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1 
DOI: 10.55905/rdelosv18.n65-136 
ISSN: 1988-5245 
 
Originals received: 2/27/2025 
Acceptance for publication: 3/20/2025 
 
Revista DELOS, Curitiba, v.18, n.65, p. 01-17, 2025 
 jan. 2021 
Análise comparativa entre o potencial e a capacidade instalada de energia 
eólica no Brasil 
 
Comparative analysis between potential and installed capacity of wind 
energy in Brazil 
 
Análisis comparativo entre la capacidad potencial y la capacidad instalada 
de energía eólica en Brasil 
 
Rafael dos Santos 
Bacharel em Engenharia de Petróleo 
Instituição: Universidade Federal do Espírito Santo 
Endereço: São Mateus – Espírito Santo, Brasil 
E-mail: santosrafael573@gmail.com 
 
Leandra Altoé 
Doutora em Engenharia Agrícola 
Instituição: Universidade Federal de Viçosa 
Endereço: Viçosa – Minas Gerais, Brasil 
E-mail: leandra.altoe@ufes.br 
 
Antonio Augusto Martins Pereira Júnior 
Mestre em Ciência e Engenharia de Materiais 
Instituição: Instituto Militar de Engenharia 
Endereço: Rio de Janeiro – Rio de Janeiro, Brasil 
E-mail: antonio.pereira@undf.edu.br 
 
Rita de Cassia Feroni 
Doutora em Engenharia Ambiental 
Instituição: Universidade Federal do Espírito Santo 
Endereço: Vitória – Espírito Santo, Brasil 
E-mail: rita.feroni@ufes.br 
 
Pâmela Rossoni Lima 
Mestre em Energia 
Instituição: Universidade Federal do Espírito Santo 
Endereço: São Mateus – Espírito Santo, Brasil 
E-mail: pamela_rossoni@hotmail.com 
 
Elson Silva Galvão 
Doutor em Engenharia Ambiental 
Instituição: Universidade Federal do Espírito Santo 
Endereço: Vitória – Espírito Santo, Brasil 
E-mail: elsongalvao@gmail.com 
 
 
 
2 Revista DELOS, Curitiba, v.18, n.65, p. 01-17, 2025 
 
RESUMO 
A transição energética é uma pauta prioritária em vários países e, nesse contexto, a energia eólica 
tem sido apontada como uma fonte promissora para contribuir nesse processo. Este estudo teve 
como objetivo realizar uma análise comparativa entre o potencial e a capacidade instalada da 
energia eólica no Brasil. Foi verificado, com base em dados da Agência Nacional de Energia 
Elétrica, que havia uma capacidade instalada por fonte eólica de 33,3 GW, distribuídos em 1.109 
empreendimentos, em 2 de fevereiro de 2025, no país. A maioria dessa capacidade instalada se 
encontrava na região Nordeste (93,0%), seguida por Sul (6,9%) e Sudeste (0,1%), enquanto as 
regiões Norte e Centro-Oeste não contavam com capacidade instalada na data do levantamento. 
Apesar do aumento do uso da energia eólica na última década, sendo atualmente a segunda fonte 
com maior participação na matriz elétrica nacional, ainda há um grande potencial não explorado. 
Estudos realizados por agências governamentais apontam para a existência de uma potência 
instalável onshore de 143,47 GW e uma potência instalável offshore de 697 GW no Brasil. 
Assim, a capacidade instalada por fonte eólica, de 33,3 GW, equivale, respectivamente, a 23,2%; 
4,8%; e 4,0% da potência instalável onshore, offshore e somada (onshore e offshore). Por fim, 
ressalta-se que o maior aproveitamento do potencial eólico poderia promover a diversificação da 
matriz elétrica brasileira, com consequente aumento da segurança de suprimento da demanda, 
por meio de uma fonte renovável. 
 
Palavras-chave: energias renováveis, energia eólica, mercado de energia eólica, 
sustentabilidade. 
 
ABSTRACT 
Energy transition is a top priority in several countries, and in this context, wind energy has been 
identified as a promising source to contribute to this process. This study aimed to carry out a 
comparative analysis between the potential and installed capacity of wind energy in Brazil. It 
was found, based on data from the National Electric Energy Agency, that there was an installed 
capacity from wind sources of 33.3 GW, distributed across 1,109 projects, on February 3, 2025, 
in the country. The majority of this installed capacity was located in the northeast region (93.3%), 
followed by the south (6.9%) and southeast (0.1%), while the north and central-west regions had 
no installed capacity as of the survey date. Despite the increase in the use of wind energy in the 
last decade, currently being the second-largest source in the national electric matrix, there is still 
significant untapped potential. Studies carried out by government agencies indicate the existence 
of an onshore installable capacity of 143.47 GW and an offshore installable capacity of 697 GW 
in Brazil. Thus, the installed capacity from wind power, of 33.3 GW, is equivalent, respectively, 
to 23.2%; 4.8%; and 4.0% of the onshore, offshore and combined (onshore and offshore) 
installable power. Finally, it is worth noting that better utilization of wind potential could 
promote the diversification of the Brazilian electric matrix, with a consequent increase in supply 
security, through a renewable source. 
 
Keywords: renewable energy, wind energy, wind energy market, sustainability. 
 
RESUMEN 
La transición energética es un tema prioritario en varios países y, en este contexto, la energía 
eólica se ha identificado como una fuente prometedora para contribuir a este proceso. Este 
estudio tuvo como objetivo realizar un análisis comparativo entre el potencial y la capacidad 
instalada de energía eólica en Brasil. Se verificó, con base en datos de la Agencia Nacional de 
 
 
3 Revista DELOS, Curitiba, v.18, n.65, p. 01-17, 2025 
 
Energía Eléctrica, que existía una capacidad instalada de fuente eólica de 33,3 GW, distribuida 
en 1.109 proyectos, al 2 de febrero de 2025, en el país. La mayor parte de esta capacidad instalada 
se localizó en la región Nordeste (93,0%), seguida por la región Sur (6,9%) y Sureste (0,1%), 
mientras que las regiones Norte y Centro-Oeste no contaban con capacidad instalada a la fecha 
del relevamiento. A pesar del incremento del uso de la energía eólica en la última década, siendo 
actualmente la segunda fuente con mayor participación en la matriz eléctrica nacional, aún existe 
un gran potencial por explotar. Estudios realizados por organismos gubernamentales indican la 
existencia de una capacidad instalable onshore de 143,47 GW y una capacidad instalable offshore 
de 697 GW en Brasil. Así, la capacidad instalada de energía eólica, de 33,3 GW, equivale, 
respectivamente, al 23,2%; 4,8%; y el 4,0% de la potencia instalable onshore, offshore y 
combinada (onshore y offshore). Por último, cabe destacar que un mayor aprovechamiento del 
potencial eólico podría promover la diversificación de la matriz eléctrica brasileña, con el 
consecuente aumento de la seguridad de abastecimiento de la demanda, a través de una fuente 
renovable. 
 
Palabras clave: energías renovables, energía eólica, mercado de energía eólica, sostenibilidad. 
 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
A transição global para fontes de energia mais sustentáveis é uma necessidade urgente, 
impulsionada pela crescente preocupação com as mudanças climáticas (Rodríguez et al., 2021; 
Díaz et al., 2023). Nesse cenário, a energia eólica emerge como uma solução promissora, 
representando uma parcela significativa do potencial de energia renovável em todo o mundo 
(Barthelmie; Pryor, 2021). O aumento exponencial da capacidade instalada mundial de energia 
eólica nos últimos anos reflete o reconhecimento do seu papel na mitigação das emissões de 
gases de efeito estufa (Pelser et al., 2024). 
Entretanto, o desenvolvimento dessa fonte de energia ainda enfrenta certos desafios, 
alguns bem específicos, como a necessidade de avaliações precisas dos recursos eólicos (Costa 
et al., 2022; Hasan et al., 2024). As análises desses recursos desempenham um papel crucial na 
viabilidade e implementação de projetos de energia eólica mais eficazes (Khare; Jain; Buyian, 
2023). Essas avaliações precisam ser baseadas em dados confiáveis e métodos robustos para 
garantir a sustentabilidade e o sucesso dos empreendimentos a longo prazo (Linnerud; Dugstad; 
Rygg, 2022;Khare; Jain; Buyian, 2023). 
Nos últimos anos, tem sido observado um interesse crescente na expansão de projetos 
eólicos no mar (offshore) como parte integrante da matriz energética global (Watson et al., 2024). 
Países ao redor do mundo estão investindo em parques eólicos marítimos com o objetivo de 
 
 
4 Revista DELOS, Curitiba, v.18, n.65, p. 01-17, 2025 
 
atingir metas ambiciosas de descarbonização e transição para energias renováveis (Watson et al., 
2024). No entanto, essa expansão também traz desafios ambientais e socioeconômicos que 
precisam ser abordados de forma cautelosa pelas agências regulatórias (Rezaei et al., 2023). 
No Brasil, houve um crescimento do uso da energia eólica em terra (onshore) nos últimos 
dez anos, impulsionado por políticas públicas de incentivo, como o Programa de Incentivo às 
Fontes Alternativas de Energia Elétrica (PROINFA) e os leilões de geração de energia elétrica 
por fontes renováveis realizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), atrelado 
ao contínuo desenvolvimento da tecnologia eólica (Sampaio; Batista, 2021; Silva, 2023; 
Nóbrega, 2025). Desde então, a geração eólica continuou a aumentar no país, sendo atualmente 
a segunda fonte com maior participação na oferta interna de eletricidade, com 13,2%, atrás 
apenas da hidráulica, com 58,9% (EPE, 2024). Desse modo, a energia eólica tem promovido a 
diversificação da matriz elétrica brasileira, complementando a fonte hidrelétrica por meio de uma 
alternativa sustentável (Vieira et al., 2023). 
A pesquisa científica desempenha um papel fundamental na compreensão dos impactos 
e benefícios da energia eólica, especialmente no contexto de avaliações de recursos eólicos 
(Zhang et al., 2023). Assim, revisões sistemáticas da literatura são essenciais no intuito de 
fornecer uma base sólida de conhecimento que oriente as políticas públicas e estratégias de 
investimentos alinhadas com as metas de sustentabilidade (Zhang et al., 2023; Martinez; Iglesias, 
2024). Portanto, este trabalho teve por objetivo realizar uma análise comparativa entre o potencial 
e a capacidade instalada da energia eólica no Brasil, bem como apontar perspectivas futuras para 
a expansão do uso dessa fonte renovável no país. 
 
2 METODOLOGIA 
 
Inicialmente, foi feito o levantamento do potencial onshore e offshore da energia eólica 
no Brasil, com base nas seguintes variáveis: potência elétrica instalável e geração de energia 
elétrica por fonte eólica. Para o primeiro caso, utilizou-se informações do Atlas do Potencial 
Eólico Brasileiro (Amarante et al., 2001), o qual considera simulações para áreas com velocidade 
de vento acima de 7 m/s e altura de torre de 50 metros. Para o segundo caso, empregou-se dados 
de um estudo da Empresa de Pesquisa Energética - EPE (EPE, 2020a), que considera simulações 
para áreas com velocidade de vento acima de 7 m/s, altura de torre de 100 metros e locais com 
 
 
5 Revista DELOS, Curitiba, v.18, n.65, p. 01-17, 2025 
 
profundidade de até 50 metros. 
Em seguida, foi realizada uma análise da série histórica da capacidade eólica instalada no 
Brasil, considerando a série histórica de capacidade instalada para diferentes fontes, 
disponibilizada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE, 2025), a qual contempla o período 
de 1970 a 2023. Ademais, examinou-se a localização e a capacidade instalada dos 
empreendimentos eólicos atualmente em operação no Brasil, sendo utilizado o Sistema de 
Informações de Geração da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL (SIGA), o qual 
contém informações atualizadas sobre empreendimentos de geração de energia elétrica em 
território nacional (ANEEL, 2025). 
Com base nesses dados, realizou-se uma análise comparativa entre a capacidade instalada 
e a potência instalável de energia eólica, calculando-se o aproveitamento do potencial eólico 
(razão capacidade instalada/potência instalável) para cada região geográfica brasileira. Além 
disso, discutiu-se perspectivas futuras da expansão da energia eólica no país considerando o 
horizonte de 2050 com base nos relatórios técnicos da Empresa de Pesquisa Energética, entre 
eles, o Plano Decenal de Expansão de Energia 2030 (EPE, 2021) e o Plano Nacional de Energia 
2050 (EPE, 2020b), além de trabalhos científicos na área de estudo. 
 
3 RESULTADOS E DISCUSSÕES 
 
A Tabela 1 apresenta o potencial eólico brasileiro, representado pela potência instalável e 
a energia elétrica que poderia ser gerada por essa fonte para os tipos onshore e offshore. 
 
Tabela 1 - Potencial eólico brasileiro 
Tipo Potência instalável eólica (GW) Geração de energia elétrica (TWh/ano) 
Onshore 143,47 272,20 
Offshore 697,00 2.536,00 
Fonte: Adaptado de Amarante et al., 2001; e EPE, 2020a. 
 
Como pode ser observado na Tabela 1, a potência instalável offshore equivale a quase cinco 
vezes o potencial eólico onshore, atingindo-se um potencial eólico somado (onshore e offshore) 
de 840,47 GW. A relação geração de energia elétrica/potência instalável é de 1,9 e 3,6 TWh 
anual/GW, respectivamente, para onshore e offshore, decorrente do maior fator de capacidade 
(proporção entre a geração efetiva de um período específico e a capacidade total máxima naquele 
 
 
6 Revista DELOS, Curitiba, v.18, n.65, p. 01-17, 2025 
 
mesmo período) para geração offshore. Segundo Assis et al. (2024), uma das principais 
diferenças que contribuem para a maior geração de energia eólica offshore é a redução ou 
ausência de barreiras naturais, o que aumenta a interação dos aerogeradores com as massas de ar 
e, consequentemente, a produção de energia elétrica. 
Vale ressaltar que os dados apresentados na Tabela 1 se baseiam em simulações com 
velocidade de vento acima de 7 m/s e altura de torre de 50 metros para eólica onshore e 
velocidade de vento acima de 7 m/s, altura de torre de 100 metros e locais com profundidade de 
até 50 metros para eólica offshore, os quais são parâmetros considerados atrativos, dentro de uma 
perspectiva técnico e econômica, pelos autores dos estudos analisados (Amarante et al., 2001; 
EPE, 2020a). Contudo, o potencial pode ser ainda maior se considerados outros parâmetros. Por 
exemplo, estima-se uma potência instalável de 934 GW, com geração de 3.438 TWh/ano, para 
áreas com velocidade de vento acima de 7 m/s, altura de torre de 100 metros e locais com 
profundidade de até 100 metros para eólica offshore (EPE, 2020a). Assim, expandindo-se a 
profundidade de 50 para 100 metros, para a mesma velocidade de vento e altura de torre, poderia 
haver um acréscimo de 237 GW em potência instalável e 902 TWh/ano em energia elétrica 
gerada em ambiente offshore (EPE, 2020a). 
O potencial eólico onshore para cada região geográfica brasileira é apresentado na Figura 
1. 
 
Figura 1. (a) Potência eólica instalável e (b) Geração de energia elétrica por fonte eólica para cada região 
brasileira. 
 
Fonte: Adaptado de Amarante et al., 2001. 
 
A região Nordeste representa mais da metade da potência instalável (52,3%), tendo 2,5 
vezes a potência instalável do segundo colocado, o Sudeste (20,7%), seguidas por Sul (15,9%), 
 
(a) 
 
(b) 
 
12,84
75,05
3,08
29,74
22,76
Potência instalável (GW)
Norte Nordeste Centro-Oeste Sudeste Sul
26,45
144,29
5,42
54,93
41,11
Energia anual (TWh/ano)
Norte Nordeste Centro-Oeste Sudeste Sul
 
 
7 Revista DELOS, Curitiba, v.18, n.65, p. 01-17, 2025 
 
Norte (9,0%) e Centro-Oeste (2,1%), os quais se refletem em energia elétrica anual gerada. O 
potencial expressivo do Nordeste se justifica pelo regime de ventos da região, o qual apresenta 
grandes volumes e baixa oscilação de velocidade, fatores que maximizam a geração eólica 
(Sampaio; Batista, 2021; França; Feitosa; Studzinski, 2023). 
Ao analisar a série histórica da capacidade instalada de geração de energia elétrica no Brasil 
disponibilizada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE, 2025), para o período 1970-2023, 
verificou-seque só há registros de energia eólica a partir de 1992, ano que foi instalado o primeiro 
aerogerador de grande porte no Brasil, no arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco 
(Santos; Araújo, 2023; Oliveira et al., 2024). Assim, apresenta-se a capacidade instalada por 
energia eólica no país no intervalo 1990-2023 na Figura 2. 
 
Figura 2. Capacidade instalada por energia eólica no Brasil de 1990 a 2023. 
 
Fonte: Adaptado de EPE, 2025. 
 
A Figura 2 mostra um aumento significativo da capacidade instalada da energia eólica no 
Brasil a partir de 2013, estimulado pela implementação de mecanismos legais de incentivo, com 
destaque para os leilões de geração de energia elétrica por fonte eólica a partir de 2009 
(Tolmasquim et al., 2021). Segundo Gannoum (2021), os leilões apresentaram resultados 
eficientes porque promoveram uma competição justa e saudável entre os empreendedores que 
comercializam uma mesma fonte, com consequente redução do custo final. Ainda segundo o 
autor, entre 2009 e 2019, dos 22 leilões relacionados à fonte eólica, foram contratados mais de 
0
5
10
15
20
25
30
1990 1993 1996 1999 2002 2005 2008 2011 2014 2017 2020 2023
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8 Revista DELOS, Curitiba, v.18, n.65, p. 01-17, 2025 
 
18 GW em novos projetos. Com base nos dados apresentados na Figura 2, o valor de potência 
contratado via leilões no período 2009-2019 se aproxima da capacidade instalada por energia 
eólica no Brasil de 20,8 GW ao final do ano de 2021, o que demonstra a relevância desse tipo de 
política pública para promover a expansão dessa fonte renovável na matriz elétrica nacional. 
Segundo dados do Sistema de Informações de Geração da ANEEL - SIGA (ANEEL, 
2025), em fevereiro de 2025, havia 1.109 empreendimentos onshore com capacidade instalada 
total de 33,3 GW, no Brasil. O número de empreendimentos e a capacidade instalada por estados 
são apresentados na Tabela 2. 
 
Tabela 2. Capacidade instalada de energia eólica por estado brasileiro em 05/02/2025 
Estado Empreendimentos Capacidade instalada (kW) 
Bahia 362 10.956.700,64 
Rio Grande do Norte 309 10.140.436,00 
Piauí 126 4.415.250,00 
Ceará 102 2.649.840,00 
Rio Grande do Sul 83 2.041.691,98 
Pernambuco 46 1.265.065,00 
Paraíba 42 1.108.240,00 
Maranhão 16 426.022,50 
Santa Catarina 18 250.599,50 
Sergipe 1 34.500,00 
Rio de Janeiro 1 28.050,00 
Paraná 1 2.500,00 
Minas Gerais 1 156,00 
São Paulo 1 2,24 
Total 1.109 33.319.053,86 
Fonte: Adaptado de ANEEL, 2025. 
 
Dos 26 estados brasileiros, 14 possuíam empreendimentos eólicos em operação na data 
do levantamento. O estado da Bahia apresentava a maior capacidade instalada, com 32,9%, 
seguido de perto pelo Rio Grande do Norte, com 30,4%, da capacidade instalada nacional. 
Quando se analisa a capacidade por região brasileira, 93,0% se encontravam na região Nordeste, 
seguida por Sul (6,9%) e Sudeste (0,1%). A maioria dos parques eólicos localizam-se em regiões 
costeiras, como pode ser visto na Figura 3, onde há melhores regimes de ventos para a geração 
de energia elétrica. 
 
 
 
9 Revista DELOS, Curitiba, v.18, n.65, p. 01-17, 2025 
 
Figura 3. Empreendimentos eólicos em operação no Brasil em 05/02/2025. 
 
Fonte: ANEEL, 2025. 
 
Apesar de não haver empreendimentos eólicos offshore registrados no Sistema de 
Informações de Geração da ANEEL na data do levantamento (ANEEL, 2025), havia 103 projetos 
dessa natureza, que somavam uma potência de 244,5 GW, em processo de licenciamento 
ambiental pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - 
IBAMA (IBAMA, 2025) em dezembro de 2024, distribuídos como apresentado na Figura 4. Vale 
salientar que há uma grande superposição de localização dos empreendimentos, uma vez que as 
empresas buscam as regiões com maior potencial eólico para solicitar as licenças ambientais. 
 
Figura 4. Empreendimentos eólicos offshore em processo de licenciamento ambiental no Brasil em 10/12/2024. 
 
Fonte: IBAMA, 2025. 
 
 
10 Revista DELOS, Curitiba, v.18, n.65, p. 01-17, 2025 
 
As etapas de instalação, operação e descomissionamento das usinas eólicas onshore e 
offshore geram impactos socioambientais que devem ser avaliados pelos órgãos competentes. 
Entre os impactos negativos, estão as interferências nos meios físicos e bióticos, com impactos 
diretos à flora e fauna local, além da poluição sonora que atinge às comunidades no entorno das 
usinas (Silva et al., 2024). Em contrapartida, entre os impactos positivos, estão a não emissão de 
gases de efeito estufa na geração de eletricidade, comparada às termelétricas supridas com 
combustíveis fósseis, e a geração de empregos e renda local e regional (Oliveira; Sellitto; Flores, 
2022). 
Apesar da evolução da capacidade instalada de empreendimentos eólicos na última 
década, o potencial existente por essa fonte ainda é pouco explorado no país. A capacidade 
instalada eólica, de aproximadamente 33,3 GW, representa apenas 23,2% do potencial onshore 
(143,47 GW); 4,8% do potencial offshore (697 GW); e 4,0% do somado onshore e offshore 
(840,47 GW). A capacidade instalada e a potência instalável por região brasileira são 
apresentadas na Figura 5. 
 
Figura 5. Potencial eólico onshore versus capacidade instalada eólica, em 03/02/2025. 
 
Fonte: Adaptado de ANEEL, 2025; e Amarante et al., 2001. 
 
Assim, a região Nordeste apresenta o maior aproveitamento do potencial eólico onshore 
(razão capacidade instalada/potência instalável), representando 41,3%, seguido pelas regiões Sul 
Nordeste Sudeste Sul Norte Centro-Oeste
75,05
29,74
22,76
12,84
3,08
31,00
0,03 2,29 0,00 0,00
Potência eólica instalável (GW) Capacidade eólica instalada (GW)
 
 
11 Revista DELOS, Curitiba, v.18, n.65, p. 01-17, 2025 
 
(10,1%) e Sudeste (0,1%), enquanto as regiões Norte e Centro-Oeste ainda não exploram os seus 
potenciais. 
Vale ressaltar que o aumento do uso da energia eólica, junto de outras fontes renováveis, 
será imprescindível para atender a demanda de energia do Brasil nos próximos anos. Segundo 
dados do Plano Decenal de Expansão de Energia 2030, o consumo de energia deve crescer à uma 
taxa média anual de 2,2% no país entre 2019 e 2030, apresentando taxas mais modestas, de 1,8% 
ao ano, na primeira parte desse período, como consequência do cenário econômico impactado 
pela pandemia de COVID-19, e aceleração do consumo na segunda parte, com taxa de 2,6% ao 
ano. Para o mesmo horizonte, é prevista uma tendência de eletrificação crescente, em que o 
consumo de energia elétrica deve crescer à taxa média anual de 3,1% no Brasil (EPE, 2021). 
Segundo estimativas apresentadas no Plano Nacional de Energia 2050 (EPE, 2020b), a 
fonte eólica deve atingir entre 110 e 195 GW em termos de capacidade instalada no país em 
2050, com uma participação de 22% a 33% na matriz elétrica para esse mesmo ano. A fonte 
eólica tem se mostrado economicamente competitiva comparada a outras tecnologias como as 
pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), apresentando custos de despesas de capital (CAPEX, na 
sigla em inglês) e de operação e manutenção (O&M) mais baixos. Por exemplo, a faixa do 
CAPEX para a energia eólica onshore está entre 3.200 e 5.500 R$/kW, enquanto a faixa do 
CAPEX para as PCHs, considerado baixo, está na faixa de 3.500 a 6.500 R$/kW (ambas tendo 
os mesmos custos de O&M) (EPE, 2021). O aumento da altura das torres, da área de varredura 
das pás e da potência nominal dos aerogeradores são alguns dos principais vetores que 
implicaram na redução dos custos relativos aos projetos eólicos (EPE, 2020b). 
A descarbonização tem se tornado uma prioridade global, impulsionando a busca por 
fontes de energia renováveis com baixa emissão de gases de efeito estufa. Nesse contexto, a 
expansão da energia eólica desempenha um papel fundamental no cumprimento dessas metas. 
Embora seja uma das principais candidatas paraa ampliação da oferta de energia, sua expansão 
em larga escala enfrenta desafios, como a necessidade de potência complementar, devido a sua 
limitada capacidade de atender aos requisitos de potência e a variabilidade na geração (EPE, 
2021). Em relação à energia eólica offshore, o crescimento do uso desta tecnologia no mundo 
motivou agentes, não somente do setor elétrico nacional, mas também da indústria de petróleo e 
gás no Brasil, a entender melhor o potencial e outras características dessa fonte. Considerando 
aspectos regulatórios, as experiências internacionais têm se mostrado mistas até o momento, com 
 
 
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alguns países adotando legislações incentivadoras da competitividade, enquanto outros adotaram 
uma legislação centralizada. Embora ainda não haja uma legislação específica no Brasil acerca 
desta fonte, as perspectivas legais são de abertura de mercado para competitividade, o que deve 
atrair investidores ao mercado eólico offshore (EPE, 2020b). 
Neste sentido, foi aprovada a Lei nº 15.097/2025 (Brasil, 2025), em 10 de janeiro de 2025, 
a qual dispõe sobre o aproveitamento do potencial energético offshore no Brasil, por diferentes 
fontes, incluindo eólica e solar. O texto prevê que a cessão do uso de bens da união para geração 
de energia elétrica poderá ser ofertada por meio de oferta permanente (“poder concedente 
delimita prismas para exploração a partir da solicitação de interessados, na modalidade de 
autorização”); e por meio de oferta planejada (“poder concedente oferece prismas pré-
delimitados para exploração conforme planejamento espacial do órgão competente, na 
modalidade de concessão, mediante procedimento licitatório”). Desse modo, espera-se que a Lei 
nº 15.097/2025 impulsione a energia eólica offshore no país, assim como as primeiras políticas 
públicas de incentivo na área, como o PROINFA e os leilões por fontes renováveis, foram 
importantes para promover a energia eólica onshore. 
O aumento do tamanho dos aerogeradores e da altura das torres eólicas demanda 
inovações e melhorias no seu transporte e infraestruturas, além de que, novos materiais devem 
ser introduzidos no mercado em substituição à fibra de vidro, visando não extrapolar o peso das 
pás. O segmento eólico offshore também tem experimentado os mesmos tipos de inovações, com 
aerogeradores ainda maiores do que os usados no ambiente onshore. Além disso, a evolução dos 
equipamentos precisa ser acompanhada de melhorias na operação e manutenção dos parques 
eólicos, visando maior eficiência (EPE, 2020b). 
Entre os principais desafios para o futuro da geração eólica no país, pode-se citar a 
necessidade de se preparar para uma matriz com grande percentual de geração variável e de 
menor capacidade de controle; adaptação da logística de transporte para comportar os 
equipamentos eólicos; melhoria da capacidade portuária para dar suporte ao desenvolvimento 
eólico offshore; repotenciação e descomissionamento dos parques eólicos; e elaboração de um 
arcabouço legal e regulatório robusto para a eólica offshore (EPE, 2020b). 
 
 
 
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4 CONCLUSÃO 
 
Nos últimos dez anos, a energia eólica apresentou um crescimento significativo no Brasil, 
consolidando-se como a segunda maior fonte da matriz elétrica nacional. De acordo com dados 
da Agência Nacional de Energia Elétrica, até fevereiro de 2025, a capacidade instalada de geração 
eólica em operação no país alcançava aproximadamente 33,3 GW, distribuídos em 1.109 
empreendimentos. A região Nordeste concentrava a maior parte dessa capacidade (93,0%), 
seguida pelas regiões Sul (6,9%) e Sudeste (0,1%), enquanto as regiões Norte e Centro-Oeste 
ainda não possuíam empreendimentos eólicos em operação na data do levantamento. 
Apesar da evolução da capacidade instalada, ainda há um grande potencial não explorado 
por energia eólica no país. Estudos realizados por agências governamentais apontam a existência 
de um potencial onshore de 143,47 GW e um potencial offshore de 697 GW, o que implicaria 
em um potencial somado de 840,47 GW. Desse modo, a capacidade instalada por fonte eólica, 
de 33,3 GW, representaria cerca de 23,2% da potência instalável onshore, 4,8% da offshore e 
4,0% da somada (onshore e offshore). A região Nordeste apresentou o maior aproveitamento do 
potencial eólico onshore, com 41,3%, seguido por Sul, 10,1%, e Sudeste, 0,1%. 
Vale ressaltar que os estudos utilizados neste trabalho consideraram simulações com 
velocidade do vento acima de 7 m/s, adotando torres de 50 metros para usinas onshore e de 100 
metros para usinas offshore, em locais com profundidade de até 50 metros. Além disso, esses 
estudos indicam que o potencial eólico aumenta com maiores profundidades marítimas. Assim, 
o potencial eólico brasileiro pode ser ainda maior, sendo sua exploração favorecida pelo avanço 
tecnológico da energia eólica. 
Com uma tendência de eletrificação crescente nas próximas décadas no Brasil, haverá, 
invariavelmente, a demanda de maior participação de outras fontes na oferta interna de energia 
elétrica. Nesse sentido, a energia eólica se apresenta como uma fonte promissora, uma vez que 
tem se mostrado economicamente competitiva, além de ser uma alternativa sustentável. 
Entretanto, há grandes desafios que precisam ser superados para a sua expansão no país, entre 
eles, a necessidade de aprimoramento do marco regulatório e de investimentos no setor eólico 
brasileiro. 
 
 
 
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AGRADECIMENTOS 
 
Os autores são gratos à Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) pelo apoio financeiro 
para o desenvolvimento da pesquisa. 
 
 
 
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