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Questionário Título: Curso: Disciplina: Módulo: Tipo: Atividade Avaliativa-Língua Brasileira De Sinais-Profª Letícia Ribeiro Guebur Ultra - Neuroaprendizagem (2) Língua Brasileira de Sinais Módulo 1 AA 1. A terminologia “Surdo” por vezes traz estranhamento por parte de pessoas que não tem contato com essa comunidade específica. Chamar o Surdo de Surdo é a forma principal de: Poder rotular e de preferência deixar o sujeito aos cuidados do Estado. Criar uma barreira entre os ditos normais com essa comunidade específica. Se isentar de qualquer compromisso com o sujeito. Reconhecimento de sua diferença, desfocando estereótipos negativos e de cunho preconceituoso. 2. A Língua Brasileira de Sinais – Libras foi legitimada por meio da Lei: Nº 24.436, de 01 de abril de 1998. Nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Nº 5.676, de 07 de setembro de 2018. Nº 12.820, de 25 de dezembro de 2000. 3. Segundo Gesser (2009) argumenta que, ao pressupor que não se consegue expressar ideias ou conceitos abstratos em sinais, é o mesmo que acreditar que esta é: Limitada, simplificada e que não passaria de mímica. Autossuficiente, não precisando de entendimentos anteriores. Uma farsa e que a comunicação só acontece de forma escrita. Burocrática e complicada. 4. McCLEARY (2003) deixa extremamente claro sua compreensão de surdez, alegando que o orgulho do Surdo é ter uma identidade Surda, que é: Uma protelação do laudo patológica. Um ato político. Capaz de ouvir e não processar. Uma Portaria Municipal. 5. As primeiras intenções de pesquisa em línguas de sinais traziam a errônea concepção de que a língua sinalizada teria como única referência: A forma oralizada de um idioma. As placas sinalizadoras. O uso de Braile. O processo auditivo. 6. A Libras é estruturada linguisticamente, possuindo todos os níveis linguísticos – fonológicos, morfológicos, semânticos e pragmáticos, como qualquer outro idioma. Sendo assim, ela supre as lacunas para: O desenvolvimento na capacitação de locomoção. O desenvolvimento físico do sujeito. O desenvolvimento e adaptação da lateralidade do indivíduo. O desenvolvimento linguístico e cognitivo do indivíduo Surdo. 7. A oficialização da Língua brasileira de sinais fez com que a comunidade que já a utilizava para se comunicar, mesmo antes do decreto, ganhasse notoriedade e reconhecimento jurídico e assim visibilidade para exigir: Direitos quanto a sua especificidade e em especial, sobre as práticas educacionais em atendimento ao sujeito Surdo. Aposentadoria independentemente do tempo de contribuição junto a Previdência Social, porque o sujeito Surdo é incapaz de estar inserido na sociedade. Atendimento preferencial em ambientes públicos. Um manual ilustrado. 8. A soletração é um recurso, e não um objetivo final, considerando importante que tanto o emissor soletrante quanto o receptor da sinalização: Sejam letrados. Tenham o mesmo grau de instrução. Sejam surdos. Façam cursos relacionados à Libras. 9. O Surdo, dentro de sua comunidade é representado pela forma de percepção do mundo de: Maneira excludente. Maneira visual. Maneira auditiva. Maneira motora. 10. Por definição legislativa – Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, considera-se deficiência auditiva a perda bilateral, parcial ou total de: Sessenta e cinco decibéis (dB) ou mais. Vinte e um decibéis (db) ou mais. Quinze decibéis (dB) ou mais. Quarenta e um decibéis (dB) ou mais. 11. Ao introduzir a Libras, não se deve perder de vista as relações entre imagem, significado e: Economia. Espiritualidade. Contexto. Sonoridade. 12. A partir da década de 90, com o início das pesquisas formais sobre a língua de sinais, intensificou-se a compreensão da condição da surdez como: Caso único e exclusivo hospitalar. Deficiência total sem condições do portador fazer parte da sociedade. Desvio de conduta. Especificidade, e não mais enaltecida como uma característica patológica depreciadora da pessoa. 13. O primeiro contato com a pessoa Surda causa estranhamento, não pela pessoa em si, mas pelas suas especificidades: Motoras. Físicas. Linguísticas. Visuais. 14. Em relação à Libras, pode-se afirmar que: É a repetição de palavra por palavra da língua portuguesa. Não se utiliza de marcadores não-manuais. Não é a repetição de palavra por palavra da língua portuguesa. Não pode ser considerada como uma língua. 15. No Brasil, o Alfabeto Manual é composto por: Por 37 configurações de mãos, correspondendo elas por cada letra do alfabeto. Por 17 configurações de mãos, correspondendo elas por cada letra do alfabeto. Por 27 configurações de mãos, correspondendo elas por cada letra do alfabeto. Por 7 configurações de mãos, correspondendo elas por cada letra do alfabeto. 16. Por que em Libras não se utilizam artigos, preposições e conjunções? Pelo fato de que esses conectivos se apresentam incorporados ao sinal. Por ser uma língua de desenvolvimento tardio. Por ser uma língua simples e de desenvolvimento limitado. Por ser uma língua falada por uma pequena parcela da população. 17. As línguas de sinais são dinâmicas, podendo mudar e se atualizar ao longo do tempo, impossibilitando assim: Reproduzir o material em Braile. Editar materiais como mecanismo de aprendizagem. Fazer planejamentos pedagógicos, tendo em vista o número de alterações. Uma homogeneidade linguística em toda extensão territorial. 18. A Libras é uma língua gestual-visual e tem como canal de comunicação: A fala. O sujeito, que sinaliza e faz uso de expressões faciais. Os olhos, transmitindo códigos pelo piscar. A escrita. 19. Segundo Gesser (2009), culturalmente, a nomenclatura “Surdo” é a de identificação da comunidade, em uma perspectiva de fortalecimento e orgulho de sua condição. A surdez então: Busca tirar vantagens sobre outras deficiências. É a sua especificidade, e sua língua é a de sinais. Jamais será reconhecida socialmente. Incapacita o sujeito. 20. Sabe-se que a leitura das mãos não é realizada de maneira fragmentada, letra por letra, mas sim de acordo com: A experiência de vida. Os movimentos integrais. A inteligência emocional. Os movimentos revolucionários. image1.wmf image2.wmf