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Craque NetoCraque Neto

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Taxa de rotatividade por setores de atividade econômica (2007 2009). Taxa de rotatividade (%), excluídos transferências, Setores aposentadorias, falecimentos e desligamentos voluntários 2007 2008 2009 Total 34,3 37,5 36,0 Extrativismo mineral 19,3 22,0 20,0 Indústria de transformação 34,5 38,6 36,8 Serviço industrial de utilidade pública 13,3 14,4 17,2 Construção Civil 83,4 92,2 86,2 Comércio 40,3 42,5 41,6 Serviços 37,6 39,8 37,7 Administração pública direta e autárquica 8,4 11,4 10,6 Agricultura, silvicultura, criação de animais, extrativismo vegetal 79,9 78,6 74,4 quadro apresenta a taxa de rotatividade no mercado formal brasileiro, entre 2007 e 2009. Com relação a esse mercado, sabe-se que setores como da construção civil e da agricultura têm baixa participação no total de vínculos trabalhistas e que setores de comércio e serviços concentram a maior parte das ofertas. A taxa média nacional é a taxa média de rotatividade brasileira no período, excluídos transferências, aposentadorias, falecimentos e desligamentos voluntários. Com base nesses dados, avalie as afirmações seguintes. A taxa média nacional, definida acima, é de aproximadamente 36%. II. O setor de comércio e setor de serviços, cujas taxas de rotatividade estão acima da taxa média nacional, têm ativa importância na taxa de rotatividade em razão do volume de vínculos trabalhistas por eles estabelecidos. III. As taxas anuais de rotatividade da indústria de transformação são superiores à taxa média nacional. IV. A construção civil é setor que apresenta a maior taxa de rotatividade no mercado formal brasileiro no período considerado. É correto apenas O que se afirma em: Resposta Selecionada: d. I, e IV. Pergunta 7 0 em 1 pontos Leia texto a seguir. Quatro são agredidas por hora, mas ainda há subnotificação Lei Maria da Penha faz 6 anos e número de registros cresceu 38,7% com obrigatoriedade de aviso Fernanda Bassette, Estado de S.Paulo (06/08/2012) No ano passado, 37.717 mulheres brasileiras entre 20 e 59 anos procuraram hospitais públicos em busca de atendimento após terem sido de violência e maus-tratos no país um crescimento de 38,7% em comparação com 2010. levantamento feito pelo Ministério da Saúde será divulgado nesta terça-feira, 7, no dia em que a Lei Maria da Penha, que pune violência doméstica, faz 6 anos. Desde janeiro de 2011, uma resolução do Ministério da Saúde tornou compulsória a notificação oficial de todos casos relacionados à violência contra a mulher que fossem atendidos na rede pública. Assim, segundo governo, crescimento de 38,7% não significa necessariamente aumento nos casos de violência, mas que havia subnotificação. Disponível em: quatro-sao-agredidas-por-hora-mas-ainda-hasubno tificacao Acesso em 07 mar. 2013.

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