um preparo de um pilar para PPF, pode acarretar em problemas 
periodontais ao paciente. Nessa perspec va,analise as indicações a seguir: 
 I – A invasão, durante a confecção de um pilar, de menos de 0,69mm comprometerá a aderência epitelial, 
causando danos ao espaço biológico 
II - A invasão, durante a confecção de um pilar, de mais de 0,69mm comprometerá a aderência epitelial, 
causando danos ao espaço biológico 
III – Um preparo subgengival, em todos os casos, comprometerá a integridade do espaço biológico, causando 
danos ao paciente 
IV - Para preparos não esté cos, se faz necessária a confecção do término cervical em uma posição 
subgengival. 
V – Em preparos esté cos, se faz necessário a confecção do término cervical em uma posição subgengival. 
Estão corretas apenas as indicações descritas em: 
 
A) III e V 
B) II e V 
C) I e IV 
D) II e IV 
E) NDA 
 
29- Retentores indiretos são essenciais em casos de pouca retenção coronária para confecção de um pilar 
proté co. O preparo de um núcleo metálico no conduto radicular: 
A) independe da profundidade para ter retenção 
B) deve ter a profundidade de 1/3 da raiz clínica, preferencialmente. 
C) deve ter a profundidade de 2/3 da raiz clínica, preferencialmente. 
D) deve ter a profundidade de 3/3 da raiz clínica, preferencialmente. 
E) NDA 
 
30- O espaço biológico é de suma importância para a longevidade dos trabalhos proté cos. Sendo assim, podemos 
defini-lo como a distância compreendida entre..............................e o topo............................................ 
A) porção do preparo cavitário/ do sulco gengival 
B) margem gengival/ da crista óssea alveolar 
C) porção do sulco/ dos ligamentos periodontais 
D) porção supra-sulcular/ dos ligamentos periodontais 
E) NDA 
 
31- Para um preparo adequado de um pilar proté co, devemos levar vários fatores em consideração, entre eles a 
retenção. Uma boa retenção em um preparo proté co está relacionada. 
A) a maior quan dade de cimento 
B) contraposição de paredes 
C) a pouca altura do preparo 
D) independente da quan dade de preparo 
E) NDA 
 
32- Um preparo proté co deve possuir certas caracterís cas, dentre elas a expulsividade, o que também podemos 
chamar de conicidade. Entretanto, essa conicidade deve ser controlada. O preparo para coroa metalocerâmica 
tem paredes axiais com ......... graus de ................................. para oclusal. 
RESPOSTA: 
O preparo para coroa metalocerâmica, tem paredes axiais com 6 graus de convergência para oclusal. 
 
33- Uma coroa total metalica tem como vantagem seu menor desgaste, devido à colocação de apenas um material 
de reves mento, no entanto como desvantagem, podemos citar a esté ca prejudicada, devido a cor do 
material. No preparo de uma coroa total metálica posterior, quanto em volume devemos desgastar na face 
oclusal? 
RESPOSTA: Em uma coroa total metálica posterior, devo desgastar na face oclusal, em volume da seguinte 
maneira: Na Cúspide de suporte, o desgaste é maior ( 1, 5mm) e na cúspide de balanceio é menor ( 1,mm).

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