Prévia do material em texto
1 UNIVERSIDADE IGUAÇU ODONTOLOGIA Alleck Chaves da S. – 230033148 Marcelle Feitosa Valentim de O. – 240022464 Maria Eduarda Emiliano de L. – 240045477 Nathaly dos Santos M. – 230032719 Raquel de Carvalho C. – 230039585 Tiago William Pina S. – 240023580 Vitor Johnatan Teixeira dos S. – 240019977 ORTODONTIA PREVENTIVA, CORRETIVA E INTERCEPTATIVA 2 NOVA IGUAÇU Alleck Chaves da S. – 230033148 Marcelle Feitosa Valentim de O. – 240022464 Maria Eduarda Emiliano de L. – 240045477 Nathaly dos Santos M. – 230032719 Raquel de Carvalho C. – 230039585 Tiago William Pina S. – 240023580 Vitor Johnatan Teixeira dos S. – 240019977 ORTODONTIA PREVENTIVA, CORRETIVA E INTERCEPTATIVA Trabalho acadêmico apresentado como requisito para obtenção de nota na disciplina de Ortodontia 1, do curso de Odontologia, da Universidade Iguaçu. Orientador (a): Profª. Thiana Quintella, Profª. Mara Monsores e Profª. Gisele Machado. NOVA IGUAÇU ABRIL / 2026 3 RESUMO A Ortodontia é uma especialidade da Odontologia responsável pela prevenção, interceptação e correção das más oclusões, contribuindo para a harmonia estética e funcional do sistema estomatognático. A Ortodontia preventiva atua no controle de fatores etiológicos antes que as alterações oclusais se instalem, por meio de orientação, acompanhamento do crescimento e eliminação de hábitos deletérios. Já a Ortodontia interceptiva tem como objetivo identificar e tratar precocemente alterações em desenvolvimento, minimizando ou evitando agravamentos futuros. Por fim, a Ortodontia corretiva é indicada quando a má oclusão já está estabelecida, sendo necessária a utilização de aparelhos ortodônticos para reposicionamento dentário e ajuste das bases ósseas. Dessa forma, a atuação integrada dessas três abordagens é fundamental para promover saúde bucal, função adequada e estética facial, além de reduzir a complexidade dos tratamentos ao longo da vida do paciente. Palavras-chaves: Ortodontia preventiva; má oclusão; tratamento ortodôntico. 4 ABSTRACT Orthodontics is a specialty of Dentistry responsible for the prevention, interception, and correction of malocclusions, contributing to the aesthetic and functional harmony of the stomatognathic system. Preventive orthodontics focuses on controlling etiological factors before occlusal alterations develop, through guidance, growth monitoring, and elimination of deleterious oral habits. Interceptive orthodontics aims to identify and treat developing alterations at an early stage, minimizing or preventing future complications. Finally, corrective orthodontics is indicated when malocclusion is already established, requiring the use of orthodontic appliances to reposition teeth and adjust skeletal bases. Therefore, the integrated application of these three approaches is essential to promote oral health, proper function, and facial aesthetics, as well as to reduce treatment complexity throughout the patient's life. Keywords: Preventive orthodontics; malocclusion; orthodontic treatment. 5 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. DESENVOLVIMENTO 2.1 ORTODONTIA PREVENTIVA 2.1.1 Conceito 2.1.2 Objetivos 2.1.3 Principais medidas preventivas 2.2 ORTODONTIA INTERCEPTIVA 2.2.1 Conceito 2.2.2 Indicações 2.2.3 Principais intervenções 2.3 ORTODONTIA CORRETIVA 2.3.1 Conceito 2.3.2 Objetivos 2.3.3 Tipos de tratamento 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS 4. REFERÊNCIAS 6 1. INTRODUÇÃO A Ortodontia é uma área da Odontologia dedicada ao diagnóstico, prevenção e tratamento das mudanças no posicionamento dos dentes e nas relações entre as bases ósseas, também chamadas de más oclusões. Essas mudanças podem afetar não só a aparência facial, mas também funções vitais como mastigação, fonação e respiração, o que impacta diretamente a qualidade de vida das pessoas (PROFFIT; FIELDS; SARVER, 2019). Nesse cenário, a atuação ortodôntica é comumente classificada em três categorias: preventiva, interceptativa e corretiva. A Ortodontia preventiva visa prevenir o aparecimento de problemas oclusais ao controlar fatores causadores, como hábitos bucais prejudiciais e perda prematura de dentes decíduos (GRABER; VANARSDALL; VIG, 2017). Por outro lado, a Ortodontia interceptiva se dedica à identificação e ao tratamento precoce de mudanças em desenvolvimento, com o objetivo de redirecionar o crescimento craniofacial e reduzir a gravidade das más oclusões (MOYERS, 1991). A Ortodontia corretiva, por outro lado, é recomendada quando a má oclusão já está estabelecida, exigindo o uso de aparelhos ortodônticos para promover o alinhamento dos dentes e o equilíbrio funcional e estético do sistema estomatognático (PROFFIT; FIELDS; SARVER, 2019). Assim, a combinação dessas três abordagens possibilita um planejamento mais eficaz, simplificando os tratamentos e promovendo resultados mais consistentes a longo prazo. Nesse contexto, este estudo tem como objetivo discutir os conceitos, indicações e características principais da Ortodontia preventiva, interceptativa e corretiva, enfatizando a relevância do diagnóstico precoce e da intervenção apropriada em cada etapa do desenvolvimento. 7 2. DESENVOLVIMENTO 2.1. Ortodontia Preventiva 2.1.1 Conceito A Ortodontia preventiva engloba uma série de procedimentos clínicos e orientações voltadas para a manutenção do desenvolvimento oclusal normal, atuando antes que qualquer tipo de má oclusão se manifeste. Essa metodologia está intimamente ligada ao monitoramento do crescimento e desenvolvimento craniofacial, possibilitando a detecção antecipada de fatores de risco que possam afetar a harmonia do sistema estomatognático (GRABER; VANARSDALL; VIG, 2017). Segundo Tulloch (2001), a prevenção em Ortodontia fundamenta-se na remoção ou controle de agentes causadores, como hábitos bucais prejudiciais e perdas dentárias precoces, prevenindo assim mudanças estruturais mais complexas. Assim, a atuação preventiva é considerada fundamental, especialmente na infância, período em que a plasticidade óssea e dentária é maior. 2.1.2 Objetivos Os principais objetivos da Ortodontia preventiva incluem preservar a integridade das arcadas dentárias e orientar corretamente a erupção dos dentes permanentes. O objetivo é assegurar que o desenvolvimento oclusal seja equilibrado, prevenindo discrepâncias entre dentes, ossos e musculatura (MOYERS, 1991). Ademais, conforme Pinkham (2005), a Ortodontia preventiva também visa incentivar a educação em saúde bucal, orientando pais e responsáveis sobre práticas que favoreçam o crescimento adequado, como o controle de hábitos de sucção e a importância da respiração nasal. Dessa forma, a prevenção não se limita a intervenções clínicas, mas também envolve ações educativas e comportamentais. 8 2.1.3 Principaismedidas preventivas Os principais objetivos da Ortodontia preventiva incluem preservar a integridade das arcadas dentárias e orientar corretamente a erupção dos dentes permanentes. O objetivo é assegurar que o desenvolvimento oclusal seja equilibrado, prevenindo discrepâncias entre dentes, ossos e musculatura (MOYERS, 1991). Ademais, conforme Pinkham (2005), a Ortodontia preventiva também visa incentivar a educação em saúde bucal, orientando pais e responsáveis sobre práticas que favoreçam o crescimento adequado, como o controle de hábitos de sucção e a importância da respiração nasal. 2.2.1 ORTODONTIA INTERCEPTIVA 2.2.1 Conceito A Ortodontia interceptiva envolve a intervenção precoce em casos de má oclusão que estão em estágio inicial de desenvolvimento, com a finalidade de evitar que se agravem ou diminuir sua gravidade. Essa estratégia é normalmente aplicada durante a fase de dentição mista, momento em que o crescimento craniofacial ainda pode ser alterado de forma significativa (PROFFIT; FIELDS; SARVER, 2019). De acordo com McNamara Jr. (2002), a interceptação ortodôntica possibilita a correção de discrepâncias esqueléticas e dentárias em estágios iniciais, o que favorece um desenvolvimento mais harmonioso e diminui a demanda por tratamentos mais complexos na fase adulta. 2.1.2 Objetivos A principal meta da ortodontia preventiva é assegurar o desenvolvimento equilibrado das estruturas orofaciais, prevenindo a ocorrência de maloclusões. Para alcançar esse objetivo, é necessário preservar a integridade do arco dentário, garantir o 9 posicionamento correto dos dentes e criar um ambiente funcional adequado para o crescimento craniofacial (PROFFIT; FIELDS; SARVER, 2019). Ademais, essa estratégia busca detectar precocemente fatores de risco, como hábitos de sucção não nutritiva, respiração bucal e interposição lingual, atuando de maneira educativa e clínica. Um objetivo importante é fornecer orientação aos pais e responsáveis sobre os cuidados necessários para manter a saúde bucal das crianças, diminuindo assim a demanda por tratamentos ortodônticos mais complexos no futuro (GRABER; VANARSDALL; VIG, 2021). 2.1.3 Principais medidas preventivas As principais medidas preventivas envolvem o controle de comportamentos prejudiciais, como a sucção digital e o uso excessivo de chupeta, que podem modificar o padrão de crescimento craniofacial. A recomendação de respirar pelo nariz e manter uma postura lingual correta também é essencial para prevenir maloclusões (ALMEIDA et al., 2020). A preservação do espaço nos arcos dentários após a perda precoce de dentes decíduos, geralmente por meio de mantenedores de espaço, é outra medida relevante. Ademais, o monitoramento regular facilita a detecção antecipada de mudanças no desenvolvimento, o que permite intervenções simples e eficazes (PROFFIT; FIELDS; SARVER, 2019). 2.2 ORTODONTIA INTERCEPTIVA 2.2.1 Conceito A ortodontia interceptiva diz respeito às ações tomadas durante o desenvolvimento das más oclusões, com a finalidade de interromper ou reduzir sua evolução. Essa estratégia é recomendada especialmente durante a dentição mista, etapa em que ainda existe a possibilidade de crescimento e adaptação das estruturas craniofaciais 10 (GRABER; VANARSDALL; VIG, 2021). Ao contrário da ortodontia preventiva, que atua antes do problema se manifestar, a ortodontia interceptiva intervém quando a alteração já existe, mas ainda em fase inicial, permitindo correções mais simples e eficazes (PROFFIT; FIELDS; SARVER, 2019). 2.2.2 Indicações A ortodontia interceptiva é recomendada para casos como mordida cruzada anterior ou posterior, discrepâncias ósseas em desenvolvimento, apinhamento dentário inicial e hábitos prejudiciais persistentes. Também é indicada em situações de erupção ectópica, perda precoce de dentes e mudanças funcionais, como a respiração bucal (ALMEIDA et al., 2020). Ademais, pacientes que apresentam padrões de crescimento desfavoráveis, como a tendência para Classe II ou Classe III esquelética, podem se beneficiar de intervenções precoces que utilizam o potencial de crescimento para redirecionar o desenvolvimento craniofacial (GRABER; VANARSDALL; VIG, 2021). 2.2.3 Principais intervenções Dentre as principais intervenções interceptivas, sobressaem-se o uso de expansores palatinos para corrigir a mordida cruzada posterior, aparelhos removíveis ou fixos para corrigir hábitos e dispositivos ortopédicos funcionais que ajudam a modificar o crescimento ósseo (PROFFIT; FIELDS; SARVER, 2019). Dentre as principais intervenções interceptivas, sobressaem-se o uso de expansores palatinos para corrigir a mordida cruzada posterior, aparelhos removíveis ou fixos para corrigir hábitos e dispositivos ortopédicos funcionais que ajudam a modificar o crescimento ósseo (PROFFIT; FIELDS; SARVER, 2019). 2.3 ORTODONTIA CORRETIVA 11 2.3.1 Conceito A ortodontia corretiva é o campo encarregado do tratamento de más oclusões já existentes, normalmente em adolescentes e adultos, quando o crescimento craniofacial está diminuído ou concluído. Nesta etapa, o objetivo do tratamento é corrigir mudanças dentárias e, se necessário, esqueléticas, utilizando mecânicas ortodônticas específicas (PROFFIT; FIELDS; SARVER, 2019). Essa metodologia inclui o uso de aparelhos fixos, alinhadores ou combinação com cirurgia ortognática em casos mais graves, visando recuperar a função e a estética (GRABER; VANARSDALL; VIG, 2021). 2.3.2 Objetivos Os principais propósitos da ortodontia corretiva são o alinhamento e nivelamento dos dentes, a conquista de uma oclusão funcional estável e a melhoria da estética facial e do sorriso. Ademais, procura-se promover o equilíbrio entre a função de mastigação, fonética e saúde periodontal (ALMEIDA et al., 2020). Outro objetivo relevante é garantir a estabilidade dos resultados a longo prazo, o que exige planejamento adequado e, frequentemente, o uso de contenções após o término do tratamento (PROFFIT; FIELDS; SARVER, 2019). 2.3.3 Tipos de tratamento Aparelhos fixos tradicionais, autoligados, alinhadores transparentes e dispositivos auxiliares, como mini-implantes ortodônticos, podem ser usados para realizar tratamentos corretivos. A definição do método depende da complexidade do caso, faixa etária do paciente e metas terapêuticas (GRABER; VANARSDALL; VIG, 2021). Em situações mais complexas, pode ser necessário combinar com cirurgia ortognática para corrigir discrepâncias esqueléticas consideráveis. Ademais, o progresso tecnológico tem permitido a utilização de ferramentas digitais, como planejamento virtual e impressão 3D, melhorando os resultados e a previsibilidade 12 do tratamento (MANGANO et al., 2020). CONSIDERAÇÕES FINAIS A ortodontia, em suas abordagens preventiva, interceptiva e corretiva, é essencial para promover a saúde bucal e garantir o desenvolvimento adequado das estruturas craniofaciais. A intervenção precoce, por meio de estratégias preventivas e interceptivas, não só diminui a complexidade dos tratamentos futuros, mas também melhora os resultados estéticos e funcionais. Em contrapartida, a ortodontia corretiva continua sendo fundamental para tratar más oclusões já existentes, principalmente em pacientes adultos. Assim, o sucesso terapêutico depende do diagnóstico precoce e do planejamento individualizado, o que demonstra a importância de uma abordagem integrada e fundamentada em evidências científicas. 13 4. BIBLIOGRAFIA 1. ALHARBI, Fahad et al. Clear aligners for orthodontic treatment: a systematic review. The Angle Orthodontist, Appleton, v. 91, n. 4, p. 1-10, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.2319/0003-3219-91.4 2. ALMEIDA, Marcos Roberto de et al. Planejamento ortodôntico e estabilidadedos resultados. Dental Press Journal of Orthodontics, Maringá, v. 25, n. 6, p. 1-10, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2177-6709.25.6 3. ANGLE, Edward H. Treatment of malocclusion of the teeth. 7. ed. Philadelphia: S. S. White Dental Manufacturing Company, 1907. 4. BISHARA, Samir E. Textbook of orthodontics. Philadelphia: Saunders, 2001. 5. CAPELOZA FILHO, Leopoldo. Diagnóstico em ortodontia. Maringá: Dental Press, 2004. 6. GARIB, Daniela Gamba et al. Ortodontia preventiva e interceptiva: diagnóstico e planejamento clínico. Maringá: Dental Press, 2019. 7. GRABER, Lee W.; VANARSDALL, Robert L.; VIG, Katherine W. L. Orthodontics: current principles and techniques. 7. ed. St. Louis: Elsevier, 2021. 8. GRAVELY, J. F.; JOHNSON, D. B. Interceptive orthodontics—current concepts and practice. British Dental Journal, London, v. 152, n. 7, p. 233-239, 1982. 9. KUROL, J. Early treatment of tooth eruption disturbances. American Journal of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics, St. Louis, v. 113, n. 6, p. 588-591, 1998. 10. LITTLEWOOD, S. J. et al. Retention and relapse in orthodontics. British Dental Journal, London, v. 218, n. 3, p. 119-122, 2015. Disponível em: https://doi.org/10.1038/sj.bdj.2015.47 11. MANGANO, Francesco et al. Digital workflow in orthodontics and prosthodontics: a narrative review. Journal of Clinical Medicine, Basel, v. 9, n. 6, p. 1-21, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.3390/jcm9061729 12. MORRIS, D. O.; GURZON, M. E. Preventive orthodontics and early intervention. Dental Clinics of North America, Philadelphia, v. 62, n. 3, p. 427-440, 2018. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.cden.2018.03.001 13. MOYERS, Robert E. Handbook of orthodontics. 4. ed. Chicago: Year Book Medical Publishers, 1988. 14. PAPADOPOULOS, M. A. Orthodontic treatment of the Class II malocclusion: premolar extractions or non-extraction? Edinburgh: Elsevier, 2014. https://doi.org/10.2319/0003-3219-91.4 https://doi.org/10.1590/2177-6709.25.6 https://doi.org/10.1038/sj.bdj.2015.47 https://doi.org/10.3390/jcm9061729 https://doi.org/10.1016/j.cden.2018.03.001 14 15. PROFFIT, William R.; FIELDS, Henry W.; SARVER, David M. Contemporary Orthodontics. 6. ed. St. Louis: Elsevier, 2019. 16. SANDLER, Jonathan et al. Early orthodontic treatment: what are the benefits? Journal of Orthodontics, London, v. 48, n. 2, p. 105-115, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1177/14653125211004650 17. SILVA, José Eduardo de Oliveira et al. Ortodontia interceptiva: diagnóstico e intervenção precoce. Revista de Odontologia da UNESP, Araraquara, v. 50, e20210045, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1807-2577.04521. 18. TULLOCH, J. F. C.; PROFFIT, W. R.; PHILLIPS, C. Outcomes in early versus late treatment of Class II malocclusion. American Journal of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics, St. Louis, v. 111, n. 5, p. 533-542, 1997. 19. URSI, Wendel Shibasaki et al. Ortodontia clínica: conceitos atuais e aplicações práticas. São Paulo: Artes Médicas, 2015. 20. WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Oral health surveys: basic methods. 5. ed. Geneva: WHO, 2013. 21. ZHOU, Y. et al. Effectiveness of early orthodontic treatment in children: a systematic review. BMC Oral Health, London, v. 20, n. 1, p. 1-12, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1186/s12903-020-01103-0 https://doi.org/10.1177/14653125211004650 https://doi.org/10.1590/1807-2577.04521 https://doi.org/10.1186/s12903-020-01103-0 2.2.1 Conceito