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REVISAO PARA V1 -

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AULA 7
LINGUAGENS E PESQUISA
Revisão para V1
PROFESSORA MARIA LUZIA PAIVA DE ANDRADE
COMUNICAÇAO HUMANA
A maneira como se escreve é um reflexo de leituras, da intimidade com a linguagem, dos valores que se 
abraçam, dos conceitos de vida que se defende. 
O estilo é individual e reflete as vivencias, porém criam hábitos linguísticos em razão da uniformização 
provocada, principalmente pelos meios de comunicação e pelas expressões típicas da linguagem oral.
A originalidade com que se escreve depende da capacidade crítica, analítica e interpretativa de cada um. 
Ideias inovadoras ganham expressividade quando um vocabulário é diversificado e utilizado de forma 
clara, coerente, coesa e concisa. 
Escrever bem é uma tarefa que exige raciocínio, concentração e capacidade de organizar os pensamentos.
O saber linguístico mais apurado se estabelece numa preparação individual e coletiva, em que se leem 
artigos e livros sobre as diversas especialidades, mas também se buscam informações que tornem as 
pessoas menos especialistas e mais especiais. 
Professora Maria Luzia Paiva de Andrade
SABER LINGUÍSTICO
1- Saber ler é uma arte. 
2- Compreender e penetrar em um texto bem escrito remete a outros mundos. 
No entanto, isso tem um sentido maior se for possível retransmitir essas ideias. 
Dessa forma, saber escrever é transmitir ideias de maneira consistente, com a 
agilidade que as infovias nos impõe. 
3- Saber escrever bem é ser um artista das palavras. 
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Norma padrão e variedade linguística
• Dentro do pressuposto de que a língua é um conjunto de possibilidades de
realização, de variedades geográficas, sociais, etárias, temporais, profissionais e
de registro, é necessário perceber as distinções entre essas possibilidades e,
principalmente, entre a modalidade escrita e a modalidade oral, tendo a noção de
que cabe ao falante (ou ao escrevente) adequar-se à situação que está vivendo,
escolhendo uma dessas variedades.
• Vejamos esta conversa simples num mesmo país:
- Tás atucanado, Bagual?
- Não, to aperreado, bichinho!
- Não é nada disso: eu acho que você está mesmo é chateado!
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Além das variações linguísticas de ordem geográfica, chamadas de
regionalismos ou dialetos (quando as diferenças são muito
acentuadas), existem as diferenças motivadas pelos chamados
NÍVEIS DE LINGUAGEM.
TIPOS DE REGISTROS E CARACTERÍSTICAS:
1- Clássico (ou rebuscado) – nível elevado: Extrema correção gramatical. Construções
sintáticas raras. Vocabulário rebuscado. Utiliza-se em ocasiões formais.
2- Culto – nível médio: correção gramatical. Construções sintáticas elaboradas. Linguagem
padrão. Vocabulário conhecido. Utiliza-se em ocasiões semiformais.
3- Coloquial – nível familiar: Permite uma comunicação mais livre. Não se preocupa com a
correção gramatical. Construções sintáticas simples. Vocabulário conhecido, com palavras
de uso mais popular, incluindo gírias. Utiliza-se em ocasiões informais.
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Norma padrão e variedade linguística. 
• Há também as chamadas línguas especiais, pertencentes a grupos restritos de 
indivíduos que compartilham um mesmo conhecimento técnico ou interesses 
comuns. No primeiro caso, temos as línguas técnicas; no segundo, as gírias. 
• Para concluir, é importante refletir sobre o conceito de erro na língua, visto que 
existem vários níveis de fala. 
• Na verdade, deve-se falar em linguagem adequada. Tome como parâmetro a
vestimenta. Qual seria a roupa certa: terno e gravata ou camiseta, bermuda e
sandália? Tudo depende da situação. Numa festa de gala o adequado é o terno e
gravata; já na praia, num dia de sol, usa-se camiseta, bermuda e sandália. Para
cada ocasião, um traje adequado. Com a língua também é assim.
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. 
LÍNGUA ESCRITA E LÍNGUA ORAL:
1. A língua escrita e a língua oral são códigos diversos. Cada qual com suas 
características, seus recursos expressivos, seu campo de ação. 
2. A expressividade da língua oral se apresenta por meio da acentuação, da 
entonação, das pausas, da fluência de gestos. 
3. Na escrita, o emprego do discurso direto e a pontuação se sobressaem como traços 
da expressividade. É importante notar que a pontuação tem função lógica, pois evita 
erros de compreensão e interpretação do texto.
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LINGUA FALADA:
1- A mensagem é transmitida de forma imediata.
2- O emissor e o receptor conhecem bem a situação e
a circunstancias que os rodeiam.
3- A mensagem é breve.
4- É permitido o emprego de elementos prosódicos,
como entonação, pausa, ritmo, gestos, que enfatizam o
significado dos vocábulos e das frases.
5- É admitido o emprego de construções simples, com
ênfase para orações coordenadas e a presença de
frases incompletas.
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LÍNGUA ESCRITA:
1- A mensagem é emitida de forma não imediata. 
2- O receptor não conhece de forma direta a situação do 
emissor e o contexto da mensagem. 
3- A mensagem é mais longa e com mais detalhes. 
4- Não é possível a utilização de elementos prosódicos. O 
emprego dos sinais de pontuação tenta reconstruir alguns 
desses elementos. 
5- Exigem-se construções mais complexas, mais 
elaboradas, com ênfase para orações subordinadas, e a 
ordenação da mensagem é mais planejada. 
. 
O sentido das palavras: Denotação e Conotação 
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1- Em todas as linguagens, os sinais que assumem um significado chamam-se SIGNOS. 
2- O signo é, portanto, uma unidade portadora de significação. 
3- Na linguagem verbal, o nome dessa unidade é SIGNO LINGUÍSTICO, que é definido como uma 
forma binária, pois divide-se em significante e significado. 
4- Significante é a realidade material ou a imagem acústica, o conjunto sonoro que torna o signo 
audível, a expressão em que está contida a ideia. 
5- Significado é o aspecto imaterial, conceitual, é a ideia abstraída do significante e nele contida. 
Parte inteligível, ideia, significado. 
6- Resumindo: significante é a palavra escrita ou falada (expressão, forma) e o significado é a 
ideia (conceito) que ela representa ou transmite a quem a lê ou ouve. 
• Outra noção interessante do signo linguístico é a de denotação e 
conotação.
• Quando há o uso da palavra no sentido próprio, dicionarizado, 
convencional, objetivo e restrito, admitindo apenas uma interpretação, 
temos a denotação. 
• A conotação, por sua vez, é o uso do signo em um sentido mais rico, 
novo e abrangente. 
• Em textos técnicos, relatórios, dissertações, normalmente usa-se a 
denotação; os textos literários usam o recurso da conotação.
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A expressão do estilo
1- Ao realizar um ato de comunicação verbal, cada pessoa escolhe, seleciona palavras para 
depois organizá-las, combiná-las, conforme a sua vontade. Todo este trabalho de seleção e 
organização não é aleatório, mas está intimamente ligado à intenção do emissor. 
2- Sendo assim, a linguagem passa a ter funções. Importante lembrar que não existe apenas uma 
função em cada mensagem. Contudo, sempre há o predomínio de uma em especial. 
3- As funções da linguagem determinam o estilo de escrita que se quer imprimir ao texto.
4- Função referencial ou denotativa: volta-se para a informação, para o próprio contexto. O 
objetivo do emissor é transmitir dados e informações de forma direta e clara. 
5- Função emotiva ou expressiva: Ocorre quando a intenção do emissor é posicionar-se em 
relação ao tema / assunto que está abordando, ou seja, quando expressa suas opiniões ou seus 
sentimentos e suas emoções. 
6- Função conativa ou apelativa: Centra-se no destinatário em forma de ordem, apelo, súplica, 
com verbos no imperativo e uso constante de vocativos. 
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7- Função fática: É caracterizada pela preocupação do emissor em testar o canal, em abrir ou fechar
o canal de 
comunicação. 
8- Função poética: Ocorre quando a intenção do emissor está centrada na própria mensagem, quer na seleção e 
combinação de palavras, quer na estrutura da mensagem. Pode ocorrer tanto na prosa como na poesia. 
9- Função metalinguística: É utilizada quando a preocupação do emissor está voltada para o próprio código utilizado, ou 
seja, ou seja, o código é o tema da mensagem ou é utilizado para explicar o próprio código. 
10- Em muitos concursos e vestibulares, na proposta de redação, aparece o enunciado: escrever um texto em prosa 
dissertativo-argumentativo. Mas o que é um texto em prosa? Cabe aqui explicar que só há duas maneiras de se escrever: 
em prosa e em versos. De maneira geral, as narrativas, as dissertações, as descrições são escritas em prosa. Em prosa 
também são escritos os textos injuntivos. 
11- As poesias são escritas em versos e traduzem os sentimentos dos seres. 
12- Os textos em prosa são escritos em parágrafos, são mais objetivos, com palavras em sentido real, denotativo. Já o texto 
poético é escrito em forma de versos e as palavras são usadas em sentido figurado, poético, conotativo. 
13- Assim, a prosa vai focar mais nas questões lógicas e racionais, enquanto a poesia trata de emoções das pessoas. Um 
texto em prosa com sentido poético é denominado prosa poética, e a prosa literária recebe o nome de prosa de ficção. 
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LER, COMPREENDER E INTERPRETAR 
1- Ler, interpretar e compreender são ações que ocorrem no cotidiano. A todo instante é preciso
observar o que ocorre ao redor e chegar a conclusões a respeito. Ou seja, ao ler uma notícia é
importante saber compreender por que e como ocorre tal fato e interpretar quais as
consequências para a vida.
2- Também faz parte do dia a dia a leitura de receitas, bulas de remédio, manuais de instrução,
além de livros, revistas, jornais etc. O mundo é permeado de leituras e nos exames e concursos
não poderia ser diferente.
3- Muitas pessoas tem problemas em Física, Matemática, química etc., não porque não sabem as
equações e as tabelas, mas porque não conseguem interpretar e compreender os enunciados
propostos nas questões. Portanto, ler, compreender e interpretar auxiliam não apenas no
cotidiano, mas a sair-se bem na leitura de textos e enunciados propostos em redações de
concursos e exames na identificação do tema e do que é solicitado para a execução.
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4- Mas como fazer isso? 
 Em primeiro lugar, é preciso entender cada palavra. Ler significa conhecer, decifrar, perceber, reconhecer; 
compreender é alcançar com inteligência; entender, perceber as intenções; e, por último, interpretar tem o 
significado de aclarar, explicar o sentido de algo, ajuizar a intenção, reproduzir ou exprimir a intenção ou o 
pensamento de uma determinada situação, ação ou pessoa. 
 Assim, quando se lê é preciso decifrar e perceber o sentido das palavras no texto, em seguida, entender e 
perceber as intenções das palavras e, por último, explicar o sentido das palavras ou dos pensamentos. 
5- TEXTO: O texto é um conjunto de enunciados inter-relacionados que forma um todo significativo. Para ser 
inteligível, necessita de coerência textual, coesão sequencial entre seus constituintes e da adequação às 
circunstâncias e condições de uso da língua. Ou seja, TEXTO é um todo organizado com sentido. 
Condições de textualidade: Textualidade é o conjunto de propriedades que uma manifestação da linguagem 
humana deve possuir para ser um texto. Esse conjunto é formado pelos seguintes fatores: 
 Conectividade: é a interdependência semântica de ocorrências textuais. Essa interdependência se 
estabelece a partir dos mecanismos de coesão e coerência. 
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 Intertextualidade: é a relação entre um texto e outros textos que constituem experiência compartilhada 
pelo autor e pelo receptor, portanto é a possibilidade de serem criados textos a partir de outros. 
 Intencionalidade: intencionalidade discursiva é a verdadeira intenção que há por trás de alguma 
mensagem ou informação; na redação dissertativa-argumentativa, a intencionalidade se revela na forma de 
convencimento utilizada pelo autor. 
 Informatividade: Um discurso menos previsível tem mais Informatividade, ou seja, sua recepção é mais 
trabalhosa, porém mais interessante e envolvente. Entretanto, excesso de Informatividade pode fazer com 
que o receptor rejeite o texto por não conseguir compreendê-lo. O ideal é que o 
texto se mantenha num nível mediano de Informatividade, mesclando informações que tragam novidades 
com aquelas ligadas a dados conhecidos. 
 Situacionalidade: A Situacionalidade trata da adequação do texto a uma situação comunicativa ao 
contexto em que se está inserido. A situação orienta o sentido do discurso, tanto na sua produção como na 
sua interpretação. Cada texto funciona em uma determinada situação, por isso é importante notar que a 
situação comunicativa interfere na produção do texto. 
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 Aceitabilidade: O texto produzido deve ser compatível com a expectativa do receptor, para tanto, precisa ser 
coerente, coeso, útil e relevante; ou seja, há uma espécie de contrato de cooperação estabelecido entre o autor e 
o leitor que permite que a comunicação se apresente sem que haja vazios comunicativos. 
 Os Cs do texto: Coesão, Coerência, Clareza, concisão, Conteúdo e Correção: 
1- A coesão é a ligação entre os elementos de um texto e ocorre dentro das frases, entre as próprias frases e entre 
os vários parágrafos. 
2- Pode-se dizer que um texto é coeso quando os conectivos são empregados corretamente. 
3- A coerência diz respeito à ordenação das ideias, dos argumentos. A coerência depende da coesão, pois um texto 
com problemas de coesão terá também problemas de coerência. 
4- Um texto coerente e coeso apresenta clareza de sentido e facilidade de compreensão. A concisão está ligada ao 
essencial do texto, isto é, à precisão vocabular e as informações necessárias para a compreensão do texto. Já o 
conteúdo está relacionado à quantidade e qualidade de informações disponibilizadas pelo autor para que o texto 
seja compreensível, inteligível e contenha o mais importante para o leitor. 
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CONECTIVIDADE: Coerência e coesão 
 A coerência ou conectividade conceitual: é a relação que se estabelece entre 
as partes de um texto, criando uma unidade de sentido. Está ligada á 
compreensão, à possibilidade de interpretação daquilo que se diz, escreve, ouve, 
vê, desenha etc. Um texto coerente deve ter, por exemplo, ordenação temporal e 
espacial, e / ou estabelecimento de causalidade e consequência. Essas relações 
se exteriorizam de diversas formas, entre elas, pelo vocabulário, pela combinação 
de tempos verbais, pela ordem de apresentação do conteúdo, pela adequação 
dos campos semânticos. 
 A coesão ou conectividade sequencial: é a ligação, ou seja, o nexo que se 
estabelece entre as partes de um texto. Contribuem para essa ligação: 
mecanismos sintáticos (de subordinação e coordenação, ordem de vocábulos e 
orações). Elementos de natureza lexical (antônimos, sinônimos, repetições, 
antecipações ou retomada de termos) e elementos de natureza gramatical 
(pronomes, conjunções, preposições, advérbios e categorias verbais).
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CONECTIVOS QUE RETOMAM OU ANTECIPAM TERMOS: 
Pronomes Pessoais: Ele, ela, nós eles, elas
Pronomes Demonstrativos: Este, esse, aquele e variantes.
Pronomes Relativos: Que, onde, cujo, o qual. 
Advérbios: acima, abaixo, lá, cá, acolá. 
Outros elementos conectivos:
Isto é, quer dizer, ou seja ...: introduzem esclarecimentos, retificações de algo que já está no texto. 
Mesmo, até, até mesmo ...: Indicam uma gradação, apontam para o topo da escala.
Ao menos, pelo menos, no mínimo...: também indicam uma gradação, mas apontam
para algo no plano 
baixo de uma escala. 
Assim, então, desse modo...: Explicam o que se disse antes... 
Além disso, além do mais, além de tudo...: acrescenta um argumento decisivo. 
. 
 Conjunções coordenadas:
• Aditivas: servem para adição de ideias: e, nem (e não), não só(mas também)
• Adversativas: indicam oposição: mas, porém, contudo, todavia, entretanto, no 
entanto, e (= mas) 
• Alternativas: introduzem alternância: ou, ou...ou, ora ...ora, já...já, quer...quer, 
seja...seja.
• Conclusivas: exprimem conclusão: portanto, pois (posposto ao verbo), por isso, 
então, desse modo, por conseguinte. 
• Explicativas: apresentam uma explicação: pois (anteposto ao verbo), que (= pois), 
porquanto. 
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Conjunções subordinativas:
1- Causais: ideia de causa: porque, já que, visto que, uma vez que, como ...
2- Comparativas: estabelecem uma comparação: que, do que, como ...
3- concessivas: ideia de concessão = (abrir precedente, concessão) embora, ainda que, posto que etc.
4- Condicionais: ideia de condição: se, caso, desde que, contanto que, a menos que...
5- Conformativas: conformidade de uma ideia: segundo, conforme, como, da mesma forma, de 
acordo com
6- Consecutivas: ideia de consequência: que (precedido de tal, tão, tanto)
7- Finais: ideia de finalidade: a fim de que, para que..., 
8- Proporcionais: aumento ou diminuição proporcional: à proporção que, à medida que, quanto 
mais, quanto menos, quanto menor, quanto maior ...
9- Temporais: ideia de tempo: quando, enquanto, logo que. 
10- Integrantes: introduzem uma oração que completa outra: que, se 
Observação: Esses exemplos não esgotam as possibilidades dos termos coesivos, entretanto já 
servem para se ter a noção de como esses elementos atuam e de como são importantes para que o 
texto tenha uma continuidade de ideias corretamente ligadas, ou seja, uma coesão textual. 
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SIGNO LINGUÍSTICO
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