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Cápsula:
É o armazenamento de uma ou mais substâncias em recipientes de gelatina 
mole (armazenando líquidos, semi-sólidos e sólidos) ou duros (armazenando 
sólidos) cápsula comum e cápsula gelatinosa. 
Abertura da capsula para uso em pó Pode???
Pode ser usada para mascarar sabor desagradável.
COMPRIMIDO:
A compressão de uma ou mais substâncias químicas na forma de pó ou 
grânulo.
COMPRIMIDO DE REVESTIMENTO ENTÉRICO:
• Revestidos por um produto que garante sua passagem integra pelo 
estômago, chegando perfeito ao intestino onde irá se dissolver e iniciar sua 
ação.
• Casos em que os medicamentos, quando em contato com o líquido ácido do 
estômago são destruídos e perdem sua ação.
• Pode ser utilizado também em casos de medicamentos que agridem a 
parede do estômago.
COMPRIMIDO SUBLINGUAL:
• São colocados, obrigatoriamente, embaixo da língua, e se dissolvem com 
auxílio da saliva e são absorvidos na própria boca. 
• É usado no caso de medicamentos que, em contato com o líquido ácido do 
estômago são destruídos e perdem sua ação terapêutica, também para 
aqueles que são pouco absorvidos pelo intestino.
COMPRIMIDO EFERVESCENTE:
• Preparados com uma ou mais substâncias químicas associadas a alguns 
sais que liberam gases quando em contato com a água. 
• Facilita o comprimido a desintegrar e a dissolver para ser absorvido.
COMPRIMIDO MASTIGÁVEL:
• Preparados para terem a sua 
desintegração facilitada pela mastigação.
• Depois de mastigados, eles são engolidos,
para aí serem dissolvidos e absorvidos.
COMPRIMIDO DE AÇÃO LENTA/PROLONGADA:
• Possui um revestimento que controla a liberação da substância química. 
• Isso permite que esses comprimidos, ao serem dissolvidos, iniciem sua ação 
lentamente de forma que seja prolongada/duradoura, mas somente quando 
ingeridos inteiros.
(Um comprimido simples quando é totalmente dissolvido, sofre completa 
absorção e tem sua ação iniciada rapidamente.)
• Doenças crônicas
• Aumentar o intervalo entre as tomadas em pacientes que precisam de altas 
doses por dia.
Drágea
São comprimidos revestidos com camadas constituídas por misturas de 
substâncias diversas, como resinas, naturais ou sintéticas, gomas, gelatinas, 
materiais inativos e insolúveis, açucares, plastificantes, polióis, ceras , 
corantes autorizados e, às vezes, aromatizantes e princípios ativos.
Melhora a deglutição, aparência física e mascara o sabor do medicamento.
Granulado
São pós liofilizados ou grânulos, podem ser solúveis ou insolúveis
São preparações para substâncias que não são estáveis na presença da água.
É necessário que as substâncias sejam acrescentadas à água filtrada ou fervida 
somente no momento da administração, para se fazer a solução ou suspensão. 
POMADA OU UNGUENTO
 São preparações semi-sólidas para aplicação externa que amolecem ou 
derretem à temperatura corpórea. 
 A substância química sólida é geralmente inserida em uma base oleosa.
 São usadas em regiões menores, com menos pêlos por serem muito 
oleosas, não é aconselhável aplicá-las em feridas abertas.
PASTA
 Para aplicação externa na pele.
 Contém maior porcentagem de material sólido, por isso são mais 
firmes e espessas. 
 São pouco gordurosas e têm grande poder de absorção de água ou de 
exsudados.
CREME
 Preparação com parte de água e parte de óleo. Emulsão semissólida: fase 
lipofílica + fase hidrofílica
 Contém um ou mais princípios ativos dissolvidos ou dispersos em uma base 
apropriada
 Aplicação externa na pele ou nas membranas mucosas.
 Em comparação com as pomadas, são bem menos oleosas e se espalham 
facilmente.
 Portanto, são mais aplicadas para áreas extensas do corpo e também em 
regiões com pelos.
GEL
 São preparações a base de água, portanto, não contém óleo.
 É a forma de um ou mais princípios ativos que contém um agente gelificante
para fornecer firmeza a uma solução ou dispersão coloidal (um sistema no 
qual partículas de dimensão coloidal – tipicamente entre 1 
nm e 1 mm – são distribuídas uniformemente através do 
líquido). 
 Um gel pode conter partículas suspensas.
 São utilizadas em regiões muito úmidas. 
 Utilizados para reduzir a oleosidade da pele.
SUPOSITÓRIO
 Consistência firme, de vários tamanhos e formatos adaptados para introdução 
no orifício retal, vaginal ou uretral do corpo humano, contendo um ou mais 
princípios ativos dissolvidos numa base adequada.
 Eles se fundem, derretem ou dissolvem na temperatura do corpo.
 Ação local
 Em casos de dor, constipação, irritação, coceira e inflamação.
 Para ação sistêmica são utilizados em casos de pacientes com vômitos e que 
não engolem o medicamento.
ÓVULO
 Um tipo de supositório de uso vaginal.
 Dose única
 Um ou mais princípios ativos dispersos ou dissolvidos em uma base 
adequada que tem vários formatos, usualmente, ovóide. 
 Fundem na temperatura do corpo.
Soluções orais
 Podem ter que componentes que dão cor e sabor ao líquido para tornar 
o medicamento mais agradável ao gosto. 
 Podem ser administradas em gotas, ou com volume bem definido.
 Elas podem ter cor, mas devem ser transparentes.
SOLUÇÕES ESTÉREIS
 São preparações líquidas estéreis, ou seja, sem a presença de 
microorganismos. 
 São colírios e medicamentos injetáveis. 
 Não devem conter nenhum tipo de substância estranha e nem estarem 
turvas.
EXTRATO FLUIDO
 Obtida de drogas vegetais ou animais por extração com liquido apropriado ou 
por dissolução do extrato seco.
 Os extratos fluídos podem ser padronizados em termos de concentração do 
solvente, teor de constituintes, ou de resíduo seco. 
 Podem ser adicionados conservantes inibidores do crescimento microbiano.
 Devem apresentar teor de princípios ativos e resíduos secos prescritos nas 
respectivas monografias. 
ESPÍRITO
 É a forma farmacêutica líquida alcoólica ou hidroalcoólica, contendo 
princípios aromáticos ou medicamentosos 
 Simples ou compostos.
 Os espíritos são obtidos pela dissolução de substâncias aromáticas em 
etanol, geralmente na proporção de 5% (p/v).
TINTURA
 É a preparação alcoólica ou hidroalcoólica resultante da extração de 
drogas vegetais ou animais ou da diluição dos respectivos extratos. 
 simples ou composta
XAROPE
 Forma farmacêutica aquosa caracterizada pela alta viscosidade, que 
apresenta não menos que 45% (p/p) de sacarose ou outros açúcares na 
sua composição, que contêm uma ou mais substâncias químicas.
 São usadas principalmente para substâncias com sabor muito 
desagradável e também para 
pacientes que têm dificuldade de ingerir 
comprimidos (crianças e idosos, por exemplo).
ELIXIR
 São preparações líquidas contendo álcool, açúcar, glicerol ou propilenoglicol. 
 Normalmente, apresenta como característica, o sabor do álcool.
 São menos viscosos e, devido à presença da grande quantidade de álcool, são 
menos utilizadas.
EMULSÃO
 É uma solução que contém pequenas partículas de um líquido dispersas 
em outro líquido. 
 Dispersão de água em óleo. 
 É necessário agitar antes de administrar.
SUSPENSÃO
 As substâncias químicas não estão totalmente dissolvidas no meio líquido. 
 Geralmente têm baixa capacidade de dissolução, por isso depositam-se no 
fundo do recipiente.
É essencial informar ao paciente que ele deve agitar o frasco antes de 
usar.
SISTEMAS DE GÁS COMPRIMIDO OU 
AEROSSÓIS
 Medicamentos e cosméticos.
Soluções associadas a gases. 
 CFC (clorofluorcarbono) não é inflamável, em contrapartida causam grande 
estrago para a natureza (uma pequena quantidade dele no ar é capaz 
destruir grande parte da camada de ozônio).
 Hidrocarbonetos: (n-butano, propano, iso-butano), que são inflamáveis, mas 
pouco tóxicos e mais baratos. 
 É importante alertar que as embalagens não devem ser descartadas fora do 
lixo, e não podem ser reutilizadas e abertas.
OUTRAS FORMAS FARMACÊUTICAS
Cataplasmas : São preparações geralmente magistrais, de aplicação tópicana pele.
Ceratos: São um tipo de pomada, em que o excipiente é constituído por uma mistura de cera e óleo.
Alcolatos: São preparações farmacêuticas que se obtém pela maceração alcoólica de plantas frescas, seguidas de destilação
Colutórios: São preparações magistrais destinadas a serem depostas na mucosa bocal ou orofaríndea. São soluções viscosas 
devido à presença de mel ou glicerina. As substâncias ativas empregues são antissépticos.
Enemas ou Clister: São formas farmacêuticas destinadas a serem introduzidas na porção terminal do intestino.
Sprays: São semelhantes aos aerossóis, mas o diâmetro da partícula é maior (0,5 micrômetro), podem ser considerados 
“nevoeiros molhantes”.
Vaporizações: São formas farmacêuticas magistrais resultantes da libertação de vapor de água por si só, ou contendo 
antissépticos, e que se destinam a ser inalados
Fumigações: São gases resultantes da combustão de determinadas plantas, ou liberação de gases com fins desinfetantes de 
espaços ou dirigidos para as vias respiratórias com fins medicamentosos antissépticos – inalação
Ampolas: São tubos de vidro ou plástico estirados nos dois topos, ou pequenas “garrafas” seladas, podem conter líquido ou 
pó.
–Servem para facilitar a esterilização e conservação do seu conteúdo;
–O pó normalmente é utilizado na preparação extemporânea de solutos injetáveis.
VIAS DE ADMINISTRAÇÃO
VIAS DE ADMINISTRAÇÃO
Local ou sistêmico
Propriedade e forma administrada
Idade do paciente
Tempo de tratamento
Via enteral
Via oral
Sólidos e líquidos (comprimidos, drágeas, xaropes, 
suspensões, soluções)
 Efeito de primeira passagem, absorvido pelo trato 
gastrointestinal e metabolizado no fígado
 Absorvido principalmente no estômago e intestino
Não é indicado para pacientes que tenham: náusea, 
vômito, diarreia, e dificuldade de deglutir
VANTAGENS X DESVANTAGENS
Vantagens:
 Mais conveniente
 Via segura (risco menor)
 Econômicos
 Forma farmacêutica mais comum
Desvantagens
 Metabolização de 1ª passagem
 Tempo de início de ação lento
 Irritação do trato gastrointestinal
 Dose absorvida pode ser irregular( 
Influência de outros fármacos, 
alimentos, esvaziamento gástrico e 
motilidade intestinal
 Colaboração do paciente
 Fármacos hidrossolúveis ou sensíveis 
ao ph estomacal
Via sublingual
O medicamento deve ser colocado sob a língua e deve 
permanecer até a completa dissolução
Vantagens
 Início de ação rápido
Evita o metabolismo de primeira passagem
 Desvantagem
Poucas drogas formuladas pela essa via
Pouca área de absorção 
Via retal
 Alternativa da via oral 
 Ação sistêmica
 Supositórios: Dissolvem nas secreções retais. Efeito 
loca/sistêmico
 Enemas: Soluções/Suspensões com ação local/sistêmica
 Na prática estimular a evacuação; aplicar contrastes
VANTAGENS X DESVANTAGENS
 Vantagens
 50% do fármaco cai direto na corrente sanguínea
 Pacientes que não conseguem engolir
 Pacientes que estão com vômito
 Desvantagens
 Baixa aceitação dos pacientes
 Liberação irregular
 Irritação da mucosa retal
Via injetável
Via parenteral
Intramuscular, Subcutânea, Intravenosa,Intra-arterial, 
Intradérmica, Epidural,Peridural, Intraóssea, Intrasinovial, 
Intratecal, Intracardíaca,etc...
Vantagem de uma ação mais rápida e usada quando a via 
oral é contraindicada.
Via parenteral
 Pacientes não colaborativos
 Inconscientes
 Intolerantes a dieta oral (náuseas, vômitos)
 Requer pessoal treinado
 Métodos em geral mais invasivos
 Geralmente requer ambiente hospitalar
Via endovenosa
 Aplicação diretamente na corrente sanguínea através de 
uma veia.
 Pode variar, podendo ser uma única dose até uma 
infusão contínua
 Absorção imediata/Resposta imediata
 Absorção Completa/Grandes doses/Fluxo contínuo
 Seringas de 10 ou 20 ml
 Medicamentos com altas concentrações(diluição em 
soluções salinas (soro fisiológico 0,9% e soro glicosado 
5%)
Vantagens
 Ação rápida
 Biodisponibilidade alta e previsível
 Pode ser usado por paciente inconsciente
 Evita metabolismo de 1ªpassagem e o trato 
gastroinstestinal
 Ajuste de dose para alguns fármacos
DESVANTAGENS
VIA PERIGOSA (DOSE ERRADA, FÁRMACO ERRADO)
 Profissional deve ser bem treinado
 Assepsia imprescindível
 Dor e medo do paciente
 Obstrução de veias
Via intramuscular
 Possibilita injetar o medicamento direto no músculo em 
graus de profundidade variados
 Suspensões aquosas ou soluções oleosas garantindo 
absorção a longo prazo
 Deltóide : máximo 1ml
 Glúteo: máximo de 4ml em adultos
 ATENÇÃO: Não esquecer que o volume irá depender da 
quantidade de massa muscular do paciente, quanto 
menor a dose aplicada menor o risco de possíveis 
complicações.
Vantagens
 Inicio de ação relativamente rápido 
 Absorção aos poucos
 Evita metabolização de primeira passagem e o trato 
gastrointestinal
 Via segura
 Reservatório do fármaco (duração de ação prolongada)
 Alternativa para drogas irritantes da via intravenosa
Desvantagens
 Substância irritantes para essa via
 Não aceita grandes volumes do medicamento
 Dor e medo do paciente
 Diferença na distribuição de gordura interferem na 
absorção (homens/mulheres/pacientes obesos)
Via subcutânea
 Absorção lenta
 Tecido subcutâneo
 Prolongamento da ação do medicamento
 Utilizados em tratamento de longa duração
 Ex: diabetes (insulina), vacinas
 Volume indicado: 0,1ml até 1,5ml
vantagens
 Via que você possibilita aplicar o medicamento 
constantemente e lentamente
 Manipulação da liberação (duração do efeito)
 Evita manipulação de 1ª passagem e trato 
gastrointestinal
desvantagens
 Alguns fármacos são irritantes
 Via muito susceptível a ter uma alergia
Via intradérmica
 Geralmente usada para fins de diagnóstico, geralmente 
para testar alergias e reação a tuberculose.
 Vacina BCG
 Pouca absorção sistêmica, efeito principalmente local.
 Volume indicado 0,1ml a 0,5ml
Via transdérmica
 Absorção através da pele
 Pele intacta (lipofílico)
 Pele exposta (aumenta a absorção)
 Vantagem
 Evita metabolismo de 1ª passagem
 Efeito de longa duração
 Desvantagem
 Inicio de ação lento
 Irritação e alergia
Via tópica
 Qualquer aplicação que faça de um fármaco, diretamente 
no local de ação seja qual for o tecido
 Onde tem mucosa é possível administração de 
medicamentos
 Aplicação direta no local de ação
 Dermatológica
 Oftalmológica
 Nasal
 Dental e garganta (tipo spray de própolis)
 Vaginal
Via inalatória/pulmonar
 Por inalação conseguimos administrar medicamentos 
gasosos e voláteis e cai na corrente sanguínea evitando 
o trato gastrointestinal
 Diretamente na árvore respiratória
 Tratamento de doenças broncoplumonares
vantagens
 Absorção tópica ou sistêmica
 Área de absorção grande
 Início de ação rápido
desvantagens
 Efeitos adversos no coração
 Alguns fármacos são irritantes para os pulmões
 A química não permite uma formulação que possa ser 
inalada
Via intratecal
 Espaço subaracnóide
 Punção lombar(L2-L5): Opióides/Anestésicos 
locais/Anti-metabólicos
 Apenas médicos
Via intrauterina
 Dispositivo intrauterino (DIU)
 Progestágeno
 Cobre
Vias x formas
FARMACOCINÉTICA
FARMACOCINÉTICA
 Movimento que o fármaco realiza dentro do nosso corpo
 Estuda o que o corpo faz com a droga
ABSORÇÃO
 O objetivo do fármaco é entrar na corrente sanguínea, 
ou seja chegar na circulação sistêmica
 O fármaco para entrar no organismo precisa de uma 
porta de entrada, e essa porta de entrada são as vias de 
administração
 Existem exceções: Fármacos de uso tópico pulam etapas 
e agem diretamente no local específico, possuem efeito 
local.
ABSORÇÃO
 Local de administração corrente sanguínea
 Se eu quero usar um medicamento para problema 
interno, não necessariamente preciso que ele passe 
pela etapa de absorção
DISTRIBUIÇÃO
 Após ofármaco chegar na corrente sanguínea, ele será 
levado para diferentes compartimentos e dependendo 
das características do meu fármaco ele vai conhecer 
diferentes tecidos e líquidos
METABOLISMO/BIOTRANSFOR
MAÇÃO
 Dependendo da via de administração que utilizamos 
alguns fármacos irão ter que enfrentar um grande e 
poderoso chefão: NOSSO FÍGADO
 Droga A Droga B 
(+ polar, mais fácil de ser eliminada)
EXCREÇÃO
 Excreção na maioria das vezes é através de urina e 
fezes, mas não são as únicas vias de excreção.
 Diminuição do fármaco no meu organismo e será 
necessário uma nova dose da medicação
Fatores ligados que 
influenciam na absorção
Fatores ligados ao Fármaco
 Lipossolubilidade
 Peso molecular
 Carga elétrica (ácido 
fraco ou base fraca)
 Concentração do fármaco
 Forma farmacêutica
Fatores ligados ao organismo
 Tipo de tecido
 Área de absorção
 Tempo de esvaziamento 
gástrico
 Motilidade intestinal
 Alimentos
 Vacularização
 Condição patológica
 Idade (composição corporal muda de acordo com o 
tempo)
 Criancas possuem mais agua e liquido extracelular e 
menos tecido adiposo e muscular
 Condições patológicas principalmente no fígado, pq
pode ter menos proteínas plasmáticas presentes
 Problema no rim
 Deslocamento dos fármacos e ligações inespecíficas
metabilização
 Substâncias endógenas e exógenas
 Metabótitos (mais hidrossolúveis mais polares)
 Figado/pulmão/intestino
 Pró fármaco
 Droga>metabolização>metabolito inativo
 Pro- farmaco.>metabolização>metabolito ativo
 Droga>metabolização>metabólito tóxico
Meia vida
 Tempo de demora para atingir a metade da 
concentração máxima é a meia vida
FA
R
M
A
C
O
C
IN
É
T
IC
A
Interação anticoncepcional x antibiótico
1- O uso de anticoncepcionais e determinados antibióticos poderia aumentar o 
metabolismo desses medicamentos, o que faria com que sua eliminação do 
organismo (ou depuração) fosse mais rápida e o anticoncepcional “não tivesse 
tempo” suficiente de cumprir o papel esperado.
2- O estrógeno da pílula seria metabolizado pelas enzimas das bactérias 
intestinais (flora ou microbiota intestinal) e então absorvido e utilizado pelo 
organismo.
Quando um antibiótico reduz ou elimina essas bactérias, haveria menos estrógeno 
disponível e, uma vez que esse hormônio já estivesse presente em quantidades 
muito pequenas na pílula, poderia reduzir a eficácia da ação contraceptiva.
RIFAMICINA  ÚNICO COMPROVADO COMO CAUSAR DE INTERAÇÃO

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