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BIOMECÂNICA EM 
FISIOTERAPIA
UNIDADE II
Biomecânica no 
Movimento Humano 
Lucimara Ferreira Magalhães
Biomecânica no 
Movimento Humano 
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Introdução
Os estudos em biomecânica estão sempre relacionados aos movimentos realizados 
nos planos e eixos do ser humano. Nesse sentido, iniciando-se os estudos relacionados 
à biomecânica, é importante saber reconhecer quais são esses planos e suas relações 
com os eixos de movimentos e movimentos articulares, que posteriormente servirão 
de base para a descrição de posicionamento e movimento realizados. 
Objetivos da Aprendizagem
Ao final do conteúdo, esperamos que você seja capaz de:
• Definir, entender e utilizar apropriadamente termos direcionais e a terminolo-
gia do movimento articular.
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Descrição dos Movimentos
Os movimentos realizados pelo corpo humano podem ser definidos quanto à direção, 
ao posicionamento e à posição inicial e final. Cada uma dessas aplicações é importante 
para a descrição dos movimentos no dia a dia da prática clínica e também no âmbito 
da pesquisa. Por isso, aqui serão estudados os termos mais corriqueiros estudados 
em biomecânica (Brunnstrom, 1997; Dufour; Pillu, 2018).
Em geral, a posição considerada padrão para o início de algum movimento e também 
como referência, como já citado anteriormente, é a posição anatômica, em que o 
indivíduo está posicionado com o olhar ao horizonte, cabeça e ombros alinhados, 
coluna ereta, mãos com as palmas voltadas para a frente, quadril em posição neutra, 
joelhos alinhados, pés apoiados ao solo e virados levemente para a lateral (Brunnstrom, 
1997; Dufour; Pillu, 2018).
Posição anatômica
Fonte: © kjpargeter, Freepik (2023).
#pratodosverem: ilustração do posicionamento das estruturas do corpo na 
posição anatômica.
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Ainda conforme Dufour e Pillu (2018), a partir da posição anatômica é que se descreve 
um movimento. Por exemplo, a flexão de ombro é o movimento que o ombro faz 
para a frente, considerando sua posição inicial, ao longo do corpo, como na posição 
anatômica. Outro exemplo seria a rotação interna de antebraço. Considera-se que 
na posição anatômica, o posicionamento do antebraço é em rotação lateral, isto é, a 
posição neutra seria aquela em que o polegar está posicionado em seu sentido médio. 
Para que o indivíduo realize a rotação interna, deve girar o antebraço para dentro, no 
sentido medial, até que ultrapasse a linha média do polegar, de modo que se considere 
algum grau de rotação interna.
Posição de flexão de ombro
Fonte: © kjpargeter, Freepik (2023).
#pratodosverem: ilustração do posicionamento das estruturas do ombro duran-
te a flexão de ombro e abdução, nas vistas lateral e anterior.
A partir dessa posição anatômica, podem ser descritas as partes do corpo, como a 
divisão em anterior e posterior. É possível localizar os lados direito e esquerdo, visto 
que eles também podem se modificar a partir do ângulo do observador ou do próprio 
indivíduo. 
Imagine se não tivéssemos essa posição anatômica de referência 
para identificar qual seria a parte anterior e a posterior da mão. E 
do antebraço?
Reflita
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A seguir, conheça os posicionamentos utilizados em biomecânica.
Anterior
Face da frente do corpo, considerando a linha média na região da linha média 
lateral do indivíduo, a qual também poderia dividi-lo em partes anterior e 
posterior.
Posterior
Face de trás do corpo, considerando a linha média na região da linha média lateral 
do indivíduo, a qual também poderia dividi-lo em partes anterior e posterior. 
Direito
Lado direito do indivíduo, considerando uma linha média passando da ponta do 
nariz, cicatriz umbilical e finalizando no ponto central da base dos pés.
Esquerdo 
Lado esquerdo do indivíduo, considerando uma linha média passando da ponta 
do nariz, cicatriz umbilical e finalizando no ponto central da base dos pés.
Superior
Região superior do tronco, considerando a linha da cicatriz umbilical como meio 
de divisão entre superior e inferior.
Inferior 
Região inferior do tronco, considerando a linha da cicatriz umbilical como meio 
de divisão entre superior e inferior.
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Medial
Região do meio do corpo, considerando o ápice medial a linha média que passa 
da ponta do nariz, pela cicatriz umbilical, e finalizando no centro da base entre 
os pés.
Lateral
Região lateral ou externa do corpo, distanciando-se da linha média do tronco, 
como citado anteriormente.
Além disso, a descrição pode apresentar qual ponto está sendo observado. Nesse 
caso, é mais fácil identificar, por exemplo, na vista anterior, se o indivíduo é observado 
de frente, isto é, sua face anterior. Na vista posterior, é possível analisar aspectos 
relacionados à região dorsal do corpo. Nas vistas laterais, deverá haver a descrição se 
direita ou esquerda, considerando-se principalmente alterações no tronco relacionadas 
a vísceras que são assimétricas, como coração, intestino, fígado, entre outros (Dufour; 
Pillu, 2018; Kapandji, 2007).
Na vista superior, o indivíduo pode ser observado de cima, sendo que o corpo poderá 
estar seccionado, isto é, apenas de certa parte do corpo para baixo. Já na vista inferior, 
observa-se o contrário da vista superior, analisando-se o indivíduo de baixo para cima 
(Dufour; Pillu, 2018; Kapandji, 2007).
Planos Anatômicos
Os planos anatômicos, ou planos de referência, estão relacionados à referência para 
a sinalização das partes do corpo. Essa formalização permite que algum cientista, 
em algum ponto do mundo, realize um estudo dizendo o posicionamento do paciente 
e o movimento realizado e um fisioterapeuta que leia seu direcionamento consiga 
reproduzir o mesmo movimento, apenas pela descrição padronizada dos planos 
anatômicos (Brunnstrom, 1997; Hoppenfeld, 1980).
Os planos são divididos em três partes, que fazem correlação com os eixos abordados 
no próximo tópico.
• O plano sagital é aquele que divide o indivíduo ao meio. No entanto, a nomen-
clatura de planos parassagitais indicam novos cortes paralelos ao sagital, que 
é único. 
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• O plano horizontal é perpendicular ao sagital e divide o corpo em superior e 
inferior. Este não é um plano único e pode ser considerado em qualquer nível 
do corpo, isto é, tronco, braço ou perna, por exemplo. 
• Já o plano frontal (ou coronal) é a linha que divide o corpo ao meio nas faces 
anterior e posterior (Brunnstrom, 1997; Hoppenfeld, 1980). 
Assim, se formos desenhar e apresentar esses planos, encontraremos o corpo 
humano dividido em oito segmentos, dos quais poderíamos descrever o movimento 
ou posicionamento do quadrante.
Vistas do corpo
Inferior, 
posterior 
e esquerdo
Inferior, 
posterior 
e direito
Superior, 
anterior 
e esquerdo
Superior, 
anterior 
e direito
Posterior 
esquerdo
Posterior
direito
Anterior
esquerdo
Anterior
direito
Fonte: Elaborada pelo autor (2023).
#pratodosverem: ilustração esquemática relacionando as vistas do corpo 
olhando-se de uma vista superior. Há divisões de todos os planos (sagital, 
frontal e transversal) seccionando o corpo em oito segmentos.
A partir dessas denominações, é possível compreender as direções de movimentos 
realizadas pelo corpo humano. Os movimentos básicos realizados pelo corpo são os 
listados a seguir. Acompanhe!
• Flexão: deslocamento do corpo para a frente, isto é, em direção à face anterior.
• Extensão: deslocamento do corpo para trás, isto é, em direção à sua face pos-
terior.
• Abdução: abertura ou deslocamento do segmento para a lateral do corpo, dis-
tanciando-se da linha média.
• Adução: fechamento ou deslocamento do segmento para o meio do corpo, 
aproximando-se da linha média.
• Rotação medial: giro do segmento em direção à linha média do corpo. 
• Rotação lateral: giro do segmento contra a direção da linha média do corpo 
(Dufour; Pillu, 2018; Hall, 2016). 
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Observação: a rotação do tronco ou da cabeça, por exemplo, que são elementos 
ímpares, deverá ser denominada rotação para a direita ou esquerda (Dufour; Pillu, 
2018; Hall, 2016).
Rotação de antebraço
Rotação externae interna de antebraço.
Rotação externa e interna de antebraço
Fonte: © kjpargeter, Freepik (2023).
#pratodosverem: ilustração, à direita, do posicionamento de rotação interna de ombro; à esquerda, do posicionamento de 
rotação externa do ombro esquerdo.
Abdução de ombro
Abdução de ombro no sentido vertical.
Abdução de ombro no sentido vertical
Fonte: © kjpargeter, Freepik (2023).
#pratodosverem: ilustração, à direita, da posição em neutro; à esquerda, do posicionamento de abdução do ombro na posição 
vertical.
Inclinação do tronco
Inclinação ou flexão lateral do tronco para a 
esquerda e para a direita.
Inclinação ou flexão lateral do tronco para a esquerda e direita
Fonte: © kjpargeter, Freepik (2023).
#pratodosverem: ilustração, ao centro, da posição neutra; na lateral direita, inclinação para a esquerda; na lateral esquerda, a 
inclinação para a direita do tronco.
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Eixos Articulares
Os eixos articulares consistem nos pontos “virtuais” (pois não são fixos) de um 
segmento ou articulação que realiza movimento em um ou mais planos. Nesse sentido, 
o eixo está relacionado ao ponto imaginário que mantém o corpo ou segmento em um 
mesmo lugar enquanto se movimenta (Hoppenfeld, 1980).
Esses eixos podem ser divididos em três. Vamos conhecê-los!
• Eixo frontal: o corpo mantém fixas suas extremidades laterais e realiza as 
rotações no plano sagital.
• Eixo sagital: o corpo mantém fixas as regiões anterior e posterior e realiza as 
rotações em torno do plano frontal.
• Eixo longitudinal: o corpo mantém fixas as regiões craniana e a caudal e reali-
za as rotações em torno do plano transversal (Hoppenfeld, 1980).
Sendo assim, percebe-se que os eixos possuem correlação direta com os planos e 
que eles se relacionam em sentido perpendicular, sendo que o profissional deverá 
relacionar os planos e eixos para a discriminação correta de cada um dos movimentos 
realizados ou propostos aos pacientes.
Movimentos de flexão e extensão da coluna vertebral
Fonte: © kjpargeter, Freepik (2023).
#pratodosverem: ilustração, da esquerda para a direita, das posições de flexão, 
semiflexão, semiextensão e extensão da coluna. Movimentos realizados no 
plano sagital, considerando o eixo frontal.
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Ações das Articulações e Músculos
Os movimentos articulares podem ser divididos em suas classificações, de acordo 
com a conformação, estrutura e fixações das articulações. Sendo assim, é possível 
perceber que algumas articulações realizam maiores graus de movimento, enquanto 
outras realizam movimentos mais limitados e/ou em menor grau de movimento 
(Kapandji, 2007). 
Perceba, por exemplo, que a articulação do ombro realiza 
movimentos nas três dimensões, ou seja, considerando os três 
eixos anatômicos. Enquanto isso, o cotovelo apresenta apenas um 
grau de movimento. Isso pode ser extrapolado para o quadril e o 
joelho, em que ambos desempenham, basicamente, as mesmas 
funções que as estruturas supracitadas.
Atenção
Os movimentos serão divididos aqui por planos para que, de forma didática, fique 
mais fácil compreendê-los e relacioná-los de acordo com o posicionamento do corpo 
e da articulação em si.
No plano sagital, três são os movimentos comuns a serem realizados. São eles: flexão, 
extensão e hiperextensão. A flexão pode ser realizada quando há o deslocamento do 
segmento para a frente, independentemente de este ser superior ou inferior. Realizam 
movimentos anteriores no sentido da flexão: coluna, braço, antebraço, mão, quadril, 
joelho e pé. A extensão é considerada como o movimento do segmento, seja ele 
superior ou inferior, para trás.
A hiperextensão é considerada para os movimentos de joelho e cotovelo, em que, 
a partir da posição de repouso, isto é, articulação a 0°, acontece uma angulação de 
extensão, denominada hiperextensão (Kapandji, 2007; Dufour; Pillu, 2018).
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Flexão de joelho
Fonte: © kjpargeter, Freepik (2023).
#pratodosverem: ilustração do movimento de flexão de joelho durante o 
alongamento do músculo quadríceps.
No plano frontal, ainda conforme Kapandji (2007), Dufour e Pillu (2018), os movimentos 
que acontecem nas articulações são denominados adução e abdução. A adução 
aproxima o segmento da linha média do corpo, enquanto a abdução distancia o 
segmento dessa linha média do corpo. É importante frisar que no ombro e no quadril 
os movimentos de adução e abdução podem acontecer tanto no sentido horizontal 
quanto no sentido vertical, sendo mais considerado nos estudos e descrições clínicas 
este último. 
Os movimentos articulares no plano transverso consideram as denominações de 
rotação, para a direita ou esquerda, ou para medial ou lateral. Cada uma dessas 
denominações vai depender do segmento, sendo que em segmentos bilaterais a 
denominação será rotação interna ou externa ou medial/lateral, respectivamente. 
Enquanto isso, nos segmentos únicos ou ímpares, os movimentos são denominados 
pelos direcionamentos de direita ou esquerda, considerando a bilateralidade do 
indivíduo. Os segmentos que realizam os movimentos de rotação são: coluna, 
antebraço e perna (Kapandji, 2007; Dufour; Pillu, 2018).
Os músculos são estruturas contráteis que realizam os movimentos articulares e 
osteocinemáticos. Além disso, consistem em conjuntos de fibras que, unidos, realizam 
os movimentos do corpo (Kendal; McCreary; Provance, 2007). Nesse sentido, deve-se 
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considerar, por exemplo, o conjunto de músculos nas flexões de quadril, os extensores 
de quadril, e assim por diante.
Movimentos do corpo, músculos e ossos
Fonte: © kjpargeter, Freepik (2023).
#pratodosverem: ilustração, da esquerda para a direita, do corpo se movimen-
tando como um todo, depois os músculos e depois os ossos, no sentido de 
estruturas externas para internas.
Acompanhe, no quadro a seguir, os músculos que realizam as principais funções de 
cada um dos segmentos corporais. No entanto, não serão detalhadas suas estruturas 
e fisiologia mais aprofundadas devido ao objetivo de estudo desta unidade.
Movimentos e músculos
Segmento Movimento Músculos
Coluna Flexão Reto abdominal; oblíquos 
internos e externos bilaterais; 
esternocleidomastoideo.
Extensão Paravertebrais; eretores da espinha; 
iliocostais; longuíssimo.
Flexão lateral Oblíquos interno e externo; 
esternocleidomastoideo.
Rotação Multífidos; oblíquos.
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Ombro Flexão Deltoide anterior; peitoral maior.
Extensão Deltoide posterior; latíssimo do dorso; 
redondo maior.
Abdução Supraespinhal; deltoides.
Adução Latíssimo do dorso; peitoral maior; 
redondo maior.
Rotação medial Subescapular; redondo menor; latíssimo 
do dorso; deltoide anterior; peitoral maior.
Rotação lateral Deltoide posterior; infraespinhoso; 
redondo menor.
Cotovelo Flexão Braquial; bíceps; braquiorradial.
Extensão Tríceps; ancôneo.
Punho Flexão Flexores radial e ulnar do carpo e palmar 
longo.
Extensão Extensores radial longo e curto do carpo 
e extensor ulnar do carpo.
Desvio radial Flexor e extensor radial do carpo; abdutor 
e extensor longo e curto do polegar.
Desvio ulnar Flexor e extensor ulnar do carpo.
Mão Flexão Flexor profundo dos dedos; flexor longo 
do polegar e pronador quadrado.
Extensão Extensor dos dedos, do indicador e dedo 
mínimo.
Quadril Flexão Iliopsoas; quadríceps.
Extensão Isquiotibiais, glúteo máximo.
Abdução Glúteos médio e mínimo; tensor da fáscia 
lata.
Adução Músculos adutores.
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Rotação medial Glúteos médio e mínimo. 
Rotação lateral Glúteo máximo; tensor da fáscia lata; 
piriforme; gêmeos; obturador interno; 
quadrado femoral.
Joelho Flexão Isquiotibiais; grácil; sartório.
Extensão Quadríceps.
Tornozelo Dorsiflexão Tibial anterior; extensor longo dos dedos; 
extensor longo do hálux.
Flexão plantar Fibular longo e curto; gastrocnêmios; 
sóleo.
Inversão Tibial anterior; extensor longo do hálux; 
flexor longo dos dedos e do hálux; tibial 
posterior.
Eversão Fibular longo e curto; fibular terceiro.
Pé Flexão Flexor longo e curto dos dedos; 
lumbricais; interósseos; 
Extensão Extensores dos dedos e do hálux.Fonte: Adaptado de Kendall, McCreary e Provance (2007, p. 119-399).
#pratodosverem: quadro apresentando, de forma simplificada, os principais 
movimentos articulares e os músculos que realizam os movimentos.
Para saber mais sobre o tema, acesse o link e leia o artigo Fatores 
biomecânicos relacionados à postura em bailarinos: uma revisão 
integrativa.
Saiba mais
https://journals.bahiana.edu.br/index.php/fisioterapia/article/view/1355
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Conclusão
O conhecimento a respeito dos planos, eixos e movimentos articulares é essencial 
para a aplicação e análise em biomecânica. Sendo assim, esta unidade forneceu os 
requisitos básicos para as análises biomecânicas posteriores, servindo de base para 
os conteúdos mais avançados em biomecânica e demais estudos. A aplicação e 
descrição dos movimentos com relação aos planos e eixos permite que o profissional 
ou pesquisador descreva de forma padronizada o posicionamento do paciente e 
também os movimentos realizados por ele.
Referências
BRUNNSTROM, S. Cinesiologia clínica de Brunnstrom. Barueri: Manole, 1997. 
COSTA, N. N. S. et al. Fatores biomecânicos relacionados à postura de bailarinos: 
uma revisão integrativa. Revista Pesquisa em Fisioterapia, Salvador, v. 8, n. 2, 2017. 
Disponível em: https://journals.bahiana.edu.br/index.php/fisioterapia/article/
view/1355. Acesso em: 25 set. 2023.
DUFOUR, M.; PILLU, M. (ed.). Biomecânica funcional. Membros, cabeça, tronco. Rio de 
Janeiro: Elsevier, 2018.
HALL, S. J. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.
HOPPENFELD, S. Propedêutica ortopédica: coluna e extremidades. Rio de Janeiro: 
Atheneu, 1980. 
KAPANDJI, I. A. Fisiologia articular: esquemas comentados de mecânica humana. 6. 
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; Madri: Médica Panamericana, 2007.
KENDALL, F. P.; MCCREARY, E. K.; PROVANCE, P. G. Músculos: provas e funções. 5. ed. 
Barueri: Manole, 2007. 
https://journals.bahiana.edu.br/index.php/fisioterapia/article/view/1355
https://journals.bahiana.edu.br/index.php/fisioterapia/article/view/1355

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