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DIREITO CONSTITUCIONAL – I 
PROF. ESP. RAFAEL NEVES ALVES
ESP. DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR
ESP. DIREITO PÚBLICO.
EMAIL: rafael.alves@gruposapiens.com.br
HERMENÊUTICA CONSTITUCIONAL 
O QUE É HERMENÊUTICA?
Hermenêutica é a ciência que fornece a técnica e os princípios segundo os quais o operador do Direito poderá apreender o sentido jurídico da norma constitucional em exame, ao passo que interpretação consiste em desvendar o real sentido da norma.
O QUE É HERMENÊUTICA?
Assim....
OBJETO DE INTERPRETAÇÃO JURÍDICA
A QUEM COMPETE INTERPRETAR A CONSTITUIÇÃO?
JURÍDICO OU HERMENÊUTICO CLÁSSICO 
TÓPICO-PROBLEMÁTICO 
HERMENÊUTICO-CONCRETIZADOR 
CIENTÍFICO ESPIRITUAL 
NORMATIVO ESTRUTURANTE
COMPARATIVO 
METÓDOS DE INTEPRETAÇÃO 
De acordo com esse método, a norma suprema é tida como uma lei e, portanto, a ela devem ser aplicados os mecanismos de interpretação convencional quais sejam: 
literal/gramatical (deve ser realizado de modo textual e literal. EX: pode ou deve); 
histórico (analisa o projeto de lei, a sua justificativa, exposição de motivos, ou seja, o contexto da criação da norma. Leva em consideração o momento da elaboração da norma. EX: sigilo das correspondências); 
sistemático (busca-se a análise do todo); e 
teleológico (busca a finalidade da norma).
JURÍDICO OU HERMENÊUTICO CLÁSSICO (Savigny)
JURÍDICO OU HERMENÊUTICO CLÁSSICO (Savigny)
JURÍDICO OU HERMENÊUTICO CLÁSSICO (Savigny)
Para esse método a interpretação deve partir do caso concreto para norma, atribuindo-se a interpretação um caráter prático na busca da solução dos problemas concretizados e não no texto em si. A constituição é sistema aberto de normas, de forma que admite múltiplas interpretações. Vai pegar o problema e adequar a interpretação mais adequada.
TÓPICO-PROBLEMÁTICO (Theodor Vehweb)
Exemplo: Problema: um município proíbe shows em área residencial por causa do barulho.
O intérprete analisa o conflito: 
liberdade econômica 
direito ao lazer 
direito ao sossego
Resultado: admite restrições proporcionais (horário, volume), buscando a melhor solução prática.
O foco é resolver o conflito concreto, não extrair um sentido fechado do texto.
TÓPICO-PROBLEMÁTICO (Theodor Vehweb)
Diferentemente do método anterior, este método parte da Constituição para o problema, enfatizando alguns aspectos da intepretação como pressupostos subjetivos, pois cabe aquele que vai interpretar fazer uma análise primária do texto constitucional, os pressupostos objetivos, o interprete deve fazer uma mediação entre o texto constitucional e o caso prático. 
É um diálogo parte da premissa que a interpretação da constituição deve partir de um dialogo, entre as pré-compreensões do interprete e o texto constitucional (círculo hermenêutico).
Após a verificação do texto em seu conjunto e, portanto, de uma análise prévia, concretizar a aplicação da norma constitucional ao caso prático.
HERMENÊUTICO-CONCRETIZADOR (Korand Hese)
Exemplo: Art. 5º, IV, da Constituição Federal de 1988: liberdade de expressão
Caso concreto: uma postagem ofensiva em rede social.
O juiz: 
parte do texto (liberdade de expressão)
analisa o caso concreto (ofensa à honra)
concretiza a norma equilibrando os valores
Resultado: mantém a liberdade, mas impõe indenização por abuso.
A norma só ganha sentido quando aplicada ao caso.
HERMENÊUTICO-CONCRETIZADOR (Korand Hese)
A análise interpretativa do texto constitucional não se pode se ater às letras, deve levar em conta os verdadeiros valores que estão por trás das normas constitucionais, isto é, da realidade social. 
A constituição seria um produto da cultura, dessa forma o significado de suas normas seriam constantemente alterados e renovados na medida em que são alterados os valores da sociedade. A interpretação deve ser elástica e flexível. A interpretação deve ser diferente de acordo com a mudança cultural da sociedade.
CIENTÍFICO ESPIRITUAL (Rudolf Smed)
Discussão sobre união estável e conceito de família.
O intérprete considera: 
evolução social da família 
pluralidade de arranjos familiares 
valores constitucionais de igualdade 
Resultado: reconhecimento de novos modelos familiares além do tradicional.
Interpretação guiada pelo “espírito” da Constituição e da sociedade.
CIENTÍFICO ESPIRITUAL (Rudolf Smed)
O texto literal deve ser analisado de acordo com a realidade social, ou seja, a norma terá de ser concretizada não só pela atividade do legislador, mas também pela atividade do judiciário, da administração, governo e etc. Norma jurídica e texto não são sinônimos. Texto X norma
As normas constitucionais nunca terão uma identidade total com a realidade, não tem como o poder constituinte prevê todas as soluções de todos os problemas que poderiam surgir de uma sociedade. As normas constitucionais é a aponta do iceberg e toda realidade social é o restante o iceberg. A atividade do interprete é tentar fazer o máximo concretizar as normas com a realidade.
Direito à saúde (art. 196 da Constituição Federal de 1988)
Texto: “a saúde é direito de todos e dever do Estado”
Mas o juiz considera:
realidade do SUS
limitações orçamentárias 
políticas públicas existentes
Resultado: pode determinar fornecimento de medicamento, mas ponderando critérios técnicos. 
A norma surge da soma: texto + realidade concreta
NORMATIVO-ESTRUTURANTE (Friedrich Muller)
É a utilização do Direito Comparado como standard, como parâmetro, como referência para a solução de controvérsias, de problemas, de interpretação das normas. 
Há quem chame de método de Hétero-Integração. Comparar a constituição com a realidade de outras países.
COMPARATIVO (Peter Hable)
UNIDADE DA CONSTITUIÇÃO 
INTEGRADOR OU EFICÁCIA INTEGRADORA
MÁXIMA EFETIVIDADE
HARMONIZAÇÃO OU CONCORDÂNCIA PRÁTICA 
FORÇA NORMATIVA DA CONSTITUIÇÃO
CORREÇÃO FUNCIONAL OU JUSTEZA 
INTERPRETAÇÃO CONFORME A CONSTITUIÇÃO 
PROPORCIONALIDADADE E RAZOABILIDADE
SUPREMACIA CONSTITUCIONAL 
PRESUNÇÃO DE CONSTITUCIONALIDADE DAS LEIS 
PRINCÍPIOS DE INTEPRETAÇÃO 
A constituição deve ser interpretada em sua globalidade. As Normas constitucionais formam um conjunto de regras que não devem ser vistas isoladamente. Busca evitar conflitos entre as próprias normas, pois todas as normas constitucionais possuem o mesmo nível hierárquico.
UNIDADE DA CONSTITUIÇÃO 
Exemplo prático: Liberdade de expressão (art. 5º) × direito à honra
O juiz não pode aplicar um ignorando o outro;
Ele precisa interpretar os dois juntos.
Resultado: liberdade continua, mas não autoriza ofensa.
Na resolução de conflitos jurídicos-constitucionais deve dar à luz dos critérios que beneficiam a integração política e social. Não pode criar interpretações que coloquem em grupos sociais contrários entre si. Se fundamenta na necessidade de se utilizar critérios interpretativos que favoreçam a integração política e o reforço da unidade política.
Imagine o seguinte: Um grupo religioso quer realizar um grande evento em praça pública. Ao mesmo tempo, moradores reclamam de barulho e transtornos.
Temos um possível conflito: liberdade religiosaordem pública / interesse coletivo 
Como o intérprete decide?
Em vez de simplesmente: 
proibir o evento ❌ (geraria exclusão social) 
liberar totalmente ❌ (geraria conflito social) Ele busca uma solução integradora:
✔️ Autoriza o evento
✔️ Impõe limites de horário, som e organização
EFEITO INTEGRADOR OU EFICÁCIA INTEGRADORA
Também conhecida como eficiência ou interpretação efetiva, dispõe que as normas constitucionais devem ser interpretadas privilegiando sua maior eficiência. Escolher a interpretação que permita o maior grau de concretização e aplicação da norma constitucional.
Por exemplo, quando se estiver diante de duas ou mais interpretações possíveis em relação a algum direito fundamental, deve-se optar por aquela que reflete a maior eficácia do dispositivo.
Exemplo:
Direito à saúde (art. 196 da Constituição Federal de 1988)
➡️ O juiz não interpreta de forma restrita.
➡️ Amplia para garantir medicamentos, tratamentosetc.
MÁXIMA EFETIVIDADE
As normas constitucionais devem ser conciliadas para que possam coexistir sem que tenha uma de ser privilegiada em detrimento da outra. O todo deve ser analisado, evitando o máximo, a anulação de um direito por conta de outro. Essa concordância prática reforça a ideia de inexistência de hierarquia.
Exemplo: Direito de manifestação × direito de ir e vir
Protesto pode acontecer
Mas não pode bloquear totalmente a cidade
Resultado: ambos coexistem com limitações.
HARMONIZAÇÃO OU CONCORDÂNCIA PRÁTICA
Os aplicadores da Constituição, ao solucionar conflitos, devem conferir a máxima efetividade às normas constitucionais, priorizando a atualidade normativa do texto, fortalecendo tanto sua eficácia como sua permanência.
EX: Liberdade de expressão (art. 5º) “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas”
Aplicada hoje em:
redes sociais 
plataformas digitais 
influenciadores 
Mesmo sem previsão expressa em 1988.
Resultado: A Constituição continua viva, atual e eficaz.
FORÇA NORMATIVA DA CONSTITUIÇÃO
Também chamado de conformidade funcional ou ainda princípio da justeza, dispõe que aqueles que interpretam a constituição devem se atentar fielmente as regras sobre separação dos poderes e repartição constitucional de competências.
Evitando a usurpação de competências entre os poderes. A interpretação de uma norma constituição, não está correta se violar as funções e competências já fixadas no texto constitucional, ou seja, não poderá ser adotada uma interpretação que signifique uma modificação das competências fixadas na constituição. EX: Poder investigativo do MP.
CORREÇÃO FUNCIONAL 
Diante de normas plurissignificativas ou polissêmicas (possuem mais de uma interpretação), deve-se preferir o sentido que mais se aproxima da Constituição, e, portanto, que não seja contrário ao texto constitucional.
EX: Revista Pessoal 
⚠️ PROBLEMA - Essa lei pode gerar duas interpretações:
❌ Interpretação 1 (inconstitucional) 
Polícia pode revistar qualquer pessoa
Sem motivo
Baseada em aparência, raça, ou “intuição”
Isso viola: dignidade da pessoa humana, liberdade individual, proibição de discriminação
INTERPRETAÇÃO CONFORME A CONSTITUIÇÃO
Interpretação 2 (constitucional 
Revista só pode ocorrer com fundada suspeita
Deve ser justificada
Deve respeitar a dignidade da pessoa
Aqui a lei é aplicada de forma compatível com a Constituição
O QUE O JUIZ FAZ:
Ele aplica o princípio da interpretação conforme e decide:
✔️ A lei é válida❗ 
MAS somente se interpretada assim: “A revista pessoal exige fundada suspeita e deve respeitar os direitos fundamentais.”
INTERPRETAÇÃO CONFORME A CONSTITUIÇÃO
É um importante princípio constitucional que limita a atuação e discricionariedade dos poderes públicos vedando que seus órgãos ajam com excesso ou valendo-se de atos inúteis.
Cuida-se um princípio constitucional implícito que exige verificação do ato do poder público (leis, atos adm ou decisões judiciais) quanto aos seguintes aspectos: 
Adequação (ou utilidade): Exige que as medidas adotadas pelo poder público se apresentem aptas para atingir os fins almejados; 
Necessidade (ou exigibilidade): Impõe que o poder público adote, entre os atos e meios adequados, aquele ou aqueles, que menos sacrifícios ou limitações causem aos direitos fundamentais; 
Proporcionalidade em sentido estrito: Deve-se encontrar um equilíbrio entre o motivo que ensejou a atuação do poder público e a providência por ele tomada na consecução dos fins visados, ou seja, se as vantagens que propiciam superam as desvantagens causadas.
PROPORCIONALIDADE OU RAZOABILIDADE
SUPREMACIA CONSTITUCIONAL 
Constituição é norma superior a todas as outras e ela se impõe.
Todas as normas, quando nascem, elas nascem com a presunção de serem legítimas. Presunção essa relativa.
SUPREMACIA CONSTITUCIONAL 
PRESUNÇÃO DE CONSTITUCIONALIDADE DAS LEIS 
VAMOS TREIRAR! 
No que diz respeito à interpretação constitucional e, em conformidade com a doutrina dominante do direito constitucional, analise as assertivas.
I - Este princípio orienta o aplicador da Constituição, ao construir resoluções para os problemas jurídico-constitucionais, a dar maior primazia aos critérios favorecedores da integração social e da unidade política, uma vez que a coesão sociopolítica é condição de possibilidade para criação de qualquer sistema jurídico.
II - Segundo este princípio, o aplicador das normas constitucionais, ao se deparar com situações de concorrência entre bens jurídicos constitucionalmente protegidos, deve adotar a solução que otimize a realização de todos eles, de forma a evitar o sacrifício total de uns em relação aos outros.
III - De acordo com este princípio, os órgãos que atuam como intérpretes supremos da Constituição não podem chegar a resultados que subvertam, alterem ou perturbem o esquema organizatório-funcional constitucionalmente estabelecido.
Essas assertivas referem-se, respectivamente, aos seguintes princípios interpretativos das normas constitucionais:
A) Da unidade da Constituição, da força normativa da Constituição e do efeito integrador.
B) Da justeza, da unidade da Constituição e da harmonização.
C) Do efeito integrador, da força normativa da Constituição e da harmonização.
D) Do efeito integrador, da harmonização e da justeza.
VAMOS TREIRAR! 
Ao interpretar determinada questão constitucional, o juiz utilizou um método de interpretação que partiu da Constituição para o problema, valendo-se de suas pré-compreensões sobre o tema para obter o sentido da norma. Considerando as características do método de interpretação utilizado, é correto assinalar que o magistrado, ao apreciar a matéria, utilizou o método de interpretação constitucional denominado:
A) Tópico-problemático.
B) Hermenêutico-concretizador.
C) Científico-espiritual.
D) Normativo-estruturante.
E) De comparação constitucional.
VAMOS TREIRAR! 
A hermenêutica constitucional se dedica ao estudo dos princípios e métodos de interpretação das normas constitucionais em virtude de suas peculiaridades. Há um método em que se parte do problema para a norma, girando entorno de um problema a ser resolvido. Não há resposta correta, mas apenas argumentos mais convincentes que irão prevalecer. Estas características dizem respeito ao método:
A)Científico-Espiritual, desenvolvido por Rudolf Smend.
B) Jurídico ou Hermenêutico Clássico, desenvolvido por Ernst Forsthoff.
C) Concretista da Constituição Aberta, desenvolvido por Peter Häberle.
D) Normativo-Estruturante, desenvolvido por Friedrich Müller
E) Tópico-Problemático, desenvolvido por Theodor Viehweg. 
VAMOS TREIRAR! 
Na temática da hermenêutica constitucional, qual princípio indica que diante de normas plurissignificativas ou polissêmicas (que têm mais de uma interpretação) deve-se preferir a exegese que mais se aproxime da Constituição?
A) Interpretação conforme a Constituição.
B) Proporcionalidade.
C) Razoabilidade.
D) Máxima efetividade.
E) Unidade da Constituição.
VAMOS TREIRAR! 
Consoante doutrina especializada, a Hermenêutica Constitucional, que se destina à interpretação das normas fundamentais, possui métodos, princípios e limites próprios. Neste contexto, são métodos de interpretação das normas constitucionais, EXCETO: 
A) Máxima efetividade
B) Científico-Espiritual. 
C) Tópico-Problemático.
D) Normativo-Estruturante.
VAMOS TREIRAR! 
Em agosto de 2023, o Supremo Tribunal Federal firmou o entendimento de que o uso da tese da legítima defesa da honra em crimes de feminicídio ou de agressão contra mulheres contraria os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana, da proteção da vida e da igualdade de gênero. Em decorrência, o Art. 23, inciso II, o Art. 25, caput e parágrafo único, do Código Penal e o Art. 65 do Código de Processo Penal devem ser interpretados de modo a excluir a legítima defesa da honra do domínio do instituto da legítima defesa.
Entre os princípios de hermenêutica constitucional, o utilizado pelo Supremo TribunalFederal na decisão descrita acima é o da 
A) unidade constitucional. 
B) presunção de constitucionalidade das leis. 
C) interpretação conforme à constituição.
D) concordância prática. 
E) conformidade funcional. 
VAMOS TREIRAR! 
No que se refere aos métodos de interpretação da Constituição, assinale a alternativa incorreta.
A) O Método Normativo Estruturante parte do pressuposto de que é impossível haver coexistência autônoma entre direito e realidade. Nesse sentido, o texto normativo não se confunde com a norma em si, de forma que não há menor possibilidade de interpretar a lei apenas a partir de seu texto, já que não é o texto que produz a normatividade, ao reverso, o sentido da norma resulta da interação entre o texto e os fatores sociais
B) O Método Hermenêutico Clássico parte do pressuposto de que é preciso analisar o contexto da Constituinte e a realidade social, não se afigurando possível interpretar sem compreender o “espírito”, ou seja, o contexto social em que aquela norma se insere
C) O Método Tópico-Problemático parte do pressuposto de que não é possível interpretar a lei constitucional in abstrato, somente no caso concreto. Portanto, esse método parte do problema concreto para buscar a solução dos problemas, e não o contrário
D) O Método Hermenêutico-Concretizador parte do pressuposto de que a aplicação e interpretação são processo unitário, concomitante. Nesse sentido, aplicar é sempre uma atividade interpretativa. Existem, portanto, 3 elementos: a norma a ser concretizada (sempre o ponto de partida do intérprete), a compreensão prévia do intérprete (sua visão sobre a realidade) e o problema a ser resolvido
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