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UNIVERSIDADE ANHANGUERA RENATO RODRIGUES RELATÓRIO DE ATIVIDADE PRÁTICA TERMODINÂMICA JAÚ - SP 2025 JAÚ - SP 2025 RENATO RODRIGUES RELATÓRIO DE ATIVIDADE PRÁTICA TERMODINÂMICA A atividade proposta possui como objetivo, determinar a equação termométrica, determinar a pressão de vapor da entalpia de vaporização, calor específico de líquidos, determinação de ordem de reação da decomposição de peróxidos de hidrogênio. JAÚ 2025 1 INTRODUÇÃO. No estudo da Termodinâmica, diversos experimentos são essenciais para a compreensão do comportamento das substâncias frente a variações de temperatura, pressão e tempo. A equação termométrica permite relacionar a leitura de um termômetro com a temperatura real, sendo fundamental para medições precisas em laboratório. A determinação da pressão de vapor e da entalpia de vaporização fornece informações cruciais sobre as forças intermoleculares de líquidos, permitindo prever seu comportamento em diferentes condições. O calor específico de líquidos, por sua vez, é uma propriedade térmica que indica a quantidade de calor necessária para variar a temperatura de uma determinada massa de substância, influenciando em processos térmicos e energéticos. Já a determinação da ordem de reação da decomposição do peróxido de hidrogênio é essencial para entender a cinética química envolvida, auxiliando no controle e otimização de reações químicas. Esses temas, quando explorados em conjunto, oferecem uma base sólida para a compreensão dos fenômenos físico-químicos em sistemas reais. 2 PROCEDIMENTO PARA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES. Para realizar esta atividade, foi utilizado o Laboratório Virtual ALGETEC, para ensaios de equação termométrica, determinação da pressão de vapor de líquidos, determinação de ordem de reação da decomposição de peróxidos de hidrogênio, seguindo o roteiro da aula prática disponibilizada na disciplina de Termodinâmica no AVA. O experimento foi concebido para não trazer riscos físicos. Porém, como esta prática envolve o uso de água fervente, ele só poderá ser realizado se você estiver usando jaleco para a proteção do corpo e óculos de proteção para evitar respingos de água fervente nos olhos. 3 RESULTADOS DAS AULAS PRÁTICAS. · EQUAÇÃO TERMOMÉTRICA. Objetivo. O experimento explora o conceito de temperatura, sua aferição através de alterações de propriedades termométricas e construção de escalas de medição. Para tal, será utilizado um termômetro de comportamento conhecido e um Termos copio a ser calibrado. Figura 1 – Visão geral da bancada. Fonte: O autor. Figura 2 – Utilizando os EPIs no armário. Fonte: O autor. Figura 3 – Marcando a coluna líquida do termômetro com a caneta vermelha. Fonte: O autor. Figura 4 – Medindo a altura h2 em 132,0mm Fonte: O autor. Figura 5 – Medindo a temperatura ambiente em 25°C. Fonte: O autor. Figura 6 – Altitude onde o experimento está sendo realizado, 563,1m. Fonte: O autor. Figura 7 – Termômetro 2 no banho de gelo. Fonte: O autor. Figura 8 – Medindo o termômetro 2 após o banho de gelo 98mm. Fonte: O autor. Figura 9 – Medindo o termômetro 1 a 0°C. Fonte: O autor. Figura 10 – despejando 50ml de líquido no béquer. Fonte: O autor Figura 10 – Movendo o béquer para o sistema de aquecimento. Fonte: O autor Figura 11 – Ligando a chama do bico de Bunsen. Fonte: O autor Figura 12 – Colocando o termoscópio no béquer. Fonte: O autor Figura 13 – Termoscópio medindo 237mm. Fonte: O autor Figura 14 – Termômetro graduado medindo 99°C. Fonte: O autor 3.1– Avaliando os resultados. 1. Complete a Tabela 1 abaixo com os dados obtidos no experimento. Tabela 1 – Dados obtidos nos experimentos. Estado térmico Temperatura indicada no termômetro a álcool T°C Altura da coluna líquida h (cm) Ponto de gelo 0°C 9,8 Ambiente 25°C 13,2 Ponto de vapor 99°C 23,7 Fonte: O autor 2. Repare se as marcas feitas para o ponto do gelo e do ponto do vapor coincidem com as marcas de fábrica do termoscópio. Qual parâmetro obtido durante a realização do procedimento pode gerar uma diferença entre as marcas? Justifique. Resposta: As marcas feitas para o ponto do gelo e do ponto do vapor podem não coincidir com as marcas de fábrica do termoscópio. Isso pode ocorrer devido a erro de calibração. O termômetro a álcool utilizado pode não estar calibrado corretamente, o que pode levar a uma leitura incorreta da temperatura e da altura da coluna líquida. A diferença entre as marcas pode ser gerada por fatores como: · Erro de leitura: O observador pode ter interpretado incorretamente a altura da coluna líquida. · Variação na pressão atmosférica: O ponto de ebulição do líquido depende da pressão atmosférica, e se o experimento for feito em um local com pressão diferente da pressão padrão (101,3 kPa), isso pode alterar a altura da coluna líquida e a leitura do ponto de vapor. · Imprecisão do termômetro: A escala do termômetro pode estar ligeiramente desalinhada ou a substância líquida usada no termômetro (geralmente álcool) pode ter pequenas variações em sua resposta térmica. 3. Construa um gráfico da altura (h) em função da temperatura (°C) utilizando o teorema de Tales. Determine o coeficiente linear e angular da equação que representa essa relação. Resposta: Cálculos: T1=0°C, h1=98,0mm T2=99°C, h2=237,0mm T1=0°C, h1=98mm 98,0=1,404 x 0 + X = X=98,0mm H= 1,404T + 98,0mm H= 1,404T + 9,8cm Coeficiente linear 9,8cm Coeficiente angular 0,1404 Gráfico 1 – Gráfico da altura pela temperatura.Fonte: O autor 4. Ferva a água, sem atingir a ebulição, e insira o termoscópio na água. Marque e meça a altura da coluna. Utilize o valor de h na equação obtida anteriormente e encontre o valor da temperatura da água. Utilize o termômetro a álcool para medir a temperatura da água e compare os valores obtidos para a temperatura através da equação e através do termômetro. Caso exista diferença entre esses valores, identifique as possíveis fontes para essa discrepância. Resposta: Medindo a altura da coluna de h=220,0mm, após inserir o termoscópio na água fervente (sem atingir o estado de ebulição), obtivemos os seguintes valores: 220,0 = 1,404T + 98,0 220,0 – 98,0 = 1,404T 122,0=1,404T Agora com o termômetro a álcool na temperatura 88°C, a diferença de 1,1°C pode ser causada por erro de leitura do instrumento, onde ele pode não ser preciso devido a calibração incorreta e variações nas condições ambientais como mudanças na pressão e temperatura. 4 – Determinação da pressão de vapor e da entalpia de vaporização. Objetivo. Determinar experimentalmente os valores de pressão de vapor e a entalpia de vaporização para a água em diferentes temperaturas. Figura 15 – Visualização geral. Fonte: O autor Figura 16 – Utilizando os EPIs. Fonte: O autor Figura 17 – preenchendo o condensador com ¾ de água. Fonte: O autor Figura 18 – preenchendo o béquer com água destilada. Fonte: O autor Figura 19 – Movendo o condensador para o banho termostático. Fonte: O autor Figura 20 – Despejando o gelo. Fonte: O autor Figura 21 – Visualização da temperatura. Fonte: O autor Figura 22 – Temperatura em 0°C. Fonte: O autor Figura 23 – Abrindo a torneira. Fonte: O autor Figura 24 – Visualizando a graduação do experimento. Fonte: O autor Figura 25 – Observando o resultado. Fonte: O autor Figura 26 – Leitura da pressão atmosférica. Fonte: O autor 4.1 – Avaliando os resultados. considerando o comprimento total do condensador em 460,0mm. Tabela 2 – resultados das leituras no experimento. Valores em °C Valores Líquido Valores Gás 0 303,0mm 157,0mm 50 250,0mm 210,0mm 55 239,0mm 221,0mm 60 226,0mm 234,0mm 65 210,0mm 250,0mm 70 177,0mm 283,0mm 75 140,0mm 320,0mm 80 78,0mm 382,0mm Fonte: O autor 1- Realize a coleta de dados da altura do líquido (Δh liq) e altura do gás (Δh gás) para cada uma das temperaturas da tabela 3. Preencha a coluna 2 com as temperaturas em Kelvin. Tabela 3 – Resultados. T (°C) T (K) Δh liq (CM) Δh gás (CM) Var /10-5 (M3) P ar (Pa) Pv (Pa) T-1 (K-1) In (Pv) 0 273,15 0 0 0 92045,51 0,49 0,00366 -0,71 50 323,15 -5,3 5,3 3,371x10-6 91525,68 1033,8 0,00310 6,94 55 328,15 -1,1 1,1 7,00x10-7 91937,62 214,8 0,00305 5,37 60 333,15 -1,3 1,3 8,28 x10-7 91918,00 253,1 0,00300 5,53 65 338,15 -1,6 1,6 1,017 x10-6 91888,58 311,2 0,00296 5,74 70 343,15 -3,3 3,3 2,099 x10-6 91721,84 641,3 0,00291 6,46 75 348,15 -3,7 3,7 2,353 x10-6 91682,61 718,0 0,00287 6,58 80 353,15 -6,2 6,2 3,944 x10-6 91437,41 1199,0 0,00283 7,09 Fonte: O autor 2- Sabendo que o diâmetro interno do condensador adaptado é de 9 mm, utilize a equação 8 do sumário teórico (V ar = πr 2 ∆h gás) para calcular o volume do gás (V ar) para cada uma das temperaturas da tabela 1. Preencha a tabela 3 com os resultados encontrados. 3- Utilize a equação 7 do sumário teórico (p ar = p atm. − ρg∆h gás) para encontrar o valor de par em pascal para a temperatura de 0 ℃. Converta e utilize o valor da pressão ambiente (p atm.) observada no barômetro para Pascal e considere a densidade da água como 999,8 kg.m-3 em seu cálculo. Preencha a tabela 4 com o resultado encontrado. 4- Calcule a quantidade de ar (n ar) que permanece constante durante todo o experimento pela equação 8 do sumário teórico (n ar = p ar V ar ⁄RT) utilizando o valor de Par encontrado na questão anterior. R=8,31 T=50°C Resposta: n ar = = n ar = = n ar =1,15x10-4Mol 5- Sabendo o valor da quantidade de ar do sistema, calcule os valores de Par nas temperaturas diferentes de 0 ℃ pela equação 9 do sumário teórico (p ar = n ar RT⁄V ar). Preencha a tabela 3 com os resultados encontrados. 6- Faça os cálculos da pressão de vapor utilizando a equação 9 do sumário teórico (p v = p atm. − p ar − ρg∆h líq.). Preencha a tabela 3 com os resultados encontrados. Utilize a densidade do líquido exibida na tabela 4 para cada temperatura da tabela Tabela 4 Temperatura (°C) Densidade da água (Kg.m-3) Temperatura (°C) Densidade da água (Kg.m-3) 0 999,80 65 980,55 50 988,04 70 977,76 55 985,69 75 974,84 60 983,20 80 971,79 Fonte: Cogna 7- Preencha as colunas 8 e 9 da tabela utilizando os valores encontrados anteriormente. Trace um gráfico com os valores de L n (p v) em função de T -1 e encontre a equação da reta deste gráfico. Gráfico - 2 Fonte: O autor Equação= Ln (P v) = −9398 ⋅ + 33,7 8- Compare a equação da reta encontrada na questão 7 com a seguinte equação: a. Determine o valor da entalpia de vaporização experimental (∆H v). Resposta: y= ln (pv) e x =1 / Tx = 1 / Tx = 1/T. A inclinação é ln (p v) = −7000⋅(1/T) +b ΔH vap = − m⋅R ΔH vap = − (−7000) ⋅ 8,314 = 58198J / mol = 58,2kJ/mol.9- Utilize a equação da reta encontrada na questão 7 para determinar o valor da pressão de vapor à 25 ℃. Tabela - 4 T (° c) T(K) 1/T(K^-1) L n (P v) P v (P a) 25 298,15 0,00336 2,14 8,5 Fonte: O autor 10- Quais as possíveis fontes de erro deste experimento que podem causar discrepância entre os valores encontrados experimentalmente da entalpia de vaporização e da pressão de vapor em relação aos valores encontrados na literatura? Resposta: As diferenças entre os valores experimentais e os de literatura para pressão de vapor e entalpia de vaporização surgem de vários fatores. Pequenos erros na medição de temperatura ou pressão já impactam bastante os resultados. Condições do ambiente, como variações na pressão atmosférica ou presença de impurezas no líquido, também alteram os dados. Além disso, o método usado envolve simplificações, como considerar o gás ideal e a entalpia constante, o que nem sempre corresponde à realidade. Trocas de calor com o meio, leituras imprecisas no manômetro e falta de tempo suficiente para o sistema atingir equilíbrio completam as principais fontes de erro. Tudo isso explica por que os resultados de laboratório dificilmente coincidem exatamente com os valores tabelados. 5 – CALOR ESPECÍFICO DE LÍQUIDOS. Figura 27 – Bancada do experimento. Fonte: O autor Figura 28 – Utilizando EPIs Fonte: O autor Figura 29 – Balança com o béquer com a tara. Fonte: O autor Figura 30 – Retornando o béquer na bancada. Fonte: O autor Figura 31 – Adicionando 50ml de água fria no béquer com a pisseta. Fonte: O autor Figura 32 – Pensando a massa da água fria 048.29g. Fonte: O autor Figura 33 – Despejando a água fria no calorímetro. Fonte: O autor Figura 34 – Agitando o calorímetro. Fonte: O autor Figura 35 – Medindo o calorímetro 025,7 °C (água fria). Fonte: O autor Figura 36 – Descartando o conteúdo do calorímetro. Fonte: O autor 5.1 – Preparando a água quente. Figura 37 – Despejando água no béquer, 100 ml. Fonte: O autor Figura 38 – Pesando a massa da água 098,14g. Fonte: O autor Figura 39 – Aquecendo o béquer. Fonte: O autor Figura 40 – Medindo a temperatura da água quente 089,2°C. Fonte: O autor Figura 41 – Despejando a água quente no calorímetro. Fonte: O autor Figura 41 – Agitando o calorímetro com água quente. Fonte: O autor Figura 42 – Medindo o calorímetro com a água quente 081,5°C. Fonte: O autor Tabela 5 – Dados da água. Água EXP1 EXP2 EXP3 Massa da água fria (m) (g) 048.29g 048.18g 047.99g Massa da água quente (m) (g) 098.14g 098.52g 098.37g Temperatura da água fria (T1) (°C) 025.7°C 025.4°C 025.2°C Temperatura da água quente (T2) (°C) 081.5°C 087.3°C 085.9°C Temperatura de equilíbrio (TF) (°C) 63.1°C 66.96°C 65.95°C Calor específico da água (Cal/g.° C) 1.00 Cal/g.° C 1.00 Cal/g.° C 1.004 Cal/g.° C Calor específico médio da água (Cal/g. ° C) 1.001 Cal/g.° C Fonte: O autor 1. Considerando que o calor liberado pela água quente deve ser igual ao calor absorvido pela água fria e pelo calorímetro (Q c + Q R = 0), e que estamos trabalhando com um calorímetro não adiabático, com capacidade calorífica diferente de zero, calcule o calor específico da água. Resposta: 2. Complete a Tabela 5 acima com os dados obtidos na primeira parte do experimento. 3. Compare o valor do calor específico obtido no experimento com o tabelado. Qual foi a porcentagem de erro? Resposta: Tabela 6 – Resultados da questão 3 Experimento C exp. (Cal/g.° C) Erro (%) EXP1 1,21 21% EXP1 1,17 17% EXP1 1,16 16% MÉDIA EXP 1,18% Fonte: O autor 5.2 – Determinação do calor específico do Álcool. Figura 43 – Utilizando EPIs. Fonte: O autor Figura 43 – Ligando a balança. Fonte: O autor Figura 44 – Tara da balança. Fonte: O autor Figura 45 – Colocando o álcool 50ml no béquer. Fonte: O autor Figura 46 – Massa do álcool (m) (g) 039,50g. Fonte: O autor Figura 47 – Colocando o álcool no calorímetro. Fonte: O autor Figura 48 – Agitando o álcool no calorímetro.Fonte: O autor Figura 49 – Medindo a temperatura do álcool no calorímetro 024,9°C. Fonte: O autor 5.3 – Determinação do calor específico do Álcool aquecido. Figura 50 – Colocando o álcool no béquer 100ml para aquecer. Fonte: O autor Figura 51 – Massa do álcool para aquecer 100ml. Fonte: O autor Figura 52 – Aquecendo o béquer com álcool. Fonte: O autor Figura 53 – Medindo a temperatura no béquer 087,4°C. Fonte: O autor Figura 54 – Colocando o álcool aquecido no calorímetro. Fonte: O autor Figura 55 – Agitando o álcool no calorímetro. Fonte: O autor Figura 56 – Medindo a temperatura do álcool aquecido no calorímetro 072.6°C. Fonte: O autor Figura 57 – Descartando o conteúdo e finalizando o experimento. Fonte: O autor Tabela 6 – Dados do álcool. Álcool EXP2 EXP2 EXP3 Massa do álcool frio (m) (g) 039,50g 042,34g 35,90g Massa do álcool quente (m) (g) 074,96 072,85g 073,56g Temperatura do álcool frio (T1) (°C) 024,9°C 025,7°C 023,4°C Temperatura do álcool quente (T2) (°C) 072,6°C 077,4°C 073,3°C Temperatura de equilíbrio (TF) (°C) 56,14 °C 58,40 °C 56,93 °C Calor específico do álcool (Cal/g.° C) 2,84 Cal/g.° C 2,71 Cal/g.° C 3,02 Cal/g.° C Calor específico médio do álcool (Cal/g. ° C) 2,86 Cal/g.° C Fonte: O autor 1- Considerando que o calor liberado pela água quente deve ser igual ao calor absorvido pelo álcool e pelo calorímetro (Q c + Q R = 0), e que estamos trabalhando com um calorímetro não adiabático, com capacidade calorífica diferente de zero, calcule o calor específico do álcool. Resposta: 2- Complete a Tabela 2 acima com os dados obtidos na segunda parte do experimento. 3- Compare o valor do calor específico obtido no experimento com o tabelado. Qual foi a porcentagem de erro? Resposta: 6 – DETERMINAÇÃO DA ORDEM DA DECOMPOSIÇÃO DE PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO. Figura 58 – Visão geral do experimento. Fonte: O autor Figura 59 – Lavando as mãos. Fonte: O autor Figura 60 – Utilizando EPIs. Fonte: O autor Figura 61 – Movendo a haste de vidro para o béquer. Fonte: O autor Figura 62 – Ácido sulfúrico no béquer de 50ml. Fonte: O autor Figura 63 – Limpando a haste de vidro. Fonte: O autor Figura 64 – Movendo a pipeta para o béquer. Fonte: O autor Figura 65 – Sugando o conteúdo. Fonte: O autor Figura 66 – Despejando o conteúdo no Erlenmeyer 125ml. Fonte: O autor Figura 67 – Despejando o conteúdo nos outros 7 Erlenmeyer 125ml. Fonte: O autor Figura 68 – Limpando a haste de vidro. Fonte: O autor Figura 69 – Movendo a haste de vidro para a proveta. Fonte: O autor Figura 70 – Colocando o peróxido de hidrogênio na proveta. Fonte: O autor Figura 71 – Transferindo para a Erlenmeyer. Fonte: O autor Figura 72 – Colocando o cloreto de ferro no béquer. Fonte: O autor 6.1 – Realizando a titulação. Figura 73 – Despejando o cloreto de ferro no Erlenmeyer 250ml. Fonte: O autor Figura 74 – Homogeneizando o conteúdo. A e Fonte: O autor Observação: Ouve um problema no simulador e não foi possível concluir o experimento, mas com pesquisas foi possível a conclusão dos resultados. 1. Como pode ser representada a equação da reação de decomposição de peróxido de hidrogênio? Resposta: A decomposição do peróxido de hidrogênio (H2O2) gera água (H2O) e o oxigênio (O2). A reação é representada por: 2H2O2 > 2H2O+O2. É uma reação de decomposição, pois uma substância se divide em produtos mais simples. Pode ser acelerada por catalizadores, como MnO2 ou a enzima catalase. O oxigênio liberado geralmente forma bolhas visíveis durante a reação. 2. Quais são as características do peróxido de hidrogênio? Resposta: O peróxido de hidrogênio (H2O2) apresenta várias características importantes: · Estado físico e aparência: É um líquido incolor e viscoso, com leve odor característico. · Solubilidade: Totalmente solúvel em água, formando soluções aquosas de diferentes concentrações.· Reatividade química: É um forte agente oxidante, podendo decompor-se espontaneamente em água e oxigênio. · Estabilidade: Instável em altas concentrações; sua decomposição é acelerada por luz, calor ou impurezas metálicas. · Usos comuns: Utilizado como desinfetante, branqueador, em processos industriais e como propulsor em foguetes. Conclusão. Durante as atividades práticas, foi possível aplicar conceitos fundamentais de física e química em experimentos reais. Na determinação da equação termométrica, observou-se a relação entre a variação de uma grandeza física e a temperatura, permitindo a calibração de termômetros de maneira precisa. A medição da pressão de vapor e o cálculo da entalpia de vaporização mostraram como a temperatura influencia a tendência de um líquido evaporar e a energia envolvida nesse processo. No estudo do calor específico de líquidos, verificou-se que diferentes substâncias armazenam energia térmica de maneiras distintas, o que explica comportamentos térmicos variados em aquecimento ou resfriamento. Já na decomposição do peróxido de hidrogênio, a determinação da ordem de reação permitiu compreender a dependência da velocidade da reação em relação à concentração do reagente, além de observar a liberação de oxigênio como evidência visual da reação. Essas práticas reforçaram a importância da análise experimental e do tratamento de dados, mostrando que conceitos teóricos, como termodinâmica e cinética química, se aplicam diretamente em medições e cálculos práticos. O trabalho destacou também a necessidade de cuidados laboratoriais, precisão nas medições e interpretação crítica dos resultados obtidos. Dessa forma, consolidou-se a compreensão dos fenômenos estudados e o desenvolvimento de habilidades experimentais essenciais para o aprendizado científico. JAÚ - SP 2025 Gráfico da altura (h) em função de temperatura (°C) Gráfico da altura 0° 25° 99° 9.8000000000000007 13.2 23.7 Temperatura (°C) Altura (h cm) Ln(Pv)vs1/T ln(Pv) (experimental) 3.6600000000000001E-3 3.0999999999999999E-3 3.0500000000000002E-3 3.0000000000000001E-3 2.96E-3 2.9099999999999998E-3 2.8700000000000002E-3 2.8300000000000001E-3 -0.71 6.94 5.37 5.53 5.74 6.46 6.58 7.09 ln(Pv) (reta ajustada) 3.6600000000000001E-3 3.0999999999999999E-3 3.0500000000000002E-3 3.0000000000000001E-3 2.96E-3 2.9099999999999998E-3 2.8700000000000002E-3 2.8300000000000001E-3 -0.69668000000000063 4.5662000000000056 5.0361000000000011 5.5060000000 000038 5.8819200000000036 6.3518200000000036 6.7277 400000000007 7.1036600000000014 3.6600000000000001E-3 3.0999999999999999E-3 3.0500000000000002E-3 3.0000000000000001E-3 2.96E-3 2.9099999999999998E- 3 2.8700000000000002E-3 2.8300000000000001E-3 1/T(K^-1) Ln(Pv) image4.jpeg image5.jpeg image6.jpeg image7.jpeg image8.jpeg image9.jpeg image10.jpeg image11.jpeg image12.jpeg image13.jpeg image14.jpeg image15.jpeg image16.jpeg image17.png image18.jpeg image19.jpeg image20.jpeg image21.jpeg image22.png image23.jpeg image24.jpeg image25.jpeg image26.png image27.png image28.jpeg image29.jpeg image30.jpeg image31.jpeg image32.jpeg image33.jpeg image34.jpeg image35.jpeg image36.jpeg image37.jpeg image38.jpeg image39.jpeg image40.jpeg image41.jpeg image42.jpeg image43.jpeg image44.jpeg image45.jpeg image46.jpeg image47.jpeg image48.jpeg image49.jpeg image50.jpeg image51.jpeg image52.jpeg image53.jpeg image54.jpeg image55.jpeg image56.jpeg image57.jpeg image58.jpeg image59.png image60.png image61.jpeg image1.jpeg image62.jpeg image63.jpeg image64.jpeg image65.jpeg image66.jpeg image67.jpeg image68.jpeg image69.jpeg image70.jpeg image71.jpeg image2.jpeg image72.jpeg image73.jpeg image74.jpeg image3.jpeg