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ANEXO 6 – RELATÓRIO CRIATIVO FINAL
RELATÓRIO CRIATIVO FINAL
O MOVIMENTO CARTOGRÁFICO DA PESQUISA DO PROJETO INTEGRADOR RIZOMÁTICO EXTENSIONISTA
Proposta Conceitual: 
Relatório Criativo Final, alinhado com a filosofia da diferença, a cartografia e o rizoma, dentro de um Projeto Integrador Rizomático Extensionista. A ideia aqui é que o relatório seja, ele também, um movimento vivo, e não uma conclusão fechada. 
Esse relatório não é um fim – é um traço do percurso. Uma forma de dar corpo às forças que te atravessaram, caro acadêmico e pontilharam ideias que se moveram e realidades que se deixaram tocar. Tal documento se propõe como uma composição sensível dos percursos vividos no projeto de extensão, guiado pelo pensamento cartográfico e rizomático de Deleuze e Guattari. Não será um documento de metas atingidas, mas um mapa-em-devir, feito de dobras, rupturas, encontros e afetos. 
O que se escreve aqui não representa, mas expressa: corpos, espaços, afetos, acontecimentos. A ideia é que o seu leitor não apenas compreenda o projeto, mas o experiencie através da escrita. 
ESTRUTURA SUGERIDA – RIZOMÁTICA E SENSÍVEL
1. Rastros do Começo: Por que nos movemos? 
· O que provocou o desejo de começar este projeto? 
· Quais inquietações nos colocaram em movimento? 
· Que afetos ou realidades nos convocaram ao campo? 
Aqui, você pode narrar o surgimento da proposta como uma intensidade: não apenas um planejamento, mas um chamado. Pode ser escrito em primeira pessoa, com trechos do diário de bordo, ou até cartas aos sujeitos da pesquisa. 
2. Cartografando o Território: O que encontramos? 
· Que espaços atravessamos? 
· Que resistências e potências habitavam o território? 
· Quais afetos emergiram nos encontros com os sujeitos da pesquisa? 
Essa seção pode trazer cenas, fragmentos de falas, imagens mentais e situações vividas – tudo o que não caberia num relatório tradicional, mas que revela o que de fato foi vivido. Não se trata de descrever o “local”, mas de sentir o território e deixá-lo reverberar na escrita. 
3. Rizomas que se espalharam: O que se (re)inventou? 
· Que conceitos se movimentaram com a prática? 
· Que novas perguntas nasceram? 
· Que conexões inesperadas aconteceram? 
Aqui, você articula os acontecimentos com os conceitos rizomáticos: devir, agenciamento, desterritorialização, afeto, multiplicidade... Não como categorias analíticas, mas como forças vivas, pensamentos que se moveram junto com os corpos. 
4. Imagens que vibram: Expressões da experiência 
· Inserir fotografias tiradas ao longo do projeto, acompanhadas de microtextos poéticos ou reflexivos, que não expliquem, mas amplifiquem as sensações dessas imagens. Pode incluir também esquemas, mapas afetivos, colagens, ou até mesmo trechos desenhados à mão. 
5. Linhas de Fuga: O que nos escapa e nos move adiante? 
· Que perguntas não foram respondidas? 
· Que novos traços queremos seguir? 
· O que não se encerra aqui? 
Um relatório cartográfico não conclui. Ele abre linhas de continuidade, de escape, de reinvenção. Aqui, você pode registrar desejos futuros, reverberações que ainda estão sendo sentidas, potências que seguem latentes. 
Formato e Materialidade 
· Pode ser um PDF com design livre: incluir cores, formas, ícones, colagens. 
· Pode também ser um caderno artesanal, um livro-objeto, um mural digital, uma apresentação interativa. 
· O importante é que o formato também seja expressão do método: não encaixotar, mas abrir. 
Trecho de exemplo para inspirar a escrita 
“No território, não encontrei dados. Encontrei gente. Encontrei olhares que falavam mais do que os relatórios. Encontrei silêncios que gritavam desigualdades. E foi nesse chão duro que o projeto começou a amolecer nossos métodos. A cada encontro, uma dobra. A cada recusa, uma linha de fuga. O que nasceu ali não foi apenas uma proposta de ensino, mas um modo outro de habitar o mundo e escutá-lo”.
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