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DIREITO PENAL
Nidal Ahmad
Arnaldo Quaresma
Letícia Neves
Mauro Stürmer
1. Revisão Turbo - Parte I..............................................................................................
2. Revisão Turbo - Parte II............................................................................................
3. Revisão Turbo - Parte III...........................................................................................
12
30
38
 
Revisão Turbo
2ª FASE OAB | PENAL | 45º EXAME
SUMÁRIO
Olá, aluno(a). Este material de apoio foi organizado com base nas aulas da Revisão Turbo do curso preparatório para a 2ª Fase OAB. Além disso, recomenda-se
que o aluno assista as aulas acompanhado da legislação pertinente.
Bons estudos, Equipe Ceisc.
Atualizado em janeiro de 2026
Assuntos cobrados no Exame de Ordem
Peças 
 Exame Peça
43°
42º
41º
40º
39º
38º
37º
36º
35º
XXXIV
XXXIII
XXXII
XXXI
XXX
XXIX
Contrarrazões de Apelação
Resposta à Acusação
Recurso de Apelação 
Recurso de Apelação
Recurso de Apelação
Agravo em Execução
Memoriais
Resposta à Acusação
Apelação
Recurso em Sentido Estrito
Apelação
Memoriais
Recurso em Sentido Estrito
Recurso de Apelação
Agravo em Execução
 
03
44º Apelação no JECRIM
Assuntos cobrados no Exame de Ordem
XXVIII
XXVII
XXVI
XXV (POA)
XXV
XXIV
XXIII
XXII
XXI
XX
XIX
XVIII
XVII
XVI
XV
XIV
Recurso em Sentido Estrito
Contrarrazões de Apelação/Razões do Apelado
Memoriais 
Recurso de Apelação
Resposta à Acusação
Agravo em Execução
Memoriais
Recurso de Apelação
Resposta à Acusação 
Memoriais
Contrarrazões de Apelação 
Recurso de Apelação
Memoriais 
Agravo em Execução
Queixa-Crime 
Memoriais
 
 Exame Peça
04
Assuntos cobrados no Exame de Ordem
XIII
XII
XI
X
IX
VIII
VII
VI
V
IV
2010.3
2010.2
Recurso de Apelação
Recurso de Apelação 
Recurso em Sentido Estrito 
Revisão Criminal
Memoriais 
Resposta à acusação
Apelação como Assistente de Acusação 
Pedido de Relaxamento de Prisão 
Recurso de Apelação
Recurso de Apelação
Recurso em Sentido Estrito 
Resposta à Acusação
 Exame Peça
05
Assuntos cobrados no Exame de Ordem
Peças 
0 2 4 6 8 10 12 14
Apelação
Memoriais
Recurso em Sentido Estrito
Resposta à Acusação
Agravo em Execução
Contrarrazões de Apelação
Queixa-crime
Revisão Criminal
Relaxamento de Prisão
Apelação como Assistente de Acusação
06
Assuntos cobrados no Exame de Ordem
Temas cobrados nas peças
Quantidade
de exames Temas
80
32
32
23
20
15
13
8
7
6
5
4
4
Teoria da Pena
Crimes em espécie
Tipicidade
Princípios
Nulidades
Lei de Execução Penal – Lei 7.210/84
Extinção da Punibilidade
Provas
Tribunal do Júri
Culpabilidade
Lei de Drogas – Lei 11.343/06
Lei de Crimes Hediondos – Lei 8.072/90
Ilicitude
07
Assuntos cobrados no Exame de Ordem
Quantidade
de exames Temas
2
1
1
Lei Maria da Penha – Lei 11.340/06
Lei do Juizado Especial Criminal – Lei 9.099/95
Ação Penal
08
Assuntos cobrados no Exame de Ordem
Temas de questões discursivas
Quantidade
de exames Temas
40
40
36
29
28
21
20
20
19
18
14
9
8
Crimes em espécie
Tipicidade
Recursos
Teoria da pena
Princípios
Nulidades
Extinção da punibilidade
Lei de execução penal
Prisão processual
Competência
Provas
Ilicitude
Lei de Drogas
09
Assuntos cobrados no Exame de Ordem
Quantidade
de exames Temas
6
6
5
5
5
4
4
4
2
2
2
2
2
Ações autônomas de impugnação
Culpabilidade
Lei de Organização Criminosa
Lei Maria da Penha
Juizado Especial Criminal
Escusas Absolutórias
Código de Trânsito Brasileiro
Ação Penal
Crimes contra o Sistema Financeiro
Estatuto do Desarmamento
Peças de 1º grau
Queixa-Crime
Citação
10
Assuntos cobrados no Exame de Ordem
Quantidade
de exames Temas
2
1
1
1
ANPP
Procedimento do Júri
Lei das Contravenções Penais
Classificação dos crimes
11
Revisão Turbo - Parte I
Peça: Relaxamento de Prisão
Base legal: art. 310, I, CPP e art. 5º, LXV, CF/88
Teses: Buscar no enunciado ilegalidades na prisão.
Prisão em Flagrante Ilegal
Prisão em Flagrante Legal
Peça: Liberdade Provisória
Base legal: art. 310, III, CPP; art. 321, CPP; art. 350,
CPP; art. 5º, LXVI, CF/88
Teses: Buscar no enunciado a ausência dos
requisitos da preventiva (art. 321, CPP); excludente
de ilicitude (art. 310, §1º, CPP).
Lembre-se do seguimento processual e
verifique onde o processo parou!
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
Pediu pra parar,
parou!
12
Prisões
Flagrante
delito 
Relaxamento da prisãoPrisão ilegal
Liberdade provisóriaPrisão legal
Ausência dos requisitos da preventiva - Art. 321, CPP e
Excludentes da ilicitude - Art. 310, §1º, CPP
Medidas cautelares - Art. 319, CPP
Formal ou material
 habeas corpus
Se indeferido,
 habeas corpus
Se indeferido,
ROC
Se denegado,
ROC
Se denegado,
Quando for o caso de conversão da
prisão em flagrante em preventiva
não
Fase extrajudicial
Linha do tempo processual
13
 habeas corpus
Se indeferido,Prisão ilegal
Prisão legal habeas corpus
Se indeferido,
ROC
Se denegado,
ROC
Se denegado,relaxamento de prisão
Pedido de
revogação da temporária
Pedido de
Se o enunciado referir peça
privativa de advogado
 habeas corpus
Se indeferido,Prisão ilegal
Prisão legal habeas corpus
Se indeferido,
ROC
Se denegado,
ROC
Se denegado,relaxamento de prisão
Pedido de
revogação da preventiva
Pedido de
Juiz decreta a
prisão preventiva
Juiz decreta a
prisão temporária
Fase extrajudicial
Linha do tempo processual
14
Princípio do Juiz Natural
Art. 5º, CF:
Inciso XXXVII: não haverá juízo ou tribunal de
exceção;
Inciso LIII: ninguém será processado nem
sentenciado senão pela autoridade competente
Lei processual que altera as regras de
competência
Art. 2º: A lei processual penal aplicar-se-á desde logo,
sem prejuízo da validade dos atos realizados sob a
vigência da lei anterior.
Competência - espécies
"Ratione materiae": em razão da matéria.
"Ratione personae": em razão da pessoa.
"Ratione loci": em razão do local.
Jurisdição e competência
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
15
Guia de fixação de competência
Competência originária – o acusado tem foro por prerrogativa de função?
Competência de jurisdição – qual é a justiça competente?
Competência territorial – qual a comarca competente?
Competência de juízo – qual a vara competente?
Competência interna – qual o juiz competente?
Competência recursal – para onde vai o recurso?
Restrição ao foro por prerrogativa de função
As normas da Constituição de 1988 que estabelecem as hipóteses de foro por prerrogativa de função devem ser
interpretadas restritivamente, aplicando-se apenas aos crimes que tenham sido praticados durante o exercício do
cargo e em razão dele. Assim, por exemplo, se o crime foi praticado antes de o indivíduo ser diplomado como
Deputado Federal, não se justifica a competência do STF, devendo ele ser julgado pela 1ª instância mesmo
ocupando o cargo de parlamentar federal. Além disso, mesmo que o crime tenha sido cometido após a
investidura no mandato, se o delito não apresentar relação direta com as funções exercidas, também não haverá
foro privilegiado. Foi fixada, portanto, a seguinte tese: O foro por prerrogativa de função aplica-se apenas aos
crimes cometidos (1) durante o exercício do cargo e (2) relacionados às funções desempenhadas. STF. Plenário.
AP 937 QO/RJ, Rel. Min. Roberto Barroso, julgado em 03/05/2018 (Info 900)
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
16
Art. 72 do CPP - Competência pelo domicílio ou residência do réu
Art. 76 do CPP - Competência será determinado pela conexão
Art. 77 do CPP - Competência será determinado pela continência
Art. 78 do CPP - Regras da competência por conexão/continência
Art. 79 do CPP 
Art. 83 do CPP - Competência por prevenção
Art. 89 do CPP 
Art. 90 do CPP 
Art. 69 do CPP - Competência pelo lugar da infração
Art. 70 do CPP - Competência Jurisdicional
Artigos importantes:Art. 73 do CPP - Foro de Eleição em Processo Penal
Dicas
17
Em regra, o CPP acolhe a teoria do resultado, considerando como lugar do crime o local onde o delito se consumou
(crime consumado) ou onde foi praticado o último ato de execução (no caso de crime tentado), nos termos do art.
70 do CPP. Excepcionalmente, no caso de crimes contra a vida (dolosos ou culposos), se os atos de execução
ocorreram em um lugar e a consumação se deu em outro, a competência para julgar o fato será do local onde foi
praticada a conduta (local da execução). Adota-se a teoria da atividade. STF. 1ª Turma. RHC 116200/RJ, rel. Min. Dias
Toffoli, julgado em 13/8/2013
Compete à Justiça Federal o processo e julgamento unificado dos crimes conexos de competência federal e
estadual, não se aplicando a regra do art. 78, II, a, do Código de Processo Penal.
Art. 88, CPP: No processo por crimes praticados fora do território brasileiro, será competente o juízo da
Capital do Estado onde houver por último residido o acusado. Se este nunca tiver residido no Brasil, será
competente o juízo da Capital da República.
ATENÇÃO!
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
Crimes contra a vida
18
Segundo o art. 106 da CF:
Tribunais Regionais Federais
Juízes Federais
JMU – julga civil
JME – NUNCA julgará civil (apenas militares estaduais)
Compete à Justiça Eleitoral julgar os crimes eleitorais
e os comuns que lhes forem conexos. Cabe à Justiça
Eleitoral analisar, caso a caso, a existência de conexão
de delitos comuns aos delitos eleitorais e, em não
havendo, remeter os casos à Justiça competente. STF.
Plenário. Inq 4435 AgR-quarto/DF, Rel. Min. Marco
Aurélio, julgado em 13 e 14/3/2019 (Info 933).
Órgão da Justiça Federal
Cuidado: O STJ é um Tribunal Nacional – não
faz parte da Justiça Federal.
Competência da Justiça Militar
Competência criminal da Justiça Eleitoral
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
19
Art. 109: Aos juízes federais compete processar e julgar:
IV - os crimes políticos e as infrações penais praticadas em detrimento de bens, serviços ou interesse (BIS) da
União ou de suas entidades autárquicas ou empresas públicas, excluídas as contravenções e ressalvada a
competência da Justiça Militar e da Justiça Eleitoral;
V - os crimes previstos em tratado ou convenção internacional, quando, iniciada a execução no País, o
resultado tenha ou devesse ter ocorrido no estrangeiro, ou reciprocamente;
V - A as causas relativas a direitos humanos a que se refere o §5º deste artigo.
§ 5º: Nas hipóteses de grave violação de direitos humanos, o Procurador-Geral da República, com a finalidade
de assegurar o cumprimento de obrigações decorrentes de tratados internacionais de direitos humanos dos
quais o Brasil seja parte, poderá suscitar, perante o Superior Tribunal de Justiça, em qualquer fase do
inquérito ou processo, incidente de deslocamento de competência para a Justiça Federal. 
VI - os crimes contra a organização do trabalho e, nos casos determinados por lei, contra o sistema financeiro
e a ordem econômico-financeira;
IX - os crimes cometidos a bordo de navios ou aeronaves, ressalvada a competência da Justiça Militar.
Competência dos Juízes Federais
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
20
Súmula 140 do STJ: Compete à Justiça
Comum Estadual processar e julgar crime
em que o indígena figure como autor ou
vítima.
Banco do Brasil 
Petrobras
Súmula 42 do STJ – Compete a Justiça Comum Estadual
processar e julgar as causas cíveis em que é parte
sociedade de economia mista e os crimes praticados
em seu detrimento.
Exploração direta pela ECT: JF
Franquia: Justiça Estadual 
Súmulas 208 e 209 do STJ.
Verba já incorporada ao patrimônio do Município – JE
Verba sujeita a prestação de contas junto ao TCU – JF
Ver: art. 109 da CF/88 
Crime contra Sociedades de Economia Mista:
Justiça Federal
Crimes contra os Correios:
Fundação Pública Federal – FURG:
Bens Tombados:
Depende de quem tombou.
Desvio de Verba Federal
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
21
Súmula 151 do STJ: A competência para o processo e
julgamento por crime de contrabando ou descaminho
define-se pela prevenção do Juízo Federal do lugar da
apreensão dos bens.
Crimes de Contrabando e Descaminho
Justiça Federal - Súmula 147 do STJ - Compete à Justiça
Federal processar e julgar os crimes praticados contra
funcionário público federal, quando relacionados com o
exercício da função.
Crime cometido contra Funcionário Público
Federal em razão de sua função
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
22
Compete à justiça FEDERAL processar e julgar o crime de redução à condição análoga à
de escravo (art. 149 do CP). O tipo previsto no art. 149 do CP caracteriza-se como crime
contra a organização do trabalho e, portanto, atrai a competência da justiça federal (art.
109, VI, da CF/88). STF. Plenário. RE 459510/MT, rel. orig. Min. Cezar Peluso, red. p/ o
acórdão Min. Dias Toffoli, julgado em 26/11/2015 (Info 809).
Súmula 546 do STJ: A competência para processar e julgar o crime de uso
de documento falso é firmada em razão da entidade ou órgão ao qual foi
apresentado o documento público, não importando a qualificação do
órgão expedidor.
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
23
Crimes de moeda falsa: 
Em regra, é de competência da Justiça Federal, pois é
de competência da União emitir moeda (Art. 21, VII da
CF). E mesmo se a falsificação for de moeda
estrangeira, a competência continua da Justiça
Federal, porque compete ao Banco Central fiscalizar
a circulação de moeda estrangeira em território
nacional. Entretanto, quando a falsificação de moeda
é grosseira, não se trata de crime de moeda falsa,
pois se a falsificação é capaz de enganar alguém e se
obteve a vantagem ilícita trata-se de crime de
estelionato, logo, é de competência da justiça
estadual, no teor da Súmula 73 do STJ.
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
24
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
Provas
25
O CPP adotou, como regra, o do livre
convencimento do juiz, fundamentado na prova
produzida sob o contraditório judicial (Art. 155,
caput, do CPP).
Elementos de informação x elementos de prova:
Elemento de Informação: Produzidos na fase
investigatória, sem observância do contraditório
e ampla defesa - finalidade: decretação das
medidas cautelares e formação da opinio delicti
do titular da ação penal. 
Elementos de Prova: Produzidos na fase judicial,
com observância do contraditório e da ampla
defesa - finalidade: convencimento do
magistrado).
Princípios importantes Sistema do livre convencimento motivado
a) contraditório: significa que toda prova realizada
por uma das partes admite a produção de uma
contraprova pela outra. Significa garantir a
participação das partes no processo, bem como o
poder de influência na decisão judicial. 
b) não autoincriminação (nemo tenetur se detegere):
princípio da inexigibilidade de produção da prova
contra si mesmo, fazendo que o acusado não seja
obrigado a realizar alguma conduta positiva que pode
lhe incriminar.
Exemplo: Não é obrigado a realizar
o exame de etilômetro.
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
26
Prova Irrepetível: Não é produzida e nem
submetida ao crivo do contraditório
(contraditório impossível) – a doutrina exige
a característica da imprevisibilidade.
Exemplo: Morte de testemunha (se já era
previsível – Art. 225 do CPP).
Prova Cautelar: É produzida sem observância
do contraditório (normalmente na fase
investigatória), sendo submetida ao
contraditório posteriormente em juízo.
Exemplo: Prova Pericial.
Regra Geral: o magistrado não poderá
fundamentar sua decisão exclusivamente
nos elementos informativos colhidos na
investigação.
Exceção: Provas Cautelares, Irrepetíveis
ou Antecipadas. Provas Ilícitas (Art. 157 do CPP)
Violação de regras direito material, produzindo
reflexos diretos ou indiretos em direitos e garantias
constitucionais. Exemplo: interceptação telefônica
e busca e apreensão sem ordem judicial, violação
carta lacrada, grampo, coação em interrogatório
policial (afrontamento direito ao Art. 5°, X, XI, XII, e
LXIII, da CF/88).
Consequências do uso de provas ilícitas:
desentranhamento e, uma vezpreclusa a
decisão de desentranhamento da prova
declarada inadmissível, esta será
inutilizada.
Prova Antecipada: Produzidas em juízo de
forma antecipada, ainda que na fase de
investigação. Exemplo: Art. 225 do CPP - ver
Art. 156, inciso I, do CPP.
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
27
 Atenção! : Reformulação das Súmulas do STJ (Setembro/2025)
A Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) promoveu uma revisão histórica em
dois enunciados fundamentais, ampliando o alcance da atenuante de confissão espontânea
(Art. 65, III, "d", do Código Penal).
 2. Súmula 630: Confissão Qualificada no
Tráfico de Drogas
 Esta súmula tratava da confissão em crimes de
tráfico, que antes era negada se o réu dissesse que
a droga era apenas para consumo pessoal (a
chamada "confissão qualificada").
Nova Orientação: O STJ agora permite a atenuante
parcial (proporcional).
Nova Redação: A incidência da atenuante da
confissão espontânea no crime de tráfico ilícito de
entorpecentes quando o acusado admitir a posse
ou a propriedade para uso próprio, negando a
prática do tráfico de drogas, deve ocorrer em
proporção inferior à que seria devida no caso de
confissão plena. (TERCEIRA SEÇÃO, julgado em
10/9/2025, DJEN de 2/12/2025).
Anteriormente, a atenuante só era aplicada se
o magistrado citasse expressamente a
confissão na sentença para embasar a
condenação. Agora, o foco mudou.
Nova Redação: "A confissão do autor
possibilita a atenuação da pena prevista no
art. 65, III, 'd', do Código Penal,
independentemente de ser utilizada na
formação do convencimento do julgador."
 1. Súmula 545: A Confissão como
Direito Subjetivo
Ver artigos 158-A, 158-B, 158-C,
158-D, 158-E, 158-F do Código de
Processo Penal!
Nulidades
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
28
Cadeia de custódia
Considera-se cadeia de custódia o conjunto de todos
os procedimentos utilizados para manter e
documentar a história cronológica do vestígio
coletado em locais ou em vítimas de crimes, para
rastrear sua posse e manuseio a partir de seu
reconhecimento até o descarte
Conceito
Nulidade é o vício que contamina determinado ato
processual, praticado sem a observância da forma
prevista em lei, podendo invalidar o ato ou o
processo, no todo ou em parte. 
Nulidades absolutas: São aquelas que devem ser
proclamadas pelo magistrado, de ofício ou a
requerimento de qualquer das partes, porque
produtoras de nítidas infrações ao interesse
público na produção do devido processo legal.
Exemplo: não conceder o juiz ao réu ampla
defesa, cerceando a atividade do seu advogado.
Nulidades relativas: São aquelas que somente
serão reconhecidas caso arguidas pela parte
interessada, demonstrando o prejuízo sofrido pela
inobservância da formalidade legal prevista para
ato realizado.
Reconhecimento Pessoas e Coisas
Deve seguir o previsto no artigo 226 do CPP. O STJ
entende pela ilegalidade do reconhecimento
efetuado fora do padrão do artigo 226 CPP,
reconhecendo que tal reconhecimento ilegal não
pode justificar uma condenação. 
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
29
Efeito das nulidadesNulidade não é peça processual, nulidade é uma
matéria que se pode alegar em qualquer peça, em
tópico de preliminar.
IMPORTANTE:
A fundamentação da nulidade começa na
Constituição Federal, no artigo 5º e nos princípios.
Depois, é necessário indentificá-la no Código de
Processo Penal, utilizando o artigo que foi violado.
Sentença condenatória sem fundamentação 
juiz terá que refazer a sentença, mantendo os atos
anteriores, uma vez que não dependem dela.
Necessidade de refazimento do ato reconhecido e
dos que dele dependam ou sejam consequência.
EXEMPLO:
Ilegal
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
30
Liberdade provisória
Pedido de revogação 
da prisão preventiva ou temporária
Queixa-crime
Resposta à acusação
Audiência de Instrução e Julgamento
Art. 4
00, CPP
Memoriais
Fa
se
 
Ex
tr
aj
ud
ic
ia
l -
 IP
Relaxamento de prisão
Art. 310, I, CPP
Art. 5º, LXV, CF
Recebimento
da denúncia
Formal
Material
Art. 5º, LXVI, CF
Legal
Art. 310, III, CPP
Legal
Art. 316, CPP
Denúncia
Citação pessoal
Arts. 396 e 396-A, CPP
Absolvição sumária
Art. 3
97, CPP
Art. 4
03, §3º, CPP - complexidade ou nº de réus
Art. 4
04, p. único, CPP - diligência
Sen
tenç
a
Arts. 383 e 384, CPP
Art. 3
86, CPP
Art. 386, CPP
aterialidade (I e II)
utoria (IV)
ipicidade (III)
licitude (VI)
ulpabilidade (VI)
ubsidiariedade (art. 59, CP)
M
A
T
I
C
S
Arts. 30, 41, 44, CPP
Fase judicial - 1ª instância
Lembrar!
Revisão Turbo - Parte II
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
31
Apelação
Art. 5
93, CPP
Recebimento do
recurso de apelação
Contrarrazões de apelação
Art. 6
00, CPP
Acó
rdã
o Agravo em execução
Art. 1
97 da Lei 7.210/84
Revisão criminal
Art. 621, CPP
Habeas corpus
Art. 647 e 648, CPP e
Art. 5º, LXVIII, CF
Recebimento do agravo
Contrarrazões de agravo
Fase judicial - 2ª instância
Se
nt
en
ça
Tr
ân
si
to
 e
m
 ju
lg
ad
o
Decisão interlocutória
Contrarrazões de RESE
Art. 5
88, CPP
Recurso em sentido estrito
Art. 5
81, C
PP
Recebimento do recurso
Embargos de declaração
Art. 382 do CPP
Embargos de declaração
Art. 619, CPP
Embargos infringentes e de nulidade
(decisão NÃO unânime. Exemplo: 2 x 1)
Art. 609, parágrafo único, CPP
Recurso extraordinário
Art. 102, III, CF
Recurso especial
Art. 105, III, CF
ROC Art. 102, II, "a", CF - 
Art. 105, II, "a", CF - 
STF
STJ
Execução penal
https://d1ly1csstr22jg.cloudfront.net/arquivos/3IAa2WAgOrYNqEu28v4UEGJm61RXALRqyEgjR2yU.pdf
https://d1ly1csstr22jg.cloudfront.net/arquivos/CgMt0CrIulkr3qC8QPX2VfZZH1QsByBT00VL2Yq7.pdf
https://d1ly1csstr22jg.cloudfront.net/arquivos/3IAa2WAgOrYNqEu28v4UEGJm61RXALRqyEgjR2yU.pdf
https://d1ly1csstr22jg.cloudfront.net/arquivos/CgMt0CrIulkr3qC8QPX2VfZZH1QsByBT00VL2Yq7.pdf
https://d1ly1csstr22jg.cloudfront.net/arquivos/4Gw33bUHQuL1eVuJHqfTJFmhIBR08SVJsBhMvdLP.pdf
https://d1ly1csstr22jg.cloudfront.net/arquivos/TiIQJqLBlP2lYGWimlGUjDdh3wGcG52PYaG8PBAQ.pdf
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
32
Identificação 
Queixa-Crime
Crime da ação penal
privada. Ofendido
procura advogado(a)
Arts. 30, 41, 44, CPP, e
art, 100, §2º CP
6 meses 
Base Legal
Prazo
Descrição dos fatos e
classificar Conteúdo 
RE 
CI 
PRO
CO 
VA
Pedido 
Procuração com
poderes especiais
Rol de testemunhas 
Particularidade
Audiência preliminar
conciliação: JECRIM
Audiência de reconciliação:
Vara Criminal 
Particularidade
Resposta à 
Acusação 
Citação e
intimação para
apresentar a peça 
Art. 396, CPP e Art.
396-A, CPP
10 dias 
Preliminares mérito
(art. 397, CPP
Absolvição
sumária: art. 397
do CPP. 
Rol de testemunhas 
Memoriais 
Encerrada a
instrução, MP
pugnou pela
condenação 
Art. 403, §3º, do CPP e
Art. 404, p. único, CPP
5 dias
Preliminares mérito
(art. 386 do CPP)
Subsidiariedade
Absolvição: art.
386 do CPP. 
Apelação 
Sentença 
Art. 593, I, do
CPP
5 dias
Preliminares mérito
(art. 386 do CPP)
Subsidiariedade 
Conhecimento e
provimento.
Absolvição art. 386
do CPP
Contrarrazões de
Apelação 
Apelação MP,
recebimento pelo juiz
Art. 600 do CPP
8 dias
Preliminares e refutar
os argumentos do MP
Não
conhecimento e
improvimento 
Recurso em
Sentido Estrito
Decisão de
pronúncia 
Art. 581, IV, do
CPP
5 dias
Preliminares
Impronúncia
Absolvição Sumária
Desclassificação
Conhecimento
e provimento 
Agravo em
Execução 
Decisão juízo da
execução penal 
Art. 593, I, do
CPP
5 dias
Subsidiariedade:
afastar qualificadora
e/ou causa de aumento
Juízo de retratação:
art. 589, CPP
Alvará de soltura 
Preliminares benefício
denegado e/ou tema
de envolvendo
execução da pena 
Conhecimento
e provimento 
Juízo de retratação:
art. 589, CPP
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
33
Identificação Peça
Prisão em
flagrante ilegal
Prisão em 
flagrante legal
Parou em
citação
Parou em audiência de
instrução ou na
informação que o MP
pugnou pela
condenação
Parou em sentença
Relaxamento
da prisão
Liberdade
provisória
Resposta à
acusação
Memoriais
Apelação
Base legal
Art. 310, I, CPP e
art. 5 °, LXV, CF/88.
Art. 310, III,CPP,
art. 321 CPP, art. 5°,
LXVI, CF/88
Art. 593, I, do CPP
Art. 396/396-A, CPP
Art. 403, § 3°, CPP
ou art. 404, parágrafo
único, CPP
Teses
Buscar no enunciado 
ilegalidades na prisão
Ausência dos requisitos da preventiva
(art. 321, CPP); excludente de ilicitude
(art. 310, §1º, CPP).
Preliminares (nulidades) e mérito
(causas excludentes de ilicitude,
culpabilidade, salvo a inimputabilidade,
excludentes de tipicidade e extintivas
de punibilidade)
Preliminares e mérito (MATICS)
Preliminares e mérito (MATICS)
Pedido
Relaxamento +
alvará de soltura
Liberdade + 
alvará de soltura
Absolvição
sumária, (art. 397, CPP
+ inciso correspondente)
Pedido de
 absolvição,
(art. 386, CPP)
Pedido de
 absolvição,
(art. 386, CPP)
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
34
Materialidade, autoria, tipicidade, ilicitude, culpabilidade e subsidiariedade
Causas excludentes de tipicidade Excludentes de culpabilidade
Tais como crime impossível (art. 17, CP), princípio da
insignificância (que não tem previsão na lei, tratando-
se de entendimento doutrinário e jurisprudencial),
ausência de dolo e culpa, erro de tipo invencível,
Súmula vinculante nº 24.
Art. 21, 22, 26, "caput", 28, § 1 º, ambos do CP.
Excludentes de ilicitude
O rol está no artigo 23, CP, ao passo que o conceito
de estado de necessidade está no artigo 24, CP e o
de legítima defesa no art. 25, CP.
Teses subsidiárias
Guardam relação com a possibilidade de buscar, na
eventualidade de o juiz proferir sentença
condenatória, amenizar a situação do réu, arguindo
teses no sentido de que a pena seja a menor possível,
o regime carcerário ser fixado no mais brando,
substituição da pena privativa de liberdade em
restritiva de direito sursis... Sugere-se você seguir o
checklist do artigo 59 do CP, conforme dito em aula e
consta expressamente no material de apoio.
MATICS
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
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Exemplos de subsidiariedade
Do afastamento dos maus antecedentes Da atenuante da menoridade
Exemplo: Foi juntada folha de antecedentes
contendo a informação de que o réu responde a
outro processo pelo porte ilegal de arma. Todavia,
nos termos da Súmula 444 do Superior Tribunal de
Justiça, não é possível utilizar ações penais em curso
e inquéritos policiais para elevar a pena-base. Além
disso, considerar outro processo em curso pelo porte
ilegal de arma como maus antecedentes viola o
princípio da presunção da inocência, previsto no
artigo 5º, inciso LVII, da Constituição Federal. Logo,
requer seja afastada a hipótese de considerar o réu
com maus antecedentes e, por consequência, fixada
a pena-base no mínimo legal.
Exemplo: Conforme se verifica, o réu era menor de
21 anos na data dos fatos. Logo, incide a atenuante
da menoridade relativa, prevista no artigo 65, inciso
I, do Código Penal. Assim, requer seja reconhecida
a atenuante da menoridade relativa.
Da confissão espontânea
Exemplo: Ao ser interrogado, o réu confessou que
utilizou o veículo sem autorização, mas que sua
intenção era devolvê-lo. Logo, incide a atenuante da
confissão espontânea, prevista no artigo Art. 65,
inciso III, alínea “d”, do Código Penal. Assim, requer
seja reconhecida a atenuante da confissão
espontânea.
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
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Do regime carcerário aberto Da substituição da pena privativa de
liberdade por pena restritiva de direitos
Exemplo: O crime de furto simples tem pena máxima
de 04 anos. Logo, na hipótese de eventual
condenação, o Magistrado deverá fixar o regime
aberto, nos termos do artigo 33, §2º, alínea “c”, do
Código Penal, já que é primário e as circunstâncias
judiciais do artigo 59 do Código Penal são favoráveis.
Exemplo: Quando se trata de crime praticado sem
violência ou grave ameaça, em que eventual pena
não seja superior a 04 anos, cabe, no caso, a
conversão da pena privativa de liberdade em
restritiva de direitos, nos termos do artigo 44 do
Código Penal.
Não esquecer: tudo que você abordar
durante a peça, você deve pedir ao final! 
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
37
Exemplo:
Ante o exposto, requer o denunciado:
Seja declarada a extinção da punibilidade, com base no art. 107, inciso IV, do Código Penal;
A absolvição, com fulcro no art. 386, inciso III, do CPP;
Seja afastada a hipótese de maus antecedentes e fixada a pena-base no mínimo legal;
Seja reconhecida a atenuante da menoridade relativa;
Seja reconhecida a atenuante da confissão espontânea;
Seja fixado o regime aberto para início do cumprimento da pena;
Seja substituída a pena privativa de liberdade por restritiva de direitos.
Pedidos
Decisão
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
38
Revisão Turbo - Parte III
Pronúncia - Art. 413, CPP
ImpronúnciaResposta à acusação
Art. 
406, C
PP
Vista ao MP
Art. 
409, C
PP
Audiência de instru
ção
Art. 4
11, 
CPP Alegações Finais Orais 
Acusação/Defesa
Citação
- Art. 414, CPP
Ver art. 412, CPP: 90 dias
Reconhecer Nulidade
1ª Fase do júri
Rejeição: RESE (Art. 581, I, CPP)
Oferecimento
da denúncia
ou queixa
Recebimento
da denúncia ou
queixa*
Absolvição Sumária- Art. 415, CPP
Desclassificação - Art. 419, CPP
Decisão do Juiz - 1ª
Fase
Observação: 
conversão das 
Alegações Finais Orais em 
MEMORIAIS - Base legal:
art. 403, §3º e
404, parágrafo único, CPP
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
39
2ª Fase do Júri
Recurso cabível
da sentença de
2ª fase:
Apelação
Art. 593, III, CPP
Preparação
do processo
Art. 422, CPP
Art. 473, CPP 
Sessão Plenário 
do Júri
*Sorteio dos
jurados
-Art. Ofendido
-T.A/T.D
-Demais provas
-Interrogatório
Debates Orais:
Art. 476, CPP
Acusação
Defesa
Réplica
Tréplica
Votação dos Jurados 
Art. 480, §1º, CPP
Quesitação
Art. 483, CPP
Art. 488, CPP
Art. 489, CPP
Sentença
2ª Fase do Júri
Art. 492, CPP
Súmula 713 
STF
Desaforamento
Arts. 427 e 428, CPP
Preparação do Processo até a Sessão Plenária
Pr
on
ún
ci
a
Sessão Plenária
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
40
Apelação das decisões do Juiz Presidente - 2ª Fase do Júri - Art. 593, III, CPP
Base legal Hipótese de cabimento Pedido
Art. 593, III, a, CPP Ocorrer nulidade posterior à pronúncia
- Acolhimento / Reconhecimento da
nulidade, com submissão do réu a
novo júri
Art. 593, III, b, CPP
A sentença do Juiz Presidente for contrária
à letra expressa da Lei ou à decisão dos
jurados
- Retificação da decisão / art.
593, §1º, CPP
Art. 593, III, c, CPP Quando houver erro ou injustiça à aplicação da
pena ou da medida de segurança
- Retificação da pena / art.
593, §2º, CPP
Art. 593, III, d, CPP
Quando a decisão dos jurados for
manifestamente contrária à prova dos
autos
- Nulidade do julgamento,
submissão do réu a novo Júri - art.
593, §3º, CPP
Lembrar - Súmula 713 do STF - indicar a alínea que deseja recorrer.
Prazo: 5 dias para interpor - art. 593, caput, CPP / 8 dias para razões e 8 dias para contrarrazões - art. 600, CPP
Assistente de Acusação habilitado - prazo 5 dias / Assistente de Acusação não habilitado - prazo 15 dias - art. 598, CPP
PARÁGRAFO ÚNICO
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
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Crimes que não vão a júri:
Latrocínio, de acordo com a súmula 603, STF.
Lesão corporal seguida de morte, pois o dolo era
de lesionar, era contra a integridade física.
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
42
Revisão
Criminal
Prazo
Identificação Base legal
Conteúdo
Pedidos
Sentença transitada em julgado Art. 621 do CPP (indicar inciso
correspondente)
Pode ocorrer a qualquer tempo,
inclusive após a extinção da pena
Absolvição;
sentença condenatória contrária ao texto
expresso da lei penal;
sentença com contrariedade à evidência dos
autos;
sentença condenatória fundada em
depoimentos, exames ou documentos
comprovadamente falsos;
após a sentença, se descobriram novas
provas de inocência do condenado ou
circunstância que determine ou autorize
diminuição especial da pena.
Legitimidade
Do réu ou do procurador
legalmente habilitado ou, no caso
de morte do réu, do cônjuge,
ascendente, descendente ou irmão 
(Art. 623 do CPP)
Competência
É originária dos tribunais,
jamais sendo apreciada por
juiz de primeira instância
Alteração da classificaçãodo crime;
Modificação da pena;
Anulação do processo;
Indenização;
Pode solicitar a concessão de liminar,
se for o caso.
Não cabe em prol da
sociedade, somente em
prol do réu
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
43
Pode ser processo de execução penal
definitivo ou processo de execução penal
provisório
Juiz da Vara de Execução Penal
Possível no regime fechado,
semiaberto, aberto e livramento
condicional
É possível cumular as duas modalidades, se compatíveis
Art. 127 da LEP: falta grave e perda de até 1/3 dos dias remidos
Remição da pena
É o computo do período que a pessoa ficou
recolhida antes da sentença como pena
cumprida
Agravo em execução
Regra: a detração é observada na
sentença condenatória quando o juiz fixar
o regime Regressão de Regime 
Remição por trabalho Remição por estudo
Art. 117, LEP
Para presos
em regime
aberto
Para presos em
prisão
domiciliar,
regime
semiaberto e
saída
temporária
Art. 120, LEP
Considerações -
Lei 7.210/84
Se aplica tanto para penas, quanto
para medidas de segurança
Lembrar da Súmula 716 do STF 
Art. 66 da LEP
Como pedir algo ao Juiz da Vara de
Execução Penal?
Petição
Como recorrer da decisão do Juiz da
Vara de Execução Penal?
Agravo em Execução
Regra: não tem efeito suspensivo
Exceção: art. 179, LEP
Art. 42 do CP e art. 387, §2º, do CPP
Detração Penal
Subsidiariamente: quando o juiz se omite em
relação a detração, o juiz da execução pode
fazer (art. 66, III, c, da LEP)
Sistema progressivo 
Tempo + bom comportamento
Cuidado: Progressão de Regime Especial para
Mulheres (art. 112, §3º, da LEP) - requisitos
cumulativos
Arts. 118, I e II, e 146-C, par. único, ambos da LEP
Regressão de regime sem ouvir o preso - causa
de nulidade
Lembrar: Súmula 526, STJ
3 dias trabalhados = 1 dia de pena
Cabível nos regimes fechado e
semiaberto
O entendimento do STF e STJ é no
sentido de que não é cabível remição
por trabalho no regime aberto
12 horas estudadas divididas, no
mínimo, em 3 dias = 1 dia de pena
Prisão
domiciliar
Monitoramento
eletrônico Autorização de saída
Permissão de
saída
Saída
temporáriaArt. 146-B, LEP
Regime
fechado,
semiaberto
e preso
provisório
Art. 122, LEP
Regime
semiaberto
Execução
penal
Art.197 da LEP
SÚMULA VINCULANTE. 56- STF
https://d1ly1csstr22jg.cloudfront.net/arquivos/CqK7WzwP8wUtIwQksDlFn0ncDVyEvbItyaJGpZ7X.pdf
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
44
Mulheres mães, gestantes, ou responsáveis por pessoas
com deficiência tem requisitos cumulativos para a
progressão de regime, de acordo com o § 3º do art. 112 da
Lei de Execução Penal.
A regressão de regime está prevista nos artigos 118
e 146, C § único, da LEP.
Antes de regredir o regime, o preso deve ser ouvido,
pois ele tem o direito de se justificar - art. 5º, LV, CF.
para aqueles detentos que estudam ou trabalham,
também pode se aplicar ambas as ocasiões, quando
compatíveis. É cabível no regime fechado ou
semiaberto, quando se tratar de trabalho (art. 126 da
LEP). Quanto ao estudo no regime fechado, semiaberto
e aberto, inclusive, para os liberados em livramento
condicional (art. 126, caput e §6º, da LEP).
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
45
Art. 609, p. único do CPP
Embargos Infringentes 
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
45
Art. 30 da Lei 8.038/90 e Art. 105, II, a da CF
Recurso Ordinário Constitucional e Habeas Corpus 
Em Habeas Corpus 
Revisão Turbo: 2ª Fase Penal
45
Art. 30 da Lei 8.038/90 e Art. 105, II, a da CF
Recurso Ordinário Constitucional e Habeas Corpus 
Súmula 667 do STJ– Eventual
aceitação de proposta de
suspensão condicional do
processo não prejudica a análise
do pedido de trancamento de ação
penal.
Inicie a prova fazendo a leitura do enunciado e marcando nele os aspectos importantes;
Tome cuidado com as datas e idades. A FGV costuma cobrar na prova teses relacionadas
a elas;
Não escreva a peça inteira no rascunho, pois ao final poderá faltar tempo para a conclusão da
prova;
No rascunho, faça o "esqueleto da peça" anotando os principais pontos, como qual a peça
adequada, a sua base legal, o prazo, conteúdo, entre outros;
Leia mais de uma vez o enunciado para identificar todas as teses cabíveis;
A partir das informações do "esqueleto da peça", redija a peça na folha definitiva;
Divida a peça em tópicos, para facilitar que o corretor identifique as teses.
Dicas para elaboração da peça prático-profissional
46
Dicas para resolver as questões dissertativas
A prova possui quatro questões dissertativas, sendo que a FGV tem dividido elas em letra "a"
e "b". Dessa forma, tenha em mente que será como se você fosse responder oito questões;
Planeje a realização da prova, deixando tempo suficiente para resolver adequadamente as
questões! Sugerimos deixar 3h para a resolução da peça e 2h para as questões;
Faça a leitura do enunciado com calma e marque nele os aspectos importantes;
Não escreva a resposta inteira no rascunho, pois ao final poderá faltar tempo para a
conclusão da prova;
No rascunho, anote apenas os principais pontos em tópicos, para facilitar a formulação da
resposta na folha definitiva;
Leia mais de uma vez o enunciado para identificar todos os argumentos e teses cabíveis;
A partir das informações do rascunho, redija a resposta da questão na folha definitiva;
Cuidado com as teses contraditórias, pois você poderá não pontuar! Exemplo: alegar que a
mesma situação pode caracterizar estado de necessidade e legítima defesa.
47

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