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Relatório de Termodinâmica

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UNIVERSIDADE ANHANGUERA 
RENATO RODRIGUES
RELATÓRIO DE ATIVIDADE PRÁTICA 
TERMODINÂMICA 
JAÚ - SP
2025
JAÚ - SP
2025
RENATO RODRIGUES 
RELATÓRIO DE ATIVIDADE PRÁTICA 
TERMODINÂMICA
A atividade proposta possui como objetivo, determinar a equação termométrica, determinar a pressão de vapor da entalpia de vaporização, calor específico de líquidos, determinação de ordem de reação da decomposição de peróxidos de hidrogênio. 
JAÚ 
2025
1 INTRODUÇÃO.
No estudo da Termodinâmica, diversos experimentos são essenciais para a compreensão do comportamento das substâncias frente a variações de temperatura, pressão e tempo. A equação termométrica permite relacionar a leitura de um termômetro com a temperatura real, sendo fundamental para medições precisas em laboratório. A determinação da pressão de vapor e da entalpia de vaporização fornece informações cruciais sobre as forças intermoleculares de líquidos, permitindo prever seu comportamento em diferentes condições. O calor específico de líquidos, por sua vez, é uma propriedade térmica que indica a quantidade de calor necessária para variar a temperatura de uma determinada massa de substância, influenciando em processos térmicos e energéticos. Já a determinação da ordem de reação da decomposição do peróxido de hidrogênio é essencial para entender a cinética química envolvida, auxiliando no controle e otimização de reações químicas. Esses temas, quando explorados em conjunto, oferecem uma base sólida para a compreensão dos fenômenos físico-químicos em sistemas reais.
2 PROCEDIMENTO PARA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES.
Para realizar esta atividade, foi utilizado o Laboratório Virtual ALGETEC, para ensaios de equação termométrica, determinação da pressão de vapor de líquidos, determinação de ordem de reação da decomposição de peróxidos de hidrogênio, seguindo o roteiro da aula prática disponibilizada na disciplina de Termodinâmica no AVA. O experimento foi concebido para não trazer riscos físicos. Porém, como esta prática envolve o uso de água fervente, ele só poderá ser realizado se você estiver usando jaleco para a proteção do corpo e óculos de proteção para evitar respingos de água fervente nos olhos.
3 RESULTADOS DAS AULAS PRÁTICAS.
· EQUAÇÃO TERMOMÉTRICA. 
Objetivo.
O experimento explora o conceito de temperatura, sua aferição através de alterações de propriedades termométricas e construção de escalas de medição. Para tal, será utilizado um termômetro de comportamento conhecido e um Termos copio a ser calibrado.
Figura 1 – Visão geral da bancada.
 Fonte: O autor.
Figura 2 – Utilizando os EPIs no armário.
 Fonte: O autor.
Figura 3 – Marcando a coluna líquida do termômetro com a caneta vermelha.
 Fonte: O autor.
Figura 4 – Medindo a altura h2 em 132,0mm
 Fonte: O autor.
Figura 5 – Medindo a temperatura ambiente em 25°C.
 Fonte: O autor.
Figura 6 – Altitude onde o experimento está sendo realizado, 563,1m.
 Fonte: O autor.
Figura 7 – Termômetro 2 no banho de gelo.
 Fonte: O autor.
Figura 8 – Medindo o termômetro 2 após o banho de gelo 98mm.
 Fonte: O autor.
Figura 9 – Medindo o termômetro 1 a 0°C.
 Fonte: O autor.
Figura 10 – despejando 50ml de líquido no béquer. 
 Fonte: O autor
Figura 10 – Movendo o béquer para o sistema de aquecimento.
 Fonte: O autor
Figura 11 – Ligando a chama do bico de Bunsen.
 Fonte: O autor
Figura 12 – Colocando o termoscópio no béquer.
 Fonte: O autor
Figura 13 – Termoscópio medindo 237mm.
 Fonte: O autor
Figura 14 – Termômetro graduado medindo 99°C.
 Fonte: O autor
3.1– Avaliando os resultados. 
1.     Complete a Tabela 1 abaixo com os dados obtidos no experimento.
Tabela 1 – Dados obtidos nos experimentos.
	Estado térmico
	Temperatura indicada no termômetro a álcool T°C
	Altura da coluna líquida h (cm)
	Ponto de gelo
	0°C
	9,8
	Ambiente
	25°C
	13,2
	Ponto de vapor
	99°C
	23,7
 Fonte: O autor
2.     Repare se as marcas feitas para o ponto do gelo e do ponto do vapor coincidem com as marcas de fábrica do termoscópio. Qual parâmetro obtido durante a realização do procedimento pode gerar uma diferença entre as marcas? Justifique.
Resposta: As marcas feitas para o ponto do gelo e do ponto do vapor podem não coincidir com as marcas de fábrica do termoscópio. Isso pode ocorrer devido a erro de calibração. O termômetro a álcool utilizado pode não estar calibrado corretamente, o que pode levar a uma leitura incorreta da temperatura e da altura da coluna líquida. A diferença entre as marcas pode ser gerada por fatores como:
· Erro de leitura: O observador pode ter interpretado incorretamente a altura da coluna líquida.
· Variação na pressão atmosférica: O ponto de ebulição do líquido depende da pressão atmosférica, e se o experimento for feito em um local com pressão diferente da pressão padrão (101,3 kPa), isso pode alterar a altura da coluna líquida e a leitura do ponto de vapor.
· Imprecisão do termômetro: A escala do termômetro pode estar ligeiramente desalinhada ou a substância líquida usada no termômetro (geralmente álcool) pode ter pequenas variações em sua resposta térmica.
3.     Construa um gráfico da altura (h) em função da temperatura (°C) utilizando o teorema de Tales. Determine o coeficiente linear e angular da equação que representa essa relação.
Resposta:
Cálculos: T1=0°C, h1=98,0mm
 T2=99°C, h2=237,0mm
T1=0°C, h1=98mm
98,0=1,404 x 0 + X = X=98,0mm
H= 1,404T + 98,0mm
H= 1,404T + 9,8cm 
Coeficiente linear 9,8cm
Coeficiente angular 0,1404
Gráfico 1 – Gráfico da altura pela temperatura.Fonte: O autor
4.     Ferva a água, sem atingir a ebulição, e insira o termoscópio na água. Marque e meça a altura da coluna. Utilize o valor de h na equação obtida anteriormente e encontre o valor da temperatura da água. Utilize o termômetro a álcool para medir a temperatura da água e compare os valores obtidos para a temperatura através da equação e através do termômetro. Caso exista diferença entre esses valores, identifique as possíveis fontes para essa discrepância.
Resposta:
Medindo a altura da coluna de h=220,0mm, após inserir o termoscópio na água fervente (sem atingir o estado de ebulição), obtivemos os seguintes valores:
220,0 = 1,404T + 98,0
220,0 – 98,0 = 1,404T
122,0=1,404T
Agora com o termômetro a álcool na temperatura 88°C, a diferença de 1,1°C pode ser causada por erro de leitura do instrumento, onde ele pode não ser preciso devido a calibração incorreta e variações nas condições ambientais como mudanças na pressão e temperatura. 
4 – Determinação da pressão de vapor e da entalpia de vaporização.
Objetivo.
Determinar experimentalmente os valores de pressão de vapor e a entalpia de vaporização para a água em diferentes temperaturas. 
Figura 15 – Visualização geral.
 Fonte: O autor
Figura 16 – Utilizando os EPIs.
 Fonte: O autor
Figura 17 – preenchendo o condensador com ¾ de água.
 Fonte: O autor
Figura 18 – preenchendo o béquer com água destilada.
 Fonte: O autor
Figura 19 – Movendo o condensador para o banho termostático.
 Fonte: O autor
Figura 20 – Despejando o gelo.
 Fonte: O autor
Figura 21 – Visualização da temperatura.
 Fonte: O autor
Figura 22 – Temperatura em 0°C.
 Fonte: O autor
Figura 23 – Abrindo a torneira.
 Fonte: O autor
Figura 24 – Visualizando a graduação do experimento.
 Fonte: O autor
Figura 25 – Observando o resultado.
 Fonte: O autor
Figura 26 – Leitura da pressão atmosférica.
 Fonte: O autor
4.1 – Avaliando os resultados.
 considerando o comprimento total do condensador em 460,0mm. 
Tabela 2 – resultados das leituras no experimento.
	Valores em °C
	Valores Líquido
	Valores Gás
	0
	303,0mm
	157,0mm
	50
	250,0mm
	210,0mm
	55
	239,0mm
	221,0mm
	60
	226,0mm
	234,0mm
	65
	210,0mm
	250,0mm
	70
	177,0mm
	283,0mm
	75
	140,0mm
	320,0mm
	80
	78,0mm
	382,0mm
 Fonte: O autor
1- Realize a coleta de dados da altura do líquido (Δh liq) e altura do gás (Δh gás) para cada uma das temperaturas da tabela 3. Preencha a coluna 2 com as temperaturas em Kelvin.
Tabela 3 – Resultados.
	T (°C)
	T (K)
	Δh liq
(CM)
	Δh gás
(CM)
	Var /10-5
(M3)
	P ar
(Pa)
	Pv
(Pa)
	T-1
(K-1)
	In (Pv)
	0
	273,15
	0
	0
	0
	92045,51
	0,49
	0,00366
	-0,71
	50
	323,15
	-5,3
	5,3
	3,371x10-6
	91525,68
	1033,8
	0,00310
	6,94
	55
	328,15
	-1,1
	1,1
	7,00x10-7
	91937,62
	214,8
	0,00305
	5,37
	60
	333,15
	-1,3
	1,3
	8,28 x10-7
	91918,00
	253,1
	0,00300
	5,53
	65
	338,15
	-1,6
	1,6
	1,017 x10-6
	91888,58
	311,2
	0,00296
	5,74
	70
	343,15
	-3,3
	3,3
	2,099 x10-6
	91721,84
	641,3
	0,00291
	6,46
	75
	348,15
	-3,7
	3,7
	2,353 x10-6
	91682,61
	718,0
	0,00287
	6,58
	80
	353,15
	-6,2
	6,2
	3,944 x10-6
	91437,41
	1199,0
	0,00283
	7,09
 Fonte: O autor
2- Sabendo que o diâmetro interno do condensador adaptado é de 9 mm, utilize a equação 8 do sumário teórico (V ar = πr 2 ∆h gás) para calcular o volume do gás (V ar) para cada uma das temperaturas da tabela 1. Preencha a tabela 3 com os resultados encontrados. 
3- Utilize a equação 7 do sumário teórico (p ar = p atm. − ρg∆h gás) para encontrar o valor de par em pascal para a temperatura de 0 ℃. Converta e utilize o valor da pressão ambiente (p atm.) observada no barômetro para Pascal e considere a densidade da água como 999,8 kg.m-3 em seu cálculo. Preencha a tabela 4 com o resultado encontrado.
4- Calcule a quantidade de ar (n ar) que permanece constante durante todo o experimento pela equação 8 do sumário teórico (n ar = p ar V ar ⁄RT) utilizando o valor de Par encontrado na questão anterior. R=8,31 T=50°C
 Resposta: n ar = = n ar = = n ar =1,15x10-4Mol
5- Sabendo o valor da quantidade de ar do sistema, calcule os valores de Par nas temperaturas diferentes de 0 ℃ pela equação 9 do sumário teórico (p ar = n ar RT⁄V ar). Preencha a tabela 3 com os resultados encontrados.
6- Faça os cálculos da pressão de vapor utilizando a equação 9 do sumário teórico (p v = p atm. − p ar − ρg∆h líq.). Preencha a tabela 3 com os resultados encontrados. Utilize a densidade do líquido exibida na tabela 4 para cada temperatura da tabela 
 
Tabela 4 
	Temperatura (°C)
	Densidade da água (Kg.m-3)
	Temperatura (°C)
	Densidade da água (Kg.m-3)
	0
	999,80
	65
	980,55
	50
	988,04
	70
	977,76
	55
	985,69
	75
	974,84
	60
	983,20
	80
	971,79
 Fonte: Cogna
7- Preencha as colunas 8 e 9 da tabela utilizando os valores encontrados anteriormente. Trace um gráfico com os valores de L n (p v) em função de T -1 e encontre a equação da reta deste gráfico. 
Gráfico - 2
 Fonte: O autor
Equação= Ln (P v​) = −9398 ⋅ + 33,7
 
8- Compare a equação da reta encontrada na questão 7 com a seguinte equação:
a. Determine o valor da entalpia de vaporização experimental (∆H v).
 Resposta: y= ln (pv​) e x =1 / Tx = 1 / Tx = 1/T. 
 A inclinação é ln (p v​) = −7000⋅(1/T) +b
 ΔH vap​ = − m⋅R ΔH vap​ = − (−7000) ⋅ 8,314 = 58198J / mol = 58,2kJ/mol.9- Utilize a equação da reta encontrada na questão 7 para determinar o valor da pressão de vapor à 25 ℃.
 Tabela - 4 
	T (° c)
	T(K)
	1/T(K^-1)
	L n (P v)
	P v (P a)
	25
	298,15
	0,00336
	2,14
	8,5
 Fonte: O autor
10- Quais as possíveis fontes de erro deste experimento que podem causar discrepância entre os valores encontrados experimentalmente da entalpia de vaporização e da pressão de vapor em relação aos valores encontrados na literatura?
 Resposta: As diferenças entre os valores experimentais e os de literatura para pressão de vapor e entalpia de vaporização surgem de vários fatores. Pequenos erros na medição de temperatura ou pressão já impactam bastante os resultados. Condições do ambiente, como variações na pressão atmosférica ou presença de impurezas no líquido, também alteram os dados. Além disso, o método usado envolve simplificações, como considerar o gás ideal e a entalpia constante, o que nem sempre corresponde à realidade. Trocas de calor com o meio, leituras imprecisas no manômetro e falta de tempo suficiente para o sistema atingir equilíbrio completam as principais fontes de erro. Tudo isso explica por que os resultados de laboratório dificilmente coincidem exatamente com os valores tabelados.
5 – CALOR ESPECÍFICO DE LÍQUIDOS.
Figura 27 – Bancada do experimento.
 Fonte: O autor
Figura 28 – Utilizando EPIs
 Fonte: O autor
 Figura 29 – Balança com o béquer com a tara.
 Fonte: O autor
Figura 30 – Retornando o béquer na bancada.
 Fonte: O autor
Figura 31 – Adicionando 50ml de água fria no béquer com a pisseta.
 Fonte: O autor
Figura 32 – Pensando a massa da água fria 048.29g.
 Fonte: O autor
Figura 33 – Despejando a água fria no calorímetro.
 Fonte: O autor
 Figura 34 – Agitando o calorímetro. 
 Fonte: O autor
Figura 35 – Medindo o calorímetro 025,7 °C (água fria).
 Fonte: O autor
Figura 36 – Descartando o conteúdo do calorímetro. 
 Fonte: O autor
5.1 – Preparando a água quente.
Figura 37 – Despejando água no béquer, 100 ml.
 Fonte: O autor
 Figura 38 – Pesando a massa da água 098,14g.
 Fonte: O autor
Figura 39 – Aquecendo o béquer.
 Fonte: O autor
Figura 40 – Medindo a temperatura da água quente 089,2°C.
 Fonte: O autor
Figura 41 – Despejando a água quente no calorímetro.
 Fonte: O autor
 Figura 41 – Agitando o calorímetro com água quente.
 Fonte: O autor
Figura 42 – Medindo o calorímetro com a água quente 081,5°C.
 Fonte: O autor
Tabela 5 – Dados da água.
	Água
	EXP1
	EXP2
	EXP3
	Massa da água fria (m) (g)
	048.29g
	048.18g
	047.99g
	Massa da água quente (m) (g)
	098.14g
	098.52g
	098.37g
	Temperatura da água fria (T1) (°C)
	025.7°C
	025.4°C
	025.2°C
	Temperatura da água quente (T2) (°C)
	081.5°C
	087.3°C
	085.9°C
	Temperatura de equilíbrio (TF) (°C)
	63.1°C
	66.96°C
	65.95°C
	Calor específico da água (Cal/g.° C)
	1.00 Cal/g.° C
	1.00 Cal/g.° C
	1.004 Cal/g.° C
	Calor específico médio da água (Cal/g. ° C)
	1.001 Cal/g.° C
 Fonte: O autor
1. Considerando que o calor liberado pela água quente deve ser igual ao calor absorvido pela água fria e pelo calorímetro (Q c + Q R = 0), e que estamos trabalhando com um calorímetro não adiabático, com capacidade calorífica diferente de zero, calcule o calor específico da água.
Resposta: 
2. Complete a Tabela 5 acima com os dados obtidos na primeira parte do experimento.
3. Compare o valor do calor específico obtido no experimento com o tabelado. Qual foi a porcentagem de erro? 
Resposta:
 Tabela 6 – Resultados da questão 3
	Experimento
	C exp. (Cal/g.° C)
	Erro (%)
	EXP1
	1,21
	21%
	EXP1
	1,17
	17%
	EXP1
	1,16
	16%
	MÉDIA EXP
	1,18%
 Fonte: O autor
5.2 – Determinação do calor específico do Álcool.
Figura 43 – Utilizando EPIs.
 Fonte: O autor
 Figura 43 – Ligando a balança.
 Fonte: O autor
Figura 44 – Tara da balança.
 Fonte: O autor
Figura 45 – Colocando o álcool 50ml no béquer.
 Fonte: O autor
Figura 46 – Massa do álcool (m) (g) 039,50g.
 Fonte: O autor
Figura 47 – Colocando o álcool no calorímetro.
 Fonte: O autor
Figura 48 – Agitando o álcool no calorímetro.Fonte: O autor
Figura 49 – Medindo a temperatura do álcool no calorímetro 024,9°C. 
 Fonte: O autor
5.3 – Determinação do calor específico do Álcool aquecido.
Figura 50 – Colocando o álcool no béquer 100ml para aquecer. 
 Fonte: O autor
 Figura 51 – Massa do álcool para aquecer 100ml. 
 Fonte: O autor
Figura 52 – Aquecendo o béquer com álcool.
 Fonte: O autor
Figura 53 – Medindo a temperatura no béquer 087,4°C.
 Fonte: O autor
Figura 54 – Colocando o álcool aquecido no calorímetro.
 Fonte: O autor
Figura 55 – Agitando o álcool no calorímetro.
 Fonte: O autor
Figura 56 – Medindo a temperatura do álcool aquecido no calorímetro 072.6°C.
 Fonte: O autor
 Figura 57 – Descartando o conteúdo e finalizando o experimento.
 Fonte: O autor
Tabela 6 – Dados do álcool.
	Álcool
	EXP2
	EXP2
	EXP3
	Massa do álcool frio (m) (g)
	039,50g
	042,34g
	35,90g
	Massa do álcool quente (m) (g)
	074,96
	072,85g
	073,56g
	Temperatura do álcool frio (T1) (°C)
	024,9°C
	025,7°C
	023,4°C
	Temperatura do álcool quente (T2) (°C)
	072,6°C
	077,4°C
	073,3°C
	Temperatura de equilíbrio (TF) (°C)
	56,14 °C
	58,40 °C
	56,93 °C
	Calor específico do álcool (Cal/g.° C)
	2,84 Cal/g.° C
	2,71 Cal/g.° C
	3,02 Cal/g.° C
	Calor específico médio do álcool (Cal/g. ° C)
	2,86 Cal/g.° C
 Fonte: O autor
1- Considerando que o calor liberado pela água quente deve ser igual ao calor absorvido pelo álcool e pelo calorímetro (Q c + Q R = 0), e que estamos trabalhando com um calorímetro não adiabático, com capacidade calorífica diferente de zero, calcule o calor específico do álcool.
Resposta: 
2- Complete a Tabela 2 acima com os dados obtidos na segunda parte do experimento.
3- Compare o valor do calor específico obtido no experimento com o tabelado. Qual foi a porcentagem de erro? 
Resposta: 
6 – DETERMINAÇÃO DA ORDEM DA DECOMPOSIÇÃO DE PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO.
Figura 58 – Visão geral do experimento.
 Fonte: O autor
 Figura 59 – Lavando as mãos.
 Fonte: O autor
 Figura 60 – Utilizando EPIs.
 Fonte: O autor
Figura 61 – Movendo a haste de vidro para o béquer.
 Fonte: O autor
Figura 62 – Ácido sulfúrico no béquer de 50ml.
 Fonte: O autor
Figura 63 – Limpando a haste de vidro.
 Fonte: O autor
Figura 64 – Movendo a pipeta para o béquer.
 Fonte: O autor
 Figura 65 – Sugando o conteúdo.
 Fonte: O autor
Figura 66 – Despejando o conteúdo no Erlenmeyer 125ml.
 Fonte: O autor
 Figura 67 – Despejando o conteúdo nos outros 7 Erlenmeyer 125ml.
 Fonte: O autor
 Figura 68 – Limpando a haste de vidro.
 Fonte: O autor
Figura 69 – Movendo a haste de vidro para a proveta.
 Fonte: O autor
Figura 70 – Colocando o peróxido de hidrogênio na proveta.
 Fonte: O autor
Figura 71 – Transferindo para a Erlenmeyer. 
 Fonte: O autor
Figura 72 – Colocando o cloreto de ferro no béquer.
 Fonte: O autor
6.1 – Realizando a titulação.
Figura 73 – Despejando o cloreto de ferro no Erlenmeyer 250ml.
 Fonte: O autor
Figura 74 – Homogeneizando o conteúdo.
A e
 Fonte: O autor
Observação: Ouve um problema no simulador e não foi possível concluir o experimento, mas com pesquisas foi possível a conclusão dos resultados.
1. Como pode ser representada a equação da reação de decomposição de peróxido de hidrogênio?
Resposta:
A decomposição do peróxido de hidrogênio (H2O2) gera água (H2O) e o oxigênio (O2).
A reação é representada por: 2H2O2 > 2H2O+O2.
É uma reação de decomposição, pois uma substância se divide em produtos mais simples.
Pode ser acelerada por catalizadores, como MnO2 ou a enzima catalase.
O oxigênio liberado geralmente forma bolhas visíveis durante a reação.
2. Quais são as características do peróxido de hidrogênio?
Resposta:
O peróxido de hidrogênio (H2O2​) apresenta várias características importantes:
· Estado físico e aparência: É um líquido incolor e viscoso, com leve odor característico.
· Solubilidade: Totalmente solúvel em água, formando soluções aquosas de diferentes concentrações.· Reatividade química: É um forte agente oxidante, podendo decompor-se espontaneamente em água e oxigênio.
· Estabilidade: Instável em altas concentrações; sua decomposição é acelerada por luz, calor ou impurezas metálicas.
· Usos comuns: Utilizado como desinfetante, branqueador, em processos industriais e como propulsor em foguetes.
Conclusão.
Durante as atividades práticas, foi possível aplicar conceitos fundamentais de física e química em experimentos reais. Na determinação da equação termométrica, observou-se a relação entre a variação de uma grandeza física e a temperatura, permitindo a calibração de termômetros de maneira precisa. A medição da pressão de vapor e o cálculo da entalpia de vaporização mostraram como a temperatura influencia a tendência de um líquido evaporar e a energia envolvida nesse processo.
No estudo do calor específico de líquidos, verificou-se que diferentes substâncias armazenam energia térmica de maneiras distintas, o que explica comportamentos térmicos variados em aquecimento ou resfriamento. Já na decomposição do peróxido de hidrogênio, a determinação da ordem de reação permitiu compreender a dependência da velocidade da reação em relação à concentração do reagente, além de observar a liberação de oxigênio como evidência visual da reação.
Essas práticas reforçaram a importância da análise experimental e do tratamento de dados, mostrando que conceitos teóricos, como termodinâmica e cinética química, se aplicam diretamente em medições e cálculos práticos. O trabalho destacou também a necessidade de cuidados laboratoriais, precisão nas medições e interpretação crítica dos resultados obtidos. Dessa forma, consolidou-se a compreensão dos fenômenos estudados e o desenvolvimento de habilidades experimentais essenciais para o aprendizado científico.
JAÚ - SP
2025
Gráfico da altura (h) em função de temperatura (°C) 
Gráfico da altura 	
0°	25°	99°	9.8000000000000007	13.2	23.7	Temperatura (°C)
Altura (h cm)
Ln(Pv)vs1/T
ln(Pv) (experimental)	3.6600000000000001E-3	3.0999999999999999E-3	3.0500000000000002E-3	3.0000000000000001E-3	2.96E-3	2.9099999999999998E-3	2.8700000000000002E-3	2.8300000000000001E-3	-0.71	6.94	5.37	5.53	5.74	6.46	6.58	7.09	ln(Pv) (reta ajustada)	3.6600000000000001E-3	3.0999999999999999E-3	3.0500000000000002E-3	3.0000000000000001E-3	2.96E-3	2.9099999999999998E-3	2.8700000000000002E-3	2.8300000000000001E-3	-0.69668000000000063	4.5662000000000056	5.0361000000000011	5.5060000000	000038	5.8819200000000036	6.3518200000000036	6.7277	400000000007	7.1036600000000014	3.6600000000000001E-3	3.0999999999999999E-3	3.0500000000000002E-3	3.0000000000000001E-3	2.96E-3	2.9099999999999998E-	3	2.8700000000000002E-3	2.8300000000000001E-3	1/T(K^-1)
Ln(Pv)
	
	
	
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